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Mostra Macambira abre inscrições para filmes que irão compor sua quarta edição

Redação

Estão abertas as inscrições para a Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero, iniciativa que visa difundir e promover diálogos sobre a produção audiovisual dirigida por realizadoras (cis, trans, travestis) e pessoas gênero-dissidentes. A quarta edição da Mostra acontece de 26 a 28 de junho na Casa da Ribeira, em Natal. A programação conta com a Mostra Nacional e a  Mostra Potiguar, com filmes que estão sendo realizados na contemporaneidade por perspectivas que historicamente foram subalternizadas e invisibilizadas no campo do cinema. As inscrições para a nova edição da Mostra seguem abertas até 11 de maio no site http://www.mostramacambira.com.br. Estão aptos para a inscrição curtas e médias-metragens brasileiros com duração máxima de 25 minutos, finalizados a partir de janeiro de 2024. Os filmes devem ser, obrigatoriamente, dirigidos ou codirigidos por mulhereridades (cis, trans, travestis) e pessoas dissidentes de gênero (homens trans, pessoas transmasculinas, não binárias, gênero fluido, agênero), sendo necessário o preenchimento da identidade de gênero da direção no campo correspondente do formulário de inscrição. A seleção dos filmes será realizada pela equipe de Curadoria da Mostra Macambira segundo critérios definidos pela linha curatorial que contempla as mais diversas subjetividades de mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, de modo a incorporar novas imagens ao campo do cinema. A 4ª edição da Mostra Macambira é produzida pela Salobra Filmes, Ebó Filmes e OXÊ Filmes. Este evento é realizado através do Edital de Fomento ao Audiovisual e Jogos Eletrônicos 10/2024, lançado pela Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. Sobre a Mostra Macambira A Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero é uma janela de exibição surgida no estado do Rio Grande do Norte (RN) em 2020. Tendo o marcador social de gênero como ponto de partida, o evento tem como objetivo difundir e debater, de maneira gratuita, obras audiovisuais brasileiras e potiguares dirigidas por mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, buscando contribuir com a fissura de um regime representacional que contemple a diversidade de olhares, a partir de uma perspectiva interseccional. InformaçõesInscrições: De 27/04 a 11/05Regulamento e ficha de inscrição: http://www.mostramacambira.com.brRedes sociais: @mostramacambira

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Patrícia Leal celebra Dia da Dança com poesia, música e fragrância no show Águas

Redação

Nesta quarta-feira (29), a artista, bailarina, cantora, poeta e perfumista Patrícia Leal realiza o Show ÁGUAS, celebrando o dia internacional da Dança no Mahalila Café e Livros, com um trabalho totalmente autoral a partir de seu EP Águas, mas também com músicas de seu Álbum anterior Continua…, além de canções inéditas. Acompanhada por grandes músicos, a formação conta com o saxofone de Anderson Pessoa, o piano de Eduardo Taufic e a percussão de Ramon Gabriel. Celebrando a Dança, o show é proposto com o melhor dos ritmos brasileiros com muito swing do samba, ijexá, côco, ciranda… deixando até nas letras o convite: “tira o sapato, vamos dançar onde for…” ÁGUAS é um trabalho que se iniciou no final da pandemia e reflete sobre as emoções, sentimentos vividos nesse período e na relação da autora com as águas internas, emocionais e com as águas externas, seja o Mar, sejam as cachoeiras, os rios. As coreocanções nascem da necessidade de reaproximação com o si, com a natureza, após um longo período de isolamento, da necessidade de compreender os próprios sentimentos e da compreensão que somos natureza. A artista realmente visitou locais de mar aberto em Natal, Pipa, São Miguel do Gostoso, como também cachoeiras em locais mais fechados e de floresta em Delfinópolis, Minas Gerais, que trouxeram o movimento necessário para as melodias, para a poesia e para as fragrâncias tão peculiares ao processo de criação da artista. Além do EP, a artista criou duas fragrâncias “Concha” e “Rainha”, que levam o nome de duas músicas do trabalho. A formação escolhida para o trabalho – sax, piano e percussão – permitiu um clima mais intimista, necessário para a performance das canções e contou com a colaboração de grandes artistas: Anderson Pessoa no saxofone, Eduardo Taufic no piano e Ramon Gabriel na percussão. O Show acontece em comemoração ao dia internacional da Dança e, por isso, convida também a Dançar com uma seleção de músicas que trazem muito samba, côco, ciranda, samba-jazz e uma pitada de blues. Show – Águas, de Patrícia Leal Quando: 29/04/26 Aonde: Mahalila Horário: 20h Contribuição artística

