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Uma vida sem Covid

No jornal Folha de S. Paulo, uma matéria prendeu minha atenção, a começar pelo título: “Uma vida sem Covid”. Assinada pela jornalista Luísa Pécora, a recente produção se refere a

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O que há nas escrituras negras?

A coletânea “Escrituras Negras II_ As Marcas” é organizada pela escritora Jeovânia P., e traz consigo um recorte de gênero e etnia. Visto que o projeto é todo voltado para

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Tugúrio das hesitações

Venho recebendo cartas anônimas desde os primeiros meses do apocalipse. “O feliz imaginário – feliz em todo cenário menos aqui e agora. No bundalelê do impermanente o requisito da felicidade

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Mostra Macambira abre inscrições para filmes que irão compor sua quarta edição

Redação

Estão abertas as inscrições para a Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero, iniciativa que visa difundir e promover diálogos sobre a produção audiovisual dirigida por realizadoras (cis, trans, travestis) e pessoas gênero-dissidentes. A quarta edição da Mostra acontece de 26 a 28 de junho na Casa da Ribeira, em Natal. A programação conta com a Mostra Nacional e a  Mostra Potiguar, com filmes que estão sendo realizados na contemporaneidade por perspectivas que historicamente foram subalternizadas e invisibilizadas no campo do cinema. As inscrições para a nova edição da Mostra seguem abertas até 11 de maio no site http://www.mostramacambira.com.br. Estão aptos para a inscrição curtas e médias-metragens brasileiros com duração máxima de 25 minutos, finalizados a partir de janeiro de 2024. Os filmes devem ser, obrigatoriamente, dirigidos ou codirigidos por mulhereridades (cis, trans, travestis) e pessoas dissidentes de gênero (homens trans, pessoas transmasculinas, não binárias, gênero fluido, agênero), sendo necessário o preenchimento da identidade de gênero da direção no campo correspondente do formulário de inscrição. A seleção dos filmes será realizada pela equipe de Curadoria da Mostra Macambira segundo critérios definidos pela linha curatorial que contempla as mais diversas subjetividades de mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, de modo a incorporar novas imagens ao campo do cinema. A 4ª edição da Mostra Macambira é produzida pela Salobra Filmes, Ebó Filmes e OXÊ Filmes. Este evento é realizado através do Edital de Fomento ao Audiovisual e Jogos Eletrônicos 10/2024, lançado pela Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. Sobre a Mostra Macambira A Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero é uma janela de exibição surgida no estado do Rio Grande do Norte (RN) em 2020. Tendo o marcador social de gênero como ponto de partida, o evento tem como objetivo difundir e debater, de maneira gratuita, obras audiovisuais brasileiras e potiguares dirigidas por mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, buscando contribuir com a fissura de um regime representacional que contemple a diversidade de olhares, a partir de uma perspectiva interseccional. InformaçõesInscrições: De 27/04 a 11/05Regulamento e ficha de inscrição: http://www.mostramacambira.com.brRedes sociais: @mostramacambira

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Patrícia Leal celebra Dia da Dança com poesia, música e fragrância no show Águas

