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Clorofenol: conhecendo off-flavors na cerveja

Saudações, cervejeiros degustadores! Hoje vamos falar de um off-flavor (defeito) relativamente comum de ser encontrado nas cervejas artesanais: o clorofenol. Ele pode não ser o off-flavor mais frequentemente encontrado, contudo,

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yanna medeiros

Yanna Medeiros deixa Funcarte após 15 anos

Uma perda significativa nos quadros da administração cultural de Natal foi concretizada nos últimos dias. A assessora técnica para Projetos, Programas e Eventos Culturais, Yanna Medeiros, pediu exoneração do cargo

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Festival Potiguarias Visuais integra performances artísticas e projeção mapeada em evento gratuito

Redação

A Zona Norte de Natal recebe,no próximo sábado, 25 de abril, a quinta sessão do Potiguarias Visuais – Acessando a ZN. O festival de artes integradas, que reúne artistas locais em uma programação gratuita voltada à produção contemporânea, acontece das 18h às 22h, na Biblioteca Estadual Prof. Américo de Oliveira Costa. A noite conta com a condução da artista circense Aranha como Mestre de Cerimônia e traz apresentações do Grupo de Improvisação Livre da UFRN, do espetáculo Ylê Ayê: ginga e fogo ancestral, da performance CARNE-CONCRETO, dos artistas CADIDJA e Santelmo, além de Pretta Soul, que apresenta seu novo show Depois dos 30. Com foco na experimentação e no diálogo entre linguagens, o festival propõe uma noite de encontros entre performance, música, manifestações culturais, projeções artísticas e uma exposição coletiva de artes visuais. A programação conta ainda com uma roda de conversa com os artistas Consuelo Vea Coroca e Acerola, além das produtoras do projeto, Christalina e Renata Marques. Ao todo, o evento reúne mais de 20 artistas potiguares e 32 trabalhos visuais de criadores de Natal (RN), Parnamirim (RN), São Paulo (SP), Diadema (SP) e Fortaleza (CE), em uma proposta que articula arte, território e tecnologia. Como parte das ações do projeto, foi realizada na última semana uma atividade formativa com estudantes da Escola Municipal Iapissara Aguiar, conduzida pela multiartista Christalina, da Bruxaria Digital, em parceria com integrantes do GIL – Grupo de Improvisação Livre da UFRN. “A vivência buscou aproximar os estudantes da arte contemporânea potiguar e incentivá-los a participar do evento. A proposta foi criar um espaço de troca e despertar o interesse desses jovens para a produção artística que acontece no próprio território”, destaca Christalina, também curadora e idealizadora do festival.  O Potiguarias Visuais atua na democratização do acesso à arte contemporânea na periferia, promovendo visibilidade para produções que transitam entre performance, música, poesia, artes visuais e tecnologia. “Esta edição propõe uma reflexão sobre os modos de criação na contemporaneidade, tensionando questões como hiperprodutividade, esgotamento, autonomia artística e coletividade. A mediação do projeto também sugere leituras como A Sociedade do Cansaço, de Byung-Chul Han, e Não Vão Nos Matar Hoje, de Jota Mombaça, ampliando o debate para além da experiência no evento”, completa a artista. ServiçoO quê: Potiguarias Visuais – Acessando a ZNQuando: 25 de Abril de 2026Onde: Biblioteca Estadual Prof. Américo de Oliveira Costa (Zona Norte de Natal/RN)Quanto: Gratuito

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Mundo Zira vai até este próximo domingo no Museu da Rampa

