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A pátria não e niinguém

Dos maiores romances da literatura potiguar, livro de François Silvestre ganha 3ª edição

Redação

A loja virtual da Escribas Editora (CLIQUE AQUI) acaba de disponibilizar com exclusividade a 3ª edição de “A Pátria não é Ninguém”, obra marcante do escritor François Silvestre de Alencar. O livro, lançado originalmente em 2003 e apontado por críticos e leitores como um dos melhores romances potiguares, estava esgotado havia vários anos. A obra retorna ao público leitor em uma edição cuidada, reafirmando o compromisso da Escribas com o resgate de grandes livros que marcaram a literatura norte-rio-grandense. O LIVRO: “A Pátria não é Ninguém” narra a jornada de Paulo Inácio, um jovem que sai do sertão de Pernambuco para mergulhar na resistência estudantil e na clandestinidade durante a Ditadura Militar. Após uma ação desastrada em Recife, o jovem foge para São Paulo a fim de se esconder. A narrativa transita entre a tensão permanente provocada pelo regime autoritário em vigor, a paranoia da fuga constante, experiências brutais de tortura e pela gradual reabilitação social durante a abertura política. O romance se destaca por não ser apenas um relato político, mas uma costura sensível entre o Brasil arcaico das fazendas do Nordeste e a efervescência urbana das metrópoles, questionando, afinal, o verdadeiro significado de “pátria” em tempos de exceção. Chegou a ser apontado pelo crítico Manoel Onofre Júnior como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. Escrito com maestria pelo autor François Silvestre, a história é uma mistura de dois enormes sucessos cinematográficos nacionais recentes, o “Ainda estou aqui” de Walter Salles e “O agente secreto” de Kléber Mendonça Filho, passado na época da Ditadura Militar e compartilhando os cenários de ambos os filmes, Recife e o sudeste brasileiro. Mais sobre o livro, clique AQUI. O AUTOR: O autor, François Silvestre de Alencar, possui uma trajetória que se confunde com a própria história que narra. Nascido no sertão e criado entre Martins, Caicó e Natal, o escritor e advogado viveu intensamente os bastidores da política e da resistência brasileira. Com um domínio refinado da “artesania da palavra”, François utiliza sua vasta experiência como cronista e observador da realidade social para construir uma ficção que, embora fundamentada em fatos, eleva o testemunho histórico ao patamar da alta literatura contemporânea. As vendas de “A Pátria não é Ninguém” terão frete grátis para todo o Brasil, facilitando o acesso de leitores de todo o país a esta obra fundamental. SERVIÇO:  Livro “A Pátria não é Ninguém”, de François Silvestre...

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Filme inspirado na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas circula pelo RN neste FDS

Redação

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó. Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari. Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA. A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano. “Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade.  Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá. “A Música que Nasceu da Terra” foi...

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Dodora Cardoso lança minidocumentário “45 Anos de Missão Musical – Segunda Parada: Natal”

Redação

O lançamento do minidocumentário “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” promete transformar o Complexo Cultural Rampa em um encontro de memória, música e celebração da cultura potiguar. A obra audiovisual revisita a trajetória da cantora potiguar Dodora Cardoso e reafirma sua presença ativa e necessária na cena musical do Rio Grande do Norte. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, às 17h30, o filme apresenta diferentes camadas da história da cantora Dodora Cardoso em Natal, cidade onde consolidou sua carreira ao longo de quase cinco décadas de atuação artística. O documentário reúne depoimentos de músicos, artistas, familiares e parceiros de caminhada que ajudam a construir um retrato afetivo e potente da cantora. “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” é o segundo filme da série documental dedicada à artista. O primeiro, “#45anosdemissãomusical – Primeira Parada: Caicó”, lançado em 2021 com apoio do Sebrae, abordou a relação de Dodora com Caicó, cidade fundamental em sua formação artística e pessoal. Agora, o novo capítulo volta o olhar para a chegada da cantora à capital potiguar, sua permanência na cidade e sua consolidação como uma das vozes mais importantes da música do estado. O projeto foi aprovado em edital em 2023, com patrocínio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Prefeitura do Natal e do Ministério da Cultura. As gravações aconteceram ao longo de 2024, enquanto a edição e finalização foram concluídas em 2025. O lançamento público acontece em 2026, em parceria com Nathy Passos, que também integra o documentário com depoimento e se soma à equipe nesta etapa de circulação da obra. Com realização de Dodora Cardoso, produção da MARIABOA Produtora e direção assinada por Rita Machado e Claudia Mariana, o lançamento também simboliza a união de mulheres em torno da preservação da memória cultural potiguar. Dodora, Rita, Claudia e Nathy compartilham não apenas a construção do projeto, mas relações afetivas e profissionais que atravessam diferentes momentos da trajetória da artista. Ao longo do documentário, Dodora é apresentada a partir de relatos que destacam sua contribuição artística, sua presença nos bastidores da produção cultural e sua capacidade de acolher e fortalecer diferentes gerações da música potiguar. Entre os nomes que participam do filme estão Itanildo Medeiros, Jubileu Filho, Dani Cruz, Lula Belmont, Guilherme Cunha, Nathy Passos e Claudia Mariana. Os depoimentos abordam temas como os primeiros encontros musicais de Dodora em Natal, suas parcerias artísticas, sua relação com a comunidade LGBTQIAPN+, sua atuação em projetos sociais e sua importância como referência para...

