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Dank na cerveja

Salve, salve, lupulista! Na coluna de hoje vamos falar de um tema que, apesar de não haver consenso, não há briga por ele. Na verdade, só há a verdadeira paz

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Carta ao robô da Nasa

Robô da Nasa, como vão as coisas? Te mandaram uma garrafa de Absolut? Falta esse toque soviético ao vácuo. Hoje beberei por nós dois. Toca o foda-se pra Huston, vai

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Meu encontro com Deus e o Diabo

Deus e o diabo entraram na minha vida numa noite do ano de 1984. Foram recebidos com aquele tipo de perplexidade que nunca deixa de render frutos, produzir resultados, estimular

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Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

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Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

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Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

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Curta-metragem filmado em Caicó e com Quitéria Kelly no elenco, é exibido em Portugal e EUA

Redação

O curta-metragem Ressonância, que tem Soia Lira como protagonista e Quitéria Kelly no elenco, foi filmado em Caicó e teve sua estreia em agosto de 2025 na 36ª edição do Kinoforum – Festival Internacional de Curtas de São Paulo, tendo circulado por diversos festivais de cinema nacionais e internacionais. De 22 a 25 de abril, o filme é um dos poucos brasileiros no 9º Porto Femme (Portugal) e no 42º Festival de Cinema Latino de Chicago (EUA); e terá ainda exibição no 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, que acontece no berço da Paraíba. Escrito e dirigido pela norte-rio-grandense Anna Zêpa, inspirado por um sonho de sua avó caicoense, o filme é uma ficção e traz como personagem principal Margarida (Soia Lira). Ela passa por um conflito com o seu entorno familiar, que insiste que ela deve parar de trabalhar. Isso não faz parte dos seus planos e a narrativa nos apresenta uma mulher forte, decidida e que busca seus movimentos de vida, dando exemplos para sua neta. O curta nos traz ainda aspectos da geografia urbana da região e alguns costumes culinários. Com duração de 20 minutos, a obra também apresenta a atriz Amora Maux em sua primeira participação no audiovisual potiguar no papel de Ana, neta de Margarida, com quem tem uma relação de admiração e espelhamento. Sinopse: O desejo de autonomia ainda ressoa em Margarida e a ideia de ficar presa em uma rotina cotidiana a deixa sufocada. Duração: 20’. Classificação: Livre. Realizado pela Rabo de Olho Filmes em parceria com o Sesc RN, o filme tem a produção local, em Caicó, da Referência Comunicação. A Rabo de Olho Filmes (https://www.instagram.com/rabodeolhofilmes/) é uma produtora fundada em Natal pelos realizadores Anna Zêpa e Carlos Segundo, carregando assim as experiências e histórico de produções dos dois artistas. Cronograma das Exibições 22/04/26 – 9º Porto Femme, no Batalha Centro de Cinema https://portofemme.com/batalha-centro-de-cinema-2026-4896 24 e 25/04/26 – 42º Festival de Cinema Latino de Chicago, Landmark’s Century Centre Cinemahttps://chicagolatinofilmfestival.org/  25/04/26 – 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, ao ar livre na Praça Iniguaçu https://www.instagram.com/copaobafestcine Festivais e Premiações Anteriores – 36º Festival Internacional de Curtas de São Paulo – Kinoforum  – 17º San Francisco Latino Film Festival  – 12ª Mostra de Cinema de Gostoso – Prêmio DOT de Finalização – 20º Comunicurtas – 3º Festival de Cinema de São Bernardo do Campo – 2º Curta...

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Bardallo’s celebra 21 anos de resistência e arte no Centro Histórico