Redação

A temporada da exposição interativa “Mundo Zira” em Natal se aproxima do fim. Em cartaz no Complexo Cultural Rampa até domingo (26), a mostra convida o público a aproveitar os últimos dias de visitação e conhecer uma experiência que conecta arte, literatura e tecnologia a partir da obra de Ziraldo. A entrada é gratuita, e os ingressos podem ser retirados pelo Sympla ou na bilheteria do museu, conforme lotação do espaço. 42 mil pessoas já passaram pela exposição na capital potiguar, primeira cidade do Nordeste a receber o projeto. Desde a estreia, em novembro, foram realizadas 236 visitas educativas mediadas, que atenderam mais de 8 mil pessoas, sendo 7 mil estudantes de 30 municípios. Nos bastidores, a iniciativa mobiliza 73 profissionais (75% deles de Natal), entre curadoria, produção, educadores, técnicos, comunicadores, interatividade e equipes de apoio. A entrada é gratuita, com retirada de ingressos no Sympla, pelo link https://www.sympla.com.br/evento/exposicao-mundo-zira/3169427, ou na bilheteria do Museu da Rampa, de acordo com a lotação do espaço.

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Romaria: Márcio Benjamim lança novo romance de horror contemporâneo

Redação

Romaria: Um grupo de sobreviventes de um apocalipse zumbi procura ajudar uma cidade vizinha a enfrentar o mesmo mal. Esse é o mote do novo livro do escritor Márcio Benjamin, intitulado Romaria, e representa a continuação do poderoso romance Fome, do mesmo autor. O lançamento será nesta sexta-feira (24), a partir das 19h, no Mahalila Café & Livros. Algumas desgraças não têm fim. Com uma prosa visceral, marcada pela oralidade nordestina e pela poesia bruta do sertão, Márcio Benjamin constrói, em Romaria, uma alegoria de nosso tempo: entre fantasia e horror, Romaria mergulha em temas sociais urgentes e reafirma o autor como a voz mais potente do horror contemporâneo. O profeta estava certo,  o Sertão virou mar. De sangue. Serviço O QUÊ: LANÇAMENTO DO LIVRO ROMARIA ONDE: MAHALILA 19H QUANDO: 24 04 GRATUITO

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Grupos de assobio

Joselito Muller

Há gestos que, mesmo em contextos sociais, históricos e políticos distintos conseguem a façanha de preservar um mesmo significado. Assobiar, por exemplo, é um gesto historicamente relacionado à vagabundagem em várias culturas ao redor do mundo. Prática de rufiões, vadios, estelionatários, patifes e tocadores de realejo, o abominável ato de assobiar – muito apreciado por sujeitos como Calígula e Leon Trotski, o que, por si só, já acende um alerta – voltou à moda. E já não se trata daquele sujeito isolado, que, sem nada útil com o que se ocupar, fica na calçada segurando uma gaiola com um passarinho dentro e, para incentivar o bicho a cantar, assobia. No exemplo acima, ao menos havia uma finalidade. Diferentemente, no entanto, tem sido a prática que ganhou força nos últimos dias, consistente na reunião virtual, via aplicativo Whatsapp, por meio do qual vários sujeitos estão integrando “grupos de assobio”.   Vagabundos de todas as laias, até então solitários em seus respectivos ócios, agora estão se reunindo para assobiar e ouvir os assobios uns dos outros. Poucos analistas contemporâneos estão se dando conta do risco que isso representa à nossa sociedade, que reforça a necessidade de proibir o uso de internet no país. O ato de assobiar, herdado de pretéritos escroques, é inadvertidamente utilizado nos dias de hoje para, por exemplo, avisar comparsas, em meio a empreitadas ilícitas, que a polícia se aproxima. Além disso, o proletário iletrado, sem consciência de classe, utiliza tal habilidade para assediar desafortunadas damas que passem próximo aos canteiros de obra. Também é comum assobiar subitamente ao se aplicar uma dedada fortuita no caneco de outrem, a quem se pretenda ridicularizar. Nota-se, portanto, que nada que preste relaciona-se ao assobio. Também do ponto de vista musical, o cretino sibilar é imprestável, como atestam as canções do Scorpions e Guns n’ Roses. Tomei conhecimento da existência de tais grupos de Whastapp por intermédio de meu filho adolescente. Nessa fase da vida, é comum que muitos garotos se tornem suscetíveis à vagabundagem e devassidão, possivelmente influenciados pela prática cotidiana do onanismo, que finda por afrouxar-lhes o caráter.   Daí atraírem-se por práticas malsãs, tais como soltar pipa, empinar motos ou bicicletas, ouvir funk e manifestar-se por meio de sibilos insolentes. Daí a pertinência das autoridades ficarem alertas para os grupos de assobio no Whatsapp, nos quais os escroques ali reunidos têm potencial de macular, com sua influência nefasta, a consciência dos...

