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Barracas de Tourinhos são reconhecidas como Patrimônio Cultural do RN dois anos após demolição

Redação

Reconhecimento oficial contrasta com abandono: Enquanto obras dos novos quiosques seguem paradas e famílias resistem sem apoio local, barracas de Seu Luiz e do Dadá recebem reconhecimento oficial e pescador é homenageado como Guardião da Pesca Artesanal Dois anos após a demolição das tradicionais barracas da Praia de Tourinhos, em São Miguel do Gostoso, a realidade das famílias afetadas segue marcada pela incerteza e pela ausência de soluções definitivas. Em contraste com esse cenário, o Estado do Rio Grande do Norte reconheceu oficialmente a importância das barracas de Seu Luiz Pescador e do Dadá como Patrimônio Cultural e Turístico do RN. A conquista se deu por meio de leis estaduais sancionadas em março de 2026, a partir de proposições da deputada estadual Divaneide Basílio, em articulação iniciada pela documentarista e produtora cultural Mônica Mac Dowell, no contexto ampliado do projeto Faces do Reduto. Mais do que estruturas físicas, as barracas representam um modo de vida ligado à pesca artesanal, à gastronomia local e ao turismo de base comunitária – elementos que ajudaram a consolidar Tourinhos como um dos destinos mais emblemáticos do litoral potiguar. Reconhecimento em meio ao abandono Em março de 2024, as barracas foram demolidas com a promessa de urbanização da orla e construção de novos quiosques no prazo de seis meses. Dois anos depois, as obras seguem sem conclusão. Sem alternativa, as famílias passaram a trabalhar em estruturas improvisadas para garantir a sobrevivência. Desde então, enfrentam condições precárias, sem acesso a indenização, crédito ou reassentamento digno. A destruição das barracas representou não apenas a perda de renda, mas a ruptura de um sistema cultural e econômico construído ao longo de décadas, baseado na pesca artesanal e na hospitalidade comunitária. “Não estamos falando apenas de barracas, mas de um sistema cultural vivo, que envolve pesca artesanal, gastronomia e turismo de base comunitária. Essas estruturas foram fundamentais para colocar Tourinhos no mapa do turismo e são reconhecidas por visitantes de várias partes do mundo. E a pesca artesanal só não desapareceu dali porque Seu Luiz continua resistindo, mantendo viva uma tradição que atravessa gerações”, afirma Mônica Mac Dowell. Seu Luiz: memória viva e guardião da tradição Nesse contexto, Seu Luiz Pescador recebeu uma Moção de Aplauso da Assembleia Legislativa do RN como Guardião da Pesca Artesanal em Tourinhos, reforçando o reconhecimento de sua trajetória e da importância de seu saber ancestral. Nascido na própria Praia de Tourinhos, Seu Luiz é hoje o único pescador...

