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Mostra Macambira abre inscrições para filmes que irão compor sua quarta edição

Redação

Estão abertas as inscrições para a Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero, iniciativa que visa difundir e promover diálogos sobre a produção audiovisual dirigida por realizadoras (cis, trans, travestis) e pessoas gênero-dissidentes. A quarta edição da Mostra acontece de 26 a 28 de junho na Casa da Ribeira, em Natal. A programação conta com a Mostra Nacional e a  Mostra Potiguar, com filmes que estão sendo realizados na contemporaneidade por perspectivas que historicamente foram subalternizadas e invisibilizadas no campo do cinema. As inscrições para a nova edição da Mostra seguem abertas até 11 de maio no site http://www.mostramacambira.com.br. Estão aptos para a inscrição curtas e médias-metragens brasileiros com duração máxima de 25 minutos, finalizados a partir de janeiro de 2024. Os filmes devem ser, obrigatoriamente, dirigidos ou codirigidos por mulhereridades (cis, trans, travestis) e pessoas dissidentes de gênero (homens trans, pessoas transmasculinas, não binárias, gênero fluido, agênero), sendo necessário o preenchimento da identidade de gênero da direção no campo correspondente do formulário de inscrição. A seleção dos filmes será realizada pela equipe de Curadoria da Mostra Macambira segundo critérios definidos pela linha curatorial que contempla as mais diversas subjetividades de mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, de modo a incorporar novas imagens ao campo do cinema. A 4ª edição da Mostra Macambira é produzida pela Salobra Filmes, Ebó Filmes e OXÊ Filmes. Este evento é realizado através do Edital de Fomento ao Audiovisual e Jogos Eletrônicos 10/2024, lançado pela Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. Sobre a Mostra Macambira A Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero é uma janela de exibição surgida no estado do Rio Grande do Norte (RN) em 2020. Tendo o marcador social de gênero como ponto de partida, o evento tem como objetivo difundir e debater, de maneira gratuita, obras audiovisuais brasileiras e potiguares dirigidas por mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, buscando contribuir com a fissura de um regime representacional que contemple a diversidade de olhares, a partir de uma perspectiva interseccional. InformaçõesInscrições: De 27/04 a 11/05Regulamento e ficha de inscrição: http://www.mostramacambira.com.brRedes sociais: @mostramacambira

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Patrícia Leal celebra Dia da Dança com poesia, música e fragrância no show Águas

Redação

Nesta quarta-feira (29), a artista, bailarina, cantora, poeta e perfumista Patrícia Leal realiza o Show ÁGUAS, celebrando o dia internacional da Dança no Mahalila Café e Livros, com um trabalho totalmente autoral a partir de seu EP Águas, mas também com músicas de seu Álbum anterior Continua…, além de canções inéditas. Acompanhada por grandes músicos, a formação conta com o saxofone de Anderson Pessoa, o piano de Eduardo Taufic e a percussão de Ramon Gabriel. Celebrando a Dança, o show é proposto com o melhor dos ritmos brasileiros com muito swing do samba, ijexá, côco, ciranda… deixando até nas letras o convite: “tira o sapato, vamos dançar onde for…” ÁGUAS é um trabalho que se iniciou no final da pandemia e reflete sobre as emoções, sentimentos vividos nesse período e na relação da autora com as águas internas, emocionais e com as águas externas, seja o Mar, sejam as cachoeiras, os rios. As coreocanções nascem da necessidade de reaproximação com o si, com a natureza, após um longo período de isolamento, da necessidade de compreender os próprios sentimentos e da compreensão que somos natureza. A artista realmente visitou locais de mar aberto em Natal, Pipa, São Miguel do Gostoso, como também cachoeiras em locais mais fechados e de floresta em Delfinópolis, Minas Gerais, que trouxeram o movimento necessário para as melodias, para a poesia e para as fragrâncias tão peculiares ao processo de criação da artista. Além do EP, a artista criou duas fragrâncias “Concha” e “Rainha”, que levam o nome de duas músicas do trabalho. A formação escolhida para o trabalho – sax, piano e percussão – permitiu um clima mais intimista, necessário para a performance das canções e contou com a colaboração de grandes artistas: Anderson Pessoa no saxofone, Eduardo Taufic no piano e Ramon Gabriel na percussão. O Show acontece em comemoração ao dia internacional da Dança e, por isso, convida também a Dançar com uma seleção de músicas que trazem muito samba, côco, ciranda, samba-jazz e uma pitada de blues. Show – Águas, de Patrícia Leal Quando: 29/04/26 Aonde: Mahalila Horário: 20h Contribuição artística

