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Vem aí a Maratona Literária Potiguar com palestras, debates, lançamentos e homenagens

Redação

Onze anos depois de unirem a comunidade literária potiguar em uma grande mobilização solidária em favor das vítimas da seca que castigava a região do Açude Gargalheiras, na cidade de Acari, os escritores Thiago Gonzaga e Aluísio Azevedo Jr. voltam a reunir esforços para promover mais um importante momento da cultura norte-rio-grandense. Se, em 2015, a literatura foi instrumento de solidariedade e esperança, em 2026 ela se transforma em um grande espaço de celebração da produção literária potiguar, por ocasião do Dia da Literatura Potiguar, comemorado em 9 de julho. Nos dias 9 e 10 de julho, a Livraria Manimbu será palco da Maratona Literária, uma ampla programação cultural que reunirá escritores, pesquisadores, professores, estudantes, coletivos literários e leitores em torno de alguns dos principais temas da produção contemporânea do Estado. Ao longo de dois dias, o público poderá acompanhar mesas-redondas, palestras, debates, lançamentos de livros, homenagens e bate-papos literários. Entre os convidados já confirmados estão nomes como Josimey Costa, Manoel Onofre Jr. Anchella Monte, Thiago Medeiros, Rizolete Fernandes, José de Castro, Conceição Flores, Aldo Lopes de Araújo, Márcio Benjamin, Crispiniano Neto, dentre outros representantes de diferentes gerações e vertentes da literatura potiguar. A programação ainda abordará temas como literatura infantojuvenil, formação de leitores, literatura decolonial, literatura LGBTQIA+, literatura afro-brasileira, literatura indígena, literatura de terror, literatura e cinema, além de prestar uma homenagem especial aos 90 anos da Academia Norte-rio-grandense de Letras e ao centenário do poeta e folclorista Deífilo Gurgel. A iniciativa reafirma o compromisso de Thiago Gonzaga e Aluísio Azevedo Jr. com a difusão da literatura potiguar e com o fortalecimento da cultura local. Mais do que uma sequência de encontros literários, a Maratona Literária pretende aproximar autores e leitores, incentivar a formação de novos públicos e demonstrar a riqueza e a diversidade da produção intelectual do Rio Grande do Norte. Em um verdadeiro mergulho pelas letras potiguares, a programação promete transformar a Livraria Manimbu em um dos principais espaços de celebração da literatura potiguar, consolidando o Dia da Literatura Potiguar como uma data de encontro, reflexão e valorização dos escritores do Estado.

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Nara Costa lança o EP “Raízes”, uma celebração da identidade nordestina e do forró tradicional

Redação

Com mais de 35 anos de carreira, a cantora potiguar Nara Costa lança, nesta quarta-feira, 1º de julho, o EP Raízes, um projeto que celebra a identidade musical nordestina, resgata a essência do forró tradicional e valoriza os compositores potiguares. Em um cenário em que as plataformas digitais oferecem uma enorme diversidade de estilos musicais, o projeto reafirma a força do forró tradicional e evidencia a riqueza da produção musical potiguar. Com quatro faixas, o projeto destaca os instrumentos que formam a base sonora do gênero — sanfona, zabumba e triângulo — e propõe uma imersão nas sonoridades que marcaram gerações e ajudaram a construir a identidade musical do Nordeste. Mais que um lançamento musical, Raízes é uma homenagem às origens do forró e aos artistas que mantêm viva essa herança cultural. Com direção musical e arranjos de Eduardo Taufic, o EP foi gravado no ET Studio e reúne importantes músicos da cena potiguar, como os sanfoneiros Zé Hilton do Acordeon, Lipe Guedes, Bruno Cirino e Reynaldo Júnior, sendo um convidado em cada faixa, além de Ramon Gabriel (percussão), Monica Michelly (contrabaixo) e Marco Rodrigues (vocais). O repertório reúne as canções “Orgulho Nordestino”, de Nara Costa, Zeca Brasil e Jean Xavier; “Vitrais”, de Daniel Freire; “Sonhos Não Têm Fim”, de Zé Hilton; e “Todo Mundo Precisa de um Pouco de Amor”, de Daniel Gonzaga, neto de Luiz Gonzaga, o eterno “Rei do Baião”. A presença de compositores de diferentes gerações reforça a proposta do projeto de preservar e renovar a tradição musical nordestina. A faixa “Orgulho Nordestino” sintetiza a essência do EP ao celebrar o forró como patrimônio cultural e expressão da identidade nordestina. Com Raízes, Nara Costa reafirma sua trajetória artística ligada à valorização da cultura popular, apresenta uma produção genuinamente potiguar e convida o público a celebrar a força do forró tradicional, gênero que continua a emocionar, unir gerações e representar a alma do Nordeste. SERVIÇO Nara Costa  – Lançamento do EP “Raízes”Disponível, a partir de 1º de julho, nas principais plataformas de streaming http://bit.ly/3QV2MdgSiga: @naracostaoficial

