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Circuito Literário Potiguar (CLIP) chega a Caicó com formação e valorização da cultura seridoense

Redação

Município integra a rota de itinerância do projeto, que percorre as 16 DIRECs do RN, promovendo o acesso ao livro, à leitura e a democratização cultural. O Circuito Literário Potiguar (CLIP) desembarca em Caicó com uma programação dedicada ao fortalecimento da literatura e da identidade regional. A atividade integra a segunda etapa do projeto, que prevê a realização de oficinas itinerantes e eventos culturais em todas as 16 Diretorias Regionais de Educação e Cultura (DIRECs) do estado. A iniciativa, que teve seu lançamento oficial em agenda com a presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes, e da governadora Fátima Bezerra, reafirma o compromisso com a descentralização das políticas públicas de fomento ao livro e à leitura. O CLIP é uma realização conjunta entre o Governo do Estado do RN, por meio da Secult e SEEC, em parceria com o IFRN e a FUNCERN, e conta com o apoio do Ministério da Cultura. A metodologia do projeto é estruturada para preencher lacunas na formação de leitores e valorizar autores potiguares, com uma grade de atividades desenhada a partir de um levantamento detalhado das demandas de cada localidade junto às secretarias municipais de cultura. Os temas das oficinas, que incluem cordel, slam, escrita criativa, contação de histórias e preservação histórica, são ministrados por profissionais do Rio Grande do Norte, promovendo um intercâmbio de conhecimentos entre diferentes regiões do estado. Além de Caicó, o projeto contempla outros municípios potiguares, incluindo Angicos, Apodi, Assú, Ceará-Mirim, Currais Novos, João Câmara, Macau, Mossoró, Natal, Nova Cruz, Parnamirim, Pau dos Ferros, Santa Cruz, São Paulo do Potengi e Umarizal. Programação em Caicó As atividades acontecem na Casa do Artesão do Seridó e na Casa de Cultura Popular de Caicó. Confira: Dia 02 de Julho Dia 03 de Julho Fortalecimento da Rede Literária Potiguar Para mapear e integrar os agentes culturais do estado, o CLIP convida a comunidade literária a participar dos cadastros oficiais, essenciais para a construção desta rede colaborativa: Serviço: Crédito da foto: Tiago Lima

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Exposição Olhares de Fé transforma terreiros em espaços permanentes de memória fotográfica no RN

Redação

Mostra fotográfica fixa que retrata a memória dos terreiros no RN abre no dia 8 de julho, às 18h, no Ponto de Cultura Viva Ilê Axé Afinká. A memória dos terreiros de Candomblé e Jurema do Rio Grande do Norte ganha novos contornos com Olhares de Fé, projeto do fotógrafo e antropólogo Ysmael Ventura que reúne fotografia, pesquisa, preservação patrimonial e documentação audiovisual para valorizar a história e fortalecer a memória das comunidades de matriz africana. A primeira exposição será inaugurada no dia 8 de julho de 2026, às 18h, no Ponto de Cultura Viva Ilê Axé Afinká. Em seguida, no dia 25 de julho, o projeto chega ao Ponto de Cultura Ilê Axé Odé Layó, em Assú, dando continuidade ao circuito que contempla quatro terreiros potiguares. Resultado de um processo de pesquisa e diálogo com as lideranças religiosas, Olhares de Fé reúne fotografias produzidas pelo fotógrafo e pesquisador Ysmael Ventura, com curadoria do antropólogo Guilherme Viana, ao lado de imagens históricas restauradas pertencentes aos acervos das próprias casas. A exposição aproxima passado e presente, revelando momentos históricos que tangem a permanência dos saberes, das tradições e da ancestralidade preservada nesses territórios. Doutorando em Antropologia pela UFRN, Ysmael Ventura desenvolve pesquisas em fotografia, antropologia visual e patrimônio cultural. Ao longo do projeto, realizou visitas aos terreiros, levantamento de fotografias antigas e novos registros documentais, produzidos com respeito aos protocolos religiosos e às narrativas das comunidades. Mais do que uma mostra fotográfica fixa, Olhares de Fé deixa um legado permanente: cada terreiro participante recebe uma exposição fixa formada por fotografias históricas e contemporâneas, fortalecendo a preservação de sua memória e constituindo um acervo visual para as futuras gerações. Todo o processo foi registrado em um minidocumentário que apresenta os bastidores da pesquisa, da restauração das imagens, da produção fotográfica e da montagem das exposições, tendo como fio condutor os relatos das lideranças religiosas. A abertura contará ainda com a exibição do filme e uma visita guiada conduzida por Ysmael Ventura. Com o conceito: “Entre o visível e o invisível, a memória encontra um caminho”, o projeto propõe uma reflexão sobre a fotografia como instrumento de preservação da memória, do pertencimento e da valorização dos patrimônios culturais afro-brasileiros. Ao reunir acervos históricos e novos registros, a iniciativa amplia a visibilidade das religiões de matriz africana, contribui para o combate ao preconceito religioso e reafirma a importância dessas comunidades na formação da identidade...

