Últimas

fototeca potiguar

RN vai ganhar uma Fototeca potiguar

A proposta de criação da Fototeca Potiguar já passou pela Comissão de Constituição e Justiça e nesta quinta (21) foi aprovada por unanimidade pela Comissão de Educação da Assembleia Legislativa.

Leia mais

A Academia que podia ter sido e não foi

A Academia Brasileira de Letras divulgou nota, pela internet, anunciando a realização do ciclo de palestras “Cadeira 41”, sob a coordenação da acadêmica Ana Maria Machado. “Este ciclo, diz a

Leia mais

Sete filmes sobre cinema

Dia desses, dei-me à prazerosa tarefa de selecionar os filmes que têm como tema o próprio Cinema. Lembrei-me, então, de alguns, que relaciono a seguir, juntamente com informações sobre os

Leia mais

Festival Reggae Sua Alma celebra 12 anos fortalecendo a cena reggae potiguar

Redação

O tradicional Reggae Sua Alma chega à sua 12ª edição reafirmando uma trajetória construída pela amizade, pela música e pelo fortalecimento da cultura reggae em Natal. O evento acontece nesta quinta (11), a partir das 18h, no Figa Bar e Cultura, em Ponta Negra. Criado como uma celebração de aniversário entre amigos, o Reggae Sua Alma cresceu ao longo dos anos e se consolidou como um encontro cultural que reúne artistas, músicos e admiradores do reggae em um ambiente de convivência, troca de experiências e valorização da produção musical independente. Ao longo de sua história, o festival recebeu importantes nomes da cena reggae potiguar, entre eles Hallison Rasta, Luanda Luz, Chico Tácio e os Carcará, Raízes de Concreto, além de diversos artistas que contribuíram para fortalecer e manter viva a cultura reggae no Rio Grande do Norte. A programação desta edição terá início às 18h, com a banda NaturalMente, que recebe como convidado especial Bruninho Pernambucano. O encontro promete apresentar ao público um repertório que passeia pelos clássicos do reggae e por influências da música brasileira, celebrando a diversidade sonora que caracteriza o gênero. Às 21h, sobe ao palco Allan Negão, músico reconhecido por sua presença marcante e pela conexão que estabelece com o público através de interpretações carregadas de identidade, sensibilidade e energia. Realizado no Figa Bar e Cultura, espaço que vem se consolidando como importante ponto de encontro da cultura independente em Ponta Negra, o XII Reggae Sua Alma reforça seucompromisso com a valorização dos artistas locais e com a criação de espaços de convivência e expressão cultural. Mais do que uma festa, o evento representa a continuidade de uma história construída coletivamente ao longo de mais de uma década, mantendo viva a essência do reggae como manifestação artística, cultural e humana. Serviço XII Reggae Sua Alma – 12ª Edição 📅 Data: 11 de junho de 2026 🕕 Horário: A partir das 18h 📍 Local: Figa Bar e Cultura – Ponta Negra, Natal/RN 💰 Couvert artístico: R$ 10,00 Programação 🎶 18h – NaturalMente convida Bruninho Pernambucano 🎶 21h – Allan Negão

Leia mais

Produtora potiguar abre inscrição para projetos de longa-metragem do Rio Grande do Norte

Redação

A Casa da Praia Filmes realizará a quarta edição do Casa da Praia Lab, projeto de formação e desenvolvimento audiovisual que, neste ano, adota o subtítulo “Esquina Criativa”. A iniciativa promoverá um laboratório presencial de desenvolvimento de roteiros de longa-metragem voltado exclusivamente para autores e autoras do Rio Grande do Norte, além de oficinas gratuitas de escrita técnica de roteiro em diferentes regiões do estado e uma mostra de filmes originados em edições anteriores do projeto. As inscrições para o laboratório estarão abertas entre os dias 8 de junho e 3 de julho deste ano via edital. Serão selecionados 15 projetos norte-rio-grandenses de longa-metragem em fase de desenvolvimento, com foco em roteiristas interessados em amadurecer suas obras e aprofundar processos criativos, narrativos e estéticos. Inscreva-se aqui. O laboratório acontecerá presencialmente em Natal, entre os dias 3 e 7 de agosto, reunindo tutorias, atividades formativas, palestras e um pitching final voltado ao desenvolvimento dos projetos selecionados. Além da formação, cada roteirista selecionado receberá uma bolsa de estudos no valor de R$ 1.500, totalizando R$ 22.500 investidos diretamente nos participantes do laboratório. A proposta busca fortalecer a profissionalização do trabalho criativo no audiovisual e ampliar as possibilidades de circulação e financiamento de projetos potiguares. Segundo o cineasta Pedro Fiuza, o Casa da Praia Lab surge da percepção da ausência histórica de projetos do Rio Grande do Norte em laboratórios criativos nacionais e internacionais. “A iniciativa busca ampliar a presença do estado no panorama do cinema brasileiro contemporâneo, oferecendo formação qualificada e criando condições para o desenvolvimento de novas narrativas sobre o território potiguar e nordestino”, enfatizou Pedro, fundador da Casa da Praia Filmes.  Ao longo dos 15 anos de atuação na indústria cinematográfica, a Casa da Praia Filmes consolidou um histórico de circulação nacional e internacional com obras como Sideral, exibido no Festival de Cannes e selecionado para a shortlist do Oscar 2023; Big Bang, premiado no Festival de Locarno; além de Fendas e Vai Melhorar. O Casa da Praia Lab – Esquina Criativa é realizado por meio do Edital Transformando Energia em Cultura 2025-2026, com patrocínio da Neoenergia Cosern e do Instituto Neoenergia, via Programa Cultural Câmara Cascudo. O projeto conta ainda com apoio do IFRN, da ITCART – Incubadora Tecnológica de Cultura e Arte e do Centro de Tecnologia e Cultura Luzia Vieira de França. SOBRE O CASA DA PRAIA LAB – ESQUINA CRIATIVA  O projeto propõe um espaço de experimentação artística e política, incentivando obras que enfrentem estereótipos e proponham novos imaginários sobre o Nordeste no século XXI. O LAB reafirma o compromisso das...

