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Rubens Saraceni

A Umbanda Sagrada na Umbanda

Coluna Okê Umbanda! #04 Depois de apresentarmos as principais vertentes da Umbanda, chegamos à linha que norteará todas as nossas discussões a cerca de temas onde se mostre a visão

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Coffee IPA: a junção de dois mundos

Olá, cervejeiros! Saudações! O tema de hoje da nossa coluna será sobre India Pale Ale (IPA), um dos estilos mais queridos da atualidade. Mas não versará sobre qualquer IPA, ou

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Para amanhecer poesia de José Bezerra Gomes

BALADA DO HOMEM PODRE RESSUCITADO Estendo-me nos braços Sou Ele… Sou Ele…   Deploro ressuscitado o filho anjo desprotegido morto insepulto pagão.   Choro ressuscitado filha esquelética desnaturada órfã de

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Barracas de Tourinhos são reconhecidas como Patrimônio Cultural do RN dois anos após demolição

Redação

Reconhecimento oficial contrasta com abandono: Enquanto obras dos novos quiosques seguem paradas e famílias resistem sem apoio local, barracas de Seu Luiz e do Dadá recebem reconhecimento oficial e pescador é homenageado como Guardião da Pesca Artesanal Dois anos após a demolição das tradicionais barracas da Praia de Tourinhos, em São Miguel do Gostoso, a realidade das famílias afetadas segue marcada pela incerteza e pela ausência de soluções definitivas. Em contraste com esse cenário, o Estado do Rio Grande do Norte reconheceu oficialmente a importância das barracas de Seu Luiz Pescador e do Dadá como Patrimônio Cultural e Turístico do RN. A conquista se deu por meio de leis estaduais sancionadas em março de 2026, a partir de proposições da deputada estadual Divaneide Basílio, em articulação iniciada pela documentarista e produtora cultural Mônica Mac Dowell, no contexto ampliado do projeto Faces do Reduto. Mais do que estruturas físicas, as barracas representam um modo de vida ligado à pesca artesanal, à gastronomia local e ao turismo de base comunitária – elementos que ajudaram a consolidar Tourinhos como um dos destinos mais emblemáticos do litoral potiguar. Reconhecimento em meio ao abandono Em março de 2024, as barracas foram demolidas com a promessa de urbanização da orla e construção de novos quiosques no prazo de seis meses. Dois anos depois, as obras seguem sem conclusão. Sem alternativa, as famílias passaram a trabalhar em estruturas improvisadas para garantir a sobrevivência. Desde então, enfrentam condições precárias, sem acesso a indenização, crédito ou reassentamento digno. A destruição das barracas representou não apenas a perda de renda, mas a ruptura de um sistema cultural e econômico construído ao longo de décadas, baseado na pesca artesanal e na hospitalidade comunitária. “Não estamos falando apenas de barracas, mas de um sistema cultural vivo, que envolve pesca artesanal, gastronomia e turismo de base comunitária. Essas estruturas foram fundamentais para colocar Tourinhos no mapa do turismo e são reconhecidas por visitantes de várias partes do mundo. E a pesca artesanal só não desapareceu dali porque Seu Luiz continua resistindo, mantendo viva uma tradição que atravessa gerações”, afirma Mônica Mac Dowell. Seu Luiz: memória viva e guardião da tradição Nesse contexto, Seu Luiz Pescador recebeu uma Moção de Aplauso da Assembleia Legislativa do RN como Guardião da Pesca Artesanal em Tourinhos, reforçando o reconhecimento de sua trajetória e da importância de seu saber ancestral. Nascido na própria Praia de Tourinhos, Seu Luiz é hoje o único pescador...

