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Somos filhotes do papa-sebo

Do galope alagoano. “Quando o sol vai se deitando Nas quebradas do Poente, E as nuvens cor de chumbo Tomam conta do Nascente, Eu penso na minha vida Mesmo sem

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A pátria não e niinguém

Dos maiores romances da literatura potiguar, livro de François Silvestre ganha 3ª edição

Redação

A loja virtual da Escribas Editora (CLIQUE AQUI) acaba de disponibilizar com exclusividade a 3ª edição de “A Pátria não é Ninguém”, obra marcante do escritor François Silvestre de Alencar. O livro, lançado originalmente em 2003 e apontado por críticos e leitores como um dos melhores romances potiguares, estava esgotado havia vários anos. A obra retorna ao público leitor em uma edição cuidada, reafirmando o compromisso da Escribas com o resgate de grandes livros que marcaram a literatura norte-rio-grandense. O LIVRO: “A Pátria não é Ninguém” narra a jornada de Paulo Inácio, um jovem que sai do sertão de Pernambuco para mergulhar na resistência estudantil e na clandestinidade durante a Ditadura Militar. Após uma ação desastrada em Recife, o jovem foge para São Paulo a fim de se esconder. A narrativa transita entre a tensão permanente provocada pelo regime autoritário em vigor, a paranoia da fuga constante, experiências brutais de tortura e pela gradual reabilitação social durante a abertura política. O romance se destaca por não ser apenas um relato político, mas uma costura sensível entre o Brasil arcaico das fazendas do Nordeste e a efervescência urbana das metrópoles, questionando, afinal, o verdadeiro significado de “pátria” em tempos de exceção. Chegou a ser apontado pelo crítico Manoel Onofre Júnior como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. Escrito com maestria pelo autor François Silvestre, a história é uma mistura de dois enormes sucessos cinematográficos nacionais recentes, o “Ainda estou aqui” de Walter Salles e “O agente secreto” de Kléber Mendonça Filho, passado na época da Ditadura Militar e compartilhando os cenários de ambos os filmes, Recife e o sudeste brasileiro. Mais sobre o livro, clique AQUI. O AUTOR: O autor, François Silvestre de Alencar, possui uma trajetória que se confunde com a própria história que narra. Nascido no sertão e criado entre Martins, Caicó e Natal, o escritor e advogado viveu intensamente os bastidores da política e da resistência brasileira. Com um domínio refinado da “artesania da palavra”, François utiliza sua vasta experiência como cronista e observador da realidade social para construir uma ficção que, embora fundamentada em fatos, eleva o testemunho histórico ao patamar da alta literatura contemporânea. As vendas de “A Pátria não é Ninguém” terão frete grátis para todo o Brasil, facilitando o acesso de leitores de todo o país a esta obra fundamental. SERVIÇO:  Livro “A Pátria não é Ninguém”, de François Silvestre...

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Filme inspirado na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas circula pelo RN neste FDS

Redação

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó. Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari. Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA. A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano. “Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade.  Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá. “A Música que Nasceu da Terra” foi...

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Dodora Cardoso lança minidocumentário “45 Anos de Missão Musical – Segunda Parada: Natal”

Redação

O lançamento do minidocumentário “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” promete transformar o Complexo Cultural Rampa em um encontro de memória, música e celebração da cultura potiguar. A obra audiovisual revisita a trajetória da cantora potiguar Dodora Cardoso e reafirma sua presença ativa e necessária na cena musical do Rio Grande do Norte. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, às 17h30, o filme apresenta diferentes camadas da história da cantora Dodora Cardoso em Natal, cidade onde consolidou sua carreira ao longo de quase cinco décadas de atuação artística. O documentário reúne depoimentos de músicos, artistas, familiares e parceiros de caminhada que ajudam a construir um retrato afetivo e potente da cantora. “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” é o segundo filme da série documental dedicada à artista. O primeiro, “#45anosdemissãomusical – Primeira Parada: Caicó”, lançado em 2021 com apoio do Sebrae, abordou a relação de Dodora com Caicó, cidade fundamental em sua formação artística e pessoal. Agora, o novo capítulo volta o olhar para a chegada da cantora à capital potiguar, sua permanência na cidade e sua consolidação como uma das vozes mais importantes da música do estado. O projeto foi aprovado em edital em 2023, com patrocínio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Prefeitura do Natal e do Ministério da Cultura. As gravações aconteceram ao longo de 2024, enquanto a edição e finalização foram concluídas em 2025. O lançamento público acontece em 2026, em parceria com Nathy Passos, que também integra o documentário com depoimento e se soma à equipe nesta etapa de circulação da obra. Com realização de Dodora Cardoso, produção da MARIABOA Produtora e direção assinada por Rita Machado e Claudia Mariana, o lançamento também simboliza a união de mulheres em torno da preservação da memória cultural potiguar. Dodora, Rita, Claudia e Nathy compartilham não apenas a construção do projeto, mas relações afetivas e profissionais que atravessam diferentes momentos da trajetória da artista. Ao longo do documentário, Dodora é apresentada a partir de relatos que destacam sua contribuição artística, sua presença nos bastidores da produção cultural e sua capacidade de acolher e fortalecer diferentes gerações da música potiguar. Entre os nomes que participam do filme estão Itanildo Medeiros, Jubileu Filho, Dani Cruz, Lula Belmont, Guilherme Cunha, Nathy Passos e Claudia Mariana. Os depoimentos abordam temas como os primeiros encontros musicais de Dodora em Natal, suas parcerias artísticas, sua relação com a comunidade LGBTQIAPN+, sua atuação em projetos sociais e sua importância como referência para...

