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Será que dobrei a esquina errada?

De vez em sempre eu me pego questionando os caminhos em que minha vida está inserida e seguindo, porque nada aqui foi planejado, tudo foi acontecendo, nunca parei para direcionar

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cão

Evocação a alguns amigos pets

Em um dos seus exponenciais livros, Civilização e Cultura, Câmara Cascudo, no capítulo dedicado à Domesticação de animais, afirma: “O cão foi o primeiro animal que ingressou no convívio humano.

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Mossoró ganhará Pinacoteca e Memorial

O Conselho de Administração da Ufersa (CONSAD) aprovou por unanimidade a criação da Pinacoteca e Memorial ESAM UFERSA – PIM. A decisão foi tomada durante a 5ª Reunião Extraordinária, na

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Mostra Macambira abre inscrições para filmes que irão compor sua quarta edição

Redação

Estão abertas as inscrições para a Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero, iniciativa que visa difundir e promover diálogos sobre a produção audiovisual dirigida por realizadoras (cis, trans, travestis) e pessoas gênero-dissidentes. A quarta edição da Mostra acontece de 26 a 28 de junho na Casa da Ribeira, em Natal. A programação conta com a Mostra Nacional e a  Mostra Potiguar, com filmes que estão sendo realizados na contemporaneidade por perspectivas que historicamente foram subalternizadas e invisibilizadas no campo do cinema. As inscrições para a nova edição da Mostra seguem abertas até 11 de maio no site http://www.mostramacambira.com.br. Estão aptos para a inscrição curtas e médias-metragens brasileiros com duração máxima de 25 minutos, finalizados a partir de janeiro de 2024. Os filmes devem ser, obrigatoriamente, dirigidos ou codirigidos por mulhereridades (cis, trans, travestis) e pessoas dissidentes de gênero (homens trans, pessoas transmasculinas, não binárias, gênero fluido, agênero), sendo necessário o preenchimento da identidade de gênero da direção no campo correspondente do formulário de inscrição. A seleção dos filmes será realizada pela equipe de Curadoria da Mostra Macambira segundo critérios definidos pela linha curatorial que contempla as mais diversas subjetividades de mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, de modo a incorporar novas imagens ao campo do cinema. A 4ª edição da Mostra Macambira é produzida pela Salobra Filmes, Ebó Filmes e OXÊ Filmes. Este evento é realizado através do Edital de Fomento ao Audiovisual e Jogos Eletrônicos 10/2024, lançado pela Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. Sobre a Mostra Macambira A Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero é uma janela de exibição surgida no estado do Rio Grande do Norte (RN) em 2020. Tendo o marcador social de gênero como ponto de partida, o evento tem como objetivo difundir e debater, de maneira gratuita, obras audiovisuais brasileiras e potiguares dirigidas por mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, buscando contribuir com a fissura de um regime representacional que contemple a diversidade de olhares, a partir de uma perspectiva interseccional. InformaçõesInscrições: De 27/04 a 11/05Regulamento e ficha de inscrição: http://www.mostramacambira.com.brRedes sociais: @mostramacambira

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Patrícia Leal celebra Dia da Dança com poesia, música e fragrância no show Águas