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Música Preta Potiguar estreia com série audiovisual que celebra artistas negros do Rio Grande do Norte

Redação

A música negra produzida no Rio Grande do Norte ganha um novo espaço de visibilidade a partir desta quinta-feira, 02 de julho, com a estreia do Música Preta Potiguar, série audiovisual que reúne performances musicais ao vivo em formato de sessions intimistas em estúdio e entrevistas com artistas da cena independente potiguar.  O projeto será lançado no YouTube e apresentará, ao longo de três semanas, diferentes trajetórias, sonoridades e experiências que ajudam a construir a identidade da música preta produzida no estado. Idealizado pelo produtor cultural Diego Andrade, o Música Preta Potiguar foi criado para dar visibilidade, difundir e fortalecer a produção musical negra potiguar. Cada episódio combina uma session musical gravada em estúdio com uma entrevista em que os artistas compartilham em uma conversa seus processos criativos, desafios, inspirações e experiências na construção de suas carreiras.  A primeira temporada reúne três nomes que representam diferentes linguagens da música contemporânea produzida no Rio Grande do Norte. A estreia, no dia 2 de julho às 12h, será com Jennify C., DJ, rapper, produtora musical e performer que vem se consolidando como um dos principais nomes da nova cena eletrônica potiguar. No dia 9 de julho, será lançado o episódio da Sourebel, banda que une as raízes do reggae jamaicano às influências afro-nordestinas em um repertório marcado por ancestralidade e consciência social. Encerrando a temporada, em 16 de julho, o projeto divulga a session de Gracinha, cantora, compositora e multi-instrumentista que se destaca na cena independente com um trabalho que transita entre o dream pop, o indie pop e a neo-psicodelia. Além de destacar artistas diante das câmeras, o projeto também fortalece a representatividade nos bastidores ao reunir uma equipe formada majoritariamente por profissionais negros do audiovisual, da música e da produção cultural. A iniciativa busca ampliar a visibilidade da produção musical negra potiguar e contribuir para a construção de uma cena cultural cada vez mais diversa, plural e representativa. O Música Preta Potiguar foi realizado por meio do Edital de Fomento ao Audiovisual e Jogos Eletrônicos, na categoria de Ações Culturais, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), por meio da Fundação José Augusto, da Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Norte, do Sistema Nacional de Cultura, do Ministério da Cultura e do Governo Federal. SERVIÇO Música Preta Potiguar  Lançamentos nas quintas-feiras: Instagram:  @musicapretapotiguar Créditos Produção executiva: Diego Andrade Produção audiovisual: Nobir Produtora...

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Depois de 3 anos de silêncio, potiguar Luan Bates retorna com novo single “20 Days”