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Tudo é construído! Tudo é revogável!

Tatyanny Nascimento

Tomo a frase do título da obra de Alipio DeSouza Filho (cientista social, professor da UFRN, diretor do Instituto Humanitas) que fez dela mais do que um enunciado provocativo, mas uma chave de leitura do humano. Em seu Construcionismo Crítico, DeSouza Filho insiste que a realidade social, afetiva, moral e política não é natural, nem eterna: ela é produzida historicamente, sustentada por discursos, hábitos, instituições e relações de poder. E é justamente aí que a palavra ideologia ganha peso: ideologia é aquilo que trabalha para fazer o construído parecer natural, inevitável, intocável. Ela reveste de evidência o que é fabricação histórica. Dizer, então, que “Tudo é construído! Tudo é revogável!” não é brincar com o relativismo, mas é lembrar que também podem ser desfeitas as formas que nos domesticam, os sentidos que nos oprimem e as crenças que nos aprisionam. Ignacio Martín-Baró (padre jesuíta, psisicólogo social espanhol, criador da Teoria da Libertação) chamaria isso, em outra chave, de uma tarefa urgente: a desideologização, isto é, o gesto de arrancar das coisas a máscara da falsa naturalidade para devolver ao oprimido a lucidez sobre sua própria condição. Demorei muito para desconfiar do que me parecia natural. Durante anos, aceitei certas ideias como quem aceita a posição dos móveis numa casa antiga: sem perguntar quem os colocou ali, quando, e o porquê continuavam ocupando o centro da sala. Chamei de verdade aquilo que talvez fosse costume, de vocação aquilo que talvez fosse obediência. Chamei de personalidade aquilo que talvez tivesse sido apenas uma lenta adaptação ao medo, ao desejo de pertencimento, à expectativa dos outros. Acho que amadurecer é, em parte, isso: começar a estranhar as evidências. Talvez por isso, eu volte sempre aos antigos. Em Anaximandro, grego do século VI antes da era comum, há uma imagem que nunca me abandona: a do Ápeiron, o ilimitado, o indeterminado, aquilo que ainda não foi recortado em forma. Gosto de pensar que, para ele, a origem do mundo não era uma peça pronta, mas uma abertura. Antes do nome, havia um campo de possibilidades. Antes da ordem, uma espécie de respiração sem bordas. Essa visão me inquieta. Inquieta porque me deixa sem o abrigo das essências. Então, vem Aristóteles (filósofo grego do século IV antes da era comum) com sua paixão pela forma, pela definição, pelo contorno. E eu o compreendo também. Há dias em que tudo o que a gente quer é isso: que as coisas...

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Livro inédito de Moacy Cirne sobre a Bíblia e será lançado em Natal

