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Academias de gênero

Quando na direção da atividade cultural do Estado, FJA, ocorreu um problema envolvendo a Academia Feminina de Letras. Foi o seguinte: A Academia não tinha sede própria, o que levou

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Confira os 6 projetos aprovados no Cine Natal

Confira os seis projetos inscritos e habilitados nos critérios artísticos para concorrer ao Cine Natal, nas categorias ‘Difusão e Divulgação’ e ‘Desenvolvimento de Projetos’. A comissão de análise foi formada

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Ondequandocomo?… sei lá!…

Croniketa da Burakera #33, por Ruben G Nunes Meus campanhas, brau!.. … osch, meu fuso horário deve estar na China ou nas estrelas-perdidas… já é tarde!.. tô tomando meu café

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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Filarmônica UFRN reúne obras de Turina, Guerra-Peixe e Manuel de Falla em Natal neste sábado

Redação

A Filarmônica UFRN convida o público para o concerto “Candeias”, que será apresentado no próximo sábado, 9 de maio, em duas sessões, às 18h e às 20h, no Auditório Onofre Lopes, em Natal. Sob a regência do maestro André Muniz, a apresentação reúne um programa que articula referências da tradição musical ibérica com desdobramentos na música de concerto brasileira. Ingressos disponíveis pelo Sympla na quarta-feira, 06 de maio, às 8h sympla.com.br/evento/concerto-candeias-filarmonica-ufrn/3410896?referrer=www.google.com e no local, no dia do evento, com distribuição 1h antes de cada sessão.  Mais do que uma sucessão de obras, o concerto se configura como um percurso sensível de escuta, no qual memória, identidade e transformação dialogam de forma contínua. A proposta evidencia como as heranças musicais atravessam culturas e se reinventam, criando uma experiência que conecta o público tanto no plano cultural quanto no sensorial. A noite contará com a participação do violinista Rucker Bezerra como solista convidado. Reconhecido por sua expressividade e apuro interpretativo, o músico conduz o público por uma narrativa musical que valoriza nuances tímbricas e intensidade emocional. O repertório reflete diferentes formas de apropriação e reinvenção desse universo sonoro. A suíte Danzas fantásticas, de Joaquín Turina, abre o programa com uma escrita orquestral vibrante, marcada por ritmos incisivos e cores tipicamente espanholas. Em seguida, o Concertino para violino, de César Guerra-Peixe, desloca essa matriz estética para o contexto brasileiro, incorporando elementos populares a uma linguagem de concerto refinada. Encerrando a noite, El amor brujo, de Manuel de Falla, tensiona tradição e modernidade ao evocar o imaginário flamenco e a cultura andaluza. Mais do que evidenciar afinidades estéticas, “Candeias” organiza uma experiência de escuta pautada pelo reconhecimento e pela transformação. Gestos musicais recorrentes, como padrões rítmicos, inflexões melódicas e texturas sonoras, despertam no ouvinte uma sensação de familiaridade, mesmo diante do inédito. É nesse entrelaçamento entre herança histórica e memória afetiva que o concerto se estrutura, convidando o público a uma imersão que transita entre o campo cultural e o sensorial. As apresentações acontecem no Auditório Onofre Lopes, espaço vinculado à Escola de Música da UFRN, que vem se consolidando como um dos principais polos de difusão da música de concerto no Rio Grande do Norte. A Temporada 2026 é realizada pela Filarmônica UFRN, EMUFRN, UFRN e PROEX, com patrocínio da Caixa Assistencial Universitária do RN (CAURN) e do Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Norte (MPT/RN), produção da Da Capo Produções...

