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Mostra Macambira abre inscrições para filmes que irão compor sua quarta edição

Redação

Estão abertas as inscrições para a Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero, iniciativa que visa difundir e promover diálogos sobre a produção audiovisual dirigida por realizadoras (cis, trans, travestis) e pessoas gênero-dissidentes. A quarta edição da Mostra acontece de 26 a 28 de junho na Casa da Ribeira, em Natal. A programação conta com a Mostra Nacional e a  Mostra Potiguar, com filmes que estão sendo realizados na contemporaneidade por perspectivas que historicamente foram subalternizadas e invisibilizadas no campo do cinema. As inscrições para a nova edição da Mostra seguem abertas até 11 de maio no site http://www.mostramacambira.com.br. Estão aptos para a inscrição curtas e médias-metragens brasileiros com duração máxima de 25 minutos, finalizados a partir de janeiro de 2024. Os filmes devem ser, obrigatoriamente, dirigidos ou codirigidos por mulhereridades (cis, trans, travestis) e pessoas dissidentes de gênero (homens trans, pessoas transmasculinas, não binárias, gênero fluido, agênero), sendo necessário o preenchimento da identidade de gênero da direção no campo correspondente do formulário de inscrição. A seleção dos filmes será realizada pela equipe de Curadoria da Mostra Macambira segundo critérios definidos pela linha curatorial que contempla as mais diversas subjetividades de mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, de modo a incorporar novas imagens ao campo do cinema. A 4ª edição da Mostra Macambira é produzida pela Salobra Filmes, Ebó Filmes e OXÊ Filmes. Este evento é realizado através do Edital de Fomento ao Audiovisual e Jogos Eletrônicos 10/2024, lançado pela Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. Sobre a Mostra Macambira A Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero é uma janela de exibição surgida no estado do Rio Grande do Norte (RN) em 2020. Tendo o marcador social de gênero como ponto de partida, o evento tem como objetivo difundir e debater, de maneira gratuita, obras audiovisuais brasileiras e potiguares dirigidas por mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, buscando contribuir com a fissura de um regime representacional que contemple a diversidade de olhares, a partir de uma perspectiva interseccional. InformaçõesInscrições: De 27/04 a 11/05Regulamento e ficha de inscrição: http://www.mostramacambira.com.brRedes sociais: @mostramacambira

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Patrícia Leal celebra Dia da Dança com poesia, música e fragrância no show Águas

Redação

Nesta quarta-feira (29), a artista, bailarina, cantora, poeta e perfumista Patrícia Leal realiza o Show ÁGUAS, celebrando o dia internacional da Dança no Mahalila Café e Livros, com um trabalho totalmente autoral a partir de seu EP Águas, mas também com músicas de seu Álbum anterior Continua…, além de canções inéditas. Acompanhada por grandes músicos, a formação conta com o saxofone de Anderson Pessoa, o piano de Eduardo Taufic e a percussão de Ramon Gabriel. Celebrando a Dança, o show é proposto com o melhor dos ritmos brasileiros com muito swing do samba, ijexá, côco, ciranda… deixando até nas letras o convite: “tira o sapato, vamos dançar onde for…” ÁGUAS é um trabalho que se iniciou no final da pandemia e reflete sobre as emoções, sentimentos vividos nesse período e na relação da autora com as águas internas, emocionais e com as águas externas, seja o Mar, sejam as cachoeiras, os rios. As coreocanções nascem da necessidade de reaproximação com o si, com a natureza, após um longo período de isolamento, da necessidade de compreender os próprios sentimentos e da compreensão que somos natureza. A artista realmente visitou locais de mar aberto em Natal, Pipa, São Miguel do Gostoso, como também cachoeiras em locais mais fechados e de floresta em Delfinópolis, Minas Gerais, que trouxeram o movimento necessário para as melodias, para a poesia e para as fragrâncias tão peculiares ao processo de criação da artista. Além do EP, a artista criou duas fragrâncias “Concha” e “Rainha”, que levam o nome de duas músicas do trabalho. A formação escolhida para o trabalho – sax, piano e percussão – permitiu um clima mais intimista, necessário para a performance das canções e contou com a colaboração de grandes artistas: Anderson Pessoa no saxofone, Eduardo Taufic no piano e Ramon Gabriel na percussão. O Show acontece em comemoração ao dia internacional da Dança e, por isso, convida também a Dançar com uma seleção de músicas que trazem muito samba, côco, ciranda, samba-jazz e uma pitada de blues. Show – Águas, de Patrícia Leal Quando: 29/04/26 Aonde: Mahalila Horário: 20h Contribuição artística

