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A pátria não e niinguém

Dos maiores romances da literatura potiguar, livro de François Silvestre ganha 3ª edição

Redação

A loja virtual da Escribas Editora (CLIQUE AQUI) acaba de disponibilizar com exclusividade a 3ª edição de “A Pátria não é Ninguém”, obra marcante do escritor François Silvestre de Alencar. O livro, lançado originalmente em 2003 e apontado por críticos e leitores como um dos melhores romances potiguares, estava esgotado havia vários anos. A obra retorna ao público leitor em uma edição cuidada, reafirmando o compromisso da Escribas com o resgate de grandes livros que marcaram a literatura norte-rio-grandense. O LIVRO: “A Pátria não é Ninguém” narra a jornada de Paulo Inácio, um jovem que sai do sertão de Pernambuco para mergulhar na resistência estudantil e na clandestinidade durante a Ditadura Militar. Após uma ação desastrada em Recife, o jovem foge para São Paulo a fim de se esconder. A narrativa transita entre a tensão permanente provocada pelo regime autoritário em vigor, a paranoia da fuga constante, experiências brutais de tortura e pela gradual reabilitação social durante a abertura política. O romance se destaca por não ser apenas um relato político, mas uma costura sensível entre o Brasil arcaico das fazendas do Nordeste e a efervescência urbana das metrópoles, questionando, afinal, o verdadeiro significado de “pátria” em tempos de exceção. Chegou a ser apontado pelo crítico Manoel Onofre Júnior como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. Escrito com maestria pelo autor François Silvestre, a história é uma mistura de dois enormes sucessos cinematográficos nacionais recentes, o “Ainda estou aqui” de Walter Salles e “O agente secreto” de Kléber Mendonça Filho, passado na época da Ditadura Militar e compartilhando os cenários de ambos os filmes, Recife e o sudeste brasileiro. Mais sobre o livro, clique AQUI. O AUTOR: O autor, François Silvestre de Alencar, possui uma trajetória que se confunde com a própria história que narra. Nascido no sertão e criado entre Martins, Caicó e Natal, o escritor e advogado viveu intensamente os bastidores da política e da resistência brasileira. Com um domínio refinado da “artesania da palavra”, François utiliza sua vasta experiência como cronista e observador da realidade social para construir uma ficção que, embora fundamentada em fatos, eleva o testemunho histórico ao patamar da alta literatura contemporânea. As vendas de “A Pátria não é Ninguém” terão frete grátis para todo o Brasil, facilitando o acesso de leitores de todo o país a esta obra fundamental. SERVIÇO:  Livro “A Pátria não é Ninguém”, de François Silvestre...

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Filme inspirado na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas circula pelo RN neste FDS

Redação

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó. Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari. Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA. A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano. “Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade.  Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá. “A Música que Nasceu da Terra” foi...

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Dodora Cardoso lança minidocumentário “45 Anos de Missão Musical – Segunda Parada: Natal”

Redação

O lançamento do minidocumentário “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” promete transformar o Complexo Cultural Rampa em um encontro de memória, música e celebração da cultura potiguar. A obra audiovisual revisita a trajetória da cantora potiguar Dodora Cardoso e reafirma sua presença ativa e necessária na cena musical do Rio Grande do Norte. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, às 17h30, o filme apresenta diferentes camadas da história da cantora Dodora Cardoso em Natal, cidade onde consolidou sua carreira ao longo de quase cinco décadas de atuação artística. O documentário reúne depoimentos de músicos, artistas, familiares e parceiros de caminhada que ajudam a construir um retrato afetivo e potente da cantora. “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” é o segundo filme da série documental dedicada à artista. O primeiro, “#45anosdemissãomusical – Primeira Parada: Caicó”, lançado em 2021 com apoio do Sebrae, abordou a relação de Dodora com Caicó, cidade fundamental em sua formação artística e pessoal. Agora, o novo capítulo volta o olhar para a chegada da cantora à capital potiguar, sua permanência na cidade e sua consolidação como uma das vozes mais importantes da música do estado. O projeto foi aprovado em edital em 2023, com patrocínio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Prefeitura do Natal e do Ministério da Cultura. As gravações aconteceram ao longo de 2024, enquanto a edição e finalização foram concluídas em 2025. O lançamento público acontece em 2026, em parceria com Nathy Passos, que também integra o documentário com depoimento e se soma à equipe nesta etapa de circulação da obra. Com realização de Dodora Cardoso, produção da MARIABOA Produtora e direção assinada por Rita Machado e Claudia Mariana, o lançamento também simboliza a união de mulheres em torno da preservação da memória cultural potiguar. Dodora, Rita, Claudia e Nathy compartilham não apenas a construção do projeto, mas relações afetivas e profissionais que atravessam diferentes momentos da trajetória da artista. Ao longo do documentário, Dodora é apresentada a partir de relatos que destacam sua contribuição artística, sua presença nos bastidores da produção cultural e sua capacidade de acolher e fortalecer diferentes gerações da música potiguar. Entre os nomes que participam do filme estão Itanildo Medeiros, Jubileu Filho, Dani Cruz, Lula Belmont, Guilherme Cunha, Nathy Passos e Claudia Mariana. Os depoimentos abordam temas como os primeiros encontros musicais de Dodora em Natal, suas parcerias artísticas, sua relação com a comunidade LGBTQIAPN+, sua atuação em projetos sociais e sua importância como referência para...