Leia mais

Governo do RN lança quarto bloco de editais da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB RN)

Redação

Com investimento de mais de R$ 2 milhões, este bloco irá contemplar 96 vagas, abrangendo quatro editais de Apoio à Diversidade; as inscrições poderão ser feitas até o dia 29, por meio da plataforma Mais Cultura RN. O Governo do Brasil, por meio do Ministério da Cultura, e o Governo do Rio Grande do Norte, por meio da Secretaria de Estado da Cultura, comunicam o lançamento do quarto bloco de editais da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB). Com foco na diversidade e pluralidade das ações, esta nova etapa reafirma o compromisso do Governo do Estado em descentralizar recursos, fortalecer a cena cultural potiguar e valorizar os artistas, fazedores de cultura e as diversas linguagens artísticas presentes em todas as regiões do Rio Grande do Norte. “O lançamento deste quarto bloco de editais é mais um passo fundamental na nossa missão de fortalecer a cultura potiguar. Queremos garantir que nossos fazedores de cultura tenham acesso a essas oportunidades, transformando o setor em um pilar de desenvolvimento econômico e social para o nosso estado”, destaca Mary Land Brito, titular da pasta da Cultura no Governo do RN. Com investimento de mais de R$ 2 milhões, este bloco irá contemplar 96 vagas no total, abrangendo quatro editais de Apoio à Diversidade: Cultura LGBTQIAPN+; Cultura Negra; Cultura Urbana e Periférica; e Mulheres na Cultura. As inscrições estão abertas de 9 a 29 de junho. “Este ano temos uma novidade que é o Edital de Mulheres na Cultura, uma demanda que surgiu das escutas públicas que realizamos antes da elaboração dos editais, o que nos permitiu aprimorar a distribuição dos recursos de forma mais eficiente e democrática. Lembramos também que todos os editais da PNAB RN possuem pontuação extra e cotas para grupos minorizados e elaboramos ainda cartilhas acessíveis para simplificar o entendimento das regras de cada edital”, enfatiza a coordenadora da PNAB RN, Bruna Medina. A Política Nacional Aldir Blanc tem como objetivo central estruturar o fomento à cultura de forma continuada, garantindo que o recurso chegue à ponta, incentivando a criação, a produção e a difusão de bens culturais. Este quarto bloco de editais se soma às ações anteriores já executadas, consolidando a implementação da política no território potiguar. O Governo do Estado convida artistas, coletivos, produtores e gestores culturais a acessarem o site oficial da Secretaria de Estado da Cultura (secult.rn.gov.br) para conferir os detalhes, critérios de elegibilidade e prazos de inscrição...