Redação

O Bardallo’s Comida & Arte celebra 21 anos de resistência e arte em uma programação especial com exposição coletiva e muita música. A programação começa no dia 23 de abril e segue até o dia 25. Toda a programação é gratuita.  Localizado na rua Gonçalves Lêdo, na Cidade Alta, o espaço integra o perímetro cultural do Beco da Lama. O Bardallo’s foi criado pelo empreendedor e carnavalesco Lula Belmont com o objetivo de ser um reduto das artes. “A necessidade de criar o bar veio através do meu envolvimento com a arte e com a cultura. A ideia era ter um espaço que abraçasse a música, as artes plásticas, a literatura e outras expressões artísticas e chegar aos 21 anos de história é uma alegria muito grande, principalmente pela pluralidade da programação e do público que frequenta”, declara Lula Belmont. A festa intitulada “Badalar”, uma chamada para despertar os sentidos e inicia nesta quinta-feira (23) com uma Vernissage a partir das 19h reunindo o talento de 15 artistas do RN. Participam: Bia Rocha, Capivart, Cíntia de Andrade, Cristal Moura, Cristian Miranda, Damião Paz Pixoré, Erre, Fábio Eduardo, Olympia Bulhões, Paulo Nobrega, Pincelada Nômade, Régio Potiguar, Rita Machado, Vanessa Mendes e Vendaval. A noite encerra com discotecagem do DJ Samir com set que costuma transitar muito bem entre brasilidades. Na sexta-feira (24), a festa continua a partir das 20h com Mont Samba e Choro, trazendo a elegância e a força do samba, celebrando os clássicos com aquela interpretação visceral.  No sábado (25) é dia de celebrar a música potiguar com a banda DuSouto, que mistura ritmos eletrônicos como drum’n’bass e dub com influências brasileiras e nordestina. A noite conta ainda com discotecagem de DJ Samir, DJ Carlota e DJ Ilton.  Apoio Cultural: Fundação José Augusto, Prefeitura do Natal, Secretaria de Cultura do Rio Grande do Norte e Governo do Rio Grande do Norte. Mais informações através do perfil no Instagram: @bardallosnatal. BARDALLO’S 21 ANOS De 23 a 25 de abril  Acesso gratuito Bardallo’s Comida & Arte – R. Gonçalves Lêdo, 678 – Cidade Alta

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Casa Impacto: primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil apresenta exposição em Ponta Negra

Redação

Natal ganha uma novidade imperdível: a Casa Impacto Natal, idealizada por Cris Ribeiro, Designer Social, Designer de Produto Artesanal, Administradora e Empreendedora Social. Idealizadora do Negócio de impacto social “Lugares de Charme” há mais de 15 anos, Cris é a única Designer Social em atividade no Rio Grande do Norte e uma das poucas no Brasil. Com 21 anos de experiência em comunidades potiguares e coletivos de mulheres, ela promove a valorização dos seres junto a sua essência e os saberes para gerar prosperidade com dignidade de forma sustentável.  O negócio já beneficiou mais de 600 artesãos em 17 municípios potiguares, por meio do design social, design afetivo, economia criativa, circular e do bem-estar. A Casa Impacto marca uma nova etapa na trajetória do Lugares de Charme: o primeiro núcleo itinerante de design social do país. Instalada em um contêiner marítimo repaginado artesanalmente e transformado em uma “vitrine viva”, a iniciativa percorre comunidades levando formação, criação e experiências culturais imersivas. Nesta estreia, em abril, no bairro de Ponta Negra (Avenida Praia de Ponta Negra, calçadão em frente ao Curió Restaurante), reúne mais de 130 pessoas, incluindo mulheres artesãs, artistas e estudantes. A Mostra Artística “Natal, Original é Ser” revela, por meio de expografia artesanal, design autoral e criatividade local, as histórias da origem da cidade de Natal, a “cidade dos encontros” – com objetos em crochê, trancado de palha de coqueiro, bordado, homenageiam a identidade Natalense original de ser.  A história da cidade é contada através do design que leva o visitante numa breve viagem a saber mais sobre a capital. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.  Mais do que uma exposição, é um convite para uma experiência cultural memorável, celebrando a identidade Natalense como “cidade de encontros” e gerando impacto social positivo. Natalenses e turistas, venham visitar a Casa Impacto! Embarquem nessa viagem autêntica pela essência da capital potiguar, sintam a criatividade local e se conectem com histórias que inspiram pertencimento e originalidade. Afinal, Original é ser! programe sua visita e viva essa transformação cultural única! “Queremos que cada pessoa se sinta parte de um movimento de transformação, um espaço onde o...