Redação

Lançado nas plataformas de streaming, “20 Days” traz uma atmosfera intensa através do arranjo eletroacústico, onde os violões se misturam às guitarras distorcidas, baixo e bateria pulsantes, num encontro entre folk, grunge e psicodelia. O single é acompanhado por mais duas faixas inéditas: “The Unicorn”, inspirada em Elliott Smith e Nick Drake; e a instrumental “Quiet Feedback”, com uma sonoridade voltada para o post-rock. Característico de sua trajetória até aqui, Luan assina as composições, produção e mixagem das faixas. A capa do single é assinada pelo multiartista pernambucano Wilson de Barros. “20 Days” prepara terreno para o terceiro disco de estúdio de Luan Bates, intitulado “Songs About Ghosts”, a ser lançado no segundo semestre de 2026. SOBRE O ARTISTA Luan Bates é atuante no cenário musical do Rio Grande do Norte há mais de uma década, tendo participado da banda Seu Ninguém, colaborado com artistas e bandas locais como Boats, Ydna e Thee Automatics, além de ter lançado seus trabalhos solo e fundado o extinto selo Nightbird Records. Aos 31 anos e radicado em Natal-RN, Luan tem dois discos de estúdio, cinco EPs e uma dezena de singles lançados desde 2016. Além de ter frequentado os palcos norte-rio-grandenses, Luan também circulou com suas músicas em cidades como Fortaleza-CE, João Pessoa-PB e São Paulo-SP. Após o lançamento de seu EP ao vivo, em 2023, o cantor-compositor decidiu pausar suas atividades musicais, priorizando trabalhos fora desse âmbito. Coincidindo com o seu retorno à produção musical, além dos novos lançamentos, seu catálogo voltará completamente às plataformas de streaming ao longo de 2026. OUÇA “20 DAYS” NA SUA PLATAFORMA PREFERIDA: https://onerpm.link/772237160452 REDES SOCIAIS E STREAMING:https://www.instagram.com/luan_bates/https://www.youtube.com/@LuanBateshttps://open.spotify.com/intl-pt/artist/0BktpxFxqfUBimnXimZ4Gm

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Indira Gomes

Primeira exposição individual de Indira Gomes chega à galeria do Mahalila Café e Livros

Redação

A artista visual potiguar Indira Gomes apresenta sua primeira exposição individual, Memória da Matéria, com abertura no dia 9 de julho de 2026, às 19h, no Mahalila Café e Livros, em Potilândia, Natal. A mostra marca um novo momento na trajetória da artista e reúne trabalhos recentes que exploram as possibilidades de encontro entre diferentes elementos. Com curadoria de Ana Paola Ottoni, a exposição convida o público às experimentações construídas a partir de materiais simples e cotidianos. Para Indira Gomes a terra ocupa um lugar central nessa série de trabalhos, utilizada como pigmento e como base de construção das peças. A artista desenvolve composições que transitam entre a pintura e o tridimensional. Seu olhar para o feminino atravessa possibilidades de diálogo evocando memórias e vínculos com o território. O conjunto revela a potência plástica e as histórias inscritas em suas superfícies, abrindo espaço para uma experiência sensível entre a abstração colorida e o figurativo. ServiçoMemória da matéria – Primeira exposição individual de Indira GomesArtista: Indira GomesCuradoria: Ana Paola OttoniAbertura: 9 de julho de 2026, às 19hLocal: Mahalila Café e Livros – Potilândia, Natal/RNEntrada gratuita

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Vem aí a Maratona Literária Potiguar com palestras, debates, lançamentos e homenagens

Redação

Onze anos depois de unirem a comunidade literária potiguar em uma grande mobilização solidária em favor das vítimas da seca que castigava a região do Açude Gargalheiras, na cidade de Acari, os escritores Thiago Gonzaga e Aluísio Azevedo Jr. voltam a reunir esforços para promover mais um importante momento da cultura norte-rio-grandense. Se, em 2015, a literatura foi instrumento de solidariedade e esperança, em 2026 ela se transforma em um grande espaço de celebração da produção literária potiguar, por ocasião do Dia da Literatura Potiguar, comemorado em 9 de julho. Nos dias 9 e 10 de julho, a Livraria Manimbu será palco da Maratona Literária, uma ampla programação cultural que reunirá escritores, pesquisadores, professores, estudantes, coletivos literários e leitores em torno de alguns dos principais temas da produção contemporânea do Estado. Ao longo de dois dias, o público poderá acompanhar mesas-redondas, palestras, debates, lançamentos de livros, homenagens e bate-papos literários. Entre os convidados já confirmados estão nomes como Josimey Costa, Manoel Onofre Jr. Anchella Monte, Thiago Medeiros, Rizolete Fernandes, José de Castro, Conceição Flores, Aldo Lopes de Araújo, Márcio Benjamin, Crispiniano Neto, dentre outros representantes de diferentes gerações e vertentes da literatura potiguar. A programação ainda abordará temas como literatura infantojuvenil, formação de leitores, literatura decolonial, literatura LGBTQIA+, literatura afro-brasileira, literatura indígena, literatura de terror, literatura e cinema, além de prestar uma homenagem especial aos 90 anos da Academia Norte-rio-grandense de Letras e ao centenário do poeta e folclorista Deífilo Gurgel. A iniciativa reafirma o compromisso de Thiago Gonzaga e Aluísio Azevedo Jr. com a difusão da literatura potiguar e com o fortalecimento da cultura local. Mais do que uma sequência de encontros literários, a Maratona Literária pretende aproximar autores e leitores, incentivar a formação de novos públicos e demonstrar a riqueza e a diversidade da produção intelectual do Rio Grande do Norte. Em um verdadeiro mergulho pelas letras potiguares, a programação promete transformar a Livraria Manimbu em um dos principais espaços de celebração da literatura potiguar, consolidando o Dia da Literatura Potiguar como uma data de encontro, reflexão e valorização dos escritores do Estado.

