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adjuntos na cerveja

Adjuntos: a maquiagem na cerveja

Saudações, cervejeiros! Sabemos que a maquiagem é uma das armas de sedução das mulheres, e hoje, a coluna vai fazer um paralelo com algumas artimanhas semelhantes utilizadas nas cervejas com

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Casa Impacto: primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil apresenta exposição em Ponta Negra

Redação

Natal ganha uma novidade imperdível: a Casa Impacto Natal, idealizada por Cris Ribeiro, Designer Social, Designer de Produto Artesanal, Administradora e Empreendedora Social. Idealizadora do Negócio de impacto social “Lugares de Charme” há mais de 15 anos, Cris é a única Designer Social em atividade no Rio Grande do Norte e uma das poucas no Brasil. Com 21 anos de experiência em comunidades potiguares e coletivos de mulheres, ela promove a valorização dos seres junto a sua essência e os saberes para gerar prosperidade com dignidade de forma sustentável.  O negócio já beneficiou mais de 600 artesãos em 17 municípios potiguares, por meio do design social, design afetivo, economia criativa, circular e do bem-estar. A Casa Impacto marca uma nova etapa na trajetória do Lugares de Charme: o primeiro núcleo itinerante de design social do país. Instalada em um contêiner marítimo repaginado artesanalmente e transformado em uma “vitrine viva”, a iniciativa percorre comunidades levando formação, criação e experiências culturais imersivas. Nesta estreia, em abril, no bairro de Ponta Negra (Avenida Praia de Ponta Negra, calçadão em frente ao Curió Restaurante), reúne mais de 130 pessoas, incluindo mulheres artesãs, artistas e estudantes. A Mostra Artística “Natal, Original é Ser” revela, por meio de expografia artesanal, design autoral e criatividade local, as histórias da origem da cidade de Natal, a “cidade dos encontros” – com objetos em crochê, trancado de palha de coqueiro, bordado, homenageiam a identidade Natalense original de ser.  A história da cidade é contada através do design que leva o visitante numa breve viagem a saber mais sobre a capital. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.  Mais do que uma exposição, é um convite para uma experiência cultural memorável, celebrando a identidade Natalense como “cidade de encontros” e gerando impacto social positivo. Natalenses e turistas, venham visitar a Casa Impacto! Embarquem nessa viagem autêntica pela essência da capital potiguar, sintam a criatividade local e se conectem com histórias que inspiram pertencimento e originalidade. Afinal, Original é ser! programe sua visita e viva essa transformação cultural única! “Queremos que cada pessoa se sinta parte de um movimento de transformação, um espaço onde o...

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Festival Potiguarias Visuais integra performances artísticas e projeção mapeada em evento gratuito