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Projeto documental “Enquanto Houver Maré” mergulha na memória da pesca artesanal

Redação

Em celebração ao Dia Nacional do Pescador (29 de junho), a pesca artesanal potiguar ganha destaque sob os olhares da juventude. O projeto Enquanto Houver Maré lança um fotolivro artístico e documental, idealizado pelo jornalista e fotógrafe Malu Didier e produzido em coautoria com estudantes dos territórios pesqueiros de Maxaranguape, Touros e Rio do Fogo, no litoral norte do RN. A obra documenta o cotidiano das comunidades, mergulhando nos vínculos afetivos que diferentes gerações nutrem com a pesca — não enquanto ofício, mas enquanto modo de vida. As publicações do projeto iniciam nesta quarta-feira (25), no perfil do Instagram @enquantohouver.mare. Os registros que compõem a iniciativa são frutos de uma formação ministrada por Malu Didier em escolas da rede pública dos três municípios. A oficina “Marés, Memórias e uma Pescaria de Histórias” convidou jovens de 9 a 18 anos a desacelerar o olhar sobre o território, explorando o poder da imagem na preservação de culturas tradicionais. “A oficina foi pensada para despertar nos jovens o desejo de transformar o cotidiano pesqueiro em memória viva. Eu quis fazer eles se apaixonarem pela fotografia, mostrando que pelas lentes, a gente encontra uma dimensão única da nossa realidade. E pela imagem, a gente consegue traduzir isso em sentimento.” O perfil @enquantohouver.mare no Instagram funcionará como uma plataforma multimídia para partilhar o processo do projeto, que tem como base uma pesquisa iniciada por Malu sobre como nascem as narrativas visuais em territórios pesqueiros. O canal servirá como um arquivo vivo de estudos, processos e resultados das oficinas, making off, além de exibir as fotografias e vídeos captados pelo fotógrafe e pelos participantes. As publicações entrelaçam dimensões diversas da pesca artesanal, traduzindo a fé, o lúdico, o artesanato, a lida marinha e o pertencimento territorial como expressões vivas dessa identidade. Neste dia 29 de junho, o fotolivro Enquanto Houver Maré será disponibilizado em versão digital por meio do Instagram. A publicação contará com recursos de acessibilidade, incluindo audiodescrição parcial da obra acessível via QR Code. O fotolivro terá ainda uma tiragem física de 50 exemplares, destinada às bibliotecas das escolas parceiras – Escola Estadual Tabelião Júlio Maria (Touros), Escola Municipal Germano Gregório (Maxaranguape) e Escola Municipal Ana de Paiva (Rio do Fogo) – , além da Associação de Maricultoras de Algas de Rio do Fogo (AMAR). Inspirado no fluxo contínuo das águas, Enquanto Houver Maré surge sob a premissa de que a memória, assim como...