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Skarimbó lança “Dunares” e firma um novo momento de sua trajetória artística

Redação

Com sonoridade orgânica e construção visual integrada, o disco evidencia o amadurecimento do grupo após mais de dez anos de caminhada Depois de mais de uma década de trajetória, a banda Skarimbó chega a um novo momento com o lançamento de “Dunares”, disco que estreia hoje, 27 de abril, nas plataformas digitais. O trabalho firma um momento de consolidação artística do grupo e evidencia um estágio mais maduro de sua identidade musical, em que a força rítmica, a densidade poética e a organicidade da execução aparecem em equilíbrio raro. “Dunares” nasce como obra de percurso. Seu título não funciona apenas como referência paisagística ou geográfica, embora a presença das dunas, tão constitutiva da experiência de viver e se deslocar em Natal, seja decisiva para a imaginação do álbum. A imagem central aqui é a da travessia. A caminhada entre escassez e abundância, aridez e horizonte, esforço e chegada. É desse movimento, ao mesmo tempo físico e existencial, que o disco retira sua espinha dorsal. Nas palavras de Geraldo Gondim, cantor e compositor da banda, o álbum sintetiza uma reflexão antiga do Skarimbó sobre a condição humana e suas dualidades, entre altos e baixos da vida, escassez e abundância, chegadas e partidas, secura e mar. Parte importante das composições foi escrita num período em que o artista vivia em Tabatinga, território cercado por dunas, de onde veio não só a ambiência do disco, mas também a percepção mais nítida desse contraste entre dureza e promessa, entre o caminho difícil e o que se revela depois dele. Para o artista, lançar o disco também é celebrar a permanência e a reinvenção de um grupo que, ao longo de doze anos, vem sustentando sua chama criativa em meio aos desafios de produzir música autoral em Natal.  Essa dimensão simbólica encontra ressonância direta na arquitetura sonora do álbum. Segundo a produtora executiva Babi Baracho, “Dunares” representa uma virada de chave e marca uma consistente transição de amadurecimento musical e identidade do grupo. De um lado, o disco mantém o chão areado, o pulso telúrico e a energia percussiva fincada na terra e nas tradições. De outro, se abre para composições atravessadas por reflexão existencial, espiritualidade e densidade emocional. O resultado é uma obra que não se acomoda numa leitura única: ela pulsa entre o corpo e o pensamento, entre a celebração e a consciência, entre o rito coletivo e a elaboração íntima.  O processo de criação...

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Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

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Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

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Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

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Curta-metragem filmado em Caicó e com Quitéria Kelly no elenco, é exibido em Portugal e EUA

