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Viva Gerafilmes, viva!

por Fábio DeSilva Geraldo Cavalcanti, ou para mim, Gerafilmes. Era assim que eu o chamava devido a produtora que ele criou.  Acredito que conheci Geraldo nos anos 2000 através do

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Para amanhecer poesia de José Bezerra Gomes

MENINICE Minha primeira arma branca foi uma rucega…   Menino desadorado…   E meu maior desejo era ser cangaceiro…   Zé Moleque… Jesuíno Brilhante… Capitão Antonio Silvino… (José Bezerra Gomes)

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O choro por Paulo Gustavo

Paulo Gustavo não foi o primeiro e certamente não será o último artista de renome a morrer vítima da Covid no Brasil. Faz apenas um mês o cantor Agnaldo Timóteo

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Mostra Macambira abre inscrições para filmes que irão compor sua quarta edição

Redação

Estão abertas as inscrições para a Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero, iniciativa que visa difundir e promover diálogos sobre a produção audiovisual dirigida por realizadoras (cis, trans, travestis) e pessoas gênero-dissidentes. A quarta edição da Mostra acontece de 26 a 28 de junho na Casa da Ribeira, em Natal. A programação conta com a Mostra Nacional e a  Mostra Potiguar, com filmes que estão sendo realizados na contemporaneidade por perspectivas que historicamente foram subalternizadas e invisibilizadas no campo do cinema. As inscrições para a nova edição da Mostra seguem abertas até 11 de maio no site http://www.mostramacambira.com.br. Estão aptos para a inscrição curtas e médias-metragens brasileiros com duração máxima de 25 minutos, finalizados a partir de janeiro de 2024. Os filmes devem ser, obrigatoriamente, dirigidos ou codirigidos por mulhereridades (cis, trans, travestis) e pessoas dissidentes de gênero (homens trans, pessoas transmasculinas, não binárias, gênero fluido, agênero), sendo necessário o preenchimento da identidade de gênero da direção no campo correspondente do formulário de inscrição. A seleção dos filmes será realizada pela equipe de Curadoria da Mostra Macambira segundo critérios definidos pela linha curatorial que contempla as mais diversas subjetividades de mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, de modo a incorporar novas imagens ao campo do cinema. A 4ª edição da Mostra Macambira é produzida pela Salobra Filmes, Ebó Filmes e OXÊ Filmes. Este evento é realizado através do Edital de Fomento ao Audiovisual e Jogos Eletrônicos 10/2024, lançado pela Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. Sobre a Mostra Macambira A Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero é uma janela de exibição surgida no estado do Rio Grande do Norte (RN) em 2020. Tendo o marcador social de gênero como ponto de partida, o evento tem como objetivo difundir e debater, de maneira gratuita, obras audiovisuais brasileiras e potiguares dirigidas por mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, buscando contribuir com a fissura de um regime representacional que contemple a diversidade de olhares, a partir de uma perspectiva interseccional. InformaçõesInscrições: De 27/04 a 11/05Regulamento e ficha de inscrição: http://www.mostramacambira.com.brRedes sociais: @mostramacambira

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Patrícia Leal celebra Dia da Dança com poesia, música e fragrância no show Águas

