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diário íntimo

Fragmentos de um diário íntimo

“O “diário” é o melhor companheiro para conversar. A gente fala. Ele não responde. Mas, um dia conta tudo que ouviu”. Quem diz isto é o escritor Alvaro Moreyra em

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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Filarmônica UFRN reúne obras de Turina, Guerra-Peixe e Manuel de Falla em Natal neste sábado

Redação

A Filarmônica UFRN convida o público para o concerto “Candeias”, que será apresentado no próximo sábado, 9 de maio, em duas sessões, às 18h e às 20h, no Auditório Onofre Lopes, em Natal. Sob a regência do maestro André Muniz, a apresentação reúne um programa que articula referências da tradição musical ibérica com desdobramentos na música de concerto brasileira. Ingressos disponíveis pelo Sympla na quarta-feira, 06 de maio, às 8h sympla.com.br/evento/concerto-candeias-filarmonica-ufrn/3410896?referrer=www.google.com e no local, no dia do evento, com distribuição 1h antes de cada sessão.  Mais do que uma sucessão de obras, o concerto se configura como um percurso sensível de escuta, no qual memória, identidade e transformação dialogam de forma contínua. A proposta evidencia como as heranças musicais atravessam culturas e se reinventam, criando uma experiência que conecta o público tanto no plano cultural quanto no sensorial. A noite contará com a participação do violinista Rucker Bezerra como solista convidado. Reconhecido por sua expressividade e apuro interpretativo, o músico conduz o público por uma narrativa musical que valoriza nuances tímbricas e intensidade emocional. O repertório reflete diferentes formas de apropriação e reinvenção desse universo sonoro. A suíte Danzas fantásticas, de Joaquín Turina, abre o programa com uma escrita orquestral vibrante, marcada por ritmos incisivos e cores tipicamente espanholas. Em seguida, o Concertino para violino, de César Guerra-Peixe, desloca essa matriz estética para o contexto brasileiro, incorporando elementos populares a uma linguagem de concerto refinada. Encerrando a noite, El amor brujo, de Manuel de Falla, tensiona tradição e modernidade ao evocar o imaginário flamenco e a cultura andaluza. Mais do que evidenciar afinidades estéticas, “Candeias” organiza uma experiência de escuta pautada pelo reconhecimento e pela transformação. Gestos musicais recorrentes, como padrões rítmicos, inflexões melódicas e texturas sonoras, despertam no ouvinte uma sensação de familiaridade, mesmo diante do inédito. É nesse entrelaçamento entre herança histórica e memória afetiva que o concerto se estrutura, convidando o público a uma imersão que transita entre o campo cultural e o sensorial. As apresentações acontecem no Auditório Onofre Lopes, espaço vinculado à Escola de Música da UFRN, que vem se consolidando como um dos principais polos de difusão da música de concerto no Rio Grande do Norte. A Temporada 2026 é realizada pela Filarmônica UFRN, EMUFRN, UFRN e PROEX, com patrocínio da Caixa Assistencial Universitária do RN (CAURN) e do Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Norte (MPT/RN), produção da Da Capo Produções...

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Vozes Femininas: projeto une arte, cultura e memória para homenagear mulheres potiguares

