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Evocação a alguns amigos pets

Em um dos seus exponenciais livros, Civilização e Cultura, Câmara Cascudo, no capítulo dedicado à Domesticação de animais, afirma: “O cão foi o primeiro animal que ingressou no convívio humano.

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Mossoró ganhará Pinacoteca e Memorial

O Conselho de Administração da Ufersa (CONSAD) aprovou por unanimidade a criação da Pinacoteca e Memorial ESAM UFERSA – PIM. A decisão foi tomada durante a 5ª Reunião Extraordinária, na

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Projeto Ecopraça celebra 10 anos

Edição celebrativa traz a ideia da construção de uma “cidade sonho”, em que a resposta para um futuro melhor e mais sustentável está no olhar das crianças O Ecopraça é

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Sinfonia Beatle aos ouvidos e corações

Eleanor Rigby é das canções mais orquestráveis dos Beatles. O original já apresenta um octeto de cordas providenciado por George Martin para este clássico de Paul McCartney. Mas na noite

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Festival Reggae Sua Alma celebra 12 anos fortalecendo a cena reggae potiguar

Redação

O tradicional Reggae Sua Alma chega à sua 12ª edição reafirmando uma trajetória construída pela amizade, pela música e pelo fortalecimento da cultura reggae em Natal. O evento acontece nesta quinta (11), a partir das 18h, no Figa Bar e Cultura, em Ponta Negra. Criado como uma celebração de aniversário entre amigos, o Reggae Sua Alma cresceu ao longo dos anos e se consolidou como um encontro cultural que reúne artistas, músicos e admiradores do reggae em um ambiente de convivência, troca de experiências e valorização da produção musical independente. Ao longo de sua história, o festival recebeu importantes nomes da cena reggae potiguar, entre eles Hallison Rasta, Luanda Luz, Chico Tácio e os Carcará, Raízes de Concreto, além de diversos artistas que contribuíram para fortalecer e manter viva a cultura reggae no Rio Grande do Norte. A programação desta edição terá início às 18h, com a banda NaturalMente, que recebe como convidado especial Bruninho Pernambucano. O encontro promete apresentar ao público um repertório que passeia pelos clássicos do reggae e por influências da música brasileira, celebrando a diversidade sonora que caracteriza o gênero. Às 21h, sobe ao palco Allan Negão, músico reconhecido por sua presença marcante e pela conexão que estabelece com o público através de interpretações carregadas de identidade, sensibilidade e energia. Realizado no Figa Bar e Cultura, espaço que vem se consolidando como importante ponto de encontro da cultura independente em Ponta Negra, o XII Reggae Sua Alma reforça seucompromisso com a valorização dos artistas locais e com a criação de espaços de convivência e expressão cultural. Mais do que uma festa, o evento representa a continuidade de uma história construída coletivamente ao longo de mais de uma década, mantendo viva a essência do reggae como manifestação artística, cultural e humana. Serviço XII Reggae Sua Alma – 12ª Edição 📅 Data: 11 de junho de 2026 🕕 Horário: A partir das 18h 📍 Local: Figa Bar e Cultura – Ponta Negra, Natal/RN 💰 Couvert artístico: R$ 10,00 Programação 🎶 18h – NaturalMente convida Bruninho Pernambucano 🎶 21h – Allan Negão

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Produtora potiguar abre inscrição para projetos de longa-metragem do Rio Grande do Norte

Redação

A Casa da Praia Filmes realizará a quarta edição do Casa da Praia Lab, projeto de formação e desenvolvimento audiovisual que, neste ano, adota o subtítulo “Esquina Criativa”. A iniciativa promoverá um laboratório presencial de desenvolvimento de roteiros de longa-metragem voltado exclusivamente para autores e autoras do Rio Grande do Norte, além de oficinas gratuitas de escrita técnica de roteiro em diferentes regiões do estado e uma mostra de filmes originados em edições anteriores do projeto. As inscrições para o laboratório estarão abertas entre os dias 8 de junho e 3 de julho deste ano via edital. Serão selecionados 15 projetos norte-rio-grandenses de longa-metragem em fase de desenvolvimento, com foco em roteiristas interessados em amadurecer suas obras e aprofundar processos criativos, narrativos e estéticos. Inscreva-se aqui. O laboratório acontecerá presencialmente em Natal, entre os dias 3 e 7 de agosto, reunindo tutorias, atividades formativas, palestras e um pitching final voltado ao desenvolvimento dos projetos selecionados. Além da formação, cada roteirista selecionado receberá uma bolsa de estudos no valor de R$ 1.500, totalizando R$ 22.500 investidos diretamente nos participantes do laboratório. A proposta busca fortalecer a profissionalização do trabalho criativo no audiovisual e ampliar as possibilidades de circulação e financiamento de projetos potiguares. Segundo o cineasta Pedro Fiuza, o Casa da Praia Lab surge da percepção da ausência histórica de projetos do Rio Grande do Norte em laboratórios criativos nacionais e internacionais. “A iniciativa busca ampliar a presença do estado no panorama do cinema brasileiro contemporâneo, oferecendo formação qualificada e criando condições para o desenvolvimento de novas narrativas sobre o território potiguar e nordestino”, enfatizou Pedro, fundador da Casa da Praia Filmes.  Ao longo dos 15 anos de atuação na indústria cinematográfica, a Casa da Praia Filmes consolidou um histórico de circulação nacional e internacional com obras como Sideral, exibido no Festival de Cannes e selecionado para a shortlist do Oscar 2023; Big Bang, premiado no Festival de Locarno; além de Fendas e Vai Melhorar. O Casa da Praia Lab – Esquina Criativa é realizado por meio do Edital Transformando Energia em Cultura 2025-2026, com patrocínio da Neoenergia Cosern e do Instituto Neoenergia, via Programa Cultural Câmara Cascudo. O projeto conta ainda com apoio do IFRN, da ITCART – Incubadora Tecnológica de Cultura e Arte e do Centro de Tecnologia e Cultura Luzia Vieira de França. SOBRE O CASA DA PRAIA LAB – ESQUINA CRIATIVA  O projeto propõe um espaço de experimentação artística e política, incentivando obras que enfrentem estereótipos e proponham novos imaginários sobre o Nordeste no século XXI. O LAB reafirma o compromisso das...

