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O voto e o gol

Escrevi este texto em 2006 e, de alguma forma, achei propício reproduzi-lo com alguns ajustes, considerando o momento atual. A afirmação de que votar significa abrir mão do próprio poder

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vicente serejo

Serejo marujo remake

Croniketa da Burakera #22, por Ruben G Nunes Cupinchas de fé e cabaré! Brau! Tempo…. Tempos… Revirando as páginas do Tempo, dou de cara com a croniketa abaixo – “Serejo

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A pátria não e niinguém

Dos maiores romances da literatura potiguar, livro de François Silvestre ganha 3ª edição

Redação

A loja virtual da Escribas Editora (CLIQUE AQUI) acaba de disponibilizar com exclusividade a 3ª edição de “A Pátria não é Ninguém”, obra marcante do escritor François Silvestre de Alencar. O livro, lançado originalmente em 2003 e apontado por críticos e leitores como um dos melhores romances potiguares, estava esgotado havia vários anos. A obra retorna ao público leitor em uma edição cuidada, reafirmando o compromisso da Escribas com o resgate de grandes livros que marcaram a literatura norte-rio-grandense. O LIVRO: “A Pátria não é Ninguém” narra a jornada de Paulo Inácio, um jovem que sai do sertão de Pernambuco para mergulhar na resistência estudantil e na clandestinidade durante a Ditadura Militar. Após uma ação desastrada em Recife, o jovem foge para São Paulo a fim de se esconder. A narrativa transita entre a tensão permanente provocada pelo regime autoritário em vigor, a paranoia da fuga constante, experiências brutais de tortura e pela gradual reabilitação social durante a abertura política. O romance se destaca por não ser apenas um relato político, mas uma costura sensível entre o Brasil arcaico das fazendas do Nordeste e a efervescência urbana das metrópoles, questionando, afinal, o verdadeiro significado de “pátria” em tempos de exceção. Chegou a ser apontado pelo crítico Manoel Onofre Júnior como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. Escrito com maestria pelo autor François Silvestre, a história é uma mistura de dois enormes sucessos cinematográficos nacionais recentes, o “Ainda estou aqui” de Walter Salles e “O agente secreto” de Kléber Mendonça Filho, passado na época da Ditadura Militar e compartilhando os cenários de ambos os filmes, Recife e o sudeste brasileiro. Mais sobre o livro, clique AQUI. O AUTOR: O autor, François Silvestre de Alencar, possui uma trajetória que se confunde com a própria história que narra. Nascido no sertão e criado entre Martins, Caicó e Natal, o escritor e advogado viveu intensamente os bastidores da política e da resistência brasileira. Com um domínio refinado da “artesania da palavra”, François utiliza sua vasta experiência como cronista e observador da realidade social para construir uma ficção que, embora fundamentada em fatos, eleva o testemunho histórico ao patamar da alta literatura contemporânea. As vendas de “A Pátria não é Ninguém” terão frete grátis para todo o Brasil, facilitando o acesso de leitores de todo o país a esta obra fundamental. SERVIÇO:  Livro “A Pátria não é Ninguém”, de François Silvestre...

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Filme inspirado na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas circula pelo RN neste FDS

Redação

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó. Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari. Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA. A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano. “Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade.  Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá. “A Música que Nasceu da Terra” foi...

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Dodora Cardoso lança minidocumentário “45 Anos de Missão Musical – Segunda Parada: Natal”

