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Quem conheceu, como Marize Castro, registra a notabilidade do homem. Tarcísio, da Livro 7, Recife. Meu amigo Renato Ferraz deve ter lhe roubado um naco e tanto de mais valia

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Benditas sejam as equipes de saúde

Ao ver os dramas humanos, no decorrer da Covid-19, com ênfase para as cenas mais recentes vistas na cidade de Manaus, ecoam na minha mente e no meu coração as

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Rubens Saraceni

A Umbanda Sagrada na Umbanda

Coluna Okê Umbanda! #04 Depois de apresentarmos as principais vertentes da Umbanda, chegamos à linha que norteará todas as nossas discussões a cerca de temas onde se mostre a visão

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Barracas de Tourinhos são reconhecidas como Patrimônio Cultural do RN dois anos após demolição

Redação

Reconhecimento oficial contrasta com abandono: Enquanto obras dos novos quiosques seguem paradas e famílias resistem sem apoio local, barracas de Seu Luiz e do Dadá recebem reconhecimento oficial e pescador é homenageado como Guardião da Pesca Artesanal Dois anos após a demolição das tradicionais barracas da Praia de Tourinhos, em São Miguel do Gostoso, a realidade das famílias afetadas segue marcada pela incerteza e pela ausência de soluções definitivas. Em contraste com esse cenário, o Estado do Rio Grande do Norte reconheceu oficialmente a importância das barracas de Seu Luiz Pescador e do Dadá como Patrimônio Cultural e Turístico do RN. A conquista se deu por meio de leis estaduais sancionadas em março de 2026, a partir de proposições da deputada estadual Divaneide Basílio, em articulação iniciada pela documentarista e produtora cultural Mônica Mac Dowell, no contexto ampliado do projeto Faces do Reduto. Mais do que estruturas físicas, as barracas representam um modo de vida ligado à pesca artesanal, à gastronomia local e ao turismo de base comunitária – elementos que ajudaram a consolidar Tourinhos como um dos destinos mais emblemáticos do litoral potiguar. Reconhecimento em meio ao abandono Em março de 2024, as barracas foram demolidas com a promessa de urbanização da orla e construção de novos quiosques no prazo de seis meses. Dois anos depois, as obras seguem sem conclusão. Sem alternativa, as famílias passaram a trabalhar em estruturas improvisadas para garantir a sobrevivência. Desde então, enfrentam condições precárias, sem acesso a indenização, crédito ou reassentamento digno. A destruição das barracas representou não apenas a perda de renda, mas a ruptura de um sistema cultural e econômico construído ao longo de décadas, baseado na pesca artesanal e na hospitalidade comunitária. “Não estamos falando apenas de barracas, mas de um sistema cultural vivo, que envolve pesca artesanal, gastronomia e turismo de base comunitária. Essas estruturas foram fundamentais para colocar Tourinhos no mapa do turismo e são reconhecidas por visitantes de várias partes do mundo. E a pesca artesanal só não desapareceu dali porque Seu Luiz continua resistindo, mantendo viva uma tradição que atravessa gerações”, afirma Mônica Mac Dowell. Seu Luiz: memória viva e guardião da tradição Nesse contexto, Seu Luiz Pescador recebeu uma Moção de Aplauso da Assembleia Legislativa do RN como Guardião da Pesca Artesanal em Tourinhos, reforçando o reconhecimento de sua trajetória e da importância de seu saber ancestral. Nascido na própria Praia de Tourinhos, Seu Luiz é hoje o único pescador...

