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O caso Richard Jewell

Vi O caso Richard Jewell (Richard Jewell – 2019), o último trabalho de Clint Eastwood. Sensação esquisita ver um filme sozinho no cinema. O caso de Richard Jewell começou e,

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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Filarmônica UFRN reúne obras de Turina, Guerra-Peixe e Manuel de Falla em Natal neste sábado

Redação

A Filarmônica UFRN convida o público para o concerto “Candeias”, que será apresentado no próximo sábado, 9 de maio, em duas sessões, às 18h e às 20h, no Auditório Onofre Lopes, em Natal. Sob a regência do maestro André Muniz, a apresentação reúne um programa que articula referências da tradição musical ibérica com desdobramentos na música de concerto brasileira. Ingressos disponíveis pelo Sympla na quarta-feira, 06 de maio, às 8h sympla.com.br/evento/concerto-candeias-filarmonica-ufrn/3410896?referrer=www.google.com e no local, no dia do evento, com distribuição 1h antes de cada sessão.  Mais do que uma sucessão de obras, o concerto se configura como um percurso sensível de escuta, no qual memória, identidade e transformação dialogam de forma contínua. A proposta evidencia como as heranças musicais atravessam culturas e se reinventam, criando uma experiência que conecta o público tanto no plano cultural quanto no sensorial. A noite contará com a participação do violinista Rucker Bezerra como solista convidado. Reconhecido por sua expressividade e apuro interpretativo, o músico conduz o público por uma narrativa musical que valoriza nuances tímbricas e intensidade emocional. O repertório reflete diferentes formas de apropriação e reinvenção desse universo sonoro. A suíte Danzas fantásticas, de Joaquín Turina, abre o programa com uma escrita orquestral vibrante, marcada por ritmos incisivos e cores tipicamente espanholas. Em seguida, o Concertino para violino, de César Guerra-Peixe, desloca essa matriz estética para o contexto brasileiro, incorporando elementos populares a uma linguagem de concerto refinada. Encerrando a noite, El amor brujo, de Manuel de Falla, tensiona tradição e modernidade ao evocar o imaginário flamenco e a cultura andaluza. Mais do que evidenciar afinidades estéticas, “Candeias” organiza uma experiência de escuta pautada pelo reconhecimento e pela transformação. Gestos musicais recorrentes, como padrões rítmicos, inflexões melódicas e texturas sonoras, despertam no ouvinte uma sensação de familiaridade, mesmo diante do inédito. É nesse entrelaçamento entre herança histórica e memória afetiva que o concerto se estrutura, convidando o público a uma imersão que transita entre o campo cultural e o sensorial. As apresentações acontecem no Auditório Onofre Lopes, espaço vinculado à Escola de Música da UFRN, que vem se consolidando como um dos principais polos de difusão da música de concerto no Rio Grande do Norte. A Temporada 2026 é realizada pela Filarmônica UFRN, EMUFRN, UFRN e PROEX, com patrocínio da Caixa Assistencial Universitária do RN (CAURN) e do Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Norte (MPT/RN), produção da Da Capo Produções...

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Vozes Femininas: projeto une arte, cultura e memória para homenagear mulheres potiguares