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Festival Potiguarias Visuais integra performances artísticas e projeção mapeada em evento gratuito

Redação

A Zona Norte de Natal recebe,no próximo sábado, 25 de abril, a quinta sessão do Potiguarias Visuais – Acessando a ZN. O festival de artes integradas, que reúne artistas locais em uma programação gratuita voltada à produção contemporânea, acontece das 18h às 22h, na Biblioteca Estadual Prof. Américo de Oliveira Costa. A noite conta com a condução da artista circense Aranha como Mestre de Cerimônia e traz apresentações do Grupo de Improvisação Livre da UFRN, do espetáculo Ylê Ayê: ginga e fogo ancestral, da performance CARNE-CONCRETO, dos artistas CADIDJA e Santelmo, além de Pretta Soul, que apresenta seu novo show Depois dos 30. Com foco na experimentação e no diálogo entre linguagens, o festival propõe uma noite de encontros entre performance, música, manifestações culturais, projeções artísticas e uma exposição coletiva de artes visuais. A programação conta ainda com uma roda de conversa com os artistas Consuelo Vea Coroca e Acerola, além das produtoras do projeto, Christalina e Renata Marques. Ao todo, o evento reúne mais de 20 artistas potiguares e 32 trabalhos visuais de criadores de Natal (RN), Parnamirim (RN), São Paulo (SP), Diadema (SP) e Fortaleza (CE), em uma proposta que articula arte, território e tecnologia. Como parte das ações do projeto, foi realizada na última semana uma atividade formativa com estudantes da Escola Municipal Iapissara Aguiar, conduzida pela multiartista Christalina, da Bruxaria Digital, em parceria com integrantes do GIL – Grupo de Improvisação Livre da UFRN. “A vivência buscou aproximar os estudantes da arte contemporânea potiguar e incentivá-los a participar do evento. A proposta foi criar um espaço de troca e despertar o interesse desses jovens para a produção artística que acontece no próprio território”, destaca Christalina, também curadora e idealizadora do festival.  O Potiguarias Visuais atua na democratização do acesso à arte contemporânea na periferia, promovendo visibilidade para produções que transitam entre performance, música, poesia, artes visuais e tecnologia. “Esta edição propõe uma reflexão sobre os modos de criação na contemporaneidade, tensionando questões como hiperprodutividade, esgotamento, autonomia artística e coletividade. A mediação do projeto também sugere leituras como A Sociedade do Cansaço, de Byung-Chul Han, e Não Vão Nos Matar Hoje, de Jota Mombaça, ampliando o debate para além da experiência no evento”, completa a artista. ServiçoO quê: Potiguarias Visuais – Acessando a ZNQuando: 25 de Abril de 2026Onde: Biblioteca Estadual Prof. Américo de Oliveira Costa (Zona Norte de Natal/RN)Quanto: Gratuito

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Mundo Zira vai até este próximo domingo no Museu da Rampa

Redação

A temporada da exposição interativa “Mundo Zira” em Natal se aproxima do fim. Em cartaz no Complexo Cultural Rampa até domingo (26), a mostra convida o público a aproveitar os últimos dias de visitação e conhecer uma experiência que conecta arte, literatura e tecnologia a partir da obra de Ziraldo. A entrada é gratuita, e os ingressos podem ser retirados pelo Sympla ou na bilheteria do museu, conforme lotação do espaço. 42 mil pessoas já passaram pela exposição na capital potiguar, primeira cidade do Nordeste a receber o projeto. Desde a estreia, em novembro, foram realizadas 236 visitas educativas mediadas, que atenderam mais de 8 mil pessoas, sendo 7 mil estudantes de 30 municípios. Nos bastidores, a iniciativa mobiliza 73 profissionais (75% deles de Natal), entre curadoria, produção, educadores, técnicos, comunicadores, interatividade e equipes de apoio. A entrada é gratuita, com retirada de ingressos no Sympla, pelo link https://www.sympla.com.br/evento/exposicao-mundo-zira/3169427, ou na bilheteria do Museu da Rampa, de acordo com a lotação do espaço.