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Bárbaro Xavier

Ator potiguar Bárbaro Xavier conquista Cannes com dupla seleção inédita

Redação

O ator potiguar Bárbaro Xavier vive um dos momentos mais expressivos de sua trajetória artística. Após participações em três produções da TV Globo — Vale Tudo (2025), Três Graças (2026) e Guerreiros do Sol (2026) — e atualmente em cartaz nos cinemas com papel de destaque em Máfia de Pelúcia, o artista agora celebra um feito raro: a presença em duas produções selecionadas para o Festival de Cannes, o mais prestigiado evento do cinema mundial. As obras integram mostras distintas, reforçando não apenas a versatilidade do ator, mas também a potência do audiovisual brasileiro em diferentes linguagens e formatos. “Dark Corners 2: Safira’s Curse” (Cantos Escuros: A Maldição de Safira) No longa dirigido por Henrique Nuzzi, Bárbaro Xavier interpreta Hermes, cameraman e fiel escudeiro da protagonista Beatriz (vivida por Ananda Scaravelli). Gravado em Goiânia, o filme dá continuidade à saga Dark Corners: The Legacy of Pietra. A produção foi anunciada pela Variety como parte da seção Fantastic Cuts, dentro do VDF Showcase no Marché du Film, com exibição prevista para 18 de maio. Na narrativa, Hermes ocupa papel estratégico: como presença constante e observador direto dos acontecimentos, ele estabelece uma ponte entre o olhar documental e a atmosfera sobrenatural que atravessa o filme. Sua atuação contribui para tensionar elementos como tecnologia e ancestralidade, eixo central da obra. “Laser-Gato” Além do longa, Bárbaro Xavier também integra o elenco do curta Laser-Gato, dirigido por Lucas Acher, selecionado para a mostra La Cinef, dedicada a novos talentos do cinema mundial. A obra acompanha um adolescente em uma deriva noturna por São Paulo, em encontros que ressignificam sua percepção da cidade e de si mesmo. Entre 2.750 inscrições, Laser-Gato foi o único representante brasileiro selecionado para a categoria, um indicativo da força e da originalidade da nova geração de cineastas do país. Um marco de projeção internacional A dupla presença de Bárbaro Xavier em Cannes — em um longa de gênero com circulação internacional e em um curta autoral na principal mostra de novos talentos do festival — evidencia a amplitude de sua atuação e o alcance do cinema brasileiro contemporâneo. Com repercussão na imprensa nacional e internacional, incluindo veículos como a CNN Brasil, o ator potiguar consolida-se como um nome em ascensão no cenário audiovisual, transitando com consistência entre diferentes propostas estéticas e narrativas. Mais do que um reconhecimento individual, o feito também projeta o Rio Grande do Norte no mapa do cinema...

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Mostra Macambira abre inscrições para filmes que irão compor sua quarta edição

Redação

Estão abertas as inscrições para a Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero, iniciativa que visa difundir e promover diálogos sobre a produção audiovisual dirigida por realizadoras (cis, trans, travestis) e pessoas gênero-dissidentes. A quarta edição da Mostra acontece de 26 a 28 de junho na Casa da Ribeira, em Natal. A programação conta com a Mostra Nacional e a  Mostra Potiguar, com filmes que estão sendo realizados na contemporaneidade por perspectivas que historicamente foram subalternizadas e invisibilizadas no campo do cinema. As inscrições para a nova edição da Mostra seguem abertas até 11 de maio no site http://www.mostramacambira.com.br. Estão aptos para a inscrição curtas e médias-metragens brasileiros com duração máxima de 25 minutos, finalizados a partir de janeiro de 2024. Os filmes devem ser, obrigatoriamente, dirigidos ou codirigidos por mulhereridades (cis, trans, travestis) e pessoas dissidentes de gênero (homens trans, pessoas transmasculinas, não binárias, gênero fluido, agênero), sendo necessário o preenchimento da identidade de gênero da direção no campo correspondente do formulário de inscrição. A seleção dos filmes será realizada pela equipe de Curadoria da Mostra Macambira segundo critérios definidos pela linha curatorial que contempla as mais diversas subjetividades de mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, de modo a incorporar novas imagens ao campo do cinema. A 4ª edição da Mostra Macambira é produzida pela Salobra Filmes, Ebó Filmes e OXÊ Filmes. Este evento é realizado através do Edital de Fomento ao Audiovisual e Jogos Eletrônicos 10/2024, lançado pela Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. Sobre a Mostra Macambira A Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero é uma janela de exibição surgida no estado do Rio Grande do Norte (RN) em 2020. Tendo o marcador social de gênero como ponto de partida, o evento tem como objetivo difundir e debater, de maneira gratuita, obras audiovisuais brasileiras e potiguares dirigidas por mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, buscando contribuir com a fissura de um regime representacional que contemple a diversidade de olhares, a partir de uma perspectiva interseccional. InformaçõesInscrições: De 27/04 a 11/05Regulamento e ficha de inscrição: http://www.mostramacambira.com.brRedes sociais: @mostramacambira

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Patrícia Leal celebra Dia da Dança com poesia, música e fragrância no show Águas

