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Santos e festas juninas

Retorno a uma crônica afim, e com o mesmo título, que publiquei em 2010. As festas juninas remetem-nos para velhos tempos, acalentam lembranças da infância, fazem recordar fatos e encantos

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fototeca potiguar

RN vai ganhar uma Fototeca potiguar

A proposta de criação da Fototeca Potiguar já passou pela Comissão de Constituição e Justiça e nesta quinta (21) foi aprovada por unanimidade pela Comissão de Educação da Assembleia Legislativa.

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A Academia que podia ter sido e não foi

A Academia Brasileira de Letras divulgou nota, pela internet, anunciando a realização do ciclo de palestras “Cadeira 41”, sob a coordenação da acadêmica Ana Maria Machado. “Este ciclo, diz a

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Mostra Macambira abre inscrições para filmes que irão compor sua quarta edição

Redação

Estão abertas as inscrições para a Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero, iniciativa que visa difundir e promover diálogos sobre a produção audiovisual dirigida por realizadoras (cis, trans, travestis) e pessoas gênero-dissidentes. A quarta edição da Mostra acontece de 26 a 28 de junho na Casa da Ribeira, em Natal. A programação conta com a Mostra Nacional e a  Mostra Potiguar, com filmes que estão sendo realizados na contemporaneidade por perspectivas que historicamente foram subalternizadas e invisibilizadas no campo do cinema. As inscrições para a nova edição da Mostra seguem abertas até 11 de maio no site http://www.mostramacambira.com.br. Estão aptos para a inscrição curtas e médias-metragens brasileiros com duração máxima de 25 minutos, finalizados a partir de janeiro de 2024. Os filmes devem ser, obrigatoriamente, dirigidos ou codirigidos por mulhereridades (cis, trans, travestis) e pessoas dissidentes de gênero (homens trans, pessoas transmasculinas, não binárias, gênero fluido, agênero), sendo necessário o preenchimento da identidade de gênero da direção no campo correspondente do formulário de inscrição. A seleção dos filmes será realizada pela equipe de Curadoria da Mostra Macambira segundo critérios definidos pela linha curatorial que contempla as mais diversas subjetividades de mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, de modo a incorporar novas imagens ao campo do cinema. A 4ª edição da Mostra Macambira é produzida pela Salobra Filmes, Ebó Filmes e OXÊ Filmes. Este evento é realizado através do Edital de Fomento ao Audiovisual e Jogos Eletrônicos 10/2024, lançado pela Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. Sobre a Mostra Macambira A Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero é uma janela de exibição surgida no estado do Rio Grande do Norte (RN) em 2020. Tendo o marcador social de gênero como ponto de partida, o evento tem como objetivo difundir e debater, de maneira gratuita, obras audiovisuais brasileiras e potiguares dirigidas por mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, buscando contribuir com a fissura de um regime representacional que contemple a diversidade de olhares, a partir de uma perspectiva interseccional. InformaçõesInscrições: De 27/04 a 11/05Regulamento e ficha de inscrição: http://www.mostramacambira.com.brRedes sociais: @mostramacambira

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Patrícia Leal celebra Dia da Dança com poesia, música e fragrância no show Águas

