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Festival Reggae Sua Alma celebra 12 anos fortalecendo a cena reggae potiguar

Redação

O tradicional Reggae Sua Alma chega à sua 12ª edição reafirmando uma trajetória construída pela amizade, pela música e pelo fortalecimento da cultura reggae em Natal. O evento acontece nesta quinta (11), a partir das 18h, no Figa Bar e Cultura, em Ponta Negra. Criado como uma celebração de aniversário entre amigos, o Reggae Sua Alma cresceu ao longo dos anos e se consolidou como um encontro cultural que reúne artistas, músicos e admiradores do reggae em um ambiente de convivência, troca de experiências e valorização da produção musical independente. Ao longo de sua história, o festival recebeu importantes nomes da cena reggae potiguar, entre eles Hallison Rasta, Luanda Luz, Chico Tácio e os Carcará, Raízes de Concreto, além de diversos artistas que contribuíram para fortalecer e manter viva a cultura reggae no Rio Grande do Norte. A programação desta edição terá início às 18h, com a banda NaturalMente, que recebe como convidado especial Bruninho Pernambucano. O encontro promete apresentar ao público um repertório que passeia pelos clássicos do reggae e por influências da música brasileira, celebrando a diversidade sonora que caracteriza o gênero. Às 21h, sobe ao palco Allan Negão, músico reconhecido por sua presença marcante e pela conexão que estabelece com o público através de interpretações carregadas de identidade, sensibilidade e energia. Realizado no Figa Bar e Cultura, espaço que vem se consolidando como importante ponto de encontro da cultura independente em Ponta Negra, o XII Reggae Sua Alma reforça seucompromisso com a valorização dos artistas locais e com a criação de espaços de convivência e expressão cultural. Mais do que uma festa, o evento representa a continuidade de uma história construída coletivamente ao longo de mais de uma década, mantendo viva a essência do reggae como manifestação artística, cultural e humana. Serviço XII Reggae Sua Alma – 12ª Edição 📅 Data: 11 de junho de 2026 🕕 Horário: A partir das 18h 📍 Local: Figa Bar e Cultura – Ponta Negra, Natal/RN 💰 Couvert artístico: R$ 10,00 Programação 🎶 18h – NaturalMente convida Bruninho Pernambucano 🎶 21h – Allan Negão

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Produtora potiguar abre inscrição para projetos de longa-metragem do Rio Grande do Norte

Redação

A Casa da Praia Filmes realizará a quarta edição do Casa da Praia Lab, projeto de formação e desenvolvimento audiovisual que, neste ano, adota o subtítulo “Esquina Criativa”. A iniciativa promoverá um laboratório presencial de desenvolvimento de roteiros de longa-metragem voltado exclusivamente para autores e autoras do Rio Grande do Norte, além de oficinas gratuitas de escrita técnica de roteiro em diferentes regiões do estado e uma mostra de filmes originados em edições anteriores do projeto. As inscrições para o laboratório estarão abertas entre os dias 8 de junho e 3 de julho deste ano via edital. Serão selecionados 15 projetos norte-rio-grandenses de longa-metragem em fase de desenvolvimento, com foco em roteiristas interessados em amadurecer suas obras e aprofundar processos criativos, narrativos e estéticos. Inscreva-se aqui. O laboratório acontecerá presencialmente em Natal, entre os dias 3 e 7 de agosto, reunindo tutorias, atividades formativas, palestras e um pitching final voltado ao desenvolvimento dos projetos selecionados. Além da formação, cada roteirista selecionado receberá uma bolsa de estudos no valor de R$ 1.500, totalizando R$ 22.500 investidos diretamente nos participantes do laboratório. A proposta busca fortalecer a profissionalização do trabalho criativo no audiovisual e ampliar as possibilidades de circulação e financiamento de projetos potiguares. Segundo o cineasta Pedro Fiuza, o Casa da Praia Lab surge da percepção da ausência histórica de projetos do Rio Grande do Norte em laboratórios criativos nacionais e internacionais. “A iniciativa busca ampliar a presença do estado no panorama do cinema brasileiro contemporâneo, oferecendo formação qualificada e criando condições para o desenvolvimento de novas narrativas sobre o território potiguar e nordestino”, enfatizou Pedro, fundador da Casa da Praia Filmes.  Ao longo dos 15 anos de atuação na indústria cinematográfica, a Casa da Praia Filmes consolidou um histórico de circulação nacional e internacional com obras como Sideral, exibido no Festival de Cannes e selecionado para a shortlist do Oscar 2023; Big Bang, premiado no Festival de Locarno; além de Fendas e Vai Melhorar. O Casa da Praia Lab – Esquina Criativa é realizado por meio do Edital Transformando Energia em Cultura 2025-2026, com patrocínio da Neoenergia Cosern e do Instituto Neoenergia, via Programa Cultural Câmara Cascudo. O projeto conta ainda com apoio do IFRN, da ITCART – Incubadora Tecnológica de Cultura e Arte e do Centro de Tecnologia e Cultura Luzia Vieira de França. SOBRE O CASA DA PRAIA LAB – ESQUINA CRIATIVA  O projeto propõe um espaço de experimentação artística e política, incentivando obras que enfrentem estereótipos e proponham novos imaginários sobre o Nordeste no século XXI. O LAB reafirma o compromisso das...

