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Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

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Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

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Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

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Curta-metragem filmado em Caicó e com Quitéria Kelly no elenco, é exibido em Portugal e EUA

Redação

O curta-metragem Ressonância, que tem Soia Lira como protagonista e Quitéria Kelly no elenco, foi filmado em Caicó e teve sua estreia em agosto de 2025 na 36ª edição do Kinoforum – Festival Internacional de Curtas de São Paulo, tendo circulado por diversos festivais de cinema nacionais e internacionais. De 22 a 25 de abril, o filme é um dos poucos brasileiros no 9º Porto Femme (Portugal) e no 42º Festival de Cinema Latino de Chicago (EUA); e terá ainda exibição no 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, que acontece no berço da Paraíba. Escrito e dirigido pela norte-rio-grandense Anna Zêpa, inspirado por um sonho de sua avó caicoense, o filme é uma ficção e traz como personagem principal Margarida (Soia Lira). Ela passa por um conflito com o seu entorno familiar, que insiste que ela deve parar de trabalhar. Isso não faz parte dos seus planos e a narrativa nos apresenta uma mulher forte, decidida e que busca seus movimentos de vida, dando exemplos para sua neta. O curta nos traz ainda aspectos da geografia urbana da região e alguns costumes culinários. Com duração de 20 minutos, a obra também apresenta a atriz Amora Maux em sua primeira participação no audiovisual potiguar no papel de Ana, neta de Margarida, com quem tem uma relação de admiração e espelhamento. Sinopse: O desejo de autonomia ainda ressoa em Margarida e a ideia de ficar presa em uma rotina cotidiana a deixa sufocada. Duração: 20’. Classificação: Livre. Realizado pela Rabo de Olho Filmes em parceria com o Sesc RN, o filme tem a produção local, em Caicó, da Referência Comunicação. A Rabo de Olho Filmes (https://www.instagram.com/rabodeolhofilmes/) é uma produtora fundada em Natal pelos realizadores Anna Zêpa e Carlos Segundo, carregando assim as experiências e histórico de produções dos dois artistas. Cronograma das Exibições 22/04/26 – 9º Porto Femme, no Batalha Centro de Cinema https://portofemme.com/batalha-centro-de-cinema-2026-4896 24 e 25/04/26 – 42º Festival de Cinema Latino de Chicago, Landmark’s Century Centre Cinemahttps://chicagolatinofilmfestival.org/  25/04/26 – 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, ao ar livre na Praça Iniguaçu https://www.instagram.com/copaobafestcine Festivais e Premiações Anteriores – 36º Festival Internacional de Curtas de São Paulo – Kinoforum  – 17º San Francisco Latino Film Festival  – 12ª Mostra de Cinema de Gostoso – Prêmio DOT de Finalização – 20º Comunicurtas – 3º Festival de Cinema de São Bernardo do Campo – 2º Curta...

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Bardallo’s celebra 21 anos de resistência e arte no Centro Histórico

Redação

O Bardallo’s Comida & Arte celebra 21 anos de resistência e arte em uma programação especial com exposição coletiva e muita música. A programação começa no dia 23 de abril e segue até o dia 25. Toda a programação é gratuita.  Localizado na rua Gonçalves Lêdo, na Cidade Alta, o espaço integra o perímetro cultural do Beco da Lama. O Bardallo’s foi criado pelo empreendedor e carnavalesco Lula Belmont com o objetivo de ser um reduto das artes. “A necessidade de criar o bar veio através do meu envolvimento com a arte e com a cultura. A ideia era ter um espaço que abraçasse a música, as artes plásticas, a literatura e outras expressões artísticas e chegar aos 21 anos de história é uma alegria muito grande, principalmente pela pluralidade da programação e do público que frequenta”, declara Lula Belmont. A festa intitulada “Badalar”, uma chamada para despertar os sentidos e inicia nesta quinta-feira (23) com uma Vernissage a partir das 19h reunindo o talento de 15 artistas do RN. Participam: Bia Rocha, Capivart, Cíntia de Andrade, Cristal Moura, Cristian Miranda, Damião Paz Pixoré, Erre, Fábio Eduardo, Olympia Bulhões, Paulo Nobrega, Pincelada Nômade, Régio Potiguar, Rita Machado, Vanessa Mendes e Vendaval. A noite encerra com discotecagem do DJ Samir com set que costuma transitar muito bem entre brasilidades. Na sexta-feira (24), a festa continua a partir das 20h com Mont Samba e Choro, trazendo a elegância e a força do samba, celebrando os clássicos com aquela interpretação visceral.  No sábado (25) é dia de celebrar a música potiguar com a banda DuSouto, que mistura ritmos eletrônicos como drum’n’bass e dub com influências brasileiras e nordestina. A noite conta ainda com discotecagem de DJ Samir, DJ Carlota e DJ Ilton.  Apoio Cultural: Fundação José Augusto, Prefeitura do Natal, Secretaria de Cultura do Rio Grande do Norte e Governo do Rio Grande do Norte. Mais informações através do perfil no Instagram: @bardallosnatal. BARDALLO’S 21 ANOS De 23 a 25 de abril  Acesso gratuito Bardallo’s Comida & Arte – R. Gonçalves Lêdo, 678 – Cidade Alta