Redação

Nesta quarta-feira (29), a artista, bailarina, cantora, poeta e perfumista Patrícia Leal realiza o Show ÁGUAS, celebrando o dia internacional da Dança no Mahalila Café e Livros, com um trabalho totalmente autoral a partir de seu EP Águas, mas também com músicas de seu Álbum anterior Continua…, além de canções inéditas. Acompanhada por grandes músicos, a formação conta com o saxofone de Anderson Pessoa, o piano de Eduardo Taufic e a percussão de Ramon Gabriel. Celebrando a Dança, o show é proposto com o melhor dos ritmos brasileiros com muito swing do samba, ijexá, côco, ciranda… deixando até nas letras o convite: “tira o sapato, vamos dançar onde for…” ÁGUAS é um trabalho que se iniciou no final da pandemia e reflete sobre as emoções, sentimentos vividos nesse período e na relação da autora com as águas internas, emocionais e com as águas externas, seja o Mar, sejam as cachoeiras, os rios. As coreocanções nascem da necessidade de reaproximação com o si, com a natureza, após um longo período de isolamento, da necessidade de compreender os próprios sentimentos e da compreensão que somos natureza. A artista realmente visitou locais de mar aberto em Natal, Pipa, São Miguel do Gostoso, como também cachoeiras em locais mais fechados e de floresta em Delfinópolis, Minas Gerais, que trouxeram o movimento necessário para as melodias, para a poesia e para as fragrâncias tão peculiares ao processo de criação da artista. Além do EP, a artista criou duas fragrâncias “Concha” e “Rainha”, que levam o nome de duas músicas do trabalho. A formação escolhida para o trabalho – sax, piano e percussão – permitiu um clima mais intimista, necessário para a performance das canções e contou com a colaboração de grandes artistas: Anderson Pessoa no saxofone, Eduardo Taufic no piano e Ramon Gabriel na percussão. O Show acontece em comemoração ao dia internacional da Dança e, por isso, convida também a Dançar com uma seleção de músicas que trazem muito samba, côco, ciranda, samba-jazz e uma pitada de blues. Show – Águas, de Patrícia Leal Quando: 29/04/26 Aonde: Mahalila Horário: 20h Contribuição artística

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Skarimbó lança “Dunares” e firma um novo momento de sua trajetória artística

Redação

Com sonoridade orgânica e construção visual integrada, o disco evidencia o amadurecimento do grupo após mais de dez anos de caminhada Depois de mais de uma década de trajetória, a banda Skarimbó chega a um novo momento com o lançamento de “Dunares”, disco que estreia hoje, 27 de abril, nas plataformas digitais. O trabalho firma um momento de consolidação artística do grupo e evidencia um estágio mais maduro de sua identidade musical, em que a força rítmica, a densidade poética e a organicidade da execução aparecem em equilíbrio raro. “Dunares” nasce como obra de percurso. Seu título não funciona apenas como referência paisagística ou geográfica, embora a presença das dunas, tão constitutiva da experiência de viver e se deslocar em Natal, seja decisiva para a imaginação do álbum. A imagem central aqui é a da travessia. A caminhada entre escassez e abundância, aridez e horizonte, esforço e chegada. É desse movimento, ao mesmo tempo físico e existencial, que o disco retira sua espinha dorsal. Nas palavras de Geraldo Gondim, cantor e compositor da banda, o álbum sintetiza uma reflexão antiga do Skarimbó sobre a condição humana e suas dualidades, entre altos e baixos da vida, escassez e abundância, chegadas e partidas, secura e mar. Parte importante das composições foi escrita num período em que o artista vivia em Tabatinga, território cercado por dunas, de onde veio não só a ambiência do disco, mas também a percepção mais nítida desse contraste entre dureza e promessa, entre o caminho difícil e o que se revela depois dele. Para o artista, lançar o disco também é celebrar a permanência e a reinvenção de um grupo que, ao longo de doze anos, vem sustentando sua chama criativa em meio aos desafios de produzir música autoral em Natal.  Essa dimensão simbólica encontra ressonância direta na arquitetura sonora do álbum. Segundo a produtora executiva Babi Baracho, “Dunares” representa uma virada de chave e marca uma consistente transição de amadurecimento musical e identidade do grupo. De um lado, o disco mantém o chão areado, o pulso telúrico e a energia percussiva fincada na terra e nas tradições. De outro, se abre para composições atravessadas por reflexão existencial, espiritualidade e densidade emocional. O resultado é uma obra que não se acomoda numa leitura única: ela pulsa entre o corpo e o pensamento, entre a celebração e a consciência, entre o rito coletivo e a elaboração íntima.  O processo de criação...

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Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

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Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

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Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

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Curta-metragem filmado em Caicó e com Quitéria Kelly no elenco, é exibido em Portugal e EUA