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Governo do RN lança quarto bloco de editais da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB RN)

Redação

Com investimento de mais de R$ 2 milhões, este bloco irá contemplar 96 vagas, abrangendo quatro editais de Apoio à Diversidade; as inscrições poderão ser feitas até o dia 29, por meio da plataforma Mais Cultura RN. O Governo do Brasil, por meio do Ministério da Cultura, e o Governo do Rio Grande do Norte, por meio da Secretaria de Estado da Cultura, comunicam o lançamento do quarto bloco de editais da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB). Com foco na diversidade e pluralidade das ações, esta nova etapa reafirma o compromisso do Governo do Estado em descentralizar recursos, fortalecer a cena cultural potiguar e valorizar os artistas, fazedores de cultura e as diversas linguagens artísticas presentes em todas as regiões do Rio Grande do Norte. “O lançamento deste quarto bloco de editais é mais um passo fundamental na nossa missão de fortalecer a cultura potiguar. Queremos garantir que nossos fazedores de cultura tenham acesso a essas oportunidades, transformando o setor em um pilar de desenvolvimento econômico e social para o nosso estado”, destaca Mary Land Brito, titular da pasta da Cultura no Governo do RN. Com investimento de mais de R$ 2 milhões, este bloco irá contemplar 96 vagas no total, abrangendo quatro editais de Apoio à Diversidade: Cultura LGBTQIAPN+; Cultura Negra; Cultura Urbana e Periférica; e Mulheres na Cultura. As inscrições estão abertas de 9 a 29 de junho. “Este ano temos uma novidade que é o Edital de Mulheres na Cultura, uma demanda que surgiu das escutas públicas que realizamos antes da elaboração dos editais, o que nos permitiu aprimorar a distribuição dos recursos de forma mais eficiente e democrática. Lembramos também que todos os editais da PNAB RN possuem pontuação extra e cotas para grupos minorizados e elaboramos ainda cartilhas acessíveis para simplificar o entendimento das regras de cada edital”, enfatiza a coordenadora da PNAB RN, Bruna Medina. A Política Nacional Aldir Blanc tem como objetivo central estruturar o fomento à cultura de forma continuada, garantindo que o recurso chegue à ponta, incentivando a criação, a produção e a difusão de bens culturais. Este quarto bloco de editais se soma às ações anteriores já executadas, consolidando a implementação da política no território potiguar. O Governo do Estado convida artistas, coletivos, produtores e gestores culturais a acessarem o site oficial da Secretaria de Estado da Cultura (secult.rn.gov.br) para conferir os detalhes, critérios de elegibilidade e prazos de inscrição...

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BIBLIOBUNKER: Ilhas, labirintos: poemas escolhidos