Redação

O lançamento do minidocumentário “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” promete transformar o Complexo Cultural Rampa em um encontro de memória, música e celebração da cultura potiguar. A obra audiovisual revisita a trajetória da cantora potiguar Dodora Cardoso e reafirma sua presença ativa e necessária na cena musical do Rio Grande do Norte. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, às 17h30, o filme apresenta diferentes camadas da história da cantora Dodora Cardoso em Natal, cidade onde consolidou sua carreira ao longo de quase cinco décadas de atuação artística. O documentário reúne depoimentos de músicos, artistas, familiares e parceiros de caminhada que ajudam a construir um retrato afetivo e potente da cantora. “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” é o segundo filme da série documental dedicada à artista. O primeiro, “#45anosdemissãomusical – Primeira Parada: Caicó”, lançado em 2021 com apoio do Sebrae, abordou a relação de Dodora com Caicó, cidade fundamental em sua formação artística e pessoal. Agora, o novo capítulo volta o olhar para a chegada da cantora à capital potiguar, sua permanência na cidade e sua consolidação como uma das vozes mais importantes da música do estado. O projeto foi aprovado em edital em 2023, com patrocínio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Prefeitura do Natal e do Ministério da Cultura. As gravações aconteceram ao longo de 2024, enquanto a edição e finalização foram concluídas em 2025. O lançamento público acontece em 2026, em parceria com Nathy Passos, que também integra o documentário com depoimento e se soma à equipe nesta etapa de circulação da obra. Com realização de Dodora Cardoso, produção da MARIABOA Produtora e direção assinada por Rita Machado e Claudia Mariana, o lançamento também simboliza a união de mulheres em torno da preservação da memória cultural potiguar. Dodora, Rita, Claudia e Nathy compartilham não apenas a construção do projeto, mas relações afetivas e profissionais que atravessam diferentes momentos da trajetória da artista. Ao longo do documentário, Dodora é apresentada a partir de relatos que destacam sua contribuição artística, sua presença nos bastidores da produção cultural e sua capacidade de acolher e fortalecer diferentes gerações da música potiguar. Entre os nomes que participam do filme estão Itanildo Medeiros, Jubileu Filho, Dani Cruz, Lula Belmont, Guilherme Cunha, Nathy Passos e Claudia Mariana. Os depoimentos abordam temas como os primeiros encontros musicais de Dodora em Natal, suas parcerias artísticas, sua relação com a comunidade LGBTQIAPN+, sua atuação em projetos sociais e sua importância como referência para...

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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Curso para empreender no audiovisual acontece nesta quarta e quinta em Natal

24/04/2017|

O Mercado do Audiovisual do RN cresce a olhos vistos em Natal, mas são poucas as oportunidades de se aperfeiçoar no ramo por meio de cursos, oficinas, workshops etc. Até o curso de Cinema oferecido pela UnP acabou. Então é bom agarrar as poucas chances que aparecem. Principalmente quando vêm de instituições notoriamente gabaritadas no ramo do empreendedorismo. É o caso do Sebrae/RN, que oferecerá, nesta quarta e quinta (26 e 27) a ‘Oficina de Negócios do Audiovisual do RN’. O horário, nos dois dias, será de 17h às 22h. O investimento na oficina é de R$ 50 válido para os dois dias. A inscrição é reservada pelo telefone 0800 570 0800. A recomendação para o público que estuda ou trabalha na área ou empresa vinculada ao tema. O conteúdo versa sobre oportunidades para empresas e empreendedores no mercado do audiovisual e visões de negócios para ampliar o mercado de atuação. A oficina acontece no auditório do Sebrae/RN, em Natal, com capacidade máxima de 50 pessoas, e será ministrada pelo jornalista José carlos Aronchi, pesquisador do desenvolvimento da TV Digital e conteúdo para multiplataformas digitais. Ele desenvolve produtos e processos de inovação para empresas startups do segmento audiovisual. É autor...

Você sabia que Zé Carioca era paulista? Conheça a história

23/04/2017|

O tocador de cavaquinho do interior de São Paulo que inspirou o malandro Zé Carioca de Walt Disney e a história de um caça P-47 batizado com o nome do brasileiríssimo personagem por Flávia Ribeiro e Rostand Medeiros Em 1942, ao ser apresentado a Walt Disney nos Estados Unidos, o músico José do Patrocínio Oliveira logo emendou uma conversa usando seu inglês carregado de sotaque. Ao ouvi-lo, o desenhista recomendou: “Não tente ser americano, já temos americanos suficientes aqui. Seja brasileiro”. Isso Oliveira sabia fazer muito bem. Inspirado nele, Disney criou seu personagem brasileiro: o Zé Carioca (“Joe Carioca”, no original). Só que o homem por trás do papagaio era… paulista! Nascido na cidade de Jundiaí em 1904, o violonista e cavaquista Oliveira, chamado pelos amigos de Zezinho, tinha um bocado de trejeitos. “Ele era todo rapidinho, não parava de se mexer nem de falar”, conta o diretor de TV José Amâncio, que foi muito próximo do músico. “Não é que Zezinho tivesse um jeito parecido com o do personagem. Ele simplesmente era o Zé Carioca!”. No Brasil, a estreia do papagaio verde e amarelo viria ainda em 1942, com Alô, Amigos (bizarramente batizado de “Saludos Amigos” em inglês), uma...

