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cervejas de luta

Cervejas de luta na cultura cervejeira

Saudações, camaradas! Vamos avisando logo que o texto é polêmico, político e sarcástico. Se você acha que cerveja e cultura é só beber sua cervejinha em um copo Stanley parcelado

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Festival Potiguarias Visuais integra performances artísticas e projeção mapeada em evento gratuito

Redação

A Zona Norte de Natal recebe,no próximo sábado, 25 de abril, a quinta sessão do Potiguarias Visuais – Acessando a ZN. O festival de artes integradas, que reúne artistas locais em uma programação gratuita voltada à produção contemporânea, acontece das 18h às 22h, na Biblioteca Estadual Prof. Américo de Oliveira Costa. A noite conta com a condução da artista circense Aranha como Mestre de Cerimônia e traz apresentações do Grupo de Improvisação Livre da UFRN, do espetáculo Ylê Ayê: ginga e fogo ancestral, da performance CARNE-CONCRETO, dos artistas CADIDJA e Santelmo, além de Pretta Soul, que apresenta seu novo show Depois dos 30. Com foco na experimentação e no diálogo entre linguagens, o festival propõe uma noite de encontros entre performance, música, manifestações culturais, projeções artísticas e uma exposição coletiva de artes visuais. A programação conta ainda com uma roda de conversa com os artistas Consuelo Vea Coroca e Acerola, além das produtoras do projeto, Christalina e Renata Marques. Ao todo, o evento reúne mais de 20 artistas potiguares e 32 trabalhos visuais de criadores de Natal (RN), Parnamirim (RN), São Paulo (SP), Diadema (SP) e Fortaleza (CE), em uma proposta que articula arte, território e tecnologia. Como parte das ações do projeto, foi realizada na última semana uma atividade formativa com estudantes da Escola Municipal Iapissara Aguiar, conduzida pela multiartista Christalina, da Bruxaria Digital, em parceria com integrantes do GIL – Grupo de Improvisação Livre da UFRN. “A vivência buscou aproximar os estudantes da arte contemporânea potiguar e incentivá-los a participar do evento. A proposta foi criar um espaço de troca e despertar o interesse desses jovens para a produção artística que acontece no próprio território”, destaca Christalina, também curadora e idealizadora do festival.  O Potiguarias Visuais atua na democratização do acesso à arte contemporânea na periferia, promovendo visibilidade para produções que transitam entre performance, música, poesia, artes visuais e tecnologia. “Esta edição propõe uma reflexão sobre os modos de criação na contemporaneidade, tensionando questões como hiperprodutividade, esgotamento, autonomia artística e coletividade. A mediação do projeto também sugere leituras como A Sociedade do Cansaço, de Byung-Chul Han, e Não Vão Nos Matar Hoje, de Jota Mombaça, ampliando o debate para além da experiência no evento”, completa a artista. ServiçoO quê: Potiguarias Visuais – Acessando a ZNQuando: 25 de Abril de 2026Onde: Biblioteca Estadual Prof. Américo de Oliveira Costa (Zona Norte de Natal/RN)Quanto: Gratuito

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Mundo Zira vai até este próximo domingo no Museu da Rampa

Redação

A temporada da exposição interativa “Mundo Zira” em Natal se aproxima do fim. Em cartaz no Complexo Cultural Rampa até domingo (26), a mostra convida o público a aproveitar os últimos dias de visitação e conhecer uma experiência que conecta arte, literatura e tecnologia a partir da obra de Ziraldo. A entrada é gratuita, e os ingressos podem ser retirados pelo Sympla ou na bilheteria do museu, conforme lotação do espaço. 42 mil pessoas já passaram pela exposição na capital potiguar, primeira cidade do Nordeste a receber o projeto. Desde a estreia, em novembro, foram realizadas 236 visitas educativas mediadas, que atenderam mais de 8 mil pessoas, sendo 7 mil estudantes de 30 municípios. Nos bastidores, a iniciativa mobiliza 73 profissionais (75% deles de Natal), entre curadoria, produção, educadores, técnicos, comunicadores, interatividade e equipes de apoio. A entrada é gratuita, com retirada de ingressos no Sympla, pelo link https://www.sympla.com.br/evento/exposicao-mundo-zira/3169427, ou na bilheteria do Museu da Rampa, de acordo com a lotação do espaço.