Redação

A Zona Norte de Natal recebe,no próximo sábado, 25 de abril, a quinta sessão do Potiguarias Visuais – Acessando a ZN. O festival de artes integradas, que reúne artistas locais em uma programação gratuita voltada à produção contemporânea, acontece das 18h às 22h, na Biblioteca Estadual Prof. Américo de Oliveira Costa. A noite conta com a condução da artista circense Aranha como Mestre de Cerimônia e traz apresentações do Grupo de Improvisação Livre da UFRN, do espetáculo Ylê Ayê: ginga e fogo ancestral, da performance CARNE-CONCRETO, dos artistas CADIDJA e Santelmo, além de Pretta Soul, que apresenta seu novo show Depois dos 30. Com foco na experimentação e no diálogo entre linguagens, o festival propõe uma noite de encontros entre performance, música, manifestações culturais, projeções artísticas e uma exposição coletiva de artes visuais. A programação conta ainda com uma roda de conversa com os artistas Consuelo Vea Coroca e Acerola, além das produtoras do projeto, Christalina e Renata Marques. Ao todo, o evento reúne mais de 20 artistas potiguares e 32 trabalhos visuais de criadores de Natal (RN), Parnamirim (RN), São Paulo (SP), Diadema (SP) e Fortaleza (CE), em uma proposta que articula arte, território e tecnologia. Como parte das ações do projeto, foi realizada na última semana uma atividade formativa com estudantes da Escola Municipal Iapissara Aguiar, conduzida pela multiartista Christalina, da Bruxaria Digital, em parceria com integrantes do GIL – Grupo de Improvisação Livre da UFRN. “A vivência buscou aproximar os estudantes da arte contemporânea potiguar e incentivá-los a participar do evento. A proposta foi criar um espaço de troca e despertar o interesse desses jovens para a produção artística que acontece no próprio território”, destaca Christalina, também curadora e idealizadora do festival.  O Potiguarias Visuais atua na democratização do acesso à arte contemporânea na periferia, promovendo visibilidade para produções que transitam entre performance, música, poesia, artes visuais e tecnologia. “Esta edição propõe uma reflexão sobre os modos de criação na contemporaneidade, tensionando questões como hiperprodutividade, esgotamento, autonomia artística e coletividade. A mediação do projeto também sugere leituras como A Sociedade do Cansaço, de Byung-Chul Han, e Não Vão Nos Matar Hoje, de Jota Mombaça, ampliando o debate para além da experiência no evento”, completa a artista. ServiçoO quê: Potiguarias Visuais – Acessando a ZNQuando: 25 de Abril de 2026Onde: Biblioteca Estadual Prof. Américo de Oliveira Costa (Zona Norte de Natal/RN)Quanto: Gratuito

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Mundo Zira vai até este próximo domingo no Museu da Rampa

Redação

A temporada da exposição interativa “Mundo Zira” em Natal se aproxima do fim. Em cartaz no Complexo Cultural Rampa até domingo (26), a mostra convida o público a aproveitar os últimos dias de visitação e conhecer uma experiência que conecta arte, literatura e tecnologia a partir da obra de Ziraldo. A entrada é gratuita, e os ingressos podem ser retirados pelo Sympla ou na bilheteria do museu, conforme lotação do espaço. 42 mil pessoas já passaram pela exposição na capital potiguar, primeira cidade do Nordeste a receber o projeto. Desde a estreia, em novembro, foram realizadas 236 visitas educativas mediadas, que atenderam mais de 8 mil pessoas, sendo 7 mil estudantes de 30 municípios. Nos bastidores, a iniciativa mobiliza 73 profissionais (75% deles de Natal), entre curadoria, produção, educadores, técnicos, comunicadores, interatividade e equipes de apoio. A entrada é gratuita, com retirada de ingressos no Sympla, pelo link https://www.sympla.com.br/evento/exposicao-mundo-zira/3169427, ou na bilheteria do Museu da Rampa, de acordo com a lotação do espaço.

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Romaria: Márcio Benjamim lança novo romance de horror contemporâneo

Redação

Romaria: Um grupo de sobreviventes de um apocalipse zumbi procura ajudar uma cidade vizinha a enfrentar o mesmo mal. Esse é o mote do novo livro do escritor Márcio Benjamin, intitulado Romaria, e representa a continuação do poderoso romance Fome, do mesmo autor. O lançamento será nesta sexta-feira (24), a partir das 19h, no Mahalila Café & Livros. Algumas desgraças não têm fim. Com uma prosa visceral, marcada pela oralidade nordestina e pela poesia bruta do sertão, Márcio Benjamin constrói, em Romaria, uma alegoria de nosso tempo: entre fantasia e horror, Romaria mergulha em temas sociais urgentes e reafirma o autor como a voz mais potente do horror contemporâneo. O profeta estava certo,  o Sertão virou mar. De sangue. Serviço O QUÊ: LANÇAMENTO DO LIVRO ROMARIA ONDE: MAHALILA 19H QUANDO: 24 04 GRATUITO