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Skarimbó lança “Dunares” e firma um novo momento de sua trajetória artística

Redação

Com sonoridade orgânica e construção visual integrada, o disco evidencia o amadurecimento do grupo após mais de dez anos de caminhada Depois de mais de uma década de trajetória, a banda Skarimbó chega a um novo momento com o lançamento de “Dunares”, disco que estreia hoje, 27 de abril, nas plataformas digitais. O trabalho firma um momento de consolidação artística do grupo e evidencia um estágio mais maduro de sua identidade musical, em que a força rítmica, a densidade poética e a organicidade da execução aparecem em equilíbrio raro. “Dunares” nasce como obra de percurso. Seu título não funciona apenas como referência paisagística ou geográfica, embora a presença das dunas, tão constitutiva da experiência de viver e se deslocar em Natal, seja decisiva para a imaginação do álbum. A imagem central aqui é a da travessia. A caminhada entre escassez e abundância, aridez e horizonte, esforço e chegada. É desse movimento, ao mesmo tempo físico e existencial, que o disco retira sua espinha dorsal. Nas palavras de Geraldo Gondim, cantor e compositor da banda, o álbum sintetiza uma reflexão antiga do Skarimbó sobre a condição humana e suas dualidades, entre altos e baixos da vida, escassez e abundância, chegadas e partidas, secura e mar. Parte importante das composições foi escrita num período em que o artista vivia em Tabatinga, território cercado por dunas, de onde veio não só a ambiência do disco, mas também a percepção mais nítida desse contraste entre dureza e promessa, entre o caminho difícil e o que se revela depois dele. Para o artista, lançar o disco também é celebrar a permanência e a reinvenção de um grupo que, ao longo de doze anos, vem sustentando sua chama criativa em meio aos desafios de produzir música autoral em Natal.  Essa dimensão simbólica encontra ressonância direta na arquitetura sonora do álbum. Segundo a produtora executiva Babi Baracho, “Dunares” representa uma virada de chave e marca uma consistente transição de amadurecimento musical e identidade do grupo. De um lado, o disco mantém o chão areado, o pulso telúrico e a energia percussiva fincada na terra e nas tradições. De outro, se abre para composições atravessadas por reflexão existencial, espiritualidade e densidade emocional. O resultado é uma obra que não se acomoda numa leitura única: ela pulsa entre o corpo e o pensamento, entre a celebração e a consciência, entre o rito coletivo e a elaboração íntima.  O processo de criação...

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Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

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Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

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Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

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Curta-metragem filmado em Caicó e com Quitéria Kelly no elenco, é exibido em Portugal e EUA

Redação

O curta-metragem Ressonância, que tem Soia Lira como protagonista e Quitéria Kelly no elenco, foi filmado em Caicó e teve sua estreia em agosto de 2025 na 36ª edição do Kinoforum – Festival Internacional de Curtas de São Paulo, tendo circulado por diversos festivais de cinema nacionais e internacionais. De 22 a 25 de abril, o filme é um dos poucos brasileiros no 9º Porto Femme (Portugal) e no 42º Festival de Cinema Latino de Chicago (EUA); e terá ainda exibição no 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, que acontece no berço da Paraíba. Escrito e dirigido pela norte-rio-grandense Anna Zêpa, inspirado por um sonho de sua avó caicoense, o filme é uma ficção e traz como personagem principal Margarida (Soia Lira). Ela passa por um conflito com o seu entorno familiar, que insiste que ela deve parar de trabalhar. Isso não faz parte dos seus planos e a narrativa nos apresenta uma mulher forte, decidida e que busca seus movimentos de vida, dando exemplos para sua neta. O curta nos traz ainda aspectos da geografia urbana da região e alguns costumes culinários. Com duração de 20 minutos, a obra também apresenta a atriz Amora Maux em sua primeira participação no audiovisual potiguar no papel de Ana, neta de Margarida, com quem tem uma relação de admiração e espelhamento. Sinopse: O desejo de autonomia ainda ressoa em Margarida e a ideia de ficar presa em uma rotina cotidiana a deixa sufocada. Duração: 20’. Classificação: Livre. Realizado pela Rabo de Olho Filmes em parceria com o Sesc RN, o filme tem a produção local, em Caicó, da Referência Comunicação. A Rabo de Olho Filmes (https://www.instagram.com/rabodeolhofilmes/) é uma produtora fundada em Natal pelos realizadores Anna Zêpa e Carlos Segundo, carregando assim as experiências e histórico de produções dos dois artistas. Cronograma das Exibições 22/04/26 – 9º Porto Femme, no Batalha Centro de Cinema https://portofemme.com/batalha-centro-de-cinema-2026-4896 24 e 25/04/26 – 42º Festival de Cinema Latino de Chicago, Landmark’s Century Centre Cinemahttps://chicagolatinofilmfestival.org/  25/04/26 – 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, ao ar livre na Praça Iniguaçu https://www.instagram.com/copaobafestcine Festivais e Premiações Anteriores – 36º Festival Internacional de Curtas de São Paulo – Kinoforum  – 17º San Francisco Latino Film Festival  – 12ª Mostra de Cinema de Gostoso – Prêmio DOT de Finalização – 20º Comunicurtas – 3º Festival de Cinema de São Bernardo do Campo – 2º Curta...

