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As doenças de Beethoven

A história da medicina inclui a vida e a obra de grandes médicos ou de outros profissionais, cujas biografias revelam suas contribuições para o crescimento dessa área de estudos. Ao

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Terroir cervejeiro… existe?

Olá, cervejeiros! Saudações! A palavra terroir, de origem francesa, ainda que tão indescritível em seu significado de tradução quanto outras palavras de diversos idiomas, como, por exemplo, hype em inglês

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Nos domínios das lendas potiguares

A PEGADA DO SANTO São Tomé esteve em Natal in illo tempore. Assim reza a lenda. Em seu livro “História da Cidade do Natal” (1947), afirma Câmara Cascudo: “A cacimba de

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Mostra Macambira abre inscrições para filmes que irão compor sua quarta edição

Redação

Estão abertas as inscrições para a Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero, iniciativa que visa difundir e promover diálogos sobre a produção audiovisual dirigida por realizadoras (cis, trans, travestis) e pessoas gênero-dissidentes. A quarta edição da Mostra acontece de 26 a 28 de junho na Casa da Ribeira, em Natal. A programação conta com a Mostra Nacional e a  Mostra Potiguar, com filmes que estão sendo realizados na contemporaneidade por perspectivas que historicamente foram subalternizadas e invisibilizadas no campo do cinema. As inscrições para a nova edição da Mostra seguem abertas até 11 de maio no site http://www.mostramacambira.com.br. Estão aptos para a inscrição curtas e médias-metragens brasileiros com duração máxima de 25 minutos, finalizados a partir de janeiro de 2024. Os filmes devem ser, obrigatoriamente, dirigidos ou codirigidos por mulhereridades (cis, trans, travestis) e pessoas dissidentes de gênero (homens trans, pessoas transmasculinas, não binárias, gênero fluido, agênero), sendo necessário o preenchimento da identidade de gênero da direção no campo correspondente do formulário de inscrição. A seleção dos filmes será realizada pela equipe de Curadoria da Mostra Macambira segundo critérios definidos pela linha curatorial que contempla as mais diversas subjetividades de mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, de modo a incorporar novas imagens ao campo do cinema. A 4ª edição da Mostra Macambira é produzida pela Salobra Filmes, Ebó Filmes e OXÊ Filmes. Este evento é realizado através do Edital de Fomento ao Audiovisual e Jogos Eletrônicos 10/2024, lançado pela Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. Sobre a Mostra Macambira A Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero é uma janela de exibição surgida no estado do Rio Grande do Norte (RN) em 2020. Tendo o marcador social de gênero como ponto de partida, o evento tem como objetivo difundir e debater, de maneira gratuita, obras audiovisuais brasileiras e potiguares dirigidas por mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, buscando contribuir com a fissura de um regime representacional que contemple a diversidade de olhares, a partir de uma perspectiva interseccional. InformaçõesInscrições: De 27/04 a 11/05Regulamento e ficha de inscrição: http://www.mostramacambira.com.brRedes sociais: @mostramacambira

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Patrícia Leal celebra Dia da Dança com poesia, música e fragrância no show Águas