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Bárbaro Xavier

Ator potiguar Bárbaro Xavier conquista Cannes com dupla seleção inédita

Redação

O ator potiguar Bárbaro Xavier vive um dos momentos mais expressivos de sua trajetória artística. Após participações em três produções da TV Globo — Vale Tudo (2025), Três Graças (2026) e Guerreiros do Sol (2026) — e atualmente em cartaz nos cinemas com papel de destaque em Máfia de Pelúcia, o artista agora celebra um feito raro: a presença em duas produções selecionadas para o Festival de Cannes, o mais prestigiado evento do cinema mundial. As obras integram mostras distintas, reforçando não apenas a versatilidade do ator, mas também a potência do audiovisual brasileiro em diferentes linguagens e formatos. “Dark Corners 2: Safira’s Curse” (Cantos Escuros: A Maldição de Safira) No longa dirigido por Henrique Nuzzi, Bárbaro Xavier interpreta Hermes, cameraman e fiel escudeiro da protagonista Beatriz (vivida por Ananda Scaravelli). Gravado em Goiânia, o filme dá continuidade à saga Dark Corners: The Legacy of Pietra. A produção foi anunciada pela Variety como parte da seção Fantastic Cuts, dentro do VDF Showcase no Marché du Film, com exibição prevista para 18 de maio. Na narrativa, Hermes ocupa papel estratégico: como presença constante e observador direto dos acontecimentos, ele estabelece uma ponte entre o olhar documental e a atmosfera sobrenatural que atravessa o filme. Sua atuação contribui para tensionar elementos como tecnologia e ancestralidade, eixo central da obra. “Laser-Gato” Além do longa, Bárbaro Xavier também integra o elenco do curta Laser-Gato, dirigido por Lucas Acher, selecionado para a mostra La Cinef, dedicada a novos talentos do cinema mundial. A obra acompanha um adolescente em uma deriva noturna por São Paulo, em encontros que ressignificam sua percepção da cidade e de si mesmo. Entre 2.750 inscrições, Laser-Gato foi o único representante brasileiro selecionado para a categoria, um indicativo da força e da originalidade da nova geração de cineastas do país. Um marco de projeção internacional A dupla presença de Bárbaro Xavier em Cannes — em um longa de gênero com circulação internacional e em um curta autoral na principal mostra de novos talentos do festival — evidencia a amplitude de sua atuação e o alcance do cinema brasileiro contemporâneo. Com repercussão na imprensa nacional e internacional, incluindo veículos como a CNN Brasil, o ator potiguar consolida-se como um nome em ascensão no cenário audiovisual, transitando com consistência entre diferentes propostas estéticas e narrativas. Mais do que um reconhecimento individual, o feito também projeta o Rio Grande do Norte no mapa do cinema...

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Mostra Macambira abre inscrições para filmes que irão compor sua quarta edição

Redação

Estão abertas as inscrições para a Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero, iniciativa que visa difundir e promover diálogos sobre a produção audiovisual dirigida por realizadoras (cis, trans, travestis) e pessoas gênero-dissidentes. A quarta edição da Mostra acontece de 26 a 28 de junho na Casa da Ribeira, em Natal. A programação conta com a Mostra Nacional e a  Mostra Potiguar, com filmes que estão sendo realizados na contemporaneidade por perspectivas que historicamente foram subalternizadas e invisibilizadas no campo do cinema. As inscrições para a nova edição da Mostra seguem abertas até 11 de maio no site http://www.mostramacambira.com.br. Estão aptos para a inscrição curtas e médias-metragens brasileiros com duração máxima de 25 minutos, finalizados a partir de janeiro de 2024. Os filmes devem ser, obrigatoriamente, dirigidos ou codirigidos por mulhereridades (cis, trans, travestis) e pessoas dissidentes de gênero (homens trans, pessoas transmasculinas, não binárias, gênero fluido, agênero), sendo necessário o preenchimento da identidade de gênero da direção no campo correspondente do formulário de inscrição. A seleção dos filmes será realizada pela equipe de Curadoria da Mostra Macambira segundo critérios definidos pela linha curatorial que contempla as mais diversas subjetividades de mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, de modo a incorporar novas imagens ao campo do cinema. A 4ª edição da Mostra Macambira é produzida pela Salobra Filmes, Ebó Filmes e OXÊ Filmes. Este evento é realizado através do Edital de Fomento ao Audiovisual e Jogos Eletrônicos 10/2024, lançado pela Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. Sobre a Mostra Macambira A Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero é uma janela de exibição surgida no estado do Rio Grande do Norte (RN) em 2020. Tendo o marcador social de gênero como ponto de partida, o evento tem como objetivo difundir e debater, de maneira gratuita, obras audiovisuais brasileiras e potiguares dirigidas por mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, buscando contribuir com a fissura de um regime representacional que contemple a diversidade de olhares, a partir de uma perspectiva interseccional. InformaçõesInscrições: De 27/04 a 11/05Regulamento e ficha de inscrição: http://www.mostramacambira.com.brRedes sociais: @mostramacambira