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Governo do RN lança quarto bloco de editais da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB RN)

Redação

Com investimento de mais de R$ 2 milhões, este bloco irá contemplar 96 vagas, abrangendo quatro editais de Apoio à Diversidade; as inscrições poderão ser feitas até o dia 29, por meio da plataforma Mais Cultura RN. O Governo do Brasil, por meio do Ministério da Cultura, e o Governo do Rio Grande do Norte, por meio da Secretaria de Estado da Cultura, comunicam o lançamento do quarto bloco de editais da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB). Com foco na diversidade e pluralidade das ações, esta nova etapa reafirma o compromisso do Governo do Estado em descentralizar recursos, fortalecer a cena cultural potiguar e valorizar os artistas, fazedores de cultura e as diversas linguagens artísticas presentes em todas as regiões do Rio Grande do Norte. “O lançamento deste quarto bloco de editais é mais um passo fundamental na nossa missão de fortalecer a cultura potiguar. Queremos garantir que nossos fazedores de cultura tenham acesso a essas oportunidades, transformando o setor em um pilar de desenvolvimento econômico e social para o nosso estado”, destaca Mary Land Brito, titular da pasta da Cultura no Governo do RN. Com investimento de mais de R$ 2 milhões, este bloco irá contemplar 96 vagas no total, abrangendo quatro editais de Apoio à Diversidade: Cultura LGBTQIAPN+; Cultura Negra; Cultura Urbana e Periférica; e Mulheres na Cultura. As inscrições estão abertas de 9 a 29 de junho. “Este ano temos uma novidade que é o Edital de Mulheres na Cultura, uma demanda que surgiu das escutas públicas que realizamos antes da elaboração dos editais, o que nos permitiu aprimorar a distribuição dos recursos de forma mais eficiente e democrática. Lembramos também que todos os editais da PNAB RN possuem pontuação extra e cotas para grupos minorizados e elaboramos ainda cartilhas acessíveis para simplificar o entendimento das regras de cada edital”, enfatiza a coordenadora da PNAB RN, Bruna Medina. A Política Nacional Aldir Blanc tem como objetivo central estruturar o fomento à cultura de forma continuada, garantindo que o recurso chegue à ponta, incentivando a criação, a produção e a difusão de bens culturais. Este quarto bloco de editais se soma às ações anteriores já executadas, consolidando a implementação da política no território potiguar. O Governo do Estado convida artistas, coletivos, produtores e gestores culturais a acessarem o site oficial da Secretaria de Estado da Cultura (secult.rn.gov.br) para conferir os detalhes, critérios de elegibilidade e prazos de inscrição...

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BIBLIOBUNKER: Ilhas, labirintos: poemas escolhidos

Pablo Capistrano

Ilhas, Labirintos: poemas escolhidos Autor: Elí de Araujo Editora: Sol Negro Ano: 2022 Páginas: 125 O finado Harold Bloom, sujeito conhecido por algumas opiniões “polêmicas” e “canceláveis” (como a de que o Rei Lear de Shakespeare é literariamente superior à Cabana do pai Tomás de Harriet Beecher), afirmou certa vez que lia poesia como se estivesse fazendo uma oração. Isso, obviamente, não tem nada a ver com carolice pietista ou proselitismo religioso. Segundo Bloom, a boa poesia precisa ser decorada e introjetada na memória tal qual uma oração. Tenho certeza, amigo velho, que se o finado professor de Yale estivesse vivo (e soubesse ler português), certamente decoraria vorazmente muitas das poesias de Elí de Araujo, publicadas nesta coletânea, editada em 2022 pela Sol Negro. O volume traz uma amostra muito bem colhida das safras poéticas de Elí, desde o seu livro de 1982, Reminiscências do Tártaro até o Catábase de 2021. Uma coletânea essencial para os amantes da boa poesia que apresenta um registro fundamental de parte dos sete primeiros livros deste que, nascido e criado aqui pela Taba de Poty, sem nenhuma sombra de dúvida, é um dos melhores (senão o melhor) poeta de sua geração. Se você não acredita na opinião deste professor de província que vos fala, amigo velho, então peço que me conceda o benefício da dúvida e dê uma navegada pela costa acidentada dessas ilhas literárias, espalhadas por esse labirinto de alumbramentos poéticos. Tenho certeza que em algum momento você vai se achar obrigado a concordar comigo. Cada poema dessa coletânea é uma surpresa, um novo deleite, um desconcerto, um rasgão, uma fissura de liberdade criativa naquilo que o filósofo Martin Heidegger chama de “falatório” (essa espécie de rede de banalidades retóricas que a nossa linguagem ordinária constroi para nos aprisionar).   E por falar em oração, há, inclusive em seus poemas, inúmeras referências a textos bíblicos, como no “Salmo 23”, publicado em seu livro de 1991 (Deterioremus), uma perturbadora e inusitada interseção entre o “livro de Jó” (o mais desconcertante texto do cânone judaico) e os salmos atribuídos a David. Seguindo uma inversão irônica do lirismo mesopotâmico (com seus poemas de exaltação e louvor a divindades como Baal, Marduk, Yaweh ou Inanna), Elí brinca com o desespero de David, aproximando a sua súplica lamuriosa (sempre pendurada nas paredes das casas de alguns crentes mais devotos) da devastadora crueldade do deus que atormenta o pobre Jó:  “o Senhor é...