Redação

Nesta quarta-feira (29), a artista, bailarina, cantora, poeta e perfumista Patrícia Leal realiza o Show ÁGUAS, celebrando o dia internacional da Dança no Mahalila Café e Livros, com um trabalho totalmente autoral a partir de seu EP Águas, mas também com músicas de seu Álbum anterior Continua…, além de canções inéditas. Acompanhada por grandes músicos, a formação conta com o saxofone de Anderson Pessoa, o piano de Eduardo Taufic e a percussão de Ramon Gabriel. Celebrando a Dança, o show é proposto com o melhor dos ritmos brasileiros com muito swing do samba, ijexá, côco, ciranda… deixando até nas letras o convite: “tira o sapato, vamos dançar onde for…” ÁGUAS é um trabalho que se iniciou no final da pandemia e reflete sobre as emoções, sentimentos vividos nesse período e na relação da autora com as águas internas, emocionais e com as águas externas, seja o Mar, sejam as cachoeiras, os rios. As coreocanções nascem da necessidade de reaproximação com o si, com a natureza, após um longo período de isolamento, da necessidade de compreender os próprios sentimentos e da compreensão que somos natureza. A artista realmente visitou locais de mar aberto em Natal, Pipa, São Miguel do Gostoso, como também cachoeiras em locais mais fechados e de floresta em Delfinópolis, Minas Gerais, que trouxeram o movimento necessário para as melodias, para a poesia e para as fragrâncias tão peculiares ao processo de criação da artista. Além do EP, a artista criou duas fragrâncias “Concha” e “Rainha”, que levam o nome de duas músicas do trabalho. A formação escolhida para o trabalho – sax, piano e percussão – permitiu um clima mais intimista, necessário para a performance das canções e contou com a colaboração de grandes artistas: Anderson Pessoa no saxofone, Eduardo Taufic no piano e Ramon Gabriel na percussão. O Show acontece em comemoração ao dia internacional da Dança e, por isso, convida também a Dançar com uma seleção de músicas que trazem muito samba, côco, ciranda, samba-jazz e uma pitada de blues. Show – Águas, de Patrícia Leal Quando: 29/04/26 Aonde: Mahalila Horário: 20h Contribuição artística

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Skarimbó lança “Dunares” e firma um novo momento de sua trajetória artística

Redação

Com sonoridade orgânica e construção visual integrada, o disco evidencia o amadurecimento do grupo após mais de dez anos de caminhada Depois de mais de uma década de trajetória, a banda Skarimbó chega a um novo momento com o lançamento de “Dunares”, disco que estreia hoje, 27 de abril, nas plataformas digitais. O trabalho firma um momento de consolidação artística do grupo e evidencia um estágio mais maduro de sua identidade musical, em que a força rítmica, a densidade poética e a organicidade da execução aparecem em equilíbrio raro. “Dunares” nasce como obra de percurso. Seu título não funciona apenas como referência paisagística ou geográfica, embora a presença das dunas, tão constitutiva da experiência de viver e se deslocar em Natal, seja decisiva para a imaginação do álbum. A imagem central aqui é a da travessia. A caminhada entre escassez e abundância, aridez e horizonte, esforço e chegada. É desse movimento, ao mesmo tempo físico e existencial, que o disco retira sua espinha dorsal. Nas palavras de Geraldo Gondim, cantor e compositor da banda, o álbum sintetiza uma reflexão antiga do Skarimbó sobre a condição humana e suas dualidades, entre altos e baixos da vida, escassez e abundância, chegadas e partidas, secura e mar. Parte importante das composições foi escrita num período em que o artista vivia em Tabatinga, território cercado por dunas, de onde veio não só a ambiência do disco, mas também a percepção mais nítida desse contraste entre dureza e promessa, entre o caminho difícil e o que se revela depois dele. Para o artista, lançar o disco também é celebrar a permanência e a reinvenção de um grupo que, ao longo de doze anos, vem sustentando sua chama criativa em meio aos desafios de produzir música autoral em Natal.  Essa dimensão simbólica encontra ressonância direta na arquitetura sonora do álbum. Segundo a produtora executiva Babi Baracho, “Dunares” representa uma virada de chave e marca uma consistente transição de amadurecimento musical e identidade do grupo. De um lado, o disco mantém o chão areado, o pulso telúrico e a energia percussiva fincada na terra e nas tradições. De outro, se abre para composições atravessadas por reflexão existencial, espiritualidade e densidade emocional. O resultado é uma obra que não se acomoda numa leitura única: ela pulsa entre o corpo e o pensamento, entre a celebração e a consciência, entre o rito coletivo e a elaboração íntima.  O processo de criação...