Redação

O curta-metragem Ressonância, que tem Soia Lira como protagonista e Quitéria Kelly no elenco, foi filmado em Caicó e teve sua estreia em agosto de 2025 na 36ª edição do Kinoforum – Festival Internacional de Curtas de São Paulo, tendo circulado por diversos festivais de cinema nacionais e internacionais. De 22 a 25 de abril, o filme é um dos poucos brasileiros no 9º Porto Femme (Portugal) e no 42º Festival de Cinema Latino de Chicago (EUA); e terá ainda exibição no 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, que acontece no berço da Paraíba. Escrito e dirigido pela norte-rio-grandense Anna Zêpa, inspirado por um sonho de sua avó caicoense, o filme é uma ficção e traz como personagem principal Margarida (Soia Lira). Ela passa por um conflito com o seu entorno familiar, que insiste que ela deve parar de trabalhar. Isso não faz parte dos seus planos e a narrativa nos apresenta uma mulher forte, decidida e que busca seus movimentos de vida, dando exemplos para sua neta. O curta nos traz ainda aspectos da geografia urbana da região e alguns costumes culinários. Com duração de 20 minutos, a obra também apresenta a atriz Amora Maux em sua primeira participação no audiovisual potiguar no papel de Ana, neta de Margarida, com quem tem uma relação de admiração e espelhamento. Sinopse: O desejo de autonomia ainda ressoa em Margarida e a ideia de ficar presa em uma rotina cotidiana a deixa sufocada. Duração: 20’. Classificação: Livre. Realizado pela Rabo de Olho Filmes em parceria com o Sesc RN, o filme tem a produção local, em Caicó, da Referência Comunicação. A Rabo de Olho Filmes (https://www.instagram.com/rabodeolhofilmes/) é uma produtora fundada em Natal pelos realizadores Anna Zêpa e Carlos Segundo, carregando assim as experiências e histórico de produções dos dois artistas. Cronograma das Exibições 22/04/26 – 9º Porto Femme, no Batalha Centro de Cinema https://portofemme.com/batalha-centro-de-cinema-2026-4896 24 e 25/04/26 – 42º Festival de Cinema Latino de Chicago, Landmark’s Century Centre Cinemahttps://chicagolatinofilmfestival.org/  25/04/26 – 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, ao ar livre na Praça Iniguaçu https://www.instagram.com/copaobafestcine Festivais e Premiações Anteriores – 36º Festival Internacional de Curtas de São Paulo – Kinoforum  – 17º San Francisco Latino Film Festival  – 12ª Mostra de Cinema de Gostoso – Prêmio DOT de Finalização – 20º Comunicurtas – 3º Festival de Cinema de São Bernardo do Campo – 2º Curta...

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Bardallo’s celebra 21 anos de resistência e arte no Centro Histórico

Redação

O Bardallo’s Comida & Arte celebra 21 anos de resistência e arte em uma programação especial com exposição coletiva e muita música. A programação começa no dia 23 de abril e segue até o dia 25. Toda a programação é gratuita.  Localizado na rua Gonçalves Lêdo, na Cidade Alta, o espaço integra o perímetro cultural do Beco da Lama. O Bardallo’s foi criado pelo empreendedor e carnavalesco Lula Belmont com o objetivo de ser um reduto das artes. “A necessidade de criar o bar veio através do meu envolvimento com a arte e com a cultura. A ideia era ter um espaço que abraçasse a música, as artes plásticas, a literatura e outras expressões artísticas e chegar aos 21 anos de história é uma alegria muito grande, principalmente pela pluralidade da programação e do público que frequenta”, declara Lula Belmont. A festa intitulada “Badalar”, uma chamada para despertar os sentidos e inicia nesta quinta-feira (23) com uma Vernissage a partir das 19h reunindo o talento de 15 artistas do RN. Participam: Bia Rocha, Capivart, Cíntia de Andrade, Cristal Moura, Cristian Miranda, Damião Paz Pixoré, Erre, Fábio Eduardo, Olympia Bulhões, Paulo Nobrega, Pincelada Nômade, Régio Potiguar, Rita Machado, Vanessa Mendes e Vendaval. A noite encerra com discotecagem do DJ Samir com set que costuma transitar muito bem entre brasilidades. Na sexta-feira (24), a festa continua a partir das 20h com Mont Samba e Choro, trazendo a elegância e a força do samba, celebrando os clássicos com aquela interpretação visceral.  No sábado (25) é dia de celebrar a música potiguar com a banda DuSouto, que mistura ritmos eletrônicos como drum’n’bass e dub com influências brasileiras e nordestina. A noite conta ainda com discotecagem de DJ Samir, DJ Carlota e DJ Ilton.  Apoio Cultural: Fundação José Augusto, Prefeitura do Natal, Secretaria de Cultura do Rio Grande do Norte e Governo do Rio Grande do Norte. Mais informações através do perfil no Instagram: @bardallosnatal. BARDALLO’S 21 ANOS De 23 a 25 de abril  Acesso gratuito Bardallo’s Comida & Arte – R. Gonçalves Lêdo, 678 – Cidade Alta

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paulo-de-paula-eu-sou-eu-posso

