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Graça está na sala

Quando a sirene tocava anunciando mais um horário de aula e era ela quem entrava na sala o colégio ficava maior, mais nobre, mais denso. Lá pelas tantas a gente

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guerra e paz

Guerra está na moda

Descobri que Guerra e Paz, o livro de Tolstói, virou moda neste período em que as pessoas conscientes reduziram a circulação social para ajudar a conter a Covid-19. Teve matéria

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Barracas de Tourinhos são reconhecidas como Patrimônio Cultural do RN dois anos após demolição

Redação

Reconhecimento oficial contrasta com abandono: Enquanto obras dos novos quiosques seguem paradas e famílias resistem sem apoio local, barracas de Seu Luiz e do Dadá recebem reconhecimento oficial e pescador é homenageado como Guardião da Pesca Artesanal Dois anos após a demolição das tradicionais barracas da Praia de Tourinhos, em São Miguel do Gostoso, a realidade das famílias afetadas segue marcada pela incerteza e pela ausência de soluções definitivas. Em contraste com esse cenário, o Estado do Rio Grande do Norte reconheceu oficialmente a importância das barracas de Seu Luiz Pescador e do Dadá como Patrimônio Cultural e Turístico do RN. A conquista se deu por meio de leis estaduais sancionadas em março de 2026, a partir de proposições da deputada estadual Divaneide Basílio, em articulação iniciada pela documentarista e produtora cultural Mônica Mac Dowell, no contexto ampliado do projeto Faces do Reduto. Mais do que estruturas físicas, as barracas representam um modo de vida ligado à pesca artesanal, à gastronomia local e ao turismo de base comunitária – elementos que ajudaram a consolidar Tourinhos como um dos destinos mais emblemáticos do litoral potiguar. Reconhecimento em meio ao abandono Em março de 2024, as barracas foram demolidas com a promessa de urbanização da orla e construção de novos quiosques no prazo de seis meses. Dois anos depois, as obras seguem sem conclusão. Sem alternativa, as famílias passaram a trabalhar em estruturas improvisadas para garantir a sobrevivência. Desde então, enfrentam condições precárias, sem acesso a indenização, crédito ou reassentamento digno. A destruição das barracas representou não apenas a perda de renda, mas a ruptura de um sistema cultural e econômico construído ao longo de décadas, baseado na pesca artesanal e na hospitalidade comunitária. “Não estamos falando apenas de barracas, mas de um sistema cultural vivo, que envolve pesca artesanal, gastronomia e turismo de base comunitária. Essas estruturas foram fundamentais para colocar Tourinhos no mapa do turismo e são reconhecidas por visitantes de várias partes do mundo. E a pesca artesanal só não desapareceu dali porque Seu Luiz continua resistindo, mantendo viva uma tradição que atravessa gerações”, afirma Mônica Mac Dowell. Seu Luiz: memória viva e guardião da tradição Nesse contexto, Seu Luiz Pescador recebeu uma Moção de Aplauso da Assembleia Legislativa do RN como Guardião da Pesca Artesanal em Tourinhos, reforçando o reconhecimento de sua trajetória e da importância de seu saber ancestral. Nascido na própria Praia de Tourinhos, Seu Luiz é hoje o único pescador...