Redação

Valorizar e dar visibilidade às contribuições históricas e contemporâneas das mulheres do Rio Grande do Norte, destacando trajetórias que marcaram a cultura, a política, a educação e a vida social do estado. Esse é o objetivo do projeto Vozes Femininas, que será lançado na próxima terça-feira (5), no Hotel Senac Barreira Roxa, às 8h30, com a presença de autoridades e parceiros do projeto. Na ocasião, serão apresentados editais voltados às áreas de gastronomia, moda e artesanato, desenvolvidos em parceria com o Sebrae/RN, além do primeiro encontro do Ciclo de Palestras “Caminhos de Coragem”, com a participação de Márcia Maia e Magnólia Figueiredo, entre outras pioneiras da atualidade. As ações marcam o início de uma agenda que se estende ao longo de todo o mês de maio e compreende atividades culturais e formativas em diferentes espaços. O projeto conecta passado, presente e futuro por meio de iniciativas que envolvem artes visuais, música, moda, artesanato e gastronomia, além de palestras, rodas de conversa, oficinas e apresentações artísticas. A ideia, segundo Ana Maria Costa, é preservar memórias, reconhecer legados invisibilizados e inspirar novas gerações a partir de histórias de pioneirismo, coragem e transformação social. “Dar voz às mulheres do RN é honrar histórias silenciadas e acender futuros possíveis. Que cada mulher se reconheça nessa luta, se aproprie desse espaço e transforme sua voz em coragem, presença e legado”, diz Ana Maria Costa. Além dela, o Vozes Femininas é idealizado e realizado por Ana Guedes e Tatiane Fernandes, que assinam a concepção e coordenação do projeto.  A programação inclui a instalação “Legados de Coragem do RN – Vozes Femininas”, que vai destacar em informações e imagens a essência do legado de 12 mulheres potiguares pioneiras em diferentes áreas, como educação, literatura, política, cidadania, cultura e resistência indígena. A instalação de lançamento ficará em cartaz de 15 maio a 15 junho, no mall do Natal Shopping, com visitação gratuita. E depois seguirá para novos espaços, em Natal e nas cidades onde as homenageadas nasceram. A agenda também contempla outros dois encontros do ciclo de palestras, com debates sobre o legado feminino no estado em temas como artes, gestão pública, ancestralidade, pioneirismo, diversidade e empreendedorismo. Os encontros serão realizados em Natal e Mossoró, sendo uma edição voltada a mulheres empreendedoras, pioneiras nos mais diversos segmentos. No campo da formação, o projeto vai realizar um circuito de rodas de conversa com estudantes de escolas públicas potiguares, em...

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Chico César fará em Natal show de lançamento de seu novo disco, “FOFO”

Redação

Apresentação será dia 8 de maio, 21h, no Teatro Riachuelo. Décimo primeiro álbum da carreira do artista traz canções nunca gravadas, compostas em sua juventude Após dez trabalhos autorais, “FOFO” é o primeiro disco em que o cantor e compositor Chico César volta ao tempo de sua juventude, dando voz a composições escritas em sua passagem pela banda Jaguaribe Carne, quando morou em João Pessoa, e também na chegada a São Paulo. O show, com Chico e seu violão em cena, será dia 8 de maio no Teatro Riachuelo. Com seu 11º álbum gravado em estúdio, o músico celebra um marco pessoal e artístico que sintetiza vivências, conquistas e redescobertas. Nunca gravadas, todas as 16 faixas do projeto – letra e música – são assinadas por ele. Exceto três: uma parceria com Pedro Osmar, outra com Paulo Ró (integrantes do Jaguaribe Carne). A terceira é em parceria com a escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie. Do livro dela Americanah, Chico tirou o mote da canção que dá título a seu disco: “Eu não quero ser fofo, eu quero ser a porra do amor de sua vida”. O disco “FOFO”, ainda sem data de lançamento, chega em formato voz e violão, assim como foi gravado “Aos Vivos” (1995), álbum que marcou a estreia de Chico César na música brasileira e o consolidou como um dos grandes nomes da música nacional e internacional, levando suas composições para palcos de diferentes partes do mundo. A sonoridade do álbum é densa, marcada pelo experimentalismo e uma certa angústia típica da juventude em meio ao ambiente político e existencial da época Sabendo disso, “FOFO” termina por ser uma reverência do artista, agora em sua maturidade, ao jovem e inquieto Chico César. É um convite para seu público conhecer suas origens nessa viagem musical com ele. Chico César Chico César é um dos nomes mais inventivos e multifacetados da música brasileira. Cantor, compositor, escritor e jornalista, ele desafia rótulos e convenções, criando uma obra singular que mistura ritmos regionais, poesia afiada e uma visão de mundo profundamente humanista. Emergiu no cenário musical brasileiro nos anos 1990, trazendo uma sonoridade fresca e uma abordagem lírica que trazia humor, crítica social e uma profunda sensibilidade poética. Seu álbum de estreia, “Aos Vivos” (1995), já anunciava sua originalidade, com canções como “Mama África” e “À Primeira Vista”, que se tornaram hinos de resistência e celebração da diversidade cultural. Sua música...