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Pedro Pereira - Foto - Fábio Cortez

Pedro Pereira revisita 45 anos de criação em exposição na Pinacoteca do Estado

Redação

Mostra reúne obras produzidas entre 1981 e 2026 e marca o retorno do artista às exposições individuais após mais de uma década Quatro décadas e meia de dedicação à arte, à poesia e à experimentação estética ganham forma na exposição “Unir Verso às Cores”, que será aberta ao público no próximo sábado (13), às 10h, na Pinacoteca do Estado, em Natal. A mostra celebra os 45 anos de trajetória do artista visual e poeta Pedro Pereira, reunindo 46 trabalhos que atravessam diferentes períodos de sua produção e revelam a pluralidade de uma obra construída entre imagens, palavras e afetos. Com curadoria de Pablo Pinheiro e produção de Alda Pereira, a exposição apresenta pinturas, colagens, fotografias, intervenções artísticas e poemas criados entre 1981 e 2026. O conjunto permite ao visitante acompanhar a evolução estética e conceitual de um artista que fez da liberdade criativa sua principal marca. Mais do que uma retrospectiva, “Unir Verso às Cores” propõe um mergulho no universo de Pedro Pereira. As obras dialogam com temas como memória, identidade, cotidiano, natureza e imaginação, revelando uma produção que transita com naturalidade entre as artes visuais e a literatura. O próprio título da exposição traduz essa característica. Inspirado em um poema do artista, sintetiza a relação entre escrita e pintura que acompanha sua criação desde os primeiros trabalhos. “Pinto o que não sei escrever, escrevo o que não sei pintar. Pinto e escrevo o que me faz sonhar”, resume Pedro Pereira. A mostra também marca o reencontro do artista com o circuito das exposições individuais. Sua última experiência solo aconteceu em 2013, com “O Jardineiro das Cores”. Agora, retorna à Pinacoteca com uma seleção que reúne obras históricas e produções recentes, compondo um percurso que evidencia permanências, transformações e novas descobertas criativas. Uma trajetória construída entre arte e cultura Natural de Passa e Fica, no Agreste potiguar, Pedro Pereira desenvolveu uma trajetória singular no cenário cultural do Rio Grande do Norte. Ao longo dos anos, atuou como poeta, artista visual, produtor cultural e incentivador de iniciativas voltadas à democratização do acesso à arte. Nos anos 1980, integrou a chamada Geração Alternativa, movimento ligado à poesia marginal que contribuiu para renovar a cena cultural de Natal. Também participou da banda Cabeças Errantes, experiência que ampliou seu diálogo com outras linguagens artísticas e fortaleceu uma produção marcada pela experimentação. Seu primeiro livro, Lutar pela Paz, foi publicado em 1981. Poucos anos depois, criou...

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A trilha, a bifurcação, as pegadas erradas e as vozes certas

