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Artista de Hollywood em Natal

Poucos sabem que, durante a 2a. Guerra Mundial, Humphrey Bogart esteve em Natal, para participar de show, ou coisa que o valha, em Parnamirim Field, a base aérea norte-americana. O

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O mijão

O verbo “mijar” é sinônimo informal de urinar e, por derivação de sentido, passou a designar “verter qualquer líquido”. O garoto que urina/mija enquanto dorme pode ser considerado um “mijão”.

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Festival Potiguarias Visuais integra performances artísticas e projeção mapeada em evento gratuito

Redação

A Zona Norte de Natal recebe,no próximo sábado, 25 de abril, a quinta sessão do Potiguarias Visuais – Acessando a ZN. O festival de artes integradas, que reúne artistas locais em uma programação gratuita voltada à produção contemporânea, acontece das 18h às 22h, na Biblioteca Estadual Prof. Américo de Oliveira Costa. A noite conta com a condução da artista circense Aranha como Mestre de Cerimônia e traz apresentações do Grupo de Improvisação Livre da UFRN, do espetáculo Ylê Ayê: ginga e fogo ancestral, da performance CARNE-CONCRETO, dos artistas CADIDJA e Santelmo, além de Pretta Soul, que apresenta seu novo show Depois dos 30. Com foco na experimentação e no diálogo entre linguagens, o festival propõe uma noite de encontros entre performance, música, manifestações culturais, projeções artísticas e uma exposição coletiva de artes visuais. A programação conta ainda com uma roda de conversa com os artistas Consuelo Vea Coroca e Acerola, além das produtoras do projeto, Christalina e Renata Marques. Ao todo, o evento reúne mais de 20 artistas potiguares e 32 trabalhos visuais de criadores de Natal (RN), Parnamirim (RN), São Paulo (SP), Diadema (SP) e Fortaleza (CE), em uma proposta que articula arte, território e tecnologia. Como parte das ações do projeto, foi realizada na última semana uma atividade formativa com estudantes da Escola Municipal Iapissara Aguiar, conduzida pela multiartista Christalina, da Bruxaria Digital, em parceria com integrantes do GIL – Grupo de Improvisação Livre da UFRN. “A vivência buscou aproximar os estudantes da arte contemporânea potiguar e incentivá-los a participar do evento. A proposta foi criar um espaço de troca e despertar o interesse desses jovens para a produção artística que acontece no próprio território”, destaca Christalina, também curadora e idealizadora do festival.  O Potiguarias Visuais atua na democratização do acesso à arte contemporânea na periferia, promovendo visibilidade para produções que transitam entre performance, música, poesia, artes visuais e tecnologia. “Esta edição propõe uma reflexão sobre os modos de criação na contemporaneidade, tensionando questões como hiperprodutividade, esgotamento, autonomia artística e coletividade. A mediação do projeto também sugere leituras como A Sociedade do Cansaço, de Byung-Chul Han, e Não Vão Nos Matar Hoje, de Jota Mombaça, ampliando o debate para além da experiência no evento”, completa a artista. ServiçoO quê: Potiguarias Visuais – Acessando a ZNQuando: 25 de Abril de 2026Onde: Biblioteca Estadual Prof. Américo de Oliveira Costa (Zona Norte de Natal/RN)Quanto: Gratuito

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Mundo Zira vai até este próximo domingo no Museu da Rampa

Redação

A temporada da exposição interativa “Mundo Zira” em Natal se aproxima do fim. Em cartaz no Complexo Cultural Rampa até domingo (26), a mostra convida o público a aproveitar os últimos dias de visitação e conhecer uma experiência que conecta arte, literatura e tecnologia a partir da obra de Ziraldo. A entrada é gratuita, e os ingressos podem ser retirados pelo Sympla ou na bilheteria do museu, conforme lotação do espaço. 42 mil pessoas já passaram pela exposição na capital potiguar, primeira cidade do Nordeste a receber o projeto. Desde a estreia, em novembro, foram realizadas 236 visitas educativas mediadas, que atenderam mais de 8 mil pessoas, sendo 7 mil estudantes de 30 municípios. Nos bastidores, a iniciativa mobiliza 73 profissionais (75% deles de Natal), entre curadoria, produção, educadores, técnicos, comunicadores, interatividade e equipes de apoio. A entrada é gratuita, com retirada de ingressos no Sympla, pelo link https://www.sympla.com.br/evento/exposicao-mundo-zira/3169427, ou na bilheteria do Museu da Rampa, de acordo com a lotação do espaço.