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Skarimbó lança “Dunares” e firma um novo momento de sua trajetória artística

Redação

Com sonoridade orgânica e construção visual integrada, o disco evidencia o amadurecimento do grupo após mais de dez anos de caminhada Depois de mais de uma década de trajetória, a banda Skarimbó chega a um novo momento com o lançamento de “Dunares”, disco que estreia hoje, 27 de abril, nas plataformas digitais. O trabalho firma um momento de consolidação artística do grupo e evidencia um estágio mais maduro de sua identidade musical, em que a força rítmica, a densidade poética e a organicidade da execução aparecem em equilíbrio raro. “Dunares” nasce como obra de percurso. Seu título não funciona apenas como referência paisagística ou geográfica, embora a presença das dunas, tão constitutiva da experiência de viver e se deslocar em Natal, seja decisiva para a imaginação do álbum. A imagem central aqui é a da travessia. A caminhada entre escassez e abundância, aridez e horizonte, esforço e chegada. É desse movimento, ao mesmo tempo físico e existencial, que o disco retira sua espinha dorsal. Nas palavras de Geraldo Gondim, cantor e compositor da banda, o álbum sintetiza uma reflexão antiga do Skarimbó sobre a condição humana e suas dualidades, entre altos e baixos da vida, escassez e abundância, chegadas e partidas, secura e mar. Parte importante das composições foi escrita num período em que o artista vivia em Tabatinga, território cercado por dunas, de onde veio não só a ambiência do disco, mas também a percepção mais nítida desse contraste entre dureza e promessa, entre o caminho difícil e o que se revela depois dele. Para o artista, lançar o disco também é celebrar a permanência e a reinvenção de um grupo que, ao longo de doze anos, vem sustentando sua chama criativa em meio aos desafios de produzir música autoral em Natal.  Essa dimensão simbólica encontra ressonância direta na arquitetura sonora do álbum. Segundo a produtora executiva Babi Baracho, “Dunares” representa uma virada de chave e marca uma consistente transição de amadurecimento musical e identidade do grupo. De um lado, o disco mantém o chão areado, o pulso telúrico e a energia percussiva fincada na terra e nas tradições. De outro, se abre para composições atravessadas por reflexão existencial, espiritualidade e densidade emocional. O resultado é uma obra que não se acomoda numa leitura única: ela pulsa entre o corpo e o pensamento, entre a celebração e a consciência, entre o rito coletivo e a elaboração íntima.  O processo de criação...

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Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

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Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

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Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

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Curta-metragem filmado em Caicó e com Quitéria Kelly no elenco, é exibido em Portugal e EUA

Redação

O curta-metragem Ressonância, que tem Soia Lira como protagonista e Quitéria Kelly no elenco, foi filmado em Caicó e teve sua estreia em agosto de 2025 na 36ª edição do Kinoforum – Festival Internacional de Curtas de São Paulo, tendo circulado por diversos festivais de cinema nacionais e internacionais. De 22 a 25 de abril, o filme é um dos poucos brasileiros no 9º Porto Femme (Portugal) e no 42º Festival de Cinema Latino de Chicago (EUA); e terá ainda exibição no 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, que acontece no berço da Paraíba. Escrito e dirigido pela norte-rio-grandense Anna Zêpa, inspirado por um sonho de sua avó caicoense, o filme é uma ficção e traz como personagem principal Margarida (Soia Lira). Ela passa por um conflito com o seu entorno familiar, que insiste que ela deve parar de trabalhar. Isso não faz parte dos seus planos e a narrativa nos apresenta uma mulher forte, decidida e que busca seus movimentos de vida, dando exemplos para sua neta. O curta nos traz ainda aspectos da geografia urbana da região e alguns costumes culinários. Com duração de 20 minutos, a obra também apresenta a atriz Amora Maux em sua primeira participação no audiovisual potiguar no papel de Ana, neta de Margarida, com quem tem uma relação de admiração e espelhamento. Sinopse: O desejo de autonomia ainda ressoa em Margarida e a ideia de ficar presa em uma rotina cotidiana a deixa sufocada. Duração: 20’. Classificação: Livre. Realizado pela Rabo de Olho Filmes em parceria com o Sesc RN, o filme tem a produção local, em Caicó, da Referência Comunicação. A Rabo de Olho Filmes (https://www.instagram.com/rabodeolhofilmes/) é uma produtora fundada em Natal pelos realizadores Anna Zêpa e Carlos Segundo, carregando assim as experiências e histórico de produções dos dois artistas. Cronograma das Exibições 22/04/26 – 9º Porto Femme, no Batalha Centro de Cinema https://portofemme.com/batalha-centro-de-cinema-2026-4896 24 e 25/04/26 – 42º Festival de Cinema Latino de Chicago, Landmark’s Century Centre Cinemahttps://chicagolatinofilmfestival.org/  25/04/26 – 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, ao ar livre na Praça Iniguaçu https://www.instagram.com/copaobafestcine Festivais e Premiações Anteriores – 36º Festival Internacional de Curtas de São Paulo – Kinoforum  – 17º San Francisco Latino Film Festival  – 12ª Mostra de Cinema de Gostoso – Prêmio DOT de Finalização – 20º Comunicurtas – 3º Festival de Cinema de São Bernardo do Campo – 2º Curta...