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Romaria: Márcio Benjamim lança novo romance de horror contemporâneo

Redação

Romaria: Um grupo de sobreviventes de um apocalipse zumbi procura ajudar uma cidade vizinha a enfrentar o mesmo mal. Esse é o mote do novo livro do escritor Márcio Benjamin, intitulado Romaria, e representa a continuação do poderoso romance Fome, do mesmo autor. O lançamento será nesta sexta-feira (24), a partir das 19h, no Mahalila Café & Livros. Algumas desgraças não têm fim. Com uma prosa visceral, marcada pela oralidade nordestina e pela poesia bruta do sertão, Márcio Benjamin constrói, em Romaria, uma alegoria de nosso tempo: entre fantasia e horror, Romaria mergulha em temas sociais urgentes e reafirma o autor como a voz mais potente do horror contemporâneo. O profeta estava certo,  o Sertão virou mar. De sangue. Serviço O QUÊ: LANÇAMENTO DO LIVRO ROMARIA ONDE: MAHALILA 19H QUANDO: 24 04 GRATUITO

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Grupos de assobio

Joselito Muller

Há gestos que, mesmo em contextos sociais, históricos e políticos distintos conseguem a façanha de preservar um mesmo significado. Assobiar, por exemplo, é um gesto historicamente relacionado à vagabundagem em várias culturas ao redor do mundo. Prática de rufiões, vadios, estelionatários, patifes e tocadores de realejo, o abominável ato de assobiar – muito apreciado por sujeitos como Calígula e Leon Trotski, o que, por si só, já acende um alerta – voltou à moda. E já não se trata daquele sujeito isolado, que, sem nada útil com o que se ocupar, fica na calçada segurando uma gaiola com um passarinho dentro e, para incentivar o bicho a cantar, assobia. No exemplo acima, ao menos havia uma finalidade. Diferentemente, no entanto, tem sido a prática que ganhou força nos últimos dias, consistente na reunião virtual, via aplicativo Whatsapp, por meio do qual vários sujeitos estão integrando “grupos de assobio”.   Vagabundos de todas as laias, até então solitários em seus respectivos ócios, agora estão se reunindo para assobiar e ouvir os assobios uns dos outros. Poucos analistas contemporâneos estão se dando conta do risco que isso representa à nossa sociedade, que reforça a necessidade de proibir o uso de internet no país. O ato de assobiar, herdado de pretéritos escroques, é inadvertidamente utilizado nos dias de hoje para, por exemplo, avisar comparsas, em meio a empreitadas ilícitas, que a polícia se aproxima. Além disso, o proletário iletrado, sem consciência de classe, utiliza tal habilidade para assediar desafortunadas damas que passem próximo aos canteiros de obra. Também é comum assobiar subitamente ao se aplicar uma dedada fortuita no caneco de outrem, a quem se pretenda ridicularizar. Nota-se, portanto, que nada que preste relaciona-se ao assobio. Também do ponto de vista musical, o cretino sibilar é imprestável, como atestam as canções do Scorpions e Guns n’ Roses. Tomei conhecimento da existência de tais grupos de Whastapp por intermédio de meu filho adolescente. Nessa fase da vida, é comum que muitos garotos se tornem suscetíveis à vagabundagem e devassidão, possivelmente influenciados pela prática cotidiana do onanismo, que finda por afrouxar-lhes o caráter.   Daí atraírem-se por práticas malsãs, tais como soltar pipa, empinar motos ou bicicletas, ouvir funk e manifestar-se por meio de sibilos insolentes. Daí a pertinência das autoridades ficarem alertas para os grupos de assobio no Whatsapp, nos quais os escroques ali reunidos têm potencial de macular, com sua influência nefasta, a consciência dos...