Grupo potiguar Qu4tro lança CD no Centro Histórico paraibano nesta sexta

22/04/2017|

O grupo potiguar Qu4tro realiza na próxima sexta, dia 28, a partir das 21h, no Vila do Porto, ponto de conturbação das artes e cultura do nosso Centro Histórico paraibano, o lançamento oficial de seu primeiro disco autoral homônimo, com um show exclusivo e inédito. No repertório estarão as suas principais músicas autorais, cantadas e instrumentais, além de releituras e regravações consagradas, com a canção ‘Arrebol’, de Dominguinhos e Anastácia, num formato singular e cheio de representatividade nordestina que só esse quarteto possui. Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente pelo Sympla ou na bilheteria do local ao preço de R$ 20 e R$ 10 (meia). O Qu4tro é formado pela cantora Khrystal e os multi-instrumentistas Zé Fontes, Sami Tarik e Ronaldo Freire, todos grandes artistas e que possuem carreiras solos em atividade, porém unem-se nessa proposta inovadora em louvor à boa música e aos melhores acordes da nossa rica MPB. O quarteto potiguar já passou por Florianópolis, Mossoró, Fortaleza, São Miguel do Gostoso, Natal, Pipa, Recife e João Pessoa, sempre com grande receptividade do público, apresenta sempre um misto de clássicos da Música Popular Brasileira. Entre as influências do grupo estão Milton Nascimento, Dominguinhos, Edu Lobo, Clube da Esquina, Beatles,...

Clube do Samba Potiguar retoma projeto, agora na Zona Sul

22/04/2017|

O Clube do Samba Potiguar irá para a zona sul de Natal após quase dois anos de apresentações na região de Petrópolis. O lançamento da nova temporada será na Tapiocaria da Vó, sempre no primeiro domingo de cada mês e no horário das 16h e 19h. O projeto manterá as características dos encontros mensais que realiza uma vez por mês nas quartas-feiras. A proposta é executar composições de artistas locais e consagrados e também de receber um ou mais convidados. O convidado neste lançamento de temporada será o compositor potiguar Zeca Brasil que será acompanhado pelos integrantes fixos do projeto: Mestre Zorro, Antônio Melé, Pedro Neto, Andiara Freitas, Júnior Pharmácia, Mestre Luiz e Arthur Canuto. Sobre o Clube do Samba Potiguar O projeto nasceu em agosto de 2015 inspirado numa idealização do compositor brasileiro João Nogueira. O objetivo é a busca de espaço para o samba e para as novas composições, estimulando o consumo e a produção artística no meio. Sobre Zeca Brasil​ O artista nasceu em Pinheiros/MA, mas mora em Natal há mais de 30 anos. Sua carreira começou ainda na infância, quando ganhou um concurso de calouros em rádio com apenas 10 anos de idade. Aos 14 anos...

POETA DA SEMANA: Ayrton Alves

21/04/2017|

Na foto acima, Ayrton Alves, poeta, em estado de contínua travessia para o outro. E basta! ———— bataille o tempo passa e eu me masturbo além do mar ———— ,o que você sussurra ao meu ouvido eu guardo dentro de conchas de guelras nascidas no pescoço teu nome é uma cidade submersa e eu sou uma praia de vertigens a estocar a dor de um continente se desfazendo ana acredita que as dúvidas são anzóis eu creio que são âncoras anêmonas me vestindo de fogo Queimado, me encanto acredito em atlântidas em pasárgadas em ítacas eu sou uma ilha que te aprisiona a partir do fundo de uma xícara de um poeta em lisboa mexendo o café como se abrisse algum oceano no vidro da minha janela como se esperasse minha travessia sobre meus pés gastos mas agora eu só quero ficar aqui deitado com você ondeando meus ouvidos nessa madrugada típica em que trens carregados de pedras partem do meu peito e eu me enforco com meu nome ———— pássaros a desvoar a noite é o que somos especialistas em construir um vulcão orvalhado ao redor da nossa caixa toráxica tudo isso como uma nova roupagem para a metralhadora...