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Bardallo’s celebra 21 anos de resistência e arte no Centro Histórico

Redação

O Bardallo’s Comida & Arte celebra 21 anos de resistência e arte em uma programação especial com exposição coletiva e muita música. A programação começa no dia 23 de abril e segue até o dia 25. Toda a programação é gratuita.  Localizado na rua Gonçalves Lêdo, na Cidade Alta, o espaço integra o perímetro cultural do Beco da Lama. O Bardallo’s foi criado pelo empreendedor e carnavalesco Lula Belmont com o objetivo de ser um reduto das artes. “A necessidade de criar o bar veio através do meu envolvimento com a arte e com a cultura. A ideia era ter um espaço que abraçasse a música, as artes plásticas, a literatura e outras expressões artísticas e chegar aos 21 anos de história é uma alegria muito grande, principalmente pela pluralidade da programação e do público que frequenta”, declara Lula Belmont. A festa intitulada “Badalar”, uma chamada para despertar os sentidos e inicia nesta quinta-feira (23) com uma Vernissage a partir das 19h reunindo o talento de 15 artistas do RN. Participam: Bia Rocha, Capivart, Cíntia de Andrade, Cristal Moura, Cristian Miranda, Damião Paz Pixoré, Erre, Fábio Eduardo, Olympia Bulhões, Paulo Nobrega, Pincelada Nômade, Régio Potiguar, Rita Machado, Vanessa Mendes e Vendaval. A noite encerra com discotecagem do DJ Samir com set que costuma transitar muito bem entre brasilidades. Na sexta-feira (24), a festa continua a partir das 20h com Mont Samba e Choro, trazendo a elegância e a força do samba, celebrando os clássicos com aquela interpretação visceral.  No sábado (25) é dia de celebrar a música potiguar com a banda DuSouto, que mistura ritmos eletrônicos como drum’n’bass e dub com influências brasileiras e nordestina. A noite conta ainda com discotecagem de DJ Samir, DJ Carlota e DJ Ilton.  Apoio Cultural: Fundação José Augusto, Prefeitura do Natal, Secretaria de Cultura do Rio Grande do Norte e Governo do Rio Grande do Norte. Mais informações através do perfil no Instagram: @bardallosnatal. BARDALLO’S 21 ANOS De 23 a 25 de abril  Acesso gratuito Bardallo’s Comida & Arte – R. Gonçalves Lêdo, 678 – Cidade Alta

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Quando-a-vida-acontece

01/12/2020|

Pode causar uma sensação bem diferente assistir ao Quando a Vida Acontece. Isso porque o filme austríaco tem uma forma muito europeia de ser, ou melhor: muito austríaca. Ao mesmo tempo em que, aparentemente, pouco ou nada acontece de fato, existe um universo de pequenas possibilidades na condução da diretora Ulrike Kofler (estreante em longas-metragens). Cada olhar e cada gesto estão carregados de intenções. Nesse sentido, o cinema de um dos maiores cineastas vivos da Áustria, Michael Haneke, pode parecer uma referência. Por outro lado, essa intenção hanekiana pode ser uma pedra no sapato, visto que, talvez, o filme precise de uma boa dose de paciência do público para que possa ser apreciado por inteiro. Atenção! Esta crítica contém spoilers sobre o filme! A dualidade da grama mais verde Existe, pouco a pouco, uma exposição de uma relação que tende a se desintegrar com o tempo. Alice (Lavinia Wilson) e Niklas (Elyas M’Barek) formam um casal cansado da luta para ter um filho e que, sem querer, acaba conhecendo vizinhos de férias supostamente perfeitos. A partir de então, as conversas, que passam a ser cada vez mais diretas, acompanham a intensidade das ações, estas que dão a impressão de criarem...