Leia mais

BIBLIOBUNKER: Ilhas, labirintos: poemas escolhidos

Pablo Capistrano

Ilhas, Labirintos: poemas escolhidos Autor: Elí de Araujo Editora: Sol Negro Ano: 2022 Páginas: 125 O finado Harold Bloom, sujeito conhecido por algumas opiniões “polêmicas” e “canceláveis” (como a de que o Rei Lear de Shakespeare é literariamente superior à Cabana do pai Tomás de Harriet Beecher), afirmou certa vez que lia poesia como se estivesse fazendo uma oração. Isso, obviamente, não tem nada a ver com carolice pietista ou proselitismo religioso. Segundo Bloom, a boa poesia precisa ser decorada e introjetada na memória tal qual uma oração. Tenho certeza, amigo velho, que se o finado professor de Yale estivesse vivo (e soubesse ler português), certamente decoraria vorazmente muitas das poesias de Elí de Araujo, publicadas nesta coletânea, editada em 2022 pela Sol Negro. O volume traz uma amostra muito bem colhida das safras poéticas de Elí, desde o seu livro de 1982, Reminiscências do Tártaro até o Catábase de 2021. Uma coletânea essencial para os amantes da boa poesia que apresenta um registro fundamental de parte dos sete primeiros livros deste que, nascido e criado aqui pela Taba de Poty, sem nenhuma sombra de dúvida, é um dos melhores (senão o melhor) poeta de sua geração. Se você não acredita na opinião deste professor de província que vos fala, amigo velho, então peço que me conceda o benefício da dúvida e dê uma navegada pela costa acidentada dessas ilhas literárias, espalhadas por esse labirinto de alumbramentos poéticos. Tenho certeza que em algum momento você vai se achar obrigado a concordar comigo. Cada poema dessa coletânea é uma surpresa, um novo deleite, um desconcerto, um rasgão, uma fissura de liberdade criativa naquilo que o filósofo Martin Heidegger chama de “falatório” (essa espécie de rede de banalidades retóricas que a nossa linguagem ordinária constroi para nos aprisionar).   E por falar em oração, há, inclusive em seus poemas, inúmeras referências a textos bíblicos, como no “Salmo 23”, publicado em seu livro de 1991 (Deterioremus), uma perturbadora e inusitada interseção entre o “livro de Jó” (o mais desconcertante texto do cânone judaico) e os salmos atribuídos a David. Seguindo uma inversão irônica do lirismo mesopotâmico (com seus poemas de exaltação e louvor a divindades como Baal, Marduk, Yaweh ou Inanna), Elí brinca com o desespero de David, aproximando a sua súplica lamuriosa (sempre pendurada nas paredes das casas de alguns crentes mais devotos) da devastadora crueldade do deus que atormenta o pobre Jó:  “o Senhor é...

Leia mais
Pedro Pereira - Foto - Fábio Cortez

Pedro Pereira revisita 45 anos de criação em exposição na Pinacoteca do Estado

Redação

Mostra reúne obras produzidas entre 1981 e 2026 e marca o retorno do artista às exposições individuais após mais de uma década Quatro décadas e meia de dedicação à arte, à poesia e à experimentação estética ganham forma na exposição “Unir Verso às Cores”, que será aberta ao público no próximo sábado (13), às 10h, na Pinacoteca do Estado, em Natal. A mostra celebra os 45 anos de trajetória do artista visual e poeta Pedro Pereira, reunindo 46 trabalhos que atravessam diferentes períodos de sua produção e revelam a pluralidade de uma obra construída entre imagens, palavras e afetos. Com curadoria de Pablo Pinheiro e produção de Alda Pereira, a exposição apresenta pinturas, colagens, fotografias, intervenções artísticas e poemas criados entre 1981 e 2026. O conjunto permite ao visitante acompanhar a evolução estética e conceitual de um artista que fez da liberdade criativa sua principal marca. Mais do que uma retrospectiva, “Unir Verso às Cores” propõe um mergulho no universo de Pedro Pereira. As obras dialogam com temas como memória, identidade, cotidiano, natureza e imaginação, revelando uma produção que transita com naturalidade entre as artes visuais e a literatura. O próprio título da exposição traduz essa característica. Inspirado em um poema do artista, sintetiza a relação entre escrita e pintura que acompanha sua criação desde os primeiros trabalhos. “Pinto o que não sei escrever, escrevo o que não sei pintar. Pinto e escrevo o que me faz sonhar”, resume Pedro Pereira. A mostra também marca o reencontro do artista com o circuito das exposições individuais. Sua última experiência solo aconteceu em 2013, com “O Jardineiro das Cores”. Agora, retorna à Pinacoteca com uma seleção que reúne obras históricas e produções recentes, compondo um percurso que evidencia permanências, transformações e novas descobertas criativas. Uma trajetória construída entre arte e cultura Natural de Passa e Fica, no Agreste potiguar, Pedro Pereira desenvolveu uma trajetória singular no cenário cultural do Rio Grande do Norte. Ao longo dos anos, atuou como poeta, artista visual, produtor cultural e incentivador de iniciativas voltadas à democratização do acesso à arte. Nos anos 1980, integrou a chamada Geração Alternativa, movimento ligado à poesia marginal que contribuiu para renovar a cena cultural de Natal. Também participou da banda Cabeças Errantes, experiência que ampliou seu diálogo com outras linguagens artísticas e fortaleceu uma produção marcada pela experimentação. Seu primeiro livro, Lutar pela Paz, foi publicado em 1981. Poucos anos depois, criou...