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Bardallo’s celebra 21 anos de resistência e arte no Centro Histórico

Redação

O Bardallo’s Comida & Arte celebra 21 anos de resistência e arte em uma programação especial com exposição coletiva e muita música. A programação começa no dia 23 de abril e segue até o dia 25. Toda a programação é gratuita.  Localizado na rua Gonçalves Lêdo, na Cidade Alta, o espaço integra o perímetro cultural do Beco da Lama. O Bardallo’s foi criado pelo empreendedor e carnavalesco Lula Belmont com o objetivo de ser um reduto das artes. “A necessidade de criar o bar veio através do meu envolvimento com a arte e com a cultura. A ideia era ter um espaço que abraçasse a música, as artes plásticas, a literatura e outras expressões artísticas e chegar aos 21 anos de história é uma alegria muito grande, principalmente pela pluralidade da programação e do público que frequenta”, declara Lula Belmont. A festa intitulada “Badalar”, uma chamada para despertar os sentidos e inicia nesta quinta-feira (23) com uma Vernissage a partir das 19h reunindo o talento de 15 artistas do RN. Participam: Bia Rocha, Capivart, Cíntia de Andrade, Cristal Moura, Cristian Miranda, Damião Paz Pixoré, Erre, Fábio Eduardo, Olympia Bulhões, Paulo Nobrega, Pincelada Nômade, Régio Potiguar, Rita Machado, Vanessa Mendes e Vendaval. A noite encerra com discotecagem do DJ Samir com set que costuma transitar muito bem entre brasilidades. Na sexta-feira (24), a festa continua a partir das 20h com Mont Samba e Choro, trazendo a elegância e a força do samba, celebrando os clássicos com aquela interpretação visceral.  No sábado (25) é dia de celebrar a música potiguar com a banda DuSouto, que mistura ritmos eletrônicos como drum’n’bass e dub com influências brasileiras e nordestina. A noite conta ainda com discotecagem de DJ Samir, DJ Carlota e DJ Ilton.  Apoio Cultural: Fundação José Augusto, Prefeitura do Natal, Secretaria de Cultura do Rio Grande do Norte e Governo do Rio Grande do Norte. Mais informações através do perfil no Instagram: @bardallosnatal. BARDALLO’S 21 ANOS De 23 a 25 de abril  Acesso gratuito Bardallo’s Comida & Arte – R. Gonçalves Lêdo, 678 – Cidade Alta

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05/11/2020|

Por Mônis de Lima Da quebrada da zona Oeste da capital potiguar, com a ousadia e espírito de guerreiro de um filho de Xangô, o rapper Cafuzo da Baixada, traz para cena do rap e funk nordestino e nacional o lançamento potente da música Som de Quebrada, que com ginga e malandragem, bate de frente com a realidade da necropolítica local da cidade de Natal, e que além de subverter a representação colonizada das periferias, trás o que de melhor se encontra na margem: fé, alegria, talento e garra para se reinventar e sambar no jogo da sobrevivência. Baixa do cão, comunidade localizada no bairro Cidade nova, um dos bairros classificados no mapa de homicídios da cidade de Natal, que assim como muitas quebradas espalhadas pelo mapa do nosso país, é vítima da guerra do crime organizado, financiada pela milícia racista presente na capital, ameaçando assim, os quilombos urbanos que se articulam nesses territórios marginalizados; mas é diante dessa realidade que o trampo do MC potiguar te convida a fazer uma travessia pelas possibilidades ancestrais, que com o axé dos mais velhos, e dos mais novos, reconstrói e reformula os sentidos e prazeres de vida, para a população negra e...