Redação

Nesta quarta-feira (29), a artista, bailarina, cantora, poeta e perfumista Patrícia Leal realiza o Show ÁGUAS, celebrando o dia internacional da Dança no Mahalila Café e Livros, com um trabalho totalmente autoral a partir de seu EP Águas, mas também com músicas de seu Álbum anterior Continua…, além de canções inéditas. Acompanhada por grandes músicos, a formação conta com o saxofone de Anderson Pessoa, o piano de Eduardo Taufic e a percussão de Ramon Gabriel. Celebrando a Dança, o show é proposto com o melhor dos ritmos brasileiros com muito swing do samba, ijexá, côco, ciranda… deixando até nas letras o convite: “tira o sapato, vamos dançar onde for…” ÁGUAS é um trabalho que se iniciou no final da pandemia e reflete sobre as emoções, sentimentos vividos nesse período e na relação da autora com as águas internas, emocionais e com as águas externas, seja o Mar, sejam as cachoeiras, os rios. As coreocanções nascem da necessidade de reaproximação com o si, com a natureza, após um longo período de isolamento, da necessidade de compreender os próprios sentimentos e da compreensão que somos natureza. A artista realmente visitou locais de mar aberto em Natal, Pipa, São Miguel do Gostoso, como também cachoeiras em locais mais fechados e de floresta em Delfinópolis, Minas Gerais, que trouxeram o movimento necessário para as melodias, para a poesia e para as fragrâncias tão peculiares ao processo de criação da artista. Além do EP, a artista criou duas fragrâncias “Concha” e “Rainha”, que levam o nome de duas músicas do trabalho. A formação escolhida para o trabalho – sax, piano e percussão – permitiu um clima mais intimista, necessário para a performance das canções e contou com a colaboração de grandes artistas: Anderson Pessoa no saxofone, Eduardo Taufic no piano e Ramon Gabriel na percussão. O Show acontece em comemoração ao dia internacional da Dança e, por isso, convida também a Dançar com uma seleção de músicas que trazem muito samba, côco, ciranda, samba-jazz e uma pitada de blues. Show – Águas, de Patrícia Leal Quando: 29/04/26 Aonde: Mahalila Horário: 20h Contribuição artística

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Skarimbó lança “Dunares” e firma um novo momento de sua trajetória artística

Redação

Com sonoridade orgânica e construção visual integrada, o disco evidencia o amadurecimento do grupo após mais de dez anos de caminhada Depois de mais de uma década de trajetória, a banda Skarimbó chega a um novo momento com o lançamento de “Dunares”, disco que estreia hoje, 27 de abril, nas plataformas digitais. O trabalho firma um momento de consolidação artística do grupo e evidencia um estágio mais maduro de sua identidade musical, em que a força rítmica, a densidade poética e a organicidade da execução aparecem em equilíbrio raro. “Dunares” nasce como obra de percurso. Seu título não funciona apenas como referência paisagística ou geográfica, embora a presença das dunas, tão constitutiva da experiência de viver e se deslocar em Natal, seja decisiva para a imaginação do álbum. A imagem central aqui é a da travessia. A caminhada entre escassez e abundância, aridez e horizonte, esforço e chegada. É desse movimento, ao mesmo tempo físico e existencial, que o disco retira sua espinha dorsal. Nas palavras de Geraldo Gondim, cantor e compositor da banda, o álbum sintetiza uma reflexão antiga do Skarimbó sobre a condição humana e suas dualidades, entre altos e baixos da vida, escassez e abundância, chegadas e partidas, secura e mar. Parte importante das composições foi escrita num período em que o artista vivia em Tabatinga, território cercado por dunas, de onde veio não só a ambiência do disco, mas também a percepção mais nítida desse contraste entre dureza e promessa, entre o caminho difícil e o que se revela depois dele. Para o artista, lançar o disco também é celebrar a permanência e a reinvenção de um grupo que, ao longo de doze anos, vem sustentando sua chama criativa em meio aos desafios de produzir música autoral em Natal.  Essa dimensão simbólica encontra ressonância direta na arquitetura sonora do álbum. Segundo a produtora executiva Babi Baracho, “Dunares” representa uma virada de chave e marca uma consistente transição de amadurecimento musical e identidade do grupo. De um lado, o disco mantém o chão areado, o pulso telúrico e a energia percussiva fincada na terra e nas tradições. De outro, se abre para composições atravessadas por reflexão existencial, espiritualidade e densidade emocional. O resultado é uma obra que não se acomoda numa leitura única: ela pulsa entre o corpo e o pensamento, entre a celebração e a consciência, entre o rito coletivo e a elaboração íntima.  O processo de criação...