Redação

Nesta quarta-feira (29), a artista, bailarina, cantora, poeta e perfumista Patrícia Leal realiza o Show ÁGUAS, celebrando o dia internacional da Dança no Mahalila Café e Livros, com um trabalho totalmente autoral a partir de seu EP Águas, mas também com músicas de seu Álbum anterior Continua…, além de canções inéditas. Acompanhada por grandes músicos, a formação conta com o saxofone de Anderson Pessoa, o piano de Eduardo Taufic e a percussão de Ramon Gabriel. Celebrando a Dança, o show é proposto com o melhor dos ritmos brasileiros com muito swing do samba, ijexá, côco, ciranda… deixando até nas letras o convite: “tira o sapato, vamos dançar onde for…” ÁGUAS é um trabalho que se iniciou no final da pandemia e reflete sobre as emoções, sentimentos vividos nesse período e na relação da autora com as águas internas, emocionais e com as águas externas, seja o Mar, sejam as cachoeiras, os rios. As coreocanções nascem da necessidade de reaproximação com o si, com a natureza, após um longo período de isolamento, da necessidade de compreender os próprios sentimentos e da compreensão que somos natureza. A artista realmente visitou locais de mar aberto em Natal, Pipa, São Miguel do Gostoso, como também cachoeiras em locais mais fechados e de floresta em Delfinópolis, Minas Gerais, que trouxeram o movimento necessário para as melodias, para a poesia e para as fragrâncias tão peculiares ao processo de criação da artista. Além do EP, a artista criou duas fragrâncias “Concha” e “Rainha”, que levam o nome de duas músicas do trabalho. A formação escolhida para o trabalho – sax, piano e percussão – permitiu um clima mais intimista, necessário para a performance das canções e contou com a colaboração de grandes artistas: Anderson Pessoa no saxofone, Eduardo Taufic no piano e Ramon Gabriel na percussão. O Show acontece em comemoração ao dia internacional da Dança e, por isso, convida também a Dançar com uma seleção de músicas que trazem muito samba, côco, ciranda, samba-jazz e uma pitada de blues. Show – Águas, de Patrícia Leal Quando: 29/04/26 Aonde: Mahalila Horário: 20h Contribuição artística

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Skarimbó lança “Dunares” e firma um novo momento de sua trajetória artística

Redação

Com sonoridade orgânica e construção visual integrada, o disco evidencia o amadurecimento do grupo após mais de dez anos de caminhada Depois de mais de uma década de trajetória, a banda Skarimbó chega a um novo momento com o lançamento de “Dunares”, disco que estreia hoje, 27 de abril, nas plataformas digitais. O trabalho firma um momento de consolidação artística do grupo e evidencia um estágio mais maduro de sua identidade musical, em que a força rítmica, a densidade poética e a organicidade da execução aparecem em equilíbrio raro. “Dunares” nasce como obra de percurso. Seu título não funciona apenas como referência paisagística ou geográfica, embora a presença das dunas, tão constitutiva da experiência de viver e se deslocar em Natal, seja decisiva para a imaginação do álbum. A imagem central aqui é a da travessia. A caminhada entre escassez e abundância, aridez e horizonte, esforço e chegada. É desse movimento, ao mesmo tempo físico e existencial, que o disco retira sua espinha dorsal. Nas palavras de Geraldo Gondim, cantor e compositor da banda, o álbum sintetiza uma reflexão antiga do Skarimbó sobre a condição humana e suas dualidades, entre altos e baixos da vida, escassez e abundância, chegadas e partidas, secura e mar. Parte importante das composições foi escrita num período em que o artista vivia em Tabatinga, território cercado por dunas, de onde veio não só a ambiência do disco, mas também a percepção mais nítida desse contraste entre dureza e promessa, entre o caminho difícil e o que se revela depois dele. Para o artista, lançar o disco também é celebrar a permanência e a reinvenção de um grupo que, ao longo de doze anos, vem sustentando sua chama criativa em meio aos desafios de produzir música autoral em Natal.  Essa dimensão simbólica encontra ressonância direta na arquitetura sonora do álbum. Segundo a produtora executiva Babi Baracho, “Dunares” representa uma virada de chave e marca uma consistente transição de amadurecimento musical e identidade do grupo. De um lado, o disco mantém o chão areado, o pulso telúrico e a energia percussiva fincada na terra e nas tradições. De outro, se abre para composições atravessadas por reflexão existencial, espiritualidade e densidade emocional. O resultado é uma obra que não se acomoda numa leitura única: ela pulsa entre o corpo e o pensamento, entre a celebração e a consciência, entre o rito coletivo e a elaboração íntima.  O processo de criação...