Redação

Natal recebe, no próximo dia 30 de abril, o lançamento de uma obra inédita de um dos nomes mais importantes da cultura potiguar. O livro “A Bíblia: Travessia, Travessias”, de Moacy Cirne, será apresentado ao público em evento realizado no Temis Clube Bar, no bairro do Tirol. Publicado de forma póstuma, o livro reúne um trabalho desenvolvido ao longo de anos pelo autor, que realizou pesquisas entre 2005 e 2007 e, posteriormente, entre 2010 e 2014 — período em que aprofundou seus estudos em diferentes versões da Bíblia e em obras de teologia. A obra propõe uma leitura singular e provocadora, combinando elementos de ficção, reflexão e experimentação estética. Reconhecido por sua atuação na poesia de vanguarda e por sua contribuição teórica ao campo das histórias em quadrinhos, Moacy Cirne constrói, neste livro, uma abordagem que atravessa o sagrado com um olhar crítico e inventivo. O projeto editorial foi conduzido por Oreny Júnior, do Sebo Gajeiro Curió, a partir de um convite da família do autor. Segundo o editor, o livro representa uma oportunidade única de apresentar ao público um material inédito e relevante dentro da produção intelectual de Cirne. “É uma leitura muito própria de Moacy sobre a Bíblia, que mistura pesquisa e ficção. Ele traz a vanguarda para dentro do sagrado, com uma visão que também carrega o sertão e a vivência dele”, afirma Oreny. Natural de Jardim do Seridó e com trajetória consolidada entre Natal e o cenário acadêmico nacional, Moacy Cirne foi poeta, artista visual e professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), além de um dos criadores do movimento poema/processo. Sua produção influenciou diferentes gerações de artistas e pesquisadores no Brasil.O lançamento de “A Bíblia: Travessia, Travessias” marca não apenas a chegada de um livro inédito ao público, mas também a continuidade do legado de um autor fundamental para a cultura potiguar e brasileira. SERVIÇO📖 Lançamento do livro A Bíblia: Travessia, Travessias📍 Temis Clube Bar – Av. Rodrigues Alves, 950, Tirol, Natal/RN⏰ 18h🎟️ Entrada gratuita

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Ribeira Boêmia homenageia Arlindo Cruz e Jorge Aragão no Ribeira Canta

Redação

O projeto Ribeira Canta está de volta e chega à sua quarta edição com um tributo a dois gigantes do samba brasileiro: Arlindo Cruz e Jorge Aragão. Desta vez, a homenagem será realizada no Bar 294, em Petrópolis, reunindo a Roda de Samba Ribeira Boêmia e convidados em uma celebração dedicada à obra de dois mestres que marcaram gerações com suas composições, interpretações e contribuições para a história do samba. Para abrilhantar a festa, estão confirmadas as participações especiais de Berthone Oliveira, Matheus Magalhães (Samba Preto no Branco) e Daniela Fernandes. O público pode esperar quatro horas de roda de samba, em um encontro pensado para cantar grandes clássicos do gênero do começo ao fim. Os ingressos estão à venda na Outgo e também no próprio Bar 294. Arlindo Cruz Arlindo Domingos da Cruz Filho, conhecido artisticamente como Arlindo Cruz, nasceu no Rio de Janeiro, em 14 de setembro de 1958. Cantor, músico e compositor, é um dos nomes mais importantes do samba e do pagode no Brasil. Integrante do Fundo de Quintal, Arlindo permaneceu por mais de uma década no grupo antes de seguir carreira solo, consolidando também uma parceria marcante com Sombrinha. Suas composições foram gravadas por grandes nomes da música brasileira, como Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Fundo de Quintal e Maria Rita. Entre seus sucessos estão “O Show Tem Que Continuar”, “Ainda É Tempo de Ser Feliz”, “O Que É o Amor”, “Bagaço de Laranja” e “Dor de Amor”. Em 2015, recebeu o Prêmio da Música Brasileira na categoria de melhor músico de samba. Arlindo Cruz faleceu em 8 de agosto de 2025, deixando um legado definitivo para a música brasileira. Jorge Aragão Jorge Aragão da Cruz nasceu no Rio de Janeiro, em 1º de março de 1949, e é reconhecido como um dos maiores compositores e intérpretes da história do samba. Dono de uma obra marcada por lirismo, identidade popular e forte assinatura autoral, Jorge Aragão fez parte da formação inicial do Fundo de Quintal e construiu uma carreira solo sólida, tornando-se referência no gênero. Ao longo de sua trajetória, teve músicas gravadas por artistas como Beth Carvalho, Alcione, Zeca Pagodinho e Martinho da Vila, além de ter eternizado sucessos como “Coisinha do Pai”, “Lucidez”, “Eu e Você Sempre”, “Moleque Atrevido” e “Identidade”. Com décadas dedicadas ao samba, Jorge Aragão se mantém como um dos artistas mais respeitados da música brasileira. Ribeira Canta – Arlindo Cruz...