Projeto premia com R$ 4 mil artes visuais produzidas no RN

20/04/2017|

O Projeto Ateliê a Céu Aberto, promovido pelo IFRN Cidade Alta em parceria com Instituto Ruy Pereira chega a sua sétima edição no dia 9 de maio. Em comemoração ao dia do artista plástico (8 de maio) o concurso realiza, até o dia 28 de abril, inscrições para o 5º Prêmio Ruy Pereira de Artes Visuais, conforme o EDITAL Nº 12/2017-DG/CAL. A premiação é destinada a profissionais, alunos, aprendizes e demais interessados. São 4 mil reais em prêmios. Cada artista poderá concorrer com um único trabalho e o tema da obra, nos diferentes suportes (pintura, desenho, escultura, fotografia e vídeo) é de livre escolha do participante. Os produtores das obras classificadas em primeiro, segundo, terceiro, quarto e quinto lugares, vão receber prêmios de R$ 1200, R$ 1000, R$ 800, R$ 600, e R$ 400, respectivamente. As inscrições podem ser feitas mediante entrega da ficha de inscrição na Coordenação de Extensão do Campus, ou encaminhamento por e-mail para, at******************@***il.com. Junto a ficha de inscrição deve ser anexada a cópia do documento de identificação oficial com foto. A Coordenação de Extensão fica localizada na Unidade Rio Branco do Instituto. SERVIÇO: IFRN Cidade Alta com inscrições abertas para 5º Prêmio Ruy Pereira de...

Reserva de pauta do TCP Chico Daniel foi reajustada. Veja os novos valores

20/04/2017|

O Teatro de Cultura Popular Chico Daniel tem sido a tábua de salvação para muitos artistas carentes de espaços, após o fechamento do Teatro Alberto Maranhão, o enterro sepulcral do Teatro Sandoval Wanderley e o alto custo da pauta do Teatro Riachuelo. Sem falar dos teatros Lauro Monte (Caicó) e Adjuto Dias (Caicó). No entanto, após tantos anos de pauta congelada, o simpático TCP Chico Daniel, que em agosto desde ano completa 12 anos de fundação, reajustou os valores da pauta. Nada demais. Ainda permanecerá como palco aberto à arte, tal qual tem funcionado o anfiteatro da Cidade da Criança, também mantido pelo Governo do Estado. A justificativa publicada no Diário Oficial do Estado foi a de promover o bom funcionamento, preservação e conservação das instalações, e motivado pelos custos mensais de manutenção e necessidade de reposição de materiais cênicos de iluminação e sonorização, consertos hidráulicos e elétricos, entre outros. Dessa forma, a locação do espaço cênico passou a cobrar o valor de: – R$ 300 para o Projeto Teatro Escola; – R$ 500 para grupos e companhias potiguares; – R$ 550 para grupos e companhias da Região Nordeste; – R$ 600 para grupos e companhias locais e itinerantes com...

Leia um dos mais belos diálogos da história do cinema

19/04/2017|

Poucas vezes assisti um diálogo tão bonito e filosófico num filme como o travado entre dois personagens do clássico Morte em Veneza (1971), do italiano Lucchino Visconti. O filme é inspirado no original de Thomas Mann. Não é uma adaptação. Há diferenças relevantes de criação, como a transformação do personagem escritor, de Mann, em músico (Gustav Aschenbach), para intencionar a aproximação com o compositor Mahler. Gustav viaja para Veneza buscando descanso em meio a uma crise existencial. Não encontra a paz procurada. Ele se apaixona por um belo garoto adolescente, Tadzio. A beleza do rapaz ao mesmo tempo atrai e oprime o compositor. Esse fascínio pelo belo, a busca do sublime e do perfeito se contrapõe à epidemia que ataca a cidade, à pobreza que o cerca, a tudo que se afasta dos ideais estéticos. E Gustav sente-se mais incompatível com o mundo, acentuando sua crise. É dos melhores filmes que já vi. A temática do diálogo magistral a que me referi é a arte, a beleza e a música, em suas subjetividades e segredos. É coisa pra pensar e admirar. E comento apenas desta conversa; de alguns minutos do filme, que é de uma beleza indescritível: a história de...

Confira a programação do Dia do Índio na Cidade da Criança para este domingo

19/04/2017|

Para marcar a celebração do Dia do Índio, festejado hoje, 19 de abril, o Governo do Estado, através da Fundação José Augusto, realiza neste domingo, 23, a partir das 15h na Cidade da Criança, uma programação especial em tributo aos povos indígenas. Destaque para apresentação do Caboclinhos e dança do Toré. A entrada para o parque custa R$ 1. O público poderá apreciar a mostra fotográfica “Somos um só Povo, Uma só Raça”, de Tasso Pinheiro, aberta deste quarta (19), resultado da cobertura realizada durante a primeira edição dos Jogos Mundiais Indígenas, Tocantins, entre 23 de outubro e 1º de novembro de 2015. Tasso Pinheiro é fotógrafo profissional há 30 anos com trabalhos realizados no Diário de Natal e Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte. Durante o evento, promovido pelo Centro de Promoções Culturais da FJA, haverá uma palestra do pesquisador Aucides Sales sobre a língua Tupi Guarani, seguida por uma exibição de jogo de peteca que tem origem indígena. A celebração terá ainda a participação do grupo indígena da comunidade do Catu, localizada no município de Canguaretama, que apresentará uma mostra de gastronomia, artesanato, além de apresentações da dança do Toré. No palco do anfiteatro da Cidade...