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Bárbaro Xavier

Ator potiguar Bárbaro Xavier conquista Cannes com dupla seleção inédita

Redação

O ator potiguar Bárbaro Xavier vive um dos momentos mais expressivos de sua trajetória artística. Após participações em três produções da TV Globo — Vale Tudo (2025), Três Graças (2026) e Guerreiros do Sol (2026) — e atualmente em cartaz nos cinemas com papel de destaque em Máfia de Pelúcia, o artista agora celebra um feito raro: a presença em duas produções selecionadas para o Festival de Cannes, o mais prestigiado evento do cinema mundial. As obras integram mostras distintas, reforçando não apenas a versatilidade do ator, mas também a potência do audiovisual brasileiro em diferentes linguagens e formatos. “Dark Corners 2: Safira’s Curse” (Cantos Escuros: A Maldição de Safira) No longa dirigido por Henrique Nuzzi, Bárbaro Xavier interpreta Hermes, cameraman e fiel escudeiro da protagonista Beatriz (vivida por Ananda Scaravelli). Gravado em Goiânia, o filme dá continuidade à saga Dark Corners: The Legacy of Pietra. A produção foi anunciada pela Variety como parte da seção Fantastic Cuts, dentro do VDF Showcase no Marché du Film, com exibição prevista para 18 de maio. Na narrativa, Hermes ocupa papel estratégico: como presença constante e observador direto dos acontecimentos, ele estabelece uma ponte entre o olhar documental e a atmosfera sobrenatural que atravessa o filme. Sua atuação contribui para tensionar elementos como tecnologia e ancestralidade, eixo central da obra. “Laser-Gato” Além do longa, Bárbaro Xavier também integra o elenco do curta Laser-Gato, dirigido por Lucas Acher, selecionado para a mostra La Cinef, dedicada a novos talentos do cinema mundial. A obra acompanha um adolescente em uma deriva noturna por São Paulo, em encontros que ressignificam sua percepção da cidade e de si mesmo. Entre 2.750 inscrições, Laser-Gato foi o único representante brasileiro selecionado para a categoria, um indicativo da força e da originalidade da nova geração de cineastas do país. Um marco de projeção internacional A dupla presença de Bárbaro Xavier em Cannes — em um longa de gênero com circulação internacional e em um curta autoral na principal mostra de novos talentos do festival — evidencia a amplitude de sua atuação e o alcance do cinema brasileiro contemporâneo. Com repercussão na imprensa nacional e internacional, incluindo veículos como a CNN Brasil, o ator potiguar consolida-se como um nome em ascensão no cenário audiovisual, transitando com consistência entre diferentes propostas estéticas e narrativas. Mais do que um reconhecimento individual, o feito também projeta o Rio Grande do Norte no mapa do cinema...

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Mostra Macambira abre inscrições para filmes que irão compor sua quarta edição

Redação

Estão abertas as inscrições para a Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero, iniciativa que visa difundir e promover diálogos sobre a produção audiovisual dirigida por realizadoras (cis, trans, travestis) e pessoas gênero-dissidentes. A quarta edição da Mostra acontece de 26 a 28 de junho na Casa da Ribeira, em Natal. A programação conta com a Mostra Nacional e a  Mostra Potiguar, com filmes que estão sendo realizados na contemporaneidade por perspectivas que historicamente foram subalternizadas e invisibilizadas no campo do cinema. As inscrições para a nova edição da Mostra seguem abertas até 11 de maio no site http://www.mostramacambira.com.br. Estão aptos para a inscrição curtas e médias-metragens brasileiros com duração máxima de 25 minutos, finalizados a partir de janeiro de 2024. Os filmes devem ser, obrigatoriamente, dirigidos ou codirigidos por mulhereridades (cis, trans, travestis) e pessoas dissidentes de gênero (homens trans, pessoas transmasculinas, não binárias, gênero fluido, agênero), sendo necessário o preenchimento da identidade de gênero da direção no campo correspondente do formulário de inscrição. A seleção dos filmes será realizada pela equipe de Curadoria da Mostra Macambira segundo critérios definidos pela linha curatorial que contempla as mais diversas subjetividades de mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, de modo a incorporar novas imagens ao campo do cinema. A 4ª edição da Mostra Macambira é produzida pela Salobra Filmes, Ebó Filmes e OXÊ Filmes. Este evento é realizado através do Edital de Fomento ao Audiovisual e Jogos Eletrônicos 10/2024, lançado pela Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. Sobre a Mostra Macambira A Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero é uma janela de exibição surgida no estado do Rio Grande do Norte (RN) em 2020. Tendo o marcador social de gênero como ponto de partida, o evento tem como objetivo difundir e debater, de maneira gratuita, obras audiovisuais brasileiras e potiguares dirigidas por mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, buscando contribuir com a fissura de um regime representacional que contemple a diversidade de olhares, a partir de uma perspectiva interseccional. InformaçõesInscrições: De 27/04 a 11/05Regulamento e ficha de inscrição: http://www.mostramacambira.com.brRedes sociais: @mostramacambira

