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Para amanhecer poesia de Diulinda Garcia

Soleiras Abro o velho armário Revejo cenários Repriso emoções Contemporizo lembranças Que me expõem Aos tropeços. Nas soleiras da vida Piso em falso, disfarço… Me refaço e decido Encarar é

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antuérpia

Antuérpia 1920 e Tóquio 2020

Ao se comparar as recentes Olimpíadas do Japão e as realizadas em 1920, na Bélgica, nota-se que algo similar envolveu as duas: as pandemias virais causadas pelo SARS-Cov-2, com a

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Casa Impacto: primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil apresenta exposição em Ponta Negra

Redação

Natal ganha uma novidade imperdível: a Casa Impacto Natal, idealizada por Cris Ribeiro, Designer Social, Designer de Produto Artesanal, Administradora e Empreendedora Social. Idealizadora do Negócio de impacto social “Lugares de Charme” há mais de 15 anos, Cris é a única Designer Social em atividade no Rio Grande do Norte e uma das poucas no Brasil. Com 21 anos de experiência em comunidades potiguares e coletivos de mulheres, ela promove a valorização dos seres junto a sua essência e os saberes para gerar prosperidade com dignidade de forma sustentável.  O negócio já beneficiou mais de 600 artesãos em 17 municípios potiguares, por meio do design social, design afetivo, economia criativa, circular e do bem-estar. A Casa Impacto marca uma nova etapa na trajetória do Lugares de Charme: o primeiro núcleo itinerante de design social do país. Instalada em um contêiner marítimo repaginado artesanalmente e transformado em uma “vitrine viva”, a iniciativa percorre comunidades levando formação, criação e experiências culturais imersivas. Nesta estreia, em abril, no bairro de Ponta Negra (Avenida Praia de Ponta Negra, calçadão em frente ao Curió Restaurante), reúne mais de 130 pessoas, incluindo mulheres artesãs, artistas e estudantes. A Mostra Artística “Natal, Original é Ser” revela, por meio de expografia artesanal, design autoral e criatividade local, as histórias da origem da cidade de Natal, a “cidade dos encontros” – com objetos em crochê, trancado de palha de coqueiro, bordado, homenageiam a identidade Natalense original de ser.  A história da cidade é contada através do design que leva o visitante numa breve viagem a saber mais sobre a capital. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.  Mais do que uma exposição, é um convite para uma experiência cultural memorável, celebrando a identidade Natalense como “cidade de encontros” e gerando impacto social positivo. Natalenses e turistas, venham visitar a Casa Impacto! Embarquem nessa viagem autêntica pela essência da capital potiguar, sintam a criatividade local e se conectem com histórias que inspiram pertencimento e originalidade. Afinal, Original é ser! programe sua visita e viva essa transformação cultural única! “Queremos que cada pessoa se sinta parte de um movimento de transformação, um espaço onde o...

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Festival Potiguarias Visuais integra performances artísticas e projeção mapeada em evento gratuito