Redação

Valorizar e dar visibilidade às contribuições históricas e contemporâneas das mulheres do Rio Grande do Norte, destacando trajetórias que marcaram a cultura, a política, a educação e a vida social do estado. Esse é o objetivo do projeto Vozes Femininas, que será lançado na próxima terça-feira (5), no Hotel Senac Barreira Roxa, às 8h30, com a presença de autoridades e parceiros do projeto. Na ocasião, serão apresentados editais voltados às áreas de gastronomia, moda e artesanato, desenvolvidos em parceria com o Sebrae/RN, além do primeiro encontro do Ciclo de Palestras “Caminhos de Coragem”, com a participação de Márcia Maia e Magnólia Figueiredo, entre outras pioneiras da atualidade. As ações marcam o início de uma agenda que se estende ao longo de todo o mês de maio e compreende atividades culturais e formativas em diferentes espaços. O projeto conecta passado, presente e futuro por meio de iniciativas que envolvem artes visuais, música, moda, artesanato e gastronomia, além de palestras, rodas de conversa, oficinas e apresentações artísticas. A ideia, segundo Ana Maria Costa, é preservar memórias, reconhecer legados invisibilizados e inspirar novas gerações a partir de histórias de pioneirismo, coragem e transformação social. “Dar voz às mulheres do RN é honrar histórias silenciadas e acender futuros possíveis. Que cada mulher se reconheça nessa luta, se aproprie desse espaço e transforme sua voz em coragem, presença e legado”, diz Ana Maria Costa. Além dela, o Vozes Femininas é idealizado e realizado por Ana Guedes e Tatiane Fernandes, que assinam a concepção e coordenação do projeto.  A programação inclui a instalação “Legados de Coragem do RN – Vozes Femininas”, que vai destacar em informações e imagens a essência do legado de 12 mulheres potiguares pioneiras em diferentes áreas, como educação, literatura, política, cidadania, cultura e resistência indígena. A instalação de lançamento ficará em cartaz de 15 maio a 15 junho, no mall do Natal Shopping, com visitação gratuita. E depois seguirá para novos espaços, em Natal e nas cidades onde as homenageadas nasceram. A agenda também contempla outros dois encontros do ciclo de palestras, com debates sobre o legado feminino no estado em temas como artes, gestão pública, ancestralidade, pioneirismo, diversidade e empreendedorismo. Os encontros serão realizados em Natal e Mossoró, sendo uma edição voltada a mulheres empreendedoras, pioneiras nos mais diversos segmentos. No campo da formação, o projeto vai realizar um circuito de rodas de conversa com estudantes de escolas públicas potiguares, em...

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Chico César fará em Natal show de lançamento de seu novo disco, “FOFO”

Redação

Apresentação será dia 8 de maio, 21h, no Teatro Riachuelo. Décimo primeiro álbum da carreira do artista traz canções nunca gravadas, compostas em sua juventude Após dez trabalhos autorais, “FOFO” é o primeiro disco em que o cantor e compositor Chico César volta ao tempo de sua juventude, dando voz a composições escritas em sua passagem pela banda Jaguaribe Carne, quando morou em João Pessoa, e também na chegada a São Paulo. O show, com Chico e seu violão em cena, será dia 8 de maio no Teatro Riachuelo. Com seu 11º álbum gravado em estúdio, o músico celebra um marco pessoal e artístico que sintetiza vivências, conquistas e redescobertas. Nunca gravadas, todas as 16 faixas do projeto – letra e música – são assinadas por ele. Exceto três: uma parceria com Pedro Osmar, outra com Paulo Ró (integrantes do Jaguaribe Carne). A terceira é em parceria com a escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie. Do livro dela Americanah, Chico tirou o mote da canção que dá título a seu disco: “Eu não quero ser fofo, eu quero ser a porra do amor de sua vida”. O disco “FOFO”, ainda sem data de lançamento, chega em formato voz e violão, assim como foi gravado “Aos Vivos” (1995), álbum que marcou a estreia de Chico César na música brasileira e o consolidou como um dos grandes nomes da música nacional e internacional, levando suas composições para palcos de diferentes partes do mundo. A sonoridade do álbum é densa, marcada pelo experimentalismo e uma certa angústia típica da juventude em meio ao ambiente político e existencial da época Sabendo disso, “FOFO” termina por ser uma reverência do artista, agora em sua maturidade, ao jovem e inquieto Chico César. É um convite para seu público conhecer suas origens nessa viagem musical com ele. Chico César Chico César é um dos nomes mais inventivos e multifacetados da música brasileira. Cantor, compositor, escritor e jornalista, ele desafia rótulos e convenções, criando uma obra singular que mistura ritmos regionais, poesia afiada e uma visão de mundo profundamente humanista. Emergiu no cenário musical brasileiro nos anos 1990, trazendo uma sonoridade fresca e uma abordagem lírica que trazia humor, crítica social e uma profunda sensibilidade poética. Seu álbum de estreia, “Aos Vivos” (1995), já anunciava sua originalidade, com canções como “Mama África” e “À Primeira Vista”, que se tornaram hinos de resistência e celebração da diversidade cultural. Sua música...