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Romaria: Márcio Benjamim lança novo romance de horror contemporâneo

Redação

Romaria: Um grupo de sobreviventes de um apocalipse zumbi procura ajudar uma cidade vizinha a enfrentar o mesmo mal. Esse é o mote do novo livro do escritor Márcio Benjamin, intitulado Romaria, e representa a continuação do poderoso romance Fome, do mesmo autor. O lançamento será nesta sexta-feira (24), a partir das 19h, no Mahalila Café & Livros. Algumas desgraças não têm fim. Com uma prosa visceral, marcada pela oralidade nordestina e pela poesia bruta do sertão, Márcio Benjamin constrói, em Romaria, uma alegoria de nosso tempo: entre fantasia e horror, Romaria mergulha em temas sociais urgentes e reafirma o autor como a voz mais potente do horror contemporâneo. O profeta estava certo,  o Sertão virou mar. De sangue. Serviço O QUÊ: LANÇAMENTO DO LIVRO ROMARIA ONDE: MAHALILA 19H QUANDO: 24 04 GRATUITO

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Grupos de assobio

Joselito Muller

Há gestos que, mesmo em contextos sociais, históricos e políticos distintos conseguem a façanha de preservar um mesmo significado. Assobiar, por exemplo, é um gesto historicamente relacionado à vagabundagem em várias culturas ao redor do mundo. Prática de rufiões, vadios, estelionatários, patifes e tocadores de realejo, o abominável ato de assobiar – muito apreciado por sujeitos como Calígula e Leon Trotski, o que, por si só, já acende um alerta – voltou à moda. E já não se trata daquele sujeito isolado, que, sem nada útil com o que se ocupar, fica na calçada segurando uma gaiola com um passarinho dentro e, para incentivar o bicho a cantar, assobia. No exemplo acima, ao menos havia uma finalidade. Diferentemente, no entanto, tem sido a prática que ganhou força nos últimos dias, consistente na reunião virtual, via aplicativo Whatsapp, por meio do qual vários sujeitos estão integrando “grupos de assobio”.   Vagabundos de todas as laias, até então solitários em seus respectivos ócios, agora estão se reunindo para assobiar e ouvir os assobios uns dos outros. Poucos analistas contemporâneos estão se dando conta do risco que isso representa à nossa sociedade, que reforça a necessidade de proibir o uso de internet no país. O ato de assobiar, herdado de pretéritos escroques, é inadvertidamente utilizado nos dias de hoje para, por exemplo, avisar comparsas, em meio a empreitadas ilícitas, que a polícia se aproxima. Além disso, o proletário iletrado, sem consciência de classe, utiliza tal habilidade para assediar desafortunadas damas que passem próximo aos canteiros de obra. Também é comum assobiar subitamente ao se aplicar uma dedada fortuita no caneco de outrem, a quem se pretenda ridicularizar. Nota-se, portanto, que nada que preste relaciona-se ao assobio. Também do ponto de vista musical, o cretino sibilar é imprestável, como atestam as canções do Scorpions e Guns n’ Roses. Tomei conhecimento da existência de tais grupos de Whastapp por intermédio de meu filho adolescente. Nessa fase da vida, é comum que muitos garotos se tornem suscetíveis à vagabundagem e devassidão, possivelmente influenciados pela prática cotidiana do onanismo, que finda por afrouxar-lhes o caráter.   Daí atraírem-se por práticas malsãs, tais como soltar pipa, empinar motos ou bicicletas, ouvir funk e manifestar-se por meio de sibilos insolentes. Daí a pertinência das autoridades ficarem alertas para os grupos de assobio no Whatsapp, nos quais os escroques ali reunidos têm potencial de macular, com sua influência nefasta, a consciência dos...

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Tudo é construído! Tudo é revogável!