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fagner

17/12/2018|

O Festival de Música de Natal abre o leque de atrações nacionais a partir desta quinta-feira (20), trazendo grandes nomes dentro da programação do Natal em Natal 2018, promovido pela Prefeitura do Natal. A partir das 22h, na avenida Deodoro (de frente à Catedral Metropolitana) tem show de Raimundo Fagner. O acesso é gratuito. O potiguar Yrahn Barreto abre a noite. O show de Fagner faz parte das tradicionais comemorações de fim de ano promovidas pela Prefeitura, em parceria com o movimento Viva Centro e de valorização do Território Criativo do Centro. O show de Fagner já é uma tradição nos festejos de fim de ano. Cearense de Orós, Raimundo Fagner é um dos artistas de maior prestígio entre o público potiguar e brasileiro. Sua trajetória e história tem passagens e amigos no Rio Grande do Norte, terra que ele sempre levou no coração. Trajetória Em 1970, Fagner deixa o Ceará e vai para Brasília, onde começou a cursar arquitetura na Universidade de Brasília (UnB). Um ano depois, inscreveu três músicas no Festival de Música Jovem, promovido pelo Centro Estudantil da UnB e conquistou o primeiro lugar com a canção “Mucuripe”, uma parceria com o também cearense Belchior. Fagner também...

juçara figueiredo, produtora do fest bossa & jazz

17/12/2018|

O aforismo “Há males que vêm para o bem” se encaixou como luva para a 9ª edição do Fest Bossa & Jazz em Pipa. A perda de patrocínios importantes impediu a manutenção do tradicional formato de um suntuoso palco no amplo espaço do terminal de ônibus da praia. O jeito foi improvisar para evitar dois anos consecutivos sem a promoção do festival. Com a realização da secretaria estadual de Turismo e com recursos do Governo Cidadão, a produtora Juçara Figueiredo alarmou o trade de Pipa: ou ajudam ou o evento sai do calendário. E com as bases de receita do Governo e a colaboração dos comerciantes nativos, o Fest Bossa & Jazz se reinventou e para melhor. Veja resenha do festival clicando AQUI. Juçara conta mais nesta entrevista exclusiva: ENTREVISTA – JUÇARA FIGUEIREDO A perda de patrocínios importantes lhe levou a formular esse novo formato do festival? A princípio, sim. Foram dois anos sem patrocínios de leis de incentivo. Isso inviabilizou que rolasse Pipa ano passado. No primeiro semestre deste ano liguei pra a diretoria da ASHTEP (associação dos hotéis e pousadas de Pipa) e marcamos uma reunião, expliquei que se não realizasse o festival em 2018 ele cairia no...

Taryn Szpilman no Fest Bossa & Jazz

16/12/2018|

Pipa respirou música por quatro dias durante o Fest Bossa & Jazz. E nessa inalação veio junto a brisa da praia e um aroma, aqui e acolá, da canabis. Normal. Pipa é esse mix de cosmopolitismo, cultura hippie e ainda – e cada vez menos – colônia pesqueira. Talvez por essa mescla o novo formato de pocket shows espalhados em basicamente cinco polos do festival tenha agradado o público. É que favorece a liberdade característica do lugar, da badalação na rua, de sentir a aura de Pipa a partir do seu centro nervoso, e não defronte a um palco, em um espaço reservado. E assim, mesmo os desavisados do Festival encontravam excelentes atrações em cada “esquina” da rua principal da praia. Isso à noite. Pela tarde, quem acompanhasse o cortejo da Bossa & Jazz Street Band pela orla chegaria à aura jovial do Pipa Beach Club, já perto do pôr do sol. E disso se fez o novo Fest Bossa & Jazz: de oficinas, workshops e master class que envolveram curiosos e a comunidade local no período da tarde, e de 48 pocket shows com atrações locais, nacionais e internacionais, quase todos no período noturno e em polos espalhados num...