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Vozes Femininas: projeto une arte, cultura e memória para homenagear mulheres potiguares

Redação

Valorizar e dar visibilidade às contribuições históricas e contemporâneas das mulheres do Rio Grande do Norte, destacando trajetórias que marcaram a cultura, a política, a educação e a vida social do estado. Esse é o objetivo do projeto Vozes Femininas, que será lançado na próxima terça-feira (5), no Hotel Senac Barreira Roxa, às 8h30, com a presença de autoridades e parceiros do projeto. Na ocasião, serão apresentados editais voltados às áreas de gastronomia, moda e artesanato, desenvolvidos em parceria com o Sebrae/RN, além do primeiro encontro do Ciclo de Palestras “Caminhos de Coragem”, com a participação de Márcia Maia e Magnólia Figueiredo, entre outras pioneiras da atualidade. As ações marcam o início de uma agenda que se estende ao longo de todo o mês de maio e compreende atividades culturais e formativas em diferentes espaços. O projeto conecta passado, presente e futuro por meio de iniciativas que envolvem artes visuais, música, moda, artesanato e gastronomia, além de palestras, rodas de conversa, oficinas e apresentações artísticas. A ideia, segundo Ana Maria Costa, é preservar memórias, reconhecer legados invisibilizados e inspirar novas gerações a partir de histórias de pioneirismo, coragem e transformação social. “Dar voz às mulheres do RN é honrar histórias silenciadas e acender futuros possíveis. Que cada mulher se reconheça nessa luta, se aproprie desse espaço e transforme sua voz em coragem, presença e legado”, diz Ana Maria Costa. Além dela, o Vozes Femininas é idealizado e realizado por Ana Guedes e Tatiane Fernandes, que assinam a concepção e coordenação do projeto.  A programação inclui a instalação “Legados de Coragem do RN – Vozes Femininas”, que vai destacar em informações e imagens a essência do legado de 12 mulheres potiguares pioneiras em diferentes áreas, como educação, literatura, política, cidadania, cultura e resistência indígena. A instalação de lançamento ficará em cartaz de 15 maio a 15 junho, no mall do Natal Shopping, com visitação gratuita. E depois seguirá para novos espaços, em Natal e nas cidades onde as homenageadas nasceram. A agenda também contempla outros dois encontros do ciclo de palestras, com debates sobre o legado feminino no estado em temas como artes, gestão pública, ancestralidade, pioneirismo, diversidade e empreendedorismo. Os encontros serão realizados em Natal e Mossoró, sendo uma edição voltada a mulheres empreendedoras, pioneiras nos mais diversos segmentos. No campo da formação, o projeto vai realizar um circuito de rodas de conversa com estudantes de escolas públicas potiguares, em...

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Chico César fará em Natal show de lançamento de seu novo disco, “FOFO”

Redação

Apresentação será dia 8 de maio, 21h, no Teatro Riachuelo. Décimo primeiro álbum da carreira do artista traz canções nunca gravadas, compostas em sua juventude Após dez trabalhos autorais, “FOFO” é o primeiro disco em que o cantor e compositor Chico César volta ao tempo de sua juventude, dando voz a composições escritas em sua passagem pela banda Jaguaribe Carne, quando morou em João Pessoa, e também na chegada a São Paulo. O show, com Chico e seu violão em cena, será dia 8 de maio no Teatro Riachuelo. Com seu 11º álbum gravado em estúdio, o músico celebra um marco pessoal e artístico que sintetiza vivências, conquistas e redescobertas. Nunca gravadas, todas as 16 faixas do projeto – letra e música – são assinadas por ele. Exceto três: uma parceria com Pedro Osmar, outra com Paulo Ró (integrantes do Jaguaribe Carne). A terceira é em parceria com a escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie. Do livro dela Americanah, Chico tirou o mote da canção que dá título a seu disco: “Eu não quero ser fofo, eu quero ser a porra do amor de sua vida”. O disco “FOFO”, ainda sem data de lançamento, chega em formato voz e violão, assim como foi gravado “Aos Vivos” (1995), álbum que marcou a estreia de Chico César na música brasileira e o consolidou como um dos grandes nomes da música nacional e internacional, levando suas composições para palcos de diferentes partes do mundo. A sonoridade do álbum é densa, marcada pelo experimentalismo e uma certa angústia típica da juventude em meio ao ambiente político e existencial da época Sabendo disso, “FOFO” termina por ser uma reverência do artista, agora em sua maturidade, ao jovem e inquieto Chico César. É um convite para seu público conhecer suas origens nessa viagem musical com ele. Chico César Chico César é um dos nomes mais inventivos e multifacetados da música brasileira. Cantor, compositor, escritor e jornalista, ele desafia rótulos e convenções, criando uma obra singular que mistura ritmos regionais, poesia afiada e uma visão de mundo profundamente humanista. Emergiu no cenário musical brasileiro nos anos 1990, trazendo uma sonoridade fresca e uma abordagem lírica que trazia humor, crítica social e uma profunda sensibilidade poética. Seu álbum de estreia, “Aos Vivos” (1995), já anunciava sua originalidade, com canções como “Mama África” e “À Primeira Vista”, que se tornaram hinos de resistência e celebração da diversidade cultural. Sua música...