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12/03/2019|

Representando o Rio Grande do Norte, a diretora cênica, Diana Fontes, está no Peru participando como curadora do Festival de Artes Cênicas de Lima (FAE Lima). A terceira edição do festival envolve sete países e conta com uma programação bem diversificada. “É a primeira vez que recebemos esse convite. O evento tem uma extensa programação e é importante para estabelecer conexões com produtores e artistas de outras partes do mundo. Já estabelecemos parceria com um curador peruano para o Encontro de Dança, que acontece em abril”, declarou Diana Fontes.

12/03/2019|

GRANDE PONTO O relativo inexiste de esquina a esquina. Há o evidente certo lúcido límpido absoluto. Jaquetões gravatas finas juízes sapatos espelhados poema-processo trovas café pitombas quase deputados. O passado resiste valente nas próteses dentárias nas estenoses dialéticas de duras coronárias. Secretamente divulgam-se assuntos reservados. A multidão é íntima de senadores e generais. Nascente fulcro catedral umbigo do intelecto versos de mimeógrafo contra bimbalhar de sinos. Os bares e os poetas foram demolidos. A fofoca legítima fugiu para os jornais. (Franco Jasiello)

Atriz Quitéria Kelly receberá Medalha de Honra Nísia Floresta

11/03/2019|

A atriz Quitéria Kelly será agraciada com a Medalha de Honra ao Mérito Nísia Floresta, pelo Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (CMDM). A honraria será entregue nesta quinta-feira, a partir das 15h, no Solar Bela Vista. A Medalha reconhece o trabalho de mulheres que se destacaram em suas atuações frente às políticas voltadas para o universo feminino em Natal. A cerimônia será conduzida pelo prefeito Álvaro Dias e pela presidenta do CMDM, Ildete Mendes. Além de Quitéria, as homenageadas serão entregues também à defensora pública de Natal, Ana Lúcia Raymundo; à conselheira do CMDM, Ana Lúcia Azevedo; e à vereadora de Natal, Ana Paula de Araújo. A medalha Nísia Floresta foi instituída pelo Decreto 4.071, de 1990. Será mais uma no currículo da atriz, que desde o ano passado tem colecionado premiações Brasil afora junto ao Grupo Carmin de Teatro.

babosa e coroa de frade

11/03/2019|

Pois é, encontrei essa babosa três anos atrás, durante uma pedalada pela caatinga. Na beira de estrada de terra, no duro chão do sertão, estava em más condições, com poucas folhas murchando e as raízes quase todas expostas. A levei comigo pra casa e, desde seu primeiro dia aqui, ficou num vaso em companhia do coroa-de-frade, para receber um suporte emotivo durante a recuperação. O coroa-de-frade também foi encontrado numa situação de dificuldade (na Ilha Timbaúba, em 2008, lá pelas bandas de Jucurutu) e trazido pra cá, onde se acostumou bem e cresceu feliz. A babosa demorou um bom tempo para recuperar-se, mas ficou forte e criou até varias mudas ao redor dela. Alguns meses atrás, troquei o vaso quebrado das duas plantas por um do mesmo tamanho e fiquei ponderando que já tinha ficado muito justo. Assim, pensando e repensando, não querendo separar a babosa do coroa-de-frade, me decidi hoje a mudar as duas plantas para um velho pneu, que encontrei por aí. Pensei em cortar o pneu com a serra tico-tico elétrica, mas depois vi que era melhor e mais fácil fazer o serviço com uma faca utilitária bem amolada, que inventei a partir de uma tesoura quebrada....