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Os Chicos apresentam o espetáculo “Dona Maria”, uma homenagem a Maria Bethânia

Redação

O grupo Os Chicos apresenta o show Dona Maria, um espetáculo emocionante em homenagem à força, à poesia e à presença única de Maria Bethânia, uma das maiores vozes da música brasileira. Inspirado na intensidade artística e espiritual que atravessa gerações, o projeto convida o público a mergulhar em canções marcantes e interpretações carregadas de sentimento, conduzindo a plateia por uma experiência profunda, sensível e visceral. Com arranjos direção musical de Eduardo Taufic e Tiago Terras e atmosfera cênica envolvente assinada pelos artistas Rita Machado e Rafa Barros, o espetáculo ganha potência com a presença de uma banda formada por músicos de destaque: Eduardo Taufic, Bruno Cirino, Mônica Michelly, Stallone Terto, Kleber Moreira e Weslley Silva. O show conta ainda com as participações especiais de Nara Costa e Rouxinol, artistas que imprimem personalidade e excelência a cada acorde. Mais do que um concerto, Dona Maria propõe um encontro com a emoção, a palavra e a música em sua forma mais intensa. Uma homenagem pulsante, necessária e profundamente conectada com o público. SERVIÇO Show: Dona Maria – Os Chicos cantam Maria Bethânia  Data: 17/04/2026 Hora: 19h30 Local: Teatro Alberto Maranhão  Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/os-chicos—dona-maria—cantam-maria-bethania/3376722 Instagram: @oschicos

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Fernanda Sinhá, rosy nascimento

16/04/2021|

Os produtores culturais baianos, Fernanda Sinhá e Anderson Gavião, são os convidados para a segunda live do projeto de cobertura nacional “Incubadora Preta”, que acontecerá neste sábado (17), às 19h, no Instagram do projeto, com o tema “Cultivando Produções Pretas”, contando com a mediação da poeta potiguar Rosy Nascimento. A live visa discutir sobre as trajetórias, desafios e conquistas de ser um produtor negro dentro do cenário cultural no Brasil. A Incubadora Preta oportuniza a criação de um espaço virtual de formação para novos agentes culturais negros, com ações de articulação e formação para o mercado de produção cultural brasileiro. A ideia é desenvolver conceitos de pré-produção, produção e pós-produção, fomentando a criação de projetos artísticos para editais de captação de recursos. “Somos agentes mobilizadores de cultura dentro do nosso território. O meu maior desafio é ter legitimada a minha trajetória enquanto articulador na resolução dos problemas identificados e em proposições culturais que geram uma nova perspectiva para a vida da comunidade negra”. É o que acredita o coordenador e ministrante da Incubadora Preta, Emiade. Nas duas primeiras edições, a Incubadora Preta já dialogou com 40 pessoas dos estados do Ceará, Sergipe, Bahia, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e...

curta os congos

15/04/2021|

O filme Curta os Congos é resultante de um objetivo coletivo da Escola Popular Vir-a-Vila, de fortalecer a cultura local. A ideia de fazer um documentário que trouxesse mais elementos sobre a formação do bairro da Vila de Ponta Negra e a relação com grupos culturais tradicionais surge durante a produção do documentário “Não estamos à venda” (lançado em 2019). Informações importantíssimas sobre o grupo Congo de Calçolas e a relação afro-brasileira dadas durante entrevistas não entraram no documentário e ficou visível a necessidade de retoma-las em outro momento este tema. Veja o filme Curta os Congos: O filme foi idealizado por Raquel Cardozo da Silva, que lançou seu primeiro documentário em 2019, denominado “Não estamos à venda” que trata sobre a história da Vila de Ponta Negra e a expropriação imobiliária e turística na região. Em 2020 participou da produção do documentário “Salve Natal: a cidade é nossa”, que traz um manifesto de diversos segmentos da população contrária à forma com que o Plano Diretor da Cidade estava sendo conduzido durante a pandemia do Covid-19. Curta os Congos No Curta os Congos, Raquel escolheu como personagem principal Mestre Pedro Correia, pesquisador orgânico da comunidade e Mestre do Grupo Congo...