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Nara Costa lança o EP “Raízes”, uma celebração da identidade nordestina e do forró tradicional

Redação

Com mais de 35 anos de carreira, a cantora potiguar Nara Costa lança, nesta quarta-feira, 1º de julho, o EP Raízes, um projeto que celebra a identidade musical nordestina, resgata a essência do forró tradicional e valoriza os compositores potiguares. Em um cenário em que as plataformas digitais oferecem uma enorme diversidade de estilos musicais, o projeto reafirma a força do forró tradicional e evidencia a riqueza da produção musical potiguar. Com quatro faixas, o projeto destaca os instrumentos que formam a base sonora do gênero — sanfona, zabumba e triângulo — e propõe uma imersão nas sonoridades que marcaram gerações e ajudaram a construir a identidade musical do Nordeste. Mais que um lançamento musical, Raízes é uma homenagem às origens do forró e aos artistas que mantêm viva essa herança cultural. Com direção musical e arranjos de Eduardo Taufic, o EP foi gravado no ET Studio e reúne importantes músicos da cena potiguar, como os sanfoneiros Zé Hilton do Acordeon, Lipe Guedes, Bruno Cirino e Reynaldo Júnior, sendo um convidado em cada faixa, além de Ramon Gabriel (percussão), Monica Michelly (contrabaixo) e Marco Rodrigues (vocais). O repertório reúne as canções “Orgulho Nordestino”, de Nara Costa, Zeca Brasil e Jean Xavier; “Vitrais”, de Daniel Freire; “Sonhos Não Têm Fim”, de Zé Hilton; e “Todo Mundo Precisa de um Pouco de Amor”, de Daniel Gonzaga, neto de Luiz Gonzaga, o eterno “Rei do Baião”. A presença de compositores de diferentes gerações reforça a proposta do projeto de preservar e renovar a tradição musical nordestina. A faixa “Orgulho Nordestino” sintetiza a essência do EP ao celebrar o forró como patrimônio cultural e expressão da identidade nordestina. Com Raízes, Nara Costa reafirma sua trajetória artística ligada à valorização da cultura popular, apresenta uma produção genuinamente potiguar e convida o público a celebrar a força do forró tradicional, gênero que continua a emocionar, unir gerações e representar a alma do Nordeste. SERVIÇO Nara Costa  – Lançamento do EP “Raízes”Disponível, a partir de 1º de julho, nas principais plataformas de streaming http://bit.ly/3QV2MdgSiga: @naracostaoficial

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Projeto documental “Enquanto Houver Maré” mergulha na memória da pesca artesanal

