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10 perguntas à escritora-poeta Jania Souza

A escritora-poeta natalense Jania Souza é também artista plástica e articuladora cultural. É sócia em entidades literárias nacionais e internacionais, laureada com reconhecimento literário no Brasil e exterior. Escreve literatura

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barão-vermelho

Coragem, mostra tua cara

Não era a leveza do radinho FM, nem a rebeldia tipo zona sul, tampouco o colorido da tv pré-MTV ou o último refrão da banda mais recente a subir ao

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Barracas de Tourinhos são reconhecidas como Patrimônio Cultural do RN dois anos após demolição

Redação

Reconhecimento oficial contrasta com abandono: Enquanto obras dos novos quiosques seguem paradas e famílias resistem sem apoio local, barracas de Seu Luiz e do Dadá recebem reconhecimento oficial e pescador é homenageado como Guardião da Pesca Artesanal Dois anos após a demolição das tradicionais barracas da Praia de Tourinhos, em São Miguel do Gostoso, a realidade das famílias afetadas segue marcada pela incerteza e pela ausência de soluções definitivas. Em contraste com esse cenário, o Estado do Rio Grande do Norte reconheceu oficialmente a importância das barracas de Seu Luiz Pescador e do Dadá como Patrimônio Cultural e Turístico do RN. A conquista se deu por meio de leis estaduais sancionadas em março de 2026, a partir de proposições da deputada estadual Divaneide Basílio, em articulação iniciada pela documentarista e produtora cultural Mônica Mac Dowell, no contexto ampliado do projeto Faces do Reduto. Mais do que estruturas físicas, as barracas representam um modo de vida ligado à pesca artesanal, à gastronomia local e ao turismo de base comunitária – elementos que ajudaram a consolidar Tourinhos como um dos destinos mais emblemáticos do litoral potiguar. Reconhecimento em meio ao abandono Em março de 2024, as barracas foram demolidas com a promessa de urbanização da orla e construção de novos quiosques no prazo de seis meses. Dois anos depois, as obras seguem sem conclusão. Sem alternativa, as famílias passaram a trabalhar em estruturas improvisadas para garantir a sobrevivência. Desde então, enfrentam condições precárias, sem acesso a indenização, crédito ou reassentamento digno. A destruição das barracas representou não apenas a perda de renda, mas a ruptura de um sistema cultural e econômico construído ao longo de décadas, baseado na pesca artesanal e na hospitalidade comunitária. “Não estamos falando apenas de barracas, mas de um sistema cultural vivo, que envolve pesca artesanal, gastronomia e turismo de base comunitária. Essas estruturas foram fundamentais para colocar Tourinhos no mapa do turismo e são reconhecidas por visitantes de várias partes do mundo. E a pesca artesanal só não desapareceu dali porque Seu Luiz continua resistindo, mantendo viva uma tradição que atravessa gerações”, afirma Mônica Mac Dowell. Seu Luiz: memória viva e guardião da tradição Nesse contexto, Seu Luiz Pescador recebeu uma Moção de Aplauso da Assembleia Legislativa do RN como Guardião da Pesca Artesanal em Tourinhos, reforçando o reconhecimento de sua trajetória e da importância de seu saber ancestral. Nascido na própria Praia de Tourinhos, Seu Luiz é hoje o único pescador...