Redação

Nesta quarta-feira (29), a artista, bailarina, cantora, poeta e perfumista Patrícia Leal realiza o Show ÁGUAS, celebrando o dia internacional da Dança no Mahalila Café e Livros, com um trabalho totalmente autoral a partir de seu EP Águas, mas também com músicas de seu Álbum anterior Continua…, além de canções inéditas. Acompanhada por grandes músicos, a formação conta com o saxofone de Anderson Pessoa, o piano de Eduardo Taufic e a percussão de Ramon Gabriel. Celebrando a Dança, o show é proposto com o melhor dos ritmos brasileiros com muito swing do samba, ijexá, côco, ciranda… deixando até nas letras o convite: “tira o sapato, vamos dançar onde for…” ÁGUAS é um trabalho que se iniciou no final da pandemia e reflete sobre as emoções, sentimentos vividos nesse período e na relação da autora com as águas internas, emocionais e com as águas externas, seja o Mar, sejam as cachoeiras, os rios. As coreocanções nascem da necessidade de reaproximação com o si, com a natureza, após um longo período de isolamento, da necessidade de compreender os próprios sentimentos e da compreensão que somos natureza. A artista realmente visitou locais de mar aberto em Natal, Pipa, São Miguel do Gostoso, como também cachoeiras em locais mais fechados e de floresta em Delfinópolis, Minas Gerais, que trouxeram o movimento necessário para as melodias, para a poesia e para as fragrâncias tão peculiares ao processo de criação da artista. Além do EP, a artista criou duas fragrâncias “Concha” e “Rainha”, que levam o nome de duas músicas do trabalho. A formação escolhida para o trabalho – sax, piano e percussão – permitiu um clima mais intimista, necessário para a performance das canções e contou com a colaboração de grandes artistas: Anderson Pessoa no saxofone, Eduardo Taufic no piano e Ramon Gabriel na percussão. O Show acontece em comemoração ao dia internacional da Dança e, por isso, convida também a Dançar com uma seleção de músicas que trazem muito samba, côco, ciranda, samba-jazz e uma pitada de blues. Show – Águas, de Patrícia Leal Quando: 29/04/26 Aonde: Mahalila Horário: 20h Contribuição artística

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Skarimbó lança “Dunares” e firma um novo momento de sua trajetória artística

Redação

Com sonoridade orgânica e construção visual integrada, o disco evidencia o amadurecimento do grupo após mais de dez anos de caminhada Depois de mais de uma década de trajetória, a banda Skarimbó chega a um novo momento com o lançamento de “Dunares”, disco que estreia hoje, 27 de abril, nas plataformas digitais. O trabalho firma um momento de consolidação artística do grupo e evidencia um estágio mais maduro de sua identidade musical, em que a força rítmica, a densidade poética e a organicidade da execução aparecem em equilíbrio raro. “Dunares” nasce como obra de percurso. Seu título não funciona apenas como referência paisagística ou geográfica, embora a presença das dunas, tão constitutiva da experiência de viver e se deslocar em Natal, seja decisiva para a imaginação do álbum. A imagem central aqui é a da travessia. A caminhada entre escassez e abundância, aridez e horizonte, esforço e chegada. É desse movimento, ao mesmo tempo físico e existencial, que o disco retira sua espinha dorsal. Nas palavras de Geraldo Gondim, cantor e compositor da banda, o álbum sintetiza uma reflexão antiga do Skarimbó sobre a condição humana e suas dualidades, entre altos e baixos da vida, escassez e abundância, chegadas e partidas, secura e mar. Parte importante das composições foi escrita num período em que o artista vivia em Tabatinga, território cercado por dunas, de onde veio não só a ambiência do disco, mas também a percepção mais nítida desse contraste entre dureza e promessa, entre o caminho difícil e o que se revela depois dele. Para o artista, lançar o disco também é celebrar a permanência e a reinvenção de um grupo que, ao longo de doze anos, vem sustentando sua chama criativa em meio aos desafios de produzir música autoral em Natal.  Essa dimensão simbólica encontra ressonância direta na arquitetura sonora do álbum. Segundo a produtora executiva Babi Baracho, “Dunares” representa uma virada de chave e marca uma consistente transição de amadurecimento musical e identidade do grupo. De um lado, o disco mantém o chão areado, o pulso telúrico e a energia percussiva fincada na terra e nas tradições. De outro, se abre para composições atravessadas por reflexão existencial, espiritualidade e densidade emocional. O resultado é uma obra que não se acomoda numa leitura única: ela pulsa entre o corpo e o pensamento, entre a celebração e a consciência, entre o rito coletivo e a elaboração íntima.  O processo de criação...