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Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

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Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

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Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

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Curta-metragem filmado em Caicó e com Quitéria Kelly no elenco, é exibido em Portugal e EUA

Redação

O curta-metragem Ressonância, que tem Soia Lira como protagonista e Quitéria Kelly no elenco, foi filmado em Caicó e teve sua estreia em agosto de 2025 na 36ª edição do Kinoforum – Festival Internacional de Curtas de São Paulo, tendo circulado por diversos festivais de cinema nacionais e internacionais. De 22 a 25 de abril, o filme é um dos poucos brasileiros no 9º Porto Femme (Portugal) e no 42º Festival de Cinema Latino de Chicago (EUA); e terá ainda exibição no 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, que acontece no berço da Paraíba. Escrito e dirigido pela norte-rio-grandense Anna Zêpa, inspirado por um sonho de sua avó caicoense, o filme é uma ficção e traz como personagem principal Margarida (Soia Lira). Ela passa por um conflito com o seu entorno familiar, que insiste que ela deve parar de trabalhar. Isso não faz parte dos seus planos e a narrativa nos apresenta uma mulher forte, decidida e que busca seus movimentos de vida, dando exemplos para sua neta. O curta nos traz ainda aspectos da geografia urbana da região e alguns costumes culinários. Com duração de 20 minutos, a obra também apresenta a atriz Amora Maux em sua primeira participação no audiovisual potiguar no papel de Ana, neta de Margarida, com quem tem uma relação de admiração e espelhamento. Sinopse: O desejo de autonomia ainda ressoa em Margarida e a ideia de ficar presa em uma rotina cotidiana a deixa sufocada. Duração: 20’. Classificação: Livre. Realizado pela Rabo de Olho Filmes em parceria com o Sesc RN, o filme tem a produção local, em Caicó, da Referência Comunicação. A Rabo de Olho Filmes (https://www.instagram.com/rabodeolhofilmes/) é uma produtora fundada em Natal pelos realizadores Anna Zêpa e Carlos Segundo, carregando assim as experiências e histórico de produções dos dois artistas. Cronograma das Exibições 22/04/26 – 9º Porto Femme, no Batalha Centro de Cinema https://portofemme.com/batalha-centro-de-cinema-2026-4896 24 e 25/04/26 – 42º Festival de Cinema Latino de Chicago, Landmark’s Century Centre Cinemahttps://chicagolatinofilmfestival.org/  25/04/26 – 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, ao ar livre na Praça Iniguaçu https://www.instagram.com/copaobafestcine Festivais e Premiações Anteriores – 36º Festival Internacional de Curtas de São Paulo – Kinoforum  – 17º San Francisco Latino Film Festival  – 12ª Mostra de Cinema de Gostoso – Prêmio DOT de Finalização – 20º Comunicurtas – 3º Festival de Cinema de São Bernardo do Campo – 2º Curta...

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Bardallo’s celebra 21 anos de resistência e arte no Centro Histórico

Redação

O Bardallo’s Comida & Arte celebra 21 anos de resistência e arte em uma programação especial com exposição coletiva e muita música. A programação começa no dia 23 de abril e segue até o dia 25. Toda a programação é gratuita.  Localizado na rua Gonçalves Lêdo, na Cidade Alta, o espaço integra o perímetro cultural do Beco da Lama. O Bardallo’s foi criado pelo empreendedor e carnavalesco Lula Belmont com o objetivo de ser um reduto das artes. “A necessidade de criar o bar veio através do meu envolvimento com a arte e com a cultura. A ideia era ter um espaço que abraçasse a música, as artes plásticas, a literatura e outras expressões artísticas e chegar aos 21 anos de história é uma alegria muito grande, principalmente pela pluralidade da programação e do público que frequenta”, declara Lula Belmont. A festa intitulada “Badalar”, uma chamada para despertar os sentidos e inicia nesta quinta-feira (23) com uma Vernissage a partir das 19h reunindo o talento de 15 artistas do RN. Participam: Bia Rocha, Capivart, Cíntia de Andrade, Cristal Moura, Cristian Miranda, Damião Paz Pixoré, Erre, Fábio Eduardo, Olympia Bulhões, Paulo Nobrega, Pincelada Nômade, Régio Potiguar, Rita Machado, Vanessa Mendes e Vendaval. A noite encerra com discotecagem do DJ Samir com set que costuma transitar muito bem entre brasilidades. Na sexta-feira (24), a festa continua a partir das 20h com Mont Samba e Choro, trazendo a elegância e a força do samba, celebrando os clássicos com aquela interpretação visceral.  No sábado (25) é dia de celebrar a música potiguar com a banda DuSouto, que mistura ritmos eletrônicos como drum’n’bass e dub com influências brasileiras e nordestina. A noite conta ainda com discotecagem de DJ Samir, DJ Carlota e DJ Ilton.  Apoio Cultural: Fundação José Augusto, Prefeitura do Natal, Secretaria de Cultura do Rio Grande do Norte e Governo do Rio Grande do Norte. Mais informações através do perfil no Instagram: @bardallosnatal. BARDALLO’S 21 ANOS De 23 a 25 de abril  Acesso gratuito Bardallo’s Comida & Arte – R. Gonçalves Lêdo, 678 – Cidade Alta