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Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

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Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

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Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

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Curta-metragem filmado em Caicó e com Quitéria Kelly no elenco, é exibido em Portugal e EUA

Redação

O curta-metragem Ressonância, que tem Soia Lira como protagonista e Quitéria Kelly no elenco, foi filmado em Caicó e teve sua estreia em agosto de 2025 na 36ª edição do Kinoforum – Festival Internacional de Curtas de São Paulo, tendo circulado por diversos festivais de cinema nacionais e internacionais. De 22 a 25 de abril, o filme é um dos poucos brasileiros no 9º Porto Femme (Portugal) e no 42º Festival de Cinema Latino de Chicago (EUA); e terá ainda exibição no 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, que acontece no berço da Paraíba. Escrito e dirigido pela norte-rio-grandense Anna Zêpa, inspirado por um sonho de sua avó caicoense, o filme é uma ficção e traz como personagem principal Margarida (Soia Lira). Ela passa por um conflito com o seu entorno familiar, que insiste que ela deve parar de trabalhar. Isso não faz parte dos seus planos e a narrativa nos apresenta uma mulher forte, decidida e que busca seus movimentos de vida, dando exemplos para sua neta. O curta nos traz ainda aspectos da geografia urbana da região e alguns costumes culinários. Com duração de 20 minutos, a obra também apresenta a atriz Amora Maux em sua primeira participação no audiovisual potiguar no papel de Ana, neta de Margarida, com quem tem uma relação de admiração e espelhamento. Sinopse: O desejo de autonomia ainda ressoa em Margarida e a ideia de ficar presa em uma rotina cotidiana a deixa sufocada. Duração: 20’. Classificação: Livre. Realizado pela Rabo de Olho Filmes em parceria com o Sesc RN, o filme tem a produção local, em Caicó, da Referência Comunicação. A Rabo de Olho Filmes (https://www.instagram.com/rabodeolhofilmes/) é uma produtora fundada em Natal pelos realizadores Anna Zêpa e Carlos Segundo, carregando assim as experiências e histórico de produções dos dois artistas. Cronograma das Exibições 22/04/26 – 9º Porto Femme, no Batalha Centro de Cinema https://portofemme.com/batalha-centro-de-cinema-2026-4896 24 e 25/04/26 – 42º Festival de Cinema Latino de Chicago, Landmark’s Century Centre Cinemahttps://chicagolatinofilmfestival.org/  25/04/26 – 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, ao ar livre na Praça Iniguaçu https://www.instagram.com/copaobafestcine Festivais e Premiações Anteriores – 36º Festival Internacional de Curtas de São Paulo – Kinoforum  – 17º San Francisco Latino Film Festival  – 12ª Mostra de Cinema de Gostoso – Prêmio DOT de Finalização – 20º Comunicurtas – 3º Festival de Cinema de São Bernardo do Campo – 2º Curta...

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Bardallo’s celebra 21 anos de resistência e arte no Centro Histórico

Redação

O Bardallo’s Comida & Arte celebra 21 anos de resistência e arte em uma programação especial com exposição coletiva e muita música. A programação começa no dia 23 de abril e segue até o dia 25. Toda a programação é gratuita.  Localizado na rua Gonçalves Lêdo, na Cidade Alta, o espaço integra o perímetro cultural do Beco da Lama. O Bardallo’s foi criado pelo empreendedor e carnavalesco Lula Belmont com o objetivo de ser um reduto das artes. “A necessidade de criar o bar veio através do meu envolvimento com a arte e com a cultura. A ideia era ter um espaço que abraçasse a música, as artes plásticas, a literatura e outras expressões artísticas e chegar aos 21 anos de história é uma alegria muito grande, principalmente pela pluralidade da programação e do público que frequenta”, declara Lula Belmont. A festa intitulada “Badalar”, uma chamada para despertar os sentidos e inicia nesta quinta-feira (23) com uma Vernissage a partir das 19h reunindo o talento de 15 artistas do RN. Participam: Bia Rocha, Capivart, Cíntia de Andrade, Cristal Moura, Cristian Miranda, Damião Paz Pixoré, Erre, Fábio Eduardo, Olympia Bulhões, Paulo Nobrega, Pincelada Nômade, Régio Potiguar, Rita Machado, Vanessa Mendes e Vendaval. A noite encerra com discotecagem do DJ Samir com set que costuma transitar muito bem entre brasilidades. Na sexta-feira (24), a festa continua a partir das 20h com Mont Samba e Choro, trazendo a elegância e a força do samba, celebrando os clássicos com aquela interpretação visceral.  No sábado (25) é dia de celebrar a música potiguar com a banda DuSouto, que mistura ritmos eletrônicos como drum’n’bass e dub com influências brasileiras e nordestina. A noite conta ainda com discotecagem de DJ Samir, DJ Carlota e DJ Ilton.  Apoio Cultural: Fundação José Augusto, Prefeitura do Natal, Secretaria de Cultura do Rio Grande do Norte e Governo do Rio Grande do Norte. Mais informações através do perfil no Instagram: @bardallosnatal. BARDALLO’S 21 ANOS De 23 a 25 de abril  Acesso gratuito Bardallo’s Comida & Arte – R. Gonçalves Lêdo, 678 – Cidade Alta