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Patrícia Leal celebra Dia da Dança com poesia, música e fragrância no show Águas

Redação

Nesta quarta-feira (29), a artista, bailarina, cantora, poeta e perfumista Patrícia Leal realiza o Show ÁGUAS, celebrando o dia internacional da Dança no Mahalila Café e Livros, com um trabalho totalmente autoral a partir de seu EP Águas, mas também com músicas de seu Álbum anterior Continua…, além de canções inéditas. Acompanhada por grandes músicos, a formação conta com o saxofone de Anderson Pessoa, o piano de Eduardo Taufic e a percussão de Ramon Gabriel. Celebrando a Dança, o show é proposto com o melhor dos ritmos brasileiros com muito swing do samba, ijexá, côco, ciranda… deixando até nas letras o convite: “tira o sapato, vamos dançar onde for…” ÁGUAS é um trabalho que se iniciou no final da pandemia e reflete sobre as emoções, sentimentos vividos nesse período e na relação da autora com as águas internas, emocionais e com as águas externas, seja o Mar, sejam as cachoeiras, os rios. As coreocanções nascem da necessidade de reaproximação com o si, com a natureza, após um longo período de isolamento, da necessidade de compreender os próprios sentimentos e da compreensão que somos natureza. A artista realmente visitou locais de mar aberto em Natal, Pipa, São Miguel do Gostoso, como também cachoeiras em locais mais fechados e de floresta em Delfinópolis, Minas Gerais, que trouxeram o movimento necessário para as melodias, para a poesia e para as fragrâncias tão peculiares ao processo de criação da artista. Além do EP, a artista criou duas fragrâncias “Concha” e “Rainha”, que levam o nome de duas músicas do trabalho. A formação escolhida para o trabalho – sax, piano e percussão – permitiu um clima mais intimista, necessário para a performance das canções e contou com a colaboração de grandes artistas: Anderson Pessoa no saxofone, Eduardo Taufic no piano e Ramon Gabriel na percussão. O Show acontece em comemoração ao dia internacional da Dança e, por isso, convida também a Dançar com uma seleção de músicas que trazem muito samba, côco, ciranda, samba-jazz e uma pitada de blues. Show – Águas, de Patrícia Leal Quando: 29/04/26 Aonde: Mahalila Horário: 20h Contribuição artística

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Skarimbó lança “Dunares” e firma um novo momento de sua trajetória artística

Redação

Com sonoridade orgânica e construção visual integrada, o disco evidencia o amadurecimento do grupo após mais de dez anos de caminhada Depois de mais de uma década de trajetória, a banda Skarimbó chega a um novo momento com o lançamento de “Dunares”, disco que estreia hoje, 27 de abril, nas plataformas digitais. O trabalho firma um momento de consolidação artística do grupo e evidencia um estágio mais maduro de sua identidade musical, em que a força rítmica, a densidade poética e a organicidade da execução aparecem em equilíbrio raro. “Dunares” nasce como obra de percurso. Seu título não funciona apenas como referência paisagística ou geográfica, embora a presença das dunas, tão constitutiva da experiência de viver e se deslocar em Natal, seja decisiva para a imaginação do álbum. A imagem central aqui é a da travessia. A caminhada entre escassez e abundância, aridez e horizonte, esforço e chegada. É desse movimento, ao mesmo tempo físico e existencial, que o disco retira sua espinha dorsal. Nas palavras de Geraldo Gondim, cantor e compositor da banda, o álbum sintetiza uma reflexão antiga do Skarimbó sobre a condição humana e suas dualidades, entre altos e baixos da vida, escassez e abundância, chegadas e partidas, secura e mar. Parte importante das composições foi escrita num período em que o artista vivia em Tabatinga, território cercado por dunas, de onde veio não só a ambiência do disco, mas também a percepção mais nítida desse contraste entre dureza e promessa, entre o caminho difícil e o que se revela depois dele. Para o artista, lançar o disco também é celebrar a permanência e a reinvenção de um grupo que, ao longo de doze anos, vem sustentando sua chama criativa em meio aos desafios de produzir música autoral em Natal.  Essa dimensão simbólica encontra ressonância direta na arquitetura sonora do álbum. Segundo a produtora executiva Babi Baracho, “Dunares” representa uma virada de chave e marca uma consistente transição de amadurecimento musical e identidade do grupo. De um lado, o disco mantém o chão areado, o pulso telúrico e a energia percussiva fincada na terra e nas tradições. De outro, se abre para composições atravessadas por reflexão existencial, espiritualidade e densidade emocional. O resultado é uma obra que não se acomoda numa leitura única: ela pulsa entre o corpo e o pensamento, entre a celebração e a consciência, entre o rito coletivo e a elaboração íntima.  O processo de criação...