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Tudo é construído! Tudo é revogável!

Tatyanny Nascimento

Tomo a frase do título da obra de Alipio DeSouza Filho (cientista social, professor da UFRN, diretor do Instituto Humanitas) que fez dela mais do que um enunciado provocativo, mas uma chave de leitura do humano. Em seu Construcionismo Crítico, DeSouza Filho insiste que a realidade social, afetiva, moral e política não é natural, nem eterna: ela é produzida historicamente, sustentada por discursos, hábitos, instituições e relações de poder. E é justamente aí que a palavra ideologia ganha peso: ideologia é aquilo que trabalha para fazer o construído parecer natural, inevitável, intocável. Ela reveste de evidência o que é fabricação histórica. Dizer, então, que “Tudo é construído! Tudo é revogável!” não é brincar com o relativismo, mas é lembrar que também podem ser desfeitas as formas que nos domesticam, os sentidos que nos oprimem e as crenças que nos aprisionam. Ignacio Martín-Baró (padre jesuíta, psisicólogo social espanhol, criador da Teoria da Libertação) chamaria isso, em outra chave, de uma tarefa urgente: a desideologização, isto é, o gesto de arrancar das coisas a máscara da falsa naturalidade para devolver ao oprimido a lucidez sobre sua própria condição. Demorei muito para desconfiar do que me parecia natural. Durante anos, aceitei certas ideias como quem aceita a posição dos móveis numa casa antiga: sem perguntar quem os colocou ali, quando, e o porquê continuavam ocupando o centro da sala. Chamei de verdade aquilo que talvez fosse costume, de vocação aquilo que talvez fosse obediência. Chamei de personalidade aquilo que talvez tivesse sido apenas uma lenta adaptação ao medo, ao desejo de pertencimento, à expectativa dos outros. Acho que amadurecer é, em parte, isso: começar a estranhar as evidências. Talvez por isso, eu volte sempre aos antigos. Em Anaximandro, grego do século VI antes da era comum, há uma imagem que nunca me abandona: a do Ápeiron, o ilimitado, o indeterminado, aquilo que ainda não foi recortado em forma. Gosto de pensar que, para ele, a origem do mundo não era uma peça pronta, mas uma abertura. Antes do nome, havia um campo de possibilidades. Antes da ordem, uma espécie de respiração sem bordas. Essa visão me inquieta. Inquieta porque me deixa sem o abrigo das essências. Então, vem Aristóteles (filósofo grego do século IV antes da era comum) com sua paixão pela forma, pela definição, pelo contorno. E eu o compreendo também. Há dias em que tudo o que a gente quer é isso: que as coisas...

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Livro inédito de Moacy Cirne sobre a Bíblia e será lançado em Natal