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Carol-Queiroz

03/12/2020|

O projeto “E agora, Produção?” surgiu da ideia da produtora Carol Queiroz, da Caruru Produções, de compartilhar conhecimento e experiências sobre produção cultural. A primeira fase do projeto aconteceu em formato de podcast com a temática da produção de conteúdo online, dado o contexto de pandemia que estamos passando e a alta necessidade de não só artistas independentes, mas o público em geral e das empresas, estarem mais presentes no meio digital. Na primeira temporada de podcasts foram ao ar quatro episódios nos quais a produtora cultural Carol conversou com a cantora e compositora Dani Cruz (@danicruzcanta), com quem trabalha há cinco anos, sobre: Produção de conteúdo e planejamentos, Saúde mental e Slow Content, Criatividade e referências e Produção online e offline, sempre compartilhando experiências pelas quais já passaram ao longo do tempo em que trabalham juntas. Os episódios estão disponíveis no link AQUI. Produção de conteúdo Buscando trazer o assunto da produção de conteúdo de uma maneira mais próxima às pessoas, a Caruru Produções dá mais um passo: o “E agora, Produção?: Na Prática” é uma oficina dividida em quatro vídeos gravados, com duração média de oito minutos, cada, voltados à produção de conteúdo com mais qualidade, utilizando apenas...

03/12/2020|

SAGRAÇÃO DO VERÃO De repente a mulher desabrochou nua saindo do mar, pois a água não a vestia, antes a desnudava, fazendo a sua nudez mais nua à dura luz que afia seu gume no sol da manhã que inaugura o verão. Dezembro só luz reverbera em seu corpo, doura-lhe as coxas, fulgura nas ancas, no dorso ondulado de fera. Fera que guarda no ventre uma colmeia com a flor em brasa do sexo que ateia fogo ao meu desejo e tanto me consome a vulva, gruta, rosa de pêlos – que nome tenha – que desfaleço como se em sangue me esvaísse morrendo de amor. Exangue. (Luís Carlos Guimarães)

Debinha: 60 anos de samba no pé e na voz

02/12/2020|

O samba de raiz tem origem afrobaiana de tempero carioca. Mas tudo que é grandioso e tem talento e respaldo nos campos da simplicidade, deságua nas Rocas, no Beco da Lama… Foi assim com Debinha, nascido Carlos Antônio Ramos, em 1960. O compositor do samba-enredo campeão de tantos carnavais de Natal conta 60 anos de vida. E se viver é interagir. E se Debinha nasceu e cresceu nas Rocas, são 60 anos de samba – gênero musical mais autêntico do Brasil e trilha sonora da gente simples deste bairro natalense. O apelido Debinha vem desde os 7 anos. Na década de 60, as Rocas era também berço do futebol local. E o perfil físico do moleque “roquense” futebolista logo foi associado ao meia-esquerda do ABC, Debinha. E logo o alvinegro se tornou paixão na vida de Debinha. Tentou carreira no futebol. Chegou a jogar nos juniores do América. A troca dos times do coração, explica, foi levada pelo profissionalismo, pela oportunidade do momento. Mais tarde, o mesmo aconteceria com as agremiações carnavalescas. Ingresso no samba O ingresso oficial e precoce no samba foi aos 15 anos. Na Rua 3 de Outubro, onde passou a morar, ainda nas Rocas, se reunia...