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Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

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Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

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Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

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manoel onofre jr.

17/06/2020|

Jamais abandonei o caminho que me leva ao encantamento do passado. Câmara Cascudo Meu primeiro contato com a obra de Manoel Onofre Jr., mesmo que indiretamente, foi em 1997, quando cursava o ensino médio no Cefet. Dentre as diversas atividades culturais promovidas pela escola, a ida ao teatro era uma delas, e foi justamente aí que conheci um pouco do universo ficcional do escritor e crítico literário nascido no sertão potiguar e radicado em Natal. Seu livro “Chão dos simples” foi adaptado para o teatro por Lenício Queiroga, que escreveu, dirigiu e atuou na peça homônima, cuja estreia aconteceu nos palcos do Teatro Alberto Maranhão, espaço do qual não desfrutamos há algum tempo porque está interditado desde 2015, e sem data para ser reaberto. Voltemos ao livro. Há tempos, ele estava naquela lista de obras imprescindíveis e somente agora, durante o isolamento social, tive a oportunidade de desfrutá-lo com o tempo e a tranquilidade necessária que a leitura exige. Puro deleite a leitura dessa obra, um alento para esses dias incertos que vivemos. O exemplar que tenho em mãos é um primor e tem um valor afetivo especial porque foi adquirido no Sebo Natal, cujo proprietário é meu irmão Paulo...

Live Diálogos Culturais mostra a obra musical do monsenhor Pedro Fereira

17/06/2020|

A vida e a obra do regente monsenhor Padre Pedro Ferreira, da Camerata de Vozes do RN, em uma conversa com o diretor-geral da FJA, Crispiniano Neto, é o tema da live “Diálogos Culturais” da Fundação José Augusto desta quinta-feira (‪18) a partir das 17h. A transmissão será realizada no perfil @culturarn do instagram e pelo Facebook da FJA. A ação integra o projeto #toemcasatonarede que incentiva as pessoas a ficarem em casa para o enfrentamento à pandemia da COVID 19. Padre Pedro Ferreira Criador do Madrigal da UFRN, o regente Pedro Ferreira regeu por 30 anos o coral Canto do Povo. Entre outros coros e grupos de música que regeu, criou, em 2012, a Camerata de Vozes do Rio Grande do Norte. É Doutor em Estética Filosófica com aprovação Summa Cum Laude pela Universidade Gregoriana de Roma, Itália, e Doutor em Estética Musical em Regência Monódica e Polifônica, também com aprovação Summa Cum Laude pelo Pontifício Instituto de música Roma Itália. A Camerata de Vozes do RN, criada por Pedro Ferreira, já realizou concertos em várias cidades, com destaque para a participação musical na cerimônia de Canonização dos Mártires de Cunhaú e Uruaçú, realizada em outubro de 2017 na...

Festival Rio Grande do Reggae abre inscrição à participação de bandas

16/06/2020|

O primeiro Festival Rio Grande do Reggae (in live) acontecerá nos dias 3, 4e 5 de julho de 2020, organizado pelo Coletivo Reggae Potiguar. O evento terá como atrações bandas potiguares, no estilo reggae e que tenham um trabalho autoral a apresentar. O objetivo deste festival é mostrar ao público norte-rio-grandense a importância sublime do artista potiguar e a oportunidade de apresentar novas revelações com trabalhos musicais que exaltem a relevância da cultura reggae e que tenham como base o sentimento de um povo, suas dificuldades e reivindicações sociais na luta por uma vida mais justa, digna, solidária e com respeito à diversidade. Neste momento de muitas dificuldades sanitárias vivenciadas por todos os países no mundo, surge o ambiente virtual das lives que, através das redes digitais, trazem alegria e entretenimento às pessoas nesse momento de enfrentamento da pandemia. Inscrição O festival será realizado em três dias nas redes sociais do evento e dos artistas participantes, que serão pré-selecionados através do processo de inscrição on line, com o formulário sendo disponibilizado nas redes sociais do Coletivo Reggae Potiguar para quem tiver o interesse em participar do festival. Este evento conta com o apoio de algumas entidades como o Sindicato dos...