Pablo Capistrano

Ilhas, Labirintos: poemas escolhidos Autor: Elí de Araujo Editora: Sol Negro Ano: 2022 Páginas: 125 O finado Harold Bloom, sujeito conhecido por algumas opiniões “polêmicas” e “canceláveis” (como a de que o Rei Lear de Shakespeare é literariamente superior à Cabana do pai Tomás de Harriet Beecher), afirmou certa vez que lia poesia como se estivesse fazendo uma oração. Isso, obviamente, não tem nada a ver com carolice pietista ou proselitismo religioso. Segundo Bloom, a boa poesia precisa ser decorada e introjetada na memória tal qual uma oração. Tenho certeza, amigo velho, que se o finado professor de Yale estivesse vivo (e soubesse ler português), certamente decoraria vorazmente muitas das poesias de Elí de Araujo, publicadas nesta coletânea, editada em 2022 pela Sol Negro. O volume traz uma amostra muito bem colhida das safras poéticas de Elí, desde o seu livro de 1982, Reminiscências do Tártaro até o Catábase de 2021. Uma coletânea essencial para os amantes da boa poesia que apresenta um registro fundamental de parte dos sete primeiros livros deste que, nascido e criado aqui pela Taba de Poty, sem nenhuma sombra de dúvida, é um dos melhores (senão o melhor) poeta de sua geração. Se você não acredita na opinião deste professor de província que vos fala, amigo velho, então peço que me conceda o benefício da dúvida e dê uma navegada pela costa acidentada dessas ilhas literárias, espalhadas por esse labirinto de alumbramentos poéticos. Tenho certeza que em algum momento você vai se achar obrigado a concordar comigo. Cada poema dessa coletânea é uma surpresa, um novo deleite, um desconcerto, um rasgão, uma fissura de liberdade criativa naquilo que o filósofo Martin Heidegger chama de “falatório” (essa espécie de rede de banalidades retóricas que a nossa linguagem ordinária constroi para nos aprisionar).   E por falar em oração, há, inclusive em seus poemas, inúmeras referências a textos bíblicos, como no “Salmo 23”, publicado em seu livro de 1991 (Deterioremus), uma perturbadora e inusitada interseção entre o “livro de Jó” (o mais desconcertante texto do cânone judaico) e os salmos atribuídos a David. Seguindo uma inversão irônica do lirismo mesopotâmico (com seus poemas de exaltação e louvor a divindades como Baal, Marduk, Yaweh ou Inanna), Elí brinca com o desespero de David, aproximando a sua súplica lamuriosa (sempre pendurada nas paredes das casas de alguns crentes mais devotos) da devastadora crueldade do deus que atormenta o pobre Jó:  “o Senhor é...

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Pedro Pereira - Foto - Fábio Cortez

Pedro Pereira revisita 45 anos de criação em exposição na Pinacoteca do Estado

Redação

Mostra reúne obras produzidas entre 1981 e 2026 e marca o retorno do artista às exposições individuais após mais de uma década Quatro décadas e meia de dedicação à arte, à poesia e à experimentação estética ganham forma na exposição “Unir Verso às Cores”, que será aberta ao público no próximo sábado (13), às 10h, na Pinacoteca do Estado, em Natal. A mostra celebra os 45 anos de trajetória do artista visual e poeta Pedro Pereira, reunindo 46 trabalhos que atravessam diferentes períodos de sua produção e revelam a pluralidade de uma obra construída entre imagens, palavras e afetos. Com curadoria de Pablo Pinheiro e produção de Alda Pereira, a exposição apresenta pinturas, colagens, fotografias, intervenções artísticas e poemas criados entre 1981 e 2026. O conjunto permite ao visitante acompanhar a evolução estética e conceitual de um artista que fez da liberdade criativa sua principal marca. Mais do que uma retrospectiva, “Unir Verso às Cores” propõe um mergulho no universo de Pedro Pereira. As obras dialogam com temas como memória, identidade, cotidiano, natureza e imaginação, revelando uma produção que transita com naturalidade entre as artes visuais e a literatura. O próprio título da exposição traduz essa característica. Inspirado em um poema do artista, sintetiza a relação entre escrita e pintura que acompanha sua criação desde os primeiros trabalhos. “Pinto o que não sei escrever, escrevo o que não sei pintar. Pinto e escrevo o que me faz sonhar”, resume Pedro Pereira. A mostra também marca o reencontro do artista com o circuito das exposições individuais. Sua última experiência solo aconteceu em 2013, com “O Jardineiro das Cores”. Agora, retorna à Pinacoteca com uma seleção que reúne obras históricas e produções recentes, compondo um percurso que evidencia permanências, transformações e novas descobertas criativas. Uma trajetória construída entre arte e cultura Natural de Passa e Fica, no Agreste potiguar, Pedro Pereira desenvolveu uma trajetória singular no cenário cultural do Rio Grande do Norte. Ao longo dos anos, atuou como poeta, artista visual, produtor cultural e incentivador de iniciativas voltadas à democratização do acesso à arte. Nos anos 1980, integrou a chamada Geração Alternativa, movimento ligado à poesia marginal que contribuiu para renovar a cena cultural de Natal. Também participou da banda Cabeças Errantes, experiência que ampliou seu diálogo com outras linguagens artísticas e fortaleceu uma produção marcada pela experimentação. Seu primeiro livro, Lutar pela Paz, foi publicado em 1981. Poucos anos depois, criou...

