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Para amanhecer poesia de Junior Damasceno

DELATÓRIO Descrevo sentimentos que antes Eu não sabia existentes. Esqueço amigos de infância, Velo os inimigos de hoje. Revelo amores antigos, Publico segredos de polichinelo. Planto tempestades. Ponho-me, me exponho,

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jenipabu

Anotações sobre alguns nomes da terra

No livro “Nomes da Terra”, Câmara Cascudo estuda, exaustivamente, a toponímia norte-rio-grandense. Trabalho criterioso, não deixa, contudo, de apresentar alguns pontos controvertidos. Por exemplo: o topônimo Mossoró, de origem indígena

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Barracas de Tourinhos são reconhecidas como Patrimônio Cultural do RN dois anos após demolição

Redação

Reconhecimento oficial contrasta com abandono: Enquanto obras dos novos quiosques seguem paradas e famílias resistem sem apoio local, barracas de Seu Luiz e do Dadá recebem reconhecimento oficial e pescador é homenageado como Guardião da Pesca Artesanal Dois anos após a demolição das tradicionais barracas da Praia de Tourinhos, em São Miguel do Gostoso, a realidade das famílias afetadas segue marcada pela incerteza e pela ausência de soluções definitivas. Em contraste com esse cenário, o Estado do Rio Grande do Norte reconheceu oficialmente a importância das barracas de Seu Luiz Pescador e do Dadá como Patrimônio Cultural e Turístico do RN. A conquista se deu por meio de leis estaduais sancionadas em março de 2026, a partir de proposições da deputada estadual Divaneide Basílio, em articulação iniciada pela documentarista e produtora cultural Mônica Mac Dowell, no contexto ampliado do projeto Faces do Reduto. Mais do que estruturas físicas, as barracas representam um modo de vida ligado à pesca artesanal, à gastronomia local e ao turismo de base comunitária – elementos que ajudaram a consolidar Tourinhos como um dos destinos mais emblemáticos do litoral potiguar. Reconhecimento em meio ao abandono Em março de 2024, as barracas foram demolidas com a promessa de urbanização da orla e construção de novos quiosques no prazo de seis meses. Dois anos depois, as obras seguem sem conclusão. Sem alternativa, as famílias passaram a trabalhar em estruturas improvisadas para garantir a sobrevivência. Desde então, enfrentam condições precárias, sem acesso a indenização, crédito ou reassentamento digno. A destruição das barracas representou não apenas a perda de renda, mas a ruptura de um sistema cultural e econômico construído ao longo de décadas, baseado na pesca artesanal e na hospitalidade comunitária. “Não estamos falando apenas de barracas, mas de um sistema cultural vivo, que envolve pesca artesanal, gastronomia e turismo de base comunitária. Essas estruturas foram fundamentais para colocar Tourinhos no mapa do turismo e são reconhecidas por visitantes de várias partes do mundo. E a pesca artesanal só não desapareceu dali porque Seu Luiz continua resistindo, mantendo viva uma tradição que atravessa gerações”, afirma Mônica Mac Dowell. Seu Luiz: memória viva e guardião da tradição Nesse contexto, Seu Luiz Pescador recebeu uma Moção de Aplauso da Assembleia Legislativa do RN como Guardião da Pesca Artesanal em Tourinhos, reforçando o reconhecimento de sua trajetória e da importância de seu saber ancestral. Nascido na própria Praia de Tourinhos, Seu Luiz é hoje o único pescador...