Redação

Natal recebe, no próximo dia 30 de abril, o lançamento de uma obra inédita de um dos nomes mais importantes da cultura potiguar. O livro “A Bíblia: Travessia, Travessias”, de Moacy Cirne, será apresentado ao público em evento realizado no Temis Clube Bar, no bairro do Tirol. Publicado de forma póstuma, o livro reúne um trabalho desenvolvido ao longo de anos pelo autor, que realizou pesquisas entre 2005 e 2007 e, posteriormente, entre 2010 e 2014 — período em que aprofundou seus estudos em diferentes versões da Bíblia e em obras de teologia. A obra propõe uma leitura singular e provocadora, combinando elementos de ficção, reflexão e experimentação estética. Reconhecido por sua atuação na poesia de vanguarda e por sua contribuição teórica ao campo das histórias em quadrinhos, Moacy Cirne constrói, neste livro, uma abordagem que atravessa o sagrado com um olhar crítico e inventivo. O projeto editorial foi conduzido por Oreny Júnior, do Sebo Gajeiro Curió, a partir de um convite da família do autor. Segundo o editor, o livro representa uma oportunidade única de apresentar ao público um material inédito e relevante dentro da produção intelectual de Cirne. “É uma leitura muito própria de Moacy sobre a Bíblia, que mistura pesquisa e ficção. Ele traz a vanguarda para dentro do sagrado, com uma visão que também carrega o sertão e a vivência dele”, afirma Oreny. Natural de Jardim do Seridó e com trajetória consolidada entre Natal e o cenário acadêmico nacional, Moacy Cirne foi poeta, artista visual e professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), além de um dos criadores do movimento poema/processo. Sua produção influenciou diferentes gerações de artistas e pesquisadores no Brasil.O lançamento de “A Bíblia: Travessia, Travessias” marca não apenas a chegada de um livro inédito ao público, mas também a continuidade do legado de um autor fundamental para a cultura potiguar e brasileira. SERVIÇO📖 Lançamento do livro A Bíblia: Travessia, Travessias📍 Temis Clube Bar – Av. Rodrigues Alves, 950, Tirol, Natal/RN⏰ 18h🎟️ Entrada gratuita

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Ribeira Boêmia homenageia Arlindo Cruz e Jorge Aragão no Ribeira Canta

Redação

O projeto Ribeira Canta está de volta e chega à sua quarta edição com um tributo a dois gigantes do samba brasileiro: Arlindo Cruz e Jorge Aragão. Desta vez, a homenagem será realizada no Bar 294, em Petrópolis, reunindo a Roda de Samba Ribeira Boêmia e convidados em uma celebração dedicada à obra de dois mestres que marcaram gerações com suas composições, interpretações e contribuições para a história do samba. Para abrilhantar a festa, estão confirmadas as participações especiais de Berthone Oliveira, Matheus Magalhães (Samba Preto no Branco) e Daniela Fernandes. O público pode esperar quatro horas de roda de samba, em um encontro pensado para cantar grandes clássicos do gênero do começo ao fim. Os ingressos estão à venda na Outgo e também no próprio Bar 294. Arlindo Cruz Arlindo Domingos da Cruz Filho, conhecido artisticamente como Arlindo Cruz, nasceu no Rio de Janeiro, em 14 de setembro de 1958. Cantor, músico e compositor, é um dos nomes mais importantes do samba e do pagode no Brasil. Integrante do Fundo de Quintal, Arlindo permaneceu por mais de uma década no grupo antes de seguir carreira solo, consolidando também uma parceria marcante com Sombrinha. Suas composições foram gravadas por grandes nomes da música brasileira, como Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Fundo de Quintal e Maria Rita. Entre seus sucessos estão “O Show Tem Que Continuar”, “Ainda É Tempo de Ser Feliz”, “O Que É o Amor”, “Bagaço de Laranja” e “Dor de Amor”. Em 2015, recebeu o Prêmio da Música Brasileira na categoria de melhor músico de samba. Arlindo Cruz faleceu em 8 de agosto de 2025, deixando um legado definitivo para a música brasileira. Jorge Aragão Jorge Aragão da Cruz nasceu no Rio de Janeiro, em 1º de março de 1949, e é reconhecido como um dos maiores compositores e intérpretes da história do samba. Dono de uma obra marcada por lirismo, identidade popular e forte assinatura autoral, Jorge Aragão fez parte da formação inicial do Fundo de Quintal e construiu uma carreira solo sólida, tornando-se referência no gênero. Ao longo de sua trajetória, teve músicas gravadas por artistas como Beth Carvalho, Alcione, Zeca Pagodinho e Martinho da Vila, além de ter eternizado sucessos como “Coisinha do Pai”, “Lucidez”, “Eu e Você Sempre”, “Moleque Atrevido” e “Identidade”. Com décadas dedicadas ao samba, Jorge Aragão se mantém como um dos artistas mais respeitados da música brasileira. Ribeira Canta – Arlindo Cruz...