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A trilha, a bifurcação, as pegadas erradas e as vozes certas

Tatyanny Nascimento

Perder-me em uma trilha, no meio de um grupo, não foi somente errar um caminho: foi ser devolvida, ainda que por instantes, à verdade mais antiga da existência humana: a de que viver é caminhar entre bifurcações sem garantias. E que angústias tem poder pedagógico. O que se passou em um retorno de passeio à cachoeira não foi apenas um desencontro geográfico: foi a aparição de uma cena reflexiva, o momento em que o grupo se desfaz como proteção simbólica, o cansaço dissolve a prudência, e eu me vejo entregue à tarefa de distinguir entre rastro e rumo, entre saída e destino, entre movimento e direção. Na ida, ainda havia uma espécie de pacto silencioso sustentando a travessia. O corpo, não tendo sofrido o peso do trajeto, permitia à mente exercer aquilo que a civilização exige de nós: pausa, espera, consideração pelo outro, capacidade de reter o impulso em favor do laço. Diante de cada bifurcação, quando se sabia o caminho, alguém esperava, olhava para trás, cuidava para que o restante acompanhasse. A trilha era, então, uma comunidade. Havia nela um tecido de atenção recíproca e o cansaço ainda não havia corroído a delicada camada ética que nos faz lembrar que ninguém caminha sozinho, mesmo quando cada um usa as próprias pernas. E ainda que estivessem presentes dois guias (altamente responsáveis), um estava na frente, outro atrás, mas ao meio haviam bifurcações. E o grupo não tinha o mesmo ritmo em um longo trajeto cheio de curvas. Mas a volta introduziu outra verdade, menos nobre e mais funda: quando o corpo se esgota, a consciência se estreita. Já havíamos tomado banho de cachoeira, estávamos cansados de toda a caminhada, e o desejo de chegar logo em casa passou a comandar os passos. Aquilo que antes era grupo se tornou fluxo. O que era convivência se tornou pressa. E justamente nesse ponto, uma bifurcação deixou de ser apenas uma escolha espacial para se converter num teste moral: quem vê o desvio e segue mesmo assim, sem pensar nos que podem ficar para trás, revela algo da condição humana quando a energia simbólica se rompe. Não se trata necessariamente de maldade: trata-se de um empobrecimento da presença. Cansados, diminuímos. Recolhemos nossas fronteiras, contraímos nossa generosidade, protegemos nosso próprio retorno como se toda alteridade fosse peso extra.   Foi nesse rasgo da trama coletiva que eu me perdi com minha mãe. E o...

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Edgar Morin e a arte de pensar um mundo complexo

Isabel Carvalho

Sexta-feira, 29 de maio de 2026. O mundo se despediu de um dos maiores pensadores do nosso tempo. Aos 104 anos, Edgar Morin deixou uma obra que atravessou fronteiras disciplinares, influenciou pesquisadores, professores, jornalistas, cientistas sociais e todos aqueles que se dedicam a compreender a complexidade da vida humana. Sua morte encerra uma trajetória intelectual extraordinária, mas também oferece uma oportunidade para revisitar suas ideias e refletir sobre sua atualidade. Em um mundo marcado pela velocidade da informação, pela polarização política, pelas transformações tecnológicas e pelas crises ambientais, o pensamento de Morin parece mais necessário do que nunca. Suas ideias continuam pulsantes para quem deseja compreender a sociedade contemporânea. Nascido em Paris, em 1921, Morin viveu acontecimentos importantes da história recente. Testemunhou guerras, crises econômicas, revoluções culturais, o surgimento da internet e as profundas mudanças que transformaram a vida humana ao longo do século XX e das primeiras décadas do século XXI. Ao contrário de alguns intelectuais que escolheram uma única área de atuação, Morin construiu uma obra que dialoga com diferentes campos do conhecimento. Filosofia, sociologia, antropologia, biologia, educação, comunicação e política aparecem constantemente em seus estudos. Essa característica não era um acaso. Para ele, os grandes problemas da humanidade não cabem dentro das fronteiras rígidas das disciplinas acadêmicas. Compreender a realidade exige conectar saberes e reconhecer que tudo está relacionado. Foi dessa percepção que surgiu sua principal contribuição: o pensamento complexo. Ao ouvir a palavra “complexidade”, muitas pessoas imaginam algo complicado ou difícil de entender. Morin utilizava o termo em outro sentido. A palavra complexidade deriva do latim complexus, que significa “aquilo que é tecido junto”. Em outras palavras, a realidade é formada por uma rede de relações, conexões e influências mútuas. Para Morin, um dos maiores problemas do pensamento moderno foi acreditar que seria possível compreender o mundo dividindo ele em partes cada vez menores. Embora essa abordagem tenha proporcionado avanços significativos para a ciência, também contribuiu para a fragmentação do conhecimento. Aprendemos a estudar a economia separada da cultura, a política distante das emoções, a tecnologia isolada da sociedade. O resultado é que muitas vezes compreendemos os detalhes, mas perdemos a visão do conjunto. O pensamento complexo propõe justamente o contrário: observar simultaneamente as partes e o todo. Entre suas muitas obras, trago O Método 3: O Conhecimento do Conhecimento, publicado originalmente em 1986 e posteriormente lançado em português pelas editoras Publicações Europa-América (1996) e Sulina...