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Bárbaro Xavier

Ator potiguar Bárbaro Xavier conquista Cannes com dupla seleção inédita

Redação

O ator potiguar Bárbaro Xavier vive um dos momentos mais expressivos de sua trajetória artística. Após participações em três produções da TV Globo — Vale Tudo (2025), Três Graças (2026) e Guerreiros do Sol (2026) — e atualmente em cartaz nos cinemas com papel de destaque em Máfia de Pelúcia, o artista agora celebra um feito raro: a presença em duas produções selecionadas para o Festival de Cannes, o mais prestigiado evento do cinema mundial. As obras integram mostras distintas, reforçando não apenas a versatilidade do ator, mas também a potência do audiovisual brasileiro em diferentes linguagens e formatos. “Dark Corners 2: Safira’s Curse” (Cantos Escuros: A Maldição de Safira) No longa dirigido por Henrique Nuzzi, Bárbaro Xavier interpreta Hermes, cameraman e fiel escudeiro da protagonista Beatriz (vivida por Ananda Scaravelli). Gravado em Goiânia, o filme dá continuidade à saga Dark Corners: The Legacy of Pietra. A produção foi anunciada pela Variety como parte da seção Fantastic Cuts, dentro do VDF Showcase no Marché du Film, com exibição prevista para 18 de maio. Na narrativa, Hermes ocupa papel estratégico: como presença constante e observador direto dos acontecimentos, ele estabelece uma ponte entre o olhar documental e a atmosfera sobrenatural que atravessa o filme. Sua atuação contribui para tensionar elementos como tecnologia e ancestralidade, eixo central da obra. “Laser-Gato” Além do longa, Bárbaro Xavier também integra o elenco do curta Laser-Gato, dirigido por Lucas Acher, selecionado para a mostra La Cinef, dedicada a novos talentos do cinema mundial. A obra acompanha um adolescente em uma deriva noturna por São Paulo, em encontros que ressignificam sua percepção da cidade e de si mesmo. Entre 2.750 inscrições, Laser-Gato foi o único representante brasileiro selecionado para a categoria, um indicativo da força e da originalidade da nova geração de cineastas do país. Um marco de projeção internacional A dupla presença de Bárbaro Xavier em Cannes — em um longa de gênero com circulação internacional e em um curta autoral na principal mostra de novos talentos do festival — evidencia a amplitude de sua atuação e o alcance do cinema brasileiro contemporâneo. Com repercussão na imprensa nacional e internacional, incluindo veículos como a CNN Brasil, o ator potiguar consolida-se como um nome em ascensão no cenário audiovisual, transitando com consistência entre diferentes propostas estéticas e narrativas. Mais do que um reconhecimento individual, o feito também projeta o Rio Grande do Norte no mapa do cinema...

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Mostra Macambira abre inscrições para filmes que irão compor sua quarta edição

Redação

Estão abertas as inscrições para a Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero, iniciativa que visa difundir e promover diálogos sobre a produção audiovisual dirigida por realizadoras (cis, trans, travestis) e pessoas gênero-dissidentes. A quarta edição da Mostra acontece de 26 a 28 de junho na Casa da Ribeira, em Natal. A programação conta com a Mostra Nacional e a  Mostra Potiguar, com filmes que estão sendo realizados na contemporaneidade por perspectivas que historicamente foram subalternizadas e invisibilizadas no campo do cinema. As inscrições para a nova edição da Mostra seguem abertas até 11 de maio no site http://www.mostramacambira.com.br. Estão aptos para a inscrição curtas e médias-metragens brasileiros com duração máxima de 25 minutos, finalizados a partir de janeiro de 2024. Os filmes devem ser, obrigatoriamente, dirigidos ou codirigidos por mulhereridades (cis, trans, travestis) e pessoas dissidentes de gênero (homens trans, pessoas transmasculinas, não binárias, gênero fluido, agênero), sendo necessário o preenchimento da identidade de gênero da direção no campo correspondente do formulário de inscrição. A seleção dos filmes será realizada pela equipe de Curadoria da Mostra Macambira segundo critérios definidos pela linha curatorial que contempla as mais diversas subjetividades de mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, de modo a incorporar novas imagens ao campo do cinema. A 4ª edição da Mostra Macambira é produzida pela Salobra Filmes, Ebó Filmes e OXÊ Filmes. Este evento é realizado através do Edital de Fomento ao Audiovisual e Jogos Eletrônicos 10/2024, lançado pela Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. Sobre a Mostra Macambira A Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero é uma janela de exibição surgida no estado do Rio Grande do Norte (RN) em 2020. Tendo o marcador social de gênero como ponto de partida, o evento tem como objetivo difundir e debater, de maneira gratuita, obras audiovisuais brasileiras e potiguares dirigidas por mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, buscando contribuir com a fissura de um regime representacional que contemple a diversidade de olhares, a partir de uma perspectiva interseccional. InformaçõesInscrições: De 27/04 a 11/05Regulamento e ficha de inscrição: http://www.mostramacambira.com.brRedes sociais: @mostramacambira