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museu café filho

31/10/2018|

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) tornou pública a relação das inscrições consideradas aptas para a seleção do Edital de Modernização de Museus – Prêmios. Ao todo, foram recebidas 197 inscrições, sendo 139 admitidas, tendo a Fundação José Augusto sido contemplada com a iniciativa. O Edital de Modernização de Museus – Prêmios vai contemplar 28 projetos em todas as regiões do país com R$ 100 mil, totalizando um investimento de R$ 2,8 milhões voltados a iniciativas bem-sucedidas de modernização e preservação do patrimônio museológico implementadas por instituições museológicas ou por mantenedores de museus. O projeto foi apresentado pelo Centro de Documentação Eloy de Souza (Cedoc) – departamento vinculado à Fundação José Augusto. “Estamos buscando não apenas a modernização dos museus, mas também atuando na prevenção de tragédias, a exemplo do que ocorreu recentemente com o Museu Nacional no Rio de Janeiro”, assegurou o Diretor-Geral da Fundação José Augusto, o jornalista Amaury Júnior.

a mulher monstro

31/10/2018|

No último final de semana, a peça A Mulher Monstro perdeu os patrocínios por abordar artisticamente declarações polêmicas do agora presidente Jair Bolsonaro. Mesmo assim, ainda recebendo ataques, o ator e diretor José Neto Barbosa manteve as apresentações. Após expor a situação na internet, em véspera de eleição presidencial, o espetáculo esgotou o Teatro de Cultura Popular no bairro do Tirol. Agora, realizará sessões extras nesta sexta e sábado, às 19h. PEÇA PREMIADA O espetáculo foi vencedor do Prêmio Cenym de Melhor Monólogo do Teatro Nacional pela Academia de Artes no Teatro do Brasil 2017. Fala da discriminação social, do preconceito e da busca pelo respeito. Trata a atualidade política e social do Brasil através da figura de uma burguesa perseguida pela própria visão intolerante da sociedade, sem saber lidar com a solidão e as relações num tempo de ódio, corrupção e golpes vistos sem vergonha. MULHER MONGA Postagens das redes sociais foram a partida para a construção da peça, uma colagem de falas reais de figuras públicas (artistas, políticos, jornalistas parciais, líderes religiosos) e também de anônimos, É inspirado na “Mulher Monga” dos parques e circos nordestinos de um passado recente, presente no imaginário popular, como uma forma poética...

animal político

30/10/2018|

Croniketa da Burakera #19, por Ruben G Nunes “O Homem é um animal político”. Dizia o velho Aristóteles, filósofo grego, há mais de 2500 anos. Ele assim definia a politicidade natural do homem. Quer dizer: o homem é um ser social. É pra viver em conjunto, numa família, na tribo, na cidade ou polis em grego. Daí política é conviver na cidade organizada. Enfim, a morada do Homem é o campo social-ético-político. Os filósofos acadêmicos assim interpretam a frase de Aristóteles. É, porém, frase ambígua. Diz, noutro ângulo, que o Homem na cidade, não é só puro Homem. É também um homem-animal. Animal da cidade. Ou seja: na VidaViva das cidades o Homem vira bicho político. E a História mostra que pelas torções e distorções fanaticóides da Política e suas espumas – as ideologias – os bichos políticos se engalfinham. Eis uma funda verdade. Na política o homem tem sido mais animalesco que homem. Gadunha bens públicos. Corrompe-se. Não raro, usa o poder não com autoridade, mas com autoritarismo e violência. O Homem Político civilizado é, ironicamente, animal ardiloso, tirânico, violento. Trapaceador maneiroso de si mesmo e dos outros. Um animalóide politicóide. A história da civilização confirma essa animalidade política...