05/11/2020|

Nova Natal Dos caboclinhos Chegarei A Chegança Irei na nau catarineira Descrita pelo mestre Deífilo Navegarei em agitadas águas Beberei Da cultura popular Onde Jogarei a âncora Em sua feira Habitat de humanidade Diversa, plural Do Gramorezinho A Boa Esperança No meio do caminho Tem uma Nova Natal. (Luciano Capistrano)

jerimoon-punpkin-ale

04/11/2020|

Vamos inaugurar hoje uma nova seção temática nessa coluna, denominada Conhecendo Estilos. Na coluna inaugural falaremos da Yam Beer, também conhecida como “Pumpkin Spice Beer” (no Brewers Association Guide) ou “(Pumkpin) Autumn Seasonal Beer” (No BJCP), ou simplesmente, Pumpkin Ale. Pumpkin Ale, a cerveja do Halloween A Pumpkin Ale, ainda que não muito difundida no Brasil, é mais apreciada nos EUA, onde o Halloween é um “feriado” (data festiva eu diria) mais popular, com sua decoração, seus folguedos populares (Trick or Treat? Doce ou Travessura?), e também, sua cerveja. O Halloween, a corruptela de All Hallows Eve, ao pé da letra, a “noite de todos os santos”, popularmente conhecida por nós como “Dia das Bruxas”, comemorado no dia 31 de outubro, uma reminiscência do antigo Samhain (sendo que sua data é em 30 de abril), que também é um rito de passagem. Para os “não-pagãos”, como eu, um existencialista cristão, a data de 31 de outubro, também simboliza a Reforma Protestante advinda das 95 teses de Lutero (os “protestantes raiz” também são adeptos de uma boa cerveja para suas comemorações festivas, ainda que mais relacionadas aos estilos alemães). Mas, se você é terrivelmente evangélico (como diria o mentecapto do Poder...

dosol-online

04/11/2020|

O DoSol apresenta o “DoSol Online” que vai ao ar nos dias 20, 21 e 22/11 no Youtube do DoSolTV com uma programação que inclui artistas potiguares, papos sobre jornalismo cultural e documentação, designer e composição, além de entrevistas com os artistas. O projeto pretende trazer um alento para os fãs e habitués do Festival DoSol que podem curtir a programação na mesma data que seria o festival. Com muita cautela, a organização decidiu não realizar a edição presencial do Festival DoSol em 2020 por acreditar que não há como garantir os protocolos de prevenção ao Covid19 com o público presente e animado. “O Festival DoSol tem uma característica muito forte de misturar público, artistas, equipe. E fazer uma versão do evento que não atentasse para isso é ir contra o seu próprio DNA. Por isso preferimos aguardar para fazer a edição do Festival DoSol quando pudermos realizá-lo em toda a sua essência”, explica Ana Morena, diretora do DoSol. Dosol Online Assim surgiu o DoSol Online. A programação foi quase toda gravada na Casa da Ribeira, sem público e com uma equipe reduzida. “A ideia é fazer uma espécie de programa de TV, com apresentação, entrevistas, papos e shows gravados,...

Fuxico-de-Feira

04/11/2020|

Talvez o projeto musical mais longevo em atuação, o Som da Mata retoma atividades após o período de crise da pandemia. A data será dia 22 de novembro, no horário costumeiro das 16h30 e no palco que entrega uma plateia atenta e fiel há mais de uma década: o anfiteatro Pau Brasil, no Parque das Dunas. Para a reestreia do projeto, a Fuxico de Feira anima os presentes na data que também se celebra o aniversário do Parque das Dunas. A banda traz em seu repertório, músicas do cancioneiro popular e de compositores consagrados. Partindo do forró tradicional, passeando pelo frevo, ciranda e coco, e trazendo elementos de outras regiões como o carimbó, a lambada e o choro. Essa é a viagem que Fuxico de Feira proporcionará ao público do Som da Mata nesse retorno. Bosque Encena E mais cedo, outro projeto encampado pelo produtor Marcos Sá de Paula também retorna ao palco. O Bosque Encena vem para alegrar também a criançada. E nessa volta traz o grupo Estação de Teatro, a partir das 10h, também no Parque das Dunas. O espetáculo será o Estação de Contos, com as atrizes Nara Kelly, Ananda Khrisna e Manu Azevedo. A peça mescla...