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Patrícia Leal celebra Dia da Dança com poesia, música e fragrância no show Águas

Redação

Nesta quarta-feira (29), a artista, bailarina, cantora, poeta e perfumista Patrícia Leal realiza o Show ÁGUAS, celebrando o dia internacional da Dança no Mahalila Café e Livros, com um trabalho totalmente autoral a partir de seu EP Águas, mas também com músicas de seu Álbum anterior Continua…, além de canções inéditas. Acompanhada por grandes músicos, a formação conta com o saxofone de Anderson Pessoa, o piano de Eduardo Taufic e a percussão de Ramon Gabriel. Celebrando a Dança, o show é proposto com o melhor dos ritmos brasileiros com muito swing do samba, ijexá, côco, ciranda… deixando até nas letras o convite: “tira o sapato, vamos dançar onde for…” ÁGUAS é um trabalho que se iniciou no final da pandemia e reflete sobre as emoções, sentimentos vividos nesse período e na relação da autora com as águas internas, emocionais e com as águas externas, seja o Mar, sejam as cachoeiras, os rios. As coreocanções nascem da necessidade de reaproximação com o si, com a natureza, após um longo período de isolamento, da necessidade de compreender os próprios sentimentos e da compreensão que somos natureza. A artista realmente visitou locais de mar aberto em Natal, Pipa, São Miguel do Gostoso, como também cachoeiras em locais mais fechados e de floresta em Delfinópolis, Minas Gerais, que trouxeram o movimento necessário para as melodias, para a poesia e para as fragrâncias tão peculiares ao processo de criação da artista. Além do EP, a artista criou duas fragrâncias “Concha” e “Rainha”, que levam o nome de duas músicas do trabalho. A formação escolhida para o trabalho – sax, piano e percussão – permitiu um clima mais intimista, necessário para a performance das canções e contou com a colaboração de grandes artistas: Anderson Pessoa no saxofone, Eduardo Taufic no piano e Ramon Gabriel na percussão. O Show acontece em comemoração ao dia internacional da Dança e, por isso, convida também a Dançar com uma seleção de músicas que trazem muito samba, côco, ciranda, samba-jazz e uma pitada de blues. Show – Águas, de Patrícia Leal Quando: 29/04/26 Aonde: Mahalila Horário: 20h Contribuição artística

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Skarimbó lança “Dunares” e firma um novo momento de sua trajetória artística

Redação

Com sonoridade orgânica e construção visual integrada, o disco evidencia o amadurecimento do grupo após mais de dez anos de caminhada Depois de mais de uma década de trajetória, a banda Skarimbó chega a um novo momento com o lançamento de “Dunares”, disco que estreia hoje, 27 de abril, nas plataformas digitais. O trabalho firma um momento de consolidação artística do grupo e evidencia um estágio mais maduro de sua identidade musical, em que a força rítmica, a densidade poética e a organicidade da execução aparecem em equilíbrio raro. “Dunares” nasce como obra de percurso. Seu título não funciona apenas como referência paisagística ou geográfica, embora a presença das dunas, tão constitutiva da experiência de viver e se deslocar em Natal, seja decisiva para a imaginação do álbum. A imagem central aqui é a da travessia. A caminhada entre escassez e abundância, aridez e horizonte, esforço e chegada. É desse movimento, ao mesmo tempo físico e existencial, que o disco retira sua espinha dorsal. Nas palavras de Geraldo Gondim, cantor e compositor da banda, o álbum sintetiza uma reflexão antiga do Skarimbó sobre a condição humana e suas dualidades, entre altos e baixos da vida, escassez e abundância, chegadas e partidas, secura e mar. Parte importante das composições foi escrita num período em que o artista vivia em Tabatinga, território cercado por dunas, de onde veio não só a ambiência do disco, mas também a percepção mais nítida desse contraste entre dureza e promessa, entre o caminho difícil e o que se revela depois dele. Para o artista, lançar o disco também é celebrar a permanência e a reinvenção de um grupo que, ao longo de doze anos, vem sustentando sua chama criativa em meio aos desafios de produzir música autoral em Natal.  Essa dimensão simbólica encontra ressonância direta na arquitetura sonora do álbum. Segundo a produtora executiva Babi Baracho, “Dunares” representa uma virada de chave e marca uma consistente transição de amadurecimento musical e identidade do grupo. De um lado, o disco mantém o chão areado, o pulso telúrico e a energia percussiva fincada na terra e nas tradições. De outro, se abre para composições atravessadas por reflexão existencial, espiritualidade e densidade emocional. O resultado é uma obra que não se acomoda numa leitura única: ela pulsa entre o corpo e o pensamento, entre a celebração e a consciência, entre o rito coletivo e a elaboração íntima.  O processo de criação...