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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Bandido bom é bandido morto?

17/07/2017|

por Cláudia Canto Nas últimas semanas estive em mais de cinco presídios. Foi uma das experiências mais marcantes da minha vida. Acredito que terei de viver mais 20 anos para presenciar novamente uma situação tão assustadora. Posso afirmar categoricamente que o que testemunhei seria capaz de fazer muita gente ranger os dentes e pessoas inertes repensarem sua omissão. Confesso que, quando tive a ideia do texto, pretendia fazer uma resenha acadêmica, sem o apelo da primeira pessoa. Mas não teve jeito, a primeira pessoa tomou as rédeas e o viés acadêmico e jornalístico tomou seu devido rumo. O texto é antes de tudo um grito de socorro. O sistema prisional brasileiro configura praticamente uma rede de campos de concentração de pretos, pardos, mulatos, pobres e dependentes químicos, onde a lei do mais forte é a única que realmente funciona. Todos sabem, todos imaginam, todos lamentam, todos excluem, todos fingem que o problema não é seu. A barbárie institucionalizada é apoiada pelas grandes mídias e por especialistas com visões pouco profundas, que vivem multiplicando a velha máxima: “Bandido bom é bandido morto”. Como se não tivessem culpa, como se sua inércia não contribuísse para tal situação. Bandido morto, somente quando é...

10 dicas preciosas pra você se assumir

17/07/2017|

SPOILER: Tudo baseado apenas em minha experiência pessoal Por incrível que pareça, se assumir gay ainda é um processo delicado, cheio de incertezas e medo, que tira o sono de muita gente por aí. Mas claro, né? Nem todo mundo nasceu rodeado de pessoas compreensivas, estudadas, desconstruídas. Nem todo mundo pode contar com o apoio de familiares e amigos. Nem todo mundo pode fazer o que quer da própria vida. (Parêntese importante: todo mundo deveria fazer o que quer da própria vida, é um direito inafiançável. Mas a realidade é um pouco mais dura que os conceitos, e infelizmente ainda tem muita gente por aí que depende financeiramente de pais homofóbicos, por exemplo, ou esconde a própria sexualidade por questões de segurança.) A boa notícia é que as coisas melhoraram bastante nos últimos anos. Apesar de o Brasil ainda ser o país que mais mata transexuais no mundo, a representatividade na mídia melhorou (mesmo ainda não sendo ideal), as redes sociais deram voz aos oprimidos e muita coisa deixou de ser tabu. Esses fatores facilitaram bastante as coisas pra quem finalmente quer sair do armário. E como vivi essa experiência há uns anos e coletei muitos aprendizados sobre ela, decidi...