jose-acaci

15/04/2021|

O quarto dia do Festival Livro Vivo, Cultura Viva (Flivivo) abre o leque para além da temática do livro e da leitura sem sair dela. É que poesia, seja nas estrofes dos cordéis, nas vozes estridentes dos repentistas, tem lá sua música. E a música é aquela namorada perfeita da poesia, cheia de curvas e melodias sedutoras. A temática deste quarto e novo capítulo do festival, “Quando poesia rima com melodia”, trará intervenções entre os dois mundos, entre esse casal inseparável, com o educador e poeta cordelista José Acaci e os poemúsicos William Guedes, Wigder Vale e Mattheus Rocha. O bate-papo começa mais uma vez às 14h com link ao vivo, que segue abaixo: https://www.youtube.com/watch?v=iWz6v2E3qEw  

FJA ingressará ação judicial contra União para prorrogar prazos da LAB

15/04/2021|

A Fundação José Augusto tem preparado uma peça judicial para ingressar contra o Governo Federal para conseguir prorrogação de prazo para execução e prestação de contas dos projetos contemplados pela Lei Aldir Blanc. A informação ainda é extra oficial e partiu de fontes ligadas ao órgão estadual. Mas a tendência é que o Governo do Rio Grande do Norte siga as diretrizes de estados como Ceará, Pará e Bahia, que conseguiram liminar junto ao STF para prorrogar esses prazos da LAB. O Governo do Ceará foi o primeiro a mover ação contra a União. A decisão favorável concedido pela ministra Carmem Lúcia abriu precedente para outros estados da Federação fazerem o mesmo. Na decisão, a ministra apontou que “O perigo de dano ou risco ao resultado útil do processo são evidenciados pela possibilidade da União aplicar sanções ao Ceará, impactando também os profissionais da cultura, pelo descumprimento do prazo para apresentação do Relatório de Gestão Final e o de execução dos projetos ao Ministério do Turismo”. Reiterou também que “não há perigo de irreversibilidade do efeito da decisão”, uma vez que o “Relatório de Gestão Final e o de execução dos projetos ainda deverão ser apresentados ao Ministério do Turismo,...

Lei Aldir Blanc: FJA prorroga prazos para execução e prestação de contas

15/04/2021|

A Fundação José Augusto (FJA) prorrogou até 30 de abril de 2021 a execução dos projetos aprovados diretamente, e para o dia 31 de maio de 2021 aprovados no Cadastro Reserva nos editais da Lei Aldir Blanc RN. A entrega dos relatórios de prestação de contas para os contemplados diretos poderá ser realizada até o dia 5 de maio. A portaria com a prorrogação dos prazos será publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) nesta sexta-feira (16/04). Está prorrogada até o dia 30 de abril a entrega da contrapartida, na forma de produtos físicos (livros, folhetos de cordel, revistas ou pendrive), dos projetos ligados ao Edital 03/2020 – FJA – Formação e Pesquisa – Troca de Saberes a Distância; Edital 06/2020 – FJA – Prêmio Cultura Popular de Tradição; Edital 07/2020 – FJA – Saberes, Sabores e Fazeres; Edital 09/2020 – FJA – Auxílio à Publicação de Livros, Revistas e Reportagens Culturais e Edital 11/2020-FJA – Chamada Pública para Credenciamento no Programa de Apoio Emergencial a Projetos Editoriais e Propostas de Aquisição de Livros. Fica estabelecido o dia 31 de maio como data limite para execução e prestação de contas dos projetos contemplados no Cadastro Reserva. Decreto Federal A Medida...