Redação

Nesta quarta-feira (29), a artista, bailarina, cantora, poeta e perfumista Patrícia Leal realiza o Show ÁGUAS, celebrando o dia internacional da Dança no Mahalila Café e Livros, com um trabalho totalmente autoral a partir de seu EP Águas, mas também com músicas de seu Álbum anterior Continua…, além de canções inéditas. Acompanhada por grandes músicos, a formação conta com o saxofone de Anderson Pessoa, o piano de Eduardo Taufic e a percussão de Ramon Gabriel. Celebrando a Dança, o show é proposto com o melhor dos ritmos brasileiros com muito swing do samba, ijexá, côco, ciranda… deixando até nas letras o convite: “tira o sapato, vamos dançar onde for…” ÁGUAS é um trabalho que se iniciou no final da pandemia e reflete sobre as emoções, sentimentos vividos nesse período e na relação da autora com as águas internas, emocionais e com as águas externas, seja o Mar, sejam as cachoeiras, os rios. As coreocanções nascem da necessidade de reaproximação com o si, com a natureza, após um longo período de isolamento, da necessidade de compreender os próprios sentimentos e da compreensão que somos natureza. A artista realmente visitou locais de mar aberto em Natal, Pipa, São Miguel do Gostoso, como também cachoeiras em locais mais fechados e de floresta em Delfinópolis, Minas Gerais, que trouxeram o movimento necessário para as melodias, para a poesia e para as fragrâncias tão peculiares ao processo de criação da artista. Além do EP, a artista criou duas fragrâncias “Concha” e “Rainha”, que levam o nome de duas músicas do trabalho. A formação escolhida para o trabalho – sax, piano e percussão – permitiu um clima mais intimista, necessário para a performance das canções e contou com a colaboração de grandes artistas: Anderson Pessoa no saxofone, Eduardo Taufic no piano e Ramon Gabriel na percussão. O Show acontece em comemoração ao dia internacional da Dança e, por isso, convida também a Dançar com uma seleção de músicas que trazem muito samba, côco, ciranda, samba-jazz e uma pitada de blues. Show – Águas, de Patrícia Leal Quando: 29/04/26 Aonde: Mahalila Horário: 20h Contribuição artística

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Skarimbó lança “Dunares” e firma um novo momento de sua trajetória artística

Redação

Com sonoridade orgânica e construção visual integrada, o disco evidencia o amadurecimento do grupo após mais de dez anos de caminhada Depois de mais de uma década de trajetória, a banda Skarimbó chega a um novo momento com o lançamento de “Dunares”, disco que estreia hoje, 27 de abril, nas plataformas digitais. O trabalho firma um momento de consolidação artística do grupo e evidencia um estágio mais maduro de sua identidade musical, em que a força rítmica, a densidade poética e a organicidade da execução aparecem em equilíbrio raro. “Dunares” nasce como obra de percurso. Seu título não funciona apenas como referência paisagística ou geográfica, embora a presença das dunas, tão constitutiva da experiência de viver e se deslocar em Natal, seja decisiva para a imaginação do álbum. A imagem central aqui é a da travessia. A caminhada entre escassez e abundância, aridez e horizonte, esforço e chegada. É desse movimento, ao mesmo tempo físico e existencial, que o disco retira sua espinha dorsal. Nas palavras de Geraldo Gondim, cantor e compositor da banda, o álbum sintetiza uma reflexão antiga do Skarimbó sobre a condição humana e suas dualidades, entre altos e baixos da vida, escassez e abundância, chegadas e partidas, secura e mar. Parte importante das composições foi escrita num período em que o artista vivia em Tabatinga, território cercado por dunas, de onde veio não só a ambiência do disco, mas também a percepção mais nítida desse contraste entre dureza e promessa, entre o caminho difícil e o que se revela depois dele. Para o artista, lançar o disco também é celebrar a permanência e a reinvenção de um grupo que, ao longo de doze anos, vem sustentando sua chama criativa em meio aos desafios de produzir música autoral em Natal.  Essa dimensão simbólica encontra ressonância direta na arquitetura sonora do álbum. Segundo a produtora executiva Babi Baracho, “Dunares” representa uma virada de chave e marca uma consistente transição de amadurecimento musical e identidade do grupo. De um lado, o disco mantém o chão areado, o pulso telúrico e a energia percussiva fincada na terra e nas tradições. De outro, se abre para composições atravessadas por reflexão existencial, espiritualidade e densidade emocional. O resultado é uma obra que não se acomoda numa leitura única: ela pulsa entre o corpo e o pensamento, entre a celebração e a consciência, entre o rito coletivo e a elaboração íntima.  O processo de criação...