chico-doido-de-caico

04/11/2020|

O folclórico personagem Chico Doido de Caicó, cuja verve irreverente foi registrada em livro pela dupla de escritores potiguares Moacy Cirne e Nei Leandro de Castro, será levada ao cinema em 2021 pelo diretor poti-carioca Leon Góes. Na tarde de terça-feira (3), o diretor Leon e o produtor executivo Arlindo Bezerra apresentaram o projeto cinematográfico a Prefeitura de Natal e foram recebidos pelo prefeito Álvaro Dias e pelo secretário de cultura Dácio Galvão. O filme é uma homenagem às figuras icônicas da cultura popular do Rio Grande do Norte e nasce do desejo de Leon Góes de resgatar a memória daqueles que vivem da oralidade e como suas histórias e identidades atravessam gerações na memória coletiva. Vale lembrar que o diretor, filho do escritor e educador Moacyr de Góes, saiu daqui ainda pequeno para morar no Rio de Janeiro, passando toda a adolescência ouvindo histórias do RN contadas pelos escritores que frequentavam a casa do pai. Chico Doido, o filme Na história ficcional roteirizada por Leon Góes, o marinheiro Francisco Manoel de Souza Forte, nome de “batismo” de Chico Doido, volta da morte para cobrar uma dívida de Margareth, o grande amor de sua vida. Na companhia do seu Anjo...

gami

04/11/2020|

O Grupo Afirmativo de Mulheres Independentes – GAMI é uma Organização da Sociedade Civil que atua na defesa dos direitos humanos e da cidadania de meninas e mulheres, com faixa etária entre 16 e 74 anos. Por meio das atividades de formação política, esporte, arte e cultura, busca o fortalecimento e inclusão social de mulheres bissexuais, lésbicas, negras e de periferia da cidade do Natal. O GAMI tem 17 anos de atividade. Atua diretamente no bairro da Redinha, desenvolvendo e executando diversos projetos na comunidade. Batuque de Mulheres Um desses projetos é o Batuque de Mulheres, ativo há dois anos e composto, atualmente, por 20 mulheres com diversidade geracional e racial. O Batuque de Mulheres promove o empoderamento e desenvolvimento social das mulheres por meio da música, a partir das oficinas e apresentações realizadas pelo projeto. Campanha Por Vidas A Campanha Por Vidas, que surgiu do propósito de potencializar a atuação de organizações de interesse público, é uma campanha itinerante e já realizou a etapa Sul e Sudeste. O GAMI foi a organização escolhida para participar da etapa Nordeste e está com a campanha ativa até o dia 08/11 e todo o valor arrecadado será revertido em equipamentos de som...

MARCELO-ALVES

03/11/2020|

Apaixonado por literatura e desde muito jovem um ‘habitante’ de bibliotecas, o escritor, professor e procurador da República Marcelo Alves Dias de Souza tem o hábito de visitar, em suas viagens, qualquer endereço que tenha livros, seja uma grande biblioteca secular ou um café literário. Essas experiências literárias o levaram tão longe que resolveu reunir tudo em um livro. Assim nasce “Sobre Livrarias & Bibliotecas” (Ed.: Livros de Papel e Sebo Vermelho) um guia literário, curioso, sentimental e muito informativo sobre livrarias, sebos, bibliotecas centenárias e milenares, bazares de rua pelo mundo, que em comum oferecem o apreço pelos livros. A obra traz 54 textos e 150 imagens autorais com a experiência do autor nesses ambientes de cultura. Ele espera que o livro também conduza e desafie o leitor a novas viagens. Venda revertida ao social “Sobre Livrarias & Bibliotecas” não terá lançamento presencial por causa da pandemia, mas o escritor encontrou uma forma acessível e solidária para chegar ao leitor: distribuiu a edição nas principais livrarias, sebos e revistarias de Natal e destina toda a renda com a venda do livro para instituições de amparo a pessoas e animais em situação de necessidade. Assim, autor e leitores estarão engajados...