Banda Marinheiro Porre lança disco inspirado na música indie dos 60 e 70

11/03/2019|

A banda Marinheiro Porre traz um deja-vú às experimentações da primeira onda do psicodelismo em seu primeiro EP. Intitulado “Jornada”. O trabalho conta com cinco faixas que exibem forte influência dos movimentos musicais de vanguarda dos anos 60 e 70, passeando também pelo Indie e Hard Rock. Marinho Porre é formada por Kevin Arend (vocal e guitarras), Marcelo Maroja (teclados e synths), Matheus Lima (baixo) e Marcos Mar (vocal e guitarras). O grupo começou como uma brincadeira sonora entre amigos do ensino médio, residentes em Natal e Parnamirim. Gravado e produzido pela própria banda, “Jornada” é descrita pelo grupo como uma “opereta-rock” que conta a história de uma menina que tem, pela primeira vez na vida, a oportunidade de ver o mundo fora do mar. O EP sai pelo selo potiguar Nightbird Records, e é o primeiro lançamento da gravadora em 2019. OUÇA “JORNADA” clicando AQUI. Link do youtube Escutem! Trabalho bem feito, muito bem pensado. Ousado se pensar na proposta temática, um disco conceitual. Nem parece uma garotada tão jovem ou um disco de estreia.  Letras bem casadas com os arranjos lúgubres, realmente com cheiro de nostalgia. Parece uma mescla daqueles vinis do fim da década de 60 até...

Hoje é teu dia, poesia? Pois tem programação para celebrar a data na UFRN

11/03/2019|

O projeto ‘Con-Versa Com Prosa’ segue a tradição das comemorações pelo Dia Nacional da Poesia e, neste ano de 2019 – momento que nos exige resistência de todas as formas possíveis – apresenta o tema “Poesia, Riso e Rebeldia”, um bate-papo descontraído e engajado com dois nomes da contracultura natalense de distintas gerações: Antonio Ronaldo (FOTO) e Victor H Azevedo. A conversa será mediada por outro nome emblemático da poesia alternativa: Plínio Sanderson. O evento é coordenado pelas professoras do Departamento de Letras da UFRN, Cellina Muniz e Tânia Lima. E além da programação, terá ainda sorteio de zines e livros. Acontecerá nesta quinta-feira, 14 de março, Dia Nacional da Poesia, a partir das 10h, no auditório do Instituto Ágora, na UFRN (ao lado do Setor 2). O acesso é livre. Antônio Ronaldo Compositor e poeta, atua na cena cultural de Natal desde os anos 1970. Participou ativamente do movimento de Poesia Mimeógrafo (também chamado de Poesia Marginal), do Laboratório de Criatividade da UFRN, do Teatro Novo Universitário (Tonus), da UFRN, do Trabalho de Música Popular Potiguar, nos anos 1990, e também de festivais de Música e Literatura em geral e do Prêmio Núbia Lafayete da FJA. Tem três livros...

familia padua, por brunno martins

11/03/2019|

Um dos orgulhos da música potiguar, a Família Pádua se prepara para participar, nesta sexta-feira (15), do Lille Choro Festival, importante evento do gênero na Europa, promovido na França. O festival trará uma programação eclética para celebrar os 50 anos da morte do Jacob do Bandolim (1969-2019) e os 65 anos de carreira do padrinho do evento, Raul de Souza. Durante três dias, a região Norte da França assistirá seis shows, nove master class, dois bates-papos e uma projeção com atrações renomadas e, entre elas, o choro potiguar. Família Pádua A Família Pádua é um grupo musical que une o trabalho de três artistas: o pai Antônio de Pádua, compositor, arranjador e multi instrumentista; a mãe, Roberta Karin, percussionista e cantora, que vem preparando seu primeiro trabalho solo; e o filho caçula João Vitor, flautista de 16 anos, que tem despontado no cenário nacional e internacional, já com seu 3° álbum, “Pintando o 7”, na agenda. Os três já participaram de vários projetos, como “Música do Mundo” e “Sabadinho Bom” em João Pessoa, com o show “Choro em família”, Diversidade Cultural-RN, Circuito Cultural Ribeira, Cena Aberta, dentre outros. Juntos fizeram vários shows pela Europa em 2013, e em 2017 passaram...