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Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

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Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

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Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

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Diogo-Guanabara

06/02/2020|

De volta à terrinha para rever a família e amigos, depois de uma temporada em Portugal, Diogo Guanabara escolhe o palco do Som da Mata para apresentar seu mais novo trabalho que irá dividir em duas partes: na primeira vai mostrar o resultado da mistura do Choro com elementos eletrônicos (uma espécie de eletroChoro), com roupagens inusitadas para clássicos desse gênero musical. Na outra metade do concerto vai receber amigos da cena tradicional do Choro em Natal, como Ticiano D’Amore na guitarra, Raphael Bender na percussão, Anchieta Menezes no violão 7 cordas e Wallyson Santos no cavaquinho. O show acontece neste domingo a partir das 16h30. Antes, na manhã de domingo, às 10h, o Bosque Encena traz a companhia Fábrica da Maravilhas para apresentar o espetáculo “Chá de Princesas”. Depois do “Felizes para Sempre”, as princesas vivem alegremente em seus castelos. O príncipe e os anões da Branca de Neve viajaram para uma mina muito distante, então ela decide reunir suas melhores amigas: Bela, Aurora e Cinderela para um chá real. A madrasta da Branca de Neve descobre esse encontro e planeja acabar de vez com a alegria das meninas. Será que ela irá conseguir vencer dessa vez? Ambas as...

fenac

06/02/2020|

Estão abertas as inscrições ao Festival Nacional da Canção (Fenac) deste ano. Já são 50 anos de histórias desde a primeira edição do evento, que é responsável por abrir portas para músicos e compositores de todo o Brasil, além de contar com a participação de artistas já consagrados. Em 2020 uma edição cheia de novidades e muitas surpresas. Pelo segundo ano consecutivo serão consideradas nas etapas classificatórias, apresentações on-line. Dez por cento das vagas serão reservadas para essa modalidade. As músicas inscritas nesta categoria vão concorrer com os mesmos direitos e condições que as presenciais. Com essa novidade, músicos de todo o mundo – e que cantem em língua portuguesa – podem participar. O objetivo é fomentar a música em português produzida em todos os continentes. Todos que desejam inscrever as músicas para a 50ª edição do Fenac, considerado o maior festival de música do país, e concorrer ao cobiçado troféu Lamartine Babo, devem fazer a inscrição até o dia 7 de junho, pelo site. Mais informações sobre o evento também podem ser encontrados no site do festival. De todas as músicas inscritas apenas 120 serão selecionadas para as etapas classificatórias, que vão ser realizadas no estado de Minas Gerais,...

maria fxntes

06/02/2020|

O sal cura feridas, alivia dores, limpa energias e também dá gosto. “Salmoura” é isso. Uma solução pra sarar coisas, mas que também marinou ao longo de dois anos e ganhou sabores que se complementam e se apuram. SALMOURA é a obra de estreia da artista potiguar Maria Fxntes. Com atuação na cena musical natalense desde 2017, a artista lança seu primeiro EP em Janeiro de 2020, apresentando ao público potiguar uma mistura de força, dilemas existenciais e psicodelia. Com cinco músicas autorais que trazem guitarras expressivas e arranjos eletrônicos, a artista passeia por diversas influências para criar uma alquimia musical. ESCUTE AGORA Nessa sexta feira (7), SALMOURA terá o seu show de lançamento no Laboratório Cultural Disconexa (LCD). Maria Fxntes entra no palco acompanhada do DJ JNTH e do produtor Dante Augusto para apresentar a versão ao vivo de suas criações. Completando as atrações da festa, temos as DJs Liza Waves, Virgínia Fróes, Minduh, JNTH e a dupla Trip Tapes. O evento ainda contará com exposição fotográfica e projeções visuais da artista Guesc, responsável pela identidade visual de SALMOURA, além de performance com a atriz e performer Yasmin Cabral. SERVIÇO Evento: 07 de Fevereiro Horário: 22h Local: Laboratório Cultural...