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Bárbaro Xavier

Ator potiguar Bárbaro Xavier conquista Cannes com dupla seleção inédita

Redação

O ator potiguar Bárbaro Xavier vive um dos momentos mais expressivos de sua trajetória artística. Após participações em três produções da TV Globo — Vale Tudo (2025), Três Graças (2026) e Guerreiros do Sol (2026) — e atualmente em cartaz nos cinemas com papel de destaque em Máfia de Pelúcia, o artista agora celebra um feito raro: a presença em duas produções selecionadas para o Festival de Cannes, o mais prestigiado evento do cinema mundial. As obras integram mostras distintas, reforçando não apenas a versatilidade do ator, mas também a potência do audiovisual brasileiro em diferentes linguagens e formatos. “Dark Corners 2: Safira’s Curse” (Cantos Escuros: A Maldição de Safira) No longa dirigido por Henrique Nuzzi, Bárbaro Xavier interpreta Hermes, cameraman e fiel escudeiro da protagonista Beatriz (vivida por Ananda Scaravelli). Gravado em Goiânia, o filme dá continuidade à saga Dark Corners: The Legacy of Pietra. A produção foi anunciada pela Variety como parte da seção Fantastic Cuts, dentro do VDF Showcase no Marché du Film, com exibição prevista para 18 de maio. Na narrativa, Hermes ocupa papel estratégico: como presença constante e observador direto dos acontecimentos, ele estabelece uma ponte entre o olhar documental e a atmosfera sobrenatural que atravessa o filme. Sua atuação contribui para tensionar elementos como tecnologia e ancestralidade, eixo central da obra. “Laser-Gato” Além do longa, Bárbaro Xavier também integra o elenco do curta Laser-Gato, dirigido por Lucas Acher, selecionado para a mostra La Cinef, dedicada a novos talentos do cinema mundial. A obra acompanha um adolescente em uma deriva noturna por São Paulo, em encontros que ressignificam sua percepção da cidade e de si mesmo. Entre 2.750 inscrições, Laser-Gato foi o único representante brasileiro selecionado para a categoria, um indicativo da força e da originalidade da nova geração de cineastas do país. Um marco de projeção internacional A dupla presença de Bárbaro Xavier em Cannes — em um longa de gênero com circulação internacional e em um curta autoral na principal mostra de novos talentos do festival — evidencia a amplitude de sua atuação e o alcance do cinema brasileiro contemporâneo. Com repercussão na imprensa nacional e internacional, incluindo veículos como a CNN Brasil, o ator potiguar consolida-se como um nome em ascensão no cenário audiovisual, transitando com consistência entre diferentes propostas estéticas e narrativas. Mais do que um reconhecimento individual, o feito também projeta o Rio Grande do Norte no mapa do cinema...

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Mostra Macambira abre inscrições para filmes que irão compor sua quarta edição

Redação

Estão abertas as inscrições para a Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero, iniciativa que visa difundir e promover diálogos sobre a produção audiovisual dirigida por realizadoras (cis, trans, travestis) e pessoas gênero-dissidentes. A quarta edição da Mostra acontece de 26 a 28 de junho na Casa da Ribeira, em Natal. A programação conta com a Mostra Nacional e a  Mostra Potiguar, com filmes que estão sendo realizados na contemporaneidade por perspectivas que historicamente foram subalternizadas e invisibilizadas no campo do cinema. As inscrições para a nova edição da Mostra seguem abertas até 11 de maio no site http://www.mostramacambira.com.br. Estão aptos para a inscrição curtas e médias-metragens brasileiros com duração máxima de 25 minutos, finalizados a partir de janeiro de 2024. Os filmes devem ser, obrigatoriamente, dirigidos ou codirigidos por mulhereridades (cis, trans, travestis) e pessoas dissidentes de gênero (homens trans, pessoas transmasculinas, não binárias, gênero fluido, agênero), sendo necessário o preenchimento da identidade de gênero da direção no campo correspondente do formulário de inscrição. A seleção dos filmes será realizada pela equipe de Curadoria da Mostra Macambira segundo critérios definidos pela linha curatorial que contempla as mais diversas subjetividades de mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, de modo a incorporar novas imagens ao campo do cinema. A 4ª edição da Mostra Macambira é produzida pela Salobra Filmes, Ebó Filmes e OXÊ Filmes. Este evento é realizado através do Edital de Fomento ao Audiovisual e Jogos Eletrônicos 10/2024, lançado pela Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. Sobre a Mostra Macambira A Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero é uma janela de exibição surgida no estado do Rio Grande do Norte (RN) em 2020. Tendo o marcador social de gênero como ponto de partida, o evento tem como objetivo difundir e debater, de maneira gratuita, obras audiovisuais brasileiras e potiguares dirigidas por mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, buscando contribuir com a fissura de um regime representacional que contemple a diversidade de olhares, a partir de uma perspectiva interseccional. InformaçõesInscrições: De 27/04 a 11/05Regulamento e ficha de inscrição: http://www.mostramacambira.com.brRedes sociais: @mostramacambira