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Casa Impacto: primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil apresenta exposição em Ponta Negra

Redação

Natal ganha uma novidade imperdível: a Casa Impacto Natal, idealizada por Cris Ribeiro, Designer Social, Designer de Produto Artesanal, Administradora e Empreendedora Social. Idealizadora do Negócio de impacto social “Lugares de Charme” há mais de 15 anos, Cris é a única Designer Social em atividade no Rio Grande do Norte e uma das poucas no Brasil. Com 21 anos de experiência em comunidades potiguares e coletivos de mulheres, ela promove a valorização dos seres junto a sua essência e os saberes para gerar prosperidade com dignidade de forma sustentável.  O negócio já beneficiou mais de 600 artesãos em 17 municípios potiguares, por meio do design social, design afetivo, economia criativa, circular e do bem-estar. A Casa Impacto marca uma nova etapa na trajetória do Lugares de Charme: o primeiro núcleo itinerante de design social do país. Instalada em um contêiner marítimo repaginado artesanalmente e transformado em uma “vitrine viva”, a iniciativa percorre comunidades levando formação, criação e experiências culturais imersivas. Nesta estreia, em abril, no bairro de Ponta Negra (Avenida Praia de Ponta Negra, calçadão em frente ao Curió Restaurante), reúne mais de 130 pessoas, incluindo mulheres artesãs, artistas e estudantes. A Mostra Artística “Natal, Original é Ser” revela, por meio de expografia artesanal, design autoral e criatividade local, as histórias da origem da cidade de Natal, a “cidade dos encontros” – com objetos em crochê, trancado de palha de coqueiro, bordado, homenageiam a identidade Natalense original de ser.  A história da cidade é contada através do design que leva o visitante numa breve viagem a saber mais sobre a capital. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.  Mais do que uma exposição, é um convite para uma experiência cultural memorável, celebrando a identidade Natalense como “cidade de encontros” e gerando impacto social positivo. Natalenses e turistas, venham visitar a Casa Impacto! Embarquem nessa viagem autêntica pela essência da capital potiguar, sintam a criatividade local e se conectem com histórias que inspiram pertencimento e originalidade. Afinal, Original é ser! programe sua visita e viva essa transformação cultural única! “Queremos que cada pessoa se sinta parte de um movimento de transformação, um espaço onde o...

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Festival Potiguarias Visuais integra performances artísticas e projeção mapeada em evento gratuito