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Patrícia Leal celebra Dia da Dança com poesia, música e fragrância no show Águas

Redação

Nesta quarta-feira (29), a artista, bailarina, cantora, poeta e perfumista Patrícia Leal realiza o Show ÁGUAS, celebrando o dia internacional da Dança no Mahalila Café e Livros, com um trabalho totalmente autoral a partir de seu EP Águas, mas também com músicas de seu Álbum anterior Continua…, além de canções inéditas. Acompanhada por grandes músicos, a formação conta com o saxofone de Anderson Pessoa, o piano de Eduardo Taufic e a percussão de Ramon Gabriel. Celebrando a Dança, o show é proposto com o melhor dos ritmos brasileiros com muito swing do samba, ijexá, côco, ciranda… deixando até nas letras o convite: “tira o sapato, vamos dançar onde for…” ÁGUAS é um trabalho que se iniciou no final da pandemia e reflete sobre as emoções, sentimentos vividos nesse período e na relação da autora com as águas internas, emocionais e com as águas externas, seja o Mar, sejam as cachoeiras, os rios. As coreocanções nascem da necessidade de reaproximação com o si, com a natureza, após um longo período de isolamento, da necessidade de compreender os próprios sentimentos e da compreensão que somos natureza. A artista realmente visitou locais de mar aberto em Natal, Pipa, São Miguel do Gostoso, como também cachoeiras em locais mais fechados e de floresta em Delfinópolis, Minas Gerais, que trouxeram o movimento necessário para as melodias, para a poesia e para as fragrâncias tão peculiares ao processo de criação da artista. Além do EP, a artista criou duas fragrâncias “Concha” e “Rainha”, que levam o nome de duas músicas do trabalho. A formação escolhida para o trabalho – sax, piano e percussão – permitiu um clima mais intimista, necessário para a performance das canções e contou com a colaboração de grandes artistas: Anderson Pessoa no saxofone, Eduardo Taufic no piano e Ramon Gabriel na percussão. O Show acontece em comemoração ao dia internacional da Dança e, por isso, convida também a Dançar com uma seleção de músicas que trazem muito samba, côco, ciranda, samba-jazz e uma pitada de blues. Show – Águas, de Patrícia Leal Quando: 29/04/26 Aonde: Mahalila Horário: 20h Contribuição artística

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Skarimbó lança “Dunares” e firma um novo momento de sua trajetória artística

Redação

Com sonoridade orgânica e construção visual integrada, o disco evidencia o amadurecimento do grupo após mais de dez anos de caminhada Depois de mais de uma década de trajetória, a banda Skarimbó chega a um novo momento com o lançamento de “Dunares”, disco que estreia hoje, 27 de abril, nas plataformas digitais. O trabalho firma um momento de consolidação artística do grupo e evidencia um estágio mais maduro de sua identidade musical, em que a força rítmica, a densidade poética e a organicidade da execução aparecem em equilíbrio raro. “Dunares” nasce como obra de percurso. Seu título não funciona apenas como referência paisagística ou geográfica, embora a presença das dunas, tão constitutiva da experiência de viver e se deslocar em Natal, seja decisiva para a imaginação do álbum. A imagem central aqui é a da travessia. A caminhada entre escassez e abundância, aridez e horizonte, esforço e chegada. É desse movimento, ao mesmo tempo físico e existencial, que o disco retira sua espinha dorsal. Nas palavras de Geraldo Gondim, cantor e compositor da banda, o álbum sintetiza uma reflexão antiga do Skarimbó sobre a condição humana e suas dualidades, entre altos e baixos da vida, escassez e abundância, chegadas e partidas, secura e mar. Parte importante das composições foi escrita num período em que o artista vivia em Tabatinga, território cercado por dunas, de onde veio não só a ambiência do disco, mas também a percepção mais nítida desse contraste entre dureza e promessa, entre o caminho difícil e o que se revela depois dele. Para o artista, lançar o disco também é celebrar a permanência e a reinvenção de um grupo que, ao longo de doze anos, vem sustentando sua chama criativa em meio aos desafios de produzir música autoral em Natal.  Essa dimensão simbólica encontra ressonância direta na arquitetura sonora do álbum. Segundo a produtora executiva Babi Baracho, “Dunares” representa uma virada de chave e marca uma consistente transição de amadurecimento musical e identidade do grupo. De um lado, o disco mantém o chão areado, o pulso telúrico e a energia percussiva fincada na terra e nas tradições. De outro, se abre para composições atravessadas por reflexão existencial, espiritualidade e densidade emocional. O resultado é uma obra que não se acomoda numa leitura única: ela pulsa entre o corpo e o pensamento, entre a celebração e a consciência, entre o rito coletivo e a elaboração íntima.  O processo de criação...