Tatyanny Nascimento

Perder-me em uma trilha, no meio de um grupo, não foi somente errar um caminho: foi ser devolvida, ainda que por instantes, à verdade mais antiga da existência humana: a de que viver é caminhar entre bifurcações sem garantias. E que angústias tem poder pedagógico. O que se passou em um retorno de passeio à cachoeira não foi apenas um desencontro geográfico: foi a aparição de uma cena reflexiva, o momento em que o grupo se desfaz como proteção simbólica, o cansaço dissolve a prudência, e eu me vejo entregue à tarefa de distinguir entre rastro e rumo, entre saída e destino, entre movimento e direção. Na ida, ainda havia uma espécie de pacto silencioso sustentando a travessia. O corpo, não tendo sofrido o peso do trajeto, permitia à mente exercer aquilo que a civilização exige de nós: pausa, espera, consideração pelo outro, capacidade de reter o impulso em favor do laço. Diante de cada bifurcação, quando se sabia o caminho, alguém esperava, olhava para trás, cuidava para que o restante acompanhasse. A trilha era, então, uma comunidade. Havia nela um tecido de atenção recíproca e o cansaço ainda não havia corroído a delicada camada ética que nos faz lembrar que ninguém caminha sozinho, mesmo quando cada um usa as próprias pernas. E ainda que estivessem presentes dois guias (altamente responsáveis), um estava na frente, outro atrás, mas ao meio haviam bifurcações. E o grupo não tinha o mesmo ritmo em um longo trajeto cheio de curvas. Mas a volta introduziu outra verdade, menos nobre e mais funda: quando o corpo se esgota, a consciência se estreita. Já havíamos tomado banho de cachoeira, estávamos cansados de toda a caminhada, e o desejo de chegar logo em casa passou a comandar os passos. Aquilo que antes era grupo se tornou fluxo. O que era convivência se tornou pressa. E justamente nesse ponto, uma bifurcação deixou de ser apenas uma escolha espacial para se converter num teste moral: quem vê o desvio e segue mesmo assim, sem pensar nos que podem ficar para trás, revela algo da condição humana quando a energia simbólica se rompe. Não se trata necessariamente de maldade: trata-se de um empobrecimento da presença. Cansados, diminuímos. Recolhemos nossas fronteiras, contraímos nossa generosidade, protegemos nosso próprio retorno como se toda alteridade fosse peso extra.   Foi nesse rasgo da trama coletiva que eu me perdi com minha mãe. E o...

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Edgar Morin e a arte de pensar um mundo complexo

Isabel Carvalho

Sexta-feira, 29 de maio de 2026. O mundo se despediu de um dos maiores pensadores do nosso tempo. Aos 104 anos, Edgar Morin deixou uma obra que atravessou fronteiras disciplinares, influenciou pesquisadores, professores, jornalistas, cientistas sociais e todos aqueles que se dedicam a compreender a complexidade da vida humana. Sua morte encerra uma trajetória intelectual extraordinária, mas também oferece uma oportunidade para revisitar suas ideias e refletir sobre sua atualidade. Em um mundo marcado pela velocidade da informação, pela polarização política, pelas transformações tecnológicas e pelas crises ambientais, o pensamento de Morin parece mais necessário do que nunca. Suas ideias continuam pulsantes para quem deseja compreender a sociedade contemporânea. Nascido em Paris, em 1921, Morin viveu acontecimentos importantes da história recente. Testemunhou guerras, crises econômicas, revoluções culturais, o surgimento da internet e as profundas mudanças que transformaram a vida humana ao longo do século XX e das primeiras décadas do século XXI. Ao contrário de alguns intelectuais que escolheram uma única área de atuação, Morin construiu uma obra que dialoga com diferentes campos do conhecimento. Filosofia, sociologia, antropologia, biologia, educação, comunicação e política aparecem constantemente em seus estudos. Essa característica não era um acaso. Para ele, os grandes problemas da humanidade não cabem dentro das fronteiras rígidas das disciplinas acadêmicas. Compreender a realidade exige conectar saberes e reconhecer que tudo está relacionado. Foi dessa percepção que surgiu sua principal contribuição: o pensamento complexo. Ao ouvir a palavra “complexidade”, muitas pessoas imaginam algo complicado ou difícil de entender. Morin utilizava o termo em outro sentido. A palavra complexidade deriva do latim complexus, que significa “aquilo que é tecido junto”. Em outras palavras, a realidade é formada por uma rede de relações, conexões e influências mútuas. Para Morin, um dos maiores problemas do pensamento moderno foi acreditar que seria possível compreender o mundo dividindo ele em partes cada vez menores. Embora essa abordagem tenha proporcionado avanços significativos para a ciência, também contribuiu para a fragmentação do conhecimento. Aprendemos a estudar a economia separada da cultura, a política distante das emoções, a tecnologia isolada da sociedade. O resultado é que muitas vezes compreendemos os detalhes, mas perdemos a visão do conjunto. O pensamento complexo propõe justamente o contrário: observar simultaneamente as partes e o todo. Entre suas muitas obras, trago O Método 3: O Conhecimento do Conhecimento, publicado originalmente em 1986 e posteriormente lançado em português pelas editoras Publicações Europa-América (1996) e Sulina...