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Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

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Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

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Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

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Curta-metragem filmado em Caicó e com Quitéria Kelly no elenco, é exibido em Portugal e EUA

Redação

O curta-metragem Ressonância, que tem Soia Lira como protagonista e Quitéria Kelly no elenco, foi filmado em Caicó e teve sua estreia em agosto de 2025 na 36ª edição do Kinoforum – Festival Internacional de Curtas de São Paulo, tendo circulado por diversos festivais de cinema nacionais e internacionais. De 22 a 25 de abril, o filme é um dos poucos brasileiros no 9º Porto Femme (Portugal) e no 42º Festival de Cinema Latino de Chicago (EUA); e terá ainda exibição no 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, que acontece no berço da Paraíba. Escrito e dirigido pela norte-rio-grandense Anna Zêpa, inspirado por um sonho de sua avó caicoense, o filme é uma ficção e traz como personagem principal Margarida (Soia Lira). Ela passa por um conflito com o seu entorno familiar, que insiste que ela deve parar de trabalhar. Isso não faz parte dos seus planos e a narrativa nos apresenta uma mulher forte, decidida e que busca seus movimentos de vida, dando exemplos para sua neta. O curta nos traz ainda aspectos da geografia urbana da região e alguns costumes culinários. Com duração de 20 minutos, a obra também apresenta a atriz Amora Maux em sua primeira participação no audiovisual potiguar no papel de Ana, neta de Margarida, com quem tem uma relação de admiração e espelhamento. Sinopse: O desejo de autonomia ainda ressoa em Margarida e a ideia de ficar presa em uma rotina cotidiana a deixa sufocada. Duração: 20’. Classificação: Livre. Realizado pela Rabo de Olho Filmes em parceria com o Sesc RN, o filme tem a produção local, em Caicó, da Referência Comunicação. A Rabo de Olho Filmes (https://www.instagram.com/rabodeolhofilmes/) é uma produtora fundada em Natal pelos realizadores Anna Zêpa e Carlos Segundo, carregando assim as experiências e histórico de produções dos dois artistas. Cronograma das Exibições 22/04/26 – 9º Porto Femme, no Batalha Centro de Cinema https://portofemme.com/batalha-centro-de-cinema-2026-4896 24 e 25/04/26 – 42º Festival de Cinema Latino de Chicago, Landmark’s Century Centre Cinemahttps://chicagolatinofilmfestival.org/  25/04/26 – 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, ao ar livre na Praça Iniguaçu https://www.instagram.com/copaobafestcine Festivais e Premiações Anteriores – 36º Festival Internacional de Curtas de São Paulo – Kinoforum  – 17º San Francisco Latino Film Festival  – 12ª Mostra de Cinema de Gostoso – Prêmio DOT de Finalização – 20º Comunicurtas – 3º Festival de Cinema de São Bernardo do Campo – 2º Curta...

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Bardallo’s celebra 21 anos de resistência e arte no Centro Histórico

Redação

O Bardallo’s Comida & Arte celebra 21 anos de resistência e arte em uma programação especial com exposição coletiva e muita música. A programação começa no dia 23 de abril e segue até o dia 25. Toda a programação é gratuita.  Localizado na rua Gonçalves Lêdo, na Cidade Alta, o espaço integra o perímetro cultural do Beco da Lama. O Bardallo’s foi criado pelo empreendedor e carnavalesco Lula Belmont com o objetivo de ser um reduto das artes. “A necessidade de criar o bar veio através do meu envolvimento com a arte e com a cultura. A ideia era ter um espaço que abraçasse a música, as artes plásticas, a literatura e outras expressões artísticas e chegar aos 21 anos de história é uma alegria muito grande, principalmente pela pluralidade da programação e do público que frequenta”, declara Lula Belmont. A festa intitulada “Badalar”, uma chamada para despertar os sentidos e inicia nesta quinta-feira (23) com uma Vernissage a partir das 19h reunindo o talento de 15 artistas do RN. Participam: Bia Rocha, Capivart, Cíntia de Andrade, Cristal Moura, Cristian Miranda, Damião Paz Pixoré, Erre, Fábio Eduardo, Olympia Bulhões, Paulo Nobrega, Pincelada Nômade, Régio Potiguar, Rita Machado, Vanessa Mendes e Vendaval. A noite encerra com discotecagem do DJ Samir com set que costuma transitar muito bem entre brasilidades. Na sexta-feira (24), a festa continua a partir das 20h com Mont Samba e Choro, trazendo a elegância e a força do samba, celebrando os clássicos com aquela interpretação visceral.  No sábado (25) é dia de celebrar a música potiguar com a banda DuSouto, que mistura ritmos eletrônicos como drum’n’bass e dub com influências brasileiras e nordestina. A noite conta ainda com discotecagem de DJ Samir, DJ Carlota e DJ Ilton.  Apoio Cultural: Fundação José Augusto, Prefeitura do Natal, Secretaria de Cultura do Rio Grande do Norte e Governo do Rio Grande do Norte. Mais informações através do perfil no Instagram: @bardallosnatal. BARDALLO’S 21 ANOS De 23 a 25 de abril  Acesso gratuito Bardallo’s Comida & Arte – R. Gonçalves Lêdo, 678 – Cidade Alta