01/12/2020|

A ARTE DE AMAR O céu, uma tela gris, Onde eu contemplo o Olho do Tempo Como se fosse um giz Transformando no momento Stratus em cumulonimbus. Dali surgem figuras bizarras, oníricas Miró, Chirico, Gala, Que a, Persistência da Memória e o Sono deixaram-me confuso, Mas juro que vi Dali O Grande Masturbador e o Relógio Fundido. No momento mágico, indefinido. Aparece no meu caminho o Cubismo e seu realismo Olho para o céu, Nos últimos goles de uma taça de vinho E pego meu pincel. Esfera, cilindro e cone. Vindo não sei de onde O minimalismo de uma mulher Pode ser sombra e luz: gelo e fogo Impressionismo meu? A figura não tem contorno nítido. A imagem não tem visual definido. Expressionismo meu? Quero polinizar tua flor, quero ser teu beija-flor. (Marcos Antonio Campos)

Elohá-dos-Reis-Pinto

30/11/2020|

Um romance de fantasia com temática ecológica e uma trama interplanetária trazem uma bela mensagem de esperança em tempos difíceis. Novo filme de James Cameron? Não, este é o enredo do livro “Planeta Aquatrópico”, a estreia literária da autora Elohá dos Reis Pinto, gaúcha radicada em Natal. A obra é uma publicação da Escribas Editora em lançamento nesta quarta-feira, dia 2 de dezembro, na parte externa da Bocaditos Confeitaria Artesanal de Ponta Negra, das 17h30 às 19h30. SOBRE O LIVRO A ideia do livro surgiu quando a escritora, Elohá dos Reis Pinto, em 1995 teve inspiração, através dos muitos livros e autores que leu, a colocar no papel a sua imaginação e criatividade. Então, a partir da sua crença na existência de outros planetas e outros seres, escreveu a próprio punho o seu romance Planeta Aquatrópico. Ela, uma leitora apaixonada, queria sentir na pele a inexplicável sensação de um dia poder ver o seu livro publicado, e isso veio acontecer 25 anos depois, quando em um dos seus momentos de reflexão durante o período de quarenta, resolveu desencaixotar seus alfarrábios (maneira como ela chama os seus escritos) e realizar o seu antigo sonho. Sua filha Paula Reis, a primeira incentivadora...

wagner-willian-silvestre

30/11/2020|

O Prêmio Jabuti é das referências máximas no campo literário. Há três anos passou a premiar, também, escritores de histórias de quadrinhos. Essa inclusão se deu por insistência do potiguar Wagner Willian, radicado em São Paulo há umas décadas. Semana passada o Jabuti divulgou os premiados e Wagner Willian recebeu o primeiríssimo lugar na categoria História em Quadrinhos pelo novo trabalho intitulado Silvestre, lançado pela DarkSide Books. Isso poucas horas depois de ser anunciado vencedor na categoria Melhor Colorista do Troféu HQMix 2020, outra premiação respeitada no meio da HQ. Esse é o segundo Jabuti de Willian, que saiu vitorioso na categoria Ilustração há cinco anos. Em 2020, o quadrinista competia com nomes como Orlandeli, Clarice Hoffman, Yuri Andrey e Marcelo Costa Wagner Willian Wagner Willian, 42, é também pintor, desenhista e escultor, com formação em propaganda e marketing. Vive há uns 30 anos em São Paulo onde já realizou exposições de arte. Tem também um livro intitulado Lobisomem Sem Barba, lançado em 2014 pela Balão Editorial. Este livro chegou à segunda colocação do Prêmio Jabuti como Melhor Ilustração. Já como quadrinista, o primeiro trabalho, Bulldogma (2016) também foi destacado no Jabuti como uma das dez finalistas na categoria HQ....