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Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

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Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

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Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

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luisa nascim

01/06/2020|

Com o lançamento do álbum Jaguatirica Print (Natura Musical/Rizomarte, 2019) Luísa e os Alquimistas conquistaram a audiência de um público amplo que transita entre os universos pop, alternativo e brega, movimento que a própria banda pratica com desenvoltura em sua estética sonora e visual. Dando continuidade a essa mistura, a banda lançou nas plataformas digitais a música ‘Aquela Saudade’, em parceria com o produtor musical Lerry. Baiano radicado em São Paulo, Lerry atua como DJ e apresentou sua composição à cantora Luísa Nascim ainda em 2018. Desde então já estava certo que em algum momento a faixa seria desenvolvida pela banda e lançada como single. A identidade visual ficou por conta da Mole Enterprise, responsável pela produção dos videoclipe de ‘Furtacor’ e ‘Cadernin’. As medidas de distanciamento social provocadas pelo COVID-19 tornaram o momento propício para finalizar a produção da música, já que a agenda de shows da banda está temporariamente suspensa. O resultado é um arrocha baiano com uma dose extra de graves no melhor estilo dubwise, guitarra suingada do começo ao fim e muita envolvência na interpretação de Luísa Nascim. Música pra lembrar daquela paixão súbita que deixou saudades e enviar no inbox pra todes webnamorades que essa...

debinha ramos

30/05/2020|

O potiguar Debinha Ramos, um dos maiores nomes do samba potiguar, vai realizar uma live solidária neste sábado (30), a partir das 17h, no seu canal no YouTube. O show do artista visa arrecadar cestas básicas para famílias carentes de Natal. No repertório, músicas autorais e os maiores sucessos do samba de grandes nomes da música popular brasileira. “A ideia é levar música de qualidade para os lares e ao mesmo tempo fazer nossa parte ajudando as pessoas. Então esperamos todo mundo para aumentar o som e sambar com a gente”, ressaltou Debinha. A entrega dos donativos deve ser realizada na AABB, localizada na Avenida Hermes da Fonseca, 1017, Tirol.

Leide Câmara

29/05/2020|

A história da música potiguar em destaque neste sábado (30/05), a partir das 17h na live Diálogos Culturais, promovida pela Fundação José Augusto (FJA) através de uma entrevista com a pesquisadora e arte-educadora Leide Câmara. A escritora abordará a obra de importantes autores e intérpretes do cancioneiro norte-rio-grandense. Leide Câmara é autora, entre outras obras, do livro “Dicionário da Música do Rio Grande do Norte’ (2001), que apresenta informações sobre a produção musical do Estado de várias décadas. A transmissão será realizada no perfil @culturarn do instagram e pelo Facebook da FJA. A ação integra o projeto #toemcasatonarede que incentiva as pessoas a ficarem em suas residências para o enfrentamento à pandemia da COVID 19. Leide Câmara Nascida em Patu, a pesquisadora coordenou o Festival de Artes de Natal em 1988. Dentre seus trabalhos é sócia fundadora da Associação nordestina de Arte-Educadores, fundadora da Federação dos Arte-Educadores do Brasil e representante da FAEB no Conselho Latino americano de Educação através da Arte. Coordenou o projeto Zé Menininho, apresentando música e poesia nos bairros de Natal. Em 2001 lançou o Dicionário da Música do Rio Grande do Norte, trabalho iniciado em 1996 e que resultou na mais completa catalogação da música...