Redação

Em celebração ao Dia Nacional do Pescador (29 de junho), a pesca artesanal potiguar ganha destaque sob os olhares da juventude. O projeto Enquanto Houver Maré lança um fotolivro artístico e documental, idealizado pelo jornalista e fotógrafe Malu Didier e produzido em coautoria com estudantes dos territórios pesqueiros de Maxaranguape, Touros e Rio do Fogo, no litoral norte do RN. A obra documenta o cotidiano das comunidades, mergulhando nos vínculos afetivos que diferentes gerações nutrem com a pesca — não enquanto ofício, mas enquanto modo de vida. As publicações do projeto iniciam nesta quarta-feira (25), no perfil do Instagram @enquantohouver.mare. Os registros que compõem a iniciativa são frutos de uma formação ministrada por Malu Didier em escolas da rede pública dos três municípios. A oficina “Marés, Memórias e uma Pescaria de Histórias” convidou jovens de 9 a 18 anos a desacelerar o olhar sobre o território, explorando o poder da imagem na preservação de culturas tradicionais. “A oficina foi pensada para despertar nos jovens o desejo de transformar o cotidiano pesqueiro em memória viva. Eu quis fazer eles se apaixonarem pela fotografia, mostrando que pelas lentes, a gente encontra uma dimensão única da nossa realidade. E pela imagem, a gente consegue traduzir isso em sentimento.” O perfil @enquantohouver.mare no Instagram funcionará como uma plataforma multimídia para partilhar o processo do projeto, que tem como base uma pesquisa iniciada por Malu sobre como nascem as narrativas visuais em territórios pesqueiros. O canal servirá como um arquivo vivo de estudos, processos e resultados das oficinas, making off, além de exibir as fotografias e vídeos captados pelo fotógrafe e pelos participantes. As publicações entrelaçam dimensões diversas da pesca artesanal, traduzindo a fé, o lúdico, o artesanato, a lida marinha e o pertencimento territorial como expressões vivas dessa identidade. Neste dia 29 de junho, o fotolivro Enquanto Houver Maré será disponibilizado em versão digital por meio do Instagram. A publicação contará com recursos de acessibilidade, incluindo audiodescrição parcial da obra acessível via QR Code. O fotolivro terá ainda uma tiragem física de 50 exemplares, destinada às bibliotecas das escolas parceiras – Escola Estadual Tabelião Júlio Maria (Touros), Escola Municipal Germano Gregório (Maxaranguape) e Escola Municipal Ana de Paiva (Rio do Fogo) – , além da Associação de Maricultoras de Algas de Rio do Fogo (AMAR). Inspirado no fluxo contínuo das águas, Enquanto Houver Maré surge sob a premissa de que a memória, assim como...

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Bailinho de carnaval exclusivo para crianças acontece neste domingo na AABB

11/02/2019|

O Bailinho Mamãe Eu Quero acontece neste domingo na AABB. Pensado para bruxinhas, palhacinhos, colombinas, super-heróis e todo o universo dos pequenos foliões, com muito confete e serpentina, bebês e crianças podem brincar bem à vontade em um baile de carnaval exclusivo pra eles. Já em sua quarta edição, a prévia carnavalesca infantil resgata as saudosas matinês que existiam nos salões natalenses nos anos 70 e 80. Com muita animação a alegrando a festa com um repertório de frevo, marchinhas clássicas e músicas infantis em ritmo de carnaval. A programação conta ainda com participação de personagens circenses, balas e pirulitos, desfile de fantasias (não competitivo) entre outras atrações que enriquecem a matinê. ​ A Orquestra de Frevo do Papão vai comandar a programação musical. E a ​Companhia Era Uma Vez ​com ​Lady Bug e Cat Noir e o ​Palhaço Piruá (Rodrigo Bruggemann) da Cia. ​Tropa Trupe​, comandará o palco do evento com sorteio de brindes, distribuição de balas e pirulitos e pinturas de rosto descoladas para os carnavalescos mirins se jogarem na pista. ESTRUTURA O evento será distribuído em dois salões da ​AABB, ​oferecendo ao público um ambiente seguro, climatizado e confortável com estrutura de praça de alimentação, com serviço...

Bazar Fora do Padrão

11/02/2019|

Na contramão dos anúncios de academia que dizem que é preciso deixar o corpo em forma para o carnaval, o Bazar Fora do Padrão promove neste sábado sua segunda edição na Natal Tattoo. O evento tem como objetivo pautar o empoderamento dos corpos e tem entrada gratuita. Idealizado por Luciene Ferreira, Carla Nogueira, Cecília Oliveira e Alana Cascudo, o bazar vem para mostrar mais uma vez que beleza não tem limite de peso. Serão vendidas peças de roupas a partir do tamanho 44 com preços que variam de R$ 1,00 a R$99,99 reais. Adereços carnavalescos também estarão à venda. Mais do que um bazar, o Fora do Padrão é um movimento. A programação conta com debate sobre autoestima com o título ‘Sobre ser gorda na sociedade: empoderamento e desconstrução’, além de discotecagem, foodtrucks, sorteios, apresentação de dança do ventre com Michele Oliveira e workshop de maquiagem carnavalesca com Ynna Borges. Fora do Padrão é promovido pelo blog Apartamento 702, e conta com apoio da Natal Tattoo, Massas Jucurutu, Bella Sempre Moda Grande, Amanditta Modas, Estúdio Carlota, Will Makeup, Que tal Lingerie, Pudim Artesanal e Doce Chocolates. Bazar Fora do Padrão Realizado pela primeira vez em setembro de 2018, o Bazar...