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O transe

26/12/2022|

Sábado à noite. Volto para casa. Na Avenida Hermes da Fonseca, o trânsito começa a ficar mais lento. No céu, algumas nuvens pesadas transportam água mesmo não sendo inverno nessa época do ano. Um corisco risca a noite. Tento entender o que acontece. Prossigo dirigindo. Ao passar em frente ao 16º Batalhão de Infantaria Motorizada do Exército, sou arrebatado, atravesso um portal. A visão embaça. Sou transferido para uma terra distante, mas familiar. O carro parece levitar. Tudo está translúcido. Ouço uma voz, ao longe, que grita em um alto falante com histerismo: “o exército vai marchar na rua esta noite”. Rostos e olhos transfigurados vibram com o disparate. Vê-se um carro estacionado, coladinho ao portão da Organização Militar, mas nenhuma movimentação de trânsfugas saindo lá de dentro. Transeuntes do asfalto andam em zigue-zagues entre canteiros e calçadas; serpenteiam entre os carros. Nesse lugar, alguns parecem transtornados ou que estão “tremendo em coreias sem fim”. Prepara-te, Jesus está voltando! Atônito, fico sem entender, porque a mensagem transcendente encontra-se ali. Supremo é o povo: lê-se numa faixa. Como advogado, transbordo de alegria. Ora, é princípio-fundamento de nossa República e está insculpido no artigo 1º, parágrafo único, da Carta Cidadã: “todo o...

Revista O Galo é lançada em formato digital

23/12/2022|

A oitava edição da revista O Galo, publicada pela Fundação José Augusto, está disponível em formato digital no site www.cultura.rn.gov.br. A publicação, editada pelo jornalista Cefas Carvalho, traz matérias que homenageiam artistas potiguares recentemente falecidos como os escritores Demétrio Diniz, Inácio Magalhães e o compositor Romildo Soares. A revista, com 76 páginas, contempla uma reportagem sobre a expectativa do setor literário potiguar com as leis culturais de incentivo, além de artigo, crônicas, contos e poesias produzidas por autores potiguares contemporâneos. Na edição, há textos assinados pelos escritores e escritoras Theo Alves, Gustavo Luz, Elizabeth Olegário, Plínio Sanderson, Jeanne Araújo, Lívio Oliveira, Andréia Braz, Bia Crispim, Letícia Torres, Aldo Lopes, entre outros. Destaque também para uma entrevista com o editor Carlos Fialho sobre o cenário da literatura norte-rio-grandense.

trapiá-os-brutos

23/12/2022|

Nos dias 16, 17 e 18 de dezembro ocorreram as gravações das cenas para o filme de curta metragem SERTÃOBRUTO, com roteiro e direção de Lourival Andrade. O filme é uma adaptação do romance OS BRUTOS, escrito em 1938, pelo currais-novense José Bezerra Gomes. O filme conta a saga de Sigismundo, vivido no filme em sua fase adulta pelo ator Alexandre Muniz e na fase criança por João Gabriel Muniz. Através de suas memórias, Sigismundo, nos apresenta um sertão que vai da fartura com a abundância de água e de esperanças, até um sertão da seca que destrói sonhos e coloca em xeque a generosidade sertaneja. O filme é um ir e vir, do presente para o passado e diversas personagens vão sendo apresentadas nas narrativas de Sigismundo. As filmagens ocorreram no sítio Umari, na delegacia de São José do Seridó, em uma casa do Bairro Boa Passagem em Caicó (residência esta que também foi cenário para o filme Boi de Prata, sobretudo seu alpendre), no Rio Seridó e na Casa de Cultura Popular, também em Caicó. O elenco foi formado por 23 atores e figurantes, todos residentes em Caicó e uma equipe técnica de mais 10 pessoas. O filme...