Redação

A Zona Norte de Natal recebe,no próximo sábado, 25 de abril, a quinta sessão do Potiguarias Visuais – Acessando a ZN. O festival de artes integradas, que reúne artistas locais em uma programação gratuita voltada à produção contemporânea, acontece das 18h às 22h, na Biblioteca Estadual Prof. Américo de Oliveira Costa. A noite conta com a condução da artista circense Aranha como Mestre de Cerimônia e traz apresentações do Grupo de Improvisação Livre da UFRN, do espetáculo Ylê Ayê: ginga e fogo ancestral, da performance CARNE-CONCRETO, dos artistas CADIDJA e Santelmo, além de Pretta Soul, que apresenta seu novo show Depois dos 30. Com foco na experimentação e no diálogo entre linguagens, o festival propõe uma noite de encontros entre performance, música, manifestações culturais, projeções artísticas e uma exposição coletiva de artes visuais. A programação conta ainda com uma roda de conversa com os artistas Consuelo Vea Coroca e Acerola, além das produtoras do projeto, Christalina e Renata Marques. Ao todo, o evento reúne mais de 20 artistas potiguares e 32 trabalhos visuais de criadores de Natal (RN), Parnamirim (RN), São Paulo (SP), Diadema (SP) e Fortaleza (CE), em uma proposta que articula arte, território e tecnologia. Como parte das ações do projeto, foi realizada na última semana uma atividade formativa com estudantes da Escola Municipal Iapissara Aguiar, conduzida pela multiartista Christalina, da Bruxaria Digital, em parceria com integrantes do GIL – Grupo de Improvisação Livre da UFRN. “A vivência buscou aproximar os estudantes da arte contemporânea potiguar e incentivá-los a participar do evento. A proposta foi criar um espaço de troca e despertar o interesse desses jovens para a produção artística que acontece no próprio território”, destaca Christalina, também curadora e idealizadora do festival.  O Potiguarias Visuais atua na democratização do acesso à arte contemporânea na periferia, promovendo visibilidade para produções que transitam entre performance, música, poesia, artes visuais e tecnologia. “Esta edição propõe uma reflexão sobre os modos de criação na contemporaneidade, tensionando questões como hiperprodutividade, esgotamento, autonomia artística e coletividade. A mediação do projeto também sugere leituras como A Sociedade do Cansaço, de Byung-Chul Han, e Não Vão Nos Matar Hoje, de Jota Mombaça, ampliando o debate para além da experiência no evento”, completa a artista. ServiçoO quê: Potiguarias Visuais – Acessando a ZNQuando: 25 de Abril de 2026Onde: Biblioteca Estadual Prof. Américo de Oliveira Costa (Zona Norte de Natal/RN)Quanto: Gratuito

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Mundo Zira vai até este próximo domingo no Museu da Rampa

Redação

A temporada da exposição interativa “Mundo Zira” em Natal se aproxima do fim. Em cartaz no Complexo Cultural Rampa até domingo (26), a mostra convida o público a aproveitar os últimos dias de visitação e conhecer uma experiência que conecta arte, literatura e tecnologia a partir da obra de Ziraldo. A entrada é gratuita, e os ingressos podem ser retirados pelo Sympla ou na bilheteria do museu, conforme lotação do espaço. 42 mil pessoas já passaram pela exposição na capital potiguar, primeira cidade do Nordeste a receber o projeto. Desde a estreia, em novembro, foram realizadas 236 visitas educativas mediadas, que atenderam mais de 8 mil pessoas, sendo 7 mil estudantes de 30 municípios. Nos bastidores, a iniciativa mobiliza 73 profissionais (75% deles de Natal), entre curadoria, produção, educadores, técnicos, comunicadores, interatividade e equipes de apoio. A entrada é gratuita, com retirada de ingressos no Sympla, pelo link https://www.sympla.com.br/evento/exposicao-mundo-zira/3169427, ou na bilheteria do Museu da Rampa, de acordo com a lotação do espaço.

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Romaria: Márcio Benjamim lança novo romance de horror contemporâneo

Redação

Romaria: Um grupo de sobreviventes de um apocalipse zumbi procura ajudar uma cidade vizinha a enfrentar o mesmo mal. Esse é o mote do novo livro do escritor Márcio Benjamin, intitulado Romaria, e representa a continuação do poderoso romance Fome, do mesmo autor. O lançamento será nesta sexta-feira (24), a partir das 19h, no Mahalila Café & Livros. Algumas desgraças não têm fim. Com uma prosa visceral, marcada pela oralidade nordestina e pela poesia bruta do sertão, Márcio Benjamin constrói, em Romaria, uma alegoria de nosso tempo: entre fantasia e horror, Romaria mergulha em temas sociais urgentes e reafirma o autor como a voz mais potente do horror contemporâneo. O profeta estava certo,  o Sertão virou mar. De sangue. Serviço O QUÊ: LANÇAMENTO DO LIVRO ROMARIA ONDE: MAHALILA 19H QUANDO: 24 04 GRATUITO