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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Confira 5 novidades na volta do projeto Clube do Samba Potiguar

01/03/2018|

O projeto Clube do Samba Potiguar, que por anos incentivou os autores locais do gênero e promoveu também intercâmbio com sambistas de outros estados, volta à cena após cinco meses de paralisação e já com agenda confirmada neste sábado na Chopperia Petrópolis, a partir das 20h. Confira as novidades do projeto para este ano: 1 EQUIPE MAIOR O projeto continuará com a sua formação original, mas ganhou novos integrantes que totalizam uma equipe com 7 músicos: Dani Lucass (voz), Fernando Botelho (violão de 7 cordas), Rafael Almeida (arranjos, bandolim/cavaco), Andiara Freitas (voz e percussão), Pedro Neto (voz, violão de 6 cordas/cavaco), Andrey Feitosa (percussão) e Toninho Melé (percussão); 2 RESGATE HISTÓRICO O repertório continuará abrindo espaço para a nova produção musical do Estado, mas também reservará um momento para o resgate da produção de sambistas que já partiram. Um dos artistas que o projeto pretende homenagear este ano é o saudoso malandro Antônio Melé, que completaria 100 anos em 2018; 3 PRIMEIRO SÁBADO Os encontros continuarão mensais, mas não mais na segunda quarta-feira e sim no primeiro sábado de cada mês. 4 ITINERANTE O Clube pretende circular não só por Natal, mas também em outras cidades do RN. Depois do...

Tem Smooth Jazz neste domingo no Som da Mata

01/03/2018|

A atração deste domingo do Som da Mata será a estreia do projeto instrumental do baixista e produtor musical Jonathas Rodrigo. A banda, em formato de trio, se inspira no estilo Smooth Jazz e, além de Jonathas, conta com as participações de Bruno Narciso na guitarra e Joel Junior na bateria. O show acontece no anfiteatro Pau Brasil, localizado no Parque das Dunas, às 16h30. A apresentação é gratuita, mas para ter acesso ao parque é cobrada uma taxa de R$ 1,00. A apresentação contará também com o auxílio luxuoso de parceiros de música, Universidade e estrada como Anderson Pessoa e Judson Philipe. No repertório, composições próprias, música brasileira e muito jazz. O Som da Mata acontece graças à renúncia fiscal da Prefeitura através da Lei Djalma Maranhão e do aporte financeiro da Unimed Natal, CEI Romualdo Galvão e Intercity Hotels, além do apoio do Governo do Estado através do Idema, que cede o espaço onde acontece o evento. SERVIÇO Show: Jonathas Rodrigo Trio Local: Anfiteatro Pau-brasil | Parque das Dunas End: Av. Alexandrino de Alencar, s/nº – Tirol Dia: 04 de março (domingo) Hora: 16h30 Ingresso: R$ 1,00 (um real)