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Praia viva, cultura viva: Projeto Tatuí realiza ação socioambiental e cultural em Ponta Negra

Redação

Neste sábado (6), em alusão à Semana do Meio Ambiente, a Praia de Ponta Negra recebe a ação Praia Viva, Cultura Viva, evento que marca o lançamento oficial do Projeto Tatuí. A iniciativa une educação ambiental, cultura, memória afetiva e mobilização comunitária em defesa do litoral potiguar. Idealizado por Cintya Laranjeira, representante do Limpa Brasil no Rio Grande do Norte, o Projeto Tatuí nasceu das vivências e memórias de infância em Ponta Negra e busca fortalecer o sentimento de pertencimento e o cuidado coletivo com a praia, suas histórias e sua biodiversidade. A programação gratuita e aberta ao público reunirá moradores, voluntários, escolas, coletivos, artistas, trabalhadores da praia e instituições parceiras em atividades voltadas à valorização dos ecossistemas costeiros e da cultura local. Durante a manhã, as ações acontecem na Praia de Ponta Negra, com concentração no Letreiro de Natal, presença da Burrinha Pintadinha e do Jaraguá, abertura oficial do projeto, alongamento com o grupo Calistenia Livre, roda de conversa, mutirão de limpeza, ato pelos trabalhadores da praia, distribuição de mudas e o desafio Achei um Tatuí. À noite, a programação segue na Vila de Ponta Negra, na Tapiocaria da Vó, com apresentações culturais, lançamento do cordel Engorda pra Quem?, apresentação musical e exposição de fotografias de Flávio Resende. A programação se encerra com after cultural no Figa Bar e Cultura. O nome do projeto faz referência ao tatuí, pequeno crustáceo que habita a faixa de areia e funciona como indicador da saúde ambiental das praias. A proposta utiliza a educação ambiental e a cultura como caminhos para aproximar a população das questões que impactam o litoral e estimular o cuidado com o território. PROGRAMAÇÃO MANHÃ – PRAIA DE PONTA NEGRA NOITE – VILA DE PONTA NEGRA SERVIÇO Evento: Praia Viva, Cultura Viva – Lançamento do Projeto Tatuí Data: 6 de junho de 2026 Manhã: 7h30 às 11h30 – Letreiro de Natal, Praia de Ponta Negra Noite: 18h às 20h – Tapiocaria da Vó, Vila de Ponta Negra After cultural: 20h – Figa Bar e Cultura Entrada: Gratuita e aberta ao público PARCEIROS Associação Ponta Negra é da Gente; Associação dos Quiosqueiros da Praia de Ponta Negra; Associação Vila de Ponta Negra; Figa Bar e Cultura; Grupo Cultural Burrinha Pintadinha; P.Cultura Tapiocaria da Vó; MMarhéproducoescriativas; Rendeiras da Vila; Protagonistas da Paz; Casa Flor Ateliê Botânico; Calistenia Livre.

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Exposição traz o contraste da brisa e da caatinga potiguares

14/08/2023|

Em alusão ao Dia Mundial da Fotografia, no dia 17 de agosto, a associação Poty Fotoclube lançará sua primeira exposição fotográfica. “Da Brisa à Caatinga – uma jornada fotográfica do litoral ao sertão do Rio Grande do Norte” é o resultado de encontros entre amigos fotógrafos que se reúnem para explorar as terras potiguares em busca de imagens impactantes da brisa do nosso extenso litoral, à caatinga predominante no sertão. A exposição contará com 15 fotografias de 15 fotoclubistas, que ficarão a mostra até o mês de setembro no espaço cultural Bardallo’s, no bairro da Cidade Alta em Natal. Todas as fotografias da exposição foram feitas em solo potiguar. Algumas delas em expedições fotográficas promovidas pelo Poty Fotoclube, e outras são do acervo pessoal dos fotógrafos participantes. As obras apresentam as belezas do Rio Grande do Norte, mas sem esconder a realidade. Nos últimos dois anos, os membros do Poty Fotoclube percorreram mais de mil quilômetros em solo potiguar, em busca de imagens que variam do chão rachado pela estiagem no sertão, às paisagens marinhas capturadas no extenso litoral do estado, sem esquecer o vigor da paisagem humana e a beleza da cultural norte-riograndense. “Essa exposição é o resultado dos...

Exorcizando a violência: o cinema de William Friedkin

14/08/2023|

Vou confessar que sinto saudade dos filmes policiais realizados entre as décadas de 1960 e 1990. Eram filmes nos quais o enredo mostrava o passo-a-passo de uma investigação policial, com direito a eletrizantes cenas de perseguição de carros e tiroteios. Havia também aqueles nos quais acompanhávamos o esforço de um detetive particular para desvendar um crime, ou ainda um personagem que se dizia inocente e fazia de tudo para achar o verdadeiro culpado. Eram tramas que mesclavam suspense, ação, um pouco de romance e muita violência. Bullit (1968), Perseguidor Implacável (1971), Klute – o passado condena (1971), Chinatown (1974), 48 Horas (1982), A Testemunha (1985), O Ano do Dragão (1985), Os Intocáveis (1987), Vítimas de uma paixão (1989) e O Diabo veste azul (1995) estão entre os bons filmes desse gênero. William Friedkin foi um diretor com mão precisa para filmes policiais. Realizador do icônico Operação França (1971) – vencedor de cinco Oscar, incluindo melhor filme e melhor diretor –, e dos excelentes Parceiros da Noite (1980) e Viver e Morrer em Los Angeles (1985), esse amante da música erudita (que, pasmem, chegou mesmo a abraçar o mundo da ópera) criou cenas antológicas, tanto em longas como em séries de...