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Bárbaro Xavier

Ator potiguar Bárbaro Xavier conquista Cannes com dupla seleção inédita

Redação

O ator potiguar Bárbaro Xavier vive um dos momentos mais expressivos de sua trajetória artística. Após participações em três produções da TV Globo — Vale Tudo (2025), Três Graças (2026) e Guerreiros do Sol (2026) — e atualmente em cartaz nos cinemas com papel de destaque em Máfia de Pelúcia, o artista agora celebra um feito raro: a presença em duas produções selecionadas para o Festival de Cannes, o mais prestigiado evento do cinema mundial. As obras integram mostras distintas, reforçando não apenas a versatilidade do ator, mas também a potência do audiovisual brasileiro em diferentes linguagens e formatos. “Dark Corners 2: Safira’s Curse” (Cantos Escuros: A Maldição de Safira) No longa dirigido por Henrique Nuzzi, Bárbaro Xavier interpreta Hermes, cameraman e fiel escudeiro da protagonista Beatriz (vivida por Ananda Scaravelli). Gravado em Goiânia, o filme dá continuidade à saga Dark Corners: The Legacy of Pietra. A produção foi anunciada pela Variety como parte da seção Fantastic Cuts, dentro do VDF Showcase no Marché du Film, com exibição prevista para 18 de maio. Na narrativa, Hermes ocupa papel estratégico: como presença constante e observador direto dos acontecimentos, ele estabelece uma ponte entre o olhar documental e a atmosfera sobrenatural que atravessa o filme. Sua atuação contribui para tensionar elementos como tecnologia e ancestralidade, eixo central da obra. “Laser-Gato” Além do longa, Bárbaro Xavier também integra o elenco do curta Laser-Gato, dirigido por Lucas Acher, selecionado para a mostra La Cinef, dedicada a novos talentos do cinema mundial. A obra acompanha um adolescente em uma deriva noturna por São Paulo, em encontros que ressignificam sua percepção da cidade e de si mesmo. Entre 2.750 inscrições, Laser-Gato foi o único representante brasileiro selecionado para a categoria, um indicativo da força e da originalidade da nova geração de cineastas do país. Um marco de projeção internacional A dupla presença de Bárbaro Xavier em Cannes — em um longa de gênero com circulação internacional e em um curta autoral na principal mostra de novos talentos do festival — evidencia a amplitude de sua atuação e o alcance do cinema brasileiro contemporâneo. Com repercussão na imprensa nacional e internacional, incluindo veículos como a CNN Brasil, o ator potiguar consolida-se como um nome em ascensão no cenário audiovisual, transitando com consistência entre diferentes propostas estéticas e narrativas. Mais do que um reconhecimento individual, o feito também projeta o Rio Grande do Norte no mapa do cinema...

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Mostra Macambira abre inscrições para filmes que irão compor sua quarta edição

Redação

Estão abertas as inscrições para a Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero, iniciativa que visa difundir e promover diálogos sobre a produção audiovisual dirigida por realizadoras (cis, trans, travestis) e pessoas gênero-dissidentes. A quarta edição da Mostra acontece de 26 a 28 de junho na Casa da Ribeira, em Natal. A programação conta com a Mostra Nacional e a  Mostra Potiguar, com filmes que estão sendo realizados na contemporaneidade por perspectivas que historicamente foram subalternizadas e invisibilizadas no campo do cinema. As inscrições para a nova edição da Mostra seguem abertas até 11 de maio no site http://www.mostramacambira.com.br. Estão aptos para a inscrição curtas e médias-metragens brasileiros com duração máxima de 25 minutos, finalizados a partir de janeiro de 2024. Os filmes devem ser, obrigatoriamente, dirigidos ou codirigidos por mulhereridades (cis, trans, travestis) e pessoas dissidentes de gênero (homens trans, pessoas transmasculinas, não binárias, gênero fluido, agênero), sendo necessário o preenchimento da identidade de gênero da direção no campo correspondente do formulário de inscrição. A seleção dos filmes será realizada pela equipe de Curadoria da Mostra Macambira segundo critérios definidos pela linha curatorial que contempla as mais diversas subjetividades de mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, de modo a incorporar novas imagens ao campo do cinema. A 4ª edição da Mostra Macambira é produzida pela Salobra Filmes, Ebó Filmes e OXÊ Filmes. Este evento é realizado através do Edital de Fomento ao Audiovisual e Jogos Eletrônicos 10/2024, lançado pela Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. Sobre a Mostra Macambira A Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero é uma janela de exibição surgida no estado do Rio Grande do Norte (RN) em 2020. Tendo o marcador social de gênero como ponto de partida, o evento tem como objetivo difundir e debater, de maneira gratuita, obras audiovisuais brasileiras e potiguares dirigidas por mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, buscando contribuir com a fissura de um regime representacional que contemple a diversidade de olhares, a partir de uma perspectiva interseccional. InformaçõesInscrições: De 27/04 a 11/05Regulamento e ficha de inscrição: http://www.mostramacambira.com.brRedes sociais: @mostramacambira