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Patrícia Leal celebra Dia da Dança com poesia, música e fragrância no show Águas

Redação

Nesta quarta-feira (29), a artista, bailarina, cantora, poeta e perfumista Patrícia Leal realiza o Show ÁGUAS, celebrando o dia internacional da Dança no Mahalila Café e Livros, com um trabalho totalmente autoral a partir de seu EP Águas, mas também com músicas de seu Álbum anterior Continua…, além de canções inéditas. Acompanhada por grandes músicos, a formação conta com o saxofone de Anderson Pessoa, o piano de Eduardo Taufic e a percussão de Ramon Gabriel. Celebrando a Dança, o show é proposto com o melhor dos ritmos brasileiros com muito swing do samba, ijexá, côco, ciranda… deixando até nas letras o convite: “tira o sapato, vamos dançar onde for…” ÁGUAS é um trabalho que se iniciou no final da pandemia e reflete sobre as emoções, sentimentos vividos nesse período e na relação da autora com as águas internas, emocionais e com as águas externas, seja o Mar, sejam as cachoeiras, os rios. As coreocanções nascem da necessidade de reaproximação com o si, com a natureza, após um longo período de isolamento, da necessidade de compreender os próprios sentimentos e da compreensão que somos natureza. A artista realmente visitou locais de mar aberto em Natal, Pipa, São Miguel do Gostoso, como também cachoeiras em locais mais fechados e de floresta em Delfinópolis, Minas Gerais, que trouxeram o movimento necessário para as melodias, para a poesia e para as fragrâncias tão peculiares ao processo de criação da artista. Além do EP, a artista criou duas fragrâncias “Concha” e “Rainha”, que levam o nome de duas músicas do trabalho. A formação escolhida para o trabalho – sax, piano e percussão – permitiu um clima mais intimista, necessário para a performance das canções e contou com a colaboração de grandes artistas: Anderson Pessoa no saxofone, Eduardo Taufic no piano e Ramon Gabriel na percussão. O Show acontece em comemoração ao dia internacional da Dança e, por isso, convida também a Dançar com uma seleção de músicas que trazem muito samba, côco, ciranda, samba-jazz e uma pitada de blues. Show – Águas, de Patrícia Leal Quando: 29/04/26 Aonde: Mahalila Horário: 20h Contribuição artística

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Skarimbó lança “Dunares” e firma um novo momento de sua trajetória artística

Redação

Com sonoridade orgânica e construção visual integrada, o disco evidencia o amadurecimento do grupo após mais de dez anos de caminhada Depois de mais de uma década de trajetória, a banda Skarimbó chega a um novo momento com o lançamento de “Dunares”, disco que estreia hoje, 27 de abril, nas plataformas digitais. O trabalho firma um momento de consolidação artística do grupo e evidencia um estágio mais maduro de sua identidade musical, em que a força rítmica, a densidade poética e a organicidade da execução aparecem em equilíbrio raro. “Dunares” nasce como obra de percurso. Seu título não funciona apenas como referência paisagística ou geográfica, embora a presença das dunas, tão constitutiva da experiência de viver e se deslocar em Natal, seja decisiva para a imaginação do álbum. A imagem central aqui é a da travessia. A caminhada entre escassez e abundância, aridez e horizonte, esforço e chegada. É desse movimento, ao mesmo tempo físico e existencial, que o disco retira sua espinha dorsal. Nas palavras de Geraldo Gondim, cantor e compositor da banda, o álbum sintetiza uma reflexão antiga do Skarimbó sobre a condição humana e suas dualidades, entre altos e baixos da vida, escassez e abundância, chegadas e partidas, secura e mar. Parte importante das composições foi escrita num período em que o artista vivia em Tabatinga, território cercado por dunas, de onde veio não só a ambiência do disco, mas também a percepção mais nítida desse contraste entre dureza e promessa, entre o caminho difícil e o que se revela depois dele. Para o artista, lançar o disco também é celebrar a permanência e a reinvenção de um grupo que, ao longo de doze anos, vem sustentando sua chama criativa em meio aos desafios de produzir música autoral em Natal.  Essa dimensão simbólica encontra ressonância direta na arquitetura sonora do álbum. Segundo a produtora executiva Babi Baracho, “Dunares” representa uma virada de chave e marca uma consistente transição de amadurecimento musical e identidade do grupo. De um lado, o disco mantém o chão areado, o pulso telúrico e a energia percussiva fincada na terra e nas tradições. De outro, se abre para composições atravessadas por reflexão existencial, espiritualidade e densidade emocional. O resultado é uma obra que não se acomoda numa leitura única: ela pulsa entre o corpo e o pensamento, entre a celebração e a consciência, entre o rito coletivo e a elaboração íntima.  O processo de criação...