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Grupos de assobio

Joselito Muller

Há gestos que, mesmo em contextos sociais, históricos e políticos distintos conseguem a façanha de preservar um mesmo significado. Assobiar, por exemplo, é um gesto historicamente relacionado à vagabundagem em várias culturas ao redor do mundo. Prática de rufiões, vadios, estelionatários, patifes e tocadores de realejo, o abominável ato de assobiar – muito apreciado por sujeitos como Calígula e Leon Trotski, o que, por si só, já acende um alerta – voltou à moda. E já não se trata daquele sujeito isolado, que, sem nada útil com o que se ocupar, fica na calçada segurando uma gaiola com um passarinho dentro e, para incentivar o bicho a cantar, assobia. No exemplo acima, ao menos havia uma finalidade. Diferentemente, no entanto, tem sido a prática que ganhou força nos últimos dias, consistente na reunião virtual, via aplicativo Whatsapp, por meio do qual vários sujeitos estão integrando “grupos de assobio”.   Vagabundos de todas as laias, até então solitários em seus respectivos ócios, agora estão se reunindo para assobiar e ouvir os assobios uns dos outros. Poucos analistas contemporâneos estão se dando conta do risco que isso representa à nossa sociedade, que reforça a necessidade de proibir o uso de internet no país. O ato de assobiar, herdado de pretéritos escroques, é inadvertidamente utilizado nos dias de hoje para, por exemplo, avisar comparsas, em meio a empreitadas ilícitas, que a polícia se aproxima. Além disso, o proletário iletrado, sem consciência de classe, utiliza tal habilidade para assediar desafortunadas damas que passem próximo aos canteiros de obra. Também é comum assobiar subitamente ao se aplicar uma dedada fortuita no caneco de outrem, a quem se pretenda ridicularizar. Nota-se, portanto, que nada que preste relaciona-se ao assobio. Também do ponto de vista musical, o cretino sibilar é imprestável, como atestam as canções do Scorpions e Guns n’ Roses. Tomei conhecimento da existência de tais grupos de Whastapp por intermédio de meu filho adolescente. Nessa fase da vida, é comum que muitos garotos se tornem suscetíveis à vagabundagem e devassidão, possivelmente influenciados pela prática cotidiana do onanismo, que finda por afrouxar-lhes o caráter.   Daí atraírem-se por práticas malsãs, tais como soltar pipa, empinar motos ou bicicletas, ouvir funk e manifestar-se por meio de sibilos insolentes. Daí a pertinência das autoridades ficarem alertas para os grupos de assobio no Whatsapp, nos quais os escroques ali reunidos têm potencial de macular, com sua influência nefasta, a consciência dos...

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Tudo é construído! Tudo é revogável!