A dialética da mediocridade

11/02/2019|

Tempos de miséria dialética. A considerar-se tudo que se confronta, enfrenta-se, afirma-se ou se nega. Hegel resgata da era clássica a dialética empírica e lhe dá feição idealista. A lógica, então método usual, foi superada na investigação filosófica. Arquivamento dos silogismos. Um discípulo de Hegel, Karl Marx, repensou a dialética e contestou Hegel. Dizia ele que Hegel acertara na superação da lógica, mas pusera a dialética de cabeça para baixo. E quem fora discípulo, agora era revisor. Mesmo que os marxistas detestem o revisionismo, não foi outra coisa o que Marx fez com Hegel. Desvestindo a dialética do idealismo para dar-lhe compleição materialista. Aliás, nesse aspecto, Engels foi mais profundo do que Marx. A negação dos marxistas ao revisionismo vem dos diversos momentos em que foi preciso justificar o poder, mesmo negando princípios originários do próprio marxismo. Até Fustel de Coulanges, equivocadamente chamado de positivista, foi tachado de “precursor” do revisionismo. Daí negou-se a importância da sua obra clássica, “A Cidade Antiga”, que se debruçou sobre a religião, organização política e vida familiar nas Cidades-Estados da era Clássica. É verdade que a dialética tem vida muito mais antiga do que Hegel e Marx. Aristóteles, Demóstenes, Heráclito de Éfeso são alguns...

baiacu na vara

11/02/2019|

A tradição de 29 anos do bloco Baiacu na Vara vai se espalhar por Ponta Negra a partir deste sábado em uma ramificação do bloco. Mas calma, o dia tradicional de folia na quarta-feira de cinzas na Redinha está fincado na história e nada muda. Com o nome Baiacu Astral, o primeiro ano do bloco se concentra no Astral Sucos, na orla de Ponta Negra, a partir das 15h e segue o percurso até o Espaço Du Sol, às 18h30. Animação fica por conta de Rosinha Fonseca, da Orquestra Astral, da Banda Leão de Judá e do tradicionalíssimo cantor e compositor João Mendonça, que também pede licença à Redinha para emprestar no Litoral Sul. No sábado seguinte, dia 22, o Baiacu Astral se concentra no Bar do Caranguejo, às 16h, e segue até o Mercado de Ponta Negra. No domingo de carnaval é o dia da folia oficial do novo bloco, com concentração no bar Só Mais Uma, às 20h, animado pela Banda Detroit, e com percurso até o local do show da cantora Margareth Menezes. A fundadora do bloco, Cristina Medeiros lembra que o Baiacu na Vara é constantemente convidado a se somar aos carnavais de outras localidades. Há...

quincy jones

10/02/2019|

O Omelete divulgou há pouco a lista de alguns vencedores do Grammy 2019, conforme anúncio oficial na cerimônia. Mas acho que vale mesmo saber os indicados pra termos uma listinha bacana para conferir em casa. Confere aí cada categoria, com alguns vencedores já anunciados em negrito. Recomendo demais o doc musical Quincy, vencedor de sua categoria. E o badalado clipe This is America também levou a caneca. Ah, e lembram quando eu disse AQUI que o rock morreu? Discussão antiga e tal, mas confere aí o resultado nas categorias mais generalistas. Onde está o velho e bom rock’n roll? Álbum do ano Invasion of Privacy – Cardi B By the Way, I Forgive You – Brandi Carlile Scorpion – Drake H.E.R. – H.E.R. Beerbongs & Bentleys – Post Malone Dirty Computer – Janelle Monae Golden Hour – Kacey Musgraves Black Panther: The Album – Kendrick Lamar Gravação do ano “I Like It” – Cardi B, Bad Bunny & J Balvin “The Joke” – Brandi Carlile “This is America” – Childish Gambino “God’s Plan” – Drake “Shallow” – Lady Gaga e Bradley Cooper “All The Stars” – Kendrick Lamar e SZA “Rockstar” – Post Malone feat. 21 Savage “The Middle” –...