Tatyanny Nascimento

Tomo a frase do título da obra de Alipio DeSouza Filho (cientista social, professor da UFRN, diretor do Instituto Humanitas) que fez dela mais do que um enunciado provocativo, mas uma chave de leitura do humano. Em seu Construcionismo Crítico, DeSouza Filho insiste que a realidade social, afetiva, moral e política não é natural, nem eterna: ela é produzida historicamente, sustentada por discursos, hábitos, instituições e relações de poder. E é justamente aí que a palavra ideologia ganha peso: ideologia é aquilo que trabalha para fazer o construído parecer natural, inevitável, intocável. Ela reveste de evidência o que é fabricação histórica. Dizer, então, que “Tudo é construído! Tudo é revogável!” não é brincar com o relativismo, mas é lembrar que também podem ser desfeitas as formas que nos domesticam, os sentidos que nos oprimem e as crenças que nos aprisionam. Ignacio Martín-Baró (padre jesuíta, psisicólogo social espanhol, criador da Teoria da Libertação) chamaria isso, em outra chave, de uma tarefa urgente: a desideologização, isto é, o gesto de arrancar das coisas a máscara da falsa naturalidade para devolver ao oprimido a lucidez sobre sua própria condição. Demorei muito para desconfiar do que me parecia natural. Durante anos, aceitei certas ideias como quem aceita a posição dos móveis numa casa antiga: sem perguntar quem os colocou ali, quando, e o porquê continuavam ocupando o centro da sala. Chamei de verdade aquilo que talvez fosse costume, de vocação aquilo que talvez fosse obediência. Chamei de personalidade aquilo que talvez tivesse sido apenas uma lenta adaptação ao medo, ao desejo de pertencimento, à expectativa dos outros. Acho que amadurecer é, em parte, isso: começar a estranhar as evidências. Talvez por isso, eu volte sempre aos antigos. Em Anaximandro, grego do século VI antes da era comum, há uma imagem que nunca me abandona: a do Ápeiron, o ilimitado, o indeterminado, aquilo que ainda não foi recortado em forma. Gosto de pensar que, para ele, a origem do mundo não era uma peça pronta, mas uma abertura. Antes do nome, havia um campo de possibilidades. Antes da ordem, uma espécie de respiração sem bordas. Essa visão me inquieta. Inquieta porque me deixa sem o abrigo das essências. Então, vem Aristóteles (filósofo grego do século IV antes da era comum) com sua paixão pela forma, pela definição, pelo contorno. E eu o compreendo também. Há dias em que tudo o que a gente quer é isso: que as coisas...

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Livro inédito de Moacy Cirne sobre a Bíblia e será lançado em Natal

Redação

Natal recebe, no próximo dia 30 de abril, o lançamento de uma obra inédita de um dos nomes mais importantes da cultura potiguar. O livro “A Bíblia: Travessia, Travessias”, de Moacy Cirne, será apresentado ao público em evento realizado no Temis Clube Bar, no bairro do Tirol. Publicado de forma póstuma, o livro reúne um trabalho desenvolvido ao longo de anos pelo autor, que realizou pesquisas entre 2005 e 2007 e, posteriormente, entre 2010 e 2014 — período em que aprofundou seus estudos em diferentes versões da Bíblia e em obras de teologia. A obra propõe uma leitura singular e provocadora, combinando elementos de ficção, reflexão e experimentação estética. Reconhecido por sua atuação na poesia de vanguarda e por sua contribuição teórica ao campo das histórias em quadrinhos, Moacy Cirne constrói, neste livro, uma abordagem que atravessa o sagrado com um olhar crítico e inventivo. O projeto editorial foi conduzido por Oreny Júnior, do Sebo Gajeiro Curió, a partir de um convite da família do autor. Segundo o editor, o livro representa uma oportunidade única de apresentar ao público um material inédito e relevante dentro da produção intelectual de Cirne. “É uma leitura muito própria de Moacy sobre a Bíblia, que mistura pesquisa e ficção. Ele traz a vanguarda para dentro do sagrado, com uma visão que também carrega o sertão e a vivência dele”, afirma Oreny. Natural de Jardim do Seridó e com trajetória consolidada entre Natal e o cenário acadêmico nacional, Moacy Cirne foi poeta, artista visual e professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), além de um dos criadores do movimento poema/processo. Sua produção influenciou diferentes gerações de artistas e pesquisadores no Brasil.O lançamento de “A Bíblia: Travessia, Travessias” marca não apenas a chegada de um livro inédito ao público, mas também a continuidade do legado de um autor fundamental para a cultura potiguar e brasileira. SERVIÇO📖 Lançamento do livro A Bíblia: Travessia, Travessias📍 Temis Clube Bar – Av. Rodrigues Alves, 950, Tirol, Natal/RN⏰ 18h🎟️ Entrada gratuita