Redação

A Zona Norte de Natal recebe,no próximo sábado, 25 de abril, a quinta sessão do Potiguarias Visuais – Acessando a ZN. O festival de artes integradas, que reúne artistas locais em uma programação gratuita voltada à produção contemporânea, acontece das 18h às 22h, na Biblioteca Estadual Prof. Américo de Oliveira Costa. A noite conta com a condução da artista circense Aranha como Mestre de Cerimônia e traz apresentações do Grupo de Improvisação Livre da UFRN, do espetáculo Ylê Ayê: ginga e fogo ancestral, da performance CARNE-CONCRETO, dos artistas CADIDJA e Santelmo, além de Pretta Soul, que apresenta seu novo show Depois dos 30. Com foco na experimentação e no diálogo entre linguagens, o festival propõe uma noite de encontros entre performance, música, manifestações culturais, projeções artísticas e uma exposição coletiva de artes visuais. A programação conta ainda com uma roda de conversa com os artistas Consuelo Vea Coroca e Acerola, além das produtoras do projeto, Christalina e Renata Marques. Ao todo, o evento reúne mais de 20 artistas potiguares e 32 trabalhos visuais de criadores de Natal (RN), Parnamirim (RN), São Paulo (SP), Diadema (SP) e Fortaleza (CE), em uma proposta que articula arte, território e tecnologia. Como parte das ações do projeto, foi realizada na última semana uma atividade formativa com estudantes da Escola Municipal Iapissara Aguiar, conduzida pela multiartista Christalina, da Bruxaria Digital, em parceria com integrantes do GIL – Grupo de Improvisação Livre da UFRN. “A vivência buscou aproximar os estudantes da arte contemporânea potiguar e incentivá-los a participar do evento. A proposta foi criar um espaço de troca e despertar o interesse desses jovens para a produção artística que acontece no próprio território”, destaca Christalina, também curadora e idealizadora do festival.  O Potiguarias Visuais atua na democratização do acesso à arte contemporânea na periferia, promovendo visibilidade para produções que transitam entre performance, música, poesia, artes visuais e tecnologia. “Esta edição propõe uma reflexão sobre os modos de criação na contemporaneidade, tensionando questões como hiperprodutividade, esgotamento, autonomia artística e coletividade. A mediação do projeto também sugere leituras como A Sociedade do Cansaço, de Byung-Chul Han, e Não Vão Nos Matar Hoje, de Jota Mombaça, ampliando o debate para além da experiência no evento”, completa a artista. ServiçoO quê: Potiguarias Visuais – Acessando a ZNQuando: 25 de Abril de 2026Onde: Biblioteca Estadual Prof. Américo de Oliveira Costa (Zona Norte de Natal/RN)Quanto: Gratuito

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Mundo Zira vai até este próximo domingo no Museu da Rampa

Redação

A temporada da exposição interativa “Mundo Zira” em Natal se aproxima do fim. Em cartaz no Complexo Cultural Rampa até domingo (26), a mostra convida o público a aproveitar os últimos dias de visitação e conhecer uma experiência que conecta arte, literatura e tecnologia a partir da obra de Ziraldo. A entrada é gratuita, e os ingressos podem ser retirados pelo Sympla ou na bilheteria do museu, conforme lotação do espaço. 42 mil pessoas já passaram pela exposição na capital potiguar, primeira cidade do Nordeste a receber o projeto. Desde a estreia, em novembro, foram realizadas 236 visitas educativas mediadas, que atenderam mais de 8 mil pessoas, sendo 7 mil estudantes de 30 municípios. Nos bastidores, a iniciativa mobiliza 73 profissionais (75% deles de Natal), entre curadoria, produção, educadores, técnicos, comunicadores, interatividade e equipes de apoio. A entrada é gratuita, com retirada de ingressos no Sympla, pelo link https://www.sympla.com.br/evento/exposicao-mundo-zira/3169427, ou na bilheteria do Museu da Rampa, de acordo com a lotação do espaço.

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Growlers

03/02/2021|

Hey, Growlerista, saudações! Hoje vamos falar de um tema correlato ao mundo cervejeiro e não propriamente de cervejas ou de estilos. O papo cultural de hoje será sobre um item acessório no mercado cervejeiro que vem crescendo ultimamente, mas que, ainda assim, é um tanto quanto desconhecido do grande público. Vamos falar do growler (pronuncia-se “gráuler”). E você, caro leitor, sabe o que é um growler? Sabe como usar? Como higienizar? E quais as vantagens de se ter um? Vamos descobrir adiante. Para que serve um Growler? Growler não é nada de outro mundo, é um recipiente, que pode ser feito dos mais diversos materiais, que serve para armazenar cerveja. Dito desta forma, pode parecer algo sem tanta utilidade ou soar deveras genérico. Todavia, não é um simples receptáculo para o líquido sagrado das multidões, já que seu armazenamento, sua manutenção e suas finalidades podem ser bem variadas de acordo com o intento de cada um. Para ser um pouco mais didático, o growler não serve para armazenar propriamente o que considera ser cerveja nos moldes mais coloquiais, ou seja, o líquido já engarrafado ou enlatado. Na verdade, o growler serve para armazenar e transportar o que usualmente é chamado...