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Rodrigo Barba celebra 25 anos do Bloco do Eu Sozinho neste sábado na Ribeira

Redação

Integrante da banda Los Hermanos, o baterista Rodrigo Barba juntou uma banda com Bubu, trompetista e arranjador de algumas faixas do Bloco, e músicos que acompanharam a banda na estrada: Gabriel Bubu (guitarra), Índio (sax), Maurão (trombone) e Melvin (baixo), além de Ramon (voz, diretamente da banda cover Especial LH) e GugaBruno (guitarra) para celebrar o segundo álbum da banda. No repertório, o álbum na íntegra, na ordem, e versões que a banda tocou naquela turnê, e conta com hits como “A Flor”, “Todo Carnaval Tem Seu Fim”, “Sentimental” e “Retrato pra Iaiá”. O show será no Ateliê Petiscaria e Bar, na Rua Chile, Ribeira. Portas abertas a partir das 22h e show às 23h. Ingressos AQUI.

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Espetáculo “Nosso Bodó” celebra a cultura nordestina no TAM

Redação

Com referência na cultura e no povo nordestino, o espetáculo Nosso Bodó – O Retrato do Nordeste, está na sua sexta montagem para o teatro. A apresentação terá seu retorno aos palcos nesta sexta, 26 de junho, às 19h30, no Teatro Alberto Maranhão com classificação indicativa livre e acessibilidade em Libras. A produção é idealizada e dirigida por Marcelo Pinheiro, com direção artística da professora e bailarina Tatyelli Raulino, produção de Émille Araújo e corpo de baile da Avivar Cia. Com foco em forró, o espetáculo passeia por diversos ritmos, com alegria e irreverência. Por meio da dança e teatro, ele passeia pelo cotidiano, costumes, fofocas, e história do povo nordestino com muito bom humor e sentimento. “É uma honra enorme poder fazer essa sexta remontagem no Teatro Alberto Maranhão e fazer mais uma entrega para o público. Vamos trazer a perspectiva de que o Bodó não é uma coisa velha, assim como a cultura, ele é vivo, sempre se reconstruindo e se reinventando a cada ano que passa”, comentou o diretor A diretora artística afirma que todos irão se identificar com a trilha e com as histórias contadas ao longo da obra. E comenta que nosso, palavra que dá título a apresentação, é tudo aquilo que nos pertence, são nossas dores e nossas alegrias que constroem nossa caminhada. Nesta sexta edição a produção veio com novidades “E o Bodó está de cara nova: nos figurinos, cenário, elenco e até mesmo nas coreografias, mas a nossa essência continua a mesma. No cenário e nos figurinos eu trabalhei um pouco do ar mais jovial e contemporâneo, trazendo a cor que representa força, terra, raízes, que é o que a gente tenta mostrar um pouquinho da nossa essência nordestina de ser e de viver”, ela relatou. O Nosso Bodó por meio do forró e da cultura nordestina permite que o Nordeste ocupe o lugar de protagonismo, dando importância e novos significados à cultura regional, visando valorizar, difundir e preservar a mesma, apresentando sua identidade, pluralidade e potência. Para Émille essa é a grande contribuição que a obra oferece para o cenário da arte, da dança e da cultura potiguar, demonstrando que temos algo que é nosso, identitário, e transformador, capaz de transpor limites sociais e geográficos, transformando a nossa região em bem simbólico brasileiro. Os ingressos podem ser adquiridos via sympla, com os bailarinos e também na bilheteria do teatro no dia...