Avenida Deodoro

16/06/2020|

Houve um tempo em que a cidade de Natal, ainda lírica e provinciana, tinha o seu centro de convivência, a sua ágora, lugar onde todos se encontravam. Corriam os anos de 1960. Nas calçadas da Rua João Pessoa, trecho compreendido entre a Princesa Isabel e a Av. Rio Branco, as rodas de conversa se formavam pela manhã, de tardezinha, e à noite. As pessoas – políticos, funcionários públicos, profissionais liberais, estudantes, etc. – batiam papo, comentavam notícias do dia, falavam da vida alheia, entre um cafezinho e outro tomados no Café São Luiz, a alguns passos. E sempre arriscavam um olho no mulherio que ia passando, vindo das compras. Neste espaço de muitas tradições – o Grande Ponto famoso – as mulheres não paravam. Por que? Verdadeira universidade popular, o Grande Ponto era tudo isso e algo mais. Hoje, decadente, sem sombra do que foi, dá pena. Lembro, com saudades, o bulício daquele pequeno mundo. Boatos, planos (políticos ou não) discussões, intrigas, amizades, comentários sobre futebol, tudo vivia no clima de comunicação fácil. Quanta coisa importante, quantos empreendimentos, quantos poemas teriam nascido ali. Mercearia A história do Grande Ponto começa com o bar Mercearia que ali havia, com esse nome,...

wescley gama

16/06/2020|

Um conto e 20 finais alternativos. Essa é a proposta do e-book ‘Olho em perfeito silêncio para as estrelas’, mais um lançado pelo poemúsico curraisnovense Wescley Gama. O “mais um” é porque Wescley lançou semana passada outro e-book, intitulado ‘Fotopoemas da Pandemia‘, em parceria com o fotógrafo Állan Matson. Desta vez, a parceria se dá com 20 professoras e professores do campo do município de Lagoa Nova. No e-book, Wescley inicia o conto “O sol das almas pintara de amarelo-queimado os panos brancos nos varais por trás da casinha toda feita de barro, anunciando a noite que vinha a passos rápidos, intrépida, trazendo sobre o mundo visível seu manto misterioso e escuro…”, que se estende por mais umas boas linhas. E 20 professores concluem o conto às suas maneiras, com seus desfechos. O projeto nasceu de um conto ambientado afetivamente na Serra de Sant’Anna, Seridó norte riograndense, também inspirado na assertiva do professor Teixeira Coelho, que diz no livro “A Cultura e seu contrário”: “…a história, a crítica e a políticacultural, em particular nas últimas décadas, têm-se contentado com conceitualizar a cultura a partir de sua dimensão exterior (…) em lugar devê-la e acioná-la ou estimulá-la, em todos seus recantos...

Terça da boa música

15/06/2020|

O novo projeto da Viva Entretenimento recebeu o título de Terça da Boa Música, e consistirá em shows virtuais de artistas potiguares, propondo assim a apresentação de seus trabalhos para a comunidade. O objetivo é oferecer ao público, de forma democrática, música brasileira de qualidade e em diversos gêneros, seja instrumental ou até mesmo autoral, enquanto arrecada-se doações que serão destinadas a instituições locais, através do Fundo Transforma Brasil no RN. Dentre as metas do projeto, estão: a dinamização e valorização da cultura musical, incentivando sua divulgação, registro e consumo; democratização do acesso aos bens culturais do Rio Grande do Norte; ser um modelo de demonstração para que outras iniciativas como essa se perpetuem pelo estado; consolidação das ações culturais como elemento propulsor para o desenvolvimento socioeconômico da comunidade local; despertamento do natalense quanto à riqueza de seus artistas, muitas vezes desconhecida; e explorar a plataforma digital como um formato acessível de divulgação ampla dos talentos potiguares. Além, é claro, da responsabilidade social, ao arrecadar alimentos para a campanha do Fundo Transforma Brasil no Rio Grande do Norte, que tem o objetivo de beneficiar famílias em situação de vulnerabilidade no estado. Trabalho e renda Em virtude da pandemia de Covid-19,...