Confira os vencedores do Prêmio Dosinho como destaques do Carnaval de Natal

28/02/2018|

Cerca de 500 pessoas estiveram no Clube AABB, na noite de terça-feira, 27, para acompanhar a Finalíssima do Concurso Dosinho de Marchinhas Carnavalescas e conhecer os vencedores do Prêmio Dosinho de Carnaval para os destaques do carnaval em 2018. Escolas de Samba que desfilaram e se destacaram na Avenida do Samba em seis categorias receberam o Estandarte Dosinho. Ao todo 22 prêmios foram entregues e R$ 10 mil entre os vencedores do Concurso de Marchinhas. O cantor Eduardo Dussek encerrou a programação que contou com participações especiais de Jaina Elne, Isaque Galvão, Bateria da Escola de Samba da Balanço do Morro, com jovens ritmistas e a Orquestra das Marchinhas do Maestro Papão. Bonecos, bandeiras de agremiações e estandartes de blocos da cidade ambientaram o palco e o salão da AABB, que em carnavais passados recebeu grandes bailes e festas de momo. O secretário de cultura e coordenador Geral do carnaval Multicultural Dácio Galvão esteve presente representando o prefeito Carlos Eduardo. A projeto tem o patrocínio do Banco do Brasil, UNINASSAU/RN e Prefeitura do Natal através do Programa Djalma Maranhão e tem apoio da FM Universitária/ Sesc e Fundação Cultural Capitania das Artes. 2º Concurso Dosinho de Marchinhas Carnavalescas Foram 91...

Que tal assistir o Oscar com outros cinéfilos e ainda concorrer a brindes?

28/02/2018|

A poucos dias da entrega da estatueta dourada mais famosa do mundo, que acontece neste domingo, a partir das 22h, os cinéfilos natalenses terão um local para se reunir, conversar sobre os filmes indicados à premiação e assistirem juntos ao evento televisionado. O aconchegante espaço do Biergarten Natal, em Capim Macio, será palco da 3ª edição do “Encontro de Cinéfilos de Natal”. Entre as atrações já confirmadas estão o tradicional bolão premiado, um debate especial com convidados sobre os filmes indicados ao Oscar 2018, sorteio de brindes e, claro, a transmissão completa da 90ª cerimônia da premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, o Oscar, ao vivo pela TNT Brasil, em um telão que será instalado no local do evento. Além disso, durante o evento, a Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Norte (ACCiRN) homenageará cinco críticos de cinema potiguares in memorian: Lívio Dantas, jornal “A República”, 1948; Nelita Abreu Rocha, correspondente em Hollywood, jornal “A República”, 1948; Lew View, jornal “Diário de Natal”, 1947; Berilo Wanderley, jornal “Tribuna do Norte”, 1957; e Moacy Cirne, jornal “Tribuna do Norte”, anos 1960. As famílias receberão a homenagem, que será acompanhada de uma placa de membro honorário da...

Tem exposição inspirada no candomblé e lançamento do Arte da Palavra no Sesc RN

28/02/2018|

A Galeria Sesc Cidade Alta, em Natal, abrirá a primeira das seis exposições selecionadas via edital em 2018. ‘Siso oro: imagens que falam’, do artista Gil Leal, dialoga com o candomblé, em representações de Orixás e suas histórias. A vernissage acontece na quarta-feira, 7 de março, às 19h, e a exposição fica em cartaz para visitação gratuita até dia 11/04, das 9h às 19h. A iniciativa é do Sesc RN, instituição do Sistema Fecomércio. Sisọ ọrọ: imagens que falam reúne 20 pinturas em técnicas mistas sobre banner. Cada obra corresponde à mitografia de 16 Orixás e suas trajetórias, conforme vivenciadas pelo artista em suas pesquisas em terreiros de candomblé em Minas Gerais, Rio de Janeiro e aqui no estado. Sisọ ọrọ é uma expressão yoruba que pode ser traduzida em português como “imagem que fala”. Nesta exposição, essa fala não será aquela guardada em letras alfabéticas ou livros: mas as palavras que vêm das imagens, que são evocadas pela pintura. No candomblé, o mundo espiritual tem suas “âncoras” no mundo físico. Tudo o que é sagrado é também tangível: o culto a um Orixá se transforma fisicamente em uma oferenda e uma festa, nas quais ele pode ser abraçado e...

Vem aí o maior festival de cinema do RN

26/02/2018|

O Cine Fest RN terá pré-lançamento nesta quarta-feira. Realização acontecerá entre 24 e 29 de abril no Cinemark O Festival de Cinema do Rio Grande do Norte (Cine Fest RN) promete colocar o Estado potiguar no mapa dos grandes festivais do gênero no país. O pré-lançamento acontece nesta quarta-feira (28) no Michelangelo, na Praça das Flores (Petrópolis). O lançamento do Festival está previsto para 1º de abril no Rio de Janeiro, com presença de atores e curadores de renome nacional. O evento – uma realização do Governo do Estado via Secretaria de Estado do Turismo do RN, e da Engady Cine Video, com recursos do Banco Mundial por meio do Governo Cidadão – acontecerá entre os dias 24 e 29 de abril, com exibição de filmes inéditos no circuito potiguar nas salas do Cinemark Natal. Mostras itinerantes percorrerão locais das zonas Sul e Norte da capital, e também na praia de Pipa. O Festival será composto por Mostra Competitiva de Longas Nacionais, Mostra Competitiva de Curtas Nacionais e Mostra Competitiva de Curtas Potiguares. Além das mostras de cinema, será promovido o concurso fotográfico com temática sobre o Rio Grande do Norte intitulado Turismo e Cultura no Elefante. As melhores obras...