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Motos na contramão da estrada

Milena Azevedo

O filme Sem Destino (Easy Rider), de 1969, exalta a contracultura, trazendo dois jovens que se rebelam contra o sistema, curtem ficar chapados e pegam a estrada para conhecer a América como ela é de fato. No entanto, perto do fim da jornada, um deles cai na real de que eles falharam, que a liberdade é ilusória e que estão prestes a se tornar o que mais desprezam. Porém, eles ainda exteriorizam os estereótipos da nova geração, da mudança que os agentes conservadores caretas temem e, por isso, são exterminados. Há um filme não muito conhecido, mas que se tornou cult nos anos 2000, que faz um contraponto excelente a Sem Destino, trazendo como protagonista os ditos “inimigos” dos hippies, os policiais. O filme é A Polícia da Estrada (Electra Glide in Blue), lançado mundialmente no Festival de Cannes de 1973, projeto do produtor musical do grupo Chicago, James William Guercio, que assina como diretor e produtor, acertando a mão de primeira (mas, infelizmente, esse foi seu único filme). Em A Polícia da Estrada, o protagonista é um policial baixinho, marrento e ambicioso, chamado John Wintergreen, que patrulha as rodovias do Arizona. Sendo ex-fuzileiro naval e veterano do Vietnã, ele é um sujeito extremamente correto, e não se deixa corromper. Apesar de fazer seu trabalho com eficiência, seu sonho é deixar a patrulha de moto na estrada para ser detetive da Homicídios. Ele não gosta muito dos hippies, tanto que no estande de tiro usa uma foto do Wyatt e do Billy como alvo, mas não chega a ver os hippies como ameaça, que é a forma como seu colega Zipper os enxerga, por isso não perde a oportunidade de metê-los em encrenca. O interessante é que Zipper, da mesma forma que o Billy, em Sem Destino, aparenta ser o mais descolado, gosta de ler HQs, de motos, e de fazer uma boquinha durante o expediente. John tem o colega em alta consideração, que parece ser seu único amigo. No entanto, o mundo de Big John cai quando descobre que seus colegas abusam do poder e se deixaram corromper. Embora se sinta deslocado, ele continua na polícia porque quer fazer a diferença, mas aí, os hippies que de tanto se ferrarem nas mãos dos colegas de John, vão entender que ele é igual e, num paralelo com o final de Sem Destino, terminam matando John com um tiro de espingarda....

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Lançamento do Edital BNDES Periferias Fortes Nordeste será lançado nesta terça

Redação

O BNDES, em parceria com o Instituto Ekloos, fará o lançamento do BNDES Periferias Fortes Nordeste, o maior edital de apoio ao terceiro setor na região. A iniciativa foi criada para fortalecer organizações sem fins lucrativos e coletivos ainda não formalizados que atuam em favelas e comunidades urbanas de Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Durante o evento, transmitido ao vivo de Recife na próxima terça (30), a partir das 14h, serão apresentadas as principais informações sobre o edital, critérios de participação, benefícios do programa e detalhes sobre o processo de inscrição. Serão 85 organizações beneficiadas com capacitações, mentorias, apoio financeiro e conexão com uma rede de impacto social. O evento de lançamento será gratuito, com participação presencial em Recife (vagas limitadas) e transmissão online aberta ao público geral pelo YouTube do BNDES.

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Chococorn and The Sugarcanes leva a turnê Operação Embaixo d’Água a Natal