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23/10/2020|

“Meu Mundo é Hoje”. É com o título do terceiro CD que a cantora natalense Lígia França expõe sua filosofia musical e existencial. Se a música é um universo imenso de possibilidades, a vida é esse vai e vem de sentimentos, experiências e vontades. E entre o Brasil e a Itália há mais que um oceano, mas também saudades e sons comuns. Lígia começou sua carreira já aos 12 anos em Natal com o grupo Pó da Terra, voltado à música regional e com forte conotação política, mesmo sob a censura da conturbada década de 70. Entre essa época é sua mudança à região de Veneza, na Itália, em 2004, muita água, palco e histórias se passou. E tudo será contado em prosa e canção na Live do Porão neste sábado, às 17h. O papo será puxado por este editor e mediado pelo idealizador do projeto, o produtor Nelson Rebouças. O acesso será gratuito e parte da doação voluntária será revertida ao Lar da Vovozinha. A live será transmitida pelo canal do youtube do Porão das Artes. Pode ser acessado desde já e ativar o sininho para notificar você quando a live começar. Papo com Lígia França Prepare sua cerveja...

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22/10/2020|

O cantor e compositor Fernando Luiz é um eterno incentivador da música potiguar, sobretudo no interior do Estado. E agora, com seu programa televisivo Talento Potiguar transmitido ao vivo na Band RN às 11h do sábado, criou o concurso Show de Talentos, para eleger um novo destaque da música local. A disputa se dá pelo envio de vídeos de músicos profissionais à produção do programa. Foram dezenas e das mais variadas cidades: Natal, Timbaúba dos Batistas, Ceará-Mirim, Nova Cruz, Apodi… e desses, uma curadoria selecionou 18 para mini campeonatos semanais entre três concorrentes. Todo sábado, durante o programa, três vídeos serão exibidos e o público pode votar no preferido pelo instagram @programapotiguar. O resultado do vencedor de todas as disputas será anunciado dia 12 de dezembro, durante o Talento Potiguar e receberá o prêmio de R$ 1 mil. Em primeira mão o blog adianta que neste sábado serão exibidos vídeos de artistas de Natal, Caicó e Santa Maria. “Importante frisar que não é um show de calouros. Participam apenas artistas profissionais, com trajetória ou em início de carreira”, frisa Fernando Luiz. O autor da clássica ‘Garotinha’ e campeão do concurso Buzina do Chacrinha, Fernando Luiz já promoveu inúmeros projetos de...

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22/10/2020|

A Editora da UFRN (Edufrn) promoverá hoje (22), às 15h, a palestra Introdução à Vida e à Obra de Oswaldo Lamartine, ministrada por Gustavo Sobral. O evento objetiva abordar de maneira introdutória a trajetória e a produção intelectual de Oswaldo Lamartine (1919-2007). O evento será virtual pelo link acessando este link AQUI. A sala será aberta às 14h45. Para certificados, é necessária inscrição pelo endereço <https://sigaa.ufrn.br/sigaa/link/public/extensao/visualizacaoAcaoExtensao/91816209>. Oswaldo Lamartine de Faria nasceu em Natal (RN), em 15 de novembro de 1919, filho de Silvina Bezerra de Faria e do ex-governador Juvenal Lamartine. Foi escritor e sertanista, publicando uma vasta bibliografia acerca do cotidiano no sertão nordestino. Dentre suas publicações, estão: A Caça nos Sertões do Seridó, Encouramento e Arreios do Vaqueiro do Seridó e Os Açudes dos Sertões do Seridó. Suas pesquisas o tornaram uma das maiores referências em sertão do Nordeste do Brasil. Gustavo Sobral é jornalista e escritor; publicou, em 2018, o livro OSWALDO LAMARTINE DE FARIA: A BIOGRAFIA DE UMA OBRA, disponível no site <http://www.gustavosobral.com.br FOTO: Candinha Bezerra