10 dimensões

02/12/2020|

O Projeto 10 Dimensões completa dez anos de existência em 2020 como iniciativa irradiadora ao desenvolvimento artístico contemporâneo na área de Arte e tecnologia na região Nordeste e especificamente no Rio Grande do Norte. Assim, propôs oferecer um balanço de sua produção artística no período, remontando e atualizando as obras realizadas para a exposição 10 Dimensões – 10 Anos, realizada de forma remota dada a situação da pandemia no site www.10dimensoes.com . As obras apresentadas são: -As águas, o mar e o oceano, 2013/14; -Ventos uivantes, 2015/16; -Paredão eletrônico, 2017/18; -Orquestra de pássaros, 2018; -HolosCi(u)dad(e), 2018; -Flauta mágica, 2019/2020; -Baile de robôs, 2019/2020 com vídeos documentais. Quatro obras contam com versão interativa a partir do site/exposição acessíveis via celulares e/ou computadores. Para o artista, pesquisador e coordenador do Media/Lab Brasil, Cleomar Rocha, este evento/exposição telemático recupera a tradição de inventividade potiguar na área de Arte e tecnologia, já que o Rio Grande do Norte é o local de nascimento do artista pioneiro no Brasil neste campo, Abraham Palatnik, objetivando atrair o publico para a universidade, como um centro de produção e divulgação de cultura. O evento é apoiado pelo NAC/Núcleo de Arte e cultura da UFRN, PROEX/Pró-Reitoria de Extensão da...

black-fraude-cervejeiro

02/12/2020|

Quem nunca caiu num Black fraude que atire a primeira pedra! Será que seremos para sempre reféns de promoções mequetrefes ou do Celso Mussolini (Russomano) para fazer valer nossos direitos de consumidor? Triste constatar que Black Friday é algo que não existe, tal como Papai Noel ou paulistano que não adora um Tucanistão. Friday ou Fraude? Brasileiro é um espécime engraçado mesmo, sofre de uma síndrome de vira-lata e adora importar coisas, seja capinha de celular da China pelo AliExpress ou festividades que não são suas, como o Black Friday norte-americano (nesse caso, esqueceram de importar também o feriado que a antecede, o Thanksgiving, ou, dia de ação de graças). O ponto é que importamos certas “culturalidades” de uma maneira bem chinfrim, subalterna, mal feita e pela metade. Enquanto os americanos se empanturram de comidas, tendo como a base o peru, na quinta-feira que antecede à liquidação de estoque, nós apenas pagamos o pato de aceitar qualquer produto encalhado pela metade do dobro, e isso vale principalmente para os produtos cervejeiros. Tudo pela metade do dobro – ou o dobro sem limites Nessa última Black Friday eu vi de quase tudo: vi grandes cadeias de supermercado local aplicar 30% de...