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Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

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Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

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Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

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Curta-metragem filmado em Caicó e com Quitéria Kelly no elenco, é exibido em Portugal e EUA

Redação

O curta-metragem Ressonância, que tem Soia Lira como protagonista e Quitéria Kelly no elenco, foi filmado em Caicó e teve sua estreia em agosto de 2025 na 36ª edição do Kinoforum – Festival Internacional de Curtas de São Paulo, tendo circulado por diversos festivais de cinema nacionais e internacionais. De 22 a 25 de abril, o filme é um dos poucos brasileiros no 9º Porto Femme (Portugal) e no 42º Festival de Cinema Latino de Chicago (EUA); e terá ainda exibição no 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, que acontece no berço da Paraíba. Escrito e dirigido pela norte-rio-grandense Anna Zêpa, inspirado por um sonho de sua avó caicoense, o filme é uma ficção e traz como personagem principal Margarida (Soia Lira). Ela passa por um conflito com o seu entorno familiar, que insiste que ela deve parar de trabalhar. Isso não faz parte dos seus planos e a narrativa nos apresenta uma mulher forte, decidida e que busca seus movimentos de vida, dando exemplos para sua neta. O curta nos traz ainda aspectos da geografia urbana da região e alguns costumes culinários. Com duração de 20 minutos, a obra também apresenta a atriz Amora Maux em sua primeira participação no audiovisual potiguar no papel de Ana, neta de Margarida, com quem tem uma relação de admiração e espelhamento. Sinopse: O desejo de autonomia ainda ressoa em Margarida e a ideia de ficar presa em uma rotina cotidiana a deixa sufocada. Duração: 20’. Classificação: Livre. Realizado pela Rabo de Olho Filmes em parceria com o Sesc RN, o filme tem a produção local, em Caicó, da Referência Comunicação. A Rabo de Olho Filmes (https://www.instagram.com/rabodeolhofilmes/) é uma produtora fundada em Natal pelos realizadores Anna Zêpa e Carlos Segundo, carregando assim as experiências e histórico de produções dos dois artistas. Cronograma das Exibições 22/04/26 – 9º Porto Femme, no Batalha Centro de Cinema https://portofemme.com/batalha-centro-de-cinema-2026-4896 24 e 25/04/26 – 42º Festival de Cinema Latino de Chicago, Landmark’s Century Centre Cinemahttps://chicagolatinofilmfestival.org/  25/04/26 – 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, ao ar livre na Praça Iniguaçu https://www.instagram.com/copaobafestcine Festivais e Premiações Anteriores – 36º Festival Internacional de Curtas de São Paulo – Kinoforum  – 17º San Francisco Latino Film Festival  – 12ª Mostra de Cinema de Gostoso – Prêmio DOT de Finalização – 20º Comunicurtas – 3º Festival de Cinema de São Bernardo do Campo – 2º Curta...

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Bardallo’s celebra 21 anos de resistência e arte no Centro Histórico