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Grupos de assobio

Joselito Muller

Há gestos que, mesmo em contextos sociais, históricos e políticos distintos conseguem a façanha de preservar um mesmo significado. Assobiar, por exemplo, é um gesto historicamente relacionado à vagabundagem em várias culturas ao redor do mundo. Prática de rufiões, vadios, estelionatários, patifes e tocadores de realejo, o abominável ato de assobiar – muito apreciado por sujeitos como Calígula e Leon Trotski, o que, por si só, já acende um alerta – voltou à moda. E já não se trata daquele sujeito isolado, que, sem nada útil com o que se ocupar, fica na calçada segurando uma gaiola com um passarinho dentro e, para incentivar o bicho a cantar, assobia. No exemplo acima, ao menos havia uma finalidade. Diferentemente, no entanto, tem sido a prática que ganhou força nos últimos dias, consistente na reunião virtual, via aplicativo Whatsapp, por meio do qual vários sujeitos estão integrando “grupos de assobio”.   Vagabundos de todas as laias, até então solitários em seus respectivos ócios, agora estão se reunindo para assobiar e ouvir os assobios uns dos outros. Poucos analistas contemporâneos estão se dando conta do risco que isso representa à nossa sociedade, que reforça a necessidade de proibir o uso de internet no país. O ato de assobiar, herdado de pretéritos escroques, é inadvertidamente utilizado nos dias de hoje para, por exemplo, avisar comparsas, em meio a empreitadas ilícitas, que a polícia se aproxima. Além disso, o proletário iletrado, sem consciência de classe, utiliza tal habilidade para assediar desafortunadas damas que passem próximo aos canteiros de obra. Também é comum assobiar subitamente ao se aplicar uma dedada fortuita no caneco de outrem, a quem se pretenda ridicularizar. Nota-se, portanto, que nada que preste relaciona-se ao assobio. Também do ponto de vista musical, o cretino sibilar é imprestável, como atestam as canções do Scorpions e Guns n’ Roses. Tomei conhecimento da existência de tais grupos de Whastapp por intermédio de meu filho adolescente. Nessa fase da vida, é comum que muitos garotos se tornem suscetíveis à vagabundagem e devassidão, possivelmente influenciados pela prática cotidiana do onanismo, que finda por afrouxar-lhes o caráter.   Daí atraírem-se por práticas malsãs, tais como soltar pipa, empinar motos ou bicicletas, ouvir funk e manifestar-se por meio de sibilos insolentes. Daí a pertinência das autoridades ficarem alertas para os grupos de assobio no Whatsapp, nos quais os escroques ali reunidos têm potencial de macular, com sua influência nefasta, a consciência dos...

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Tudo é construído! Tudo é revogável!

Tatyanny Nascimento

Tomo a frase do título da obra de Alipio DeSouza Filho (cientista social, professor da UFRN, diretor do Instituto Humanitas) que fez dela mais do que um enunciado provocativo, mas uma chave de leitura do humano. Em seu Construcionismo Crítico, DeSouza Filho insiste que a realidade social, afetiva, moral e política não é natural, nem eterna: ela é produzida historicamente, sustentada por discursos, hábitos, instituições e relações de poder. E é justamente aí que a palavra ideologia ganha peso: ideologia é aquilo que trabalha para fazer o construído parecer natural, inevitável, intocável. Ela reveste de evidência o que é fabricação histórica. Dizer, então, que “Tudo é construído! Tudo é revogável!” não é brincar com o relativismo, mas é lembrar que também podem ser desfeitas as formas que nos domesticam, os sentidos que nos oprimem e as crenças que nos aprisionam. Ignacio Martín-Baró (padre jesuíta, psisicólogo social espanhol, criador da Teoria da Libertação) chamaria isso, em outra chave, de uma tarefa urgente: a desideologização, isto é, o gesto de arrancar das coisas a máscara da falsa naturalidade para devolver ao oprimido a lucidez sobre sua própria condição. Demorei muito para desconfiar do que me parecia natural. Durante anos, aceitei certas ideias como quem aceita a posição dos móveis numa casa antiga: sem perguntar quem os colocou ali, quando, e o porquê continuavam ocupando o centro da sala. Chamei de verdade aquilo que talvez fosse costume, de vocação aquilo que talvez fosse obediência. Chamei de personalidade aquilo que talvez tivesse sido apenas uma lenta adaptação ao medo, ao desejo de pertencimento, à expectativa dos outros. Acho que amadurecer é, em parte, isso: começar a estranhar as evidências. Talvez por isso, eu volte sempre aos antigos. Em Anaximandro, grego do século VI antes da era comum, há uma imagem que nunca me abandona: a do Ápeiron, o ilimitado, o indeterminado, aquilo que ainda não foi recortado em forma. Gosto de pensar que, para ele, a origem do mundo não era uma peça pronta, mas uma abertura. Antes do nome, havia um campo de possibilidades. Antes da ordem, uma espécie de respiração sem bordas. Essa visão me inquieta. Inquieta porque me deixa sem o abrigo das essências. Então, vem Aristóteles (filósofo grego do século IV antes da era comum) com sua paixão pela forma, pela definição, pelo contorno. E eu o compreendo também. Há dias em que tudo o que a gente quer é isso: que as coisas...