Tatyanny Nascimento

Tomo a frase do título da obra de Alipio DeSouza Filho (cientista social, professor da UFRN, diretor do Instituto Humanitas) que fez dela mais do que um enunciado provocativo, mas uma chave de leitura do humano. Em seu Construcionismo Crítico, DeSouza Filho insiste que a realidade social, afetiva, moral e política não é natural, nem eterna: ela é produzida historicamente, sustentada por discursos, hábitos, instituições e relações de poder. E é justamente aí que a palavra ideologia ganha peso: ideologia é aquilo que trabalha para fazer o construído parecer natural, inevitável, intocável. Ela reveste de evidência o que é fabricação histórica. Dizer, então, que “Tudo é construído! Tudo é revogável!” não é brincar com o relativismo, mas é lembrar que também podem ser desfeitas as formas que nos domesticam, os sentidos que nos oprimem e as crenças que nos aprisionam. Ignacio Martín-Baró (padre jesuíta, psisicólogo social espanhol, criador da Teoria da Libertação) chamaria isso, em outra chave, de uma tarefa urgente: a desideologização, isto é, o gesto de arrancar das coisas a máscara da falsa naturalidade para devolver ao oprimido a lucidez sobre sua própria condição. Demorei muito para desconfiar do que me parecia natural. Durante anos, aceitei certas ideias como quem aceita a posição dos móveis numa casa antiga: sem perguntar quem os colocou ali, quando, e o porquê continuavam ocupando o centro da sala. Chamei de verdade aquilo que talvez fosse costume, de vocação aquilo que talvez fosse obediência. Chamei de personalidade aquilo que talvez tivesse sido apenas uma lenta adaptação ao medo, ao desejo de pertencimento, à expectativa dos outros. Acho que amadurecer é, em parte, isso: começar a estranhar as evidências. Talvez por isso, eu volte sempre aos antigos. Em Anaximandro, grego do século VI antes da era comum, há uma imagem que nunca me abandona: a do Ápeiron, o ilimitado, o indeterminado, aquilo que ainda não foi recortado em forma. Gosto de pensar que, para ele, a origem do mundo não era uma peça pronta, mas uma abertura. Antes do nome, havia um campo de possibilidades. Antes da ordem, uma espécie de respiração sem bordas. Essa visão me inquieta. Inquieta porque me deixa sem o abrigo das essências. Então, vem Aristóteles (filósofo grego do século IV antes da era comum) com sua paixão pela forma, pela definição, pelo contorno. E eu o compreendo também. Há dias em que tudo o que a gente quer é isso: que as coisas...

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Livro inédito de Moacy Cirne sobre a Bíblia e será lançado em Natal

Redação

Natal recebe, no próximo dia 30 de abril, o lançamento de uma obra inédita de um dos nomes mais importantes da cultura potiguar. O livro “A Bíblia: Travessia, Travessias”, de Moacy Cirne, será apresentado ao público em evento realizado no Temis Clube Bar, no bairro do Tirol. Publicado de forma póstuma, o livro reúne um trabalho desenvolvido ao longo de anos pelo autor, que realizou pesquisas entre 2005 e 2007 e, posteriormente, entre 2010 e 2014 — período em que aprofundou seus estudos em diferentes versões da Bíblia e em obras de teologia. A obra propõe uma leitura singular e provocadora, combinando elementos de ficção, reflexão e experimentação estética. Reconhecido por sua atuação na poesia de vanguarda e por sua contribuição teórica ao campo das histórias em quadrinhos, Moacy Cirne constrói, neste livro, uma abordagem que atravessa o sagrado com um olhar crítico e inventivo. O projeto editorial foi conduzido por Oreny Júnior, do Sebo Gajeiro Curió, a partir de um convite da família do autor. Segundo o editor, o livro representa uma oportunidade única de apresentar ao público um material inédito e relevante dentro da produção intelectual de Cirne. “É uma leitura muito própria de Moacy sobre a Bíblia, que mistura pesquisa e ficção. Ele traz a vanguarda para dentro do sagrado, com uma visão que também carrega o sertão e a vivência dele”, afirma Oreny. Natural de Jardim do Seridó e com trajetória consolidada entre Natal e o cenário acadêmico nacional, Moacy Cirne foi poeta, artista visual e professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), além de um dos criadores do movimento poema/processo. Sua produção influenciou diferentes gerações de artistas e pesquisadores no Brasil.O lançamento de “A Bíblia: Travessia, Travessias” marca não apenas a chegada de um livro inédito ao público, mas também a continuidade do legado de um autor fundamental para a cultura potiguar e brasileira. SERVIÇO📖 Lançamento do livro A Bíblia: Travessia, Travessias📍 Temis Clube Bar – Av. Rodrigues Alves, 950, Tirol, Natal/RN⏰ 18h🎟️ Entrada gratuita

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Ribeira Boêmia homenageia Arlindo Cruz e Jorge Aragão no Ribeira Canta