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Ribeira Boêmia homenageia Arlindo Cruz e Jorge Aragão no Ribeira Canta

Redação

O projeto Ribeira Canta está de volta e chega à sua quarta edição com um tributo a dois gigantes do samba brasileiro: Arlindo Cruz e Jorge Aragão. Desta vez, a homenagem será realizada no Bar 294, em Petrópolis, reunindo a Roda de Samba Ribeira Boêmia e convidados em uma celebração dedicada à obra de dois mestres que marcaram gerações com suas composições, interpretações e contribuições para a história do samba. Para abrilhantar a festa, estão confirmadas as participações especiais de Berthone Oliveira, Matheus Magalhães (Samba Preto no Branco) e Daniela Fernandes. O público pode esperar quatro horas de roda de samba, em um encontro pensado para cantar grandes clássicos do gênero do começo ao fim. Os ingressos estão à venda na Outgo e também no próprio Bar 294. Arlindo Cruz Arlindo Domingos da Cruz Filho, conhecido artisticamente como Arlindo Cruz, nasceu no Rio de Janeiro, em 14 de setembro de 1958. Cantor, músico e compositor, é um dos nomes mais importantes do samba e do pagode no Brasil. Integrante do Fundo de Quintal, Arlindo permaneceu por mais de uma década no grupo antes de seguir carreira solo, consolidando também uma parceria marcante com Sombrinha. Suas composições foram gravadas por grandes nomes da música brasileira, como Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Fundo de Quintal e Maria Rita. Entre seus sucessos estão “O Show Tem Que Continuar”, “Ainda É Tempo de Ser Feliz”, “O Que É o Amor”, “Bagaço de Laranja” e “Dor de Amor”. Em 2015, recebeu o Prêmio da Música Brasileira na categoria de melhor músico de samba. Arlindo Cruz faleceu em 8 de agosto de 2025, deixando um legado definitivo para a música brasileira. Jorge Aragão Jorge Aragão da Cruz nasceu no Rio de Janeiro, em 1º de março de 1949, e é reconhecido como um dos maiores compositores e intérpretes da história do samba. Dono de uma obra marcada por lirismo, identidade popular e forte assinatura autoral, Jorge Aragão fez parte da formação inicial do Fundo de Quintal e construiu uma carreira solo sólida, tornando-se referência no gênero. Ao longo de sua trajetória, teve músicas gravadas por artistas como Beth Carvalho, Alcione, Zeca Pagodinho e Martinho da Vila, além de ter eternizado sucessos como “Coisinha do Pai”, “Lucidez”, “Eu e Você Sempre”, “Moleque Atrevido” e “Identidade”. Com décadas dedicadas ao samba, Jorge Aragão se mantém como um dos artistas mais respeitados da música brasileira. Ribeira Canta – Arlindo Cruz...

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Os Chicos apresentam o espetáculo “Dona Maria”, uma homenagem a Maria Bethânia

Redação

O grupo Os Chicos apresenta o show Dona Maria, um espetáculo emocionante em homenagem à força, à poesia e à presença única de Maria Bethânia, uma das maiores vozes da música brasileira. Inspirado na intensidade artística e espiritual que atravessa gerações, o projeto convida o público a mergulhar em canções marcantes e interpretações carregadas de sentimento, conduzindo a plateia por uma experiência profunda, sensível e visceral. Com arranjos direção musical de Eduardo Taufic e Tiago Terras e atmosfera cênica envolvente assinada pelos artistas Rita Machado e Rafa Barros, o espetáculo ganha potência com a presença de uma banda formada por músicos de destaque: Eduardo Taufic, Bruno Cirino, Mônica Michelly, Stallone Terto, Kleber Moreira e Weslley Silva. O show conta ainda com as participações especiais de Nara Costa e Rouxinol, artistas que imprimem personalidade e excelência a cada acorde. Mais do que um concerto, Dona Maria propõe um encontro com a emoção, a palavra e a música em sua forma mais intensa. Uma homenagem pulsante, necessária e profundamente conectada com o público. SERVIÇO Show: Dona Maria – Os Chicos cantam Maria Bethânia  Data: 17/04/2026 Hora: 19h30 Local: Teatro Alberto Maranhão  Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/os-chicos—dona-maria—cantam-maria-bethania/3376722 Instagram: @oschicos