Leia mais

A trilha, a bifurcação, as pegadas erradas e as vozes certas

Tatyanny Nascimento

Perder-me em uma trilha, no meio de um grupo, não foi somente errar um caminho: foi ser devolvida, ainda que por instantes, à verdade mais antiga da existência humana: a de que viver é caminhar entre bifurcações sem garantias. E que angústias tem poder pedagógico. O que se passou em um retorno de passeio à cachoeira não foi apenas um desencontro geográfico: foi a aparição de uma cena reflexiva, o momento em que o grupo se desfaz como proteção simbólica, o cansaço dissolve a prudência, e eu me vejo entregue à tarefa de distinguir entre rastro e rumo, entre saída e destino, entre movimento e direção. Na ida, ainda havia uma espécie de pacto silencioso sustentando a travessia. O corpo, não tendo sofrido o peso do trajeto, permitia à mente exercer aquilo que a civilização exige de nós: pausa, espera, consideração pelo outro, capacidade de reter o impulso em favor do laço. Diante de cada bifurcação, quando se sabia o caminho, alguém esperava, olhava para trás, cuidava para que o restante acompanhasse. A trilha era, então, uma comunidade. Havia nela um tecido de atenção recíproca e o cansaço ainda não havia corroído a delicada camada ética que nos faz lembrar que ninguém caminha sozinho, mesmo quando cada um usa as próprias pernas. E ainda que estivessem presentes dois guias (altamente responsáveis), um estava na frente, outro atrás, mas ao meio haviam bifurcações. E o grupo não tinha o mesmo ritmo em um longo trajeto cheio de curvas. Mas a volta introduziu outra verdade, menos nobre e mais funda: quando o corpo se esgota, a consciência se estreita. Já havíamos tomado banho de cachoeira, estávamos cansados de toda a caminhada, e o desejo de chegar logo em casa passou a comandar os passos. Aquilo que antes era grupo se tornou fluxo. O que era convivência se tornou pressa. E justamente nesse ponto, uma bifurcação deixou de ser apenas uma escolha espacial para se converter num teste moral: quem vê o desvio e segue mesmo assim, sem pensar nos que podem ficar para trás, revela algo da condição humana quando a energia simbólica se rompe. Não se trata necessariamente de maldade: trata-se de um empobrecimento da presença. Cansados, diminuímos. Recolhemos nossas fronteiras, contraímos nossa generosidade, protegemos nosso próprio retorno como se toda alteridade fosse peso extra.   Foi nesse rasgo da trama coletiva que eu me perdi com minha mãe. E o...

Leia mais

Edgar Morin e a arte de pensar um mundo complexo

Isabel Carvalho

Sexta-feira, 29 de maio de 2026. O mundo se despediu de um dos maiores pensadores do nosso tempo. Aos 104 anos, Edgar Morin deixou uma obra que atravessou fronteiras disciplinares, influenciou pesquisadores, professores, jornalistas, cientistas sociais e todos aqueles que se dedicam a compreender a complexidade da vida humana. Sua morte encerra uma trajetória intelectual extraordinária, mas também oferece uma oportunidade para revisitar suas ideias e refletir sobre sua atualidade. Em um mundo marcado pela velocidade da informação, pela polarização política, pelas transformações tecnológicas e pelas crises ambientais, o pensamento de Morin parece mais necessário do que nunca. Suas ideias continuam pulsantes para quem deseja compreender a sociedade contemporânea. Nascido em Paris, em 1921, Morin viveu acontecimentos importantes da história recente. Testemunhou guerras, crises econômicas, revoluções culturais, o surgimento da internet e as profundas mudanças que transformaram a vida humana ao longo do século XX e das primeiras décadas do século XXI. Ao contrário de alguns intelectuais que escolheram uma única área de atuação, Morin construiu uma obra que dialoga com diferentes campos do conhecimento. Filosofia, sociologia, antropologia, biologia, educação, comunicação e política aparecem constantemente em seus estudos. Essa característica não era um acaso. Para ele, os grandes problemas da humanidade não cabem dentro das fronteiras rígidas das disciplinas acadêmicas. Compreender a realidade exige conectar saberes e reconhecer que tudo está relacionado. Foi dessa percepção que surgiu sua principal contribuição: o pensamento complexo. Ao ouvir a palavra “complexidade”, muitas pessoas imaginam algo complicado ou difícil de entender. Morin utilizava o termo em outro sentido. A palavra complexidade deriva do latim complexus, que significa “aquilo que é tecido junto”. Em outras palavras, a realidade é formada por uma rede de relações, conexões e influências mútuas. Para Morin, um dos maiores problemas do pensamento moderno foi acreditar que seria possível compreender o mundo dividindo ele em partes cada vez menores. Embora essa abordagem tenha proporcionado avanços significativos para a ciência, também contribuiu para a fragmentação do conhecimento. Aprendemos a estudar a economia separada da cultura, a política distante das emoções, a tecnologia isolada da sociedade. O resultado é que muitas vezes compreendemos os detalhes, mas perdemos a visão do conjunto. O pensamento complexo propõe justamente o contrário: observar simultaneamente as partes e o todo. Entre suas muitas obras, trago O Método 3: O Conhecimento do Conhecimento, publicado originalmente em 1986 e posteriormente lançado em português pelas editoras Publicações Europa-América (1996) e Sulina...