20/10/2020|

Quem nunca se sentiu desconectado de si e do universo? Ou que a dor emocional e psíquica é um fardo pesado demais para carregar? Que, por mais que tente, faltam conexão e equilíbrio na sua vida? O livro ‘Eu sou, eu posso” responde essas e outras perguntas. Por meio de um relato emocionante e recheado de conhecimento, Paulo de Paula e Iveraldo Guimarães caminham com o leitor em uma viagem pela vida, mostrando os obstáculos e desafios, as conquistas e glórias. Utilizando a trajetória pessoal de Paulo de Paula como fio condutor de ensinamentos sobre física quântica, neurociência e filosofia, este livro é um guia inspirador que o ensinará a materializar seus sonhos apesar das adversidades, a se reencontrar dentro de si e do Universo que o cerca e a aplicar o conhecimento aprendido em todos os campos de sua vida. De uma leitura fácil e intensa, este livro é um prato cheio para os interessados em ciência, filosofia e, acima de tudo, empreendedorismo. Com “Eu sou, eu posso” você vai: ●Compreender conceitos sobre as variáveis determinantes da vida, tanto positivas, configuradas no amor, na generosidade, na gratidão; quanto negativas, como o egoísmo; ●Inspirar-se na busca de Paulo pelo “Anticódigo”,...

Conexão Elefante lança e-book gratuito com oficinas artísticas

20/10/2020|

Neste ano o projeto Conexão Elefante Cultural se reinventou para acontecer durante a pandemia de Covid-19. Além do espetáculo, que foi veiculado por meio da internet, as oficinas artísticas, que antes eram realizadas presencialmente nas cidades da turnê, também tiveram que acontecer de modo virtual. Esse processo de adaptação e um material de apoio para professores e educadores foi transformado em livro digital com download gratuito. O e-book pode ser baixado gratuitamente clicando neste link AQUI. Com 56 páginas, o e-book “Na Bagagem do Elefante – Oficinas artísticas para crianças e adolescentes” traz diversas sugestões de atividades, utilizando a ludicidade das artes cênicas, através de brincadeiras, jogos dramáticos e teatrais, explorando a imaginação e as emoções. Todo o material pode ser replicado através da internet ou presencialmente. Criação coletiva O material foi elaborado com auxílio dos grupos que integraram a Trupe da Luz em 2020, grupo Estação de Teatro, Entre Nós Coletivo de Criação e o Palhaço Piruá; e contou com a organização de Joana Patino, especialista em psicologia positiva, assunto também abordado no livro. Para Diana Fontes, idealizadora do Conexão, este é um dos legados do projeto. “Arte e educação são parceiras nesse trilhar sociocultural, na construção do ser...

rosselliny

20/10/2020|

A cantora Rosselliny, que tem influências que vão do forró ao punk, com destaque especial pra música “setentista” e também o chamado “Nordeste psicodélico”, lança seu primeiro álbum autoral intitulado Folha Seca. O disco é a junção de inquietação e provocação ao desfavorecimento dos artistas locais em meio à pandemia, fruto de um do trabalho de quase quatro décadas do compositor Mário Cézar e chega às plataformas digitais Spotify, Deezer, Bandcamp, Tidal, Apple music e YouTube, através do Selo Voragem, de Maceió. Vale salientar que Rosselliny é natural de Currais Novos, mas vive e construiu sua carreira em Maceió, há 34 anos. As composições estavam engavetadas até chegar o isolamento social e essa produção cultural se transformar em um disco gravado em casa. Folha Seca conta também com a colaboração profissional de Pedro Salvador (Selo Voragem), Marina Reis (Designer Gráfica) e Lília Ferreira (Consultora Digital) pra lançar esse disco. As músicas falam de leveza e temas do cotidiano com batidas explosivas que misturam o rock, o psicodélico e underground, marca registrada de Rosselliny. “Apresento-lhes o disco Folha Seca, sem nenhuma pretensão, apenas deixando no ar. E que esse som voe livre e leve aonde ele achar que tem que ir”,...