Semana da mulher no TCP traz de volta o denso espetáculo Inkubus

26/02/2018|

O espetáculo Inkubus volta a Natal encerrando a semana da mulher no Teatro de Cultura Popular Chico Daniel. E agregado à apresentação, uma programação com exposição e sarau poético comandado por importantes poetisas, atrizes, performers e artistas visuais da cultura potiguar. Inkubus é um demônio na forma masculina conhecido por invadir o sonho das mulheres e abusar delas enquanto dormem, drenando suas energias. E foi relacionando essa definição de relações abusivas vividas por mulheres que a atriz Alice Carvalho (“SEPTO”, 2016) batizou o monólogo “Inkubus” apresentando ao público “Beatriz Mosquitto”, uma jovem e talentosa artista de rua com histórico de abuso e assédio, além de uma relação conturbada com a mãe. A personagem vivida por Alice Carvalho surge ora moldada, ora moldando o tecido da violência, do ideal da família tradicional imposto por uma sociedade machista e alienada. Mosquitto percorre todo um trajeto através de suas memórias e sentimentos para, num momento de catarse, fazer daquele tecido um casulo, encontrando redenção naquilo que sempre estava ali, tão latente: sua arte. O espetáculo conta com a direção de Junior Dalberto e trilha sonora exclusiva assinada pelo produtor musical Jamisson Pinheiro, com colaboração do multi-instrumentista e maestro Antônio de Pádua. A equipe...

PERFIS LITERÁRIOS: Wescley J. Gama

26/02/2018|

Natural de São Vicente (RN), Wescley J. Gama reside há muitos anos na cidade de Currais Novos. Escritor e poeta, faz parte da geração que traz nos versos uma tradição literária seridoense que vem desde Zila Mamede e José Bezerra Gomes, passando por Luís Carlos Guimarães, Nei Leandro de Castro, Moacy Cirne, Nivaldete Ferreira, Humberto Hermenegildo, e mais recentemente Iara Maria Carvalho, Luma Carvalho, Ana de Santana, Maria Maria Gomes, Theo Alves, Jeanne Araújo, Muyrakitan Kennedy Macedo, Valdenides Cabral, dentre outros valores. Vencedor de vários concursos literários neste início de novo milênio, Wescley J Gama é um dos administradores do Grupo Casarão de Poesia, ONG cultural que incentiva a leitura, a literatura e a música entre os jovens seridoenses. Músico, compositor e militante cultural, além de escritor e poeta Wescley gravou três Cds, “Chuva, Estiagem, Água, Lampiões”. “Seridolendas”, e “Campos Grandes Reunidos” e publicou dois livros: “Com a Força das Folhas que Estiverem Vivas” (poesia) e, mais recentemente, “Nove Contos Serranos” (Editora OffSet, 2017). De um artigo, que tivemos oportunidade de escrever sobre um livro de sua autoria, destacamos o seguinte trecho: “Para o escritor Wescley J. Gama, em seu novo livro, ‘Com a Força das Folhas que Estiverem Vivas’,...

Antologia reúne novíssima geração de poetas potiguares e será lançada sábado

25/02/2018|

A produção poética em Natal ganha mais uma nova compilação: a antologia Blackout. O lançamento ocorrerá próximo sábado, 3 de março, no Bardallos Comida & Arte (Rua Gonçalves Lêdo, 678, Cidade Alta), a partir das 19h. Além de um sarau poético, o evento contará com atrações musicais: Luan Bates, Binnê e Uma Senhora Limonada. Reunindo 18 poetas da chamada “novíssima geração”, o projeto tem como objetivo a publicação de poetas ainda inéditos em livro, até a reunião dos textos, além de fazer um panorama fiel do que é produzido, em termos de poesia, na Natal de agora. Ayrton Alves Badriyyah e Victor H Azevedo, ao longo de um ano, trabalharam na seleção dos nomes, na captação dos poemas e na produção artesanal do livro, em edição cartonera, com a finalidade de torná-lo mais acessível ao público. A coletânea faz homenagem ao poeta Blackout, em ter seu nome no título, como forma de impulsionar a fuga do ícone da marginália natalense do ostracismo. Ao longo de 144 páginas, poetas Murilo Zatu, Olga Hawes, José Zapíski, Ana Mendes, Ian Itajaí, Gabrielle Dal Molin, Caroline Santos, Maíra Dal’Maz, Igor Barboà, Maluz, Ionara Souza, Pedro Lucas, Folha Joice, Jota Mombaça, Gessyka Santos, Ayrton Alves...