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Praia viva, cultura viva: Projeto Tatuí realiza ação socioambiental e cultural em Ponta Negra

Redação

Neste sábado (6), em alusão à Semana do Meio Ambiente, a Praia de Ponta Negra recebe a ação Praia Viva, Cultura Viva, evento que marca o lançamento oficial do Projeto Tatuí. A iniciativa une educação ambiental, cultura, memória afetiva e mobilização comunitária em defesa do litoral potiguar. Idealizado por Cintya Laranjeira, representante do Limpa Brasil no Rio Grande do Norte, o Projeto Tatuí nasceu das vivências e memórias de infância em Ponta Negra e busca fortalecer o sentimento de pertencimento e o cuidado coletivo com a praia, suas histórias e sua biodiversidade. A programação gratuita e aberta ao público reunirá moradores, voluntários, escolas, coletivos, artistas, trabalhadores da praia e instituições parceiras em atividades voltadas à valorização dos ecossistemas costeiros e da cultura local. Durante a manhã, as ações acontecem na Praia de Ponta Negra, com concentração no Letreiro de Natal, presença da Burrinha Pintadinha e do Jaraguá, abertura oficial do projeto, alongamento com o grupo Calistenia Livre, roda de conversa, mutirão de limpeza, ato pelos trabalhadores da praia, distribuição de mudas e o desafio Achei um Tatuí. À noite, a programação segue na Vila de Ponta Negra, na Tapiocaria da Vó, com apresentações culturais, lançamento do cordel Engorda pra Quem?, apresentação musical e exposição de fotografias de Flávio Resende. A programação se encerra com after cultural no Figa Bar e Cultura. O nome do projeto faz referência ao tatuí, pequeno crustáceo que habita a faixa de areia e funciona como indicador da saúde ambiental das praias. A proposta utiliza a educação ambiental e a cultura como caminhos para aproximar a população das questões que impactam o litoral e estimular o cuidado com o território. PROGRAMAÇÃO MANHÃ – PRAIA DE PONTA NEGRA NOITE – VILA DE PONTA NEGRA SERVIÇO Evento: Praia Viva, Cultura Viva – Lançamento do Projeto Tatuí Data: 6 de junho de 2026 Manhã: 7h30 às 11h30 – Letreiro de Natal, Praia de Ponta Negra Noite: 18h às 20h – Tapiocaria da Vó, Vila de Ponta Negra After cultural: 20h – Figa Bar e Cultura Entrada: Gratuita e aberta ao público PARCEIROS Associação Ponta Negra é da Gente; Associação dos Quiosqueiros da Praia de Ponta Negra; Associação Vila de Ponta Negra; Figa Bar e Cultura; Grupo Cultural Burrinha Pintadinha; P.Cultura Tapiocaria da Vó; MMarhéproducoescriativas; Rendeiras da Vila; Protagonistas da Paz; Casa Flor Ateliê Botânico; Calistenia Livre.

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Exposição urbana potyguara invade república de Curitiba

28/04/2023|

O Ateliê Santa Catarina (@ateliesantacatarina), articulado pela artista Catarina Santos (@catarinaalice) em Natal, viajou em março para Curitiba/PR e lançou uma exposição urbana levando na mala diversos cordéis da Casa do Cordel, como os cordelistas Hélio Gomes, Abaeté do Cordel, Gelson Pessoa e obras e Zé Martins; além das artes de Tieme Estela, fotografias da própria Catarina Santos e do fotográfico Eduardo Alexandre e a arte de adesivagem inédita da Jussara di Medeiros. As obras estarão expostas no centro de Curitiba até maio/2023, e podem ser encontradas em diversos locais, se concentrando mais na rua Des. Clotário Portugal os lambe-lambe dos cordéis da Casa do Cordel (@casadocordel), Zé Martins e Alexandre Dunga estão concentrados. A ação visa apontar em Curitiba a potência da arte potiguar e a importância da luta contra a xenofobia no país. Curitiba é conhecida historicamente como uma capital que tem diversos relatos de racismo, fascismo e xenobobia. A série da “invasão” traz em si uma gana de apontar que o Nordeste existe e faz arte tal como as tribos tupi-guarari que também se estendem e resistem até hoje no estado. A ação foi tão bem cotada na capital que conseguiu adentrar um dos espaços mais significativos...