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Patrícia Leal celebra Dia da Dança com poesia, música e fragrância no show Águas

Redação

Nesta quarta-feira (29), a artista, bailarina, cantora, poeta e perfumista Patrícia Leal realiza o Show ÁGUAS, celebrando o dia internacional da Dança no Mahalila Café e Livros, com um trabalho totalmente autoral a partir de seu EP Águas, mas também com músicas de seu Álbum anterior Continua…, além de canções inéditas. Acompanhada por grandes músicos, a formação conta com o saxofone de Anderson Pessoa, o piano de Eduardo Taufic e a percussão de Ramon Gabriel. Celebrando a Dança, o show é proposto com o melhor dos ritmos brasileiros com muito swing do samba, ijexá, côco, ciranda… deixando até nas letras o convite: “tira o sapato, vamos dançar onde for…” ÁGUAS é um trabalho que se iniciou no final da pandemia e reflete sobre as emoções, sentimentos vividos nesse período e na relação da autora com as águas internas, emocionais e com as águas externas, seja o Mar, sejam as cachoeiras, os rios. As coreocanções nascem da necessidade de reaproximação com o si, com a natureza, após um longo período de isolamento, da necessidade de compreender os próprios sentimentos e da compreensão que somos natureza. A artista realmente visitou locais de mar aberto em Natal, Pipa, São Miguel do Gostoso, como também cachoeiras em locais mais fechados e de floresta em Delfinópolis, Minas Gerais, que trouxeram o movimento necessário para as melodias, para a poesia e para as fragrâncias tão peculiares ao processo de criação da artista. Além do EP, a artista criou duas fragrâncias “Concha” e “Rainha”, que levam o nome de duas músicas do trabalho. A formação escolhida para o trabalho – sax, piano e percussão – permitiu um clima mais intimista, necessário para a performance das canções e contou com a colaboração de grandes artistas: Anderson Pessoa no saxofone, Eduardo Taufic no piano e Ramon Gabriel na percussão. O Show acontece em comemoração ao dia internacional da Dança e, por isso, convida também a Dançar com uma seleção de músicas que trazem muito samba, côco, ciranda, samba-jazz e uma pitada de blues. Show – Águas, de Patrícia Leal Quando: 29/04/26 Aonde: Mahalila Horário: 20h Contribuição artística

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Skarimbó lança “Dunares” e firma um novo momento de sua trajetória artística

Redação

Com sonoridade orgânica e construção visual integrada, o disco evidencia o amadurecimento do grupo após mais de dez anos de caminhada Depois de mais de uma década de trajetória, a banda Skarimbó chega a um novo momento com o lançamento de “Dunares”, disco que estreia hoje, 27 de abril, nas plataformas digitais. O trabalho firma um momento de consolidação artística do grupo e evidencia um estágio mais maduro de sua identidade musical, em que a força rítmica, a densidade poética e a organicidade da execução aparecem em equilíbrio raro. “Dunares” nasce como obra de percurso. Seu título não funciona apenas como referência paisagística ou geográfica, embora a presença das dunas, tão constitutiva da experiência de viver e se deslocar em Natal, seja decisiva para a imaginação do álbum. A imagem central aqui é a da travessia. A caminhada entre escassez e abundância, aridez e horizonte, esforço e chegada. É desse movimento, ao mesmo tempo físico e existencial, que o disco retira sua espinha dorsal. Nas palavras de Geraldo Gondim, cantor e compositor da banda, o álbum sintetiza uma reflexão antiga do Skarimbó sobre a condição humana e suas dualidades, entre altos e baixos da vida, escassez e abundância, chegadas e partidas, secura e mar. Parte importante das composições foi escrita num período em que o artista vivia em Tabatinga, território cercado por dunas, de onde veio não só a ambiência do disco, mas também a percepção mais nítida desse contraste entre dureza e promessa, entre o caminho difícil e o que se revela depois dele. Para o artista, lançar o disco também é celebrar a permanência e a reinvenção de um grupo que, ao longo de doze anos, vem sustentando sua chama criativa em meio aos desafios de produzir música autoral em Natal.  Essa dimensão simbólica encontra ressonância direta na arquitetura sonora do álbum. Segundo a produtora executiva Babi Baracho, “Dunares” representa uma virada de chave e marca uma consistente transição de amadurecimento musical e identidade do grupo. De um lado, o disco mantém o chão areado, o pulso telúrico e a energia percussiva fincada na terra e nas tradições. De outro, se abre para composições atravessadas por reflexão existencial, espiritualidade e densidade emocional. O resultado é uma obra que não se acomoda numa leitura única: ela pulsa entre o corpo e o pensamento, entre a celebração e a consciência, entre o rito coletivo e a elaboração íntima.  O processo de criação...