Redação

O curta-metragem Ressonância, que tem Soia Lira como protagonista e Quitéria Kelly no elenco, foi filmado em Caicó e teve sua estreia em agosto de 2025 na 36ª edição do Kinoforum – Festival Internacional de Curtas de São Paulo, tendo circulado por diversos festivais de cinema nacionais e internacionais. De 22 a 25 de abril, o filme é um dos poucos brasileiros no 9º Porto Femme (Portugal) e no 42º Festival de Cinema Latino de Chicago (EUA); e terá ainda exibição no 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, que acontece no berço da Paraíba. Escrito e dirigido pela norte-rio-grandense Anna Zêpa, inspirado por um sonho de sua avó caicoense, o filme é uma ficção e traz como personagem principal Margarida (Soia Lira). Ela passa por um conflito com o seu entorno familiar, que insiste que ela deve parar de trabalhar. Isso não faz parte dos seus planos e a narrativa nos apresenta uma mulher forte, decidida e que busca seus movimentos de vida, dando exemplos para sua neta. O curta nos traz ainda aspectos da geografia urbana da região e alguns costumes culinários. Com duração de 20 minutos, a obra também apresenta a atriz Amora Maux em sua primeira participação no audiovisual potiguar no papel de Ana, neta de Margarida, com quem tem uma relação de admiração e espelhamento. Sinopse: O desejo de autonomia ainda ressoa em Margarida e a ideia de ficar presa em uma rotina cotidiana a deixa sufocada. Duração: 20’. Classificação: Livre. Realizado pela Rabo de Olho Filmes em parceria com o Sesc RN, o filme tem a produção local, em Caicó, da Referência Comunicação. A Rabo de Olho Filmes (https://www.instagram.com/rabodeolhofilmes/) é uma produtora fundada em Natal pelos realizadores Anna Zêpa e Carlos Segundo, carregando assim as experiências e histórico de produções dos dois artistas. Cronograma das Exibições 22/04/26 – 9º Porto Femme, no Batalha Centro de Cinema https://portofemme.com/batalha-centro-de-cinema-2026-4896 24 e 25/04/26 – 42º Festival de Cinema Latino de Chicago, Landmark’s Century Centre Cinemahttps://chicagolatinofilmfestival.org/  25/04/26 – 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, ao ar livre na Praça Iniguaçu https://www.instagram.com/copaobafestcine Festivais e Premiações Anteriores – 36º Festival Internacional de Curtas de São Paulo – Kinoforum  – 17º San Francisco Latino Film Festival  – 12ª Mostra de Cinema de Gostoso – Prêmio DOT de Finalização – 20º Comunicurtas – 3º Festival de Cinema de São Bernardo do Campo – 2º Curta...

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Bardallo’s celebra 21 anos de resistência e arte no Centro Histórico

Redação

O Bardallo’s Comida & Arte celebra 21 anos de resistência e arte em uma programação especial com exposição coletiva e muita música. A programação começa no dia 23 de abril e segue até o dia 25. Toda a programação é gratuita.  Localizado na rua Gonçalves Lêdo, na Cidade Alta, o espaço integra o perímetro cultural do Beco da Lama. O Bardallo’s foi criado pelo empreendedor e carnavalesco Lula Belmont com o objetivo de ser um reduto das artes. “A necessidade de criar o bar veio através do meu envolvimento com a arte e com a cultura. A ideia era ter um espaço que abraçasse a música, as artes plásticas, a literatura e outras expressões artísticas e chegar aos 21 anos de história é uma alegria muito grande, principalmente pela pluralidade da programação e do público que frequenta”, declara Lula Belmont. A festa intitulada “Badalar”, uma chamada para despertar os sentidos e inicia nesta quinta-feira (23) com uma Vernissage a partir das 19h reunindo o talento de 15 artistas do RN. Participam: Bia Rocha, Capivart, Cíntia de Andrade, Cristal Moura, Cristian Miranda, Damião Paz Pixoré, Erre, Fábio Eduardo, Olympia Bulhões, Paulo Nobrega, Pincelada Nômade, Régio Potiguar, Rita Machado, Vanessa Mendes e Vendaval. A noite encerra com discotecagem do DJ Samir com set que costuma transitar muito bem entre brasilidades. Na sexta-feira (24), a festa continua a partir das 20h com Mont Samba e Choro, trazendo a elegância e a força do samba, celebrando os clássicos com aquela interpretação visceral.  No sábado (25) é dia de celebrar a música potiguar com a banda DuSouto, que mistura ritmos eletrônicos como drum’n’bass e dub com influências brasileiras e nordestina. A noite conta ainda com discotecagem de DJ Samir, DJ Carlota e DJ Ilton.  Apoio Cultural: Fundação José Augusto, Prefeitura do Natal, Secretaria de Cultura do Rio Grande do Norte e Governo do Rio Grande do Norte. Mais informações através do perfil no Instagram: @bardallosnatal. BARDALLO’S 21 ANOS De 23 a 25 de abril  Acesso gratuito Bardallo’s Comida & Arte – R. Gonçalves Lêdo, 678 – Cidade Alta