burburinho festival de artes

05/02/2020|

O Burburinho Festival de Artes chega à quarta edição, de 13 a 15 de março, mantendo o foco na integração de diversos segmentos artísticos, oferecendo ao público potiguar uma programação cultural de qualidade formada por shows, sarau, espetáculos, exposições e oficinas e feirinha de artes. Após receber dezenas de inscrições, via convocatória lançada no mês de janeiro, a curadoria selecionou os artistas que irão abrilhantar os três dias de evento. O acesso ao Festival é gratuito, e valorizando a cultura local, a programação conta apenas com artistas potiguares. Na categoria teatro os selecionados foram: Julieta Mais Romeu – Grupo Asavessa de Teatro; Estação dos Contos – Grupo Estação de Teatro e Piruá de Circo – Palhaço Piruá. Na categoria dança os selecionados foram: Quintal de Faz de Conta – Coletivo Cida & Sociedade; Querendo – Entre Nós Coletivo de Criação e Myoclonus – Alexandre Américo. No segmento musical foram selecionados os pocket shows de Zé Caxanga e Seu Conjunto, Diniz K9 e Maria Fxntes; e os shows de Bex, MC Priguissa e Dani Cruz. A programação contará ainda com as exposições de artes visuais: Recortando Universos – Danielle Paulo e Bruxaria Digital – Christalina. O Burburinho Festival de Artes é...

carnaval de natal

05/02/2020|

Consolidado na vida cultural e econômica de Natal, o Carnaval de Natal promovido pela Prefeitura do Natal, chega a 2020 com uma programação diversificada para sete polos de folia: Ribeira, Ponta Negra, Petrópolis, Redinha, Rocas, Centro Histórico e Zona Oeste. Todos embalados por centenas de artistas que se apresentarão nos palcos e ruas de Natal, a partir da quinta-feira (20), quando a cantora IZA abrir o tradicional Baile de Máscaras do Largo do Atheneu. O Carnaval 2020 apresenta artistas do porte de Alceu Valença, Carlinhos Brown, Monobloco, Tony Garrido, Antônio Nóbrega, Ricardo Chaves, Margareth Menezes, Roberta Sá, Lia de Itamaracá, Duda Beat, Daúde, Glória Groove, Zezé Motta, Cavaleiros do Forró, Capilé e Sérginho, numa festa consolidada e aprovada pela população que também terá dezenas de blocos de rua, troças, escolas de samba, tribos de índios e muitas prévias incentivadas pela Prefeitura do Natal. Carnaval de Natal em números Serão 49 bandas de frevo, 1.151 músicos instrumentistas, 94 atrações de palco com 584 músicos e intérpretes, 49 Blocos e Troças totalizando somente nesta modalidade 25 mil foliões. São 20 Prévias de Carnaval (blocos) e 15 Blocos incentivados englobando 52 mil foliões, além de 14 Escolas de Samba e 9 Tribos de...

suvaco do careca

05/02/2020|

O Bloco Suvaco Careca celebra 10 anos de folia no Carnaval 2020 com muito samba, frevo e marchinhas, e a temporada de prévias começa com gosto de gás e grandes atrações neste próximo domingo (9), a partir das 15h30. O palco para o primeiro ENSAIO ABERTO será montado em frente ao bar e restaurante Curió, na Av. Praia de Ponta Negra, com a presença luxuosa da Roda de Samba Duca Reca comandada por Rafael Almeida e Alexandre Moreira, que recebem os convidados Josi Ribeiro, Rodolfo Amaral e Analuh Soares. O ensaio segue em ritmo quente com a bateria da Escola de Samba Balanço do M, tetracampeã do Carnaval de Natal, que traz para a avenida casal de mestre sala e porta bandeira e passistas. A noite se completa com apresentação da Banda do Suvaco, que vai garantir muito frevo e marchinhas para relembrar os carnavais de rua de todos os tempos. Toda a programação é gratuita! Sem cordas nem camarotes, apenas muita paz e descontração para toda a família!! Vista sua fantasia e, como diz a marchinha oficial do bloco: “traga a sua alegria e deixa a tristeza pra lá. Simbora, simbora pra cá que eu quero ver, aqui no...