CURTINHAS: Volta da Brouhaha, Arraiá roqueiro e praças revitalizadas no Centro

14/07/2017|

BROUHAHA DE VOLTA Sim, a revista cultural Brouhaha que, posso dizer, marcou época e a primeira gestão de Dácio Galvão à frente da Funcarte, vai voltar, mas em formato online. As pautas já estão em processo de apuração e escrita. A edição, antes comandada por Moisés de Lima, agora ficará a cargo de Sheyla Azevedo e Cinthia Lopes. E há um time muito bom de jornalistas free lancer trabalhando nas pautas. Posso adiantar que terá uma série de perfis com sambistas da cidade e estreia desta seção com mestre Zorro. ARRAIÁ DO ZÉ ROQUEIRO O Arraiá do Zé Roqueiro acontece neeste sábado no Espaço Cultural Ruy Pereira, a partir das 16h, com cinco bandas e acesso gratuito. O evento acontece desde 2013 com o objetivo de reunir um público em torno das comemorações do dia Mundial do Rock em Natal. Haverá sorteio do Balaio do Rock. O acesso é gratuito. Às 16h30 sobe ao palco a banda Trapos de Teatro. Às 17h30, a banda Ornot. 18h30, Simioides. Às 19h30 a banda Modelo 13. E para fechar, 21h00, a banda Dasta & The Smokin’ Snakes. PRAÇAS DO CENTRO HISTÓRICO As obras para requalificação da primeira das 11 praças de Natal contempladas...

A tumultuada chegada do Rock and Roll em Natal

14/07/2017|

por Rostand Medeiros Sabemos que durante a Segunda Guerra Mundial a cidade de Natal sofreu muitas mudanças com a presença de tropas estadunidenses e suas bases militares. Ocorreram, além da visível mudança demográfica da cidade, muitas alterações no quesito de comportamento, o acesso a novos meios de informações e novos padrões econômicos. Estilos, sons e acessórios comuns aos militares americanos foram incorporados ao dia a dia dos jovens natalenses e, aparentemente, esse desejo de absolver o que vinha da nação considerada na época “o grande irmão do norte” continuou nos anos seguintes e não parou mais. Mas nem tudo que veio dos “States” foi aceito de forma tranquila em Natal! E uma dessas rejeições foi com o Rock and roll. Mas quando ele desembarcou na capital potiguar? Música de origem negra em uma terra racista Se as origens do Rock and roll têm sido ferozmente debatido por comentaristas e historiadores de música, existe o consenso que o rock surgiu no sul dos Estados Unidos. E foi através da reunião de várias influências e de uma combinação de diversos gêneros musicais populares que incorporaram principalmente a fusão da tradição musical africana com a instrumentação europeia. E tudo começou basicamente em julho...

POETA DA SEMANA: Ruben G Nunes

14/07/2017|

Ruben G Nunes é carioca nascido em 1937 e radicado em Natal há 50 anos. Já recebeu o título de Cidadão Natalense. Hoje aposentado, foi professor de Filosofia (Ética, Filosofia Política, Metafísica) da UFRN. É talvez o autor mais premiado do RN, nos gêneros do romance, conto, poesia, crônica, além do único autor que, até agora, foi premiado quatro vezes no que é considerado o maior prêmio de literatura do RN, o Câmara Cascudo. Seus romances são todos ambientados em Natal. Venceu o Prêmio ‘Cinco Contistas Potiguares’ (1975), da Fundação José Augusto, com o conto: “Humanóide Trijatóide”. Em 1978 e 1979 recebeu menção honrosa no Prêmio Câmara Cascudo com o romance ‘Fragmentos de Candelária’. Em 1981, primeiro lugar no mesmo prêmio com o romance ‘Gestos Mecânicos – um romance urbanóide’. No ano seguinte, venceu novamente o Câmara Cascudo com o romance ‘Dotô, casa comigo? – um romance esquizoide’. Em 1997, venceu o Concurso Conta Natal, com o conto ‘Última Década’. Em 2000, já no gênero poesia, recebeu menção honrosa com ‘Um dia eu caio pra cima’, postada aí abaixo. Em 2004, outra menção honrosa, desta vez no Concurso de Poesia Luis Carlos Guimarães, e foi classificado entre 15 poetas para...

Fest Bossa & Jazz comunica incerteza para edição na Praia de Pipa este ano

13/07/2017|

A organização do Fest Bossa & Jazz emitiu agora há pouco um comunicado informativo sobre a incerteza da realização da principal edição do seu circuito: a Praia da Pipa, como este site havia informado anteriormente. Infelizmente o Festival continua apenas com a certeza do patrocínio da Secretaria de Estado do Turismo do RN, com recursos do Governo Cidadão, o que é insuficiente para realização do evento. Apenas a edição de Mossoró está confirmada, já que conta com apoios da Prefeitura local e empresariado, além da Setur RN. As demais edições do circuito, Natal, Pipa e São Miguel do Gostoso, continuam uma incógnita. A demora do anúncio do resultado do edital da Cosern, embora não citado no texto enviado, é outro empecilho na produção, já que é um dos potenciais patrocinadores do projeto. Segue o comunicado na íntegra: Por respeito ao público e aos músicos, a direção do Fest Bossa & Jazz vem a público esclarecer a situação em que se encontra em 2017. Considerado um dos maiores festivais do gênero no Brasil, o Fest Bossa & Jazz acontece anualmente no Rio Grande do Norte desde 2010. Com acesso gratuito, o evento é idealizado e produzido pela Juçara Figueiredo Produções e,...