Abertas inscrições para mais 5 editais da Lei Aldir Blanc

03/11/2020|

Estão abertas a partir desta terça-feira (03) até o dia 9 novembro, as inscrições para cinco editais da Lei Aldir Blanc de Emergência Cultural, lançados pelo Governo do RN, através da Fundação José Augusto (FJA). As Inscrições dos projetos poderão ser feitas por e-mail específico para cada edital disponibilizados no site www.cultura.rn.gov.br. A publicação do resultado final será divulgada em 04 de dezembro. São eles: Prêmio Cultura Popular de Tradição Este edital selecionará 306 iniciativas a serem beneficiadas com o valor total de R$ 3,01 milhões, ligadas à Cultura Popular de tradição que abrangem o patrimônio do RN, formado por expressões artísticas, brincadeiras, crenças, religiosidade, festas, história e outras manifestações. O certame premiará artistas populares individuais, mestres e mestras de folguedos tradicionais e de capoeira, grupos folclóricos, quadrilhas juninas, blocos carnavalescos, benzedeiras, raizeiras e representantes da medicina popular. Projetos Culturais Integrados e Economia Criativa Contemplará 140 projetos artísticos e culturais concebidos como proposta integrada, destinados à difusão em redes sociais e meio digital com acesso gratuito no valor total de R$ 1,3 milhão. Programa de Apoio a Microprojetos Culturais Nesta categoria serão selecionadas 291 iniciativas com o foco no apoio a microprojetos culturais de diversos segmentos que integram a economia...

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03/11/2020|

O Primeira Festival será transmitido em formato digital nesta quarta e quinta. A programação está recheada sobre negócios de impacto, responsabilidade social e preservação do meio ambiente. E evento envolveu órgãos públicos, empresas e empreendedores, ONGs e também artistas no debate. Roberta Sá, Zeca Baleiro, Diogo das Virgens e Rodrigo Mello estão confirmados para apoiar a causa com shows virtuais exclusivos. Os shows serão transmitidos aos participantes do evento, através do canal no youtube. As inscrições estão abertas no site do Festival. Roberta Sá Roberta Sá é consagrada como uma das mais belas vozes do Brasil. Nordestina e potiguar, já foi indicada ao Grammy Latino, participou do Rock in Rio e tem uma vasta lista de parcerias musicais com Gilberto Gil, Chico Buarque, Martinho da Vila e muitos outros artistas. Reconhecida por sua habilidosa pesquisa musical, Roberta trará para a live do Primavera Festival, alguns de seus maiores sucessos, além de novidades super especiais no repertório. Zeca Baleiro Cantor e compositor maranhense virá acompanhado de Tuco Marcondes e também deve brindar o público com novas obras e canções de seu repertório afetivo. Com o passar dos anos, Baleiro se revelou sagaz intérprete de outros compositores e se envolveu também com...

chamado-das-letras

03/11/2020|

Pouca gente, hoje em dia, comunica-se através de cartas. Dá-se preferência ao telefone, à internet.  É o avanço tecnológico. Já se fala, mesmo, no advento de uma civilização ágrafa, e que não apenas a carta, mas, de modo geral, a palavra escrita tornar-se-á obsoleta. Eu me confesso, desde logo, nostálgico da velha e boa carta. Considero-me um dos sujeitos menos ágrafos sobre a face da terra…. Sempre atendo ao chamado das letras, embora na certeza de que, para expressar-me terei de entrar em luta com elas. Claro, mantenho correspondência, de natureza literária, com escritores cujas cartas guardo cuidadosamente. Há tempos, remexendo em meu arquivo pessoal, veio-me a ideia de publicar uma seleção dessas cartas. Refleti: por que deixá-las na gaveta se algumas constituem-se em pequenas obras de arte? A ideia concretizou-se num volume, que saiu em edição limitada, fora de comércio sob o título O Chamado das Letras. Trinta e três cartas compõem o livro, devidamente anotadas, sendo que algumas de autores vivos e atuantes (Assis Brasil, Hildeberto Barbosa Filho, Iran Gama, Jarbas Martins, Nei Leandro de Castro) e outras de escritores já falecidos (Ariano Suassuna, Cosme Lemos, Fagundes de Menezes, Homero Homem, Manuel Onofre de Andrade, Nilo Pereira, Nilson...

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