Alice-carvalho

30/11/2020|

Agô, série documental da atriz, roteirista e dramaturga potiguar Alice Carvalho, foi premiado no Rio WebFest – maior festival de webséries do mundo – como a Melhor Ideia de 2020. A série está em fase de desenvolvimento em parceria com a Caboré Audiovisual. Agô é uma série documental de viagem que vai seguir a rota da ancestralidade e das raízes da atriz. “Agô”, que vem do Yorubá e significa “pedir licença”, se encaixa perfeitamente com a premissa dessa série, porque expressa pedido de licença, desejo de dar passagem, de dar espaço para o que transita. Nessa busca por passagem, a premissa de AGÔ, nasce de perguntas: De onde nós viemos? Quais são nossas raízes? O que nos liga a nossa ancestralidade? Roadsérie Os 6 episódios em formato de roadserie dessa 1ª temporada trazem em seu escopo o encontro de personagens reais com sua cultura e seu povo originário. A série apresenta a trajetória de uma mulher negra e nordestina em busca da sua linhagem ancestral ao redor do mundo, partindo do nordeste brasileiro rumo a Europa colonizadora e encontrando desfecho na África. Tudo isso sob a perspectiva de uma equipe técnica enxuta de profissionais igualmente nordestinos e não-brancos, formada pelos...

coletivo maloqueria

30/11/2020|

Os rappers potiguares que formam o Coletivo Maloqueria e o rapper cearense Andrézão GDS lançaram um projeto de financiamento coletivo para viabilizar um curta-metragem dividido entre um teaser de abertura e making off completo. O filme integra a série Nordeste é o Topo, será dirigido por Michelle Rolim e conta ainda com extras de sessões de freestyle antes das gravações do clipe e também um registro do after, culminando com o lançamento do clipe e a música original de Nordeste é o Topo 6. Será também o primeiro trabalho lançado pelo coletivo Maloqueria Nordeste em resolução 4k, exclusivo no canal no YouTube do coletivo. Os artistas envolvidos, são o cearense Andrézão GDS, e os potiguares Mano Amaro, Mano Jonas, Tom Mosaico & D Roger e ainda participações de AK2, Peruca e Mano Tom. As locações de filmagem serão na saudosa maloca da Vila de Ponta Negra. Quebrada sagrada e berço de alguns dos maiores rimadores do Rio Grande do Norte. A campanha tem como objetivo custear a finalização do clipe acelerando o processo de produção, que depende desse dinheiro pra pagar os profissionais envolvidos na produção musical, gravação, mixagem, masterização, filmagem e edição do material. Produção Musical: R$ 200,00* –...

pedro-rhuas-left-behind

30/11/2020|

Um planeta abandonado que precisa ser salvo por aqueles deixados para trás. É assim que o cantor, escritor e compositor poticearense Pedro Rhuas define a narrativa de seu novo single, o retrô “Left Behind”. Estreando nas plataformas digitais, a parceria com o produtor pernambucano DogMan marca a primeira aventura de Rhuas também em inglês. A faixa surgiu como parte de uma experimentação entre os dois artistas. Com beat, letra e vocais todos feitos em apenas uma noite no início de novembro, a ideia era ver o que conseguiam criar a partir de um prazo limitado. “Produzir é um processo que demanda bastante atenção aos detalhes. Muitas músicas demoram meses, algumas anos, para serem lançadas. Com ‘Left Behind’ queríamos fazer o inverso e nos colocar numa posição de desafio, até testando a qualidade do nosso trabalho. E tudo fluiu de modo incrível e os conceitos surgiram espontaneamente”, conta Rhuas. O resultado foi um synthwave com elementos do low trance, numa experiência sonora que soa ao mesmo tempo futurista, oitentista e espacial. “Utilizamos sintetizadores triangulares para criar uma atmosfera melódica e nostálgica, como uma viagem pelo universo. Na ponte, preenchemos a voz de Vocoder para criar mais textura e trazer um ar...

30/11/2020|

CARTA PARA ELIZABETH BISHOP Há fantasmas, sim, cercando a casa e bichos mortos e cães furiosos Mas há também bons espíritos aterrando o medo e o desejo louco de viver feliz numa cidade noturna acesa contra tudo (Iracema Macedo)

Concurso musical premiará melhor declaração a Mossoró

27/11/2020|

Estão abertas inscrições para um concurso que premiará a mais bela declaração musical de amor a Mossoró. O evento será viabilizado mediante recursos da Lei Federal Aldir Blanc, gerido pela atual gestão municipal de cultura da cidade. As inscrições abriam hoje e permanecem até 7 de dezembro próximo. Os compositores deverão apresentar sua produção autoral por e_mail (de**********************@***il.com) anexando texto escrito e  áudio gravado em mp3 com arranjo ou voz e violão. Os textos recebidos serão avaliados por uma Comissão Técnica e os três melhores avaliados se apresentarão na Praça da Catedral em 11 de dezembro para a segunda etapa do Concurso. Nesta segunda etapa, uma Comissão Julgadora classificará o 1°, o 2° e  o 3° lugares entre os concorrentes, que se apresentarão ao público, defendendo sua declaração de amor por Mossoró, acompanhados por uma Banda local e farão jus aos seguintes prêmios: 1° lugar: R$ 3.000,00 + Gravação do áudio da composição vencedora em estúdio + vídeo clipe musical) 2° lugar R$ 2.000 3° lugar R$ 1.000 Mais informações pelo telefone 84996562525. A organização do Concurso está a cargo da Status Eventos e Produções.