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Roberto Taufic

04/01/2023|

Depois de uma pequeno recesso devido às comemorações de Natal e Ano Novo, o projeto Concertos Potiguares inicia suas atividades deste ano no sábado (7), às 16h, no auditório do Parque da Cidade com a apresentação de Roberto Taufic, guitarrista e violonista hondurenho que chegou com sua família ao Brasil aos seis anos de idade, e assim iniciou aos doze seus estudos em violão e teoria musical na Escola de Música da UFRN. Roberto gravou seu primeiro disco com o grupo Cantocalismo (1985) e a partir de 1990 passou a residir na Itália onde estudou improvisação, harmonia e história do Jazz. De 1995 em diante, passou a colaborar com shows e gravações de vários artistas da música instrumental, pop, jazz e étnica na Europa. Sua trajetória musical é marcada por diversas obras como “Eles & Eu”, seu primeiro CD de violão solo, “Contigo en la distancia” (2010), “Bate Rebate” com o Duo Taufic (2011), “Um Brasil Diferente”, “Atlanticos” (2014), “Todas as cores”, “Viaggiando” (2015), “Core/Coração”, “Nítido e obscuro” “D’Anima”, “Tudo será como antes” (entre 2016 e 2018). Em 2021 realizou com o grande guitarrista potiguar Jubileu Filho o EP “Cor das Cordas”. Ainda no mesmo ano publicou o CD “Entrelaços”,...

Perspectivas cervejeiras para 2023: o que esperar?

04/01/2023|

Feliz ano novo, cervejeiros! Um 2023 muito próspero e feliz a todos! Contando de hoje, dia 4 de janeiro, teremos mais 361 novas oportunidades de provar boas cervejas! Ou, ao menos, de experimentar alguma cerveja diferente em 2023, por que não? No texto de hoje vou trazer 3 pitacos (ou, palpites intrometidos) meus do que eu imagino que pode ser uma tendência no ano de 2023. Algo totalmente sem embasamento científico ou estatístico algum! Aproveitem que essas previsões são de graça! Brincadeiras à parte, em um exercício de tentativa e erro, vamos tentar antever o que poderá ser a tendência a ser bebida no decorrer do próximo ano! Mais uma vez, um Feliz 2023! Saúde! Pitaco 1: Mais cervejas lagers! No ano de 2022, pudemos ver que algumas boas Lagers começaram a povoar o cenário cervejeiro nacional. Claro que o predomínio da dobradinha das Sours com as IPA’s continua sendo prevalente, contudo, há espaço para algumas coisinhas mais diferentes. As Lagers tendem a ter seu nicho na preferência do cervejeiro quando se trata de preencher a lacuna das cervejas mais leves, mais descomplicadas, mas, nem por isso, de qualidade inferior. Ainda que não se dediquem ativamente ao rigor dos estilos...

Inscrições abertas para Festival Parafolclórico e Batalha de Breaking na 28ª Fiart

03/01/2023|

Arte, costumes, tradição, gastronomia, história, conhecimento e as riquezas culturais do nosso Rio Grande do Norte. É diante de um cenário assim, repleto de movimento, cor e som que a 28ª Feira Internacional de Artesanato – FIART acontece de 20 a 29 de janeiro de 2023, no Centro de Convenções de Natal/RN. E, como pilar fundamental deste grande evento, está o Festival FIART Cultural com apresentações artísticas, mostras, dança, seminário, competição e muito mais. O Festival Fiart Cultural busca organizar uma programação para ser um palco para a maior diversidade das expressões da cultura popular, desde os brincantes àqueles que fazem a música de barzinho, que está no dia-a-dia das pessoas e nas mais diversas linguagens: literatura, dança, música e as manifestações das tradições populares de todos os tempos, sempre conectado com o hoje. A edição 2023 acolherá mais de 1 mil artistas e brincantes e espera um público diário de aproximadamente 3 mil, chegando a 30 mil nos dez dias de evento. A programação do Festival FIART Cultural integra quatro ações: Ação 1: Mostra de Arte e Cultura: com Mostra de Cordel, Mostra de Bandas, Mostra de João Redondo (Mamulengo), Batalha de Breaking e apresentações de dança e música durante todos os dias da...