Redação

O Bardallo’s Comida & Arte celebra 21 anos de resistência e arte em uma programação especial com exposição coletiva e muita música. A programação começa no dia 23 de abril e segue até o dia 25. Toda a programação é gratuita.  Localizado na rua Gonçalves Lêdo, na Cidade Alta, o espaço integra o perímetro cultural do Beco da Lama. O Bardallo’s foi criado pelo empreendedor e carnavalesco Lula Belmont com o objetivo de ser um reduto das artes. “A necessidade de criar o bar veio através do meu envolvimento com a arte e com a cultura. A ideia era ter um espaço que abraçasse a música, as artes plásticas, a literatura e outras expressões artísticas e chegar aos 21 anos de história é uma alegria muito grande, principalmente pela pluralidade da programação e do público que frequenta”, declara Lula Belmont. A festa intitulada “Badalar”, uma chamada para despertar os sentidos e inicia nesta quinta-feira (23) com uma Vernissage a partir das 19h reunindo o talento de 15 artistas do RN. Participam: Bia Rocha, Capivart, Cíntia de Andrade, Cristal Moura, Cristian Miranda, Damião Paz Pixoré, Erre, Fábio Eduardo, Olympia Bulhões, Paulo Nobrega, Pincelada Nômade, Régio Potiguar, Rita Machado, Vanessa Mendes e Vendaval. A noite encerra com discotecagem do DJ Samir com set que costuma transitar muito bem entre brasilidades. Na sexta-feira (24), a festa continua a partir das 20h com Mont Samba e Choro, trazendo a elegância e a força do samba, celebrando os clássicos com aquela interpretação visceral.  No sábado (25) é dia de celebrar a música potiguar com a banda DuSouto, que mistura ritmos eletrônicos como drum’n’bass e dub com influências brasileiras e nordestina. A noite conta ainda com discotecagem de DJ Samir, DJ Carlota e DJ Ilton.  Apoio Cultural: Fundação José Augusto, Prefeitura do Natal, Secretaria de Cultura do Rio Grande do Norte e Governo do Rio Grande do Norte. Mais informações através do perfil no Instagram: @bardallosnatal. BARDALLO’S 21 ANOS De 23 a 25 de abril  Acesso gratuito Bardallo’s Comida & Arte – R. Gonçalves Lêdo, 678 – Cidade Alta

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economia-criativa-potiguar

03/11/2020|

O Projeto Papo de Economia Criativa, idealizado e dirigido pela jornalista e fundadora da Papo de Mídias Erika Zuza, é uma série documental que visa dar visibilidade a profissionais da economia criativa potiguar, valorizando a identidade criativa local. Através de quatro mini documentários com relatos de bastidores e experiências de trabalho, que muitas vezes não são vistos pelo público em geral, a série tem o objetivo de contribuir para a memória cultural de atividades tão importantes para a nossa economia. Primeira temporada Na primeira temporada, cada vídeo focará uma das áreas da economia criativa atendidas pelo SEBRAE no país: Consumo, Mídias, Tecnologia e Cultura. As filmagens estão sendo realizadas desde outubro, com captação de imagens através de smartphone, seguindo todos os cuidados devido à pandemia da COVID-19. A 1ª temporada será exibida no final deste mês de novembro no canal Papo de Mídias no Youtube e marcará o lançamento oficial do canal. Durante os meses de novembro e dezembro serão realizadas também ações no podcast Papo de Mídias, com convidados que trabalham no segmento da economia criativa, além dos conteúdos especiais no Twitter e no Instagram @papodemidias. Papo de Economia Criativa “Uma das metas da Papo de Mídias para este...

03/11/2020|

Mil coisas pra falar tudo dentro dos versos que em silêncio guardam segredos como daquela vez que te vi inteiro e escrevi a nudez do carvalho visto de baixo aos pés de um riacho leitoso ali enrusbeci momentaneamente cresci vento nas folhas me senti segura e livre para dizer o que nunca disse cantei um canto novo como um anjo em êxtase asas em fogo riscando a madeira virgem pulsando junto no mesmo rogo de fé você meu homem eu sua mulher. (Iatamyra Rocha Freire)  

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02/11/2020|

A história de Sylvester Stallone e Rocky praticamente se misturam. Na biografia do ator, consta que sua carreira não ia muito bem no início dos anos 1970. Após estar no elenco do desconhecido The Square Root (de Edmond Chevie, 1969) e estrelar o filme adulto O Garanhão Italiano (de Morton M. Lewis, 1970), sua carreira passou a se resumir a personagens estereotipados e a pontas. Entre estas, apareceu até mesmo em Bananas (de Woody Allen, 1971). Em meio a esses anos, o ator parou em um bar onde estava sendo transmitida a luta de boxe entre Muhammad Ali e Chuck Wepner. O lendário Ali, em seu auge, massacrava Wepner, que conseguia, de algum modo, resistir. Foi quando Stallone teve o insight que o colocaria definitivamente na história do cinema e mudaria sua vida para sempre. Ali, em um bar, nascia Rocky Balboa. Reza a lenda que, pouco mais de um dia depois, o roteiro já havia sido escrito por completo. Após muitas negativas dos estúdios, com produtores taxando o escrito de ridículo e brega, enfim uma oferta chegou. Mas Sly só aceitaria quando lhe aceitassem, também, como protagonista. A negociação demorou. O valor que chegaria à casa das centenas de...