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Livro inédito de Moacy Cirne sobre a Bíblia e será lançado em Natal

Redação

Natal recebe, no próximo dia 30 de abril, o lançamento de uma obra inédita de um dos nomes mais importantes da cultura potiguar. O livro “A Bíblia: Travessia, Travessias”, de Moacy Cirne, será apresentado ao público em evento realizado no Temis Clube Bar, no bairro do Tirol. Publicado de forma póstuma, o livro reúne um trabalho desenvolvido ao longo de anos pelo autor, que realizou pesquisas entre 2005 e 2007 e, posteriormente, entre 2010 e 2014 — período em que aprofundou seus estudos em diferentes versões da Bíblia e em obras de teologia. A obra propõe uma leitura singular e provocadora, combinando elementos de ficção, reflexão e experimentação estética. Reconhecido por sua atuação na poesia de vanguarda e por sua contribuição teórica ao campo das histórias em quadrinhos, Moacy Cirne constrói, neste livro, uma abordagem que atravessa o sagrado com um olhar crítico e inventivo. O projeto editorial foi conduzido por Oreny Júnior, do Sebo Gajeiro Curió, a partir de um convite da família do autor. Segundo o editor, o livro representa uma oportunidade única de apresentar ao público um material inédito e relevante dentro da produção intelectual de Cirne. “É uma leitura muito própria de Moacy sobre a Bíblia, que mistura pesquisa e ficção. Ele traz a vanguarda para dentro do sagrado, com uma visão que também carrega o sertão e a vivência dele”, afirma Oreny. Natural de Jardim do Seridó e com trajetória consolidada entre Natal e o cenário acadêmico nacional, Moacy Cirne foi poeta, artista visual e professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), além de um dos criadores do movimento poema/processo. Sua produção influenciou diferentes gerações de artistas e pesquisadores no Brasil.O lançamento de “A Bíblia: Travessia, Travessias” marca não apenas a chegada de um livro inédito ao público, mas também a continuidade do legado de um autor fundamental para a cultura potiguar e brasileira. SERVIÇO📖 Lançamento do livro A Bíblia: Travessia, Travessias📍 Temis Clube Bar – Av. Rodrigues Alves, 950, Tirol, Natal/RN⏰ 18h🎟️ Entrada gratuita

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Ribeira Boêmia homenageia Arlindo Cruz e Jorge Aragão no Ribeira Canta