vicente serejo

15/12/2018|

Croniketa da Burakera #22, por Ruben G Nunes Cupinchas de fé e cabaré! Brau! Tempo…. Tempos… Revirando as páginas do Tempo, dou de cara com a croniketa abaixo – “Serejo Marujo”. Que transcrevo toda entre aspas, em remake atual. E onde resgato, lá no final, trecho que compilei de uma das mais iluminadas reflexões que li sobre a sutileza da arte-criação-sentir do ato de escrever. Alô escribas! Isso foi lá pelo ano 2011. O trecho resgatado sobre a arte do escriba é do amigo jornalista Vicente Serejo, professor da UFRN, crítico de literatura e um dos melhores cronista e articulista do RN. As imaginâncias colhidas-re-criadas da Vida, tornam o escriba um quase ajudante de deus. Mó barato, nénão bixo-grilo-velho! Podiscrê! Mas não é isso mesmo que afirma voinho-Hegel na sua encarada filosófica-dialética da VidaViva e do Espírito criador?… “a obra-de-arte é a expressão do Deus… a inspiração do artista é como um pathos (paixão) “não livre” e, ao mesmo tempo, trabalho de entendimento técnico e mecânico. Daí a obra de arte é também um “livre-arbítrio”, e o artista é o mestre do Deus.”, §560, Enzyklopädie der philosophischen in Grundisse, 1830. Contrastando com os textos filosóficos de fraque e cartola, o...

Entrevista exclusiva com Crispiniano Neto, novo gestor da FJA

14/12/2018|

A governadora eleita Fátima Bezerra anunciou na tarde desta sexta-feira (14), através de suas redes sociais, o nome do engenheiro-agrônomo e jornalista Joaquim Crispiniano Neto para o cargo de diretor-geral da Fundação José Augusto (FJA), órgão com status da Secretaria Estadual de Cultura do RN. Perfil do novo gestor? Crispiniano Neto, 62 anos, é bacharel em Direito, pós-graduado com Especialização em Leitura e Produção. Natural de Santo Antônio do Salto da Onça, é casado, com três filhos e seis netos. Exerceu por duas vezes o cargo de diretor da FJA em três administrações estaduais (governos de Wilma de Faria, Iberê Ferreira e Robinson Faria). Durante suas gestões à frente do órgão criou as Câmaras Setoriais de formulação de políticas para cada linguagem artística, implementou a Rede de Pontos de Cultura do RN, com 60 unidades; concluiu as obras de seis Casas de Cultura Popular; implantou a Lei do RPV – Registro do Patrimônio do Vivo, beneficiando oito artistas e dois grupos do Folclore Potiguar; o Núcleo de Produção de Audiovisual, Rede Mais Cinema, com 25 unidades; desenvolveu o projeto Nós na Tela, em 21 cidades com oficinas de iniciação à produção cinematográfica, além de um programa de editais, com o...

Troféu Cultura 2018 anuncia indicados nesta quarta-feira

14/12/2018|

A 15ª edição do Troféu Cultura anunciará os nomes de cada uma das 14 categorias do prêmio nesta quarta-feira (19), em cerimônia para imprensa e convidados no Kosmopolit, a partir das 20h. No mesmo dia e horário ao anúncio, os indicados estarão aptos à votação popular no portal Papo Cultura. Este ano o número de indicados em cada categoria subiu de cinco para dez nomes e ainda a opção “Outro”, caso o internauta queira votar em alguém fora da lista. Os cinco mais votados serão avaliados por um júri especializado, que escolherá o vencedor. A votação permanecerá aberta por dois meses, até 19 de fevereiro. Até ano passado, o júri técnico selecionava cinco indicados e o público definia o vencedor pelo voto. “A coordenação do evento optou por esse novo modelo de mescla entre voto popular e técnico. O público mantém poder de votação selecionando os finalistas, e especialistas definem o melhor entre esses cinco”, comentou o jornalista Toinho Silveira, idealizador do prêmio. A cerimônia de entrega dos troféus será realizada pelo segundo ano consecutivo no Teatro Riachuelo, no próximo 12 de março, após o período do carnaval. As atrações para a festa ainda serão definidas, assim como a premiação...