concurso de música da cidade do natal

30/10/2018|

Com inscrições encerradas, o 1º Concurso de Música da Cidade do Natal – Cantando a História totalizou 48 inscrições pertencentes a mais de 60 compositores, entre veteranos e novos nomes do cenário musical potiguar. A competição consiste em composição e apresentação de canções inspiradas na capital potiguar e visa contribuir para ampliação do repertório de hinos em homenagem à Natal. O diretor artístico da competição, o produtor cultural Marcelo Veni, comemora a quantidade de inscrições. “É um excelente número de participantes para a 1ª edição, considerando o tempo que tivemos e a especificidade do tema”, declarou. Entre os participantes, a curadoria do concurso, formada pelos músicos e compositores Mirabô Dantas e Pedro Mendes e pela cantora Bruna Hetzel, selecionou as 12 finalistas que serão divulgados publicamente em almoço para a imprensa que acontece no dia 6 de novembro. As 12 músicas serão apresentadas ao vivo na final da competição, a ser realizada em 17 de novembro, durante a programação da Caminhada Histórica do Natal, no palco armado no Largo Dom Bosco na Ribeira. PREMIAÇÃO Os três ganhadores serão selecionados por uma comissão julgadora. Recebem premiação financeira os três primeiros colocados no quesito composição, assim como o melhor intérprete. As premiações...

natal na segunda guerra

30/10/2018|

O Coletivo Ruma de Fotografia está trabalhando a todo vapor na produção de um grande evento de fotografia a se realizar no início de dezembro com o título de “Imagens de uma guerra esquecida”, que terá exposição fotográfica, feira de fotografia e palestras. O coletivo é formado por fotógrafos e artistas visuais que utilizam a fotografia em seus trabalhos. Até o dia 4 de novembro estão abertas as inscrições para o concurso de ensaios fotográficos. Durante a Segunda Guerra Mundial Natal abrigou a maior base americana fora dos EUA no mundo. As transformações que a presença estrangeira causou na cidade tem sido objeto de trabalhos em diferentes áreas que investigam como este momento pontual da história afetou e afeta a cultura da cidade. MAPEAMENTO DE NATAL DURANTE A SEGUNDA GUERRA Até que ponto se pode mapear e localizar o que ficou de um momento de grande efervescência cultural paradoxalmente convivendo com um dos momentos mais tensos da história mundial? Uma cidade de pouco mais de 50 mil habitantes teve a sua realidade transformada radicalmente e segundo alguns historiadores nunca mais foi a mesma. A convocatória está recebendo propostas de todo o Brasil com projetos que discutem conceitualmente a alteridade e...

cinematerna exibe nasce uma estrela

29/10/2018|

A programação do CineMaterna de outubro é do filme Nasce uma Estrela, com Lady Gaga e que conta a história de uma jovem que sonha em ser cantora. O longa-metragem será apresentado nesta terça-feira, 30, às 14h no Cinépolis do Natal Shopping. A sessão, que se realiza mensalmente em 41 cidades do Brasil, é personalizada para mães de bebês com até 18 meses idade. A oportunidade é ideal para estimular a socialização de novas mães através de cultura, entretenimento e diálogo. O enredo do filme envolve o romance da jovem Ally que, apesar do seu sonho, precisa trabalhar em um restaurante para pagar as contas. Em um determinado dia conhece Jackson, interpretado por Bradley Cooper, que resolve ajudá-la na carreira e uma conturbada história de amor nasce a partir daí. A obra é a mais nova versão de uma história que já foi apresentada outras vezes nas telonas. Na ocasião, as novas mamães têm a oportunidade de assistir ao filme na sala VIP da Cinépolis com seus filhos a tiracolo e toda a estrutura necessária: trocadores dentro da sala, som reduzido, ar condicionado suave, luzes levemente acesas, estacionamento de carrinhos de bebê e equipe de apoio. A escolha do filme é...