Juliana Iyafemí

03/02/2021|

Dançarina mineira e radicada em Natal estrela espetáculo que tem trilha sonora assinada por filho de Caetano Veloso  Quem já teve a oportunidade de conhecer uma casa-de-santo sabe o quão místico e fascinante é um rito de iniciação ao candomblé. Os sons dos atabaques envolvem os participantes e ditam o ritmo da dança que irá convocar os orixás para dar início ao ritual religioso. Essa é a temática do espetáculo “Qual é o seu nome?”, que estreia dia 6 de fevereiro, às 20h, em plataforma digital. No palco, estão presentes de forma minimalista todos os elementos da natureza – água, fogo, ar, terra, mato –, que são apresentados artisticamente e de maneira respeitosa. Com duração de 20 minutos, o solo de dança é protagonizado pela dançarina e atriz Juliana Iyafemí, que também compôs toda a narrativa. A artista fará outras apresentações, sempre com a proposta de um bate-papo ao final. O espetáculo marca os 15 anos de carreira de Juliana Iyafemí e mistura o erudito e o popular para falar sobre a iniciação da dançarina na religião do candomblé. Também trata sobre elucidações acerca da cultura afro-brasileira, através da valorização do samba de roda, da capoeira e das danças baseadas...

caninde-soares-por-flavio-rezende

02/02/2021|

Com o tema “Fotografando o Patrimônio e a Memória do Centro Histórico da Cidade do Natal”, Canindé Soares realiza no próximo sábado (6), um curso online, onde o experiente fotógrafo vai preparar e capacitar cada participante para fotografar com seu smartphone os Patrimônios do Centro Histórico como se estivesse fotografando com câmera profissional. No final será realizada uma exposição virtual com fotos produzidas pelos participantes no site de Canindé Soares. Para um bom rendimento serão vagas limitadas. Não haverá aula presencial. As fotos para a exposição serão feitas de forma individual com cada participante obedecendo os decretos municipais vigente. Muito além das selfies, o tutorial vai explorar de forma prática e dinâmica os conceitos, técnicas, criatividade e dicas que só um profissional capacitado pode compartilhar. Serão abordados temas importantes e necessários para produzir fotos excelentes nas mais diversas finalidades. Serão duas turmas, sendo uma de manhã das 10h às 12h e a segunda turma das 14h às 16h. As inscrições podem ser realizadas via e-mail fo********@***********es.com Outras informações: 9994-2841 Canindé Soares Nascido em São Bento do Trairi/RN, começou a fotografar no final dos anos 70, fazendo trabalhos na área social. Atua em seu site e como fotografo freelance para empresas...

Vinicius Lins

02/02/2021|

O Projeto “Samba em Verso e Prosa de um Compositor Potiguar” estreia domingo (07/02), às 19h no canal do Youtube do SESC RN. O projeto foi contemplado no edital Poti-Cultural e traz uma proposta com um conteúdo riquíssimo, pois apresenta ao público, em formato de bate papo, como as músicas do compositor Vinícius Lins foram criadas. A proposta foi idealizada por Leonardo Galvão, produtor e músico do Projeto Ribeira Boêmia, e presenteará o público com uma apresentação de cada música da prosa. Vinícius Lins Em se tratando do autor homenageado, Vinícius Lins é um compositor de mão cheia e tem sua obra gravada por artistas do cenário potiguar, como Valéria Oliveira, Quarteto Linha, Marcos Souto, Roda de Samba Ribeira Boêmia, dentre outros. Possui diversos parceiros de composição, como a própria Valéria Oliveira, André da Mata, Eduardo Pandolphi, Stênio Medeiros (Quarteto Linha), João Henrique Koerig (Quarteto Linha), Andiara Freitas, etc. De acordo com Leonardo Galvão, será mostrado ao público canções conhecidas e outras ainda inéditas da obra de Vinícius e “é bem interessante o quanto sua percepção muda ao saber como a música foi criada” relata Leonardo. Foi escolhido um total de 10 músicas para o debate. Além de Leonardo que...