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Os Chicos apresentam o espetáculo “Dona Maria”, uma homenagem a Maria Bethânia

Redação

O grupo Os Chicos apresenta o show Dona Maria, um espetáculo emocionante em homenagem à força, à poesia e à presença única de Maria Bethânia, uma das maiores vozes da música brasileira. Inspirado na intensidade artística e espiritual que atravessa gerações, o projeto convida o público a mergulhar em canções marcantes e interpretações carregadas de sentimento, conduzindo a plateia por uma experiência profunda, sensível e visceral. Com arranjos direção musical de Eduardo Taufic e Tiago Terras e atmosfera cênica envolvente assinada pelos artistas Rita Machado e Rafa Barros, o espetáculo ganha potência com a presença de uma banda formada por músicos de destaque: Eduardo Taufic, Bruno Cirino, Mônica Michelly, Stallone Terto, Kleber Moreira e Weslley Silva. O show conta ainda com as participações especiais de Nara Costa e Rouxinol, artistas que imprimem personalidade e excelência a cada acorde. Mais do que um concerto, Dona Maria propõe um encontro com a emoção, a palavra e a música em sua forma mais intensa. Uma homenagem pulsante, necessária e profundamente conectada com o público. SERVIÇO Show: Dona Maria – Os Chicos cantam Maria Bethânia  Data: 17/04/2026 Hora: 19h30 Local: Teatro Alberto Maranhão  Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/os-chicos—dona-maria—cantam-maria-bethania/3376722 Instagram: @oschicos

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Cucumber-Castle-bee-gees

12/04/2021|

Cucumber Castle foi lançado em abril de 1970, em meio à primeira grande crise dos Bee Gees. A banda tinha perdido Robin Gibb, o brother responsável pelos vibratos celestiais que marcaram os hits dos primeiros álbuns do grupo. O guitarrista Vince Melouney tinha saído no ano anterior. O baterista Colin Petersen também partiu no meio das gravações. Restou aos irmãos Barry e Maurice a difícil tarefa de juntar os cacos e seguir adiante. A ideia de criar um especial de TV que servisse de suporte para a veiculação das novas canções parecia interessante, mas logo se configurou em um grande pesadelo. Gravado com a participação da cantora Lulu e da banda Blind Faith, e de lendas como Vincent Price, o curta da BBC era, na verdade, uma comédia pastelão de ambientação medieval com um humor britânico difícil de ser compreendido até por quem gostou do surrealista “Magical Mystery Tour” dos Beatles. Pior: havia pouca conexão do enredo bizarro com as músicas apresentadas. O resultado foi um fracasso. Diante de tantas adversidades o que restava para Barry e Maurice? Uma obstinação radical em não deixar a banda morrer. E um disco composto por mais de uma dezena de canções absolutamente sublimes...

maria maria gomes

10/04/2021|

Das minhas lembranças, meu primeiro encantamento com poesia potiguar se deu com Maria Maria. Isso graças ao saudoso Moacy Cirne. Éramos vizinhos de blog, por assim dizer. Eu com meu Diário do Tempo e ele com o Balaio Porreta, com poesias diárias e a poeta seridoense era figura tarimbada por lá. Maria Maria Gomes (hoje com o adendo do sobrenome) carrega sua Currais Novos nas lembranças e nos escritos. E com a cidade debaixo do braço voa junto a Tolstoi quando quer ser universal, pintando sua aldeia. E na imaginação ou no encaixe das palavras, Menina Maria, como gosto de chamar, ganha o mundo. Maria Maria integrará o timaço presente no Festival Livro Vivo, Cultura Viva, com início nesta segunda (confira tudo AQUI). Traz a bagagem de 13 livros publicados, uma pós-graduação em Literatura Luso-Brasileira e o status de consulesa do Seridó, título conferido pelo movimento poético Poetas del Mundo, com sede no Chile. E traz também ao festival a voz mansa e doce de quem também canta e encanta. E um novo livro de poesia, intitulado Os Cântaros do Mundo. Conversamos rapidinho com essa Menina Maria: Cântaro: vaso grego para se beber. Do que você bebeu para escrever seu...