Da amizade entre Nélida Piñon e Clarice Lispector

22/12/2022|

A escritora Nélida Piñon, que faleceu em 17 de dezembro de 2022, era grande amiga de Clarice Lispector, falecida em 09 de dezembro de 1977. Lá, na eternidade, como foi esse encontro? Ou melhor, esse tipo de encontro existe?  Tudo sugere que o mundo espiritual é difuso, ambíguo, fora de qualquer semelhança com o mundo vivo. No livro Filhos da América (2016), Nélida Piñon, no ensaio Senhora da Luz e da Sombra, refere-se à amizade mantida, por muitos anos, com Clarice Lispector:  “Escolhemos a amizade, que logo nos uniu, como modelo de desenvolver a crença na lealdade, no porvir, na convicção de que valia a pena estarmos juntas, rirmos juntas, chorarmos juntas. (…) Clarice era assim, ia direto ao coração das palavras e dos sentimentos. Conhecia a linha reta para ser sincera”.  Nesse mesmo ensaio, Nélida Piñon revela o instante em que Clarice Lispector se despede da vida:  “Quando o arpão do destino, naquela sexta-feira de 1977, atingiu-lhe o coração, às 10h e 20 min da manhã, no Hospital da Lagoa, paralisando sua mão dentro da minha. (…) No entanto, a história da amizade se tece com enredo simples. Tudo predisposto a dormir na memória e pousar no esquecimento. Até...

Christmas Ale

22/12/2022|

Saudações natalinas! Hohoho! Final do ano chegando e o texto de hoje vem daquele jeito, em ritmo de festa, como diria o (nada) saudoso homem do Baú da Sorte! Vamos falar hoje de um “estilo” quase que completamente desconhecido de cervejas por cá nessas terras tropicais, o chamado Christmas Ale! Como o próprio nome já alude, uma vez que Christmas (X-mas) significa Natal, em português, é uma cerveja comemorativa para as festas de final de ano, em específico, para o natalício de Jesus comemorado no dia 25/12. Existem duas boas razões culturais para que o estilo em apreço, o qual não detém uma tradução plausível que não seja a literal: Cerveja de Natal; ser desconhecido do grande público cervejeiro brasileiro. A primeira delas é climática. Já que é um estilo cervejeiro que, por causa dos seus adjuntos, costuma ser consumido nas épocas mais frias do ano (no inverno, preferencialmente). Como onde o estilo foi criado, na época de Natal que é inverno, e aqui é o inverso, já que exatamente hoje (dia 21/12), inicia-se o verão, há esse descompasso climático e geográfico. A segunda razão é mais propriamente cultural. Apesar de o brasileiro padrão ter um ritmo no calendário gregoriano...

Serestas ao Luar volta nesta sexta ao Centro de Natal

20/12/2022|

Nesta sexta-feira (23), na Cidade Alta, ocorre mais uma edição do Serestas ao Luar. Como atividade que faz parte da programação do “Natal em Natal”, o tradicional evento da agenda natalense volta a tomar as ruas da cidade com muita música e história. A concentração está marcada para às 19h no Bardallos, à rua Gonçalves Lêdo, na Cidade Alta. Para esta edição os cantores convidados são Dodora Cardoso e o Padre Caio Sanfoneiro, acompanhados pelos músicos Arthur Canuto, Bruno Pessoa, Carlos Zens, Fernandinho Régis, Fabio Isaac, Ricardo Baya, Robson Galvão e Baterinha. Já pelas 20h o cortejo será iniciado passando pelas ruas Heitor Carrilho, Santo Antônio, João Pessoa, Princesa Isabel, General Osório, Rio Branco e finalizando no Espaço Cultural Rui Pereira, ao lado do IFRN-Cidade Alta. A atividade também contará com a poesia de Deth Haak. Durante o trajeto será possível conhecer mais sobre a história e os monumentos da cidade com as inserções da guia de turismo Juliane Freire, que acompanhará o cortejo. O padre Caio Sanfoneiro, uma das atrações, destaca que o público pode esperar “alegria, nostalgia e emoção nesta sexta-feira”. Ele comenta que o projeto é “um renovo através dos dons de Deus que nasce da boa...