leia la que eu leio de ca

15/04/2021|

Em tempo de pandemia, quando as aulas passaram a ser remotas, fez-se necessário reinventar-se com ações e projetos virtuais dinâmicos com objetivo de incentivar a leitura literária, a formação do leitor crítico e consequentemente que as famílias estivessem presentes neste processo. Nesta troca entre família e escola, alunos e professores, a comunidade escolar do município potiguar de Lagoa Nova e outras escolas do Estado e do Brasil aprendem por meio das tecnologias a construírem saberes e desenvolverem habilidades socioemocionais, na perspectiva de aproximar leitores e escritores, mediadores de projetos de leitura com um único objetivo: Formar leitores críticos e apaixonados pelo livro. Pessoas e livros Nessa perspectiva, a Prefeitura Municipal de Lagoa Nova, através da sua Secretaria de Educação (Projeto Ciranda Literária), se une à Escola Municipal Edmo Pinheiro, da cidade de Parnamirim, ramificação do Projeto Rio de Leitura, e iniciam o projeto de intercâmbio literário  “Leitura Virtual: Leia de lá que eu leio de cá”, com objetivo de que os alunos possam ler virtualmente a obra de Monteiro Lobato e outras obras posteriormente, e aprenderem juntos a cidadania, com o lema do próprio escritor: “Um país se faz com homens e livros.”. Como disse o autor, que desejava escrever...

15/04/2021|

O PÊSSEGO Por si só, como fruto, não sugere seu sabor. Para mim que desfruto de sua forma, sua cor, e com mão aliciante sinto a polpa veludosa, não penso no gosto diante da penugem de tons rosa. De repente, perplexo, vejo um ventre de mulher: sua vulva, o morno sexo que está a se oferecer. O pêlo da pele beijo, mordo a carne sumarenta, se me acende um desejo que não se dessedenta. A fome da minha língua agora está saciada, a do desejo não míngua, tem que ser adiada. (Luiz Carlos Guimarães)

Coffee IPA: a junção de dois mundos

14/04/2021|

Olá, cervejeiros! Saudações! O tema de hoje da nossa coluna será sobre India Pale Ale (IPA), um dos estilos mais queridos da atualidade. Mas não versará sobre qualquer IPA, ou IPAs de modo genérico, já que este estilo por si só já é um mundo, e sim, um subgênero ainda pouco conhecido e/ou explorado, ainda que bastante promissor: as IPAS com café, ou Coffee IPA. Certamente, para quem já provou alguma IPA ou alguma cerveja com aromas e sabores de café (usualmente Porters ou Stouts, ou seja, cervejas de cor escura) pode pensar o quão estranha seria esta combinação? Inusitada? Sim! Ruim? Jamais! Então convido todos a conhecer um pouco mais desta junção, que em primeiro momento pode parecer pouso usual, mas acaba sendo uma bela junção de dois mundos, das tonalidades cítricas e herbais da lupulagem das IPA’s, e os aromas do café. Se estiver lendo durante o dia, pegue seu café, se estiver lendo durante a noite, pegue sua IPA; mas, se estiver lendo durante o final de semana, pegue sua Coffee IPA a qualquer hora do dia. IPA com gosto de café? Quem já teve o prazer de experimentar uma IPA deve ter em mente que ela...