8 projetos são aprovados na Lei Câmara Cascudo

22/10/2020|

O Diário Oficial do Estado traz a boa nova para oito proponentes com projetos inscritos na Lei Câmara Cascudo, todos de Natal. Agora são 18 projetos aprovados desde o início de agosto, pelo menos. Muitos à espera do aguardado edital da Cosern. Os quatro primeiros são na área de música, o projeto de Márcio é na área de fotografia, cinema e vídeo, o museu, na área de museu e biblioteca, e os últimos dois, no segmento literatura. Vamos aos projetos: Projeto: Domingo Animado Proponente: SádePaula Produções Criativas Valor: R$ 236.843,00   Projeto: Luz do Sertão Proponente: Arte e Vida Produção Cultural Valor: R$ 23.500,00   Projeto: Som Sem Plugs – Temporada 2021 Proponente: Betapro Foto & Video Ltda Valor: R$ 299.670,00   Projeto: Sons (d)escolados Proponente: Pé de Música Produções Eirelli Valor: R$ 117.500,00   Projeto: RN Leitor Proponente: Márcio Benjamim Valor: R$ 103.420,00   Projeto: Museu Quilibola da Picada Proponente: Centro de Documentação e Comunicação Popular Valor: R$ 230.000,00   Projeto: Casa das Palavras Proponente: Oficina da Notícia Ltda Valor: R$ 454.500,00   Projeto: Amores Proponente: André Luis Machado Santos Valor: R$ 35.000,00

Clara se despede da Orquestra Boca Seca em show nesta sexta

22/10/2020|

Uma das vozes mais potentes e representativas da soul music em terras potiguares, Clara Pinheiro se despede da Orquestra Boca Seca após 13 anos dividindo shows com a banda. O palco da despedida será o Buraco da Catita (Ribeira), um especial dedicado a Tim Maia a partir das 22h. A mulherada tem acesso livre e os marmanjos precisam deixar o nome com Zé Caxangá para ter o mesmo acesso. E quem é Zé Caxangá? É o responsável pelo início da banda. A mãe da Orquestra Boca Seca é a banda regueira Moonganjah. Ao fim dos shows, Caxangá largava o teclado, assumia a guitarra e tocava sozinho uns sambarock pra galera. Virou costume e partiu daí a ideia de fundar a Orquestra, em 2003. Pela Orquestra já passaram músicos renomados, como Chico Beethoven e Gilberto Cabral, e nomes promissores que Zé logou percebeu o talento e ajudou a lançar no mercado. Um deles, o hoje rapper MC Priguissa. Clara Clara Pinheiro veio depois. Ingressou como backing vocal na Orquestra Boca Seca, por volta de 2007. “Logo percebi o talento vocal e de composição incrível dela”, contou. E daí surgiu o Clara e a Noite, outra banda marcante da cena. Após 12...

sofie

21/10/2020|

Seria um lugar comum dizer que cerveja artesanal é um produto caro. Mas é desse lugar comum que eu gostaria de partir hoje. É uma obviedade ululante: cerveja artesanal não é barata. Nunca foi, não é, e nunca será. Se há um não ser cervejeiro, é não ser barata. Isso contribui para um certo elitismo, algo que é dado mesmo entre as cervejas mais comuns, ditas de massa. Ou quem nunca participou de uma discussão de mesa de bar para provar que Skol (ou Heineken ou insira o nome de sua cerveja de massa favorita aqui) é superior/melhor que Schin, Itaipava ou Glacial (para citar três odiosos exemplares). Mais um lugar comum nessa análise. Quanto custa essa barganha cervejeira? Mas, gostaria de trazer o exemplo inverso, de quando uma cerveja artesanal não sai (tão) cara assim. E sem fazer propaganda diretamente, mas já fazendo de modo involuntário, temos no dia de hoje, sendo vendida em uma grande rede de supermercados da cidade do Natal, o nordeste no aumentativo, a “Sofie”. A Sofie é uma Farmhouse Ale (ou Saison – pronuncia-se “cêzôn” –, como queiram) da Goose Island, cervejaria que integra o portfólio da AmBev, por singelos R$ 7,99, menos que...