Redação

A Chococorn and The Sugarcanes segue na estrada com a turnê Operação Embaixo d’Água, que apresenta o álbum Todos os Cães Merecem o Céu (2026), lançado pelo selo +um HITS. O grupo já percorreu diversas cidades do interior paulista e da região Sul, consolidando uma das agendas mais extensas de sua trajetória, e também irá ao Norte e ao Nordeste do país. Nesta sexta (26), o grupo formado por Alexandre Luz (bateria), Pedro Guerreiro (guitarra solo), Pietro Sartori (baixo) e Pipe Bacchin (guitarra base) chega a Natal, no Backstage Bar. Formada em Santa Bárbara d’Oeste (SP), a banda se consolidou como um dos destaques da nova música brasileira ao desenvolver uma identidade própria dentro do que chamam de “emo caipira”. Influenciada por nomes como American Football e Radiohead, a Chococorn combina sensibilidade melódica com experimentação, em uma dinâmica que atravessa estúdio e palco, com todos os integrantes dividindo os vocais. A própria ideia de Operação Embaixo d’Água nasce dessa vivência contínua em turnê: um mergulho nas contradições da estrada, entre o desgaste físico, os deslocamentos constantes e a potência dos encontros. Ao longo das datas, o show vem se transformando, refletindo esse processo em tempo real. Esta segunda parte da turnê segue em ritmo intenso até julho, depois de ter passado, inclusive, por cidades de outros países, em Buenos Aires (Argentina) e em Montevidéu (Uruguai). SERVIÇOChococorn and The Sugarcanes @ Natal, RNData: 26 de junho (sexta-feira)Horário: A partir das 19hLocal: Backstage Bar – Rua Ulisses Caldas, 144, Natal (RN)Ingressos: https://blumie.com.br/event/QEBYWGWMPR

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florânia

13/02/2019|

O documentário ‘A família Giffoni no Seridó potiguar’, roteirizado e editado por Astrogildo Cruz, traz a curiosa história da família Giffoni na região, mais acentuadamente na cidade de Florânia. A história dessa família estava esquecida no tempo, entre outros motivos, em virtude da influência negativa que a participação da Itália fascista na Segunda Guerra Mundial, ao lado da Alemanha nazista, teve sobre as famílias italianas residentes no Brasil. Essa influência chegou ao ponto de as famílias, como é o caso dos Giffoni, se absterem de colocar o sobrenome Giffoni em seus descendentes. A pesquisa de Astrogildo trouxe à luz essa história, ressaltando as marcas importantes que a família Giffoni deixou, especialmente em Florânia, na arquitetura, no comércio, na política, nas artes e na cultura. Esse documentário que vocês assistem logo abaixo foi exibido no 1º Festival de Cinema de Florânia, no último dia 9 de janeiro e é fruto de pesquisa de três anos realizada por Astrogildo. Faz uns bons anos este editor realizou o mapeamento cultural em Florânia, pela revista Preá. E até onde lembro, não me foi passado nenhum registro dessa tão importante família para a cidade. Confiram aí:

Bloco As Kengas será mostrado em duas exposições fotográficas

13/02/2019|

A exposição do fotógrafo Hugo Macedo, em cartaz a partir desta quarta, será apenas a primeira a figurar nas paredes do Bardallos Comida e Arte. São telas clicadas na década de 90 e que já circularam por várias capitais do país, patrocinadas, à época, por edital da Caixa Econômica Federal. A novidade é que a partir da outra quarta-feira (20), outra exposição com a mesma temática estará aberta ao público, a do fotojornalista João Maria Alves, desta vez em preto e branco e com registros ainda mais antigos, ainda na década de 80. Vale ressaltar que o bloco As Kengas celebra este ano 36 anos de irreverência. E ainda que hoje, junto à vernissage da exposição, tem show com Dodora Cardoso e ensaio com a Orquestra de Frevo Papão. Tudo de graça! Sobre as Kengas Foi ainda como garçom da boate Broadway, que Lula Belmont fundou o bloco As Kengas, em 1983, numa época berço de reativação do carnaval de Natal, com sucesso da Banda Gália e fundação de inúmeros blocos e troças carnavalescas. Mas As Kengas se tornou ícone da irreverência e sucesso já no primeiro ano de desfile. “Iniciamos com uma charanga e média já de 200 a...