Paulo Café leva forró, samba e brega ao Bardallos nesta sexta

09/08/2023|

O artista Paulo Café irá realizar um show no Bardallos Comida e Arte (Cidade Alta) nesta sexta, às 21h. Onde as brasilidades, ijexá, samba, forró e brega tomarão a noite. “Queremos ver todo mundo feliz e dançando, resgatando memórias com músicas que com certeza fazem parte da trilha sonora de muitas pessoas”. A banda que irá acompanhar Paulo Café será Felipe Felix no violino, Patrick Sena no baixo e Renan Barros na bateria/percussão. Paulo Café Compositor, cantautor e produtor cultural, nascido em Recife e radicado em Garanhuns-PE, reside em Natal desde 2021. Em seus 10 anos de carreira, Café idealizou e participou de vários projetos culturais, seja na música como artista ou na produção de eventos. Em 2014 idealizou a Banda Prato de Flores com mais 4 amigos, onde teve o início de sua identidade artística, apresentações no festival de inverno de Garanhuns, mostras de música autoral do Sesc, festival fazenda macuca marcam a trajetória do artista. Em fevereiro de 2021 lançou seu primeiro EP, o Jardins, disponível em todas as plataformas digitais. Álbum das brasilidades, do ijexá ao brega que afirma o marco de sua carreira solo e identidade musical. Serviço Data: 11 de Agosto de 2023 Local: Bardallos...

nunis

09/08/2023|

O multiartista NUNIS lança nesta sexta (11) o primeiro single do seu novo EP “Sobre o Mar o Tempo Repousa”. A música “Cumbiamar” foi escolhida para abrir os caminhos do novo disco que tem previsão de lançamento para o final de outubro. “Cumbiamar” marca a estreia do EP e traz o balanço da cumbia a partir das novas roupagens deste ritmo tão característico da cultura latinoamericana. “A cumbia atravessa praticamente toda musicalidade latinoamericana e se reinventa ao passar dos anos. A canção procura unir o suingue do ritmo ao hábitat do litoral brasileiro como forma de homenagem a esse grande corpo salgado que tanto nos inspira” afirma NUNIS.. O trabalho contará com 6 canções com diversos ritmos banhados pelos oceanos, esse grande elo de ligação entre os continentes e por onde se conectam todas as regiões do mundo. O multiartista procurou unir os variados gêneros através de elementos orgânicos e eletrônicos, cumbia, ijexá, bachata, morna, dentre outros. O mar foi escolhido como elemento de inspiração do álbum que também busca conscientizar sobre a importância das águas em nossas vidas. O novo EP é fruto de imersões e vivências do artista com ritmos litorâneos latinoamericanos, com passagens por Cuba e Argentina, além de...

O conto do embargo cervejeiro: da “filantropia” à (in)segurança jurídica

09/08/2023|

Saudações, cervejeiros embargados! Vamos falar hoje sobre o (pós) factum do maior evento de todos os tempos da última semana. Ou melhor, vamos falar de algo anexo a ele. Sim, vamos falar do evento da cervejaria do herói espartano com seu elmo dilacerado. Mais especificamente do imbróglio que envolveu a importação e a não disponibilização das cervejarias americanas no evento. Falar de embargo de “cervejarias gringas” ou “estrangeiras” seria impreciso, já que apenas as americanas não compareceram ao evento, ao passo que as argentinas marcaram presença, engarrafadas. Inicialmente, cumpre destacar que o texto a seguir não trata do evento propriamente dito. Até porque eu não fui ao evento, não tenho como comentar sobre seus pontos altos ou baixos, ainda que por procuração. Ademais, isso já foi amplamente debatido e comentado nos mais diversos grupos de WhatsApp e nos perfis dos influencers que são doutores sem doutorado. Então, o que me resta é comentar o que aconteceu antes do evento, que foi o embargo por parte do MAPA (Ministério da Agricultura e Pecuária) das cervejarias americanas que seriam servidas nas torneiras do evento. E que foi apenas minimamente mencionado pela cervejaria organizadora pouco tempo antes do evento ocorrer, sem nenhum pronunciamento...