Allan Cedrak

29/05/2020|

Hoje, sexta-feira, tem bate-papo sobre audiovisual com o ator e diretor Allan Cedrak, potiguar hoje radicado no Rio de Janeiro. A live acontece às 19h pelo projeto #KurtanaKombiEmCasa, no instagram @kurtanakombi. Na oportunidade, Allan vai disponibilizar para livre acesso o curta-metragem ‘O Voo do Pássarso Multicor’. Esse filme, de 2011, teve apenas duas exibições em Natal. Pouco depois de concluído, Allan se mudou para o Rio, onde é professor de teatro, e faltou tempo para divulgação e mais exibições. O filme estará disponível no canal do youtube Allan Credrak 3000 a partir das 20h. O Voo do pássaro multicor O filme O Voo do pássaro multicor’ passeia pelo universo da personagem Rosa, senhora que sofre os transtornos iniciais do Alzheimer, ex-palhaça. Seu maior desejo é voltar para a rua e retomar suas apresentações. É neste mundo de esquecimentos, de lembranças, de verdades e devaneios que Rosa junto com o menino Charle, portador de deficiência auditiva, vivem cenas inusitadas, trazendo à tona as alegrias, tristezas, capacidades e incapacidades que todos os seres humanos estão sujeitos à passar. ‘O voo do pássaro multicor’ conta com apoio da Taturana Filmes e Senac-Alecrim com trilha de Carlos Zens, Sapulha e Gustavo (Plutão já foi...

ela, ela, ela, ela… SHE!

29/05/2020|

Croniketa da Burakera #44, por Ruben G Nunes que essa mulher permaneça em mi vida como o sol permanece em certas manhãs de inverno ……. que venha naquele andar vaginal que se alonga na música antiga e faz estancar a vida ……. ……. “Oração de certas manhã de inverno” in Porra de Poemas Ruben G Nunes   Não sei quem são vocês Elas-de-mi-vida. Até hoje não sei direito. Anjas? Demônias?  Deusas?… anjasdemôniasdeusas? Quem são vocês mujeres de mi vida? Filhas de Gea? Sim, certamente filhas de Gea – a misteriosa deusa mítica que segundo   Hesíodo, o grande poeta épico grego, em sua Teogonia, séc. VIII aC, foi dela que surgiu a energia da VidaViva ordenada, e todos nós. Existimos todos graças à vaginaça parideira de Gea. Pois antes só existia o Cáos,, esse NadaInfinito, essa energia, morgadona, sem eira,  nem beira, sem identidade, nem entidade, impessoal. Essa energia estranha, bagunçada que nem bolsa de mulher. Quem sabe não seria o Cáos, em ente-não-ente. Talvez um trans-trans? Talvez um malandro cósmico? Ou então um traficante de sonhos, pura energia-vagabunda, eternamente dançando a macabra Dança da SolidãoInfinita? E depois, dançando a Dança da Vida, com Gea, sua outro-outra, misteriosamente surgida dele mesmo, do Cáos, um ser-sem-ser? Cáos e Gea… como...