umbanda

19/10/2020|

Coluna Okê Umbanda! #01 A Umbanda não é “macumba”! A Umbanda não é trabalho de feitiçaria e nem amarração! A Umbanda não é uma religião de matriz africana, como o Candomblé! A Umbanda é a união de várias bandas em uma única banda.  Umbanda é simplesmente, Umbanda! A Umbanda é uma religião brasileira de pouco mais de 110 anos.  Foi revelada no plano material em 15 de novembro de 1908 no Rio de Janeiro pelo seu médium Zélio Fernandino de Moraes (1891 – 1975), através do espírito denominado Caboclo das Sete Encruzilhadas. Em 1908, o Jovem Zélio de Moraes com 17 anos de idade, filho de família tradicional e católica de Neves (São Gonçalo/RJ), estava prestes a ingressar na escola naval quando começou a ter estranhas manifestações. Zélio foi levado, então, a um tio psiquiatra e nem um sinal de loucura foi detectado, encaminhado a um parente padre, após vários rituais de exorcismo e as manifestações persistiam. Até que, encaminhado à recém criada Federação de Kardecismo de Niterói/RJ, manifestou o Caboclo das Sete Encruzilhadas, que falou que para ele não haveriam caminhos fechados, anunciando assim o início dessa nova religião. Mix manifestações religiosas A Umbanda é um mix de manifestações...

caixa-cenica-do-tam, por joão vital

19/10/2020|

As empresas de engenharia civil têm até o dia 3 de novembro de 2020 para apresentar propostas para implantação da caixa cênica do Teatro Alberto Maranhão (TAM), orçada em R$ 2,6 milhões. O Governo do Estado precisou alterar a data da licitação, que seria 30/10, em virtude do Decreto 30.056, que marcou para o dia 30 o ponto facultativo pelo Dia do Servidor Público. Podem se candidatar empresas especializadas na área de Engenharia Civil devidamente registradas junto ao CREA/CAU. A sessão de licitação está marcada para acontecer no dia 3 de novembro, às 10h, no auditório da Secretaria Estadual de Planejamento, no Centro Administrativo, em Natal. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (84) 3232-1964 ou pelo e-mail ob*****************@***il.com. Caixa cênica O equipamento da caixa cênica é fundamental para o bom funcionamento do teatro, mas não havia sido incluído no projeto da obra de restauração elaborado pela gestão anterior. A obra tem cronograma previsto de cinco meses. O edital está disponível no Diário Oficial do Estado e também no site www.governocidadao.rn.gov.br. Obras do TAM A atual gestão do Governo encontrou apenas 5% das obras do TAM executadas e uma série de entraves que dificultavam o andamento do cronograma. O projeto...

Rosa-de-Aroeira

19/10/2020|

O curta-metragem registra a vida e o cotidiano de mulheres da Comunidade do Reduto em São Miguel do Gostoso O curta-metragem potiguar Rosa de Aroeira participará da Mostra Competitiva BWIE no Los Angeles Brazilian Film Festival (LABRFF), considerado hoje o maior festival de cinema Brasileiro nos Estados Unidos. O Festival chega à sua 13ª edição nos dias 21 e 25 de outubro e será realizado por meio da plataforma Filmocracy, que permite uma interação entre os participantes por meio de vídeo e áudio. Rosa de Aroeira é um documentário com vinte minutos de duração, roteirizado e dirigido por Mônica Mac Dowell. O filme é o primeiro trabalho audiovisual da realizadora, que de posse de uma câmera de celular registrou a vida e o cotidiano de um grupo de quatro mulheres residentes na comunidade do Reduto, localizada no município de São Miguel do Gostoso. O filme conta com montagem de Larinha Dantas e trilha sonora original de Valéria Oliveira, em um registro poético e antropológico do lugar e do cotidiano das personagens Dona Neuza, Dona Deuzuite, Dona Gracinha e Robéria, que com suas experiências de vida contribuíram para que o curta-metragem fosse incluído no universo audiovisual do Rio Grande do Norte,...