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alice-carvalho

14/04/2021|

Roteiristas premiadas de Natal lançam nesta quinta-feira (15) uma temporada especial do “Roteiros São de Vênus”, podcast educacional e descontraído que surgiu com o intuito de ajudar jovens roteiristas a desenvolverem a escrita cinematográfica no período de isolamento. O projeto criado por Alice Carvalho e Vitória Real, pode ser acompanhado em qualquer agregador de podcast ou através deste link AQUI. Inclusão e capacitação Com o intuito de promover inclusão e capacitação profissional, a primeira temporada de 5 episódios apresenta linguagem descontraída e apostilas digitais que se lançam no hall das iniciativas irreverentes e democráticas, atingindo o público de jovens realizadores do setor audiovisual e curiosos. Para essa temporada especial de 3 episódios que nasce como contrapartida de uma aquisição de equipamentos facilitada pela Lei Aldir Blanc, via Governo do Estado, Alice e Vitória apostaram no formato de entrevista com outras especialistas da área: Renata Correa (Rede Globo – RJ), Dênia Cruz (Demaré – RN) e Ana do Carmo (Saturnema Filmes – BA). Alice e Vitória também abordam com as entrevistadas o desenvolvimento de narrativas para o formato de webséries, a rotina dos roteiristas em tempos pandêmicos e a representatividade na tela, abrindo o processo de criação  de cada uma. Nesta...

14/04/2021|

BALADA DO HOMEM PODRE RESSUCITADO Estendo-me nos braços Sou Ele… Sou Ele…   Deploro ressuscitado o filho anjo desprotegido morto insepulto pagão.   Choro ressuscitado filha esquelética desnaturada órfã de pai vivo nos braços da mãe viúva…   Covarde… Covarde…   Tenho sede sede de sede sede do próprio sangue…   Meu santo São Sebastião…   Sou Ele… Sou Vós…   Bêbedo rindo chorando… (José Bezerra Gomes)

guerra e paz

13/04/2021|

Descobri que Guerra e Paz, o livro de Tolstói, virou moda neste período em que as pessoas conscientes reduziram a circulação social para ajudar a conter a Covid-19. Teve matéria na Folha de S. Paulo, com Fernanda Torres, com quem não simpatizo nem um bocadinho, contando sua experiência de ter lido o clássico. O curioso é que, assim como ela, comecei a ler Guerra e Paz em um contexto completamente solto do atual. Peguei pra ler em dezembro do 2019, ao encontrar uma edição barata – quase de graça – no kindle. 1 real. Guerra e Paz a 1 real. Por que não? Lá me fui. Até eu descobrir que aquilo era uma edição condensada e em tradução para o português de Portugal levou um tempo. Mas eu não queria encarar a tradução célebre no Brasil, publicada primeiro pela Coscac Naif, que fechou, e comprada e relançada depois pela Cia das Letras. Isso porque cheguei a pegar um exemplar numa biblioteca pública, levei pra casa e quem acabou lendo (isso acontece frequentemente) foi Rejane Medeiros, minha companheira de vida, antes de mim. E reclamou do excesso de trechos em francês. Mais tarde, nossa querida Ana Luiza Câmara, companheira de redações...

Não Cansei de ser Poeta

13/04/2021|

‘Não Cansei de ser Poeta’, livro de estreia de Leidson Félix tem lançamento nesta quinta-feira (15), às 19h. O livro “Não Cansei de Ser Poeta” é uma coletânea de 15 cordéis de Leidson Felix. Em cada um deles o autor aborda diversos temas: das brincadeiras tradicionais aos festejos do São João, passando pelas cantigas de roda e paisagens do sertão nordestino. Leidson também retrata as belezas da sua cidade natal, Currais Novos. Em seus versos e rimas o livro reflete sobre a importância do cultivo de valores fundamentais para a dignidade humana, convida a refletir sobre a grandeza da vida e as riquezas presentes na cultura popular do dia a dia, demonstra em versos, a relação vivida, com amigos e familiares nas diversas fases da vida, além de versejar em cordel a arte mágica. Leidson Félix traz em seu primeiro livro toda sua energia criativa emaranhada à genuína Cultura Potiguar. O projeto contou com apoio da MAPA Realizações Culturais e foi realizado com recursos da Lei Aldir Blanc através da Fundação José Augusto, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Secretária Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal.  