Meu-Serido-Credito-Bruno-Martins

13/02/2019|

O espetáculo Meu Seridó foi contemplado com um dos mais sonhados projetos de artes cênicas do país, o Palco Giratório, promovido pelo Sesc. Com isso, a peça produzida pela Casa de Zoé circulará por 21 estados e 46 cidades, em 55 apresentações. Será o Nosso Seridó assistido pelo Brasil, e um Brasil mais verdadeiro, não apenas de capitais. Meu Seridó foi um projeto sonhado por Titina Medeiros e é dirigido por César Ferrário. No elenco estão ainda Nara Kelly, Igor Fortunato, Caio Padilha – assinando também a trilha sonora – e Marcílio Amorim. No entanto, o elenco circulará com um desfalque significativo. O jornalista, produtor e agora também ator Marcílio, deixou pra trás mais de 60 quilos. Acredito que o público perceberá essa falta, mas verá um ator em forma para enfrentar essa empreitada. E outra novidade é que a dramaturgia do espetáculo, do autor Filipe Miguez, será contada também em livro editado pela Editora Escribas, com produção da Bobox Produções. Após o prêmio Cesgranrio para o espetáculo A Invenção do Nordeste, as artes cênicas potiguares começa 2019 com ótimas notícias. FOTO: Brunno Martins

13/02/2019|

Na piscina Aquém do mar, a piscina de águas azuis. As sombras, os ventos, as mesas, brancas, circulando a piscina. A suavidade da água de cocos. Ou o doce e fino sabor da água das fontes, após comer-se a leve gordura dos cascos, a clara carne das patas dos vermelhos caranguejos cozidos. Ainda, a carne seca, assada nas brasas, flamejando. Em copos de cristal, a tênue espuma do vinho branco ou tinto, com verdes-azeitonas boiando. Enterneciam a manhã os blues de Louis Armstrong. Aquém do mar, a piscina de águas azuis. De repente vinhas, a davas ao corpo a carícia das águas. Com o exíguo vestir, em relevo expunhas ao sol o viço da inapagável beleza do teu corpo. E do olhar nasciam-me salsas enlaçantes. Não te esqueças, portanto, girassol de dezembro, de que sempre volto a ver o azul dessas águas. (Gilberto Avelino)

Watchmen-HBO

12/02/2019|

Produtos com super-heróis sempre rendem à indústria do show business. As séries já entregues foram sucesso, com poucas exceções. De cá, assisti as três temporadas de Demolidor e a primeira recente dos Titãs. Mas a expectativa recai mesmo na vinda de Watchmen. A HQ icônica criada por Alan Moore chegará pela HBO, ainda sem data. Watchmen foi o melhor filme de super-heróis que assisti e espero não quebrar minha banca com a série. Mas quem assinará a direção é ninguém menos que Damon Lindelof, o mesmo de uma das melhores séries de todos os tempos: Lost. No elenco, o premiado ator britânico Jeremy Irons e a atriz Regina King, premiada em outras séries. Só pode vir coisa boa por aí.

Dodora Cardoso

12/02/2019|

A quarta-feira mais animada de Natal promove esta semana uma verdadeira prévia carnavalesca com show de Dodora Cardoso e Orquestra de Frevo do Papão dentro da programação do Quartas Konectadas, no Bardallos Comida e Arte. O acesso é livre, a partir das 19h, e contempla ainda a exposição do fotógrafo Hugo Macedo com imagens do bloco mais irreverente da cidade: As Kengas. DODORA CARDOSO A natalense Maria Cardoso da Cunha tem música nas veias. O pai militar era também era músico, poeta e repentista. E a mãe, coralista da Igreja de Sant’Ana em Caicó. Dodora morou no Rio de Janeiro por oito anos, ainda pequena. Mas sua mãe, já viúva, decide regressar a Caicó com sua família de sangue musical. E por lá vence o concurso “A mais bela voz de Caicó”. Seria apenas o começo de uma carreira de mais de 40 anos de música. De voz grave e interpretação cadenciada, Dodora Cardoso é comumente comparada à Alcione. Já com cinco CD’s gravados e mais de cinco mil cópias vendidas, tem sido constantemente convidada para projetos musicais e shows em inúmeros palcos do estado. EXPOSIÇÃO AS KENGAS Expor nas principais cidades do Brasil o estilo e a descontração dos...