TERRA ESTRANGEIRA: Cenas de um confronto lusitano

27/04/2023|

Sintra – Portugal, 15 de Julho de 2006 Eu ainda estava obcecado com a ideia de saber o que tinha dentro da tal escrivaninha no corredor da casa da rua da cerâmica, em Almoçageme, mas precisava de uma chave para abrir o móvel. Foi ai que observei, subindo a escada que leva ao andar de cima, por trás de uma estante, um buraco na parede. Parecia um lugar para uma janela ou coisa que o valha. Pensei que talvez, por algum motivo qualquer, ali pudesse estar escondida a chave que me faria abrir a tal escrivaninha. Mas não tive tempo de empurrar o móvel, porque rapidamente, surgiu a ideia de se fazer um churrasco para apresentar algo típico da culinária brasileira (e que logicamente a gente soubesse fazer) para os dois casais de amigos (australianos e irlandeses) que viajavam conosco. Foi então que Andrew (que é de Dublin) me chamou pra tomar uma legitima escura irlandesa à beira da piscina, o que me pareceu muito mais convidativo do que ficar empurrando móveis velhos e pesados pela casa. Lula, meu cunhado, muito mais experiente do que eu na arte ancestral de assar  carne, se prontificou em amaciar a picanha com um...

F.O.M.O.: Consumismo cervejeiro e as cervejas “imperdíveis”

26/04/2023|

Saudações, cervejeiros! O tema de hoje, mais uma vez, é o mercado consumidor de cervejas e os comportamentos por ele moldados. Vamos falar hoje de um termo em inglês (F.O.M.O.) que se adequa perfeitamente ao tipo de consumismo por ele gerado, o que desencadeia nas chamadas “cervejas imperdíveis”. F.O.M.O. é uma sigla que vem da expressão em inglês “fear of missing out”, que traduzida para o português significa “medo de ficar de fora”, ou “medo de deixar a oportunidade passar”. É um termo geralmente aplicado às redes sociais e a sua hiperconectividade. É o que gera a necessidade de estarmos diuturnamente conectados e atualizados para não ficamos sem saber das novidades, dos novos memes e das mais novas coisas inúteis que vamos esquecer daqui a uma semana. F.O.M.O. é o sentimento de tentar ir atrás daquilo que nem sabemos direito como acontecerá, como acontecerá e se realmente será algo importante. Simples medo de desperdiçar uma oportunidade… seja ela qual for. O que importa, nesse padrão de comportamento, é tentar se antecipar para não perder a chance (daquilo que não sabemos exatamente o que é). Seguindo a tendência, o mercado cervejeiro, principalmente aquele mais pomposo e hypado, vale-se do estratagema do...

Banda potiguar é indicada a um dos prêmios mais importantes da música nacional

26/04/2023|

A Orquestra Greiosa está entre os indicados a melhor grupo do ano na 30ª edição do Prêmio da Música Brasileira, um dos mais importantes do cenário musical no Brasil. Os quarentões como este editor devem lembrar do antigo nome da premiação, o Prêmio Sharp. A indicação partiu do terceiro e mais recente álbum da banda, o Esperanza, lançado em setembro de 2022. “Um trabalho feito para nos curar. Tínhamos dois dos integrantes da banda lutando contra o câncer enquanto gravávamos, se esforçando, tirando forças sabe-se lá de onde”, conta o músico, produtor e um dos membros da Greiosa, Anderson Foca. A banda, que é conhecida pelo som inerente ao carnaval, mas que ficou sem colocar o “bloco na rua” por dois anos, apresentou nove músicas nesse novo álbum. O álbum não tem esse nome à toa, além do momento de interrupção obrigatória ocasionada pela pandemia, os integrantes Paulo Souto e Simona Talma foram diagnosticados com câncer, e isso originou um momento de reflexão e boas vibrações de cura. E nesse contexto de revigorar a esperança, como diz a canção Água e o Tempo: “o tempo não tento ganhar, o tempo é o rei, e se ele me fez retornar (eu...

Pinhole Day em Natal trará ações formativas no campo da fotografia

25/04/2023|

O espaço cultural Candeeiro irá promover, nos dias 29 e 30 de abril, a Jornada Pinhole Day em Natal, um evento voltado ao campo da imagem. A programação é voltada à formação, construção e diálogo sobre o universo da fotografia. Para se inscrever basta doar 1 kg de alimento para doação posterior. O Candeeiro é um Espaço Cultural independente que iniciou suas atividades em Belém do Pará no ano de 2020, com programações expositivas, ações educativas, e diálogos sobre processos de criação artísticas e temas que atravessam o circuito da arte. Em 2022, com a mudança dos seus idealizadores para Natal, trouxe suas atividades para a cidade, dando continuidade s suas ações. Neste 2023, além dos cursos, oficinas e exposições apresentadas pelo espaço, traz também a iniciativa de realizar o Pinhole Day. O Evento contará com a parceria da Fotoativa, que há 21 anos realiza a Jornada no Pará, a Loja 35mm, da fotógrafa Meysa Medeiros, o Mercado da Foto e o Coletivo daFOTO, ambos em Natal. A jornada ocorrerá nos dias 29 e 30 de abril, de 9hs às 17h no Mercado da Foto situado no Mercado de Petrópolis, seguindo a programação abaixo:  Dia 29/04 – Horário 9 às...