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Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

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Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

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Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

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fotopoemas

09/06/2020|

O poemúsico Wescley Gama e o fotógrafo Állan Matson mesclaram a subjetividade amena da poesia com a dureza fatídica da fotografia documental para montar o e-book ‘fotopoemas em pandemia’. O livro pode ser conferido de graça por este link AQUI. A obra física deverá estar à venda no próximo ano. São 36 fotografias e 28 poemas selecionados para um registro de cotidianos afetivos dos mais diversos. “O olhar do poeta e do fotógrafo se entrecruzam em hiatos difusos, levando-nos a perguntar: quem nasceu primeiro? A palavra ou a imagem? Eu, particularmente, respondo: isso realmente importa?”. São aspas da poeta Iara Maria Carvalho, que assina a apresentação do livro. Ela ressalta a relevância da arte como “espécie de refúgio para onde o ser humano se volta quando tudo é vazio (…)”. “Não seria diferente nos tempos de pandemia em que vivemos neste 2020, ano que certamente ficará marcado como um dos mais emblemáticos da história dos homens e das mulheres sobre a Terra. A arte, diante de tantas ameaças aos direitos humanos fundamentais, tornou-se, agora, ainda mais necessária”. E parte dessa premissa, como lembra Iara, o diálogo “interartístico” entre o poeta e o fotógrafo, ambos artistas e ativistas culturais de Currais...

júlio lima

09/06/2020|

E já está tudo pronto para esse show que promete. É nesta quarta-feira (10), às 16h, no canal oficial do Som Sem Plugs – SSP no YouTube (https://www.youtube.com/somsemplugs), que o cantor e compositor Júlio Lima faz show especial. Com a apresentação desta quarta, o projeto finaliza a “Temporada de Lives” gerada pelo edital “Música Transforma 2020”, com os cinco artistas/bandas selecionados. Júlio Lima começou a compor aos 16 anos e hoje possui acervo com mais de 700 composições nos mais variados estilos. Trabalhos esses que iniciaram com a sua primeira banda de rock comédia intitulada Gato Banguelo. Suas músicas alcançaram o 1º lugar em 1998 na rádio Mega FM, uma rádio comunitária que cobria boa parte da cidade do Natal, levando-o as primeiras entrevistas na Rádio 98 FM Natal. Dez anos depois, Júlio fez o seu primeiro show solo na Casa da Ribeira, lotando o espaço em uma sexta-feira de Carnatal, o que se tornou marco na cidade, no período. Em 2015, o artista faturou mais três prêmios no Festival MPBECo sendo eles: segunda melhor canção, melhor arranjo e novamente melhor intérprete com a música “Lily e a ponte”. Em maio de 2016, o artista fez o encerramento do show...