CURTINHAS: Tropa Trupe de volta, recital de violoncelos, exposição de miniaturas e mais

19/04/2017|

TROPA TRUPE NO TRAMPO Pra começar com notícia muito ótima, o projeto da Varieté Tropa Trupe será retomado a partir deste 5 de maio (sexta). A Varieté é uma releitura do circo tradicional, que integra diferentes linguagens artísticas em uma noite de variedades, onde artistas potiguares e de outros lugares do Brasil e do mundo apresentam cenas curtas autorais ao público. Nesta edição de 5 de maio, o espaço estará aberto a partir das 18h começando a programação com VJ Leticia Pantoja, Brechó e Expositores, bar e pipoqueira. Às 19h começam as apresentações cênicas, e confiram aí o rolé: ° Palhaço SUXTO :: Enio Cavalcante ° Tecido Aéreo e Cordas :: Luisa Guedes ° Dança Contemporânea :: Rozeane Oliveira – CIDA: Coletivo Independente Dependente de Artistas ° Acrobatas :: Rodrigo Bruggemann – Wendel Gabriel – Arissandro Morais ° Palhaço FINO :: Gabriel Hernan Rodriguez ° Malabarismo :: Dominique Sopro E ainda o acompanhamento da Banda do Circo durante todas as apresentações, nesta edição formada pelos músicos: Uilo Andrade, Zé Caxangá, Ruan Diego, Dominique Sopro e Arissandro Morais. Ingresso a R$ 10 pra isso tudin! O Galpão Tropa Trupe fica na rua Campos Sales, Tirol, por trás da sede do América....

Mercado das Pulgas traz novidades para este domingo em Natal

19/04/2017|

Após o sucesso do primeiro domingo, com mais de seis mil visitantes, o Mercado das Pulgas de Natal continua a oferecer uma nova opção para as tardes de domingo até o mês de julho. O evento atrai pessoas de todas as idades e acontece na área externa da Arena das Dunas, das 15h à 21h, com entrada gratuita. Neste domingo (23), o Mercado vai contar com a presença da Macaxeira Jazz e Camila Masiso e o espetáculo infantil HI-5 da Cia Era Uma Vez. Na feira, vários estandes com livros, vinis, antiguidade, artesanato, flores e outros tipos de comercialização. No dia 23, haverá também exposição do Clube do Fusca, um brechó e dois novos estandes de antiquário, sendo um destes de peças colecionáveis. A praça de alimentação da feira conta com 20 espaços de culinária variada. Parques, atividades esportivas, atrações infantis, shows musicais, espaço para caminhadas, patinação e pista de skate, completam a diversão dos adultos, dos jovens e da criançada. Para a sua concretização, o Mercado das Pulgas de Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal através da Lei Djalma Maranhão, da Arena das Dunas e Natal Veículos e realização da Natal Cultural. E este blogueiro questiona:...

A força cult-revolucionária da calcinha

19/04/2017|

Croniketa da Burakera #8, por Ruben G Nunes Campanhas de portos, mares e bares! Brau! A calcinha de mulher é uma peça dos seiscentos mil demônios! Há pura sedução estética numa mulha flutuando nua só de calcinha. Ou então tirando a calcinha. Há erótica sedução hipnótica quando uma mulha num talvezquemsabe gesto inocente, cruza rápido as pernaças, mostrando em close a calcinha bem encarcada-estufada, por conta do lascivo tabaco, tipo “capô de fusca”. É de arrepiar pêlos e peles, manusho! Mexe com as incongruências antigravitacionais da macharada de raiz. Há também na calcinha estranha sedução olfativa. Que fez surgir a tribo dos fetichistas cheiradores de calcinha usada. Psicomania já estudada pelo velho Freud, desde 1905. E com muitos adeptos. Tanto que, nesse mundão neoliberal, a ganância do lucro emplacou o excêntrico comércio de calcinhas usadas. É só o distinto farejador clicar no MercadoLivre e encomendar pela internet o objeto de desejo com variados graus de impregnâncias odoríferas, segundo os dias de uso da calcinha. Pra lá de maníaco, boy! Inventada, dizem, a partir de 1800, a calcinha é mais que uma simples peça do vestuário feminino. A calcinha é, sem dúvida, a representação imaginária, moderninha, da Deusa Volúpia, entidade provocadora...

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