aravana-REC-Foto-Brunno-Martins

25/04/2023|

O projeto Caravana REC – uma iniciativa itinerante que busca promover a formação técnica, o estímulo profissional e empreendedor, a produção e difusão audiovisual no estado do Rio Grande do Norte – chega a sua 3ª temporada neste mês de abril. O público beneficiário direto são jovens de 15 a 25 anos, das cidades contempladas na edição: Natal, Macaíba, Upanema, Baraúna, Florânia, João Câmara, Martins e Santa Cruz. Com uma atuação responsável, pautada nos ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável), o projeto impacta pessoas e lugares a partir de ações socioculturais permeadas de propósitos que vão para além do entretenimento e consumo cultural. Em cada cidade por onde passa, o projeto desenvolve uma oficina de audiovisual, com foco na produção de curtas documentários para iniciantes, além de atividade de apreciação e formação de plateia para o cinema local através da Mostra Itinerante Caravana REC; e roda de conversa sobre cultura e empreendedorismo, onde Nathalia Santana, idealizadora e diretora do Caravana REC, apresenta o projeto como estudo de caso para abordar temas como: produção cultural e possibilidades de desenvolvimento profissional no setor; elaboração, captação e gestão de projetos; comunicação cultural; e desafios contemporâneos (sustentabilidade, inovação, democratização). Com o enfoque na experiência e na...

manoel cavalcante

25/04/2023|

Três potiguares foram selecionados para o projeto nacional Arte da Palavra, realizado pelo Serviço Social do Comércio (Sesc), e com o objetivo de incentivar a leitura e a produção literária no país. Os autores selecionados têm a oportunidade de participar de circuitos que percorrerão todas as regiões, estimulando a formação de leitores, a divulgação de obras e escritores brasileiros, e a realização das novas formas de produção e fruição literária. Regina Azevedo, nascida em Natal, representará o RN no “Circuito de Autores”. Ela é poeta, revisora de textos e pesquisadora. Formada em Letras – Língua Portuguesa pela UFRN e mestranda em Literatura Comparada na mesma instituição, já escreveu seis livros de poemas e integra a antologia “As 29 poetas hoje”, organizada por Heloisa Buarque de Hollanda. No “Circuito de Criação Literária”, Manoel Cavalcante, natural de Pau dos Ferros, terá a oportunidade de falar sobre sua experiência e trajetória que o levou à publicação de 13 livros e 23 títulos de cordéis, além das mais de 100 premiações em concursos literários no Brasil e até no exterior. O autor possui obras adotadas e/ou trabalhadas em escolas públicas e privadas de vários estados da federação como Brasília, São Paulo, Minas Gerais, Rio...

Som da Mata volta neste domingo após recesso de 6 meses

24/04/2023|

Depois de seis meses de recesso volta ao palco do Anfiteatro Pau-Brasil, no próximo dia 30 de abril, às 16h30, no Parque das Dunas, o projeto Som da Mata, brindando o público com o melhor da música instrumental potiguar. Essa nova temporada se inicia com a apresentação do grupo Nem Choro Nem Vela, formado em 2009 por Raphael Almeida (cavaquinho e bandolim), Paulo Pereira  (cavaquinho) e Bruno Pessoa (pandeiro), acompanhados pelos músicos Aluízio Pisão (surdo) e Fernando Botelho (violão 7 cordas), fechando a formação que sobe ao palco no final de tarde do próximo domingo. No repertório: Valsa, Baião, Samba e Choro, muito Choro! O projeto Som da Mata acontece graças à renúncia fiscal da Prefeitura do Natal através da Lei Djalma Maranhão e do aporte financeiro da UNIMED Natal, além do apoio do IDEMA e da Padaria Hora do Pão. Serviços: Show: Nem Choro Nem Vela Plataformas: Instagram (@somdamata) | Facebook (Som da Mata) | Youtube (Som da Mata) Local: Anfiteatro Pau-Brasil | Parque das Dunas End: Av. Alexandrino de Alencar, S/Nº – Tirol Dia: 30 de abril – Domingo Hora: 16h30 Acesso ao Parque: R$ 1,00 (um Real) ———- CRÉDITO DA FOTO: Tiago Lima

A história não contada do Brasil

24/04/2023|

Político experiente, Álvaro da Costa Dias, atual Prefeito de Natal, ingressa, surpreendentemente, no mundo da historiografia com um livro instigante, em que busca relatar o avesso da História Oficial do Brasil, isto é, aquilo que foi omitido ou distorcido pelos historiadores convencionais. “A Guerra dos Tamoios e a História não Contada do Brasil” (Natal: Escribas, 2023) tenta des(mi/mis)tificar a velha máxima de que a História é sempre contada pelos vencedores. Álvaro Dias toma o partido dos vencidos que, no caso em estudo, são os índios escravizados no período colonial, e relegados injustamente aos porões da História pela maioria dos estudiosos. Na Introdução ao livro, ou, mais precisamente, no último parágrafo desta, o autor diz de maneira sucinta a que se propõe a obra. Vejamos, textualmente: “Sabemos que nossa história deveria conter uma quantidade imensa de sofrimentos e desditas, de injustiças e crueldades, que foram perpetradas e existiram ao longo do tempo, durante toda a colonização, mas os livros e compêndios, muitas vezes manipulados ou censurados, negaram-se a relatar esses episódios e foram omissos com relação a inúmeros fatos relevantes, sem os quais não podemos chegar a uma análise isenta, imparcial, nem entender porque hoje as coisas são dessa forma.” (p....