marinheiro porre

15/06/2020|

O projeto ‘Nightbirds Apresenta… Canções de Isolamento’ chegou às principais plataformas de streaming, produzido e lançado pelo selo Nightbird Records, de Natal. Pensando nas limitações causadas pela pandemia do COVID-19, o álbum foi organizado em prol de um direcionamento às bandas e artistas com materiais disponíveis para divulgação, mas com recursos e articulações restritas devido a conjuntura atual. Ressaltando a importância da coletividade para encontrar soluções viáveis de produção e difusão de novos trabalhos, músicos e membros da Nightbird uniram-se para concretizar a ideia do disco. Juntamente com nomes do casting da gravadora, “Canções de Isolamento” reúne 13 faixas de 11 artistas/bandas de diferentes gêneros. O registro passeia pelo pop contemporâneo de Lizia, o hip-hop lo-fi de DeLima, a melancolia instrumental de Danillo Veloso, o “rock triste” de Rommel e das bandas Jxvxns e Vulgo Montreux, o sopro acústico de Marcos Mar e Marinheiro Porre, o new metal da Devilink, e os quase veteranos Boats e Luan Bates trazendo novas composições e versões gravadas no estúdio da produtora Fu.ga. Com capa elaborada pelo artista visual Filipe Anjo, “Canções de Isolamento” marca o início de um período prolífico da Nightbird Records em termos de produções, com uma série de lançamentos dentre...

Quando as nuvens eram nossas

15/06/2020|

A partir das 19h desta segunda-feira, 15 de junho, até às 23h59 do dia 30 do mesmo mês, estará aberta a temporada online do documentário “Quando as nuvens eram nossas”, do cineasta Carito Cavalcanti. A obra integra as ações desenvolvidas pelo Projeto Isadora Rezende, que promoveu ainda uma etapa de Residência artística e o recital “Isadora e Oriano”, realizados no ano de 2019 através de patrocínio da Lei Djalma Maranhão e Cei Romualdo Galvão. O projeto fomentou a preservação da memória do grande pianista Oriano de Almeida, personagem fundamental na história da música instrumental brasileira e do desenvolvimento do pianismo no estado do RN. O documentário é conduzido pela pianista Isadora Rezende, cuja história se entrelaça com a de Oriano através de suas aulas de piano, sugerindo a delicadeza e a força das relações construídas pela arte, através de gerações. As histórias da vida do pianista são desveladas pelos afetos e memórias de pessoas que com ele conviveram. Serviço De 15 a 30 de junho de 2020 Nas plataformas/canais: Isadora Rezende: https://vimeo.com/praieirafilmes Sinopse: O filme é um curta-metragem (23 minutos) que traz recortes da vida e obra do artista, através de depoimentos de pessoas relacionadas a ele, como o historiador...

FEIRA-DO-MILHO

15/06/2020|

Com o número reduzido de agricultores comercializando milho verde e seguindo todas as recomendações de saúde em relação à Covid-19, a tradicional Feira do Milho vem acontecendo no pátio da Central de Comercialização da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Cecafes) durante este mês junho. A Feira segue até 1 de julho, de domingo a domingo, das 6h às 18h. “Este é um ano atípico para nós em virtude da pandemia. Tivemos que reduzir o número de barracas de 20 para 10 e diminuir a quantidade de vendedores. Além disso, estamos disponibilizando álcool em gel 70% em todas as barracas, respeitando o distanciamento social e controlando o acesso das pessoas à feira”, disse Fátima Torres, gestora da Central. De acordo com Fátima, a safra de milho deste ano deve superar a do ano de 2019. “A Central já tem a tradição de vender, todos os anos, cerca de um milhão de espigas de milho. Esperamos uma super safra, e a meta é vender muito mais que um milhão de espigas, cultivadas por agricultores de Jandaíra, João Câmara, Pedra Preta, Vera Cruz e de municípios do Seridó”, concluiu. O valor da “mão de milho”, equivalente a 50 unidades do produto, varia de...