Exposição Persona-Mulher

02/02/2021|

O projeto “Persona-Mulher: uma exposição virtual de maquiagem artística” propõe a realização de uma exposição virtual em formato fotográfico e audiovisual resultante de uma pesquisa idealizada em 2020, durante a pandemia. A exposição propõe a concepção de personagens femininas a partir de experimentações artísticas com maquiagem criativa feitas pela maquiadora, atriz e performer Salésia Paulino. Dirigida e produzida por Thayanne Percilla, a exposição acontece no Instagram e retrata cinco personas femininas construídas a partir da maquiagem artística com cosméticos e materiais alternativos. As fotografias e registros em vídeos feitas por Wallacy Medeiros contam com descrição no texto alternativo (recurso do instagram) e os vídeos contam com descrição na legenda. A exposição acontece até esta quarta (3) no Instagram da maquiadora Salésia Paulino (@salesiapaulino). Este projeto foi realizado com recursos da Lei Aldir Blanc Rio Grande do Norte. Fundação José Augusto, Governo do Rio Grande do Norte, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal. Salésia Paulino Atriz, maquiadora profissional e graduanda do Curso de Licenciatura em Teatro da UFRN. Tem formação de maquiadora profissional pela Escola de Maquiagem Syll Gama, localizada em Natal. Atuou como maquiadora na TV Universitária, TVU-UFRN, no período de 1 ano e 5 meses,...

Txio Paulinho

02/02/2021|

Txio Paulinho, codinome do cantor e compositor potiguar Paulo Souto, continua a trabalhar na divulgação do seu primeiro álbum solo chamado “50”. O músico anuncia o clip da faixa “Sombra e Água Fresca”, totalmente rodado na praia de Pipa, litoral sul potiguar. Veja também: Entre Pela Frente com o cinquentão Txio Paulinho A direção ficou por conta de Marcelo Costa, com Fábio Aquino na direção de fotografia e produção de Sarita Monthiel e Freela Produções. O clip tem patrocínio da Lei Emergencial Aldir Blanc, Prefeitura de Parnamirim e Governo Federal. 50 O Álbum “50” lançado por Txio Paulinho saiu no final do ano passado pelo Selo Dosol com produção da Ferve (combo de produtores). O trabalho marca os 50 anos do artista e também faz parte das comemorações de 20 anos do Dosol atuando com música e cultura no Brasil. Confira o clipe de Sombra e Água Fresca FOTO: Flávio Aquino

Aldir Blanc: Proponentes de 4 editais poderão solicitar prorrogação de prazo

02/02/2021|

Os proponentes com dificuldades em cumprir o cronograma de execução de projetos dos Editais Diversidade Sócio-Humana, Projetos Culturais Integrados, Saberes, Sabores e Fazeres e Cultura Popular de Tradição, em razão da exiguidade de prazos, podem direcionar ofício ao Diretor Geral da Fundação José Augusto (FJA), Joaquim Crispiniano Neto, solicitando prorrogação dos prazos. No ofício deve constar justificativa da solicitação e indicativo do novo cronograma de execução, tendo como base o prazo final de 15 de março de 2021 para a prestação de contas. O e-mail de solicitação de prorrogação de prazo deve ser endereçado aos respectivos endereços que constam em cada edital.

isadora-rezende

02/02/2021|

Está aberta até 3 de março a nova temporada online do documentário “Quando as nuvens eram nossas – Recortes da vida e obra de Oriano de Almeida”, do cineasta Carito Cavalcanti. A obra integra as ações desenvolvidas pelo Projeto Isadora Rezende, que promoveu ainda uma etapa de residência artística e o recital “Isadora e Oriano”, realizados no ano de 2019 através de patrocínio da Lei Djalma Maranhão e Cei Romualdo Galvão. O documentário pode ser visto no canal do YouTube da pianista Isadora Rezende e no neste canal da Praieira Filmes, de Carito Cavalcanti. O projeto fomentou a preservação da memória do grande pianista Oriano de Almeida, personagem fundamental na história da música instrumental brasileira e do desenvolvimento do pianismo no estado. O documentário é conduzido pela pianista Isadora Rezende, cuja história se entrelaça com a de Oriano através de suas aulas de piano, sugerindo a delicadeza e a força das relações construídas pela arte, através de gerações. As histórias da vida do pianista são desveladas pelos afetos e memórias de pessoas que com ele conviveram. QUANDO AS NUVENS ERAM NOSSAS “Quando As Nuvens Eram Nossas – Recortes da vida e obra de Oriano de Almeida” é um documentário sobre...