Roda Potiguar de forró lança terceira temporada de websérie

20/12/2022|

Criada na pandemia, como alternativa para manter o projeto vivo, a websérie Roda Potiguar de Forró chega a sua terceira temporada. Dessa vez, vão ao ar três episódios, incluindo trechos do show realizado este ano no Teatro Riachuelo. Os vídeos estreiaram no Youtube ontem (19) e já tem novo episódio hoje (20). Dirigido e roteirizado pelo cineasta Carito Cavalcanti (Praieira Filmes), a série se propõe a contar histórias além do palco, sempre com o intuito de contribuir para o resgate e preservação da memória e identidade cultural forrozeira potiguar. Um dos destaques desta temporada é a história contemporânea do forró escrita por mulheres. O primeiro episódio da websérie inicia com uma retrospectiva. Tanda Macêdo, idealizadora da Roda, fala sobre a ação criada em 2019 e a necessidade de adaptação necessária nos anos posteriores devido às restrições sanitárias.  O episódio seguinte, que estreia hoje, aborda os processos e profissionais envolvidos na construção do projeto musical. “As pessoas perguntam muito porque não realizamos mais de uma edição da Roda por ano, daí pensamos para este segundo episódio mostrar ao público como se faz a Roda Potiguar de Forró. O projeto envolve dezenas de profissionais, precisa de planejamento, captação de patrocínio e vários...

Um defensor da nossa literatura

19/12/2022|

Há alguns anos, observava-se, no Curso de Letras da UFRN, uma grande prevenção contra a literatura norte-rio-grandense. Escritores locais eram quase sempre ignorados, notadamente nos estudos da pós-graduação. Valia o ditado: “Santo de casa não obra milagre”. Tal mentalidade, felizmente, foi sendo modificada ao longo das décadas, graças a professores esclarecidos, como, por exemplo, Tarcísio Gurgel, e Humberto Hermenegildo, profundos conhecedores da realidade cultural da nossa terra. No entanto, apesar da eficaz atuação destes, ficaram alguns resquícios daquela prevenção, talvez por conta de professores provenientes de outras plagas, que aportaram na UFRN, mediante concurso, com inegável competência, porém, alheios à Intelligentzia potiguar. Consola-nos saber que uma nova geração de mestres veio preencher a lacuna deixada com a aposentadoria daqueles pioneiros, entusiastas da literatura potiguar. Nomes como Derivaldo dos Santos, José Luiz Ferreira e Valdenides Cabral, doutores, do mais alto conceito, vieram dar valor ao que é nosso, no ensino das letras. Dentre eles, devo destacar Prof. Derivaldo, por conhecer, há mais tempo, o seu notável trabalho, de modo especial o realizado na área da pós-graduação. Ele é um trabalhador devotado ao seu ofício. Extremamente criterioso, orientou dezenas de mestrandos e doutorandos, sem jamais discriminar o escritor norte-rio-grandense, mas reconhecendo sempre...

Último samba do ano do Ribeira Boêmia é solidário

19/12/2022|

O Projeto Cultural Ribeira Boêmia promove, nesta quarta (21), o Último Samba do Ano. Uma Roda de Samba para fechar com chave de ouro a retomada de suas atividades do ano de 2022 e com um grande propósito: arrecadar donativos para os mais necessitados para esse Natal, além, é claro, de promover o trabalho da roda de samba. Tal qual nas edições anteriores dos Sambas Solidários a roda de samba também trará convidados que já confirmaram presença: Dodora Cardoso, Danilo Matos (Família Além do Normal), dentre outros a confirmar. O público poderá doar alimentos não perecíveis, materiais de higiene e limpeza, para atendimento às necessidades básicas dos beneficiários. O evento acontecerá no Borogodó Lounge, localizado na rua Coronel Cascudo, 144 – Centro, nas adjacências do Beco da Lama, com acesso gratuito, a partir das 19 horas. Mais de 400 famílias foram beneficiadas com as 6,5 toneladas de donativos arrecadados em eventos solidários já realizados pelo Projeto Ribeira Boêmia. Serviço: O quê: ÚLTIMO SAMBA DO ANO Quando: 21 de dezembro Onde: Borogodó Lounge localizado na rua Coronel Cascudo, 144 – Centro Contatos: Leonardo Galvão, produtor – (84) 99634-7999