10 filmes para assistir na Netflix durante a quarentena

15/06/2020|

Em um período que estamos todos necessitando de cuidados especiais contra uma pandemia, é provável que assistir a bons filmes durante o tempo a mais em casa seja uma das melhores saídas. Pensando nisso e partindo primeiramente da Netflix, preparamos uma lista com filmes de gêneros variados, mas sem pensar exatamente em uma espécie de melhores filmes do catálogo. A ideia é indicar filmes bacanas para muitos gostos diferentes, tanto para assistir quanto para reassistir. Sem mais demora e, como sempre, dentro de uma abordagem sem verdades absolutas, vamos à lista de 10 filmes para assistir na Netflix durante a quarentena – a disposição só não é aleatória porque está em ordem alfabética (desconsiderando os artigos). 10. O Cidadão Ilustre O cinema argentino tem produzido filmes relevantes ano após ano (desde muito tempo). E, felizmente, não está restrito a Ricardo Darín. O ator, que encabeçou aquele que, para muitos (entre os quais me incluo), é o melhor filme do seu país em muitos anos (O Segredo dos Seus Olhos, de 2009) e é sinônimo de talento e, acima de tudo, competência, parece ter “somente” aberto alas em um novo período para nossos hermanos. Se, em 1986, A História Oficial (1985)...

kurta na kombi

15/06/2020|

Um dos projetos mais legais que apareceram neste Estado de Poti nos últimos anos, o Kurta na Kombi anunciou o lançamento de sua campanha de financiamento coletivo pela plataforma Apoia.se. Mesmo em quarentena a galera permanece criando alternativas e conteúdos digitais para sustentar o objetivo de contribuir na democratização do acesso e popularização do audiovisual potiguar. Mas para que esse ‘cinema sobre rodas’ circule pelas plataformas digitais, eles precisam do seu apoio para prosseguir com etapas do projeto já em andamento, em especial a parte de reparos e pintura do veículo kombi e adaptação da estrutura itinerante de projeção. Qualquer quantia será bem vinda para contribuir para deixar a Kombi prontinha para circular assim que essa temporada passar. Para saber mais, assista este vídeo: E para contribuir, acesse este link AQUI e saiba como!  

laryssa costa e daniel ribeiro

13/06/2020|

Chegando no mundo das Lives, o Tributo a Belchior Natal faz mais um encontro virtual nesta segunda-feira (15), às 18h. E quem comanda dessa vez é a cantora Laryssa Costa, uma das vozes que protagoniza o projeto junto com Rafael Barros e Analuh Soares. A transmissão será feita no instagram do @tributobelchiornatal. Premiados como melhor show de Tributo no Prêmio Hangar de Música em 2019, o projeto está em atividade desde 2017 com shows dentro e fora da capital potiguar. Com a agenda de shows cancelada por conta da pandemia, o grupo se encontra em isolamento e a partir de pedidos do público para que fizessem lives, resolvem se abrir para a iniciativa e se lançam nas redes com apresentações virtuais retomando o repertório com a poesia do compositor cearense. “Recebemos muitas mensagens pedindo lives cantando Belchior. Resolvemos fazer para atender e matar a saudade do nosso público que sempre foi muito fiel”, conta Laryssa. A live Tributo Belchior Natal será apresentada pela cantora Laryssa Costa e por Daniel Ribeiro, músico convidado com quem ela divide a vida e o isolamento. Juntos eles trazem sucessos de Belchior e matam um pouco da saudade do público e do projeto.

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