aiyra-foto-Cintia-da-Hora

19/10/2020|

A cantora potiguar Aiyra lançou o clipe de sua música “Despensar”. A produção está em seu canal no Youtube e conta também com uma versão com acessibilidade em Libras, divulgada em seu perfil no Instagram (@__aiyra). “Despensar” nasceu após várias reflexões sobre o ato de pensar e sobre a atuação da mulher na sociedade. Link da música: https://www.youtube.com/watch?v=7sMSbH4Jxb0 “Nós fomos relegadas por muito tempo do lugar de pensadoras da sociedade, e com o passar do tempo a ânsia pela intelectualização foi sufocando a nossa principal inteligência, que é a intuição. Então essa música busca questionar isso”, afirma Aiyra. Com uma equipe composta majoritariamente por mulheres, presentes da banda às produções, a artista sempre preza por oportunizar que mulheres tenham mais espaço no contexto do fazer musical e cultural. Resultando em um trabalho contemporâneo carregado de posicionamento político e cultural, com percussão, referências feministas e ícones da cultura potiguar. Aiyra Seu contato com a música se deu desde a infância, quando ainda criança já cantava, porém iniciou na música de forma profissional aos 16 anos, como percussionista. Formou-se em Música pela UFRN e por volta de 2016 começou a compor suas próprias canções, fazendo sua estreia nos palcos logo em seguida,...

melhores-documentarios

19/10/2020|

O Dilema das Redes pode ter reforçado a força dos documentários, seja por atender a um tema comum a praticamente todos nós, seja por ser um documentário bem realizado. Mas há filmes desse gênero dos mais variados em forma e em conteúdo. A ideia desta lista, portanto, é atender da maneira mais abrangente possível uma parcela considerável do público: de um filme que relata o mundo do doping em um esporte olímpico a outro que discorre sobre um sushi dos sonhos (isso mesmo); de uma produção que vai a fundo em questões feministas a outra que trata da extinção do partido comunista indonésio… Veja AQUI todas as críticas de Sihan Félix publicas no Papo Cultura E é óbvio que, no campo para comentários, toda indicação será bem-vinda! Podemos ir fazendo uma espécie de corrente. Assim, mais e mais bons filmes poderão chegar a todos. Vamos à lista dos 10 melhores documentários para assistir na Netflix, que acabou se tornando uma reunião dos 10 mais variados e efetivos em suas formas e conteúdos (sem um ordem exatamente qualitativa). 10. O Dilema das Redes O filme que tem dado o que falar, explora o perigoso impacto das redes sociais, com especialistas em...

edital

18/10/2020|

O Governo do RN, através da Fundação José Augusto (FJA), publicou no Diário Oficial do RN deste sábado (17) o aviso de licitação para o Edital Ecos de Elefante: Apoio Cultural aos Municípios Potiguares, destinado à Lei Aldir Blanc de Emergência Cultural. As inscrições dos projetos poderão ser realizadas entre os dias 9 e 16 de novembro por um e-mail criado para cada edital, disponibilizados no site http://www.cultura.rn.gov.br. A publicação dos resultados será divulgada no dia 7 de dezembro. Mais informações podem ser obtidas através do endereço eletrônico du*****************@***il.com Nove editais Agora são nove editais lançados pelo Governo do Estado lançados desde o último dia 10 que aplicarão recursos da Lei Aldir Blanc. Foram liberados: Prêmio Cultura Popular de Tradição; Projetos Culturais Integrados e Economia Criativa; Programa de Apoio a Microprojetos Culturais; Formação e Pesquisa – Troca de Saberes à Distância; e Prêmio Fomento à Cultura Potiguar, Auxílio à Publicação de Livros, Revistas e Reportagens Culturais; e Projetos Culturais Referentes à Diversidade Sócio-Humana e Sabores, Saberes e Fazeres. Ecos do Elefante  O Edital consiste na seleção e apoio financeiro a 229 projetos provenientes de proponentes, artistas e produtores de cultura, residentes nos 112 municípios do estado cujo repasse dos recursos da Lei...