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Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

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Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

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Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

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Terças Clássicas divulga resultado do “Concurso Jovens Solistas” durante live nesta terça

25/05/2020|

O “Concurso Jovens Solistas OSRN”, que faz parte do Projeto Movimento Sinfônico, da Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte – OSRN, com direção artística do Maestro Linus Lerner e produção da Mapa Realizações Culturais divulga o resultado nesta terça (26) durante apresentação do Terças Clássicas ao Vivo com o Maestro, a partir das 20h através dos canais do YouTube e Facebook. O público pode votar pelo site da OSRN a partir das 9h desta terça. O concurso possui duas etapas: Estadual e Nacional. A primeira etapa teve inscrições abertas até a última sexta-feira (22), obtendo 18 inscritos, aos quais 12 estavam habilitados, seguindo todo o regulamento, a exemplo de ser natural no Rio Grande do Norte, para instrumentistas de 12 a 28 anos, e cantores e cantoras entre 12 a 30 anos, e ainda no caso de cantores (as) que enviassem árias de Ópera. Mediante condicionamento, a Comissão Avaliadora, composta pela Direção Artística e Chefes de Naipe da OSRN, analisou os vídeos enviados pelos 12 inscritos habilitados e aprovou sete candidatos para concorrer a final, sendo eles: Artêmio Monteiro (Clarineta) – Pau dos Ferros; Diego Paixão (Violoncelo) – Natal; Fábio Marques (Flauta Transversal) – Natal; Joelson Temoteo (Clarineta) –...

Mestre Oliveira

25/05/2020|

Ao vivo no Youtube e Facebook o rabequeiro potiguar Caio Padilha promove conversas sobre o patrimônio imaterial da cultura brasileira em torno da música de rabeca. Rabequeiros e estudiosos de todo o Brasil se revesam em uma série de sete episódios do talkshow mediado por Marcuse de França. O primeiro episódio foi “O Agreste de Fabião das Queimadas” que uniu os conhecimentos de Caio Padilha sobre o primeiro rabequeiro do Potengi à pesquisa de Alício Amaral e Juliana Pardo da Cia Mundu Rodá (SP), que já circulou com o espetáculo teatral “Memórias da Rabeca” e “Rabeca Primeira Sonora”. Também contribuíram com o debate os estudiosos Agostinho Lima – renomado etnomusicólogo – e Irani Medeiros – biógrafo de Fabião das Queimadas, rabequeiro que no séc. XIX comprou sua própria alforria através de sua arte. Caio Padilha ainda planeja mais seis episódios mensais tentando reunir nomes importantes como Beto Lemos, Renata Rosa, Maciel Salú e Antônio Nóbrega a diversos outros artistas e estudiosos não tão conhecidos do grande público. Os temas variados giram em torno dos seguintes títulos: “Dramaturgias da Rabeca no Teatro Brasileiro”; “Dançares e Cantares da Rabeca Brasileira”; “Mulheres Rabequeiras no Brasil”; “Fronteiras entre o Violino e a Rabeca”; “A...