Leia mais

Praia viva, cultura viva: Projeto Tatuí realiza ação socioambiental e cultural em Ponta Negra

Redação

Neste sábado (6), em alusão à Semana do Meio Ambiente, a Praia de Ponta Negra recebe a ação Praia Viva, Cultura Viva, evento que marca o lançamento oficial do Projeto Tatuí. A iniciativa une educação ambiental, cultura, memória afetiva e mobilização comunitária em defesa do litoral potiguar. Idealizado por Cintya Laranjeira, representante do Limpa Brasil no Rio Grande do Norte, o Projeto Tatuí nasceu das vivências e memórias de infância em Ponta Negra e busca fortalecer o sentimento de pertencimento e o cuidado coletivo com a praia, suas histórias e sua biodiversidade. A programação gratuita e aberta ao público reunirá moradores, voluntários, escolas, coletivos, artistas, trabalhadores da praia e instituições parceiras em atividades voltadas à valorização dos ecossistemas costeiros e da cultura local. Durante a manhã, as ações acontecem na Praia de Ponta Negra, com concentração no Letreiro de Natal, presença da Burrinha Pintadinha e do Jaraguá, abertura oficial do projeto, alongamento com o grupo Calistenia Livre, roda de conversa, mutirão de limpeza, ato pelos trabalhadores da praia, distribuição de mudas e o desafio Achei um Tatuí. À noite, a programação segue na Vila de Ponta Negra, na Tapiocaria da Vó, com apresentações culturais, lançamento do cordel Engorda pra Quem?, apresentação musical e exposição de fotografias de Flávio Resende. A programação se encerra com after cultural no Figa Bar e Cultura. O nome do projeto faz referência ao tatuí, pequeno crustáceo que habita a faixa de areia e funciona como indicador da saúde ambiental das praias. A proposta utiliza a educação ambiental e a cultura como caminhos para aproximar a população das questões que impactam o litoral e estimular o cuidado com o território. PROGRAMAÇÃO MANHÃ – PRAIA DE PONTA NEGRA NOITE – VILA DE PONTA NEGRA SERVIÇO Evento: Praia Viva, Cultura Viva – Lançamento do Projeto Tatuí Data: 6 de junho de 2026 Manhã: 7h30 às 11h30 – Letreiro de Natal, Praia de Ponta Negra Noite: 18h às 20h – Tapiocaria da Vó, Vila de Ponta Negra After cultural: 20h – Figa Bar e Cultura Entrada: Gratuita e aberta ao público PARCEIROS Associação Ponta Negra é da Gente; Associação dos Quiosqueiros da Praia de Ponta Negra; Associação Vila de Ponta Negra; Figa Bar e Cultura; Grupo Cultural Burrinha Pintadinha; P.Cultura Tapiocaria da Vó; MMarhéproducoescriativas; Rendeiras da Vila; Protagonistas da Paz; Casa Flor Ateliê Botânico; Calistenia Livre.

Leia mais
  • All Posts
  • Agenda
  • Artes Cênicas
  • Artes Visuais
  • Audiovisual
  • Blog do Sérgio Vilar
  • Carnaval
  • Cerveja / Gastronomia
  • Cultura Pop
  • Curtinhas
  • Dança
  • Destaque-capa
  • Destaques
  • Editais e Oportunidades
  • Entrevistas
  • Folclore e Cultura Popular
  • Literatura
  • Memória do RN
  • Música
  • Notícias
  • Opinião, Artigos e Crônicas
  • Personagens do RN
  • Poesia
  • Revista Preá
  • Turismo
cabo da roca

13/04/2023|

Sintra – Portugal, 13 de Julho de 2006 Depois de três dias de um céu nublado, de uma neblina fria e de um vento úmido que nos obrigou a pôr casacos para suportar os 19 graus no pé da Serra de Sintra,  com tremor e ranger de dentes, o socorro finalmente veio da África. Embalados por uma massa de ar quente que atravessou o Saara os termômetros em Portugal se agitaram. Segundo anunciou a televisão, em algumas estações do comboio (nome que os portugueses dão para os trens) que vai de Sintra à Lisboa, a temperatura poderia chegar a 38 graus. Um micro-ondas que faria jus a uma temporada de Dezembro na beira do açude de Pau dos Ferros, diga-se de passagem. Ou seja, tudo indicava que aquele seria o tempo perfeito para uma praia. Como se estivéssemos fugindo da última grande glaciação, pegamos a estrada da serra no sentido sudeste, em direção à Cascais e Estoril.  Logo, logo, o que parecia ser um passeio simples ganhou, para esse pobre motorista de província, ares de terror claustrofóbico. Isso porque se você, amigo velho, já achou a estrada entre Sintra e Almoçageme estreita, espere para andar na estrada que dá acesso...

pedro nava

13/04/2023|

Em junho de 1983, deixei a direção do Centro de Ciências da Saúde da UFRN, após quatro anos na gestão dessa importante área.  Ao me despedir, fui alvo de uma homenagem sincera e emocionante por parte de grande parcela de quantos fizeram parte daquela missão acadêmica, e, na ocasião, recebi um presente de um livro, no qual constavam cerca de 70 assinaturas. Tratava-se do livro Galo-das-Trevas, do médico e escritor Pedro Nava.  Já conhecia a fama de Nava, mas ainda não tinha lido as suas obras memorialísticas. Esse presente que recebi dos diletos amigos do CCS teve o condão de me induzir à leitura do notável Pedro Nava, e conhecer um dos melhores autores em língua portuguesa. O livro Galo-das-Trevas (1981) abrange, na primeira parte, as reminiscências de Pedro Nava sobre o Rio de Janeiro, a cidade na qual por mais tempo viveu e a que mais amou.  O autor também faz bela descrição do bairro da Glória, bem como do local onde residiu por dezenas de anos:  Rua da Glória, 190, apartamento 702. Eis alguns trechos dessas páginas iniciais do livro:  “Esse chafariz é como brasão da rua da Glória e mostra sua antiguidade colonial.  Servia para aguada das...