diego paixão

08/06/2020|

O “Concurso Jovens Solistas OSRN” é uma ação da temporada 2020 do projeto Movimento Sinfônico, criado com o objetivo de conectar jovens solistas de todo Brasil com a Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte. Em decorrência da pandemia ocasionada pelo Coronavírus, todas as fases acontecem virtualmente. A Etapa Nacional está com inscrições até o dia 22 de junho e prêmio de R$ 3 mil reais. “A música tem se destacado como uma importante parceria para a sociedade neste momento, e nós pensamos em algo que pudesse manter os jovens conectados com seus estudos, que sinalizasse uma esperança profissional e ainda que promovesse um conteúdo valoroso para nosso público”, explica a diretora de produção da OSRN, Tatiane Fernandes, sobre a motivação de lançar o concurso durante esse período. Etapa nacional A Etapa Nacional é dedicada a brasileiros instrumentistas ou cantores. O primeiro colocado receberá prêmio de R$ 3 mil reais. As inscrições acontecem de 01 a 22 de junho de 2020 através do site da OSRN – Confira regulamento completo na página. Serão selecionados até 12 candidatos para a final que ocorre no dia 30 de junho. Os finalistas são elegidos pela Comissão Avaliadora e o público é convidado a...

mulungu no ar

08/06/2020|

Um timbre leve como o vento e quente como um saudoso verão. Essas são as primeiras sensações ao ouvir No Ar, primeiro single lançado pela Mulungu, uma banda híbrida formada por recifenses e natalense. A música faz parte do disco O Que Há Lá, gravado entre 2018 e 2020 pelo grupo formado por Jáder, Guilherme Assis e Ian Medeiros, com incentivo do Funcultura, através da Fundarpe, Secretaria de Cultura e Governo do Estado de Pernambuco. Expressão comumente usada em veículos de comunicação para indicar que algo está sendo propagado – seja este “algo” uma mensagem, um som ou uma imagem – No Ar é um verdadeiro grito de liberdade aos sentimentos e saudosismos reclusos num corpo. Mas como expressar esses sentimentos? Certamente, em tempos onde o contato humano é uma proibição, não haveria melhor forma que a internet: principal meio de lançamentos musicais e também grande fonte de referências imagéticas para o videoclipe de estreia. Atento à contemporaneidade da banda, o clipe traz uma colagem de imagens de redes sociais, memes, gifs e lembranças – além de uma performance corporal intensa interpretada pelo vocalista Jáder. “O ar descrito na música é uma forma de sentir. É prestar atenção no próprio...

filmes de terror

08/06/2020|

As expectativas raramente são benéficas quando se trata de cinema. Há sempre que se deixar levar por uma obra para que ela tenha a oportunidade de provar seu valor. Preconceber julgamentos antes de ter contato real com o objeto pode ser um gesto que venha a desmerecer ou enaltecer o que, a partir de uma visão neutra, não passaria de merecedor de opiniões medianas, mornas. O cinema de gênero vem exatamente ao encontro das expectativas, abraçando-as com carinho. Isso porque o funcionamento interno de um filme que venha a se encaixar nessa definição é uma leitura específica do seu gênero. Mantém-se uma estrutura narrativa base, reafirma-se convenções tradicionais e, ao seu modo, cada filme fica livre justamente para subverter o que é preestabelecido para si: eis o surgimento das quebras de expectativas. Tais filmes criam suas próprias galáxias, mas sempre dentro de um universo corajoso, este que enfrenta as expectativas. E, mesmo que possam expandir esse universo ao subverter convenções e gestos tradicionais, jamais uma produção de gênero criará o seu próprio cosmo. Um filme de gênero real – raiz – está muito mais preocupado em fazer jus ao seu universo do que posar com alguma arrogância e se dizer...