Natal tem embaixador de sustentabilidade nomeado pela ONU

17/10/2020|

O piauiense radicado há 22 anos em Natal, Geovane de Souza Almeida, foi nomeado pela Organização das Nações Unidas (Onu Habitat), o Embaixador da Consulta Sobre Cidades Sustentáveis para atuar na capital potiguar. O objetivo da Onu é procurar pessoas e entidades que possam chamar a atenção global e nacional para temas como mudança do clima, desenvolvimento sustentável, combate à fome, refugiados, empoderamento de mulheres, educação e outros. A Onu descobriu o trabalho de Geovane pelas atividades realizadas pela GGArtespaciais, empresa hoje com 10 anos de atuação em Natal no ramo de designes efêmeros e criativos para eventos, bioarquitetura, educação, pesquisa e ensino de meio ambiente, etc. “Terminei o curso de Geografia na UFRN e, pelos estudos de geopolítica e inscrição em vários editais lançados pela Onu, eles tomaram conhecimento do nosso trabalho, também enquanto artista urbano”, conta Geovane. Também este ano, Geovane foi agraciado pela Onu com prêmio mundial de artista destaque na luta contra o coronavírus. E participou de curso da entidade que concedeu crachá e certificado de defensor ambiental. “E agora participamos dessa nova missão da Onu Habitat junto à Colab (plataforma de denúncias ambientais) contribuindo bastante com a sustentabilidade criativa em nosso meio”, se orgulha. Geovane,...

anna-maria-cascudo

17/10/2020|

Entre uma pesquisa e outra aqui me deparei com o aniversário de nascimento de uma das poucas imortais femininas da nossa Academia de Letras: Anna Maria Cascudo. Nascida em 13 de outubro de 1936 e falecida aos 78 anos em 15 de janeiro de 2005. Completaria neste mês, portanto, 84 anos cheios de vida, como era da personalidade dela. Estive com Anna Maria Cascudo por algumas ocasiões. Talvez umas cinco ou seis. E desde a primeira vez ela extirpou qualquer imagem pré concebida ou preconceituosa que eu pudesse vir a ter de uma pessoa dependente da imagem do pai. Não. Anna Maria demonstrou personalidade própria, forte e criativa. Uma mulher independente e, mais do que isso, uma defensora e símbolo do talento feminino nas letras potiguares. Sem falar no pioneirismo na atuação judicial. Ou mais do que isso: uma mulher legal. Assim eu poderia resumir: Anna Maria era gente boa. Educada no trato, mas sem frescura. Longe da imagem de dondoca desenhada por muitos. E mesmo com um leque de escritoras e poetas nas nossas letras, o encontro de Anna Maria com o mestre Cascudo em outra esfera deixa sim uma lacuna. A lacuna de uma mulher firme, pioneira e...

Camerata de Vozes do RN realiza concerto neste domingo

17/10/2020|

Vídeo apresenta apresentações de peças clássicas. Renda sera revertida para a Escola Ambulatório Padre João Maria Casa da Criança A Camerata de Vozes do RN, coral pertencente à Fundação José Augusto, realizará neste domingo (18) às 17h o 3° Concerto Camerístico On Line beneficente com renda revertida para a Escola Ambulatório Padre João Maria Casa da Criança (Morro Branco). Sob a regência do monsenhor Pedro Ferreira, o vídeo exibe concertos já realizados pelo coral. Serão apresentadas as peças “Stabat Mater” (C. Ballaster),”Ave Maria (Saint Saens), “Tatum Ergo” (Bach), “Ize Kheruvim” (D. Bortnyanshy),”Per Tuam Crucem” (C. Morales), “Jubilate Deo” (Antonio Lotti), “Hear my Prayer”(Pedro Ferreira), “Ride on King Jesus (arranjo: Moses Hogan), “Magnificat” (Galineau) e “Christus Natus Est” (D. Bartolucci). “Considerando o tempo de Pandemia que estamos vivenciando muitas instituições passam por dificuldades. Desta forma uniremos o canto e a beleza da arte para poder ajudar as crianças”, explica o regente monsenhor Pedro Ferreira. Para assistir a apresentação basta acessar o Youtube Cultura RN e o Facebook da Fundação José Augusto, no domingo (18) a partir das 17h. Doações O público poderá fazer doações a partir de R$ 20 para a Escola Ambulatório Padre João Maria Casa da Criança e adquirir o CD da Camerata...

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