Redação

O projeto Ribeira Canta está de volta e chega à sua quarta edição com um tributo a dois gigantes do samba brasileiro: Arlindo Cruz e Jorge Aragão. Desta vez, a homenagem será realizada no Bar 294, em Petrópolis, reunindo a Roda de Samba Ribeira Boêmia e convidados em uma celebração dedicada à obra de dois mestres que marcaram gerações com suas composições, interpretações e contribuições para a história do samba. Para abrilhantar a festa, estão confirmadas as participações especiais de Berthone Oliveira, Matheus Magalhães (Samba Preto no Branco) e Daniela Fernandes. O público pode esperar quatro horas de roda de samba, em um encontro pensado para cantar grandes clássicos do gênero do começo ao fim. Os ingressos estão à venda na Outgo e também no próprio Bar 294. Arlindo Cruz Arlindo Domingos da Cruz Filho, conhecido artisticamente como Arlindo Cruz, nasceu no Rio de Janeiro, em 14 de setembro de 1958. Cantor, músico e compositor, é um dos nomes mais importantes do samba e do pagode no Brasil. Integrante do Fundo de Quintal, Arlindo permaneceu por mais de uma década no grupo antes de seguir carreira solo, consolidando também uma parceria marcante com Sombrinha. Suas composições foram gravadas por grandes nomes da música brasileira, como Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Fundo de Quintal e Maria Rita. Entre seus sucessos estão “O Show Tem Que Continuar”, “Ainda É Tempo de Ser Feliz”, “O Que É o Amor”, “Bagaço de Laranja” e “Dor de Amor”. Em 2015, recebeu o Prêmio da Música Brasileira na categoria de melhor músico de samba. Arlindo Cruz faleceu em 8 de agosto de 2025, deixando um legado definitivo para a música brasileira. Jorge Aragão Jorge Aragão da Cruz nasceu no Rio de Janeiro, em 1º de março de 1949, e é reconhecido como um dos maiores compositores e intérpretes da história do samba. Dono de uma obra marcada por lirismo, identidade popular e forte assinatura autoral, Jorge Aragão fez parte da formação inicial do Fundo de Quintal e construiu uma carreira solo sólida, tornando-se referência no gênero. Ao longo de sua trajetória, teve músicas gravadas por artistas como Beth Carvalho, Alcione, Zeca Pagodinho e Martinho da Vila, além de ter eternizado sucessos como “Coisinha do Pai”, “Lucidez”, “Eu e Você Sempre”, “Moleque Atrevido” e “Identidade”. Com décadas dedicadas ao samba, Jorge Aragão se mantém como um dos artistas mais respeitados da música brasileira. Ribeira Canta – Arlindo Cruz...

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Graça está na sala

08/03/2021|

Quando a sirene tocava anunciando mais um horário de aula e era ela quem entrava na sala o colégio ficava maior, mais nobre, mais denso. Lá pelas tantas a gente sabia que ela faria o gesto que mais me ficou na memória, a pedagogia da unha. Graça Macedo, minha pra sempre professora de português da sétima e oitava série que por estes dias a bruxa da Covid levou, era uma bruxa ao contrário: mais que bonita, bem cuidada; para além de séria, elegante; um passo depois do respeito, sabia instalar no ar um tipo raro de empatia. E a unha, onde fica – alguém me pergunta. Era só um gesto, mas como dói lembrar. Antes, algumas considerações. Mulheres como Graça operam este tipo de bruxaria que as fogueiras são incapazes de queimar, por falta de um oxigênio que só elas manipulam com tal majestade. Graça Macedo se beneficiava, claro, do fato de ser professora numa época em que a profissão, para o bem ou para o mal, inspirava um tipo de reverência anterior a qualquer informalidade. Gosto dos professores informais, mas não é disso que se trata. Graça, como diria um piadista dos dias de hoje, estava um patamar acima....