Redação

O projeto Ribeira Canta está de volta e chega à sua quarta edição com um tributo a dois gigantes do samba brasileiro: Arlindo Cruz e Jorge Aragão. Desta vez, a homenagem será realizada no Bar 294, em Petrópolis, reunindo a Roda de Samba Ribeira Boêmia e convidados em uma celebração dedicada à obra de dois mestres que marcaram gerações com suas composições, interpretações e contribuições para a história do samba. Para abrilhantar a festa, estão confirmadas as participações especiais de Berthone Oliveira, Matheus Magalhães (Samba Preto no Branco) e Daniela Fernandes. O público pode esperar quatro horas de roda de samba, em um encontro pensado para cantar grandes clássicos do gênero do começo ao fim. Os ingressos estão à venda na Outgo e também no próprio Bar 294. Arlindo Cruz Arlindo Domingos da Cruz Filho, conhecido artisticamente como Arlindo Cruz, nasceu no Rio de Janeiro, em 14 de setembro de 1958. Cantor, músico e compositor, é um dos nomes mais importantes do samba e do pagode no Brasil. Integrante do Fundo de Quintal, Arlindo permaneceu por mais de uma década no grupo antes de seguir carreira solo, consolidando também uma parceria marcante com Sombrinha. Suas composições foram gravadas por grandes nomes da música brasileira, como Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Fundo de Quintal e Maria Rita. Entre seus sucessos estão “O Show Tem Que Continuar”, “Ainda É Tempo de Ser Feliz”, “O Que É o Amor”, “Bagaço de Laranja” e “Dor de Amor”. Em 2015, recebeu o Prêmio da Música Brasileira na categoria de melhor músico de samba. Arlindo Cruz faleceu em 8 de agosto de 2025, deixando um legado definitivo para a música brasileira. Jorge Aragão Jorge Aragão da Cruz nasceu no Rio de Janeiro, em 1º de março de 1949, e é reconhecido como um dos maiores compositores e intérpretes da história do samba. Dono de uma obra marcada por lirismo, identidade popular e forte assinatura autoral, Jorge Aragão fez parte da formação inicial do Fundo de Quintal e construiu uma carreira solo sólida, tornando-se referência no gênero. Ao longo de sua trajetória, teve músicas gravadas por artistas como Beth Carvalho, Alcione, Zeca Pagodinho e Martinho da Vila, além de ter eternizado sucessos como “Coisinha do Pai”, “Lucidez”, “Eu e Você Sempre”, “Moleque Atrevido” e “Identidade”. Com décadas dedicadas ao samba, Jorge Aragão se mantém como um dos artistas mais respeitados da música brasileira. Ribeira Canta – Arlindo Cruz...

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festival-mar

03/03/2021|

Intervenção artística online no Forte está programa para este sábado na programação do Festival MAR e ficará de forma permanente em seu instagram @festival.mar. Com projeto contemplado na FJA através da lei Aldir Blanc, os Artistas Erre Rodrigo e Lucas MDS junto ao Coletivo MAR (Movimento Arte de Rua) coordenam a publicação de imagens da intervenção artística na Fortaleza dos Reis Magos, além de bate-papo com artistas da cena do Graffiti, Breakdance e RAP Potiguar. São mais de 60 artistas do Estado, mostrando sua arte individual e de suas Crews. Contando também com a participação de 37 artistas de outros estados que mostraram interesse em fazer parte da edição online do evento. PROJEÇÕES DE GRAFFITI O Festival Mar promoveu durante os finais de semana de fevereiro projeções de graffiti nas paredes externas do Forte, ocupando e transformando por instantes a paisagem de um dos nossos principais pontos turísticos. As datas da projeção não foram divulgadas para não atrair público ao local. As intervenções chamaram a atenção de banhistas da praia da Redinha. Já no final da primeira noite de projeção um casal que atravessou a ponte Newton Navarro contou que estava assistindo do quebra mar da outra margem e foram...