fptbty

09/08/2023|

O livro Jardim dos Abismos do poeta potiguar Jean Sartief foi lançado em 2020 e agora, passados três anos, chega à versão impressa através da Editora Ópera, em São Paulo. A obra nasce do esforço de apresentar para o mercado nacional essa obra do bardo que atualmente mora em Portugal e estará na Flip – Feira Literária Internacional de Parati pelas mãos da editora. O livro foi escrito entre os anos de 2011 e 2012, enquanto o poeta passou a residir na cidade de Macaíba, terra da aclamada Auta de Souza, durante um período que o autor considera de extremos. “Ao mesmo tempo em que estava em meio ao mestrado em antropologia, também passava por uma dura depressão. Era um conjunto de sensações e escrever algo que fugisse do universo acadêmico era também necessário”. O autor explica que com a pandemia a urgência de publicar fez com que o livro nascesse como e-book. “Acho que a pandemia deixou com clareza inigualável a nossa fragilidade e a voracidade do tempo. Eu queria muito publicar Jardim dos Abismos e tê-lo como e-book agilizou o processo. Agora, com a versão impressa da Ópera Editorial, junto com o editor Moacir Calarga, demos uma repaginada...

Iniciada a pré-venda do livro Cine-Clube Tirol

08/08/2023|

Organizada por Nelson Marques e João da Mata, o livro – Boletim Cine-Clube Tirol, Edição fac-similar – traz um capítulo com um pequeno esboço histórico (1961-1989) do cineclube desde a sua fundação e das atividades exercidas pelo cineclube, como apresentação da edição fac-similar dos seus 14 boletins que ocorreu de setembro de 1969 a dezembro de 1971, contando também com prefácio de Marcos Silva (Memória do Cineclube Tirol – A cultura cinematográfica em Natal). O Cine Clube Tirol foi fundado em 2 de julho de 1961, com elaboração dos estatutos publicados no Diário Oficial. Uma reforma dos estatutos ocorreu em 29 de outubro de 1966 (Diário Oficial, 8 de dezembro de 1966). O clube teve Reconhecimento de Utilidade Pública Estadual pela Lei 3.335 de 28-12-1965 e Reconhecimento de Utilidade Pública Municipal pela Lei 1355/63 (certidão no. 23/69), em 21-5-1969, por proposição do vereador Manuel de Eugênio Neto. Foi filiado à Federação Norte-Nordeste de Cineclubes. Suas atividades regulares consistiam de exibição de filmes e de Mostras Temáticas e a criação de uma Sessão Especial, o Cinema de Arte, a criação de um programa de rádio, a realização de palestras e a publicação de um boletim com notícias e críticas de filmes, o Boletim do...

Escribas Editora lança novo livro de Pablo Capistrano e HQ de Leander e Cristal

07/08/2023|

A Escribas Editora está começando mais duas campanhas de pré-venda. São as seguintes publicações: “A Besta”, HQ de Cristal e Leander Moura, casal mestre do horror com uma conveniente história de lobisomem; e “Papel de jornal”, com mais de 300 páginas de crônicas sobre assuntos variados, escritas pelo filósofo, professor e autor Pablo Capistrano e publicadas em diversos veículos de mídia. As duas publicações estarão prontas para lançamento no dia 9 de setembro, mas é bom garantir logo, pois serão tiragens limitadas. Para adquirir, acesse a loja virtual da editora http://loja.escribaseditora.com.br  

Cautelosas rosas amarelas: 30 anos de uma das cenas mais sensuais do cinema

07/08/2023|

Há trinta anos, Michelle Pfeiffer e Daniel Day-Lewis protagonizaram uma das cenas mais sensuais da história do cinema, mostrando ser possível fazê-la apenas ao abrir os botões de uma luva e beijar o punho desvelado, em A Época da Inocência (The Age of Innocence, EUA, 1993). O filme dirigido por Martin Scorsese – com roteiro adaptado por ele e Jay Cocks do livro homônimo, escrito por Edith Wharton, em 1920 – parece deslocado dos temas costumeiramente trabalhados por ele, pois o foco recai sobre a aristocracia nova-iorquina da segunda metade do século XIX. Porém, temos um drama romântico que tece uma crítica à teatralização da alta sociedade (círculo no qual aparentar ser era mais importante do que ser de fato), às suas enfadonhas e preconceituosas tradições e à forma como julgavam todos aqueles que não se enquadravam em suas regras de conduta social e moral. A Condessa Ellen Olenska (Michelle Pfeiffer) é a vítima da vez. Ela está de volta a Nova Iorque, após ter abandonado o marido na Europa. Ellen é prima da jovem May Welland (Winona Ryder), que está noiva do advogado Newland Archer (Daniel Day-Lewis), membro de uma das famílias mais antigas da cidade. Ellen é uma...