kurta-na-kombi

02/11/2020|

A espera foi grande. Mas a primeira sessão de curtas potiguares promovida pela Kurta na Kombi foi um sucesso. No dia 31 de outubro, amparado pela energia da lua cheia, o projeto estacionou no bairro Nossa Senhora da Apresentação (Zona Norte), na comunidade do Jardim Progresso. Foram exibidos, de graça, os curtas: Cidadãos Invisíveis (de Paulo Dumaresq), Nada Foi em Vão (de Sihan Felix), Alberi O Craque Alvinegro (de Suerda Morais), Leningrado Linha 41 (de Denia Cruz), e Respeitável Público (de Nathalie Alves) – todos produzidos por realizadoras e realizadores audiovisuais locais. “Difícil descrever nossa alegria e gratidão com tantos olhinhos brilhando e sorrindo por detrás das máscaras. Os comentários do público durante a sessão – ‘já treinei com Alberi’, ‘morei no Leningrado’, ‘tá vendo… homem também faz café da manhã pra mulher’, ‘estudei com a produtora de um desses curtas’ – reafirmam em nós a certeza de que o audiovisual potiguar é uma ferramenta potente que nos permite contar nossas próprias histórias e fortalecer os vínculos sociais”, comentou Umara Luiz, um dos idealizadores do projeto. O projeto agradeceu aos diretores (as) e produtores (as) que generosamente cederam as obras para exibição, além dos apoiadores do Kurta na Kombi pela...

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02/11/2020|

Nos próximos dias 11 e 12 será promovido o Seminário A Escrevivência de Conceição Evaristo com acesso livre para qualquer interessado. Basta clicar fazer sua inscrição clicando AQUI. O evento online marca o lançamento do livro “Escrevivência: a escrita de nós – reflexões sobre a obra de Conceição Evaristo”, que reúne textos e artigos de diversos estudiosos renomados sobre o conceito de Escrevivência da autora. Esta obra, organizada por Constância Lima Duarte e Isabella Rosado Nunes, apresenta olhares diversos sobre a Escrevivência de Conceição Evaristo. Seminário O seminário é uma iniciativa do Itaú Social em parceria com a MINA Comunicação e Arte que nasce a partir do Projeto Oficina de Autores – Memórias e Escrevivências de Conceição Evaristo, lançado em 2018 pelo Itaú Social. Busca ampliar o debate sobre o conceito de Escrevivência criado por Conceição Evaristo há 25 anos e marca o lançamento da publicação “Escrevivência – a escrita de nós – reflexões sobre a obra de Conceição Evaristo”. O evento reunirá especialistas, autoras e autores dos artigos que compõem a publicação para debater sobre a importância da Escrevivência para a cultura nacional nas dimensões da história, artes, educação e comunicação. Conceição Evaristo Conceição nasceu em uma comunidade da...