aluizio mathias esclarece dúvidas

21/10/2020|

O coordenador de Projetos e Articulação Institucional da Fundação José Augusto, Aluízio Mathias esclareceu algumas dúvidas ao blog sobre pontos cruciais para o proponente poder concorrer aos recursos da Lei Federal Aldir Blanc, sob competência do Governo do Estado. Confira: É preciso cadastro para concorrer aos editais da Lei Aldir Blanc geridos pelo Estado? É importante que esteja cadastrado. Se for Pessoa Física, na aba Pessoa Física, desde que não tenha requerido Renda Emergencial. E se for Pessoa Jurídica, na aba Pessoa Jurídica. É importante, mas não é exigência, não desabilita o projeto. É isso? Não exclui, não elimina, mas o cadastro cria conexões de análises melhores de habilitação documental. Servidores estaduais podem concorrer, desde que não estejam lotados na FJA ou tenham algum parentesco com algum funcionário de lá? Sim, podem. O próprio Ministério do Turismo e a Secretaria de Cultura de Mário Frias não criaram barreiras para os editais. Mas para a Renda Emergencial da Cultura era vedada a participação de servidores estaduais. Para Espaços Culturais, também tinham restrições para representações com funcionários públicos. Mas editais, repito, está livre a participação desde que não seja vinculado à FJA ou a algum membro da comissão julgadora. O cruzamento de...

Tem dois cursos supimpas de cinema com inscrições abertas

21/10/2020|

O crítico de cinema e colunista deste blog, Sihan Félix, está com dois cursos com inscrições abertas: “Desafiando o Expectador” e “Musicando o Tempo”. Confira mais abaixo o conteúdo, valores e como se inscrever. DESAFIANDO O ESPECTADOR O curso aborda os aspectos principais da criação cinematográfica, dando aos participantes os recursos necessários para se iniciar na jornada de apreciação de cinema, da crítica, ou da produção artística. Estudando um panorama do cinema como um todo – da história que começa lá no século XIX à linguagem, passando por cada elemento que faz do cinema o que ele é hoje – tudo com muita interação, diálogo, exemplos e, claro, embasamento teórico. São oito encontros cheios de informações e muito (muito mesmo) aprendizado, sem recorrer a prolixidades e verborragias. As versões online e presencial desse curso já renderam diversos filmes e inspiraram muitos participantes! Opiniões de que já fez o curso podem ser consultadas AQUI.  O curso confere certificado de conclusão de 36 horas. Serviço QUANDO? Terças e quintas das 19h às 21h (totalizando oito encontros). INÍCIO? Em 03/11. COM QUEM? Sihan Felix é professor há 22 anos e crítico de cinema há 12. Seu currículo e portifólio artístico podem ser conferidos...

segredo-da-igreja

21/10/2020|

No livro Galo-das-Trevas, Pedro Nava relata que, após quase dois anos em Juiz de Fora, médico recém-formado, retornou a Belo Horizonte e foi trabalhar na Santa Casa, com o ex-professor Ari Ferreira, na condição de assistente voluntário da 2ª Cadeira de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Minas Gerais. Seguia o seu professor, que se louvava no grande Miguel Couto, ou seja, o exame clínico do doente devia ser minucioso e até exaustivo. Transmitia aos seus primeiros alunos que a arte médica é instável, tudo que é verdade hoje, amanhã pode virar uma dúvida ou um engano. Pedro Nava, então, remete o leitor ao conto Le Secret de l’Eglise – O Segredo da Igreja, do escritor Villiers de l’Isle – Adam. É a história de um padre obcecado por jogo, no qual perdeu todo o seu dinheiro e todas as suas posses, e passou a apostar os objetos da sua paróquia: alfaias, candelabros, ostensório, vasos, cibórios, também sem obter qualquer sucesso. Segredo da Igreja Sacrílego, não hesitou em encarar seus algozes e apostar o Segredo da Igreja, o qual revelaria, se outra vez não tivesse êxito. Os seus parceiros ficaram na ânsia de saberem o Segredo da Igreja, apostaram...