cefas-carvalho

02/12/2020|

Escritor com militância na cultura potiguar, Cefas Carvalho lança mais um livro nesta quarta-feira. Após lançar romances e um livro de contos nos últimos anos, desta vez Cefas reúne crônicas em “Minha mãe e o rato”, que terá lançamento presencial nesta quarta-feira no Bardallos Comida e Arte, bar e restaurante cultural no Centro de Natal. Em tempos de pandemia, os cuidados não foram esquecidos. Ricardo Nelson, do Bardallos, afirma que as mesas no espaço serão distanciadas, a entrada com máscara é obrigatória e haverá álcool em gel à disposição. Para Cefas, o lançamento presencial foi formatado para reunir de maneira segura amigos e leitores em uma nova formatação de evento literário “sem aglomeração e com todos os protocolos de segurança rigorosamente respeitados. A ideia é tentar lançamentos mais modestos dentro do chamado novo normal”. Minha mãe e o rato O livro “Minha mãe e o rato” compila crônicas escritas de 2005 a 2020, em jornais impressos (Potiguar Notícias, Gazeta do Oeste, O Mossoroense), revistas (Papangu, Salto Agulha), portais, blogs e redes sociais. Segundo Cefas, a temática é diversa, de histórias bem humoradas do cotidiano até reflexões políticas chegando até a textos sobre os tempos de pandemia e isolamento. Cefas Carvalho...

Aiyra - Pariu a Si Mesma - Foto Cintia da Hora

02/12/2020|

A cantora potiguar Aiyra lançou em seu canal no Youtube, o clipe da música ‘Pariu a Si Mesma’. A faixa, composta pela poeta Kaju e Aiyra, está presente no disco ‘Quebra-vento’, lançado em 2019 pelo DoSol. ‘Pariu a Si Mesma’ nasceu a partir da letra da poeta Kaju. “Estava em casa quando ela me mostrou a poesia pelo Facebook… Queria que eu a musicasse. Na mesma hora veio a melodia e a harmonia que deram música à essa poesia, que já era linda como tal, mas que agora pode ser cantada.”, comenta Aiyra. O clipe é o segundo de sua carreira, e foi criado com uma equipe 100% feminina: da letra da poeta, à produção de Talita Yohana, elenco só de mulheres e o olhar sensível da diretora Rita Machado. A ideia, em todo o projeto, foi de transmitir como as mulheres desatam os nós da própria existência, tirando véus e muros que a impedem de seguir. Buscando, através do seu auto reconhecimento, o seu próprio ato de se dar a luz, renascer e se parir para um mundo sem ter medo de nada. O projeto tem participação especial de mulheres atuantes no cenário cultural potiguar, como a atriz Priscilla...

02/12/2020|

Solidão de poeta A manhã me consome e, aniquilada, Já em mim não é mais que o esboço De outra manhã e de outra e o calabouço Da sempre companhia ali deixada. O café, o banho, a toalha abandonada Sobre a cama e os meus livros e o escopo Dos projetos que foram alvoroço Em noites insones, para nada… E depois, os mesmos vãos da casa fria Se estendem para além da euforia De outra manhã, e outra mais incerta… Alguém, no entanto, me avisa, Com sua mão sobre a pele lisa: – Não há tanta solidão em ser poeta! (Mário Gerson)

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01/12/2020|

Bailarina, criadora e coreógrafa Ana Cláudia Viana reúne memórias dos seus trinta anos de dança no lançamento do site e vídeo dança para celebrar e registrar sua trajetória “Esse é meu propósito de vida, criar imagens”. A fala de Ana Cláudia Viana toca a poética da vida, no olhar o mundo com o movimento do corpo e a transcende. Nos trinta anos de existência dentro da dança, sua vida se confunde com o espaço ao redor, com a cidade e a própria evolução da dança em Natal. E para celebrar sua existência e esse movimento, no próximo dia 2 de dezembro acontece o lançamento do site que reúne a documentação de sua trajetória nos últimos trinta anos, com depoimentos, fotografias, linha do tempo, através da publicação do livro dança e também vídeodança, na intenção de registrar e deixar para as próximas gerações todo seu legado construído e sustentado com dedicação e coragem. A plataforma será interativa e com acesso gratuito.  O projeto é produzido por Mariana Hardi, Daniel Torres e Ana Cláudia Viana. Ana Cláudia Viana Cearense, Ana Cláudia chegou ao Rio Grande do Norte antes dos vinte anos de idade. Morou em Macau trabalhando como bancária e logo depois...