metal open air

10/02/2019|

A Netflix colocou na prateleira um doc obrigatório aos produtores culturais. Conta o fiasco do Fyre Festival, promovido como festival de música para ricaços, sob o azul turquesa de uma ilha privada nas Bahamas, com festas em iates, presença de topmodels e influencers; luxo cinco estrelas por onde se olhasse. O evento, para além do desastre midiático e prisão dos organizadores, por pouco não se tornou uma tragédia. Mas nesta matéria do Uol lembra que, cinco anos antes, em 2012, a promessa de um mega festival de metal em São Luís, no Maranhão, aconteceu algo parecido. O Metal Open Air foi divulgado como o maior encontro do metal das Américas e se transformou em um dos maiores fiascos da história dos festivais do país. Seriam 47 bandas, infraestrutura de primeiro mundo. Mas apenas 13 delas se apresentaram. “No entendimento do Ministério Público, fãs passaram por situações insalubres e ‘foram tratados como indigentes'”. A matéria conta esta crônica de um fiasco anunciado.

jack kerouac

09/02/2019|

Croniketa da Burakera #25, por Ruben G Nunes Vivemos um tempo kafkaniano. Há uma doidura estranha no ar global. Desde os bagos, xanas, passando pelo pão-nosso de cada dia, até os voos d’alma de cada um, há uma desembestada emergência-da-violência. Tá tudo baratinado. Zumbís bandalhos, politiqueiros fanatiqueiros, black-bocs anarq-drogados, traficantes bem armados, terroristas e horroristas, passeiam pelo nosso cotidiano e imaginário. E vão quebrando nossos copos e sonhos. Parece que o horror da barragem de Brumadinho rompeu dentro de cada um de nós. Avalanches de detritos e lamas sociais, criados por nós mesmos, invadem ruas, imprensa, Câmara, Senado, Tribunais, shopis, bares, cafofos, motéis. E corações. Almas poluídas. Mundo, mundos… Vários mundos nos atravessam. E nos atravancam. De cabo a rabo. Do mundo real ao mundo virtual ao mundo das politicalhas ao mundo da bandidagem. E trollam com a gente. Desgraceiras desgranidas. Um quase estupro social coletivo. Tudo digital e de alta tecnologia é verdade. Mas também de alta periculosidade pra cada um. É bronca todo dia, mané! Por onde ir? Em que mundo estar ou não estar? Bombordo ou Boreste?… Estados Unidos ou China? Direita ou Esquerda?… Real ou digital?… Na boca do forno? Fooorno!!! Farão tudo que seu Mestre...

jania ssantos, gira dança

09/02/2019|

O tradicionalíssimo bloco d’As Kengas celebra 36 anos de irreverência este ano e se mantém moderninho. O tema deste ano será Konectadas. Conexão com o deboche, com a pluralidade, com o humor livre, às vezes ácido e às vezes crítico. Para animar o desfile, o padrinho de carnaval foi anunciado esta semana. Com uma lista de sete nomes à mesa sugeridos por Lula Belmont e Ricardo Nelson, a Funcarte escolheu Sidney Magal! Mas a madrinha do bloco e a madrinha dos artistas também foram definidas. E anunciamos por aqui em primeira mão. A madrinha dos artistas será a bailarina da companhia Gira Dança, Jânia Santos, uma anã cheia de talento. A coordenação do bloco já prepara uma entrada triunfal para ela mostrar seu verdadeiro tamanho. E madrinha do bloco será a cantora Larissa Costa, que tantos shows promoveu no Bardallos desde o ano passado. Agora é esperar domingo de carnaval, meio de tarde, no Centro Histórico de Natal. Não é difícil achar o bloco. Basta seguir a animação escrachada.

09/02/2019|

Ninguém consegue me convencer de que Lula é inocente. Ninguém consegue me convencer de que Bolsonaro é honesto. Não vai nisso qualquer ranço pessoal, pois ambos estão em patamares tão distantes de mim que não cabe, na minha pequenez, qualquer relação pessoal. São deuses fanatizados e postos em altares. Cujas imagens merecem, para mim, iconoclasta, apenas um olhar irônico. Mais de pena dos adoradores do que de escárnio aos adorados. Repito: Um não é inocente nem o outro é honesto. Fica o dito no campo da presunção, pois não disponho de provas para acusá-los. E sem provas ou acusação específica, resguardo-me da imputação de calúnia. Posto que na tipificação criminal, do nosso Direito Penal, não exite o tipo calúnia presumida. Apenas passo no patamar dessa igreja, sem nela adentrar, observando de longe a liturgia dos idiotas. A idiotice também não é crime. Nem contravenção. É apenas um pastoril de cores sem quermesse, que deixa a cada lado o exercício de apedrejar a Diana.