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Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

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Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

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Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

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pedro-rhuas

12/10/2020|

O clássico “Como Vai Você”, de Antônio Marcos, ganhou sotaque potiguar e som carregado de sintetizadores em regravação do cantor Pedro Rhuas. Lançada nas plataformas digitais, a faixa faz parte de um projeto de covers do artista poticearense em parceria com o produtor pernambucano DogMan. Feito inteiramente em casa, o material traz uma abordagem moderna, mas ainda interpretativamente dramática à canção eternizada por Roberto Carlos. “Essa é uma música que marcou minha infância. No isolamento, enquanto ouvia uma seleção do meu pai, ela tocou. Pensei: ‘preciso descobrir como isso soaria na minha voz’. Enviei a ideia para o meu produtor, DogMan. Um dia depois, ele trouxe uma proposta de instrumental. Conseguimos evocar algo de muito único em ‘Como Vai Você’ sem tirar a essência de dor da música”, conta Pedro. OUÇA clicando AQUI. Projeto de covers O projeto de covers de Pedro Rhuas e DogMan iniciou na quarentena com uma versão de “Canção de Esperança”, da cantora paraibana Flávia Wenceslau, disponibilizada em setembro. O próximo lançamento, que encerrará a trilogia, é “Você Se Lembra”, de Geraldo Azevedo, previsto para novembro. Tudo feito de maneira independente numa conexão entre Apodi, cidade do Oeste Potiguar, e Cabo de Santo Agostinho, na região...

Prêmio Sesc de Literatura anuncia os Vencedores da edição 2020

20/06/2020|

Há 17 anos, o Prêmio Sesc de Literatura revela anualmente dois escritores, sempre nas categorias Romance e Conto. Hoje é considerado referência por críticos literários, escritores brasileiros e visto como porta de entrada para o mercado editorial no Brasil. Neste ano foram inscritos 1358 livros, sendo 692 romances e 666 contos. O cronograma, por ser executado por trabalho remoto, não foi afetado pela pandemia, de modo que o resultado pôde ser divulgado no prazo previsto. Na edição de 2020, os selecionados foram o capixaba Caê Guimarães, na categoria Romance, por ‘Encontro você no oitavo round’, e Tônio Caetano, na categoria Conto, por ‘Terra nos Cabelos’, reafirmando o aspecto de diversidade do projeto. Caê Guimarães Caê Guimarães nasceu em 1970 no Rio de Janeiro. Foi criado no Espírito Santo, onde vive atualmente. É poeta, escritor, jornalista, redator e roteirista. Com “Encontro você no oitavo round”, apresenta uma narrativa que trata de redenção: um pugilista se debate entre um incômodo zumbido e a memória de outra ocupação antes de se dedicar ao boxe. Dias antes da sua última luta, ele conhece uma jornalista disposta a desvendar o que o fez tomar o caminho dos ringues. “Eu recebi com muita alegria a notícia...