renda-de-bilros

09/04/2021|

Dirigido pela documentarista Dênia Cruz, o documentário “Vila de Bilros” apresenta um recorte da história da vila de pescadores que virou bairro. O filme foi produzido com recursos da Lei Aldir Blanc, com patrocínio da Prefeitura do Natal e do Governo Federal. Será lançado dia 13 de abril, às 19h30, em um evento online que poderá ser acessado gratuitamente através do Canal Demaré Produções, no Youtube. O Filme fica disponível Online e gratuito no período de 13 a 17 de abril/2021. Além da exibição do filme, os espectadores vão poder acompanhar a apresentação da diretora sobre o processo criativo de construção da obra, e fechando a programação será tocada a trilha sonora do filme, de autoria da banda Rosa de Pedra, com discotecagem por Vinícius Soares, montador do filme e DJ. Rendas e redes: uma vila de afetos e memória Através de uma estética cinematográfica naturalista, “Vila de Bilros” apresenta um recorte sobre a história da Vila de Ponta Negra, que nasceu a partir do encontro das rendeiras de bilro e dos pescadores. A narrativa é conduzida pelas personagens Vó Maria, a rendeira mais antiga da vila, uma das pioneiras no ofício de rendar em bilro; Lenilde, rendeira e mangabeira...

mulheres sambistas

09/04/2021|

A data de nascimento de Dona Ivone Lara, o 13 de abril ficou constituído como Dia da Mulher Sambista. Por aqui vamos nos adiantando à celebração para oferecer um setlist com nada menos que 32 mulheres sambistas de primeira linha, daqui e alhures, do Acre a Portugal. Isso para você já curtir agora no fim de semana. Para ouvir basta clicar AQUI. Mais abaixo vai a lista da autoras, com nossas três representantes: Andiara Freitas, Silvana Martins e Valéria Oliveira. Bom som! Anastácia Lia/MA – 13 de Maio Angélica Criss/PE – Seu tempero Aninha Felipe/MG – Profissão sambista Andiara Freitas/RN – Samba do apartamento Carla Araújo/AL – É na roda da saia Cida Airam/PR – Coco sincopado Cinara Ribeiro/MG – Um lugar ao sol Danuza Borges/DF – Vestidas de amor Dayse do Banjo/RJ – Mulher mãe África Didi Assis/RJ – Carolina Maria de Jesus Dhi Ribeiro/DF – Para uso exclusivo da casa Dora Rosa/MT – Deixa o amor resolver por nós Dóris/MG – Canto de fé Josy Siqueira/MG – #Cansei Karynna Spinelli/PE – S´Oxum Kika Ribeiro/DF – Eterno amor Lara Melo/AL – Sexta-feira Litieh/DF – Panela de barro Luana Gaudi/SP – Encanto Marina Gomes/MG – Canto de fé Mel Nascimento/AL...