lucia helena galvão

11/03/2019|

Ela era uma funcionária pública, carioca de nascença, radicada em Brasília desde criança. E mesmo bem empregada, com um diploma em Relações Internacionais, sentia que ainda lhe faltava algo. Foi aí que Lúcia Helena Galvão foi atrás de outros sonhos, tentou cursar Economia, Filosofia, mas os tradicionais ensinos não lhe completavam. Até que a Nova Acrópole chegou à capital federal. A escola de filosofia criada em São Paulo trazia algo novo. Misturando também cultura e voluntariado, foi na Nova Acrópole que Lúcia Helena desenvolveu seus estudos, que a tornaram conhecida no Brasil e em outros países. Hoje a instituição está presente em mais de cinquenta países e Lúcia Helena Galvão arrasta milhares de admiradores por onde passa, transmitindo seus ensinamentos em palestras e mais recentemente por vídeos do Youtube com números recordes de visualizações. PROGRAMAÇÃO No dia 6 de abril, potiguares e moradores de estados vizinhos terão a grata oportunidade de passar um dia inteiro com a professora Lúcia Helena Galvão. Ela estará em Natal ministrando a conferência “NOSSO PODER TRANSFORMADOR”. O evento é uma iniciativa da Manipura – Formação Integrativa do Ser, e será realizado no auditório do hotel Majestic Ponta Negra Beach. A programação está dividida em duas...

11/03/2019|

Finalmente a revista do Brechando saiu, após campanha de financiamento coletivo. Após o sucesso de público, o site conseguiu imprimir mais revistas e vem anunciar que a venda da primeira edição continua, por apenas 10 reais, podendo ser comprada dentro do site e entregue em qualquer lugar do Brasil. A revista é uma parceria com a editora Munganga, de Ayrton Alves e Victor H Azevedo, no qual a revista uniu o estilo de jornalismo informal conhecido entre seus leitores com a editoração das fanzines. Para comprar a revista é só clicar neste link. A revista conta com histórias inéditas e nunca postadas no site, que incluirão literatura, história, monumentos e personalidades natalenses que nunca foram escutadas ou reconhecidas, porém possui histórias inusitadas. O Brechando foi um blog desenvolvido pela jornalista Lara Paiva no ano de 2015, com o objetivo de divulgar através de notícias e reportagens sobre acontecimentos de Natal que não são divulgadas cotidianamente e aumentar a possibilidade de fazer jornalismo sem formalidade, porém com muita informação.

Curta Caicó bate recorde de inscrições com 535 filmes de todo o Brasil

11/03/2019|

Em sua segunda edição, o Curta Caicó – Festival de Cinema de Caicó recebeu 535 inscrições de todas as regiões brasileiras. De norte a sul do país, os realizadores inscreveram seus filmes até este domingo (10) para disputa nas Mostras Competitivas do festival, que será realizado de 13 a 16 de junho. O Curta Caicó é uma realização da agência Referência Comunicação. Com o encerramento das inscrições, os filmes agora serão avaliados por uma curadoria de profissionais da área do audiovisual que irá definir, juntamente com a organização do festival, os filmes selecionados para as mostras competitivas e paralelas. O resultado deverá ser divulgado até final do mês de maio. “Ano passado tivemos 415 filmes inscritos. Esse ano batemos esse recorde com folga. Isso mostra a repercussão que o Curta Caicó teve em 2018 no meio audiovisual e a importância estratégica de Caicó realizar um festival de cinema, em pleno sertão do Seridó”, afirmou Raildon Lucena, diretor do Curta Caicó. Finalistas concorrerão a R$ 5 mil em serviços de pós-produção de imagem Além do Troféu Curta Caicó em diversas categorias, uma das premiações já garantidas para a edição desse ano é o Prêmio Místika, que oferecerá 5 mil reais em...

10/03/2019|

O Som Sem Plugs, portal intermídia de produção e exibição de conteúdo original contemplativo da cultura e do entretenimento do RN, reservou um presente especial para os amantes da música potiguar. No próximo dia 12, o SSP lança no Youtube e redes sociais do projeto, uma linda e delicada produção com a banda Plutão Já Foi Planeta no videoclipe “Estrondo”.

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