Carol - filme picante

04/02/2020|

O que são filmes picantes? Seriam aqueles onde o sexo é, se não explícito, fortemente implícito na história? Seriam aqueles mais carnais mesmo, onde o sexo é o motor do roteiro e as imagens fazem o sangue ferver? Para mim, um filme picante é aquele que provoca os sentidos. Alguns deles, por exemplo, nem precisam ter cenas de sexo. Um olhar pode ser muito mais potente do que uma roupa sendo rasgada. Um toque nas mãos pode fazer mais estrago do que qualquer exposição de nudez – gratuita ou não. Pensando nisso, listar os melhores filmes picantes disponíveis na grade da Netflix foi um trabalho ainda mais subjetivo do que qualquer outra lista. Isso porque é muito claro que aquilo que é picante para uma pessoa pode ser um balde de água gelada em outra… e justamente um balde de água gelada pode ser excitante para uma terceira pessoa. Somos todos muito diferentes e, não sendo a Netflix um streaming pornô, os filmes selecionados são completamente diferentes entre si. Um ou mais deles pode ter cenas mais explícitas, mas não é essa a questão… a intenção fala mais alto aqui. Há um motivo sempre muito influente quando se tenta elencar...

‘Mulheres Tecendo Artes’ lançam segundo volume de antologia nesta quinta

04/02/2020|

A escritora Helena Monteira e o grupo Mulheres Tecendo Artes têm a honra de convidar todos ao lançamento da II Antologia das Escritoras Santo-Antonienses: Vivências & Inspirações, que será realizado nesta quinta-feira, das 16h às 20h, na Câmara Municipal dos Vereadores de Santo Antônio, localizada na Praça Getúlio Vargas, nº 308, no centro da cidade. A obra é composta por nove escritoras e poetisas: Ana Berlin, Ana Lúcia dos Santos, Cristiane Duarte, Élida Raquel, Gabriela Maurício, Helena Monteiro, Laura Sofia, Liana Lemos e Lídia Cristina. Cada uma, apresentando características distintas, expressa suas emoções e afetos em memórias literárias, poemas, literatura de cordel, pensamentos, crônicas e contos, levando o leitor a embarcar numa inimaginável viagem introspectiva. O Mulheres Tecendo Artes é um coletivo feminino que surgiu a partir da realização do documentário “Santo Antônio de Todas as Artes”, produzido em 2011, patrocinado pela Fundação José Augusto – FJA, Banco do Nordeste – BNB, Instituto Nordeste de Cidadania – INEC e o Ministério da Cultura – MINC. No contato com as comunidades rurais e na zona urbana, durante a execução de entrevistas, registraram-se depoimentos de mulheres que detinham escritos “engavetados” e, outros tantos, transformados em “diários”. Acredita-se que, por razões “machistas” ainda...

pedra pintada de itajá

04/02/2020|

Domingo passado, eu coloquei o despertador para as quatro da madrugada; contudo, ainda me levantei um pouco antes disso. Tomei café, comi duas bananas, amarrei a bomba de inflar e o kit de reparo no bagageiro da bicicleta, peguei a bolsa e saí pedalando às quatro e meia, ainda no escuro. Quando cheguei à periferia de Itajá, me encontrei com Evanildo Cesar, com o qual fui pedalando até a casa do pai dele, seu Cícero, não muito distante do trevo da BR304 com a pista que, passando por São Rafael, vai até Caicó. Gustavo, outro ciclista que iria com a gente, não apareceu no local de encontro e assim seguimos logo pedalando apenas os dois; atravessamos toda a cidade e pegamos a BR, que tem acostamento asfaltado em ótimas condições. A primeira ladeira que encaramos parece não terminar nunca, mas, com santa paciência e força nas pernas, chegamos ao topo dela e seguimos a pedalada sem outras dificuldades até o trevo de São Rafael, distante uns cinco quilômetros do de Itajá. A estrada lá não tem acostamento nenhum e após poucas centenas de metros começa outra ladeira das que parecem não ter fim. Quando, já nos três quartos da ladeira,...