TEREZA-CUSTODIO

07/03/2021|

‘O baú de Filomena’ é o mais novo livro da escritora Tereza Custódio. O lançamento será às 20h desta segunda-feira, 8 de março, Dia Internacional da Mulher, em parceria com a CJA Editora, a UBE/RN e o Mulherio das Letras Zila Mamede. A obra com protagonismo feminino e escrita por uma mulher narra o retorno de Filomena Vieira às suas raízes na Fazenda Riacho Claro, no sertão nordestino. No casarão, o velho baú de couro, que pertenceu à sua avó portuguesa, desvela segredos sombrios e histórias de vivências de mulheres oprimidas e de vozes silenciadas nesse contexto familiar patriarcal. As personagens, miscigenadas das etnias formadoras do povo brasileiro, levam-nos a uma reflexão sobre relações sociais discriminatórias e nossa ancestralidade plural. Para o lançamento foi preparada uma live especial mediada pela produtora cultural Carla Alves e com as participações especiais de Ana Cláudia Trigueiro, Andreia Braz e José de Castro. A transmissão será no canal no Facebook e pelos canais do Mulherio das Letras Zila Mamede e UBE/RN, no Youtube. TRAMA – O baú de Filomena O Baú de Filomena conta a história de três gerações de mulheres marcadas por questões que afligem até os dias atuais, dentre elas o patriarcalismo...

redinha-velha

05/03/2021|

Este texto integra uma ampla matéria jornalística sobre a história da praia e bairro da Redinha Velha, que será dividida em 10 partes. A reportagem foi premiada no edital Auxílio à Publicação de Livros, Revistas e Reportagens Culturais, na categoria Reportagens Culturais. Tem recursos da Lei Aldir Blanc, e patrocínio do Governo do Estado do Rio Grande do Norte através da Fundação José Augusto, e Governo Federal através da Secretaria Especial da Cultura e do Ministério do Turismo. Redinha Velha: mar de tradição e boemia “A verdade fica mais verdadeira quando exposta com uma razoável dose de fantasia”. A frase foi usada pelo diretor de redação da extinta revista O Cruzeiro, Accioly Neto, para resumir a preocupação com a veracidade do que era retratado em suas matérias. E serve também ao enfoque dado a esta reportagem. Não para desmerecer a veracidade da pesquisa, mas de dar ao texto um floreio poético. É que a Redinha é mistura de uma dura realidade com a poesia de sua gente e de suas paisagens. Os segredos que revestem os chãos seculares da Redinha e pintam de um azul cinzento seu mar – palco de memoráveis embates navais no Brasil Colônia – parecem se...

Dez Mulheres Potiguares

05/03/2021|

A Coleção de Cordéis Dez Mulheres Potiguares será lançada na próxima terça (8), Dia Internacional da Mulher e fará homenagem, em versos, a dez mulheres que fazem ou fizeram história potiguar. O lançamento será às 18h, em formato de live pelo Instagram da Casa do Cordel. O material é totalmente elaborado por mulheres, desde as capas em xilogravuras, feitas pelas artistas Célia Albuquerque e Cecília Guimarães, até aos versos das poetisas que compõem o time de autoras dos dez folhetos. São elas: Vani Fragosa, que em versos faz homenagem à revolucionária do levante comunista de 1935, em Natal, Amélia Reginaldo; Raquel de Souza, que versa sobre Ana Floriano, líder do motim das mulheres em Mossoró; Natalie Melo, que ressalta a história da índia guerreira Clara Camarão; Jardia Maia contando em sextilhas a trajetória da cantora Dodora Cardoso; Geralda Efigênia narrando a história de Elizabeth Nasser, símbolo da defesa das mulheres; Fátima Régis, que evidencia o papel da médica Giselda Trigueiro na medicina humanizada; Jussiara Soares trazendo em versos o humanitarismo de Maria Alice Fernandes; Sírlia Lima homenageando em seus versos a técnica de enfermagem Maria das Graças Pereira, primeira pessoa a receber a vacina contra a Covid-19 no RN e...