papa francisco e orquestra da ufrn

13/12/2018|

O argentino Papa Francisco provou da música brasileira nesta última quarta-feira (12). O concerto histórico da Orquestra Sinfônica da UFRN, realizado no Vaticano para o Santo Pontífice, foi considerado pelo embaixador do Brasil em Roma, Antônio de Aguiar Patriota, como “a melhor performance artística” em sua gestão, iniciada em 2016. A Orquestra comandada pelo maestro André Muniz, acompanhada do Madrigal da UFRN se apresenta ainda hoje (13) no Conservatório Licinio Refice, ainda em Roma, junto a músicos italianos. “Os dois concertos foram incríveis. Na embaixada eles não economizaram gentileza. O público foi impecável, com direto a lágrimas e manifestações de carinho e orgulho ao final. Nos ofereceram um coquetel com muito vinho, champagne e caipirinha. E a apresentação para Papa foi emocionante. Todo o grupo ficou extremamente orgulhoso ao ouvir o Santo Padre citar e agradecer à UFRN. Em seguida foi lido um texto em português repetindo o agradecimento”, disse orgulhoso o diretor da Escola de Música da UFRN, Jean Joubert. A oportunidade de se apresentar ao Papa se deu “quase por providência divina”, como brincou o maestro André Muniz. “Padre José Mário estava no concerto que executamos a ‘Grande Missa Nordestina’ na Antiga Catedral, em dezembro do ano passado....

esso e samir

13/12/2018|

Com o show ESPERANÇA! – Canções de Franklin Mário (e outras), Esso e Samir Almeida, ao lado de Amélia Freire, dão voz ao repertório do compositor e amigo, autor de canções gravadas pelos dois. Outras interpretações para diferentes artistas também estão previstas. A apresentação acontece no palco do tradicional Bar do Coelho (Cidade Alta), em 14 de dezembro, às 20h. Reunidos por afinidades com a obra do compositor, falecido em maio desse ano, os músicos e a poetisa se apresentarão individualmente ou em duetos, interpretando músicas do vasto repertório deixado pelo artista, sejam parcerias ou canções concebidas individualmente por ele. FRANKLIN MÁRIO Franklin desenvolveu seu trabalho desde meados da década de 1980, radicado na Cidade da Esperança, zona oeste da capital potiguar, a quem retratou em muitas de suas letras, descrevendo seus tipos e aludindo a fatos e acontecimentos do lugar. Uma outra característica sempre lembrada é a importância que ele teve no estímulo ao surgimento de novos artistas no bairro, contribuindo decisivamente para o fomento ao movimento cultural que se desenrolou lá, num período efervescente que marcou época na festa da padroeira, com ações artísticas que atraíam toda a comunidade e fez nascer um núcleo de novos criadores, principalmente...

dusouto no natal em natal

12/12/2018|

A programação do Natal em Natal invade as quatro regiões da cidade. São shows, concertos, espetáculos de dança e ações de cidadania para todos os gostos e estilos. Seja na Arvore de Mirassol, na Zona Norte ou no Parque das Dunas, tem atrações variadas e todos os dias. O Natal em Natal 2018 é promovido pela Prefeitura do Natal, através da Funcarte, projetos via Lei Djalma Maranhão e parcerias com produtores culturais da cidade. Confira a agenda: PROGRAMAÇÃO – NATAL EM NATAL 2018 ÁRVORE DE MIRASSOL (QUINTA A DOMINGO) QUINTA-FEIRA (13) 19h – Banda de Música do Grupamento de Fuzileiros Navais e Orquestra Ondas Musicais. SEXTA-FEIRA (14) 19h- Banda Leão de Judá SÁBADO (15) 19h- Luizinho Nobre DOMINGO (16) 19h- Catita Choro e Gafieira ZONA NORTE – SEMANACEU (QUARTA A SEXTA) A SemanaCEU vai de hoje (quarta, 12) até a sexta-feira (14), na Fundação Fê e Alegria, no Nordelândia, Zona Norte de Natal. Durante todo o dia haverá atividades esportivas, serviços de aferição de pressão e glicemia, recreação com atividades lúdicas e apresentações do espetáculo teatral “Instruções para Abraçar o Ar”. A programação começa sempre às 15h. ZONA NORTE – ÁREA DE LAZER DO PANATIS (SÁBADO) O projeto Eco Praça...