cida estado transitório

12/02/2019|

Dando início às comemorações do terceiro ano de resistência do CIDA: Coletivo Independente Dependente de Artistas, neste sábado, dia 16, às 20h, será apresentado o espetáculo Estado Transitório. Indicado ao Troféu Cultura 2019, como melhor espetáculo de dança/performance, a obra é fruto da Residência Artística – Nu Escuro, que contou com o patrocínio da Prefeitura do Natal, contemplada através do Edital Cena Processo 2018. A apresentação única acontecerá na Casa Tomada e terá um público reduzido, portanto, reserve seu ingresso antecipadamente. SINOPSE Fragilidade, vulnerabilidade e ao mesmo tempo resistência. Uma metáfora sobre a vida do artista independente. A instabilidade como ponto de partida para a criação. O momento mais difícil é também o mais criativo. A fase mais conturbada é também a mais proveitosa. Sempre entre meios. Sempre em trânsito. Um transe que se repete. Um constante Estado Transitório. FICHA TÉCNICA Concepção: René Loui e Rozeane Oliveira Artista Convidado: Moisés Ferreira Artistas Residentes: Adelmo Do Vale, André Chacon e Patri D’ici Produção: René Loui Assistentes de Produção: Arthur Moura e Raquel Lucena Imagens: Diogo Ricardo Apoio: Casa Tomada e Sociedade T Patrocínio: Prefeitura do Natal / Funcarte Realização: CIDA: Coletivo Independente Dependente de Artistas SERVIÇO Espetáculo: Estado Transitório Local: Casa...

plutão já foi planeta

11/02/2019|

O disco A Última Palavra Feche a Porta (2017) é uma peça chave na carreira da Plutão Já Foi Planeta. Com ele, a banda potiguar tocou pelos quatro cantos do país e subiu a palcos de importantes festivais, como o Lollapalooza Brasil. Agora, o quinteto celebra este momento com show de despedida em Natal. A apresentação, a preços populares, está marcada para o dia 19 de março, no Teatro Riachuelo. A boa receptividade do álbum é o que dá gás para Natália Noronha (voz, violão, synth e baixo), Sapulha Campos (voz e guitarra), Gustavo Arruda (voz, guitarra e baixo), Vitória de Santi (baixo e synth) e Renato Lellis (bateria) darem o próximo passo da trajetória. Após o show de despedida, que tem apoio da Unimed Natal por meio da lei Djalma Maranhão, a Plutão Já Foi Planeta entra em estúdio para dar início aos trabalhos do próximo disco, previsto para 2019. SERVIÇO PLUTÃO JÁ FOI PLANETA Dia 19 de março Terça-feira, às 20h Duração: 80 min. Classificação: Livre INGRESSOS 1° Lote – R$30 (inteira) e R$15 (meia) 2° Lote – R$40 (inteira) e R$20 (meia)

Bailinho de carnaval exclusivo para crianças acontece neste domingo na AABB

11/02/2019|

O Bailinho Mamãe Eu Quero acontece neste domingo na AABB. Pensado para bruxinhas, palhacinhos, colombinas, super-heróis e todo o universo dos pequenos foliões, com muito confete e serpentina, bebês e crianças podem brincar bem à vontade em um baile de carnaval exclusivo pra eles. Já em sua quarta edição, a prévia carnavalesca infantil resgata as saudosas matinês que existiam nos salões natalenses nos anos 70 e 80. Com muita animação a alegrando a festa com um repertório de frevo, marchinhas clássicas e músicas infantis em ritmo de carnaval. A programação conta ainda com participação de personagens circenses, balas e pirulitos, desfile de fantasias (não competitivo) entre outras atrações que enriquecem a matinê. ​ A Orquestra de Frevo do Papão vai comandar a programação musical. E a ​Companhia Era Uma Vez ​com ​Lady Bug e Cat Noir e o ​Palhaço Piruá (Rodrigo Bruggemann) da Cia. ​Tropa Trupe​, comandará o palco do evento com sorteio de brindes, distribuição de balas e pirulitos e pinturas de rosto descoladas para os carnavalescos mirins se jogarem na pista. ESTRUTURA O evento será distribuído em dois salões da ​AABB, ​oferecendo ao público um ambiente seguro, climatizado e confortável com estrutura de praça de alimentação, com serviço...