Cerveja e futebol, duas paixões

03/03/2021|

Olá, futebolistas cervejeiros, saudações rubro-negras para todos! Hoje a coluna vai se dedicar a um tema polêmico, mas quem foge de polêmica é político do centrão. Aqui é raiz mesmo, é dedo na “cara” e gritaria, doa a quem doer. Dizem, popularmente, que têm 3 coisas que não se discute: política, religião e futebol. Eu acrescentaria no rol dos temas problemáticos aos apupos dos mais sensíveis a cerveja também. E sim, a cerveja é um tema transversal à política (quem nunca “condenou” Lula como bebum?), à religião (quem nunca viu um “crente” dizendo que cerveja é do Satanás?) e ao futebol (esta eu nem preciso explicar, mas irei, nos próximos parágrafos… acompanhe). Então, sim, hoje falaremos de duas grandes paixões da humanidade: cerveja e futebol. E também da relação intrínseca entre ambas as coisas. Sigam-me os bons. Paixão: não se explica, sente-se O texto de hoje não é técnico, não é intelectual e não tem análise sensorial. O texto de hoje é apenas paixão e transpiração. É a pura essência do futebol e da cerveja, é a emoção em sua forma mais pura. O caro leitor pode não gostar de futebol, pode não gostar de cerveja, mas jamais será dotado...

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03/03/2021|

O Festival Piscadela torna público a lista de trabalhos selecionados para compor a programação do festival que será realizada nos dias 05, 06 e 07 de março, e contará com intervenções urbanas, bate-papos, oficinas, tudo protagonizado pelas mulheres atuantes no cenário da cultura HIP-HOP do Rio Grande do Norte. Idealizado pela B.Girl Dallianny, com produção de René Loui e Arthur Moura (Coletivo CIDA), o FESTIVAL PISCADELA nasceu em 2017 como o primeiro encontro da cultura HIP-HOP no Rio Grande do Norte voltado para as práticas femininas. A segunda edição do Festival será realizada através da plataforma Instagram, de forma virtual, gratuita e acessível. Os trabalhos selecionados receberão tradução para LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais. Apesar de virtual, a programação de origem será mantida, com oficinas de diversas modalidades, bate-papo, intervenções de grafite, rap e mostra cultural onde as mulheres apresentam seus trabalhos de dança. “O festival piscadela é o primeiro evento voltado às práticas femininas da cultura Hip-Hop potiguar. É o evento mais esperado do ano, principalmente para as mulheres e esse ano continua cheio de forças e representatividade em sua programação”, declara a idealizadora B.Girl Dallianny. Trabalhos selecionados Os trabalhos selecionados foram: Iyalê fest Pretta Soul com #SEFECHABRANQUITITUDE;...

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03/03/2021|

Desde que me entendo por beatlemaníaco, sempre fui regueiro. Forcei a barra no heavy metal quando adolescente, aprecio ainda hoje um pop oitentista, um rock puro, um blues, mas o reggae é o que borbulha meu sangue. Então seria impossível perder o show do The Original Wailers em Natal, no distante 22 de janeiro de 2010. À época escrevi esse texto abaixo, que graças à publicação de Anderson Foca em seu portal Dosol, pude recuperar. A republicação se dá pela morte de Bunny Wailer, última espécie da lendária The Wailers. Fica a singela homenagem. Segue o texto e ótimas memórias! Reggae combina com praia, espaço aberto, liberdade. Colocaram o show de ontem do The Original Wailers no Ginásio Machadinho. Para quem desconhece, a banda formada por Bob Marley, Peter Tosh e Bunny Wailer ensinou reggae ao mundo há exatos 30 anos. Dois legendários “wailers” que participaram dos mais expressivos álbuns da banda decidiram retomar as atividades, pediram licença à viúva de Bob e desde setembro de 2008 excursionam pelo mundo. São eles Al Anderson e Junior Marvin, que acompanharam Marley até sua morte, em 1981. A acústica do ginásio prejudicou muito o som da banda. Ainda assim, o que eu...