Conexão Elefante Cultural divulga selecionados para edição 2020

19/06/2020|

O Conexão Elefante Cultural divulgou hoje (19), os grupos artísticos selecionados para edição 2020. Devido à crise gerada pela pandemia, que impede eventos e aglomerações, a 5ª edição do projeto acontecerá na internet. O projeto já está em fase de produção definindo novas ações que misturam tecnologia e criatividade para chegar ao público, com responsabilidade e seguindo as recomendações dos órgãos de saúde, a partir de agosto. Participaram da seleção grupos de diferentes regiões do Estado com iniciativas nas áreas de teatro, dança e circo, que tiveram analisados critérios como excelência artística; qualificação dos profissionais envolvidos; viabilidade prática da proposta e coerência da obra com o projeto. Os selecionados foram: Palhaço Piruá de Natal/RN (categoria Circo); Grupo Estação de Teatro de Natal/RN (categoria Teatro) e Entre Nós Coletivo de Criação de Natal/RN (categoria Dança). O projeto uma realização de Diana Fontes Direção e Produção Cultural. FOTO: Entre Nós Coletivo. Crédito: Brunno Martins

Movimento cultural reivindica espaço para minorias em editais no RN

19/06/2020|

O Manifesto Cultura É Um Direito! surgiu da necessidade coletiva de reivindicar a formulação de políticas culturais que garantam a participação equitativa de todos os grupos historicamente excluídos do acesso ao setor cultural potiguar: comunidades indígenas, negras, quilombolas, periféricas, mulheres, LGBTQIA+, pessoas com deficiência, em situação de rua, refugiadas, e fora do eixo metropolitano de Natal. A partir dessa causa foi iniciado um movimento em prol de políticas culturais afirmativas no Rio Grande do Norte. Foi elaborada uma nota de repúdio ao edital do “Tô em casa, tô na rede”, publicado em abril, e elaborado pela Fundação José Augusto. O edital emergencial tem como objetivo a premiação de projetos artístico-culturais aos artistas potiguares que não possuem renda fixa ou vínculo empregatício durante o período da pandemia decorrente do novo coronavírus. Contudo, acreditamos que existem falhas no edital, como a falta de transparência, os critérios de avaliação, a quantidade de vagas para artistas fora da Grande Natal, a exclusão de artistas negros, indígenas, LGBTQI+, quilombolas, além da aprovação de nomes com carreiras mais consolidadas da classe artística do estado. Enfim, a nota de repúdio e abaixo-assinado tem como objetivo a solicitação da abertura de um edital cultural afirmativo e uma comissão...

brlab Crédito_Bela Tozini

18/06/2020|

O BrLab, único laboratório internacional de desenvolvimento de projetos audiovisuais no Brasil, acaba de abrir as inscrições para a sua décima edição. Os produtores e diretores interessados podem inscrever seus projetos gratuitamente através deste site AQUI até o dia 6 de julho de 2020. A distribuidora Vitrine Filmes, parceira do BrLab desde a primeira edição, neste ano outorgará três prêmios aos projetos participantes do evento no valor total de R$ 510 mil. Também oferecem prêmios a Globo Filmes (Prêmio Desenvolvimento Globo Filmes no valor de R$ 110 mil) e o Projeto Paradiso (Prêmio Incubadora Paradiso no valor de R$ 30 mil). O evento recebe inscrições de projetos de longa-metragem de ficção de qualquer país da região Ibero-Americana desde que já tenham definidos diretor e produtor, pois ambos devem participar integralmente das atividades do workshop. A décima edição do BrLab acontecerá de 05 a 27 de novembro de 2020, com sua programação majoritariamente online como medida de segurança em decorrência da pandemia de COVID-19. Dessa forma, a necessária participação de profissionais de diversos países que caracterizam a programação e atividades do evento poderá ser mantida. Os projetos recebem consultoria de profissionais como Agustina Llambi Campbell (produtora, Argentina), Albertina Carri (cineasta, Argentina),...