Bazar Fora do Padrão

11/02/2019|

Na contramão dos anúncios de academia que dizem que é preciso deixar o corpo em forma para o carnaval, o Bazar Fora do Padrão promove neste sábado sua segunda edição na Natal Tattoo. O evento tem como objetivo pautar o empoderamento dos corpos e tem entrada gratuita. Idealizado por Luciene Ferreira, Carla Nogueira, Cecília Oliveira e Alana Cascudo, o bazar vem para mostrar mais uma vez que beleza não tem limite de peso. Serão vendidas peças de roupas a partir do tamanho 44 com preços que variam de R$ 1,00 a R$99,99 reais. Adereços carnavalescos também estarão à venda. Mais do que um bazar, o Fora do Padrão é um movimento. A programação conta com debate sobre autoestima com o título ‘Sobre ser gorda na sociedade: empoderamento e desconstrução’, além de discotecagem, foodtrucks, sorteios, apresentação de dança do ventre com Michele Oliveira e workshop de maquiagem carnavalesca com Ynna Borges. Fora do Padrão é promovido pelo blog Apartamento 702, e conta com apoio da Natal Tattoo, Massas Jucurutu, Bella Sempre Moda Grande, Amanditta Modas, Estúdio Carlota, Will Makeup, Que tal Lingerie, Pudim Artesanal e Doce Chocolates. Bazar Fora do Padrão Realizado pela primeira vez em setembro de 2018, o Bazar...

A dialética da mediocridade

11/02/2019|

Tempos de miséria dialética. A considerar-se tudo que se confronta, enfrenta-se, afirma-se ou se nega. Hegel resgata da era clássica a dialética empírica e lhe dá feição idealista. A lógica, então método usual, foi superada na investigação filosófica. Arquivamento dos silogismos. Um discípulo de Hegel, Karl Marx, repensou a dialética e contestou Hegel. Dizia ele que Hegel acertara na superação da lógica, mas pusera a dialética de cabeça para baixo. E quem fora discípulo, agora era revisor. Mesmo que os marxistas detestem o revisionismo, não foi outra coisa o que Marx fez com Hegel. Desvestindo a dialética do idealismo para dar-lhe compleição materialista. Aliás, nesse aspecto, Engels foi mais profundo do que Marx. A negação dos marxistas ao revisionismo vem dos diversos momentos em que foi preciso justificar o poder, mesmo negando princípios originários do próprio marxismo. Até Fustel de Coulanges, equivocadamente chamado de positivista, foi tachado de “precursor” do revisionismo. Daí negou-se a importância da sua obra clássica, “A Cidade Antiga”, que se debruçou sobre a religião, organização política e vida familiar nas Cidades-Estados da era Clássica. É verdade que a dialética tem vida muito mais antiga do que Hegel e Marx. Aristóteles, Demóstenes, Heráclito de Éfeso são alguns...

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Blog do Sérgio Vilar

Arraiá da Jerimum nesta quarta

Estão preparados para um arraiá? O The Big Series promoverá nesta quarta-feira (17) o famoso Arraiá da Jerimum! Então já prepara aquela roupa temática, separa o seu par ou traz os seus amigos e vem curtir essa noite. Será no Auditório Onofre Lopes

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Fotografia potiguar no mundo

O poeta, artista visual e fotógrafo potiguar Jean Sartief expõe em um dos mais prestigiados salões de fotografia de rua de Portugal, o Mira Mobile Prize. A mostra é fruto de uma premiação – 21º Prêmio Mira Mobile – que

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