lei aldir blanc

20/10/2020|

O Governo do Estado, através da Fundação José Augusto, divulgou nesta terça-feira (20), no Diário Oficial do Estado (DOE) e no site www.cultura.rn.gov.br o resultado preliminar dos cadastros realizados para a solicitação do Auxílio Emergencial da Lei Aldir Blanc aos trabalhadores e trabalhadoras da Cultura no RN. O valor estimado dos recursos é de R$ 12 milhões. O resultado preliminar foi obtido através da comparação dos dados informados no cadastro a partir de dados do Governo do Estado. Os requerentes aos benefícios listados permanecem sob análise até o resultado final pela Dataprev, órgão responsável por dar suporte ao Governo Federal na identificação dos solicitantes que serão atendidos pelo auxílio emergencial. Será divulgada uma lista dos cadastros homologados que não tenham impedimentos, de acordo com o artigo 6 da Lei Federal 14.017/2020 e do Artigo 6 do Decreto Estadual n° 29.975/2020. No site www.cultura.rn.gov.br será divulgada uma relação de documentos obrigatórios para análise final, além de um link no qual o requerente irá preencher um termo de autodeclaração que deverá ser enviado para o email au********************@***il.com O requerente, cujo nome não figure na lista, poderá consultar este link AQUI, através do CPF e data de nascimento e entrar com recurso administrativo no prazo de dois...

Cine-Drive-in-foto-luana-tayze

20/10/2020|

Um encontro de gerações ao som de Twist and Shout, dos Beatles, marcou o filme “Curtindo a Vida Adoidado” e tornou-se uma das cenas mais famosas do cinema e da cultura pop dos anos 1980. Estrelado por Matthew Broderick e dirigido por John Hughes, cineasta que melhor representou essa geração na tela, o filme de 1986 é um dos escolhidos para compor a terceira edição do Cine Drive-In Natal, que acontece dia 24 de outubro, no Arena das Dunas. Portanto, a próxima experiência de cinema no carro tem tudo para agitar o público na grande tela e na frequência da 105,5 FM. Além deste sucesso de bilheteria, a temporada do Cine Drive-In Natal será aberta pela aventura “Tainá – Uma Aventura na Amazônia” (17h30), filme de Tânia Lamarca e Sérgio Bloch, um marco do cinema da década de 2000. “Tainá” acompanha as aventuras de uma menina de etnia indígena que aprende com o sábio avô a defender a natureza onde vive. A sessão família (19h30) terá a comédia que lançou o ator Matthew Broderick ao estrelato. Na trama, o adolescente Ferris Bueller, sua namorada Sloane (Mia Sara) e o amigo Cameron (Alan Ruck) decidem criar uma história mirabolante para matar...

Confira as comissões dos últimos 3 editais da Funcarte

20/10/2020|

Publicadas as comissões das últimas três chamadas públicas lançadas pela Funcarte para distribuírem recursos da Lei Federal Aldir Blanc. Confira: PREMIAÇÃO E RECONHECIMENTO DE MESTRES E MESTRAS DAS CULTURAS POPULARES DE NATAL -Odinelha Targino -Maria das Graças Cavalcanti Pereira -Gabriela Birderli Fraga Varela ARTE E CRIANÇA -Larissa Gabrielle Silva de Medeiros -Kelly Mamédia Assunção Braz -Lenilton Teixeira AQUISIÇÃO -Paulo Roberto Barbosa Viana -Nizia Maria Klosouski de Almeida -Hosana Telma de Medeiros FOTO: Cícero Oliveira

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