exposição

14/04/2021|

O Festival Livro Vivo, Cultura Viva (Flivivo) discute hoje os auspícios e benefícios da Lei Aldir Blanc, responsável por distribuir R$ 3 bilhões para que Estados e municípios aplicassem nos diversos setores da cultura. O bate-papo será mediado pelo idealizador do Flivivo, Aluísio Azevedo e comentado por este editor, Sergio Vilar. Outro tema abordado será uma exposição de artes plásticas que poderia ter sido e não foi. “Revivendo uma exposição de arte contra o bom, o belo e o verdadeiro” teria vernissage exatamente um ano atrás, em 14 de março de 2020, mas foi impedida pelas novas normas de restrição social. A exposição dos artistas Aluísio Azevedo, Alfredo Neves e João Andrade seria montada na Galeria Newton Navarro, na Capitania das Artes como uma ironia e uma crítica bem humorada em contraponto ao Movimento Canarinho, de artistas bolsonaristas que ganharam alguma mídia à época. O Flivivo desta quarta começa mais uma vez as 14h. Além do debate sobre artes plásticas e Lei Aldir Blanc, durante a live (link abaixo) também será realizada exposição de poesia e pinturas dos três autores (Aluísio, Alfredo e João Andrade). Segue o link do canal do youtube do Festival para conferir ao vivo a programação...

waldermar ernesto

14/04/2021|

O Pianista: Gaúcho Papa Jerimum é um mergulho sensitivo e imersivo sobre a vida e obra do Maestro Waldemar Ernesto Hetzel, especialmente, por ser contada a partir de sua vívida voz e memória. O lançamento do documentário será nesta quarta (14) às 20h, no canal O Maestro e a Estrela/Youtube. Iniciado em 2007, as filmagens capturam depoimentos de músicos e artistas aclamados no cenário potiguar como: Joca Costa, Eduardo Taufic, Paulo Sarkis, Valtinho do Acordeon, Paulo Tito e do saudoso Manoca Barreto. Conta com a participação valorosa do jornalista Woden Madruga, e ainda há relatos comoventes dos filhos: Isa, Sandra, Carlos (in memorian) e da neta e talentosa cantora Bruna Hetzel. Waldemar Ernesto e Glorinha Oliveira Durante as gravações do Pianista, surgiu a ideia do espetáculo, em 2010, o Maestro e a Estrela, encontro de Waldemar Ernesto e Glorinha Oliveira, no lendário palco do Teatro Alberto Maranhão. A partir do dia 15 de abril, as imagens dos shows serão postadas no referido canal. Confiram o teaser de O Pianista: Direção: ICAP – Instituto Cultural e Audiovisual Potiguar. Contato: (84) -98129-8291/ 98159- 5493 Idealização: Gianni Allan Duarte Maia Roteiro: Camila Loureiro Barbosa Edição de imagens: Paulo Lima Edição de áudio: Riva...

alexandre_atmarama

14/04/2021|

Alexandre Atmarama, um dos conceituados violonistas do RN, lança nessa quinta-feira, 20h, o seu mais novo trabalho, o álbum de violão instrumental Dança Remota. O lançamento acontecerá no canal do selo Mudernage no Youtube, ocasião em o álbum poderá ser apreciado publicamente pela primeira vez. O álbum contêm 10 peças instrumentais de autoria de Atmarama interpretadas por ele mesmo ao violão solo. Conta ainda com participação mais que especial do músico Fabio Presgrave, que na música KRIPA toca cello em duo com o violão de Alexandre. Dança Remota Esbanjando técnica sem perder a candura, o álbum passeia pelas diversas inquietudes musicais do violonista/compositor. A intensidade contemporânea de Surya (Ostinato I) é imersa em polifonias e repetições intrigantes. Dança Remota, música que dá título ao trabalho tem inspirações na infância do violonista, época em que morava nas proximidades de um bloco de tribo de índios e ao longe escutava os ensaios daqueles ritmos ancestrais. Tempero Brasileiro, explora brasilidades nas sutilezas do samba. Parcela das músicas possuem título em Sânscrito, aspecto que surge naturalmente nas obras de Atmarama por ele ser também estudioso da filosofia oriental. Nesse sentido temos: Shanti (paz), Bhumi (terra), Vayu (ar), Kripa (compaixão), entre outras. Alexandre Atmarama Alexandre...

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