joão-augusto-limeira

02/02/2021|

Utópico em um tempo em que até sonhar tem feito falta. É nesse cenário que João Augusto Limeira lança o seu primeiro livro, o Conversas Cotidianas. Um compilado de mais de 100 crônicas, versos e poesias que ele foi escrevendo ao longo da vida e que só agora decidiu “jogar pro mundo” . A obra foi construída de forma independente pelo autor, o que faz do livro não apenas mais uma obra em prosa e verso, mas totalmente livre de qualquer amarra de crivo econômico-editorial. POESIA COMUM Formado em Jornalismo pela UFRN, João é um desses escribas de mesa de bar, por mais que nem seja lá muito boêmio. Nascido e crescido no bairro do Alecrim, teve na observação das pessoas a principal inspiração para tudo o que escreve. “Eu acho que a gente busca algo muito rebuscado pra chamar de poesia. Ao nosso redor tem tanta coisa incrível acontecendo e a gente nem percebe” , disse. Sobre o que lhe inspira, ele prefere a rua, os bancos de praça e as conversas com as mais variadas pessoas. “Eu li muita gente. Manuel de Barros, por exemplo, me toca muito. Mas de verdade, o que mais me inspira são as...

02/02/2021|

REDINHARES Longe de ti meus pulmões padecem de maresia e firmamento. De manhã é sol, brisa, assobios, cana, caju, ginga e tapioca. No almoço cioba, cavala ou serra fritado no óleo, tomate e cebola. Suco de umbu, caju ou graviola. Coco, cerveja e cocada.   Açaí não é daqui, por favor leve para longe de mim.   Caminhada partindo do mercado, praiando, conversando e andando. É sol na moleira, picolé de caicó e pensar doideras. Lembro dos bêbados espirituais: Chimbal, Babau, Cícero Bucha e Serginho. É passinho e vou passeando pelas ruas: Cruzeiro, Beberibe, Bauru e Guimarães.   Encontro no youtube o canal Árvore de Cordel rimando Redinhares e mares ancestrais. Rio Doce lhe partiram ao meio, lhe encontro cancioneiro buscando o mar. Descanso no posto salva vidas, não é mais velha é nova a subida. Padeço de cansaço, decido boiar em nossas águas, descanso e flutuo na beirada.   Redinha dos meus amores és uma malhada, você é Redinhares sua danada! Sigo cantando Litorânea e beiradas, é Aquário, casas e mulungos. Brisa da tarde na Verdes Mares, atrás do Portal já operei milagres. (Artur Guimarães)

Dácio

01/02/2021|

De acordo com o wikipédia, nosso Aurélio moderno, “super-herói é um personagem modelo fictício sem precedentes das proezas físicas dedicadas aos atos em prol do interesse público”. Goste ou não de Dácio Galvão, o que ele realizou pela cultura natalense é sem precedentes. Até pelo tempo à frente do principal órgão de fomento da arte na capital potiguar. Mas a vestimenta do super-herói tem se encaixado cada vez mais em Dácio. Claro, nada com cuecas por cima do uniforme coladinho, mas o acúmulo de funções desmedidas. Se Dácio Quixote já comanda a titularidade da Secretaria Municipal de Cultura e a Fundação Cultural Capitania das Artes, agora lutará contra os moinhos de vento sem ao menos um Sancho Pança. É que a Funcarte perdeu, no último sábado, um cargo relevante, que até então respondia pelo órgão na ausência do presidente: a vice-presidência, antes tocada por Lenilton Teixeira. O cargo, com status de diretoria executiva, foi remanejado à Secretaria Municipal de Planejamento como mais uma secretaria adjunta, para acomodar Karla Veruska, esposa do vereador Raniere Barbosa. Lenilton Teixeira, um homem com vasta história no segmento teatral, assume a chefia do Núcleo de Música. Com isso, o experiente maestro Neemias Lopes dá adeus...

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