Potyx e sua Natal sonora, nativa e modernamente eletrônica

30/10/2020|

O que é que se faz quando você curte Devo, Kraftwerk, Prodigy, Faithless, Skrillex, Daft Punk e mais uma porção de referências eletrônicas, mas na rádio da sua cidade só toca forró, brega e axé? MISTURE TUDO! Album Calango Elétrico: uma Homenagem a música nativa de Natal https://open.spotify.com/album/2Nzw45Wn5ISHc1KXMVG4TE Em Natal Potyx frequentava os bailes e baladas como um típico nativo, o forró, o brega e o Samba – Reggae oriundo da África e difundido pela música Baiana dominavam as ondas de rádio da cidade, bem como as aparelhagens e bandas de baile da região, marcando assim seu DNA musical para sempre. Produtor e artista independente Sempre na busca pela diversidade musical, Potyx utiliza fusões e desconstruções sonoras combinadas com tecnologia e diversas linguagens da música eletrônica, buscando manter um diálogo intenso com suas raízes e com outros estilos contemporâneos como o Jazz, soul, rock e reggae. Engenheiro de som e multi-instrumentista, Potyx usa e abusa de beats, percussões, guitarras e Synths nas suas produções, Potyx acredita na miscigenação musical, combinando estilos e ideias para formar sua identidade. Trajetória Potyx, nasceu em Natal. Começou um pouco tarde na música, aos 15 anos de idade, quando seu pai lhe deu um teclado...

cine drive in entrada foto luana tayze

30/10/2020|

A experiência inédita do Cine Drive In Natal está chegando ao final. Neste sábado acontece a última temporada do projeto com a exibição da animação “Tito e Os Pássaros”, o campeão de bilheteria “Os embalos de Sábado à Noite” e o premiado brasileiro “Bacurau”. O projeto gratuito tem movimentado o estacionamento do Arena das Dunas com ótimas sessões e público numeroso. Até agora foram mais de 1200 carros e 19 produções exibidas para todos os públicos, com os 125 profissionais a postos proporcionando segurança, conforto e qualidade das exibições. As realizadoras estão felizes com o alcance do projeto. Para a produtora Keila Sena, o Cine drive-in Natal cumpriu seu papel de resgate cultural e certamente vai ficar guardado na memória afetiva das pessoas: “Quando criamos o projeto, ele veio com o objetivo de ser um respiro para as pessoas e ficar em suas memórias afetivas. E acho eu deu certo, estamos felizes!”, disse. Haylene Dantas disse que o Cine drive in Natal está superando todas as expectativas: “Por ser um formato completamente novo e funcional, vê-lo acontecer e o que ele provoca em quem vive essa experiência é indescritível, realmente é um respiro no meio desse caos para toda família....

Confira o novo videoclipe do Dusouto: Piscininha

30/10/2020|

Nome tradicional no cenário musical de Natal, o trio DuSouto celebra as suas origens no single e clipe “Piscininha”. Fazendo uma ponte com o dancehall da Jamaica e acrescentando seu tempero nordestino, a banda faz do vídeo uma leitura atualizada do espírito ao mesmo tempo reflexivo e bem humorado que traz em seu DNA desde o início. O clipe está disponível no canal de YouTube de DuSouto. Assista a “Piscininha” A faixa surgiu de um exercício narrativo, em que Paulo Souto se propôs escrever uma história em primeira pessoa, diferentemente dos “causos” narrados em terceira pessoa nas músicas do grupo – “Outro dia vi um cara tava reclamando…”, “Ele tá de volta pra babilônia, é lá que ele quer morar…”. Gabriel Souto compôs a base que remete ao dancehall e Gustavo Lamartine finalizou a letra. Videoclipe Já a concepção artística e a estética do videoclipe se deu com a formação da equipe, composta 80% por mulheres, amigas e profissionais da música e audiovisual. Larinha Dantas na direção geral, captação e finalização, Marina Mole na direção de arte, captação e identidade visual, Diego Marcel na captação de imagens e still, Mylena Sousa no still, Luísa Nascim no styling, Luci Braga na...