emanuel neri

04/02/2020|

“Latitude Cinco”, livro do jornalista potiguar Emanuel Neri, será lançado em Natal nesta terça-feira (4), às 19h, na Manimbu Livraria, Rua Açu, 666A – Tirol. Este é o segundo livro do autor – o primeiro, “Cabeças do Vento”, foi lançado há três anos. O livro “Latitude Cinco” é mais uma obra com histórias de São Miguel do Gostoso, importante polo turístico localizado 100 km a norte de Natal. Desta vez, o fio condutor do livro é Leonardo Godoy, pioneiro do turismo local. Leonardo foi o fundador da Pousada do Gostoso, em 1990, primeiro estabelecimento hoteleiro da cidade. Leonardo também criou o “latitude Cinco”, restaurante que marcou história e foi uma espécie de escola gastronômica para profissionais de São Miguel do Gostoso. A ousadia do “Latitude Cinco” levou o restaurante a conquistar, durante anos, estrelas do Guia 4 Rodas, na época a maior publicação turística e de gastronomia do país. “Latitude Cinco” é também a coordenada geográfica de São Miguel do Gostoso em relação à linha do Equador. Quanto mais próximo desta linha, que passa no Norte do país, mais baixo é o número da latitude geográfica. Leonardo escolheu esta referência para dar o nome do seu restaurante, que também deu...

potyguara bardo

04/02/2020|

O sucesso de Potyguara Bardo no eixo Rio-São Paulo continua crescente. Prova disso foi o elogiado show na Casa Natura, prestigiada casa de espetáculos da capital paulista, no último fim de semana, além do anúncio da estrela pop potiguar como escolhida para abrir o show do inglês e um dos grandes nomes da música internacional contemporânea, Mika. Os shows fazem parte do Queremos, um dos mais importantes festivais do país e acontecem no próximo dia 5 de abril no antológico espaço cultural carioca, o Circo Voador, palco de shows memoráveis da música nacional e de peças de teatro, embora seu lugar de origem tenha sido no Arpoador, no início da década de 80. Potyguara Bardo Potyguara Bardo é um drag queen cantor, compositor e ator. Seu disco mais recente é “Simulacre”, lançado pela gravadora Dosol e distribuido pela ONErpm. Assim como muitas drags mais jovens, Potyguara se inspirou em RuPaul’s Drag Race e ali enxergou uma forma de, sem amarras, mostrar sua arte. “Percebi que era uma plataforma na qual poderia exercer todas as minhas facetas artísticas. Eu me dirigiria e escreveria para mim mesmo e atuaria aquelas falas que eu mesmo escrevi,” completa. Seu nome artístico vem em parte...

a parteira

03/02/2020|

O curta-metragem “A Parteira“, escrito e dirigido pela cineasta potiguar Catarina Doolan, foi eleito Melhor curta-metragem pelo Júri Popular na 23a Mostra de Cinema de Tiradentes, evento que movimentou a cidade histórica de 24 de janeiro a 01 de fevereiro. O filme foi exibido no Cine Copasa na Praça, dia 27 de janeiro, cinema ao ar livre montado no Largo das Forras, principal praça da cidade histórica mineira. Além do Troféu Barroco, a 23a Mostra Tiradentes premiou a produção com serviços oferecidos por parceiros do evento. Da Ciario: R$ 5 mil em locação de equipamentos de iluminação, acessórios e maquinaria da Naymar. Do CTav: 20 horas de mixagem e empréstimo de câmera por duas semanas. Da Mistika: R$ 6 mil em serviços de finalização. Trecho do curta-metragem está disponível para download neste link AQUI. Mais sobre o filme “A Parteira” Donana, parteira com mais de meio século de ofício, representa a resistência da tradição e humanização ao parto na região de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte. Dona de uma personalidade forte, compartilha de sua sabedoria, adquirida ao longo de anos como parteira, mãe, mãe de santo, madrinha, mulher. Assim como a chanana, flor que brota em...

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