racine santos

07/08/2023|

O poeta e escritor Hailton Mangabeira lançará este mês o livro Capitão Racine, pela Editora Z, (do experiente jornalista Osair Vasconcelos, que também assinou a revisão do trabalho), uma importante e justa homenagem a um dos maiores dramaturgos do Rio Grande do Norte: Racine Santos. Na obra, uma justa celebração a Racine, com depoimentos de autores como Lívio Oliveira, Iaperi Araújo, Valério Mesquita, Manoel Onofre Jr e vários outros. O livro traz também, rica bibliografia sobre o homenageado, um capitulo com iconografia, além de um poema de cordel, Racine: entre o popular e o erudito, produzido pelo organizador. Nascido em Macaíba (RN) Hailton Mangabeira (Hailton Alves Ferreira), é graduado em Pedagogia e Geografia, especialista e mestre em Educação, atualmente faz doutorado na mesma área. Pesquisador, professor da rede pública de ensino. Hailton possui vários cordéis, além de oito livros e outros trabalhos culturais; teatro e cinema. Compositor, finalista por duas vezes do Festival Universitário da Canção promovido pela UFRN. O nome artístico é uma homenagem a Mangabeira, comunidade rural de Macaíba, onde viveu boa parte da sua vida. Hailton também é membro da Academia Macaibense de Letras AML. Sobre homenageado, sintetizamos a seguir: Nome importante das nossas letras, Racine Santos...

Inscrições abertas para salão de artes visuais em Natal

03/08/2023|

Artistas potiguares interessados em participar do 1º Salão Pequenos Formatos têm até o dia 6 de agosto para fazer suas inscrições. O projeto é uma das grandes novidades do calendário 2023 de artes visuais de Natal e surge com o objetivo de estimular o mercado de arte na cidade por meio de uma exposição coletiva e de uma feira para comercialização de trabalhos. A ideia do Salão é que todas as obras, seja da exposição coletiva ou da feira, estejam à venda. Serão selecionados 12 artistas para o Salão Pequenos Formatos e de 15 a 20 artistas para a Feira de Pequenos Formatos. As inscrições são gratuitas e estão sendo feitas através dos formulários eletrônicos nos links abaixo: Formulário de inscrição do Salão Pequenos Formatos: https://forms.gle/zu1gwqZWhBxbD2seA   Formulário de inscrição da Feira de Pequenos Formatos: https://forms.gle/S1XVA8F531LXF5xQA   Para o Salão Pequenos Formatos, podem ser inscritas até cinco obras artísticas físicas por proponente. Os trabalhos podem ser de pintura, desenho, gravura, fotografia, escultura, colagem, etc. A dimensão das obras deve obedecer o limite de até 50x50x50 centímetros. O resultado da seleção será divulgado no dia 12 de agosto. A abertura do Salão Pequenos Formatos está prevista para o dia 19 de...

Spotted Fest, a maior festa universitária de Natal, será neste sábado no Arena das Dunas

03/08/2023|

Festa universitária que virou grande evento, o Spotted Festival chega a 17 edição no dia 5 de agosto, na Arena das Dunas, com uma programação eclética e divertida onde o público vai curtir shows de diversos estilos e gerações, tudo junto e misturado em quatro palcos simultâneos: Os veteranos do É o Tchan, o xote de Michele Andrade, o funk paulista de MC Danny, além de grandes nomes locais, como Banda Grafith, MC Priguissa, Robson Paiva, Gato Preto, Anderson Neiff, MC RB e muita música eletrônica no palco Rave com Dang3r, Blazy, entre outros. É balada das 21h às 5h da manhã. A programação ainda terá uma homenagem ao Beco da Lama com o “Baile do Beco”, reunindo Djs que solidificaram a cena naquele reduto cultural, principalmente o Bar da Meladinha. E não vai faltar o tradicional drinque do Beco, pois a própria Neide, proprietária do bar, estará presente fazendo a famosa meladinha pro público. A novidade desta edição é a realização dos shows em dois andares diferentes do Arena das Dunas, onde os 4 palcos ficam distribuídos com programação simultânea. O open bar 100% vai dispor de diversas bebidas e para facilitar o serviço a produção disponibiliza copos e...

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Blog do Sérgio Vilar

Fotografia potiguar no mundo

O poeta, artista visual e fotógrafo potiguar Jean Sartief expõe em um dos mais prestigiados salões de fotografia de rua de Portugal, o Mira Mobile Prize. A mostra é fruto de uma premiação – 21º Prêmio Mira Mobile – que

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Red Dog Pub reabrirá ainda em 2026

Um dos poucos e mais legais pubs de Natal, o Red Dog Pub não ficou pelo caminho do modismo, como tantos espaços que abrem, “bombam” e, pouco depois, passado o período da modinha tipicamente natalense, fecham. O pub fechou no

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