18/06/2020|

Por Gilvania Machado ESCOLHA Você uma vez falou Que eu parecia duas… Não, meu bem, não Sou bipolar… Em mim habita muitas Mulheres, sou múltipla Carrego no peito, na alma, na Luta, na dor, todas as mulheres que sangraram em vida, Mulheres que defenderam bandeiras, Mulheres incendiárias, Mulheres putas na cama e ladys na vida Em mim pulsam Pagu Frida Camille Claudel Maria Callas Tarsila Marielle Por isso sou tão Complexa Enigmática Louca Ciumenta Ardente Fogosa Sexy Militante Sensível, Poética Sangue nas ventas Aluada Enluarada… Mas de todas essas mulheres Você quer Amélia… Se você por muito merecer Posso ser Adélia Preparar um peixe Te prender pelo estômago Te enternecer, ser mansa e suave… Mas se me afrontas Sou abelha rainha Puro mel em voo nupcial Mas que te mato em pleno gozo, destino de todo zangão… Se silencia, fechas as portas Sou Claudel jogando pedras no teu telhado… Pinto minhas dores sofridas Mas nunca, nunca temerei o salto para o abismo Serei Ismália romanticamente enlouquecida… Serei Pagu em plena luta “Com a esperança cortada, mas crente que será regenerada” Serei Marielle sempre presente cobrando justiça pelo sangue derramado… Não meu bem, desista! Sou complexa Intensa Multipolar… Vai para os...

Músico da UFRN leva mini concertos a hospitais como alento à pandemia

18/06/2020|

Em uma resposta à pandemia do COVID-19, a Escola de Música da UFRN iniciou as ações do Projeto SolCello. Além de ações de curso à distância e lives em redes sociais o projeto realiza apresentações em hospitais aproveitando a imunidade do professor Fabio Presgrave ao vírus. Os mini concertos são destinados às equipes hospitalares desgastadas pela situação atual e fornece a elas um momento de alento e meditação. São apresentações rápidas e acontecem em conformidade com todas as orientações para evitar a propagação do contágio pela Covid-19. Até agora o projeto esteve no Hospital Mariano Coelho (Currais Novos), Hospital Ana Bezerra (Santa Cruz), Hospital Maternidade Januário Cicco, Senac Barreira Roxa e Hospital Universitário Onofre Lopes. O projeto SolCello – Violocenlos da UFRN em tempos de pandemia – é promovido pelo Grupo de Estudos do Violoncelo, Violino, Viola e Contrabaixo nos Séculos XX e XXI (Gruvio) da UFRN.

edital funarte

18/06/2020|

O edital do Prêmio Funarte RespirArte, já publicado, tem como objetivos a seleção de atrações online em vídeos; e a promoção da arte de vertentes culturais de todas as regiões do país. As inscrições, gratuitas, se iniciaram ontem, dia 17. A Fundação vai incentivar 1.600 produções artísticas em vídeo, inéditas, realizadas em plataformas digitais, com premiações de R$ 2,5 mil para cada contemplado (deduzidos os tributos). As áreas alcançadas são: circo, artes visuais, música, dança, teatro e artes integradas. A Funarte concederá 270 prêmios para cada uma das linguagens específicas e 250 para artes integradas, num investimento de R$ 4.072.000,00 (R$ 4 milhões para os projetos e R$ 72 mil para custos administrativos). O número de prêmios poderá ser ampliado, caso a Funarte venha a dispor de mais recursos. Quem pode participar? Podem se inscrever no edital brasileiros natos ou naturalizados, maiores de 18 anos; e pessoas jurídicas de natureza cultural – tais como produtoras, companhias ou grupos. Os participantes devem ter residência ou sede e atuação comprovadas no país. Todas as produções inscritas devem ser registradas em vídeos, formatados segundo critérios estabelecidos no edital e publicados em plataformas digitais de acesso público. Critérios de participação por áreas artísticas São...

cecília oliveira

18/06/2020|

Vocês conhecem mulheres que inspiram, que motivam ou que transformam a vida de outras mulheres? Certamente. E conhecem porque são muitas e estão em todos os cantos desse mundo. É com essa certeza que o ‘Mulherio das Letras Zila Mamede – Natal/RN’ apresenta sua mais nova série de LIVES no Instagram: ‘Mulheres que levantam outras Mulheres’. Toda quinta-feira, às 20h, no instagram @mulheriozila. E hoje já tem! A estreia será neste 18 de junho, com Cecília Oliveira, produtora cultural e embaixadora do ‘Movimento Fora do Padrão’. Depois, será a vez de Efigênia Cruz (25/06), empreendedora cultural e coordenadora de ‘Projeto Transforme-se’. Na sequência, teremos as escritoras Maria Teresa Moreira (02/07), da fanpage ’50 Tons da Menopausa’ e Lia Sena (09/07), da Revista Eletrônica ‘Ser MulherArte’. Um super time de mulheres para iniciar essa série com muita atitude! FOTO de Cecília Oliveira. Crédito: Kener Paulo.