sol saldanha

13/04/2021|

Muitas vezes não basta escrever, é preciso gritar. Mais das vezes apenas SER é pouco e carece lutar. A história da poeta Sol Saldanha se coaduna com tudo isso. Nasceu pobre, mulher e negra. Mas a poesia estava sempre ali ao lado, seja nas trovas e repentes dos cantadores nas feiras ou na simplicidade da vida que também se faz poética. Sol é mais uma do time do Festival Livro Vivo, Cultura Viva (Flivivo). Ela fará intervenções performáticas durante o evento, que começou ontem e segue diariamente até sábado, com transmissão ao vivo pelo youtube (link abaixo). Hoje a programação relembrará a participação histórica de autores potiguares no Festival de Havana. Começa às 14h. Sol Saldanha é professora da rede pública estadual na disciplina de Projeto de Vida e funcionária pública como Auxiliar de biblioteca. Poeta. Feminista e ativista na Marcha Mundial de Mulheres e coletivo Enegrecer. Integra conselhos representativos em Currais Novos, cidade de nascença. É graduada em Letras pela UFRN. Mas mais do que tudo isso, Sol é guerreira, é poesia seridoense e mãe de quatro filhas. Conversamos com ela: Você é poetisa, seridoense. Seridó celeiro de tantas. Como seu deu seu caminho às Letras? Tenho a sorte...

feira-do-livro-havana

12/04/2021|

Apenas quatro anos atrás uma comitiva de nove escritores potiguares realizaria um feito histórico: a participação inédita como representantes brasileiros na Feira Internacional do Livro de Havana, na ilha do então comandante Fidel. Uma verdadeira saga foi necessária para viabilizar o projeto. Um ano de tentativas, conversas e busca por patrocínios em uma série de instituições públicas e privadas até a conquista de um estande de 25 m2 com toda a estrutura, passagens e hospedagem. Esse feito será tema da mesa agendada para esta terça-feira (13) na programação do Festival Livro Vivo, Cultura Viva (Flivivo), idealizado pelo livreiro e escritor Aluísio Azevedo, um dos comandantes da comitiva do Festival em Havana. A partir das 14h, ao vivo pelo canal do Flivivo no youtube (link logo abaixo), o tema será discutido entre Carlos Zens, Do Carmo, Olavo Queiroz, Marcos Cavalcanti, Damião Gomes, Zé Martins e João Andrade. Muitos estiveram presentes entre os mais 5 milhões de visitantes ao evento. O Flivivo segue até sábado com programação diária, diversificada e gratuita. O destaque fica para a arte-mãe de outras tantas: a literatura e o valor simbólico do livro. Segue o link do youtube para acompanhar ao vivo o segundo dia do Festival: https://www.youtube.com/watch?v=svFIzwbAjJU...

grandiosa-historia-de-um-grão-de-areia

12/04/2021|

Nesta terça-feira (13), a geóloga Daniele Ingredy lança “A Grandiosa História de um Grão de Areia”. Direcionado ao público infantil, o livro é o primeiro volume da Coleção Brincando e Aprendendo com a Geologia, editada pela Federação Brasileira de Geólogos – FEBRAGEO, com o apoio da Associação dos Geólogos do Rio Grande do Norte – AGERN e da Fundação de Apoio à Pesquisa, Ensino e Extensão – Funep. Ilustrado pela própria autora, “A Grandiosa História de um Grão de Areia” é uma jornada através do tempo geológico na qual se descobre que o presente é a chave para compreendermos melhor o passado do nosso planeta. Uma história leve e divertida que mostra as transformações sofridas pela Terra e alguns dos muitos processos geológicos envolvidos nessas mudanças. Recém-formada pela UFRN, Daniele Ingredy revela que o livro é uma forma de retribuição à comunidade sertaneja em que nasceu, no interior do Estado do Ceará, e também à sociedade como um todo, pelo privilégio de se tornar geóloga estudando em uma universidade federal. Com esse trabalho, a autora espera incentivar e contribuir para a formação de novos cientistas. Introdução às geociências Não por acaso, “A Grandiosa História de um Grão de Areia” foi...