Projeto “Nísia Floresta Vive” leva a história de Nísia Floresta para escolas públicas potiguares

12/04/2023|

O projeto ”Nísia Floresta Vive” irá percorrer escolas públicas do estado, levando a exibição do curta-metragem “Dionísia, Poema Além da Floresta”, além de um bate-papo sobre a escritora, poetisa e educadora Nísia Floresta. As ações – que acontecerão em municípios que ficam na região onde viveu Nísia Floresta: Nísia Floresta, Parnamirim, São José do Mipibu, Arês, Monte Alegre, Goianinha, Tibau do Sul, Macaíba e Vera Cruz – contarão com a presença do diretor do filme, Nilson Eloy e dos produtores, Davi Revoredo e Thalita Vaz, além de um ator do elenco e as pesquisadoras em Nísia Floresta, Monalisa Carrilho, Rejane Souza e Udymar Pessoa, que se revezarão nos encontros. Serão realizadas 02 exibições no município de Nísia Floresta e 01 em cada um dos municípios restantes, em um total de 10 exibições. O objetivo da iniciativa é disseminar para os jovens dessas localidades quem foi Nísia Floresta. Sua luta contra as injustiças no Brasil daquela época serve de inspiração para o enfrentamento dos problemas sociais que persistem na sociedade brasileira atualmente, promovendo a identificação, além de valorizar e fortalecer a cultura do nosso estado. Apesar das lutas travadas por Nísia Floresta em sua época, alguns problemas ainda permanecem longe de...

Vai uma dose de branquinha? O uso do barril de cachaça nas cervejas

12/04/2023|

Saudações, nobres etílicos! Quem nunca degustou uma “lapada de cana” que atire a primeira pedra! Aliás, a cachaça (ainda que elitizada por alguns) é uma bebida popular, contudo, a junção entre os dois mundos das bebidas populares (cerveja e cachaça) é algo inusitado, ou quase inexistente, por assim dizer. O texto de hoje é justamente para tentar aproximar os dois mundos, e mostrar como eles podem coexistir (ao menos na transferência sensorial do barril) entre um e outro. Vamos falar de cervejas envelhecidas em barris, que anteriormente continham cachaça. Por mais que existam outros tipos de envelhecimentos muito mais comuns (e até mais chamativos), como em barris que continham Bourbon ou Whisky, não se pode deixar de lado o destilado nacional. Por causa desse motivo, vamos adentrar um pouco mais nessa questão do uso do “barril de cachaça” nas cervejas, e poder apreciar um pouco dessa “brasilidade”. Aliás, para começar bem o texto, vai uma dose da branquinha, aí?  A aguardente, a cachaça e o barril A princípio, podemos dizer que toda cachaça é uma aguardente, mas que nem toda aguardente é cachaça. Aguardente seria o gênero comum a vários destilados de origem vegetal, e portanto, engloba a cachaça, que...

marcelo-dsalete

12/04/2023|

Hoje, Marcelo D’Salete se encontra na posição invejável de ser um dos maiores autores de quadrinhos do Brasil, ao lado de nomes como Gabriel Bá, Fábio Moon, Marcello Quintanilha, Gustavo Duarte e outros. Seus quadrinhos já foram premiados com HQs Mix, Jabutis e Eisners. Seus originais já foram expostos no Brasil e no exterior. Seu currículo inclui obras como Cumbe (2014), Angola Janga (2017) e o recente Mukanda Tiodora (2022). O que, no Brasil, é claro, significa muito pouco. Marcelo D’Salete ainda é um autor de quadrinhos, cujo o trabalho não são tirinhas que podem ser publicadas em livros didáticos, amaldiçoando-o na posição de ser para sempre desconhecido do grande público, seja ele leitor ou não de quadrinhos. Por isso, falemos de Encruzilhada. Segundo quadrinho publicado pelo autor, que ganhou uma nova edição em 2016 pela editora Veneta, Encruzilhada é um conjunto de contos sobre vidas marginalizadas e pequenas em meio a prédios claustrofóbicos de uma São Paulo esmagadora e pobre. Marcelo D’Salete é um escritor sobre a vida da pessoa negra no Brasil, sobre a vida da pessoa pobre, sobre o ser marginalizado, e não marginal, sobre racismo. Isso você vai ler em todas as linhas de reportagens já...