Funcarte pagou 155 Espaços Culturais e prazo acaba hoje

27/11/2020|

A Secretaria de Cultura de Natal (Secult-Funcarte), esclarece que até o momento efetuou o pagamento de 155 Espaços Culturais dos 201 habilitados a receberem a primeira parcela da Lei Emergencial Aldir Blanc. Hoje (27), vence o prazo para que os 46 proponentes que não receberam essa primeira parcela por pendências documentais, procurem a Secult-Funcarte para regularizar pendências documentais legais. Passados quatro meses desde o lançamento do processo de seleção, alguns espaços culturais ainda não entregaram a documentação necessária para a formulação do processo administrativo e consequente recebimento dos recursos. Segundo a Funcarte, a equipe técnica do órgão, “que tem se desdobrado no atendimento ao segmento”, entrou em contato diversas vezes com os proponentes, não obtendo êxito em alguns contatos. A Funcarte publicou no dia 30 de julho de 2020 o edital simplificado para que os Espaços Culturais interessados em receber o subsídio mensal se inscrevessem. Diante do cenário de Pandemia da Covid-19 e da situação emergencial, o preenchimento da inscrição e envio de documentos foi totalmente digital e desburocratizado. “Considerando a exiguidade do prazo de destinação das verbas advindas da Lei Federal Aldir Blanc e objetivando que esses recursos consigam chegar às mãos dos trabalhadores da Cultura, não há outra...

10-anos-de-flipaut

27/11/2020|

O flipAut! – festival literário alternativo de Pipa – comemorou em 2019 dez anos de existência, colecionando dez edições consecutivas, desde 2010. Nos últimos quatro anos, firmamos a data de realização do evento no começo do mês de dezembro, assim como tinha sido também já em 2013. Neste ano de 2020, quando a pandemia chegou ao Brasil, embora não tivéssemos alguma certeza, nos reservamos no calendário cultural de Tibau do Sul uma data no período habitual, quer dizer da quinta-feira 3 ao domingo 6 de dezembro. Isso na esperança otimista que a pandemia fosse durar menos de quanto, de fato, está durando. Com o passar dos meses, ficou decretada claramente a proibição de realizar na praça pública eventos culturais que possam gerar aglomeração e eventualmente o contágio. O coletivo de produção cultural do flipAut! se reuniu virtualmente mais de uma vez. Examinamos a possibilidade de realizar um evento “híbrido” e até um “adaptado”, planejado e produzido em poucas semanas para dar tempo ao tempo e ver uma melhora na situação geral. Desde o começo, ficou bem claro para todos nós que a realização do festival literário estaria diretamente condicionada à execução da feira de livros na Praça do Pescador; a...

umarizal

27/11/2020|

O Texto abaixo é deste editor, publicado em 2006 na edição nº 16 da saudosa Revista Preá. Após 14 anos minhas recordações são poucas, mas lembro de uma cidade urbanisticamente organizada como poucas que conheci à época. Ruas largas, quarteirões simétricos e uma tranquilidade noturna atípica mesmo para uma cidade interiorana. A figura de Felipe Gomes é outra lembrança gostosa. Sujeito brabo, típico cabra macho de interior. Seu relato das lembranças de Lampião, frequentador assíduo em sua fazenda em Pernambuco, como herói que a criançada se inspirava, além dos elogios encabulados à beleza de Maria Bonita, perto de sua esposa, pagaram a viagem. Umarizal me vêm à lembrança de forma simpática. De receptividade sertaneja farta por onde visitávamos, da mega fábrica Vicunha, da tranquilidade apesar do jeito aparentemente ríspido dos moradores. Mas tudo são recordações. Mais abaixo, um pouco da história e de outras impressões mais vivas, de 14 anos atrás. Umarizal: efervescência e diversidade cultural Umarizal, a 405 km de Natal, ainda é uma jovem cidade. Há exatos 62 anos, em 27 de novembro, se desmembrava de Martins para ganhar o status de novo município potiguar. Muitos moradores, sobretudo os mais antigos, deixaram sítios e fazenda de criar e de...

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