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A pátria não e niinguém

Dos maiores romances da literatura potiguar, livro de François Silvestre ganha 3ª edição

Redação

A loja virtual da Escribas Editora (CLIQUE AQUI) acaba de disponibilizar com exclusividade a 3ª edição de “A Pátria não é Ninguém”, obra marcante do escritor François Silvestre de Alencar. O livro, lançado originalmente em 2003 e apontado por críticos e leitores como um dos melhores romances potiguares, estava esgotado havia vários anos. A obra retorna ao público leitor em uma edição cuidada, reafirmando o compromisso da Escribas com o resgate de grandes livros que marcaram a literatura norte-rio-grandense. O LIVRO: “A Pátria não é Ninguém” narra a jornada de Paulo Inácio, um jovem que sai do sertão de Pernambuco para mergulhar na resistência estudantil e na clandestinidade durante a Ditadura Militar. Após uma ação desastrada em Recife, o jovem foge para São Paulo a fim de se esconder. A narrativa transita entre a tensão permanente provocada pelo regime autoritário em vigor, a paranoia da fuga constante, experiências brutais de tortura e pela gradual reabilitação social durante a abertura política. O romance se destaca por não ser apenas um relato político, mas uma costura sensível entre o Brasil arcaico das fazendas do Nordeste e a efervescência urbana das metrópoles, questionando, afinal, o verdadeiro significado de “pátria” em tempos de exceção. Chegou a ser apontado pelo crítico Manoel Onofre Júnior como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. Escrito com maestria pelo autor François Silvestre, a história é uma mistura de dois enormes sucessos cinematográficos nacionais recentes, o “Ainda estou aqui” de Walter Salles e “O agente secreto” de Kléber Mendonça Filho, passado na época da Ditadura Militar e compartilhando os cenários de ambos os filmes, Recife e o sudeste brasileiro. Mais sobre o livro, clique AQUI. O AUTOR: O autor, François Silvestre de Alencar, possui uma trajetória que se confunde com a própria história que narra. Nascido no sertão e criado entre Martins, Caicó e Natal, o escritor e advogado viveu intensamente os bastidores da política e da resistência brasileira. Com um domínio refinado da “artesania da palavra”, François utiliza sua vasta experiência como cronista e observador da realidade social para construir uma ficção que, embora fundamentada em fatos, eleva o testemunho histórico ao patamar da alta literatura contemporânea. As vendas de “A Pátria não é Ninguém” terão frete grátis para todo o Brasil, facilitando o acesso de leitores de todo o país a esta obra fundamental. SERVIÇO:  Livro “A Pátria não é Ninguém”, de François Silvestre...

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Filme inspirado na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas circula pelo RN neste FDS

Redação

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó. Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari. Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA. A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano. “Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade.  Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá. “A Música que Nasceu da Terra” foi...

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Dodora Cardoso lança minidocumentário “45 Anos de Missão Musical – Segunda Parada: Natal”

Redação

O lançamento do minidocumentário “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” promete transformar o Complexo Cultural Rampa em um encontro de memória, música e celebração da cultura potiguar. A obra audiovisual revisita a trajetória da cantora potiguar Dodora Cardoso e reafirma sua presença ativa e necessária na cena musical do Rio Grande do Norte. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, às 17h30, o filme apresenta diferentes camadas da história da cantora Dodora Cardoso em Natal, cidade onde consolidou sua carreira ao longo de quase cinco décadas de atuação artística. O documentário reúne depoimentos de músicos, artistas, familiares e parceiros de caminhada que ajudam a construir um retrato afetivo e potente da cantora. “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” é o segundo filme da série documental dedicada à artista. O primeiro, “#45anosdemissãomusical – Primeira Parada: Caicó”, lançado em 2021 com apoio do Sebrae, abordou a relação de Dodora com Caicó, cidade fundamental em sua formação artística e pessoal. Agora, o novo capítulo volta o olhar para a chegada da cantora à capital potiguar, sua permanência na cidade e sua consolidação como uma das vozes mais importantes da música do estado. O projeto foi aprovado em edital em 2023, com patrocínio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Prefeitura do Natal e do Ministério da Cultura. As gravações aconteceram ao longo de 2024, enquanto a edição e finalização foram concluídas em 2025. O lançamento público acontece em 2026, em parceria com Nathy Passos, que também integra o documentário com depoimento e se soma à equipe nesta etapa de circulação da obra. Com realização de Dodora Cardoso, produção da MARIABOA Produtora e direção assinada por Rita Machado e Claudia Mariana, o lançamento também simboliza a união de mulheres em torno da preservação da memória cultural potiguar. Dodora, Rita, Claudia e Nathy compartilham não apenas a construção do projeto, mas relações afetivas e profissionais que atravessam diferentes momentos da trajetória da artista. Ao longo do documentário, Dodora é apresentada a partir de relatos que destacam sua contribuição artística, sua presença nos bastidores da produção cultural e sua capacidade de acolher e fortalecer diferentes gerações da música potiguar. Entre os nomes que participam do filme estão Itanildo Medeiros, Jubileu Filho, Dani Cruz, Lula Belmont, Guilherme Cunha, Nathy Passos e Claudia Mariana. Os depoimentos abordam temas como os primeiros encontros musicais de Dodora em Natal, suas parcerias artísticas, sua relação com a comunidade LGBTQIAPN+, sua atuação em projetos sociais e sua importância como referência para...