graffitti

28/05/2020|

Tradicional arte urbana consagrada no mundo, o graffiti ganhou novos espaços em Natal, graças ao incentivo da Prefeitura do Natal, através de editais de fomento lançados pela Secretaria de Cultura. Os bairros de Candelária, Nordeste, Leningrado e Ribeira, receberam novos painéis grafitados por artistas potiguares selecionados através de edital. Além destas novas obras de arte, o espaço cultural Jesiel Figueiredo também ganhou novas pinturas. A política pública voltada para a arte urbana reuniu 20 artistas para os painéis dos bairros Candelária, Nordeste, Leningrado e Ribeira. Antes deles, a Prefeitura do Natal tinha revitalizado o espaço Ruy Pereira (Centro Histórico), com a participação de 30 artistas (além da reforma do espaço que está em andamento), Beco da Lama com 54 grafiteiros participando da ação inédita e ainda uma nova cara ao espaço cultural K Ximbinho (Rua Pax). Segundo o secretário de Cultura de Natal, Dácio Galvão, os novos painéis são uma sequência da aplicação de uma política pública que está consolidada: “As ações do graffiti fazem parte de uma ampla política pública que executou inclusive o Festival de Hip Hop na Zona Norte, painéis em Areia Preta, Espaço K Ximbinho e outras que serão executadas em Mãe Luiza e estão sendo...

murilo melo filho

27/05/2020|

Se fosse feita uma montagem dos principais acontecimentos históricos do século 20, Murilo Melo Filho estaria na foto em boa parte deles. Entrevistou, conviveu ou esteve com De Gaulle, Kennedy, Fidel Castro, Che Guevara, Jânio Quadros, Juscelino Kubistchek, João Goulard, Carlos Lacerda, Café Filho, Nixon e Gamal Aber Nasser. Cobriu as guerras do Vietnã e Camboja. Presenciou e até interferiu em momentos cruciais da história política brasileira. E até o dia hoje, data de seu falecimento aos 91 anos, vivia o descanso de um dos raros potiguares imortais da Academia Brasileira de Letras. No primeiro trimestre de 2012, eu, o jornalista Albimar Furtado e os intelectuais Afonso Laurentino Ramos e Ticiano Duarte fomos à aconchegante casa de veraneio de Murilo, à beira-mar da praia de Cotovelo, litoral sul potiguar. Uma tarde mansa de longo papo para publicação na edição 17 da revista Palumbo. A seguir, transcrevo alguns dos principais trechos da entrevista de 8 páginas inteiras. Excluí as perguntas e coloquei tópicos. As transcrições abaixo tentam traçar um panorama linear da carreira do jornalista Murilo Melo Filho. Foi muita história para contar: De Natal a Nova Cruz “Eu trabalhava aqui na “República”, com 16 anos de idade, ao lado de...

Silvero Pereira

27/05/2020|

Um dos destaques do filme “Bacurau”, o ator cerarense Silvero Pereira, que interpretou o personagem Lunga, na película dos diretores Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, é o entrevistado desta quinta (28) a partir das 17h na live Diálogos Cultuais, promovida pela Fundação José Augusto (FJA). “Bacurau” foi rodado na comunidade da Barra, no município de Parelhas (RN), com uma pré-estreia para mais de duas mil pessoas na localidade em 22 de agosto de 2019, com apoio do Governo do Estado do Rio Grande do Norte. A live será transmitida no perfil @culturarn do instagram e pelo Facebook da FJA. A ação integra o projeto #toemcasatonarede que incentiva as pessoas a ficarem em suas residências para o enfrentamento à pandemia da COVID 19. A entrevista terá a mediação do Coordenador de Teatros da FJA, Ronaldo Costa. Silvero Pereira Silvero Pereira é ator, dramaturgo e diretor. Fundador do Coletivo As Travestidas (Fortaleza-CE). No Teatro atuou em mais de 30 peças e circulou por quase todo o território brasileiro, além de EUA e Alemanha. Seus principais trabalhos no Teatro são “BR-trans”, “Uma Flor de Dama” e “Quem tem medo de Travesti”. Na TV atuou na novela “A Força do Querer” e participou do...