Palco giratório com boca de sena

29/10/2018|

A 21ª edição do Palco Giratório Sesc realiza sua última apresentação do ano no Rio Grande do Norte em novembro. O espetáculo teatral Os Cavaleiros da Triste Figura, do grupo sergipano Boca de Cena, é o terceiro deste ano a vir para o estado. As apresentações gratuitas, realizadas em Caicó (11/11), Mossoró (14/11) e Natal (18/11), são uma realização do Sesc RN, instituição do Sistema Fecomércio. CAVALEIROS DA TRISTE FIGURA Inspirado no clássico literário Dom Quixote de La Mancha, de Miguel de Cervantes, o espetáculo tem como gênero o teatro de rua. Nele, Os Cavaleiros da Triste Figura constituem um grupo de atuadores que insiste em compartilhar suas histórias em praça pública. Movidos pelo desejo de transformar o mundo, constroem um cenário permeado por loucuras e delírios, tornando a realidade em algo mais próximo de um sonho. BOCA DE CENA O Grupo Teatral Boca de Cena é formado por graduados em teatro da Universidade Federal de Sergipe. Além dos espetáculos, eles irão ministrar oficinas e participarão de Seminário do Palco Giratório em Caicó, dentro da programação da 10ª Aldeia Sesc Seridó. O seminário é aberto e a oficina, voltadas à iniciação no teatro de rua, demandam inscrições, feitas pelo e-mail...

bukowski

27/10/2018|

Poemeto da Burakera #8 (primeira dose: dupla) sábado-boêmio sábado-seresta – 19 horas – entrando no vácuo lembranças fugindo velozes d’agora em diante as coisas adquirem vida própria e falam comigo (segunda dose: dupla) quando?… diz quando? quando a noite abrir a boca e seu hálito de estrelas se cravar em minhas saudades então neste então movimentos à deriva gesto largado e alma aberta! então neste então estarei fluindo com a noite penetrando coisas e pessoas se há música – estarei na música! se há vaginas – lá estarei fuçando! se há um poema – eu serei o poeta! (terceira e quarta dose) mas quando?… diz depressa quando? quando a noite se remexer e abrir seus mil olhos de mulher bacante então neste então toca-me ó vento da aventura desgarrada! toca-me bardo-seresteiro e queima a noite com teu cigarro Hollywood! toca-me o corpo ó inesgotável vodka-dose e entra no sangue! deixa acontecer esses sonhos antigos toca-me! me faz girar e levitar e inicia a dança do fígado raivoso!   • Menção Honrosa no IV Concurso de Poesia Luis Carlos Guimarães, 2004 Fundação José Augusto, Natal, RN Publicado na antologia “15 Poetas do RN”, Fundação José Augusto, 2005 Publicado no livro “XANAVÁ...

festival dosol

26/10/2018|

Oi apresenta: Festival DoSol um dos mais relevantes festivais independentes de música do Brasil, que divulga a sua extensa programação entre os dias 21 de outubro e 30 de novembro com sideshows em vários espaços culturais da cidade e mostra principal na beira-mar em Natal. No dia 21 de outubro, o festival estreou sua programação com uma festa de abertura e uma importante atração internacional, os americanos do Against Me!. Após a abertura, a temporada com mais de 10 sideshows do Festival DoSol, acontece entre outubro e novembro e conta com os artistas do Boogarins (GO), Deaf Kids (RJ), Ana Muller (ES) e Zimbra (SP) ocupando vários espaços culturais da cidade (El Rock, Centro Cultural DoSol e Espaço Rui Pereira – conhecido como “Zé Reeira”). Nos dias 24 e 25 de novembro o festival chega à sua mostra principal reunindo 60 shows de artistas como Céu (SP), Letrux (RJ), Canto do Malditos (BA), Metá Metá (SP), Carne Doce (GO), Hurtmold (SP) e Rashid (SP) que se apresentarão nos 4 palcos montados no Beach Club, região costeira de Natal. Os ingressos para todas as datas já estão à venda pelo Sympla. Clique AQUI. “É inacreditável para gente festejar nosso 15o aniversário....