laurence leite

03/01/2023|

Escritor, jornalista, psicólogo clínico e professor, Laurence Bittencourt Leite é graduado em Jornalismo e Psicologia. Além da vasta experiência na Comunicação Social, atuando sobretudo em jornais, assessoria e televisão. Laurence também escreveu artigos e ensaios para revistas, periódicos e sites sobre diversos temas, tais como Psicologia, Educação, Teatro, Literatura, Política. Publicou dois livros: Entre mares (poemas), Por que não o que é nosso? (ensaios); e possui colaboração em outros, além de participação em palestras, oficinas e seminários, sendo uma importante referência na sua área de atuação. O autor, nascido em Natal, surpreendeu recentemente seus leitores com a publicação do livro Os Re-Contos Escondidos da Alma (Edições Poeira do Céu, 2022). Embora Laurence Leite tenha toda uma vida dedicada à literatura, (começou ainda bem jovem publicando poemas) este é o seu primeiro livro de contos, o que de fato nos surpreendeu, não apenas pelo conjunto de narrativas da obra, mas, também pelo fato do autor fugir dos holofotes, lançando o livro discretamente. Pois bem, Laurence Leite oferece aos seus leitores uma obra interessante. Os Re-Contos Escondidos da Alma traz em seu conjunto uma instigante aproximação do mundo ficcional e do mundo real, com os dramas humanos, sobretudo do ponto de vista...

Vai ter The Fevers na praia de Pirangi esse mês

02/01/2023|

A banda The Fevers abre em grande estilo a programação de verão do Espaço Paçoca de Pilão, na praia de Pirangi, no dia 20 de janeiro às 21h e promete cantar os maiores sucessos de sua trajetória de quase seis décadas. A festa “Sexta de Verão” também conta com show do cantor Messias Paraguai.  The Fevers, formada no Rio na década de 60, associada ao movimento da Jovem Guarda, promete encantar o público relembrando sucessos como “Mar de Rosas”, “Agora Eu Sei”, “Vem Me Ajudar”, “Outra Vez”, “Guerra dos Sexos”, entre outros. A banda tem mais de 50 álbuns lançados e mais de 13 milhões de cópias vendidas. Vendas antecipadas no Hamburgão Lanches, na Av. Afonso Pena, 777, em Tirol (Natal), no Espaço Paçoca de Pilão na praia de pirangi e no site outgo. Informações pelo telefone (84) 99406.4142. A festa é uma realização da Show 30 Eventos. Serviço: Festa Sexta de Verão Atrações: Banda The Fevers e Messias Paraguai; Local: Espaço Paçoca de Pilão – praia de Pirangi; Horário: 21h; Vendas: Hamburgão Lanches – Natal                Espaço Paçoca de Pilão – praia de pirangi                 Site outgo Informações: (84) 99406.4142; Realização: Show 30 Eventos.

Segunda de Vagabundo

29/12/2022|

Porque o samba é a tristeza que balança E a tristeza tem sempre uma esperança A tristeza tem sempre uma esperança De um dia não ser mais triste não Baden Powell / Vinicius de Moraes Vinicius de Moraes diz que o bom samba é uma forma de oração. Debinha Ramos e a turma que faz samba no bairro das Rocas, em Natal, tem levado ao pé da letra essa máxima do poetinha que exaltou o mais brasileiro dos gêneros musicais em “Samba da benção”, uma parceria com Baden Powell, que me emociona desde a primeira vez que escutei, ainda na juventude. Parceiro de Vinicius em muitas canções (afro-sambas), Baden é considerado um dos maiores gênios e virtuoses do violão mundial. Mas deixemos de enrolação e vamos falar de samba. Ou melhor, vamos falar do samba das Rocas. Afinal, “um samba quente, harmonioso e buliçoso, mexe com a gente, dá vontade de viver”, como diz a canção de Janet de Almeida interpretada por Roberta Sá. Depois de alguns convites do meu amigo Robertinho, servidor da UFRN, sindicalista atuante/apaixonado e defensor da educação pública e de qualidade, e de um convite mais recente de Leilson e seu companheiro Cleber, decidi conhecer o...