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uni-rn

08/02/2021|

O Centro Universitário UNI-RN deve retomar as aulas com a presença de alunos em sala de aula, mas de forma híbrida (aulas online e presencial), a partir de março. O acesso do aluno à sala de aula no campus do UNI-RN ocorrerá de forma gradual. “O UNI-RN está pronto para receber os alunos, mas aqueles que desejarem ficar em casa poderão assistir às aulas, de forma remota, simultaneamente, a aqueles em sala de aula. Isso porque, as aulas serão transmitidas on-line, com acesso pelo Ambiente Virtual de Aprendizagem – AVA do UNI-RN”, informa a pró-reitora Acadêmica Fátima Cristina. Segundo o reitor Daladier Pessoa Cunha Lima, todos os que optarem pelas aulas presenciais devem cumprir os protocolos de biossegurança recomendados pelas autoridades de saúde pública – uso de máscara, distanciamento, álcool em gel, aferição de temperatura e ambientes abertos e arejados. Ele lembra, ainda, que o UNI-RN possui uma área ao ar livre, cercada de muito verde, o que possibilita mais espaçamento e menos aglomeração em suas dependências. “O nosso campus é grande, incluindo as salas de aula e os laboratórios, com janelas amplas, e muito espaço”, enfatiza o reitor. O UNI-RN ocupa uma área de 180 mil metros quadrados dentro...

woody-allen

08/02/2021|

Assisti a “Simplesmente Alice”, o filme mais agridoce de Woody Allen numa sessão vespertina do mais agridoce cinema que Natal já teve – o Rio Verde, com suas duas salinhas coladas no tão mastodôntico quando datado Rio Grande, nas cercanias da nova catedral, todos sabem, mas preciso compor aqui uma locação imaginária que corresponda ao que pretendo dizer, caso consiga. “Simplesmente Alice” tem uma luz suave, uns banhos de vermelho que longe de soar agressivo consegue justamente o efeito oposto, um certo conforto visual que você dificilmente vai encontrar na cinematografia do nerd pós-80 anos que o sr. Allen segue sendo. Quase contrasta com o restante dos filmes dele, a menos que você lembre que ali ele cutuca a autenticidade de certa filantropia ou piedade social, sobrando farpas bem-humoradas para os exageros dos seguidores da cultura oriental. Digo isso sem ter revisto o filme, que o amigo(a) encontra nas plataformas de streaming. Esqueci de dizer que Alice é Mia Farrow, claro. E pensar que o filme foi feito a poucos passos na linha do tempo da denúncia que viria a separar definitivamente o casal – que nunca morou junto de fato – e gerar um escândalo monumental, com acusações recíprocas...

Maira Endo

05/02/2021|

A Temporada de Festivais Visuais do RN é um selo pensado entre o Bólide 1050, Duas Estúdio de Fotografia e Margem Hub de Fotografia para fortalecer as iniciativas dos festivais e para potencializar o alcance dos eventos no estado, e, dessa forma, a cena artística em formação. “Alinhando os diferentes projetos a um selo conseguimos apoiar as iniciativas de cada espaço, fortalecer as parcerias entre agentes culturais e garantir ao público uma programação diversificada e especializada a cada semana”, comenta Sofia Bauchwitz, curadora e produtora do Festival Bólide. “Outros festivais já estão se unindo à iniciativa, como o Camarão Street, do artista Geovane Almeida”, completa. Os quatro projetos foram contemplados através da Lei Emergencial Aldir Blanc e devem acontecer no primeiro trimestre do ano. “Não podemos negar que a pandemia da Covid-19 atingiu em cheio o setor cultural, gerando uma crise sem precedentes e de extensão imprevisível. Mas é importante ressaltar a grande mobilização nacional dos trabalhadores da cultura para a criação da Lei Aldir Blanc e como isso demonstrou um forte protagonismo dos artistas visuais que produzem em Natal. Revelando-se um número de projetos excelentes e também na união e articulação dos produtores para realização dessas ações”, observa Sanzia...

terezinha de jesus

05/02/2021|

Com quantos frames se faz o videoclipe de uma Diva da Música Popular Brasileira? A pergunta será respondida no lançamento, nesta sexta-feira (05.02), às 20 horas, do videoclipe “Carne dos Rios”, da cantora potiguar, nascida em Florânia, Terezinha de Jesus, no canal da artista no YouTube, – o internauta aproveita o ensejo e se inscreve no canal -, como também segue Terezinha no Instagram  (@terezinhadejesusoficial). “Carne dos Rios” tem versos do renomado letrista carioca Abel Silva e música do não menos aclamado compositor e cantor potiguar Mirabô Dantas. O arranjo e os teclados levaram a assinatura do maestro Franklyn Nogvaes e o violão acústico ficou a cargo de Rafael Gonzaga. A gravação foi realizada no estúdio Zam Áudio Pro, do produtor musical Zé Marcos de Almeida. Já a mixagem, no Estúdio Olho de Hórus. O videoclipe é resultado do edital Fomento à Cultura Potiguar 2019, do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio da Fundação José Augusto. A direção geral ficou sob os cuidados da cineasta Suerda Morais, que também assina o roteiro e a montagem com Jacques Júnior. E nessa toada, a narrativa construiu uma tessitura visual, unindo os frames para, no fim das contas, entregar...