Diogo-Guanabara-foto-TIAGO-LIMA

12/04/2021|

O melhor do Choro sem sair de casa. Um dos gêneros musicais mais brasileiros ganha destaque na programação cultural da Prefeitura do Natal. No próximo dia 23, através do canal oficial www.youtube.com.br/natalprefeitura, o público terá a oportunidade de acompanhar as comemorações do Dia Nacional do Choro com uma seleção de grandes nomes da música potiguar. A programação de 2021 homenageia a cantora Ademilde Fonseca e começa às 15h com show de Raphael Almeida, seguido por Choro Bom (16h), Priscila Matos (17h), Choro do Caçuá (18h), Choro da Terra (19h), Diogo Guanabara (20h), Chico Bethoven e o Choro do Elefante (21h), Laryssa Costa (22h) e Eymar Fonseca (23h). Segundo Chico Bethoven, além de Ademilde Fonseca, também serão homenageados grupos que deixaram legado no gênero em Natal: Choro Brejeiro, Sonoroso, Mainha, K-Ximbinho, o clarinetista Renato Tito (irmão de Paulo Tito), além dos mais recentes: João Juvanklin, Carlos Zens… “E o texto com referências a esses grupos e pessoas foi extraído do livro da pesquisadora Leide Câmara”, frisa. Parceria Funcarte e ANL As gravações dos shows acontecem no Salão Multiuso da Academia Norte-riograndense de Letras, através de parceria com o presidente da casa, Diógenes da Cunha Lima. E aí reside a curiosidade. Dácio...

Manoel Cordeiro_ Foto por José de Holanda

12/04/2021|

Acontece neste sábado (17), a partir das 18h, a quarta edição do Natal Instrumental. Em formato online, o festival será transmitido no youtube do Dosol (DosolTV). Ao longo de suas edições, o projeto procurou reunir parte importante da produção instrumental da cidade e trazer artistas convidados de outros estados, promovendo um intercâmbio de estilos, estéticas e gerações fortalecendo a cena instrumental da região. “Já tivemos mais de 30 artistas do Brasil inteiro nas edições do Natal Instrumental. Para essa edição online, tivemos a preocupação de evitar aglomeração e por isso decidimos fazer uma mostra com artistas locais e cada um produzindo seu conteúdo individualmente. A exceção foi Manoel Cordeiro que é um dos convidados de fora do Estado.” comenta Anderson Foca, um dos programadores do encontro. Estão confirmados o Frevo do Xico, Jubileu Filho, Famme Jazz e Camarones Orquestra Guitarrística convida Manoel Cordeiro. “Além dos shows inéditos, ainda vamos exibir performances gravadas de outras edições, mini-docs e outros conteúdos que fizemos no decorrer desses anos de festival”, comenta Ana Morena, produtora e programadora da ação. O Festival Natal Instrumental tem apoio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, Governo do RN, Fundação José Augusto, Ministério da Cidadania e Governo Federal. SERVIÇO O que? Natal...

Carlos Fialho por Luana Tayze

12/04/2021|

O ano de 2020 foi de pouquíssimas novidades no mercado editorial local. Na Escribas Editora não foi diferente. A incerteza causada pela pandemia levou a editora a desacelerar seu habitual ritmo de publicações e organização de eventos culturais. A situação fez com que a editora passasse aperto, mas tudo mudou com o advento da Lei Aldir Blanc, aprovada pelo Congresso Nacional como um socorro providencial para o setor cultural, permitiu que Estados e Municípios recebessem recursos para financiar projetos de artistas de todo o Brasil. Foi graças à Lei Aldir Blanc que a Escribas Editora conseguiu viabilizar diversas obras que estavam aguardando ser publicadas, entre elas os novos livros dos autores Marcelo de Cristo, Pablo Capistrano e Carlos Fialho. Os 3 autores lançam suas mais recentes obras em sistema drive-thru, sem aglomerações, neste sábado (17), das 14h às 20h no Colégio CEI (entrada pela Prudente de Morais). O formato já foi utilizado em dois lançamentos anteriores com bastante sucesso e se mostrou seguro aos convidados, uma vez que eles não descem do carro nem têm contato próximo com outras pessoas. LIVROS E AUTORES “NÃO PEÇA NUDES, PAPAI!” –CRÔNICAS DE CARLOS FIALHO O livro “Não peça nudes, papai” reúne crônicas de...

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