03/03/2021|

HER A pele dela é noite E o sorriso é lua Vi o céu escuro Quando a vi nua E dentro daqueles lábios Quentes era, como o sol E a cada beijo meu gelado Em silêncio, ela oceano A pele dela é noite E o sorriso é nua Lhe despir pura Fiz gemer, sua(r) (Djalma Neto)

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02/03/2021|

A Casa do Cordel, fundada em 17 de agosto de 2007 pelo poeta Abaeté do Cordel, foi o espaço que reimpulsionou a Literatura de Cordel no Rio Grande do Norte. Hoje é lugar conhecido e reconhecido, transformando-se em ponto de referência da poesia nordestina fora do estado e responsável pela divulgação do trabalho de mais de 300 cordelistas.    Documentário E o documentário “Casa do Cordel” narra um pouco dessa história. Foram realizadas entrevistas com artistas que conhecem a fundo a história da Casa, como Abaeté do Cordel, Chico de Iaiá, Gélson Pessoa, Hélio Gomes, Erick Lima e Vani Fragosa. A produção conta com a pesquisa, roteiro e direção de Geraldo Maia, edição de Júlio Barros, trilha sonora de Dudé Viana, produção de Lygia Jácome e tradução em Libras de Rafaela Siqueira e Ana Karla de Lima. O lançamento acontecerá nesta sexta (5), às 19h, no canal de YouTube da Casa do Cordel. A ação conta com o patrocínio do Governo Federal e da Prefeitura do Natal, por meio da Lei Aldir Blanc de Emergência Cultural. É uma realização da Associação Cultural Casa do Cordel. Serviço: Documentário: Casa do Cordel. Lançamento: 05/03/2021, às 19h. Plataforma: YouTube (Casa do Cordel). FOTO: Claudio Abdon

Fanny Rodrigo

02/03/2021|

A mais famosa obra da escritora Clarice Lispector “A Hora da Estrela” serviu como inspiração para o primeiro EP do cantor e compositor Fanny Rodrigo, mas diferente da trágica história da protagonista, o natalense de 27 anos, marca seu momento de estrela não com a morte, mas com a materialização d“A hora de brilhar”. O entusiasmo com os personagens de Clarice pode ser sentindo em cada uma das 4 faixas que compõem o álbum (os mais aficcionados por Clarice vão conseguir perceber as semelhanças e contradições dos complexos personagens impressos nas composições do jovem estreante). Fanny declara que não aceita morte e não aceita o espaço de ignorância que lhe foi reservado e decreta: “Sou tão grande quanto as pessoas que querem me tornar pequeno”. Macabéia Há três anos, quando morou em São Paulo, Fanny conheceu a obra de Clarice e foi na metrópole onde se encantou pela música. As idas às bibliotecas públicas revelaram os contrastes com a cidade cinza e a evidenciou a perigosa inocência de Macabéia. Essa revelação trouxe para Fanny um reconhecimento de lugar e foi assim que ele conseguiu se ressignificar e conceber o projeto musical. Fanny Rodrigo já contribuiu com produções musicais em espetáculos...

marcio-rangel

02/03/2021|

Neste domingo, o Som da Mata virtual receberá o show BEATLES AND MORE, encabeçado pelo violonista Márcio Rangel. O show contará com repertório que mescla canções dos Beatles, clássicos da MPB e composições originais. O show pode ser conferido nas plataformas do instagram ou no facebook @somdamata e ainda no canal do youtube (SOM DA MATA). Canhoto, Rangel é conhecido pelo estilo próprio de tocar violão ao contrário. O compositor, arranjador e músico mossoroense transcende os estilos da música brasileira com uma mistura de flamenco, pop, jazz e sons globais. Com várias turnês internacionais na bagagem, o instrumentista foi atração do Jazz Day da Unesco, em Roma; e destaque na revista Guitar Player italiana, citado como novo talento entre os violonistas e compositores brasileiros. Foi destaque ainda da #38 da Guitarload, de São Paulo.