Seu Pereira volta a Natal para show solo no Belch Bar

11/04/2023|

O Belch bar tem estabelecido conceitos e se firmado assim na cena cultural da cidade como espaço além de bar. O mais novo momento é de abrigar pocket shows que permitem aos frequentadores a experiência musical comum dos eventos em um ambiente aconchegante e com serviço de bar diferenciado. Sempre pensando em receber com alto padrão de atendimento e entregar experiências musicais que marquem, o Belch Bar traz dia 28 de abril, o artista paraibano Seu Pereira com a estreia de  “Eu, só eu e o violão” , ele que tem público cativo em Natal com os projetos Seu Pereira e coletivo 401 e mais recentemente com o lançamento do álbum Módulo Lunar, volta pra fazer uma noite em que, além de sucessos desses dois citados, interpreta, ao som do seu instrumento amigo, as canções dos artistas que o influenciam, entre eles: Sérgio Sampaio, Chico César, Cátia de França, Lenine, Zeca Baleiro, Ângela Ro Ro, Totonho, Erasmo e Roberto… Seu Pereira no Beclch Bar Local: Belch bar Data: 28/04 Horário: 21h Ingressos antecipados no local ou pelo direct.  1°  R$30,00  2°   R$40,00

UNI-RN realiza atendimento gratuito para declaração de imposto de renda

11/04/2023|

O UNI-RN, por meio do Núcleo de Apoio Fiscal (NAF), vinculado ao curso de Ciências Contábeis, iniciou o atendimento aos contribuintes que precisam declarar imposto de renda. Os atendimentos estão sendo feitos no Laboratório 1 (Lab 01), de segunda a quinta, em horários diferenciados, até o dia 25 de maio: Segunda-feira: 10h15 às 11h45 e das 18h45 às 20h15 Terça-feira: 10h15 às 11h45 Quarta-feira: 07h30 às 9h Quinta-feira: 18h45 às 20h15 Os contribuintes serão atendidos mediante a doação de 3kg de alimentos não perecíveis, a serem doados a uma instituição de caridade. Os documentos necessários para a declaração são: informes de rendimentos e documentos pessoais do titular e dependentes. Proprietários de imóveis devem informar o registro do cartório. E quem possuir veículo, o número do Renavam (Registro Nacional de Veículos). O atendimento é coordenado pelo professor Dinarte Paiva, do curso de Ciências Contábeis do UNI-RN.

regina azevedo literatura potiguar

11/04/2023|

Alguns anos atrás, tentávamos acompanhar, através de leitura, o que se vinha produzindo de mais interessante na literatura produzida no Rio Grande do Norte. De uns tempos pra cá, tal atividade tornou-se quase impossível, devido a explosão de publicações, nos quatro cantos do Estado. Evidentemente que, mesmo não conseguindo privilegiar todos os lançamentos, ficamos alegres quando temos notícias de bons escritores surgindo na cena literária, poetas e ficcionistas, inclusive com alguns tendo reconhecimento na região Nordeste e até em todo país. Os jornalistas Tácito Costa, Sérgio Villar, Osair Vasconcelos, Cefas Carvalho, dentre outros escritores, sempre estão, em suas redes sociais e bate-papos, dando dicas de leituras em relação à produção contemporânea. Antenados aos novos nomes que surgem, com um olhar especial para o interior do Estado, observam e destacam justamente tais valores. Um bom exemplo recente, foi a aposta de Tácito Costa no livro de contos, da  escritora assuense Itamara Almeida, “Vizinhas…”. Publicado em 2021 pela Escribas Editora, o trabalho foi o vencedor do Troféu Cultura de 2022. Assú vem revelando bons nomes para nossa literatura nos últimos anos, com destaque, além de Itamara Almeida, para Tallison Ferreira e Bruno Magalhães, entre outros. Só para citar a região do Seridó,...

Food & Jazz Natal encerra primeira edição com shows gratuitos na Praça do Gringos

11/04/2023|

A primeira edição do Food & Jazz Natal terminou nos estabelecimentos parceiros e agora prepara um evento na rua, com uma mega estrutura montada na Praça do Gringos (Ponta Negra), nos dias 14 e 15 (sexta e sábado), com shows gratuitos, oficinas gastronômicas, finger foods e feirinha de artesanato. Para sexta (14), a partir das 17h, a Cozinha Show Food & Jazz Natal, com a oficina “Cozinha Praieira”, realizada pela chef Gabriela Sales e convida o chef Tarcísio Gonçalves. Às 19h, oficina “Sanduíche de Camarão (Po’Boy), com harmonização de cerveja”, sob o comando da chef Renata Lopes. E, das 20h às 23h30 apresentações musicais, com muito jazz, blues e releituras. A primeira, Bossa & Jazz Street Band (RN), é a tradicional banda de rua do Fest Bossa & Jazz, inspirada em uma das maiores tradições musicais de New Orleans, que sai em cortejo pela Av. Praia de Ponta Negra até à frente do palco. Em seguida, Anderson Pessoa Hot Five (RN) –  grupo formado por músicos que são referência na cena jazz de Natal, apresentando um repertório montado especialmente para o festival, com clássicos vibrantes do jazz instrumental. E, para finalizar a noite, às 22h, Sueldo Soares e Sâmela Ramos...