Confira a programação cultural na plataforma digital da Prefeitura

24/05/2020|

Está no ar a quarta semana de programação cultural da plataforma digital “Cultura na Cidade”, da Prefeitura do Natal. A cada semana os potiguares podem conferir a produção local de audiovisual, teatro, shows, cultura popular e muito mais. Lazer de qualidade no Youtube para a quarentena dos natalenses. Através do canal oficial da Prefeitura do Natal no Youtube a população tem acesso aos projetos patrocinados pela Prefeitura nos últimos anos através de Editais, Leis de Incentivo, Fundo Municipal de Cultura e Eventos Tradicionais realizados. Além disso, a classe artística e produtiva também participa do projeto através de convocatórias, onde o conteúdo cultural fica à disposição da população nesta quarentena. Confira a programação cultural que está no ar para esta semana. A programação está logo abaixo. Portal Cultura Natal Essa convocatória municipal rendeu críticas de parte da classe artística. O argumento é que os vídeos postados no canal da Prefeitura se revertem em visualizações e monetização para o próprio órgão público e não aos artistas que cederam sua arte aos vídeos. Diante desse quadro, o produtor cultural André Maia sugeriu criar um canal alternativo também no youtube chamado Portal Cultura Natal. Nele os vídeos dos artistas são colocados em playlists que...

Tem Tributo a Belchior em live nesta segunda com Rafa Barros

24/05/2020|

Lembra aquele tributo a Belchior que balançou o chão do Beco da Lama meses atrás e está, inclusive, entre os posts mais acessados do nosso blog tamanha a empatia do público com a proposta? Pois vai ter uma live nesta segunda-feira (25), às 18h, pelo instagram @tributobelchiornatal, com Rafa Barros e participação da cantora Analuh Soares em homenagem ao mais querido bigodudo do Brasil. Outra novidade é que além de saudade, bate papo e muita música a galera irá sortear também uma camisa da Vai de Quincas e três welcome drinks do Raimundos Pub para as pessoas que contribuírem voluntariamente com a Live. Contribuindo com qualquer valor você já concorre a uma das camisas que estão disponíveis no estoque atual da marca; e a cada R$ 10 é gerado novo cupom para aumentar suas chances. Já conhece nosso canal Papo Cultura TV? Clique AQUI.

Premiado filme ‘Nada Foi Em Vão’ está disponível por 7 dias

24/05/2020|

O premiado curta-metragem ‘Nada Foi Em Vão’, do cineasta e crítico de cinema Sihan Felix está disponível para assistir gratuitamente por uma semana. Esta é uma promoção do projeto Kurta na Kombi #EmCasa. O filme é uma fábula sobre o maior sentimento que pode unir duas pessoas. O curta foi premiado na edição do Cine Fest RN, em Natal, em 2018. O vídeo está disponível pela plataforma Vimeo. Só clicar AQUI. O Kurta na Kombi também entrevistou o autor, Sihan Felix, na última sexta-feira, em live transmitida pelo facebook do projeto. Para assistir na íntegra a entrevista, só clicar AQUI.

som sem plugs edital

22/05/2020|

O projeto Som Sem Plugs divulga os nomes dos selecionados para o edital “Música Transforma 2020”. No total foram mais de 100 inscritos de todo o estado do Rio Grande do Norte nos mais variados estilos musicais. Após a curadoria técnica, foram escolhidos 30 artistas/bandas que participaram da votação popular on-line e, com mais de 190 mil votos, o SSP já tem os cinco artistas/bandas mais votados que farão parte da temporada e que vão receber cachê, consultoria, prêmios exclusivos e apresentação via live pelo Instagram do projeto. O edital disponibilizou três categorias, sendo “Geral, Instrumental e Temática (com o tema do edital)”. Portanto, conheça agora o nome dos selecionados que farão parte da temporada de lives. Categoria Autoral Geral: 1º lugar – 23.372 votos – Maria Fxntes (live e cachê); 2º lugar – 19.647 votos – Marcus Vinícius (live e cachê); 3º lugar – 15.660 votos – Breno Slick (live e cachê); Categoria Autoral Instrumental: 1º lugar – 12.967 votos – Regional Choro da Terra (live e cachê). Categoria Autoral Temática: 1º lugar – 27.271 votos – Júlio Lima (live e cachê). Além desses nomes, outros cinco foram premiados com cachê. Sendo o 4º, 5º e 6º lugar da...