DuSouto por Luana Tayze

05/03/2021|

Nome tradicional no cenário musical de Natal, o trio DuSouto reflete sua história e discografia em uma performance especial neste sábado (6). Com transmissão gratuita no canal da banda no youtube a partir das 20h, a apresentação é chamada “Utrópica” e marca uma nova fase para o projeto. A banda se formou em 2003 com uma proposta de mesclar a música eletrônica, jamaicana, brasileira e nordestina ao unir samba com drum’n’bass, reggae com repente, xote com ragga e forró com surfmusic. Eles se utilizam de loops, guitarras, samples, groovebox, cavaquinho, sintetizadores, sanfona e letras que trazem o cotidiano de uma cidade praieira pra fazer uma música solar, cheia de sotaque e com identidade genuinamente potiguar. O grupo conta com Gabriel Souto (produtor musical e músico), Gustavo Lamartine e Paulo Souto (compositores e músicos). Para criar a utopia tropical da live, a DuSouto contou com a direção artística de Lê Pandoja e participações especiais de Pretta Soul, Mc Priguissa e Sarah Oliver e um setlist de 25 canções incluindo o hit “Mexilena” e o recente single “Piscininha”. Assista a “Mexilena”: https://youtu.be/etEvjCam6VY Assista a “Piscininha”: https://youtu.be/tDHxmJlXXKo Este projeto é uma realização BaseB Cultura&Entretenimento com recursos da Lei Aldir Blanc, e patrocínio do...

fole-trapiá

05/03/2021|

O filme “Fole”, inspirado no conto homônimo do poemúsico Wescley J. Gama, será apresentado neste sábado, às 19h, no canal do youtube da Trapiá Cia Teatral. Para ter acesso ao filme, você precisa se inscrever nesse link AQUI. A inscrição é gratuita! O filme “Fole” fala do amor de um pai por seu filho e vice-versa. Os dois, moradores do sertão, tem em comum o amor pela música e pela brincadeira de João Redondo. Seu Luiz Basílio (Mané do Fole) confecciona os bonecos e dá vida a eles tocando seu fole. Nozinho (Emanuel Bonequeiro), o filho, manipula e brinca com os bonecos criados pelo pai. Esta harmonia é quebrada por uma tragédia trazida a tona por Cadu (Alexandre Muniz). Mas, é imprescindível manter a esperança de que a vida está sempre presente e precisa ser sentida, mesmo que na profunda tristeza. Gravado no Sitio Oiticica, em Caicó, o filme traz a paisagem do sertão e sua diversidade como cenários desta história de cumplicidade e respeito mútuo. “Fole” Trapiá Filmes 06 de março às 19h. Projeto realizado através da Lei Aldir Blanc, Fundação José Augusto, Governo do Rio Grande do Norte, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal....

Boi de Prata~gostoso

04/03/2021|

Uma das salas de cinema mais especiais do calendário de festivais brasileiro, a Mostra de Cinema de Gostoso exibe anualmente filmes a céu aberto na paradisíaca Praia do Maceió, em São Miguel do Gostoso (RN). Este ano, a 7ª Mostra de Cinema de Gostoso acontece de 10 a 14 de março, e em formato online, sob as condições excepcionais exigidas pela pandemia da Covid-19. Se por um lado nesta edição não será possível contar com a experiência única das exibições ao ar livre, a versão online e gratuita apresentará vasta programação em homenagem ao cinema brasileiro. Serão exibidos 34 filmes, a serem acessados através do site AQUI e também hospedados na plataforma de streaming Innsaei.TV (https://innsaei.tv/). Toda a programação ficará disponível durante os cinco dias da Mostra. Com direção geral e curadoria de Eugenio Puppo e Matheus Sundfeld, o eixo temático proposto para esta edição é centrado no debate a respeito da memória, em suas diversas facetas, enveredando por temáticas que abordem e valorizem a memória audiovisual brasileira. Esse eixo leva em consideração o estado de crise que se encontram os órgãos de preservação da memória audiovisual brasileira. A Cinemateca Brasileira, maior acervo audiovisual da América do Sul, por exemplo,...