Ribeira-Boemia-Foto-Luana-Thayze

09/04/2021|

Há mais de um ano sem poder fazer eventos devido à pandemia do novo coronavírus, o Projeto Cultural Ribeira Boêmia promove, no dia 24 de abril, a partir das 12h, o seu Festival de Samba Solidário. Selecionada pelo Edital da Fundação José Augusto/Governo do Estado do Rio Grande do Norte, via lei federal Aldir Blanc 2020, a primeira live do ano pretende amenizar as dificuldades enfrentadas pelos profissionais da música, da área de eventos e do turismo, que se encontram em situação de vulnerabilidade social. A exemplo das edições passadas, esta iniciativa também será produzida pelo Ribeira Boêmia e transmitida em alta definição pelo canal do grupo no YouTube. A roda de samba contará ainda com a participação especial de grandes nomes do samba potiguar: Dodora Cardoso, Junior Santos, Daniela Fernandes e Alex Amorim (Quarteto Linha). A live contará ainda com a apresentação da jornalista Manu Pessoa. Doação de alimentos ou dinheiro O público virtual poderá doar alimentos não perecíveis; materiais de higiene e limpeza; álcool em gel; equipamentos de proteção individual, como máscaras, face shields, entre outros. Doações em dinheiro também serão possíveis, mediante depósito em conta do Ribeira Boêmia. O valor arrecadado será convertido em donativos para atendimento...

joão-andrade

09/04/2021|

João Andrade é poeta de uma nova geração, pode-se assim dizer. A formação em filosofia empresta alguma influência na sua poética, pincelada também de niilismos. Também contista, artista plástico e professor, João será um dos convidados do ‘Festival Livro Vivo, Cultura Viva‘ (Flivivo), com início nesta segunda com seis dias de atividades culturais. Como poeta, ganhou alguns prêmios literários e participou de dezenas de antologia em diversos estados do país. Colabora com jornais alternativos e sites literários em vários estados brasileiros e em Portugal. Publicou o livro de contos “Contos de Escuridão e Rutilância” (2017) e os de poemas: “Por Sobre As Cabeças” (2005), “Cantigas de Mal Dizer” (2010), “Livro de Palavra” (2013) e “Estilhaços” (2020). Este último também será lançado durante a Flivivo.  Como artista plástico, realizou a exposição individual “Vou-me embora de Pasárgada” (2013). Com o poeta e artista plástico Alfredo Neves realizou a exposição “Da escuridão à Rutilância” (2017). Novamente com Alfredo Neves, além do escritor e artista plástico Aluísio Azevedo Junior, realizou a exposição A Degeneração da Arte (2020). Em 2014, participou do projeto “Arteluz”, tendo uma de suas obras expostas nas ruas de Natal no período da copa do mundo de futebol. – A seguir, uma...

maquiagem-artistica-Salésia-Paulino

08/04/2021|

Inscrições estão abertas para participar da “Oficina Básica de Maquiagem Artística: caminhos que facilitam o processo”, de forma virtual e gratuita através da Plataforma Google Meet. A oficina ocorrerá nos dias 19, 21 e 23 de abril de 2021, das 14h às 16h30, ministrada pela maquiadora Salésia Paulino. A oficina propõe, por meio de aulas práticas e dinâmicas de automaquiagem, a partilha de conhecimentos, técnicas e experiências relacionadas à área da maquiagem artística. Serão exploradas desde técnicas básicas de correção até o uso intuitivo da criatividade na produção de maquiagens com uso de materiais alternativos, algo explorado pela maquiadora Salésia Paulino em um dos seus mais recentes trabalhos: a exposição virtual de maquiagem artística “Persona-Mulher”, disponível em seu instagram @salesiapaulino. Com produção de Thayanne Percilla, a oficina contará ainda com a participação do maquiador convidado Mychell Ferreira e da sua drag Caçandra para uma troca de experiência prática na criação da maquiagem drag. Inscrições As inscrições seguem abertas até 14 de abril. As vagas são limitadas (20 pessoas) e estarão disponíveis para qualquer pessoa que tenha interesse em conhecer ou explorar a maquiagem artística, abarcando tanto quem tem experiências na área quanto iniciantes. Este projeto está sendo realizado com recursos...