Eco Praça

12/12/2018|

Cinco anos de atividades em diversos espaços públicos de Natal e certeza de ter promovido muitas ações que levaram a conscientização no público do direito a cidadania e cultura. Para celebrar essa data, o Eco Praça promove una edição comemorativa no dia 16 de dezembro, das 9h30 às 20h, na Área de Lazer do Panatis. Será mais um dia com uma programação muito especial e gratuita que incluirá: circo, música, intervenções urbanas, poesia, feira de economia criativa, palestras, oficinas e atividades que promovam o bem-estar. “Esse será um momento para celebrarmos com o propósito de reencontrar e dialogar com cada pessoa que faz parte dessa trajetória e que deseja seguir conectada com nossa proposta de ativação das praças públicas de Natal. Estamos com novas ações planejadas para 2019, nos reinventando enquanto coletivo e focados em expandir a ação conjunta por uma cidade mais sustentável. Por isso a presença de todos é fundamental. Vamos fazer desse encontro um momento fértil para firmar os elos que a trajetória do Eco Praça ajudou a construir. A cidade precisa de nós e nós precisamos da cidade”, afirma Geraldo Gondim, diretor e idealizador do Eco Praça. PROGRAMAÇÃO A programação se inicia, às 9h30, com a...

indio, escultor

12/12/2018|

O artista plástico potiguar Guilherme da Silva Pereira, mais conhecido como Índio, será homenageado hoje, às 19h, na Câmara de Vereadores de Nísia Floresta, onde receberá a Medalha Nísia Floresta, a mais alta comenda do Poder Legislativo deste município. Natural de Nísia Floresta (RN), o artista se profissionalizou ao dezoito anos e, desde então, vem construindo grandes obras como o Galo Branco de Dona Neném, símbolo do Folclore e do artesanato de São Gonçalo do Amarante (RN), o pórtico de entrada do Aquário Natal, na Redinha, entre outras. Ao todo, ele já produziu cerca de 3 mil trabalhos. O artesão utiliza como matéria-prima: concreto, argila, pedra sabão e madei ra. Seu universo criativo está intimamente ligado a suas origens e se utiliza de temas como o mar, cultura popular e religiosidade, que nas suas mãos ganham proporções gigantescas. Grande parte desse acervo escultórico encontra-se localizado entre as praias de Redinha (Extremoz) e Barreta (Nísia Floresta) e também pelo interior do estado entre as cidades de São José de Mipibu, Passagem, Monte Alegre, Brejinho, Goianinha e São Gonçalo do Amarante. O artista também possui conjuntos de peças es palhadas na Paraíba, Pernambuco e Alagoas. Entre 2005 e 2015, sua obra ganhou...

Erotismo e meias-verdades em romance que será lançado hoje em Natal

12/12/2018|

Hilda e Gregório escrevem cartas um para o outro. De amor. E de ódio. Recapitulam tudo que viveram (e o que deixaram de viver) ao longo dos anos em um emaranhado de lembranças, provocações, mágoas, meias-mentiras e meias-verdades. Essa é uma possível sinopse de “Combustão”, romance epistolar-erótico da poeta e professora Jeanne Araujo e do escritor e jornalista Cefas Carvalho, publicado pela editora paulista Editora Penalux, que será lançado nesta quarta-feira, 12 de dezembro, das 18h às 22h, no bar e espaço cultural Bardallos Comida e Arte, na Rua Gonçalves Ledo, Centro de Natal. O romance em parceria surgiu de um “desafio de produção literária” entre os dois, da maneira que cada um escrevia uma carta/capítulo para o outro responder e dar continuidade ao processo que se tornou um romance. “Quando vimos que o resultado tornou-se um romance, percebemos que era possível a publicação o que acontece agora após o lançamento de projetos individuais de cada um”, explica Jeanne. Para Cefas, a narrativa em forma de cartas foi um acaso gerado pelo exercício literário proposto, mas que depois “mostrou-se a forma ideal de dar voz aos protagonistas e ao mesmo tempo retomar a tradição de obras como ´Ligações perigosas` e...

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