30/10/2020|

REDIVIVO Já nasci várias vezes Morri outras tantas. Meu primeiro nascimento Foi sozinho E triste. Tinha mais de cem anos. O peso da idade Acabrunhava o bebê. Ninguém entendia. Mas fui ficando mais jovem. Cada dia valia anos, A menos. A minha primeira morte foi também Sozinho. Porém de festa e alegria. Redivivo, Fui ganhando saúde e viço. A cada ano mais jovem fico. Hei de morrer Na floridade. (Junior Damasceno)

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29/10/2020|

Uma perita criminal se depara com a cena de um crime: três cabras foram assassinadas. “A Tragédia Mais Insignificante do Mundo”, do grupo natalense Teatro das Cabras, faz parte da programação gratuita do 9º Festival de Artes Cênicas de Bauru e será apresentada no dia 9 de novembro, às 20h, com transmissão ao vivo pelo canal do evento no YouTube (FACE Bauru). “Enquanto dramaturgia, A Tragédia Mais Insignificante do Mundo nasceu de um desejo pessoal de poder falar sobre feminicídio e masculinidade tóxica, de uma forma que os homens na sala pudessem assistir ao espetáculo sem levantar escudos de defesa, porque eu não estaria, abertamente, falando sobre homens que matam mulheres”, explica a atriz e dramaturga Fernanda Cunha. A obra é parte de sua pesquisa de mestrado sobre a elaboração das personagens femininas nas tragédias de William Shakespeare. Expandido esse campo, o processo de criação da encenação passa a englobar pesquisas sobre a violência e como esses comportamentos também são socialmente e culturalmente construídos. 9º Festival de Artes Cênicas de Bauru O 9º Festival de Artes Cênicas de Bauru terá 19 apresentações gratuitas de teatro, dança e performance. Grupos de seis estados brasileiros participam desta edição: Ceará, Goiás, Paraná, Rio...

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29/10/2020|

A Comissão Normativa do Programa Djalma Maranhão – a lei municipal de incentivo à cultura de Natal – analisou 23 novos projetos e publicou na edição de hoje do Diário Oficial o resultado. Foram 14 projetos com prazos prorrogados para captação, 8 projetos aprovados e um diligenciado. Chama a atenção alguns projetos consolidados com o o Som da Mata ainda penarem para captar patrocínio. Mesmo o Garajal, uma feira mais recente, mas de enorme sucesso. Por outro lado, o Ação Leitura, de Carlos Fialho, foi aprovado e esperamos a retomada do projeto. Confirma todos. Projetos com prazo para captação prorrogado por 6 meses Proponente: Fernando Augusto Castro da Silva Nome do Projeto: 6ª FESTA DO CAMARÃO Proponente: Juliana Ferreira de Melo Alencar Nome do Projeto: GARAJAL Proponente: Camila Pedrassoli Nome do Projeto: AÇÃO CAMOMILA CHÁ – PAZ E CULTURA TRANSFORMANDO A SOCIEDADE Proponente: Bob Produções e Eventos Ltda Nome do Projeto: NORTE SAMBA Proponente: Fernando Del Picchia Monteiro Amaral Nome do Projeto: PAPO DE FOGÃO Proponente: M F ENTRETENIMENTO E CONSULTORIA Nome do Projeto: 2° CONCURSO DE MÚSICA DE NATAL Proponente: M F ENTRETENIMENTO E CONSULTORIA Nome do Projeto: 1° CONCURSO DE REDAÇÃO DE NATAL Proponente: Casanova Bar Ltda. Nome...

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29/10/2020|

O Sesc RN divulgou a lista dos 40 projetos aprovados na segunda edição do projeto Poti-Cultural 2020. Cada um receberá R$ 1 mil, totalizando um investimento de quase R$ 100 mil nas duas edições. Esta segunda edição contemplou os segmentos de artes cênicas, audiovisual, música, literatura, arte educação, patrimônio cultural, ação formativa e arte visual. O formato ao vivo ou live será exclusivo para propostas no segmento “ação formativa”, em que o protagonista promoverá debate ou oficina, exigindo interação com o público. As exibições começam em novembro, quando encerra a primeira edição do Poti-Cultural, e seguem até fevereiro de 2021. Projetos selecionados no Poti-Cultural 2ª edição  

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