BARDALLO’S  18 ANOS

24/04/2023|

O Bardallo’s Comida & Arte celebra 18 anos de resistência e arte em uma programação especial com exposição, muita música e sorteio. A programação começa nesta quinta (27) e segue até o sábado (29), sempre a partir das 18h. Localizado na rua Gonçalves Lêdo, na Cidade Alta, o espaço integra o perímetro cultural do Beco da Lama. O Bardallo’s foi criado pelo empreendedor e carnavalesco Lula Belmont com o objetivo de ser um reduto das artes. “A necessidade de criar o bar veio através do meu envolvimento com a arte e com a cultura. A ideia era ter um espaço que abraçasse a música, as artes plásticas, a literatura e outras expressões artísticas e chegar aos 18 anos de história é uma alegria muito grande, principalmente pela pluralidade da programação e do público que frequenta”, declara Lula Belmont. Confira também: A história de 13 anos do Bardallos A programação da festividade começa  dia 27 com a tradicional Quinta Discow e a discotecagem de Dj Samir Lemos. Na sexta-feira, 28, a animação fica por conta de Jaina Elne. O encerramento da festividade no sábado, 29, terá muito samba com Rosas na Cartola e discotecagem de Dj Sogos. Com contribuição de R$...

alice carvalho

13/04/2023|

A atriz potiguar Alice Carvalho está na nova Super Série da Rede Globo “Guerreiros do Sol”, cujo elenco principal foi divulgado ontem no evento Rio2C. Escrita por George Moura e Sergio Goldenberg, a produção será uma releitura da clássica história de Lampião e Maria Bonita. A ambientação será no Nordeste, entre os anos 1920 e 1930. A direção artística é de Rogério Gomes (Império, Além do Tempo e A Força do Querer). A trama terá 45 capítulos. Durante o evento Rio2C, parte do elenco foi confirmado. A Globo confirmou que a história terá os atores Isadora Cruz, Thomás Aquino, Alline Moraes como a feminista Jânia, Irandhir Santos, José de Abreu, Osmar Prado, Alexandre Nero, Nathalia Dill, Daniel de Oliveira e Alice Carvalho. As gravações de Guerreiros do Sol começam em maio. A produção será a sucessora de “Todas as Flores”.

“FJA 60 Anos – Abril das Artes” celebra mulheres, poesia, teatro e circo no TAM

13/04/2023|

A Secretaria Extraordinária de Cultura e a Fundação José Augusto realizam nesta sexta-feira (14/04) no Teatro Alberto Maranhão, a partir das 18h30, o evento “FJA 60 Anos- Abril das Artes”, comemorativo à criação do órgão estadual da Cultura e que reúne uma celebração coletiva ao Dia das Mulheres (8/03), ao Dia da Poesia (14/03), ao Dia Internacional do Teatro, ao Dia Nacional do Circo (27/03) e ao Dia Estadual do Teatro Potiguar (11/04). A celebração será iniciada na frente do TAM com o espetáculo “Ubu: O que é Bom tem Que Continuar!” com encenação dos grupos teatrais Clowns de Shakespeare, do Facetas, Mutretas e Outras Histórias e do Asavessa. Os espectadores serão convidados a se deslocar pelo átrio do teatro por um trio circense da Tropa Trupe, com pernas de pau, monociclos e malabares para assistir ao jogral poético “Poesia é Vida, SPVA é Luta”, da Sociedade dos Poetas Vivos e Afins (SPVA). Além da solenidade oficial, com a presença das autoridades, haverá uma homenagem a 16 mulheres potiguares escolhidas que se destacaram em seus setoriais artísticos e a exibição de sete vídeos de sete poetas homenageadas pela Secult/FJA no Dia Internacional da Mulher. O “FJA 60 Anos- Abril das...

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Blog do Sérgio Vilar

Fotografia potiguar no mundo

O poeta, artista visual e fotógrafo potiguar Jean Sartief expõe em um dos mais prestigiados salões de fotografia de rua de Portugal, o Mira Mobile Prize. A mostra é fruto de uma premiação – 21º Prêmio Mira Mobile – que

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Red Dog Pub reabrirá ainda em 2026

Um dos poucos e mais legais pubs de Natal, o Red Dog Pub não ficou pelo caminho do modismo, como tantos espaços que abrem, “bombam” e, pouco depois, passado o período da modinha tipicamente natalense, fecham. O pub fechou no

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