as-doencas-de-beethoven

08/04/2021|

A história da medicina inclui a vida e a obra de grandes médicos ou de outros profissionais, cujas biografias revelam suas contribuições para o crescimento dessa área de estudos. Ao longo dos séculos, desfilam nomes de homens e de mulheres, cujas vidas foram capazes de modular a saga que tem Hipócrates (460a.C.-377a.C.) como marco principal. Porém, poucos percebem que as vidas de grandes vultos da humanidade, em particular as doenças que sofreram, também importam para a história da medicina. Como separar, por exemplo, as obras-primas de van Gogh (1853-1890) da doença mental que o afligiu de forma constante? A vida de van Gogh compõe uma página da história da medicina. Da mesma forma, a vida e as doenças de Beethoven, um dos maiores gênios da música em todo o mundo, também compõem outra página similar, pois suas enfermidades foram muito mais do que a bastante conhecida surdez. As doenças de Beethoven Ludwig van Beethoven nasceu a 15 de dezembro de 1770, em Bonn, Alemanha, e faleceu a 16 de março de 1827, em Viena, Áustria. O pai, músico da orquestra da corte, rude e alcoólatra, ao perceber o talento do filho, agiu com extremo rigor, no afã de obter ganhos...

festival-livro-vivo

08/04/2021|

O Festival Livro Vivo, Cultura Viva (Flivivo 2021) terá seis dias intensos de programação cultural voltada à integração das artes musical, cênica, poética e literária. O destaque fica para a arte-mãe de outras tantas: a literatura e o valor simbólico do livro. Entre os dias 12 e 17 de abril o livro e a cultura potiguar estarão em evidência. Uma semana inteira e 16 horas de atividade cultural transmitidas pelo youtube. As tradicionais tendas dos eventos literários serão transformadas em capítulos. E cada um deles receberá apresentações performáticas de vários artistas e literatos. Apresentações de livros de poemas e livros ficcionais dos escritores José Acaci – Saga de Um Cantador; Maria Maria Gomes – Os Cântaros do Mundo; Aluísio Azevedo Júnior – Pedras de Amarração; João Andrade – Estilhaços; dentre outros. E ainda memória da cultura potiguar, debates temáticos, recitações, espetáculos musicais e leituras dramáticas. Ênfase na integração de performances de poeta, ficcionista, cantador e ator. Tudo mediado pelo apresentador e idealizador do projeto, Aluísio Azevedo Junior. Festival Livro Vivo, Cultura Viva – programação ABERTURA CAPÍTULO UM (segunda – 12) Nos tempos das quintas literárias da Nobel (Intervenções da UBE, SPVA, ESCRIBAS, CJA, Barros Café, Damião, e José de Castro.)...

magodasilva

08/04/2021|

SambaCumBlack é o mais novo projeto do artista maGodaSilva, uma sugestiva mistura de samba com black music, cheia de carisma, leveza e sonoridade. O projeto já vem em desenvolvimento há aproximadamente cinco anos, mas foi em 2020 que nasceu a versão original da música que leva o mesmo nome do EP, no Brasil Home Studio, com direção musical de Diego Francisco. Já em parceria com o DJ François G (potiguar radicado em Boston/Massachusetts), SambaCumBlack ganhou nova versão, e é essa track (Re-Take by François G feat. G Sullivan) que será lançada nesta quarta-feira, 7, simultaneamente na Rádio Universitária FM (FMU 88.9), em Natal, e Rádio Universitária do Algarve (RUA 102.7 FM), em Portugal, às 18h (horário do Brasil). O lançamento pode ser conferido no site www.rua.pt. Ou clica AQUI no canal do youtube MagodaSilva para conferir o som! SambaCumBlack O EP SambaCumBlack traz cinco canções, e será apresentado através de transmissões de lives no YouTube, podcasts, Facebook, Instagram e até um mosaico musical. O EP inclui ainda uma nova versão para “Me Chame com(o)’eu Sou(L)”, de maGodaSilva/Maxsoul, em comemoração aos 10 anos de lançamento do CD “e o pior qu’isso tudo não é ficção”. Além dos Djs François G, G...

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