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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Você já pode ouvir o novo disco do Camarones Orquestra Guitarrística

20/02/2017|

O quarteto instrumental potiguar Camarones Orquestra Guitarrística, que mistura elementos de rock, ska e surf music, divulgou nesta segunda (20) a pré-venda do novo álbum “Feeexta”. Com onze faixas e participações especiais de Rick Mastria (Dead Fish), David Datcho (Los Tormentos) e Arnauld Merckling (Dot Legacy), o disco será lançado pela gravadora paulista Hearts Bleed Blue (HBB) em parceria com o selo de Natal, DoSol. “Feeexta”, segundo o guitarrista Anderson Foca, se diferencia dos trabalhos anteriores. “É um disco mais dançante e também é o primeiro com nosso novo guitarrista Alexandre Capilé (Water Rats / Sugar Kane)”, conta. Foca também revela não ter uma música preferida no novo álbum. “Acho que no lance instrumental você pensa no todo, no show, e esse disco é muito para ser tocado ao vivo, funcionando no palco, gravamos ele assim”. Com dez anos de carreira, o Camarones Orquestra Guitarrística é conhecido como um dos grupos independentes mais ativos do Brasil e para Foca a ideia é comemorar rodando por todo o país. E este Papo Cultura divulgou ontem também algumas agendas já fechadas para uma extensa turnê europeia. Quem quiser escutar o novo álbum aproveite o preço promocional de R$ 19,80 clicando AQUI. ————...

Natal: Utopias para uma cidade imaginária de cosmopolitas matutos

20/02/2017|

Natal parece cidade de partida, nunca de chegada. Ou se chega para partir depois. Se visita, portanto. É que nada aqui dura muito. Bares da moda, bandas da moda, estéticas da moda. Diógenes da Cunha Lima já poetizou que na Ribeira só o que passa, permanece. Mas Natal toda guarda esse princípio. Talvez por isso um tema de mesa-redonda na UFRN, ser “Utopias para a Cidade”. E quer discutir uma Natal para todos. Título realmente adequado. Talvez sejam as dunas móveis onde nada se sustenta. Talvez seja a extensão litorânea com o além-mar a apontar sempre novas possibilidades. Talvez seja a saudade eterna dos norte-americanos que vieram, chacoalharam a cidade e foram embora em debandada. Fato é que Natal vive de história e imaginário, de nostalgia e ilusão. Uma cidade cheia de disfarces mesmo ao flaneur de Walter Benjamim: um viajante apaixonado e fisgado pela Natal de sonhos. O flaneur encostaria seu barco no Potengi de águas turvas. E iniciaria o périplo. Rocas, Canto do Mangue: fósseis da cidade verdadeira. A Ribeira de eterna saudade. Cidade Alta devorada pelo tempo. Tirol/Petrópolis, retrato de uma cidade que poderia ter sido e não foi. Barro Vermelho nem residência nem comércio. Alecrim vendida....