Som da Mata com Beatles ao ritmo de bossa e jazz

01/12/2020|

Neste domingo, às 16h30, os beatlemaníacos da cidade vão poder matar um pouco a saudade dos sucessos de uma das maiores bandas de todos os tempos no Som da Mata. Isso mesmo. Roberto Taufic (guitarra), Paulo de Oliveira (contrabaixo), Darlan Marley (bateria) e Sylas Henrique (trompete) vão apresentar sucessos dos cabeludos de Liverpool, como: Eleanor Rigby, All You Need Is Love, A Hard Days Night, dentre outros, só que em versões instrumentais revistas em ritmos de Bossa Nova e Jazz. Uma oportunidade única para os amantes da boa música e do quarteto de Liverpool. O projeto tem obedecido às medidas de prevenção à Covid 19, como: aferição de temperatura corporal, higienização das mãos com álcool a 70°, distanciamento social e uso obrigatório de máscara. O projeto Som da Mata ocorre graças à renúncia fiscal da Prefeitura do Natal através da Lei Djalma Maranhão e do aporte financeiro da Unimed Natal, Arena das Dunas e Uniodonto RN, além do apoio do Governo do Estado através do IDEMA, que cede o espaço onde acontece o evento, e da Padaria Hora do Pão. Serão disponibilizados 160 lugares no Anfiteatro Pau-Brasil para os que chegarem primeiro. Serviço Show: Beatles’n Bossa & Jazz Local: Anfiteatro...

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01/12/2020|

Gustavo Sobral é jornalista e escritor. Nasceu em Natal, onde vive e espia o mundo.  Autor, dentre outros, de “História da Cidade do Natal”, agora aparece com “Cenas Natalenses” (Natal:  8 Editora/ Offset, 2020, 60p., R$ 25,00), seu novo livro, a venda na livraria Cooperativa Cultura (UFRN) e na Flora Cafeteria. Sobre o livro, confira a entrevista a seguir: História, memória, literatura, jornalismo, crônica são os caminhos da sua escrita. Em qual destas facetas se encontra o seu novo livro? Cenas Natalenses considero, como todos os meus trabalhos anteriores, um livro inclassificável, mas mesmo assim posso dizer que é um livro que, no mundo em que vivemos, o mundo imperativo da imagem, pretende ser uma coleção de pequenos e breves retratos da cidade em palavra e desenho. Um breve exercício de jornalismo visual, de ver e ouvir a cidade em movimento. Qual o papel da ilustração neste seu novo trabalho? É uma forma de expressão. Para que descrever um edifício se posso rabisca-lo?  Mas faço um traço apressado, sem retoques, e trago o desenho também a uma condição de protagonismo. E como, quando e onde, e porque nasceu esta ideia de “rabiscar”? Sempre gostei dessa coisa de ilustração para livros...

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01/12/2020|

A cantora Liz Rosa foi uma das selecionadas para apresentar um showcase na oitava edição da conferência internacional de música Rio Music Market. A potiguar será a única representante mulher e única nordestina entre os selecionados, e com repertório montado apenas com canções de compositores potiguares. A Rio Music Market é uma conferência já consolidada no mercado brasileiro e internacional. Em sete edições reuniu milhares de profissionais da música em torno de palestras, debate, painéis e oportunidades de negócios, capacitando músicos, produtores e profissionais da música em geral. Após se apresentar recentemente na live promovida pelo Ribeira Boêmia, em Natal, Liz Rosa voltou ao Rio de Janeiro onde reside desde 2007 e já tem agendada apresentação no palco do Viva Rio. O show ocorrerá no próximo dia 10 de dezembro e será transmitido ao vivo pelo canal do YouTube da Associação Brasileira de Música Independente (ABMI). Liz Rosa No Rio, Liz já se apresentou no TribOz, Teatro Rival, Beco das Garrafas, Miranda, Sala Baden Powel, e Studio RJ e já dividiu palco com importantes artistas como João Bosco, Roberto Menescal e João Donato. Em 2012 Liz Rosa comemorou 10 anos de carreira e lançou, em parceria com a Som Livre,...

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