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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Confira os 22 selecionados para o 2º Burburinho Festival de Artes

05/02/2018|

A produção do Burburinho Festival de Artes divulgou hoje os selecionados da sua segunda edição, programado para os dias 2, 3 e 4 de março, no Bosque das Mangueiras, mantendo o foco na integração de diversos segmentos artísticos, oferecendo ao público potiguar uma programação cultural de qualidade e com acesso gratuito. Dança, teatro, cinema, literatura, artes visuais e música compõem a programação de classificação livre. Ao todo foram 92 inscrições, sendo nove no segmento das artes visuais, nove de dança, 11 de teatro, 46 de música, 11 para pocket shows e 35 para shows, além de 17 filmes. Desses 92 inscritos, 22 foram selecionados. Confiram: BURBURINHO VISUAL | Exposições de artes Selecionados: 1º) Pelo Pescoço – Daniel Torres 2º) O Ser de Luana – Luana Cavalcante Suplência: 1º) Babuíno Lo-fi – Arthur Ricardo 2º) Sob a Pele – Doce Freire BURBURINHO AUDIOVISUAL | Curtas Selecionados: 1º) No Fim de Tudo – Victor Ciriaco 2º) Entrelaços – Giovanni Sérgio Rêgo e Pedro Medeiros 3º) [In] sustentável – Seo Cruz e Júlio Castro 4º) Leningrado, linha 41 – Dênia Cruz 5º) Íguia – Matheus Silveira 6º) Eu, Vivi. – Pamela Lisboa 7º) Performance – Karina Moritzen 8º) Bordô – Wigna Ribeiro BURBURINHO...

Veja como participar da Associação de Críticos de Cinema do RN

05/02/2018|

Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Norte (ACCiRN) pede publicação de 12 textos sobre cinema durante ano e 10% do valor do salário mínimo como anuidade A sétima arte possui papel importante na vida de milhares de pessoas. Algumas decidem sair das conversas cotidianas e se aventuram na escrita de suas impressões sobre cinema nas redes sociais. Outras transcendem a simples opinião pessoal e estudam a linguagem e as produções cinematográficas. E por fim, têm os que definitivamente saem do amadorismo e buscam aperfeiçoar-se como profissionais desta área. Após convocação pública e a realização de três encontros, cerca de 22 participantes contribuíram na elaboração do Estatuto da Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Norte (ACCiRN) e no dia 11 de dezembro de 2017, na Escola de Música da UFRN foi eleita a chapa “Pioneiros”, presidido por Dan Hetzel e o veterano cineclubista Nelson Marques como vice-presidente. A entidade surgiu para garantir direitos e regulamentar a profissão, dialogando com outras Associações, festivais, distribuidoras de filmes e exibidoras de cinema. A princípio, desenvolvida de forma paralela por Dan Hetzel e Nelson Marques, o esboço de uma Associação ganhou substância diante do empenho empregado por todos os...

Confira os horários e dias de todos os blocos do Carnaval de Natal

03/02/2018|

Sim, tem os shows musicais também tradicionais no Carnaval de Natal, mas os blocos são a essência do reinado de Momo. Alguns mais novos, outros com décadas de frevos, marchinhas e irreverência. Mas todos com animação e uma charanga para acompanhar. Sendo assim, escolha o dia, a hora, o local e siga o ritmo. Está aí toda a programação dos principais blocos e troças para você se esbaldar! A programação dos shows, você vê AQUI.