marco da costa

09/02/2019|

Depois de dois anos longe dos palcos potiguares, Marco da Costa retorna ao projeto Som da Mata, no final da tarde deste domingo. Acesso por apenas R$ 1 ao Parque das Dunas. Ele, junto aos músicos Daniel Ribeiro no contrabaixo e Diego Silva na bateria, vão apresentar composições do seu novo álbum, gravado pela orquestra internacional Jatobá Big Band, formada por músicos brasileiros e europeus, uma fusão de suas raízes brasileiras com sons jazzísticos contemporâneos. Marco Antônio da Costa é natalense e vive na Áustria desde 2008, onde fez mestrado em Guitarra Jazz com especialização em composição na renomada Universidade de Música e Artes Dramáticas de Graz. Além de executar o instrumento de cordas, é arranjador e regente.

zila mamede

09/02/2019|

MOTIVOS DE ESPANHA 1 – Quando eu era repórter do jornal Tribuna do Norte, de Natal, fui entrevistar Câmara Cascudo por motivo da indicação do seu nome para compor o Conselho Federal de Cultura. Da conversa com o escritor, que se estendeu sobre vários assuntos, resultou ampla reportagem de página inteira. A certa altura, Cascudo disse haver terminado de escrever um livro – “Motivos de Espanha” – sobre a presença espanhola na vida cultural do Brasil. Esse livro não foi publicado. Que fim levou? GRAÇAS, ZILA MAMEDE 2 – Pesquisando coleções de velhos jornais e revistas, o escritor Thiago Gonzaga nos forneceu cópia de uma que encontrou no jornal A Ordem, de Natal, a seguinte nota: GRAÇAS Zila Mamede agradece a N. S. do P. Socorro, uma graça alcançada, com promessa de publicar. Natal, 28 de fevereiro de 1945 Eis aí um dado interessante para a biografia da poeta – sua religiosidade. Aspecto este, aliás, que não se acha de modo explícito em sua obra. Zila – vale notar – tinha, então, 17 anos de idade. No mesmo jornal, edição de 15-03-1956, consta a seguinte notícia: “Quase Lua” é o título de um novo livro da poetisa Zila Mamede, o...

Bex

08/02/2019|

O Festival Solidário apresenta sua primeira edição unindo diversas bandas do novo cenário potiguar, além de artistas visuais, workshop e flash tattoo no Espaço Moara, em Ponta Negra, a partir das 15h deste domingo. No line-up, o festival conta com as bandas Ardu, BEX, Uma Sra. Limonada, Luan Bates e Ciro e a Cidade apresentando seus mais recentes trabalhos. Nas artes visuais, o evento terá exposições dos artistas Filipe Marcus, Maluz e Nayara White. Haverá também um workshop de acrobacia com o professor Kleiton José e Flash Tattoo com a equipe do Estúdio Coven, também de Natal. E porque o nome Festival Solidário? O arrecadado com o evento será revertido ao tratamento do cachorro Thoby, um poodle de estimação de músicos da banda Tertuliê e que sofreu ataques de outro cão que lhe deixou com fraturas. Ingressos antecipados a R$ 15; na hora, a entrada custará R$ 20. SERVIÇO Festival Solidário – 1ª Edição Data: 10/02/2019 Horário: 15h às 20h Entrada: R$15 (antecipado); R$20 (na hora) Local: Espaço Moara – Rua das Conchas, 2199, Ponta Negra. Vendas na Sympla: AQUI

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Blog do Sérgio Vilar

Arraiá da Jerimum nesta quarta

Estão preparados para um arraiá? O The Big Series promoverá nesta quarta-feira (17) o famoso Arraiá da Jerimum! Então já prepara aquela roupa temática, separa o seu par ou traz os seus amigos e vem curtir essa noite. Será no Auditório Onofre Lopes

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Fotografia potiguar no mundo

O poeta, artista visual e fotógrafo potiguar Jean Sartief expõe em um dos mais prestigiados salões de fotografia de rua de Portugal, o Mira Mobile Prize. A mostra é fruto de uma premiação – 21º Prêmio Mira Mobile – que

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Podcast Papo Galado

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Sergio Vilar
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