MPB, política no quartel e outros assuntos

29/12/2022|

Tenho em mãos uma obra de grande importância para o estudo da MPB, o Dicionário Houaiss – Música Popular Brasileira, criação e supervisão geral de Ricardo Cravo Albin, com a chancela do Instituto Antônio Houaiss. Um tijolaço contendo cerca de sete mil verbetes sobre compositores, intérpretes e musicólogos. Coube aos pesquisadores do Instituto Antônio Houaiss, com reconhecida experiência no campo da lexicografia, compactar os dados fornecidos, digamos, a granel, pelo Instituto Cultural Cravo Albin. Como toda obra do gênero, esta também peca por omissões e falhas outras. Mas, quantos pecados mortais!… Estive folheando-a à cata de informações sobre nomes norte-rio-grandenses. Em primeiro lugar busquei o de Glorinha Oliveira. Todo mundo sabe que Glorinha é a nossa maior cantora, uma intérprete que nada fica a dever às estrelas da era do rádio, só que preferiu radicar-se em sua terra, e assim não teve a desejável projeção nacional. Pois bem, Glorinha não está no referido dicionário. Omissão gritante, imperdoável. Falha como esta deslustra o trabalho de pesquisa. Outra omissão não menos lastimável: Eduardo Medeiros e Othoniel Meneses, autores de “Serenata do Pescador” (“Praieira”), canção que está para Natal assim como “Cidade Maravilhosa” está para o Rio de Janeiro. Eu até compreenderia a...

Préveillon da Cidade traz atrações gratuitas ao Centro Histórico nesta quinta

29/12/2022|

Realizado desde 2009, a edição de 2022 do Préveillon da Cidade acontece nesta quinta-feira (29) a partir das 19h em três polos tradicionais do centro histórico, para juntar em uma grande confraternização especial os frequentadores do beco da lama e adjacências. A programação integra o calendário do Natal Em Natal da Prefeitura do Natal e Funcarte, e todo o acesso é gratuito. No Bardallos atrações em dose tripla e de estilos diferentes, com shows de Alan Persa (19h), Forró NaManha (21h) e MC Priguissa e DJ Alf (22h30). O Bar de Nazaré com a Quinta Que te Quero Samba e os anfitriões do grupo de samba Batuque de um Povo, iniciam a festa a partir das 19h. No Bar da Meladinha o DJ Pajux vai conduzir a noite a partir das 20h com muita música eletrônica regada a bebida mais famosa do centro da cidade: a meladinha. O tema do 14º ano do Préveillon é DOIS MIL e VIM TE TER, que busca fazer referências aos desejos para o ano de 2023 como TER respeito e ter tolerância, é necessário admitir que “tolerar” é primeiramente reconhecer a liberdade de “existir” do “outro”, desse “outro” ser diferente na maneira de agir,...

Retrospectiva 2022: top 5 das melhores cervejas do ano

28/12/2022|

Saudações, cervejeiros retrospectivos! Mais um ano se passou e estamos na sequência dos dois tipos de texto que eu mais gosto: essa semana tem a retrospectiva 2022 e na semana que vem teremos as perspectivas 2023 (texto em que eu brinco de ser mãe Dinah e tentarei adivinhar quais serão as tendências do ano que vem sem nenhuma base científica para tanto, apenas no achismo presunçoso mesmo!). Apenas para reprisar o que já foi descrito nas retrospectivas anteriores (clique aqui para ler a de 2020; e aqui para a 2021). O texto a seguir vai buscar fazer um breve apanhado, em 5 atos, sobre as melhores cervejas do ano, com a devida recomendação musical dos melhores álbuns lançados. A metodologia é simples, é necessário que a cerveja seja nacional e tenha sido lançada em 2022 e tenha sido degustada (por mim, obviamente) no mesmo ano. Recorri aos meus alfarrábios estatísticos do Untappd para lhes trazer tal apanhado. Para as recomendações musicais os critérios são quase os mesmos, exceto que não precisa ser um lançamento nacional (vide acervo do Last.FM). Depois de mais de 360 cervejas diferentes provadas ao longo do ano (meu Untappd não me deixa mentir) e de mais...