pobres-de-marre-foto-Pablo-Pinheiro

04/03/2021|

O espetáculo Pobrés de Marré, do Grupo Carmin, ganhou nova montagem em 2021 e estreará nos palcos durante o FICA – Festival Internacional de Artes Cênicas da Casa da Ribeira. A peça será exibida no canal do YouTube da Casa da Ribeira, com sessão única, às 20h deste sábado (6). Toda programação do festival será online e gratuita. Pobres de Marré A peça, montada pela primeira vez em 2007, conta a história de duas mulheres em situação de rua, Maria e Dasdô, que se encontram por acaso e compartilham seus dramas de vida e lutas para sobreviver. O texto é uma tragicomédia assinada pelo dramaturgo, ator e diretor Henrique Fontes. Em cena, as atrizes Alessandra Augusta e Ana Luisa Camino dão vida às personagens. O espetáculo trata do tema com delicadeza, e por vezes o público pode se pegar rindo ou chorando de situações ora cotidianas, ora absurdas. principalmente, à reflexão sobre a situação da população de rua, problema tão grave das cidades brasileiras. Para Henrique, Pobres de Marré é um texto muito atual, mais do que nunca, já que nesse segundo ano de pandemia o número de pessoas em situação de rua triplica e até quadruplica nos grandes centros...

sarau-quinta-das-artes-constancia-lima

04/03/2021|

Para os amantes da poesia potiguar, uma ótima notícia! O Sarau Quinta das Artes realiza neste mês de março, mês da poesia, a temporada “Por Entre Versos e Poesia”. Durante todas as quintas do mês, às 20h, no Canal Sarau Quinta das Artes no YouTube, poetas norte-rio-grandenses convidados irão dialogar com a professora Carla Alves sobre poesia potiguar. Nesta quinta-feira (04) a estreia da temporada de lives terá o tema “Nísia Floresta Presente” e contará com os convidados Constância Lima Duarte, Nilson Eloy e Isadora Gondim. Todos eles possuem relações com o tema e a história de Nísia. Durante todas as lives serão realizados sorteios de livros para os espectadores. A temporada 2021 do Sarau Quinta das Artes tem patrocínio privado por meio da Lei Câmara Cascudo, do Governo do Estado. Conta também com o apoio da ASSEFIT RN (Associação dos Ex-Alunos das Escolas Federais, Industriais e Técnicas do RN), IFRN e  Livraria Cooperativa Cultural UFRN. SARAU QUINTA DAS ARTES –  “POR ENTRE VERSOS E POESIA” Exibição: Canal Sarau Quinta das Artes no YouTube Realização: Carla Alves Produção Cultural PROGRAMAÇÃO DIA 04 – NÍSIA FLORESTA PRESENTE – Convidados: Constância Lima Duarte, Nilson Eloy e Isadora Gondim. DIA 11 – MULHERES...

Crônicas de Zedelfino ganham formato e-book

04/03/2021|

Uma visão deteriorada do mundo, o livro de crônicas de zedelfino, também conhecido como Zé Delfino, médico anestesiologista, acaba de ser disponibilizado no formato e-book, na loja virtual da Amazon. O livro, lançado pela Z Editora em 2019, reúne escritos sobre os mais diversos temas, todos com as características da prosa – escrita e oral – de Zé Delfino: olhar agudo, criatividade, humor – aqui e acolá com uma dose de picardia. Tudo sob uma escrita leve e atraente. A capa e o projeto gráfico são de Vítor Marinho. Uma visão deteriorada do mundo, cuja edição impressa está esgotada, marcou a última noite de autógrafos em Natal a reunir centenas de pessoas, na galeria Fernando Chiriboga.

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