4 CURTINHAS: Tour Camarones, Expo de máscaras, Bachianas potiguares, McCartney

19/02/2017|

TOUR CAMARONES 10 ANOS O Camarones Orquestra Guitarrística celebrará seus 10 anos em grande estilo. Já são mais de 20 shows fechados na Europa. Paris, Lisboa, Porto Reun, Braga e, mais recentemente, em Berlim, no próximo 24 de maio. Datas conquistadas fruto de muita parceria, intercâmbio e, claro, qualidade sonora. O selo alemão Setalight Records, por exemplo, fará o lançamento do novo disco ‘Feeexta’ pela Europa. Aqui, o novo álbum da banda será lançado dia 5 de março no Som da Mata. Simbora. 5ª BACHIANA DE VILLA-LOBOS Quando se trata de música erudita o universo do consumo artístico fica mais restrito, infelizmente. Mas vejam só: já são mais de 144 mil visualizações no youtube para o vídeo da soprano potiguar Alzeny Nelo interpretando a 5ª Bachianas de Villa-Lobos. O concerto aconteceu no encerramento da Semana da Música 2009, no auditório da Escola de Música da UFRN e acompanhada com octeto de violoncelistas da EMUFRN, sob direção musical do regente Fábio Presgrave. Lindo! MÁSCARAS FINAS Carlos Sérgio Borges, o nosso Joãozinho Trinta, promoverá nesta quarta, no Bardallos Comida e Arte, a expo ‘Use Máscaras, Mas Não se Esqueça de Mim’, só com máscaras finas e decorativas. Coisa chique ao estilo e...

2 prévias e 2 shows para curtir ainda neste domingo

19/02/2017|

BLOCO SUVACO DO CARECA Antes do reinado de Momo começar de fato e de direito, o Bloco Suvaco do Careca (FOTO) promove seu último ensaio neste domingo (19), com presença da Orquestra Dragões do Frevo e 15 instrumentistas da bateria da escola de samba Balanço do Morro. A concentração da prévia oficial está marcada para às 15h, em frente a Trattoria Bella Napoli em Ponta Negra. O acesso é gratuito, a festa é na rua e os ‘suvaquianos’ adiantam que o bloco fará uma breve giro pelas redondezas para aquecer os foliões. Além do repertório tradicional, recheado por sambas, marchinhas e frevos, passistas e casal de Mestre Sala e Porta Bandeira da Balanço do Morro e o boneco gigante que simboliza o bloco carnavalesco que aposta na forma mais democrática de folia pelo sétimo ano consecutivo: pé no chão, sem cordas e um clima que agrada toda a família. OS MALA DO BARRO VERMELHO O bloco “Os Mala do Barro Vermelho – Resgatando os Antigos Carnavais” faz sua prévia de carnaval neste domingo (19), das 12h às 18h, na sede do bloco, na Rua Jaguarari, e adivinha: no Barro Vermelho. A prévia contará com uma roda de samba puxada por...

[BUKOWSKI] A ficção é a vida melhorada

18/02/2017|

Ler Charles Bukowski é tomar um porre, no melhor dos sentidos e um prazer, em muitos outros. É um percurso das relações de gozo e frustrações que implicam no contato do homem consigo mesmo, tanto na tentativa de se entender como tal quanto na expectativa de compreender a mulher. Quando conheci, no final dos anos 70, o fiz acompanhado também de bebidas e drogas. Como no caso de alguém chegar numa festa em que os amigos já se encontram num adiantado estágio de embriaguez e, por mais que se tente ser agradável, fica sempre faltando algo, ou seja, alcançar o nível etílico suficiente para um mínimo de sintonia nos pretensos diálogos. Assim é reler Bukowski. Na verdade, para se ler Bukowski é preciso ser um iniciado. Hoje, quase quarenta anos depois, apesar das poucas cervejas e nenhuma droga, o faço muito mais embriagado pelo poder desnorteante e desmoralizador de sua escrita: a literatura que se basta pela capacidade de dizer – sem maneirismos – a partir de si mesma, como uma poética da existência, onde a mundidade (não confundir com mundaneidade) se revela contra a razão. O livro é uma narração no mais puro e simples estilo da vida amorosa,...

Prefeitura de Natal anuncia mais um polo carnavalesco para 2018

18/02/2017|

O dito Carnaval Multicultural de Natal se iniciou ainda na primeira gestão do prefeito Cadu Alves com os polos Redinha, Ponta Negra, Centro Histórico e Ribeira, sendo este último a concentração das escolas de samba e tribos de índio. Por um ou dois anos, o Alecrim também se fez polo, mas logo perdeu o posto para a tradição sambista do bairro das Rocas. E este ano foi acrescentado o polo Petrópolis e as festas do Largo do Atheneu também ganharam a alcunha de polo carnavalesco. Talvez pela novidade, sem edital para os shows locais. Na noite de hoje, o prefeito visitou a 15ª edição do Nazaré Folia, no bairro de Nossa Senhora de Nazaré, ou simplesmente Nazaré, na Zona Oeste de Natal. Ficou impressionado com a quantidade de gente para assistir shows do Circuito Musical, Tonny Farra e Nana Neném e anunciou, na conta do twitter da Prefeitura, o novo Polo Zona Oeste no carnaval de Natal em 2018. Era a “Zona” que faltava, já que as zonas Sul (Ponta Negra), Leste (Rocas, Petrópolis e Atheneu) e Norte (Redinha) já são contempladas, embora a Redinha seja muito mais tomada por veranistas de outras zonas do que pela população da Zona...