luisa-e-os-alquimistas-potyguara-bardo

04/02/2021|

Neste sábado (6), a partir das 19h, acontecerá o Festival Ribuliço On-line, sendo transmitido através da plataforma do YouTube. Você pode realizar o pré-save neste link AQUI. O Festival Ribuliço é um festival de música que tem como objetivo unir bandas da cena potiguar numa prévia de carnaval, sem sair de casa, com muita música dançante e a cara do Nordeste. “O line-up do festival é composto totalmente com bandas potiguares como forma de fomentar a cena musical potiguar para todo o Brasil e incentivar cada vez mais a formação de público para essas bandas”, destaca Mykaell Bandeira, coordenador do evento. O comando da festa fica por conta das bandas: Ragganorte, Luísa e Os Alquimistas, Orquestra Greiosa, DuSouto e Potyguara Bardo. O evento conta com estrutura de palco, iluminação e uma produção audiovisual planejada para apresentar um festival inesquecível! Serão mais de 5h de live com energia do começo ao fim. A apresentação será comandada pelos queridos Igor Fortunato e Penélope Dias. O Festival Ribuliço tem patrocínio da Lei Aldir Blanc do RN, por meio do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, através da Fundação José Augusto, e do Governo Federal, através da Secretaria Especial da Cultura e...

Romance aborda questões sobre educação, sexo e consciência

04/02/2021|

O ano está prolífico à vida literária potiguar. Diversos lançamentos de bons livros e autores já anunciados, muito decorrente do empurrão dado pelo Sr. Aldir Blanc. E o que é raro por estas plagas começa a dar as caras: o romance. Sim, temos um novo na praça. “Por uma taça de vinho” lhe convida a sentar à mesa para para umas doses ficcionais. O livro sai pela Editora Z, comandada pelo jornalista Osair Vasconcelos. O autor é Tião Carneiro, que logo abaixo apresenta a obra com sua forma particular. Antes informo ainda que o livro pode ser adquirido com o autor por R$ 60 (zap 9 8800-1610 e email: tc************@***il.com). Outra maneira é pelo site da Amazon. No e-book Amazon custa R$ 22. Pode ser lido no computador, celular ou no kindle. O caminho é curto. Basta entrar no site e digitar “por uma taça de vinho”. Por Tião Carneiro Esta é uma ficção sobre obviedades. Em especial as de educação, sexo e consciência. Esta ficção acha óbvio o indivíduo se indignar com o pouco-caso de certos governantes a respeito da educação. Quantos milhões de analfabetos no mundo? E no Brasil? Esta ficção acha óbvio meninas e meninos saírem da...

Jornalista lança cordel em homenagem ao poeta Zé Limeira

04/02/2021|

Aos 50 anos de idade, Alexandre Santos escreve seu primeiro cordel. Nunca é tarde para experimentar o novo! mesmo que o novo seja o nosso velho folheto de cordel, uma tradicional forma de narrativa no Nordeste brasileiro, sendo, há algumas décadas, um elemento importantíssimo da cultura nordestina e também nortista, já que o cordel também é um elemento propagador das tradições dessas regiões. O novo aqui, se revela na experimentação da linguagem. A origem desta forma de literatura vem dos trovadores medievais, que, com a possibilidade de imprimir em grande escala, criaram não só os cordéis, como também deram início à imprensa. A linguagem rítmica e rimada acabou chamando a atenção do garoto de 10 anos que teve na literatura de cordel um meio auxiliar para desenvolver o hábito pela leitura. “Sou um amante da cultura popular. Quando criança adorava ir pra feira ouvir os cordelistas, emboladores e repentistas e foi em meio a este universo popular que tomei gosto pelos folhetos e para minha sorte eu tinha acesso aos cordéis que minha irmã colecionava e guardava em uma mala”, confessa Alexandre Santos. Cordelíricas Nordestinas Em 2010 o jornalista recebeu das mãos da então ministra da cultura Anna Buarque de...