crispiniano-neto

26/12/2022|

No dia 14 de dezembro de 2018 o Papo Cultura publicou, com exclusividade, a primeira entrevista do recém anunciado diretor da Fundação José Augusto, Crispiniano Neto. Ele assumiria o posto da professora Isaura Rosado em uma “gestão de reconstrução” após herdar um órgão com clima de “terra arrasada”, como classificou. E não bastasse as dificuldades encontradas para início de trabalho, a escassez de recursos provocada pela herança da gestão passada e o fenômeno da pandemia dificultaram, sobremaneira, atender todos os desejos e necessidades do setor cultural. Ainda assim, muito foi feito, dentro das possibilidades e com a ajuda fundamental dos recursos do Banco Mundial. E o esforço hercúleo em gerir, com uma equipe reduzida a um terço, desde sua última passagem à frente da Fundação, o milionário recurso da Lei Aldir Blanc. Em mais uma entrevista exclusiva, Crispiniano fala das dificuldades, feitos, planos para o futuro, Casas e Pontos de Cultura, Fundo de Cultura, Lei Aldir Blanc 2 e Lei Paulo Gustavo, equipamentos culturais e muito mais. O engenheiro agrônomo, jornalista, cordelista, bacharel em direito Especialização em Leitura e Produção, Joaquim Crispiniano Neto, 66, pode assumir a FJA pela quarta vez. E com a experiência de gestão de quem passou...

Você já pode ouvir o novo EP de Ale Du Black, “Guetto é Luxo”

26/12/2022|

A artista Ale Du Black, 27, rapper/cantora, lançou o EP Guetto é Luxo em parceria com a gravadora KaliProd. O Projeto foi contemplado no edital de Economia Criativa do Sebrae-RN e já está disponível em todos os streamings de música. Ale nasceu em Areia Branca (RN) onde trilhou seus primeiros passos no rap. Participou do grupo ‘Rua de Cima’ apresentando suas rimas em batalhas e eventos. Desde 2020 vem se jogando no cenário musical potiguar e investindo em sua carreira com lançamentos de singles e colaborações com outros artistas. Misturando trap, no melody, R&B, reggae e dancehall, o EP conta com 6 canções autorais com participações especiais de Cazasuja, Sâmela Ramos, Nasal, Arcanjo Rass e Amém Ore, majoritariamente artistas da cena local potiguar. O trabalho ressalta a vivência da artista na periferia. “Cresci no Bairro dos Índios, uma área periférica em Areia Branca, interior do RN. Foi lá que construí minha base musical a partir do reggae e do rap. Então, nesse trabalho quis trazer minha força e vivência que vem desse local”, comenta a artista. “‘Guetto é Luxo’ traz as batidas que eu ouvi durante toda minha infância, juntamente com minhas dores, minha felicidade, minha intimidade. Tem muito de...

Museu expõe devoções do Seridó: a tragédia como milagre

26/12/2022|

O Museu do Seridó (MDS), vinculado ao Centro de Ensino Superior do Seridó (Ceres/UFRN), localizado em Caicó/RN, e à Rede Universitária de Museus da UFRN (Rumus), realiza sua terceira exposição virtual que traz como tema  “Devoções do Seridó: a tragédia como milagre”. O período dedicado à expografia vai até 15 de junho de 2023, no site do Museu. A exposição, que teve uma versão presencial esse ano, traz os milagreiros seridoenses de quatro cidades do Seridó potiguar, abrangendo devoções do catolicismo não-oficial. O trabalho é fruto das pesquisas científicas do professor e historiador Lourival Andrade Junior, a mestranda Cleidiane de Araújo Oliveira e o mestre Wesley Henrique de Moura Simão, todos vinculados ao Programa de Pós-graduação em História dos Sertões, do Ceres/UFRN. O projeto conta com três módulos temáticos intitulados, respectivamente, “Seca, infância e milagre”, “Cemitério e Devoções” e “Crime e milagres”. Eles tratam das devoções a milagreiros das cidades seridoenses de Florânia, Caicó, Jucurutu e São Vicente. Distinta da versão presencial, a web exposição conta com vídeos de relatos de devotos a seus milagreiros, imagens inéditas e uma proposta educativa adaptada para o modo virtual. O intuito é conectar essas histórias e memórias com o público visitante. A equipe...

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