relações amorosas

10/04/2023|

A busca por segurança emocional em um acompanhante amoroso segue sendo intento do homem, porém as mídias, os apelos, e toda a informação e emancipação sexual característica da sociedade atual tornam as relações menos atraentes e confortáveis. As pessoas não se sentem mais presas umas as outras por convenção social ou segurança. Mulheres emancipadas, patriarcado em franca queda, e menos controle religioso tornam as relações mais fluidas e pueris. Como diz o icônico sociólogo Zigmunt Bauman “Para ser feliz há dois valores essenciais que são absolutamente indispensáveis […] um é segurança e o outro é liberdade, você não consegue ser feliz e ter uma vida digna na ausência de um deles. Segurança sem liberdade é escravidão. Liberdade sem segurança é um completo caos. Você precisa dos dois. […] Cada vez que você tem mais segurança você entrega um pouco da sua liberdade. Cada vez que você tem mais liberdade você entrega parte da segurança. Então, você ganha algo e você perde algo”. Sentir-se só no mundo, o medo de olhar para o lado e não ter uma mão para alcançar. Dos sentimentos que assombram a mente humana a solidão é provavelmente o mais assustador. Buscamos sempre o acolhimento de quem...

Sugestão de harmonização de páscoa: ovo de chocolate branco com Wheatwine

05/04/2023|

Saudações pascalinas! Para quem é leitor contumaz da coluna é provável que já tenha notado que existem algumas “subseções” dentro da própria coluna. Claro que o tema principal é sempre cerveja, mas alguns textos pendem para análises culturais, outros para apresentações de estilos, e alguns, como é o caso do texto de hoje, dizem respeito a alguma data comemorativa. Por isso, hoje falarei sobre uma possível harmonização cervejeira. A sugestão gastronômica de pareamento entre cerveja e comida vai ser algo um tanto quanto específico, nas duas frentes. Primeiramente, porque o tipo de ovo de páscoa escolhido não tende a ser o mais popular de todos (confesso que também não é o meu), o ovo feito com chocolate branco. Secundariamente, o estilo de cerveja sugerido para a combinação harmoniosa também não é dos mais comuns, populares, ou sequer dos mais fáceis de serem achados, o estilo denominado de Wheatwine. De toda maneira, parece ser um exercício gastronômico criativo, ousado, e que pode agradar quem se dispuser a prová-lo, por que não? Sem mais delongas, vamos ver como essa pode ser uma boa combinação entre chocolate e cerveja para a sua Páscoa! Saúde e Feliz Páscoa! O ovo de chocolate branco: uma...

Projeto discute a arte sob a ótica da filosofia; inscrições gratuitas

04/04/2023|

O Departamento de Filosofia da UFRN, a Secretaria Extraordinária de Cultura e a Fundação José Augusto promovem o projeto de extensão “Pensar com Arte”. A programação conta com cursos gratuitos, que se iniciam nesta quarta, 5 de abril, e se estendem até 25 de outubro. As atividades acontecem às quartas, às 16h, na Pinacoteca do Estado, localizada no bairro de Cidade Alta. As vagas são limitadas, com inscrições pelo Sigaa. A iniciativa reúne diferentes pesquisadores e busca realizar um curso introdutório sobre a temática da arte, com o objetivo de refletir sobre o tema. A primeira conferência será sobre “Pensar com Arte”, nesta quarta (5) às 16h com o professor e também coordenador do projeto Oscar Federico Bauchwitz. Ainda em Abril serão realizadas  duas conferências. No dia 12, o doutor Edrisi Fernandes ministra sobre o tema “As origens da arte visual”. No dia 26, Sofia Porto Bauchwitz introduz o curso sobre “Cenas do cotidiano: ativações na arte”. Oscar Frederico Bauchiwitz É professor titular de Metafísica do Departamento de Filosofia da UFRN. Atua no programa de pós graduação em Filosofia. Realizou estágio Pós-Doutoral na Universidade de Servilla, na modalidade de Professor Visitante Senior no Exterior. Possui graduação em Filosofia e mestrado em...

Veja mais

End of Content.

Blog do Sérgio Vilar

Fotografia potiguar no mundo

O poeta, artista visual e fotógrafo potiguar Jean Sartief expõe em um dos mais prestigiados salões de fotografia de rua de Portugal, o Mira Mobile Prize. A mostra é fruto de uma premiação – 21º Prêmio Mira Mobile – que

Continuar Lendo

Red Dog Pub reabrirá ainda em 2026

Um dos poucos e mais legais pubs de Natal, o Red Dog Pub não ficou pelo caminho do modismo, como tantos espaços que abrem, “bombam” e, pouco depois, passado o período da modinha tipicamente natalense, fecham. O pub fechou no

Continuar Lendo

Podcast Papo Galado

Mais lidas da semana

Sergio Vilar
Visão geral da privacidade

Este site usa cookies para que possamos fornecer a melhor experiência de usuário possível. As informações de cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.