Documentário Potiguar “A Deus Querer” é selecionado para Festival de São Paulo

14/12/2022|

A Deus Querer é o segundo curta-metragem da trilogia poética produzida e dirigida pela documentarista Mônica Mac Dowell a respeito dos múltiplos personagens que vivem na pequena Comunidade do Reduto, localizado no Município de São Miguel do Gostoso, no estado do Rio Grande do Norte. O curta, que estreou no Festival Internacional de Cine Documental Del Uruguay – AtlantiDoc, em outubro passado, será apresentado em São Paulo no Festival Cine MIS, no Museu da Imagem e do Som, neste sábado (17). O Festival CINE MIS é um panorama da diversidade de olhar que o cinema transmite sobre sentimentos, cidades, direitos humanos, entre outros temas universais que atravessam as relações humanas e a vida em sociedade. O documentário A Deus Querer é uma elegia à natureza e à vida campesina, onde a câmera do celular da diretora visita e perscruta, com muita delicadeza e minudência, o universo do personagem Seu Dadá, o protagonista do filme. A documentarista atribui ao filme uma sintaxe muito particular e uma semântica infrequente – ao gênero documentário – concedendo ressonância social ao sujeito retratado, respeitando a sua identidade e a sua história corriqueira e prosaica. Por meio da sua subjetividade estética e do olhar da sua câmera Mônica Mac...

Passaredo

14/12/2022|

Minhas caminhadas matinais com Snow nos permitem testemunhar alguns hábitos, obras, zelos e trabalhos de pássaros. Os tetéus, por exemplo, são barulhentos e topetudos. São protetores diligentes de “seu pedaço”, seja de dia ou de noite. O tetéu parece nunca dormir! Na verdade, até que tenta; segundo Cascudo, ele “põe uma patinha no meio da perna e fecha os olhos. A pata escapole e o tetéu acorda”, já soltando seu grito estridente característico. Daí, que é comum ouvir no Nordeste: esse menino parece que não dorme. É igual a um tetéu! A fêmea do tetéu põe os ovos diretamente no chão. Ah, e ai de quem ouse passar por perto! Principalmente, quando o casal já está com um teteuzinho, que facilmente se camufla no capim. Os tetéus são ousados, valentes: dão voos rasantes ao mesmo tempo em que gritam alto, azucrinando os ouvidos de quem ouse se aproximar. No Monte Belo, há um lugar preferido onde um casal de caborés – ou corujas buraqueiras – se abriga. Têm esse nome, porque escavam o solo para servir de ninho. São aves silenciosas e, com o resto do corpo imóvel, viram incrivelmente o pescoço para trás, numa rotação perfeita. Contudo, se chegamos...

Yrahn Barreto convida Zeca Baleiro no Natal em Natal 2022

14/12/2022|

A prefeitura de Natal traz para a sua programação do Natal em Natal 2022 o show inédito: “Yrahn Barreto convida Zeca Baleiro”, fruto da parceria musical entre o potiguar, cantor, compositor e multi-instrumentista Yrahn Barreto e o maranhense, cantor, compositor e multi-instumentista, ícone da música popular brasileira, Zeca Baleiro. Yrahn contabiliza mais de 10 composições com Zeca Baleiro. “Eu e Zeca gravamos um feat dessa safra de músicas que compomos juntos. A música está gravada no meu mais recente álbum, Som no Isolamento”, conta Yrahn. O show promete canções de Yrahn Barreto e os grandes sucessos de Zeca Baleiro como: Babylon e Telegrama, uma música surpresa de Sérgio Sampaio, cantor e compositor que Zeca e Yrahn são fãs declarados, além de suas parcerias já gravadas e conhecidas pelo público potiguar: “Mares Meus” e “Se eu fizer uma canção”. O show Yrahn Barreto convida Zeca Baleiro tem o patrocínio da prefeitura de Natal e será realizado no polo de Mirassol, no palco da árvore de Mirassol, dia 22 de dezembro de 2022. Yrahn Barreto Yrahn Barreto é cantor, compositor e multi-instrumentista potiguar. Destaque do Prêmio Hangar de Música 2021, Yrahn levou para casa dois prêmios, um de Compositor do Ano e...

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