gustavo cocentino

26/10/2018|

O projeto Bardallando a Cidade recebe neste sábado um show de rock, pop e blues com o guitarman Gustavo Cocentino & Blue Mountain, a partir das 21h. O acesso é totalmente gratuito ao point cultural Bardallos Comida e Arte, localizado na Cidade Alta. Em 2011 Gustavo Cocentino & Blue Mountain lança o primeiro CD onde reúne releitura de clássicos do blues e conta com a participação do guitarrista Nuno Mindelis e o gaitista Flávio Guimarães da banda carioca Blues Etílicos, dois dos maiores expoentes nacionais do gênero na atualidade. O guitarrista Gustavo Cocentino começou a tocar em bares e festas no ano de 1996 na banda carioca Gang do Whyskie. Radicado em Natal desde julho de 1998, já acompanhou e dividiu o palco com nomes do blues nacional e internacional como Flávio Guimarães do Blues Etílicos, Nuno Mindelis, André Christovam (SP), Larry McCray (EUA), George Israel (Kid Abelha), Willie Big Eyes Smith (Muddy Waters band), Danny Vincent (Arg),), Mitch Kashmar ( EUA), Big Gilson (RJ), Adrian Flores (Arg) , Celso Blues Boy (RJ), e J.J Jackson (EUA). Suas principais influências musicais são Jimi Hendrix, Eric Clapton, Stevie Ray Vaughan, B.B King, o blues e suas vertentes em geral, country, bluegrass,...

mestre zorro

25/10/2018|

“Filme eterno” é o nome de uma composição em que o Mestre Zorro homenageia o também sambista Luiz Carlos da Vida. É também o nome escolhido para o seu primeiro disco que começou a ser gravado há dois anos com o incentivo da Beju Produções. O lançamento deste disco acontecerá no auditório do SESC, em Natal, às 19h deste sábado e contará com a participação de diversos sambistas potiguares Muitos amigos e admiradores se engajaram em campanhas de arrecadação de recursos para este projeto e finalmente está pronto: tem 19 faixas autorais e a participação de muitos cantores e instrumentistas renomados do samba potiguar e também do sambista carioca Gabriel Cavalcante. O show de lançamento terá a direção musical de Jubileu Filho (violão) e contará também com Bethoven (flauta), Raphael Almeida (bandolim), Leonardo Galvão (cavaco) e Cicinho, Pizão, Deo e Deyse (percussão). Os ingressos para o lançamento já se esgotaram, mas o disco pode ser adquirido pela plataforma Vakinha ou com a produção do artista. Faixas A grande chama – Zorro – Por Zorro Negra armadilha – Zorro – Por Zorro Açoite – Zorro – Por Zorro e Denise Moreira Maldito samba – Zorro – Por Zorro e Pedro Neto...

françois silvestre

25/10/2018|

Nascido e criado em pleno sertão, François Silvestre de Alencar (1947) teve a sua formação nas cidades de Martins, Caicó e Natal. Depois aventurou-se por São Paulo, onde atuou como jornalista em alguns órgãos de imprensa da capital. Jovem cheio de ideias, empolgado com o marxismo, tornou-se militante do PCR, vindo a sofrer na própria pele a repressão da ditadura militar pós-1964. De volta a Natal, ingressou na Faculdade de Direito, mas teve dificuldade em concluir o curso, porque, de vez em quando, passava uns tempos na cadeia, acusado de subversão. Finalmente, obteve o tão sonhado diploma de bacharel, mas não seguiu, desde logo, a carreira jurídica; preferiu enveredar, novamente, pelo jornalismo. Após uma experiência mal sucedida na política partidária, logrou aprovação em concurso público para Procurador do Estado (RN), cargo que passou a exercer. No Governo Wilma de Faria foi nomeado presidente da Fundação José Augusto, entidade responsável pela política cultural do Estado, à frente da qual realizou importantes programas de difusão cultural, como, por exemplo, casas de cultura em várias cidades do interior. François Silvestre de Alencar estreou nas letras com um livro de poemas, acentuadamente neorromântico, “Luz da Noite ao Vento Norte” (1979). Em seguida publicou “Rio...

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