slam mossoró - douglas costa

27/05/2020|

O Slam Mossoró, campeonato de poesia e performance, irá acontecer pela primeira vez no modo online, devido ao período de isolamento social. Esse evento de poesias autorais está marcado para o próximo domingo (31), às 19h. A competição terá transmissão pelo Facebook e Youtube, nas páginas do Sindicato dos Profissionais em Educação do RN (SINTE/RN – Regional Mossoró) e também do próprio Slam Mossoró. As inscrições antecipadas podem ser solicitadas na página do Instagram desse movimento cultural: @slammossoro. Apesar de o evento ser online, só serão aceitas inscrições de residentes de Mossoró. Premiação A pessoa vencedora irá receber uma premiação de R$ 250. A segunda colocação garante um valor de R$ 100, enquanto a terceira posição será premiada com R$ 50. O Slam Mossoró também irá garantir vaga para o Slam Viral Nacional, que será realizado entre os dias 6 e 7 de junho. O Slam Viral Nacional é uma competição que reúne slams de todo o Brasil, que se uniram para suprir a necessidade de poesia neste período de quarentena. Ao todo, 16 circuitos de slams estão inscritos na disputa e Mossoró é a única cidade do Rio Grande do Norte garantida na competição. O Slam Viral Nacional ainda...

movimento goto seco

26/05/2020|

Em face da vibração positiva contagiante do Papo Reggae durante os três dias do 13º Tributo a Bob Marley de Ceará-Mirim, realizado nos últimos dias 9, 10 e 11 de maio de forma on-line, em face da Pandemia, estreia nesta quarta (27), às 20h, o Programa Papo Reggae pelo instagram @reggae_jahmaica. O Papo Reggae será uma conversa semanal e informativa sobre a cultura reggae local e mundial. E no primeiro programa o convidado será Naldo Simião, vocalista da banda Garvey Música Reggae. Naldo é músico da UFRN e também Educador. O Papo Reggae é uma produção do projeto Reggae JaHmaica em parceria com o GOTO SECO Movimento Alternativo. A direção fica sob comando de Carlos ‘Ceagá’ Araújo. Simbora curtir um reggaezinho para borbulhar o sangue nesta quarta! SERVIÇO Programa Papo Reggae Quando: nesta quarta (27) Hora: 20h Onde:instagram @reggae_jahmaica

capilé

26/05/2020|

Tem mais uma edição do projeto Live Conexão com o cantor e compositor Yrahn Barreto e mais um convidado. Será nesta quarta-feira (27) pelo Instagram. O objetivo é bater um papo descontraído sobre música, trajetória e a produção atual. E o convidado da semana é o cantor e compositor Capilé (PB). Capilé contará um pouco sobre seu processo de composição e sobre seu carreira. Presença marcante nas micaretas do país Capilé tem como sobrenome a versatilidade, passeia entre vários estilos musicais e, como todo bom nordestino, o forró é uma de suas paixões que destacou ele na cena paraibana. Ele foi o primeiro cantor a se apresentar no parque do povo no tradicional São João de Campina Grande. O cantor iniciou sua vida profissional como jogador de futebol. Foi um amigo que descobriu seu talento para o canto e o violão aos 18 anos, e a partir dai Capilé não parou mais. SERVIÇO Live Conexão – RN / PB Dia: 27/05/2020 Hora: 16h Onde: Live no Instagram: @yrahnbarreto @capileledacuca

valéria oliveira sacrário

26/05/2020|

Nesta sexta-feira (29), às 17h, Valéria recebe em uma live, no seu perfil do Instagram @valeriaoliveiramusica, a cantora Leila Pinheiro para um bate-papo regado a música. Com um histórico de parceria com Leila com quem já dividiu o palco diversas vezes em Natal, e tendo uma de suas canções apresentada mais uma vez por Leila em sua live no último sábado, Valéria aproveitará a participação da cantora paraense para divulgar novidades do seu novo CD que está em processo de pré-produção. Desde o início do necessário isolamento social Valéria Oliveira vem levando sua arte às pessoas que permanecem em suas casas e, ao mesmo tempo, se mantendo ativa e criativa nesse período de quarentena por meio de frequentes lives que acontecem, ora no perfil do “Cores do Nosso Samba”, ora em seu perfil pessoal, com ênfase no projeto “Sacrário”. Sacrário Paralelamente à realização das lives e apesar do momento de incertezas, a cantora e compositora potiguar optou por dar continuidade ao projeto de gravação de seu novo CD “Sacrário” e segue compondo, à distância, com diversos parceiros e mostrando a produção em suas apresentações on-line, a exemplo do que fez ao longo de 2019 com os shows processo. Já participaram...

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