Tem 3ª edição do Bailinho Mamãe Eu Quero neste domingo na AABB

02/02/2018|

O Bailinho Mamãe Eu Quero chegou pra ficar no calendário dos eventos carnavalescos da cidade de Natal. Pensado para as crianças fantasiadas de bruxinhas, palhacinhos, colombinas, super-heróis e todo o universo dos pequenos foliões, com muito confete e serpentina, bebês e crianças poderem brincar bem à vontade em um baile de carnaval exclusivo pra eles. O Bailinho Mamãe Eu Quero está em sua terceira edição e é uma prévia carnavalesca infantil que resgata as saudosas matinês que existiam nos salões natalenses nos anos 70 e 80. Com muita animação a orquestra Dragões do Frevo vai comandar a programação musical, alegrando a festa com um repertório de frevo, marchinhas clássicas e músicas infantis em ritmo de carnaval. Pra deixar a programação ainda mais especial, o evento terá a participação da cantora mirim Jhennifer Cunha e suas lindas dançarinas; Bailarinos da Cia de Dança da Edtam vai apresentar um número “Pierrot e Colombina”, encantando a todos com essa clássica história. Estruturado para as crianças brincarem à vontade em um ambiente seguro, climatizado e confortável a programação conta ainda com a participação de recreadores e pintura através da turma Diversão Kids que vai deixar a turminha com pinturas descoladas e diferentes para os...

Feijoada das Kengas acontece neste domingo no Centro Histórico

02/02/2018|

Tem um tempero que só As Kengas sabem proporcionar. E o dia de provar, antes do carnaval, será neste domingo, durante mais uma feijoada que marca o lançamento das camisetas, divulgação oficial de suas madrinhas e da chegada ao 35º ano de folia de um dos maiores blocos carnavalescos de Natal. A irreverência pode ser a primeira característica do bloco d´As Kengas; as outras vêm depois, como ser original, atrevida, resistente, forte… mais que tudo, forte. E 2018 elas vêm com o tema Transforme-se. Inspirada em borboletas e nas mudanças que proporcionam seguir em frente com força, não só na peruca, mas nas atitudes. A Madrinha Nacional das Kengas 2018 será a cantora Sandra de Sá, e a jovem cantora revelação Dani Cruz será a madrinha dos artistas. Para o produtor cultural Lula Belmont, “o carnaval das Kengas é um momento de irreverência, de glamour, coloridos de um grande teatro ao ar livre feito por diferentes foliões. As Kengas são simultaneamente uma e várias, são permanentes e mutantes. Elas ousam e respeitam as escolhas individuais e coletivas. A cada ano transformam-se evocando, respectivamente, as semelhanças e as diferenças entre os cidadãos e foliões”. A Feijoada das Kengas acontecerá no estacionamento...

O incrível caso da guerra da Suécia contra a Rússia

01/02/2018|

Terra onde ninguém faz xixi na rua, ninguém joga o carro em cima de você, não tem criança pedindo esmolas e a vida rola solta e segura. Tudo limpo e organizado, a economia cresce 3,92% ao ano e o político não rouba nem dá golpe de Estado. Porém em certo dia de 1980 mudou tudo. Foi o dia em que os radares da Marinha sueca captaram o som das embarcações russas invadindo o espaço marítimo delimitado entre as duas nações vizinhas. Segundo os almirantes de mar e guerra aquele som era o som dos hostis submarinos nucleares da Rússia imperialista, naquele tempo sob as ordens do desesperado e mentiroso Leonid Brezhnev. Suécia e Rússia nunca se bicaram. Os dois países adoram uma briguinha e já travaram uma guerra sanguinária no fim do século 18, com pesadas perdas para ambos os lados. Então foi só a notícia chegar nas redações dos jornais para a Suécia se pôr em pé de guerra. A população queria que a ONU puxasse as orelhas daqueles comunistas fedorentos. Em contrapartida, os russos, nervosinhos, trataram de dar o troco mandando a suecada catar coquinho. O barraco estava armado, que Deus nos proteja. Era inconcebível. A Rússia do...