Bia Vilar e Israel Tenório interpretando Bon Jovi fazem a festa no Domino na Arena

25/02/2018|

A cantora Bia Vilar e Israel Tenório serão as atrações  principais no palco do projeto ‘Domingo na Arena’, neste domingo (25). O evento, que conta com o apoio do Sistema FIERN e do Projeto ‘Cultura na Praça’, é realizado no lado sul da praça externa da arena multiuso, às margens da BR-101, e tem como objetivo reunir turistas e famílias para um momento de lazer e bem-estar. A entrada é gratuita. De acordo com a programação, a turma do FitDance e os ritmos da CarboFIT será a primeira atração do palco principal, a partir das 16h. Logo em seguida, às 17h30, tem show infantil com a cantora Bia Vilar. E antes de Israel Tenório, às 18h30, haverá uma apresentação especial de danças urbanas, com T-Nem & T-Dem. O cantor se apresenta às 19h com o ‘Especial Bon Jovi’. Além das atrações musicais e de dança, será montado o tradicional espaço kids, para as crianças, com brinquedos infláveis e pula-pula; o SESI/RN vai estar oferecendo o Núcleo de Educação Robótica, e quem quiser aprender e se divertir com maquiagens artísticas vai poder participar do projeto ‘Bora Pintar’, com Larissa Fontes. Algumas das novidades deste domingo serão a vacinação antirrábica para cães...

A menina e a mulher, no romance de Aline Prúcoli

23/02/2018|

De certa forma, muitos dos conceitos são a morte do significado, no momento em que eles congelam o que deveria ser dinâmico e em processo de permanente construção. Ipso facto, falar de pustulâncias – menina bruta, de Aline Prúcoli de Souza, requer uma espécie de despojamento dos engessados rótulos acadêmicos para possibilitar uma viagem prazerosa no itinerário do que a autora desenha em suas letras. Primeiramente, ainda levando em conta os conceitos, cabe ressaltar que apesar da obra entendida como um romance, ela extrapola esse gênero, na medida em que transita desde a dramaturgia até a poesia em prosa, passando por alguns aspectos do ensaio, da crônica, da memória e, de certa forma, da “narrativa”. Depois, como se diante de uma esfinge com a inscrição do “decifra-me ou devoro-te”, temos o termo pustulâncias que podemos, reduzindo o “significado”, entender como uma espécie de neologismo para se referir às pústulas, no espaço da epiderme onde se manifestam bolhas de uma infecção existencial-bacteriana. Mas tudo isso pode ser compreendido como uma forma metafórica da autora explorar essas bolhas-poros, assim como as mônadas de Leibniz, compondo os pensamentos que organizam o universo, numa cosmogonia. Ainda, no enigma de esfinge, temos a “menina bruta”....

Clowns de Shakespeare apresentam Abrazo e promovem oficinas gratuitas

23/02/2018|

O grupo potiguar Clowns de Shakespeare realiza espetáculo para todos os sentidos e leva a três cidades do Nordeste brasileiro. Nos dias 1º e 2 de março, Abrazo chega a São Gonçalo do Amarante, às 19h, no Teatro Municipal Poti Cavalcanti. Feito sem a palavra oral, composta com vídeos de animação e trilha sonora especialmente preparadas para o espetáculo, as apresentações realizadas nesta circulação contam com o serviço de áudio-descrição e visita tátil aos elementos de cena, colaborando para a acessibilidade de pessoas com deficiência visual à obra, além de se caracterizar por ser compreensível a pessoas surdas. Abrazo narra um lugar onde não é permitido abraçar e personagens atravessam um quadrado contando histórias de encontros, despedidas, opressão, exílio, mas, também, afeto e liberdade. A obra é a segunda parte da trilogia latino-americano dos Clowns de Shakespeare (as outras duas são: Nuestra Senhora de las Nuvens e Dois Amores y um Bicho). Oficinas, bate-papos e intercâmbios com grupos locais nas cidades que receberão o espetáculo, compõem a programação. Após cada apresentação, será realizado um bate-papo com o púbico presente sobre variados aspectos do enredo e de seu processo de criação, além de duas oficinas, sendo uma delas voltada para crianças...

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