Plutão Já Foi Planeta lança versão para o hit potiguar “O Roqueiro e a Hippie”

22/05/2020|

A banda Plutão Já Foi Planeta é conhecida pelo seu repertório autoral que mistura indie, rock e pop, que pode ser ouvido em dois álbuns de estúdio e diversos singles. Versões de músicas de outros artistas, os chamados covers, já permearam os shows do grupo no início da carreira, mas logo desapareceram à medida em que a banda lançava canções próprias. Em 2020, no entanto, Plutão dá um pulo no passado e se dedica a gravar uma canção originalmente lançada por Talma&Gadelha, banda também de Natal. A música escolhida foi “O Roqueiro e a Hippie”, uma das canções mais populares nas plataformas de streaming do grupo Talma&Gadelha, que sob a produção de Plutãoganhou um arranjo de reggaeton, dançante e melódico na mesma medida. Quem comanda os vocais é a vocalista do grupo, Natália Noronha. “É a nossa forma de homenagear uma banda que admiramos e, mais do que isso, fez parte da formação musical e da vida da galera mais jovem em Natal em meados de 2011, 2012. Também é uma maneira de mostrar nosso amor pela cidade”, comenta Natália. A cantora complementa que “O Roqueiro e a Hippie” é apenas uma das músicas que ganharão versões de Plutão Já...

Dodora

22/05/2020|

O projeto Diálogos Culturais deste sábado (23/05), a partir das 17h, promovido pela Fundação José Augusto, traz a cantora Dodora Cardoso que cantará e contará histórias de 40 anos de carreira dedicados aos clássicos da Música Popular Brasileira. A transmissão será realizada no perfil @culturarn do instagram e pelo Facebook da FJA. A ação integra o projeto #toemcasatonarede que incentiva as pessoas a ficarem em suas residências para o enfrentamento à pandemia da COVID 19. Dodora Cardoso Considerada um ícone da música norte-riograndense, Dodora é natalense, mas radicou-se muitos anos em Caicó. Consolidou sua carreira participando das principais bandas de baile dos anos 70, 80 e 90. Durante sua trajetória se apresentou em todas as capitais do Nordeste e em 90% dos municípios norte-riograndenses. Atualmente em carreira solo, se apresenta nos principais palcos da cidade de Natal, como uma das mais prestigiadas cantoras de samba do Estado. Realizou a abertura dos shows de grandes nomes da música nacional, como Martinho da Vila, Toni Garrido, Fafá de Belém e Benito de Paula. A cantora tem sete CDs gravados até o momento. FOTO: Elias Medeiros Siga o canal do Papo Cultura no youtube!

sihan felix

22/05/2020|

É produtor audiovisual, cineasta ou, principalmente, um amante do cinema? Quer dicas de ótimos filmes para curtir nesse período de isolamento ou conferir um papo sobre crítica e produção cinematográfica de ontem e de hoje? Assista a live de logo mais à noite, às 19h, com o crítico de cinema Sihan Felix, colunista deste Papo Cultura. A live será promovida pelo projeto Kurta na Kombi #EmCasa, pela página @ProjetoKurtanaKombi no Facebook. Sihan Felix é professor, pós-graduado em cinema e atuante como crítico desde 2008, sendo membro da Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro (ACCRJ) e cofundador e atual presidente da Associação de Críticos de Cinema do RN (ACCiRN). Participa como curador e jurado em festivais e, paralelo à crítica, é compositor, montador, roteirista, diretor e produtor, com músicas e curtas-metragens selecionados e premiados dentro e fora do país. Confira a página com todos os textos de Sihan Felix aqui no Papo Cultura!