Artista plástico curraisnovense, Mocó é destaque nos EUA

04/02/2021|

O artista plástico Rasmussem Sá Ximenes, nascido em Currais Novos e depois conhecido pelo apelido Mocó, originário do algodão mocó, abundante na região, foi destaque me revista da Califórnia, Estados Unidos. A matéria “Mocotopia” traz ainda o trabalho da esposa de Mocó, a designer Karla Ximenes. Na verdade, a abordagem trata da atividade conjunta do casal, motivada pela celebração do Dia dos Namorados no país norte-americano. Mocotopia, título da matéria, é o espaço instalado por Mocó em um grande armazém antes propriedade das Forças Armadas norte-americanas, em São Francisco. Mocotopia seria o mundo ideal a partir da sua arte, sua utopia. O texto foi escritor por Karla e conta suas origens nordestinas no Semi-Árido. O casal está há quase 15 anos na Califórnia. O parco inglês deste editor não permite muitas traduções da ampla matéria de 16 páginas. Mas vamos extrair alguma coisa. Após falar das suas origens familiares, dos estudos em Londres e da decisão em morar nos EUA com Mocó e o filho, o encantamento com a arquitetura da cidade de Sonoma, já na Califórnia. E da inspiração veio a criação do casal. Ela, com cenários. Ele, com pinturas. Tentaram viver por dois anos em Miami, também deslumbrados...

dança contemporanea

04/02/2021|

Com intuito de valorizar, dar visibilidade, capacitar e oxigenar criadores e intérpretes potiguares, acontece entre 21 e 28 de fevereiro, o 13º Encontro Internacional de Dança Contemporânea. A primeira etapa do evento já teve início com a abertura do edital para seleção de espetáculos do Rio Grande do Norte. As inscrições na Plataforma de Dança Contemporânea do RN acontecem até o dia 10 de fevereiro, através de formulário eletrônico, disponível AQUI, e precisam ser validadas com o envio de documentos complementares através de email. Serão selecionadas cinco obras com duração entre 20 e 40 minutos, que terão transmissão única pelo Youtube. Os proponentes precisam ser residentes ou estarem sediados no Rio Grande do Norte. Apesar de ser exclusivamente online, por conta das medidas de segurança impostas pela pandemia, o evento segue a programação de anos anteriores, com espetáculos locais, nacionais, internacionais, oficina e mesa redonda. O Encontro é uma realização de Diana Fontes Direção e Produção Cultural, com recursos da Lei Aldir Blanc Rio Grande do Norte, Fundação José Augusto, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal. SERVIÇO Edital Plataforma de Dança Contemporânea do RN Inscrições até 10 de...

04/02/2021|

Poemeto da Burakera #15 AINDA sonhos quebrando além de mim mesmo arrastando torrentes de saudades buscando o voo de luas   caminho comigo e te ouço teus passos me seguem tua pele distante me queima e afaga   teus olhos de mistérios deslizam em mim e neles mergulho minhas todas saudades sonhos dias anseios flores esperas e tantos aindas… (Ruben G Nunes)

quase-contos

03/02/2021|

Depois de O livro de contos de Alice N. (2012), Uns contos ordinários (2014), Contos do mundo delirante (2018) e O Bombo – guerra e paz em Natal, 1945 (2020), Cellina Muniz publica agora o livro “QUASE CONTOS”, o quarto no gênero e o nono título publicado pela autora, dentre literários e acadêmicos. Leia também: Cellina Muniz: uma das “mais desenvoltas contistas do Estado O livro apresenta 16 estórias, a maioria escrita durante o ano de pandemia, e foi contemplado na Lei Aldir Blanc/FUNCART. “QUASE CONTOS” tem como posfácio um pequeno ensaio crítico de Alves de Aquino, poeta e editor cearense, além de professor de Filosofia da Universidade Estadual do Vale do Acaraú (UVA). Conhecido ironicamente como Poeta de Meia-Tigela, Alves de Aquino se debruça também sobre os livros anteriores de Cellina Muniz e assinala como foco dos textos da autora: “a falta, a falha, a incompletude — essa carência perpétua mediante a qual se procura transcender o conhecido já escrito rumo ao contar possível e vindouro”. O livro também tem na capa ilustração da filha da autora, Rosa Maria, marcando assim o debut da jovem desenhista que, junto com a mãe, veio de Fortaleza morar em Natal há dez...

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