Ivando Monte

06/06/2020|

O trabalho de um dos mais versáteis compositores da nova cena musical potiguar estará em destaque na live Diálogos Culturais, da Fundação José Augusto (FJA) deste sábado (06/06) a partir das 17h, que traz a obra do músico natalense Ivando Monte, que desenvolve uma carreira voltada à interpretação e criação da música popular. A transmissão será realizada no perfil @culturarn do instagram e pelo Facebook da FJA. A ação integra o projeto #toemcasatonarede que incentiva as pessoas a ficarem em casa para o enfrentamento à pandemia da COVID 19. Ivando Monte Natural de Natal e com a influência de Chico Buarque, Luiz Gonzaga e Geraldo Azevedo e com inspiração na natureza e em fatos que acontecem na sua vida, começou a escrever aos 14 anos de idade quando também fez parte do Coral da Escola Estadual Tiradentes. Aos 16 anos, começou a cantar nos bares e restaurantes da Vila de Ponta Negra, fez parte da Banda de MPB “ Mecanismo”, foi guitarrista de algumas bandas de Natal/RN e participou de movimentos culturais na Escola Anísio Teixeira. Participou de diversos festivais de música, dentre eles: ”Festival da Paróquia Santa Rita de Cássia” em Ponta Negra, “Festival da Assembleia Legislativa” (Nata/RN), “Primeiro...

caboco

05/06/2020|

Slam Viral Nacional Online acontece neste sábado (6) e domingo (7), valendo vaga para o Slam Lusófono O artista Caboco é o representante de Mossoró no Slam Viral Nacional Online, uma competição nacional de poesia e performance que vai acontecer neste final de semana. Esse evento surgiu da necessidade de suprir as competições de poesia falada (slam) presenciais, devido ao período de isolamento social. Com isso, slams de todo o Brasil criaram um circuito online e estão envolvidos em uma disputa que acontece entre sábado (6) e domingo (7). O evento poderá ser acompanhado nesta página AQUI. Caboco representa o RN Mossoró é a única cidade do Rio Grande do Norte participante desse circuito. Essa competição é classificatória para o Slam Viral do Espaço Lusófono, com países de língua oficial portuguesa, a ser realizada no início de agosto. Caboco é um artista que vive o hip-hop em sua plenitude. Ele atua como rapper, dançarino de rua, produtor de instrumentais (beatmaker), além de ter realizado diversas oficinas de formação em hip-hop para estudantes. Além disso, já produziu uma série de videoclipes para apresentar os dançarinos de rua da cidade e está na produção de um documentário mostrando a desconhecida história do...

cultura de são gonçalo do amarante

05/06/2020|

O Fórum Permanente de Cultura convida a comunidade artística para um encontro virtual na intenção de prestar orientação técnica aos artistas de São Gonçalo do Amarante que irão submeter projetos no edital de emergência cultural. O encontro está marcado para esta sexta-feira (5). O acesso acontecerá por meio de um link via plataforma do Google Meet. O link de acesso à plataforma será encaminhado 30 minutos antes do início da reunião aos inscritos, além da divulgação na página do Fórum via facebook. A reunião vai ser conduzida pela ala feminina do fórum: a produtora cultural Anny Dantas e a jornalista Lu Bezerra. ANNY DANTAS Produtora, Técnica em Elaboração de Projetos Culturais, Ativista Cultural Membro e articuladora do Fórum Municipal de Cultura SGA; Produtora do Grupo Congos de Combate/SGA. Atuou por 3 anos no NEABI – IFRN CAL (como discente) e IFRN – SGA – (sociedade civil); Formanda do Curso de Produção Cultural- IFRN-CAL; Produtora executiva do Grupo PeduBreu TecnoCoco. LU BEZERRA Jornalista pela UFRN, conselheira de cultura (2017-2018) e no mesmo período foi membro da Comissão de Análise de Projetos no Conselho que auxilia a Fundação Cultural Dona Militana. Membro e articuladora de comunicação no Fórum de Cultura, assessora de...