Lisergia e experimentalismo neste domingo no Som da Mata com a banda Koogu

31/01/2018|

A próxima atração do Som da Mata deste domingo (4), às 16h30, será com Koogu. A banda instrumental independente e local foi formada em 2014 pelos irmãos Henrique Geladeira (guitarra, órgão, sintetizador) e Gustavo Rocha (baixo e sampler), juntamente com Daniel Garça (bateria e drumpad). Os músicos são conhecidos e atuantes da cena potiguar por seus trabalhos anteriores em bandas como Calistoga, Talma e Gadelha, Camarones Orquestra Guitarrística, Son of a Witch, e Lunares. Para prestigiar o show é preciso estar no Parque das Dunas, o valor da entrada é R$ 1,00. O som lisérgico – como o próprio nome sugere – passeia por diversos universos musicais que se fundem, originando um experimentalismo catártico e altamente hipnotizante. Primeiro trabalho do grupo, o EP “À Espera da Shuva” (com S mesmo) foi produzido pelo próprio guitarrista Henrique Geladeira e lançado em junho de 2015 pela Catamaran Discos. Através de uma pesquisa musical apurada e baseada nos efeitos da “psilocibina” (substância lisérgica encontrada também em cogumelos), o EP leva os ouvintes a uma experiência não apenas sonora, mas altamente sensorial. Após o lançamento do EP, a banda não parou mais. Com a turnê “Trip da Onda Quadrada”, além de rodar o Nordeste...

CURTINHAS: Melhores discos, clipes da Greiosa e Plutão, Sopa Indie e mais

31/01/2018|

MELHORES DISCOS DE 2017 O site Melhores da Música Brasileira selecionou os 100 melhores álbuns nacionais lançados em 2017 e, finalmente, fizeram jus ao disco do curraisnovense Wescley Gama. Tenho acompanhado outras listas e outros artistas potiguares, sobretudo o Far From Alaska e o Plutão Já Foi Planeta figuram em praticamente todas. O Ficção de Simona Talma aparece em algumas, inclusive nesta também, na posição 49, junto com o Far From. Mas senti falta desse reconhecimento ao Campos Grandes Reunidos, de Wescley, mesmo que numa Menção Honrosa. Foram 1557 discos avaliados. E a lista completa dos 100 você vê AQUI. E a lista de menções honrosas, AQUI. CLIPES DA GREIOSA E DUSOUTO Lançados hoje os novos clipes da Orquestra Greiosa e da banda Dusouto. Confiram o que disseram seus compositores sobre as múcias: “Essa é uma música instigante para gente. Um mistura de EDM clássica como Chemical Brothers e Prodigy com elementos da percussão afro-nordestina. Tem sido uma experiência pensar e compor do ponto de vista da dança. Um grande aprendizado”, comenta Anderson Foca, compositor e produtor da faixa Antídoto, da Greiosa. Sobre Cabeça de Luz, do Dusouto: “Foi uma experiência enorme pro Dusouto participar do Universo Paralelo e coroar...

Casa da Ribeira comemora 17 anos de resistência e abre inscrições para Oficinas

31/01/2018|

Um dos Espaços Culturais mais resistentes de Natal está aniversariando e a data será comemorada em grande estilo. Com patrocínio da Caixa, a Casa da Ribeira irá promover o Festival Internacional Casa da Ribeira Natal – FICA Natal, entre os dias 20 de fevereiro e 11 de março. O festival irá contar com duas oficinas, performance poética com textos de escritoras potiguares, uma mostra internacional com 13 apresentações e show musical. O FICA Natal tem como tema “A Feminilização do Mundo”, destacando o protagonismo feminino através de obras defendidas por mulheres e homens que discutem o pensamento-ação “feminilizatório”. As oficinas, que acontecem na primeira etapa do Festival, fazem parte da programação educativa do FICA Natal e estão divididas em: “Espectadores no palco”, destinada àquelas pessoas que desejam ter sua primeira experiência com o teatro, e “Artistas na Economia”, com foco nos profissionais de artes cênicas que queiram compreender melhor o planejamento de suas carreiras e a inserção no mercado da Economia Criativa. As inscrições já estão abertas. Podem ser feitas através do site www.casadaribeira.com.br. Vale salientar, que os interessados deverão preencher um questionário, que passará por uma curadoria e o resultado será divulgado no dia 15 de fevereiro no site...