Tem novidade no Mercado das Pulgas de Natal neste domingo

13/07/2017|

Contação de histórias com Caio Padilha, show com a Mad Dogs e oficinas de brinquedos compõem a programação do Mercado do dia 16 No domingo, dia 16, tem Mercado das Pulgas de Natal na Arena das Dunas. Muitas novidades na programação, totalmente gratuita, e aberta para todas as idades. O público pode se juntar ao Mercado, sempre das 15h às 21h, e aproveitar “de tudo um pouco” em um só lugar: feiras de antiguidades e artesanatos, exposição de carros, brechós, bazar, sebos, praça de alimentação, parque, espaço para os pets e práticas esportivas, além de apresentações infantis e shows com artistas locais. Nesta edição, o evento entrou numa corrente do bem junto ao stand Autoart’s e estarão fazendo arrecadação de roupas e agasalhos. Portanto, se vai ao Mercado no domingo, não esquece de levar peças de roupa que possam ajudar ao próximo. A outra novidade é que haverá também a oficina “Aprender Brincando”, que vai incentivar a garotada a produzir brinquedos populares sob a orientação de Romildo Felix. Público infantil E, como não poderia faltar, às 17h30, tem espetáculo infantil. Desta vez, Contação de Histórias com Caio Padilha em, “Quem conta um conto ponteia um canto”. Um encontro entre música...

Bazar com vários acessórios e tributo a Cássia Eller acontece neste domingo

13/07/2017|

Um grupinho de amigas organizou um bazar com coisinhas pessoais e queridas para repassar para outras pessoinhas queridas a preços mais amenos. E assim surgiu o Querido Bazar. A primeira edição acontece neste domingo, das 14h às 20h, no espaço novo do Ateliê Bar (largo da Rua Chile, bairro da Ribeira). O espaço é anexo ao primeiro andar, todo coberto e sem perigo de chuva. O bazar será gratuito das 14h às 16h. Nesse intervalo será servido um caldinho de feijão cortesia do bazar pra quem quiser chegar cedo. E a partir das 16h será cobrada a entrada de R$ 10 porque terá início o Jam das Mina – Especial Cássia Eller, com sarau de poesia, Jam Aberta e show em homenagem a Cássia Eller com convidadas incríveis. E a Jam está fantástica. Olha o naipe: Joana Knobbe, Maria Clara, Geeh Costa, Dani Cruz, Carol Queiroz, Michele Régis, Pipa Dantas, Raquel Oliveira, Valentina e Camila Pedrassolli, todas elas, convidam outras “minas” massa para tocar e cantar. Quem? Karol Posadzki, Rafaela rito, Isis de Castro, Vanessa Oliveira, Bibi Nobre, Ângela Castro, Cris Franco, Mila Marinho, Ana Morana, Débora Lessa e Ju Furtado. Portanto, um domingo de sapatos, roupinhas e acessórios e...

CURTINHAS: Exposição de Volonté, oficina de teatro, Silvia Sol, videoclipes no Porão…

12/07/2017|

EXPOSIÇÃO DE VOLONTÉ Figura ímpar da cultura potiguar, o poeta e escritor Volonté (Foto by Kamilo Marinho) apresenta a partir desta quinta-feira a exposição “Isso é Só Colagem”, na galeria Newton Navarro, sede da Secretaria de Cultura de Natal. A abertura acontece às 18h e a exposição ficará até 18 de agosto, com entrada franca, das 8h às 17h. Volonté é figura carimbada nas ruas da Cidade Alta. Fez da poesia a trincheira cultural durante as últimas décadas. Irreverente e ácido, tem cinco livros lançados, com muitas polêmicas e principalmente muitos fãs na urbe natalense. TEATRO PARA ADULTOS O renomado grupo de teatro Clowns de Shakespeare promove esta semana o terceiro módulo de Oficinas de Teatro para Adultos, com o workshop Gestão e Produção em Teatro de Grupo. O workshop será ministrado pela atriz e produtora Renata Kaiser entre 15 e 22 de julho e 5 de agosto, sempre às quartas (19h às 22h) e sábados (14h às 17h) no Barracão Clowns (em Nova Descoberta). São 20 vagas e o único critério é ter pelo menos 15 anos de idade. Serão encontros teórico-práticos com os procedimentos criativos e estratégias de gestão e manutenção de um coletivo teatral profissional. Saiba mais...