plutao ja foi planeta

21/05/2020|

A esperada live da banda Plutao Já Foi Planeta acontece neste sábado, às 19h, pelo Festival Fica em Casa, e o melhor, com um propósito solidário: 50% das doações efetuadas durante a apresentação serão revertidas para o Hospital Infantil Varela Santiago, mantido de forma filantrópica. A transmissão será pelo canal oficial da banda. O Plutão Já Foi Planeta é uma banda de Natal, fundada em 2013 e com o primeiro trabalho de estúdio lançado no ano seguinte, intitulado ‘Daqui Pra Lá’. Já com esse disco participaram de festivais como Rock in Rio e Lollapalooza. Também ganharam prêmios como Troféu Cultura e Prêmio Hangar de Música. Mas a visibilidade nacional veio com o vice-campeonato no reality show SuperStar, da Rede Globo. Logo depois, em março de 2017, lançaramos o segundo álbum, intitulado ‘A Última Palavra Feche a Porta’, em parceria com o selo Slap da Som Livre. A produção musical ficou por conta de Gustavo Ruiz (Tulipa Ruiz e Trupe Chá de Boldo), e com as participações de Maria Gadú e Liniker, interpretando “Duas” e “Insone”, respectivamente. Atualmente a banda mora em São Paulo (SP) e faz a turnê do novo disco.

Miles Davis, as cidades e um relógio na madrugada

21/05/2020|

O guitarrista Carlos Santana descreve a única música que ocupa todo o lado b do disco Bitches Brew, lançado em 1969 pelo trompetista americano Miles Davis, dizendo que é possível ouvir o trompete de Davis ecoando pelos prédios de Nova York às 3 da manhã, como se a cidade formasse um “imenso cânion de edifícios”. Essa cena poética descrita por Santana dá as dimensões não apenas do que é a música de Miles Davis, mas também o que é a ideia imensa que se esconde por trás das cidades. Andar pelas ruas de um lugar é como ouvir Bitches Brew, seja em Nova York, São Paulo, Natal, Currais Novos ou Santa Cruz. Fotografar essas cidades é sempre a esperança de fazer ecoar o trompete de Davis através de imagens que o olho do fotógrafo vê e sua câmera tenta tornar perene. Claro que essa é sempre uma tentativa frustrada, afinal aquelas notas iniciais do sopro de Miles se sobrepondo ao som do prato de Lenny White não podem ser repetidas por ninguém, em nenhuma expressão artística. Bitches Brew é uma utopia de 26 minutos, tocada em sua maior parte de improviso, que ecoa por todas as cidades do mundo, inclusive...

Autor potiguar escreve romance em tempo real durante quarentena

21/05/2020|

“Um provável homem doce”. Esse é o nome do experimento literário que o escritor potiguar Tullio Andrade está realizando em suas redes sociais. “A ideia é escrever um romance em tempo real, quase um reality show literário, no qual o desenrolar dos acontecimentos na vida das personagens se confundem com os fatos que vão acontecendo no mundo real”, explica o autor, A iniciativa entrou no ar no começo de março e de lá pra cá vem incorporando no cotidiano das personagens elementos da vida real, como a pandemia do Coronavírus. O enredo se concentra na relação entre um Designer que acabou de completar seus 40 anos está reavaliando sua vida e suas relações, especialmente sua relação com a única filha. “Eu tinha a ideia de um núcleo inicial para tratar de certos temas que devem ser o centro do romance, as relações entre pessoas. Nesse panorama, a proposta é usar a realidade de coisas que eu me deparo no dia a dia para costurar o enredo quase de improviso com esses fatos que vão acontecendo”, explica. No entanto, segundo o autor, não estava prevista a pandemia pela Covid-19, então a história, respeitando os fatos do cotidiano, incorporou esse fato ao...

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