Tem carnaval pra meninada nesta quinta e no domingo, na Cidade da Criança

30/01/2018|

Folia em harmonia com inclusão social. Novamente a Fundação José Augusto leva alegria às crianças internadas no Hospital Varela Santiago (Avenida Deodoro da Fonseca, 518, Centro) nesta quinta (1) a partir das 9h, em uma atividade que une música e arte visual. É o Projeto Folia Vila integrado ao Carnaval da Meninada, que se realiza neste domingo (4/02) a partir das 15h na Cidade da Criança, evento promovido pelo Governo do Estado, Fundação José Augusto, através do Centro de Promoções Culturais (CPC). O Folia Viva terá a participação da banda de frevo da Escola de Samba Acadêmicos do Morro e da artista visual Rosa MC, que fará maquiagem facial carnavalescas para as crianças em tratamento no Hospital Varela. Será uma forma de integrá-las na festividade promovida pela FJA na Cidade da Criança. A ação foi realizada no ano passado no Hospital Varela Santiago com grande participação de pais e da crianças sob tratamento no hospital. Carnaval da Meninada Para repetir o sucesso que levou mais de mil pessoas à Cidade da Criança em 2017, o Governo do Estado, através da Fundação José Augusto, realizam em 4 de fevereiro a partir das 15h a edição 2018 do Carnaval da Meninada. O...

Bloco Submarino Amarelo realiza último ensaio ao som dos Beatles nesta quinta

30/01/2018|

Ao som dos clássicos do quarteto de Liverpool, reinventados em ritmo de samba, frevo, axé e marchinhas de Carnaval, o Bloco Submarino Amarelo tem conquistado um grande número de adeptos antes mesmo de sua saída oficial, que está marcada para o dia 10 de fevereiro. Nesta quinta-feira (1), o bloco realiza o seu último ensaio, das 18 às 21hs, em frente ao sebo Letra & Música (Av. Floriano Peixoto, 290 – Petrópolis). De acordo com o produtor cultural e idealizador do bloco, Marcos Sá de Paula, o Submarino Amarelo consegui atingir um público que se identifica com uma festa diferente, atual e espontânea como o Carnaval. “Os ensaios já apontam que o bloco será um sucesso e que tem um perfil bem família, no qual participam crianças, jovens e até idosos”, explica. SÁBADO DE CARNAVAL Já no sábado de Carnaval, 10 de fevereiro, a concentração acontecerá no mesmo lugar dos ensaios, a partir das 16h, seguindo em cortejo até o Largo do Atheneu com os foliões ladeados por uma alegoria que remeterá ao famoso submarino do desenho animado dos Beatles. Para garantir a animação, uma superbanda formada por Fernando Suassuna e Darlan Marley (bateria), Paulo de Oliveira (contrabaixo), Roberto Taufic...

Que tal curtir acarajé, cerveja puro malte e música nesta sexta?

29/01/2018|

A cantora Clara Pinheiro é responsável pela produção artesanal e caseira de uma das mais ritualísticas comidas brasileiras, importada da África pelos escravos negros: o acarajé. Por aqui ganhou espaço na culinária brasileira e hoje é recheado com vatapá, caruru, camarão e salada. É também considerada alimento sagrado pois no Candomblé é comida de santo, já que é ofertada a Iansã. O “Acarajé da Cantora”, como já foi batizado, promove nesta sexta-feira, dia 2 (dia de Iemanjá) O Tabuleiro na Calçada, onde ela e seu parceiro Zé Caxangá recebem, na calçada de sua casa na Vila de Ponta Negra, amigos, fãs e apreciadores da iguaria para um encontro regado a música, cerveja e, claro, acarajé. No evento, com início às 18h, terá discotecagem e show de Zé Caxangá com seu Conjunto, que promete um repertório recheado de músicas que passeiam pelo universo afro. E de graça! A casa está localizada à rua Santo Euzébio, 09, na Vila de Ponta Negra, próximo ao Mercadinho São Francisco. O serviço de Bar fica por conta do Canal GastroBar e suas cervejas puro malte e estupidamente geladas. E já os tão famosos drinks congelados do DdDrinks&Gurmet. Serviço O que? Tabuleiro Na Calçada/O Acarajé da...

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