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02/03/2021|

Em janeiro de 2021, a poeta potiguar Regina Azevedo ministrou a oficina “Corpo ancorado no ar”. Com três encontros virtuais, a oficina focada em literatura de autoria feminina foi realizada com o patrocínio de um dos editais da Lei Aldir Blanc da Prefeitura do Natal/Fundação Cultural Capitania das Artes. Como resultado do projeto foi lançado, nas plataformas virtuais e de forma gratuita, o zine “Corpo ancorado no ar – o não, o sim”, com diagramação e projeto gráfico de Clara Oliveira.. Nele, estão reunidos textos de 14 autoras: Camila Freitas, Catarina Pessoa, Cely Pereira, Claudiane Souza, Domingas, Eliziane Ataliba, Gessyka Santos, Isabelle Pinto, Jainy Kamila Costa, Letícia Gesteira, Maíra Dal’Maz, Sílvia B., Suzana Luna e Yana Kaufmann. Os textos foram escritos a partir de discussões e leituras realizadas na oficina, que se debruçou sobre escritoras contemporâneas como Adélia Danielli, Angélica Freitas, Adelaide Ivánova e Lubi Prates. O tema central eleito foi “o não, o sim”. Além de se inspirar nos textos lidos, as autoras partiram de suas experiências e vivências enquanto mulheres. O zine pode ser lido gratuitamente na plataforma Issuu. Para acessar, basta clicar AQUI. FOTO: Bruna Justa

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02/03/2021|

O jovem senhor Marcelino William de Farias, conhecido no Beco da Lama e em 15 países europeus como Marcelus Bob, um artista plástico contemporâneo de vanguarda, completou este ano nada menos que quatro décadas de paz, amor, rock e artes visuais. E para celebrar 40 anos de arte, o velho Bobs precisava ser diferente, como sempre e, de forma pioneira, arquitetou 300 telas suas em uma exposição virtual em três dimensões, montada pelo programador e designer Edson Ayres e produzido por Raquel Sales. Confira o teaser de lançamento: E não são apenas três dimensões. Seria muito pouco para o universo possibilista do artista. O visitante-internauta viajará pelas inspirações de Marcelus Bob e todo um esboço responsável pela construção não só de sua arte, mas de sua persona. Mãe Luíza, Beco da Lama, Praia do Forte, Praia do Pinto, o Farol de Mãe Luíza… locais de morada, locais de inspiração, locais de passagem e deslumbramentos. Está tudo lá à distância de um clique e ao som da música autoral do rocker Bobs, de sua banda Grupo Escolar. Comece AQUI o tour pela exposição “Marcelus Bob: 40 anos de arte”! As telas foram montadas em uma espécie de deck construído sob o...

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02/03/2021|

O pesquisador, artista plástico e escritor Eduardo Alexandre Garcia publicou recentemente dois livros, lançados durante exposição de artes visuais também sua. Algumas unidades de cada um dos dois livros continuam à venda no Bardallos (Rua Gonçalves Lêdo, 678 – Cidade Alta) ou podem ser adquiridos direto com o autor pelo zap 99606-9450 ao valor de R$ 40 cada título. IGARASSUJARARAÍ “IGARASSUJARARAÍ, O Nascimento do Primeiro Brasileiro” (Literatura Juvenil – Ficção) conta a história de João Antônio Cícero Sebastião José Silva Fernandes, marujo que chega ao Brasil em 1501 na esquadra de Gaspar de Lemos, que aqui aporta com a incumbência de fazer o reconhecimento do litoral ainda não explorado e dar nomes aos principais acidentes geográficos da costa. Ele assiste ao massacre cruel de portugueses canibalizados por índios Potiguara, mas o sonho de permanecer nas terras desconhecidas era maior que o pavor e o medo que o acometeram naqueles primeiros dias em terras de Pindorama. Mandado à terra como voluntário para deixar presentes aos nativos, se evade da missão seguindo o litoral, procurando lugar para esconder-se e poder realizar sonho de riquezas que o fariam feliz e famoso quando do seu retorno à Europa. Sucede que ele mata um dos...

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