Mulher Maravilha: um grande filme, mas…

12/07/2017|

Novo filme da DC aponta para um futuro promissor do seu universo cinematográfico, mas… Desde os primeiros segundos de “Mulher Maravilha” (EUA, 2017) fica evidente: a diretora Patty Jenkins sabe o que está fazendo. Aqui não temos uma trama ultrafragmentada e recheada de pressupostos (que só quem leu os quadrinhos vai entender), como infelizmente aconteceu em “Batman vs Superman”. Não. Patty Jenkins foca a ação em Diana Prince. Apenas em Diana Prince. E acerta. O que vemos no filme é uma trama mais organizada e inteligível que qualquer outro filme da DC, com o mérito de reorganizar também a famosa bagunça na cronologia da super-heroína. Explico: Mulher Maravilha sempre foi um gibi irregular, cheio de reboots, injustiçado a ponto de até sua história de origem ser constantemente alterada. Pois bem, o filme organiza isso tudo e nos conta uma bela história de autodescoberta. Diana (Gal Gadot) é filha da rainha Hipólita, a soberana máxima das amazonas que vivem isoladas do mundo na Ilha Temiscira (também conhecida como Ilha Paraíso). Sua vontade de lutar como suas companheiras entra em choque com a superproteção da mãe, que não quer sequer que a filha seja treinada como uma amazona. O desejo da mãe,...

Escritora agraciada com Nobel de Literatura será tema do Leia Mulheres este mês

11/07/2017|

“Vou lhe dizer, tomaram a vitória de nós. Na surdina, trocaram pela felicidade feminina comum. Não dividiram a vitória conosco. Isso era ofensivo… Incompreensível…” (p. 156) Essa citação presente no livro ‘A guerra não tem rosto de mulher’, da escritora e jornalista bielorussa Svetlana Aleksiévitch, resume a negligência histórica que as mulheres passaram (e continuam passando) sobre sua importância e participação na Segunda Guerra Mundial. A escritora, Prêmio Nobel de Literatura e sua obra serão discutidas na edição deste mês do projeto Leia Mulheres. Será dia 29 de julho, às 15h, no Museu Câmara Cascudo. Svetlana Aleksiévitch dá nomes femininos a patentes que até então reconhecíamos, como seus participantes, apenas homens: francoatiradoras, comandantes de canhão antiaéreo, batedoras, soldados de infantaria, enfermeiras, médicas, e por aí vai… Dá nomes e se debruça em detalhes, delicadezas, traumas e o sentimento da guerra através das narrativas dessas mulheres: elas finalmente contam, falam, suas versões sobre a guerra. Mulheres que também foram educadas a ver a pátria e elas como a mesma coisa. Mataram, morreram e salvaram vidas. Lutaram no front por quatro anos do início de suas juventudes, geralmente. E viveram a Vitória da União Soviética sendo delegada apenas aos homens. Portanto, o...

Alcymar Monteiro e outros no Festival de Inverno de Serra de São Bento

11/07/2017|

A programação do Festival de Inverno de Serra de São Bento foi anunciada. E nesse clima invernal é excelente dica para partir rumo à região da Borborema Potiguar, a 115 km de Natal, para curtir o friozinho e um mix de atrações culturais. O Festival acontecerá entre os dias 4 e 6 de agosto, com estrutura montada no praça principal da cidade e aberta ao público. O evento é realizado desde 2006 e é considerado o mais importante do calendário turístico da região gerando emprego e renda para o município e cidades vizinhas. Serão promovidos simultaneamente eventos culturais, artísticos, esportivos e gastronômicos, com o público estimado em 20 mil visitantes, que irá conferir Festival Gastronômico, Festival de Cachaça, Festival de Cervejas Artesanais, Feira de Artesanatos, Moto Show e apresentações artísticas e culturais locais, regionais e nacionais. O evento conta com apoio do Governo do Estado, via SeturRN e Emprotur, com recursos do Governo Cidadão, entre outras entidades e empresas. A realização é da Prefeitura de Serra de São Bento, através da Secretaria de Turismo, Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico. PROGRAMAÇÃO ARTÍSTICA, CULTURAL & ESPORTIVA Sexta Feira Dia 04 de Agosto 19:00/21:00 Apresentações de Atrações Artística Locais & Regionais *ELANO REPENTISTA *Apresentação Especial...

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