Feira de Currais Novos, por Alex Gurgel

17/02/2017|

Segunda-feira é dia de feira em Currais Novos. A cada feira a cidade se converge em um dos maiores centros comerciais do Seridó, vindo gente até da vizinha Paraíba para negociar os mais variados tipos de quinquilharias na cidade do tungstênio. Para um currais-novense habituado ao cotidiano, é o melhor dia da semana para abastecer a dispensa de casa com mantimentos e tomar cachaça com os amigos, jogando conversa fora. Certo dia, passando por Currais Novos, praticamente metade do caminho que nos levava à Caicó para uma reportagem, o intrépido e saudoso jornalista Leonardo Sodré resolveu parar a viagem com intenções de beber uma cerveja para matar a sede, “estirar” as pernas, aproveitando para ver alguns aspectos da feira. Minha verve fotográfica teimava em capturar as nuanças impregnadas no rosto de um feirante sofrido ou cenas urbanas de uma típica cidade interiorana, enquanto Leonardo Sodré anotava tudo que via pela frente, momentos que servisse de subsídio para escrever suas crônicas de viagem. Era quase meio-dia quando vi pela primeira vez o poeta numa “latada” da bodega de seu Tião, próximo ao Mercado Público Central, onde entrei por acaso, tentando me esconder do sol abrasador do sertão. No centro de uma...

Bloco carnavalesco desfila com fantasias inspiradas em personagens do cinema

17/02/2017|

Tudo bem que carnaval permite você soltar a franga do jeito que gosta. E aí cabe à imaginação criar sua maneira de desbunde e desfilar alegria. Mas um bloco carnavalesco teve a ideia bacana de “restringir” essa brincadeira ao imenso universo cinematográfico. Sim, a ideia é vir fantasiado de algum personagem da sétima arte. Pelo terceiro ano consecutivo o Bloco do Goiamum promove essa ideia no sábado de carnaval, pelas ruas de Ponta Negra. Este ano a concentração acontece no Bar dos Doidos, a partir das 15h. E já imaginou uma tropa do Star Trek protegendo o coringa do Batman, o Superman, uma Mia Wallace do Pulp Fiction para fazer o charme; também vale a fantasia do Cisne Negro como bailarina e maquiagem de rosto; o Tarzan para um improviso rápido, e por aí vai. Prepare a sua “fantasia cinematográfica”, se lembre bem do sol na moleira e vá curtir o carnaval com o Bloco do Goiamum. Sem camiseta, sem corda e só com a adesão da imaginação.

Coletânea reúne 21 contistas potiguares em textos inéditos

17/02/2017|

São 21 contos potiguares inéditos reunidos em livro já à venda pela internet As publicações literárias na Terra de Poti estão a todo vapor neste início de ano. Noticiamos por aqui a publicação da coletânea com quase 50 autores potiguares, também lançada na Feira Internacional do Livro em Havana, na ilha literária de Hemingway. Também informamos neste Papo o triplo lançamento literário – de contos, poesias e crônicas – pela Editora da UFRN. E agora temos outro compêndio literário com 21 contos de autores potiguares. A publicação é organizada pelo escritor mossoroense Thiago Jefferson Galdino, editada pelo trabalho fabuloso da CJA Edições (selo Trairy) e conta com o apoio dos escritores e colunistas deste Papo, Thiago Gonzaga e Manoel Onofre Jr.(imortal da ANRL). A antologia Novos Contos Potiguares conta com nomes expressivos do cenário literário local para compor o panorama literário de contistas locais. Um deles, outro colunista deste site, o “desfilósofo” Ruben G Nunes. Além de Ruben, outros bambas das nossas letras: Carlão de Souza (FOTO), Nei Leandro de Castro, Tarcísio Gurgel, Nelson Patriota, Demétrio Diniz (contistas por excelência), o sempre ótimo Aldo Lopes e muitos outros. A pré-venda da coletânea Novos Contos Potiguares já foi iniciada. O livro...