khrystal

17/06/2020|

Nesta quinta (18), às 20h, o Centro Feminista 8 de Março irá realizar uma transmissão ao vivo de lançamento da Caravana Virtual Feminista da Economia Solidária, com apresentações em clima junino de Khrystal, Conceição Andrade e Eva Rocha. Além disso, a atividade terá ainda a participação das mulheres dos empreendimentos solidários que compõem a caravana. A transmissão se dará no canal do youtube. Basta clicar AQUI. A Caravana Virtual Feminista da Economia Solidária é uma alternativa que o Centro Feminista 8 de Março, em parceria com a Rede Xique-Xique, elaborou para lidar com o período de pandemia do novo coronavirus. O evento é composto por debates sobre economia solidária e feminista, atividades culturais online e uma loja virtual com proposta de comercialização solidária organizada por grupos de mulheres que tiveram suas atividades de comercialização afetadas devido ao distanciamento social. Ao comprar nesta loja as pessoas vão estar contribuindo com uma rede de solidariedade que fortalece o trabalho de diversas artesãs, possibilitando que elas possam ter o direito de Ficar em casa e continuar produzindo, mesmo no contexto atual. Conheça a Caravana Feminista Conheça o site da Caravana clicando AQUI, compre os produtos confeccionados por essas mulheres e ajude a fortalecer...

Thiago Medeiros. Credito Diogo Ferreira

17/06/2020|

Ardência, terceiro livro do escritor, diretor e ator Thiago Medeiros, será lançado no próximo dia 21, às 15h durante a live através do instagram do poeta @preuparardemedoer Em “ARDÊNCIA”, Thiago Medeiros, capta como poucos, atento à respiração da cidade, o prazer e a dor do canto em que vive, retratada por ângulos surpreendentes” . A apresentação é do poeta Luiz Renato Almeida, quem assina o prefácio do livro e diz um tanto da imensidão impressa em suas páginas. Escrito e editado no verão deste ano, antes da pandemia, “Ardência” foi possível através do financiamento coletivo e reúne poemas inéditos. Esta será a primeira vez que não haverá lançamento físico. “Essa tem sido uma das grandes angústias. Pela primeira vez não teremos lançamento presencial. E logo eu que sempre gostei de juntar todo mundo. Mas é uma reflexão importante que estamos tendo, principalmente da equipe, para que possamos preservar a saúde e criar meios da ciranda não parar”. O lançamento acontece na live da plataforma Instagram @preuparardemedoer, às 15h com convidados especiais. Nas asas de pássaros Entre as asas de pássaros, solidão, cigarros acesos, casas com reboco, silêncios, saudade, partidas, chegadas e o amor, Thiago Medeiros se (re)acende a cada segundo...

websérie as primas

17/06/2020|

E no meio dessa agonia e das incertezas da quarentena, um grupo de artistas de Natal, dentre atrizes, diretores de cinema e roteiristas, decidiram transformar limões em limonadas e trazer um pouco de bom humor aos que precisam ficar em casa. A partir de uma ideia original das atrizes Márcia Lohss e Titina Medeiros, a Socorro da novela Cheias de Charme e atualmente em cartaz com a sitcom “Os Roni” na Multishow, a produção, já com alguns episódios, vem dando o que falar. A websérie “As Primas” é uma visão bem–humorada da pandemia e de seus efeitos. Principalmente, da forma como se tem lidado com a temida quarentena. Com esse novo normal caído de paraquedas em suas cabeças, essas primas buscam retomar o seu cotidiano, adaptando com boas risadas e uma fina ironia, os afazeres do seu dia-a-dia e as relações interpessoais. Já dizia o ator Peter Ustinov: “O humor é uma forma engraçada de falar de um assunto sério”. E é justamente disso que se trata “As primas”. PERSONAGENS GRAÇA (MÁRCIA LOHSS) Debochada e irônica, Graça é a anfitriã. Fazendo o que dá na quarentena, corta um dobrado buscando adequar os afazeres domésticos com as incertezas da falta de...

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