Plataforma de filmes online lança prêmio de Curtas produzidos durante pandemia

04/06/2020|

Na intenção de motivar produtores e realizadores do cinema independente de curta-metragem, a Cardume, plataforma de filmes online brasileiros, lança o prêmio “Curta em Casa”. As inscrições já estão abertas e seguem até 16 de junho. Os filmes devem ter sido produzidos a partir de março de 2020, respeitando as regras de isolamento social e as recomendações da Organização Mundial de Saúde, ter até 15 minutos de duração e terem sido realizados por uma pessoa com CPF brasileiro válido. Tema e gênero são livres. As produções selecionadas serão disponibilizadas aos assinantes da plataforma, que poderão votar nos filmes. Os três filmes mais votados receberão prêmios em dinheiro e serão convidados para uma sessão com debate ao vivo promovido pela Cardume. 1º Colocado: R$500 2º Colocado: R$300 3º Colocado R$200 O formulário de inscrição já está disponível AQUI. Foto: Pxhere

conexão felipe camarão

04/06/2020|

Como um projeto que nasceu para ocupar espaços públicos e levar espetáculos culturais a cidades do interior do RN pode existir num mundo em que o distanciamento social é a nova regra? Esse é o desafio que o Conexão Elefante Cultural, que em 2020 chega a sua quinta edição, tem pela frente. Diante do agravamento da pandemia do novo coronavírus, o Conexão está se reestruturando e vai embarcar na onda do digital. Para falar sobre as novidades que estão em desenvolvimento, uma série de lives acontece no mês de junho no Instagram do projeto. Transmissão hoje A primeira transmissão está marcada para hoje (4), às 18h. O bate-papo será com a idealizadora da ação, Diana Fontes; e com a produtora executiva Joana Patiño. A ideia é apresentar aos inscritos para formação do espetáculo e também ao público em geral como será feita a adaptação para este novo momento. “Em plena época de pandemia, mas com muita responsabilidade, aderir ao mundo virtual é a forma de fazer nossa arte chegar à todas as cidades propostas e até ir mais além, com o auxílio das ferramentas digitais”, explica Diana Fontes. O projeto é uma realização de Diana Fontes Direção e Produção Cultural....

codinome breno

04/06/2020|

Depois de passar por festivais em várias partes do país, o curta-metragem potiguar ‘Codinome Breno’ será exibido em rede nacional pelo Canal Brasil, dentro do programa Curta Na Tela. O filme reconstrói memórias familiares a partir das buscas de Manoel pela origem do nome de seu irmão, dos objetos de família e dos relatos dos amigos. A procura acaba descortinando passagens da ditadura militar. Entre os entrevistados mostrados no filme está a ex-presidente Dilma Rousseff. O filme já foi exibido na última quarta-feira e será reprisado nesta sexta às 7h40, domingo às 7h20 e na outra quinta (18) às 6h30. São 18 minutos de filme. Codinome Breno é uma produção CASU Filmes LTDA, com patrocínio da Agência Nacional do Cinema, do Fundo Setorial do Audiovisual, do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul, e Prefeitura do Natal, por meio do edital Cine Natal 2014. ATORES Alexandre Gurgel Pedro Araújo de Medeiros Lucena Rodrigo Goulart Bruggemann Thiago Carneiro Alves da Silva FICHA TÉCNICA Roteiro e Direção: Manoel Batista Colaboração em Roteiro: Luara Florencia Schamó e Wallace Santos Pesquisa: Manoel Batista, Luara Florencia Schamó e Wallace Santos Assistente de Direção: Luara Florencia Schamó Direção de Produção: Davis Josino Nascimento e Camilla Natasha...

rafa barros

04/06/2020|

Junho chegou e diante da pandemia, a saudade dos festejos juninos, daquele forrozin gostoso. Mas… vai ter live junina sim! E com todo o direito de recordar aqueles forrós a todo vapor. Será hoje, quinta-feira (4), a partir das 19h. E quem comanda a anarrié é o cantor Rafa Barros. E se a live não tem fogueira, terá sorteios de vários prêmios. Os parceiros nessa Live Junina são: @sabordeamorporana , @a.braguini , @massasmatteo , @doucefrancebistro e @daniaraujonacozinha . Nos stores de @rafabarros_ você vê o detalhes dos prêmios e também pode pedir a música preferida para curtir na live.

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