4 CURTINHAS: horários dos shows do carnaval, prévias, e uma nova banda potiguar

17/02/2017|

Nova banda potiguar Bardo Negro é o nome do projeto musical criado pelo multi instrumentista e compositor Rafael Melo, que atualmente também faz parte do Igapó de Almas. A banda é composta pelos músicos Daniel Garça, Pedras, Henrique Lopes e Henrique Geladeira, que integram outras bandas como KOOGU, Luísa & os Alquimistas e Esquizophanque. Geladeira foi o responsável pela produção musical do álbum “ Alter Outro” que será lançado em formato digital ainda no primeiro semestre pelo selo Rizomarte. Prévia do Bardallos e do Porão Dani Cruz, Nino Costa, Daniel Ribeiro e Anderson Melo fazem a festa hoje na prévia carnavalesca do Bardallos com o show Enredo da Alegria, a partir das 21h. Ingresso R$ 10 e ganha uma cervejinha. Amanhã, às 21h, show de Ângela Castro e Ricardo Baya Albuquerque no Porão das Artes. E no domingo, ainda no Porão, a partir das 16h, o Skarnaval – a prévia mais fuleira de todas, com o grupo Skarimbó. Folia Viva Uma ação que leva alegria às crianças internadas no Hospital Varela Santiago (Avenida Deodoro da Foneca, 518, Centro) será realizada nesta sexta-feira (17) a partir das 16h. É o Projeto Folia Vila. A iniciativa levará a música instrumental da Fanfarra...

Homo-Sapiens e Mulha-Sapiens no La La Land-Brega do AlecrimTotal

16/02/2017|

Croniketa da Burakera #2, por Ruben G Nunes Alecrim, Natal/RN, Brasil-Esquina. Bairro suburbano, de forte e desvairado comércio. Que te engole-consome totalmente que nem fera faminta, mugindorugindo, pronta pra dar o bote. Eu o chamo de AlecrimTotal. Terra de todos e de ninguém. Há sempre no ar uma efervescência de chopp tirado na hora. Ou do sonrisal da ressaca. Ali, todas mercadorias de marca têm sua réplica e tréplica. Há plágio total de tudo. Olha só, gente boa, as camisas de grife famosa – polo, hollister, calvin klein… – são todas os olhos da cara nos shopis dos bairros nobres. No AlecrimTotal, nos camelódromos, um simulacro porreta dessas consumices classe alta, igualzinho ao original, cê compra a preço de banana. Qualquer metrosexual-bolsa-famíia pode desfilar nos trinques a baixo custo. Agora, da terceira lavagem em diante, não há garantia, nem responsa. A camisa “de marca” do AlecrimTotal vai se esfrangalhando e não tem jeito que dê jeito. O Alecrim-Total, tenho pra mim, que é um dos Portais do Infinito da Vida, na sua exótica e misteriosa versão brega. … é isso mano… ali onde o cão já não chupa manga. Mas xupa xanas suadas, à miúdo. abro parêntesis de resistência cult-brega....

4 CURTINHAS: cachês nacionais, projetos aprovados, foto histórica e Revista Kukukaya

16/02/2017|

Cachês dos artistas nacionais Maria Alcina, que fará o barulho no Centro Histórico durante o Bloco das Kengas, receberá R$ 16 mil. O grupo de samba que alegrará o Polo Rocas, Casuarina, terá o dobro: R$ 32 mil. Antônio Nóbrega, escalado para apresentação em Ponta Negra, vai ganhar R$ 48 mil. O Monobloco, R$ 60 mil. A Spok Orquestra de Frevo, por R$ 65 mil. Moraes Moreira e Davi Moraes, a bagatela de R$ 97,5 mil. Elba Ramalho, o montante de R$ 120 mil. Alceu Valença, R$ 130 mil. E Margareth Menezes, também R$ 130 mil. E o pior: Ricardo Chaves taaaambém por R$ 130 mil. Total: 828,5 mil. Revista Kukakaya Há que se elogiar o trabalho idealista dos editores e colaboradores da Revista Kukukaya, mantida somente pelo gosto literário. E isso é muito massa. E o melhor: é totalmente gratuita e inserida na plataforma virtual. A regularidade é bimestral e na última edição tive mais uma vez o prazer de colaborar com um texto sobre música (em outra oportunidade fui entrevistado pelo Thiago Gonzaga e falei de jornalismo, literatura e cultura). Segue aí a capa e o link AQUI para quem quiser degustar. Aprovados na Lei Municipal Seis projetos...

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