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A REVOLUÇÃO TRANSUMANISTA

BIBLIOBUNKER: A Revolução Transumanista

A Revolução Transumanista Autor: Luc Ferry Tradução: Éric R.R. Heneault Editora: Manole Ano: 2018 181 páginas   Tem livros que são literalmente uma cilada. Não porque sejam mal escritos, mal

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A medicina passo a passo

Em Hamlet – quarto ato, cena 3 – Shakespeare usou a expressão: “As doenças desesperadoras se curam com medicações desesperadas”.  Ao longo do tempo, a medicina parece mesmo seguir o

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Mostra Macambira abre inscrições para filmes que irão compor sua quarta edição

Redação

Estão abertas as inscrições para a Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero, iniciativa que visa difundir e promover diálogos sobre a produção audiovisual dirigida por realizadoras (cis, trans, travestis) e pessoas gênero-dissidentes. A quarta edição da Mostra acontece de 26 a 28 de junho na Casa da Ribeira, em Natal. A programação conta com a Mostra Nacional e a  Mostra Potiguar, com filmes que estão sendo realizados na contemporaneidade por perspectivas que historicamente foram subalternizadas e invisibilizadas no campo do cinema. As inscrições para a nova edição da Mostra seguem abertas até 11 de maio no site http://www.mostramacambira.com.br. Estão aptos para a inscrição curtas e médias-metragens brasileiros com duração máxima de 25 minutos, finalizados a partir de janeiro de 2024. Os filmes devem ser, obrigatoriamente, dirigidos ou codirigidos por mulhereridades (cis, trans, travestis) e pessoas dissidentes de gênero (homens trans, pessoas transmasculinas, não binárias, gênero fluido, agênero), sendo necessário o preenchimento da identidade de gênero da direção no campo correspondente do formulário de inscrição. A seleção dos filmes será realizada pela equipe de Curadoria da Mostra Macambira segundo critérios definidos pela linha curatorial que contempla as mais diversas subjetividades de mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, de modo a incorporar novas imagens ao campo do cinema. A 4ª edição da Mostra Macambira é produzida pela Salobra Filmes, Ebó Filmes e OXÊ Filmes. Este evento é realizado através do Edital de Fomento ao Audiovisual e Jogos Eletrônicos 10/2024, lançado pela Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. Sobre a Mostra Macambira A Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero é uma janela de exibição surgida no estado do Rio Grande do Norte (RN) em 2020. Tendo o marcador social de gênero como ponto de partida, o evento tem como objetivo difundir e debater, de maneira gratuita, obras audiovisuais brasileiras e potiguares dirigidas por mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, buscando contribuir com a fissura de um regime representacional que contemple a diversidade de olhares, a partir de uma perspectiva interseccional. InformaçõesInscrições: De 27/04 a 11/05Regulamento e ficha de inscrição: http://www.mostramacambira.com.brRedes sociais: @mostramacambira

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Patrícia Leal celebra Dia da Dança com poesia, música e fragrância no show Águas

Redação

Nesta quarta-feira (29), a artista, bailarina, cantora, poeta e perfumista Patrícia Leal realiza o Show ÁGUAS, celebrando o dia internacional da Dança no Mahalila Café e Livros, com um trabalho totalmente autoral a partir de seu EP Águas, mas também com músicas de seu Álbum anterior Continua…, além de canções inéditas. Acompanhada por grandes músicos, a formação conta com o saxofone de Anderson Pessoa, o piano de Eduardo Taufic e a percussão de Ramon Gabriel. Celebrando a Dança, o show é proposto com o melhor dos ritmos brasileiros com muito swing do samba, ijexá, côco, ciranda… deixando até nas letras o convite: “tira o sapato, vamos dançar onde for…” ÁGUAS é um trabalho que se iniciou no final da pandemia e reflete sobre as emoções, sentimentos vividos nesse período e na relação da autora com as águas internas, emocionais e com as águas externas, seja o Mar, sejam as cachoeiras, os rios. As coreocanções nascem da necessidade de reaproximação com o si, com a natureza, após um longo período de isolamento, da necessidade de compreender os próprios sentimentos e da compreensão que somos natureza. A artista realmente visitou locais de mar aberto em Natal, Pipa, São Miguel do Gostoso, como também cachoeiras em locais mais fechados e de floresta em Delfinópolis, Minas Gerais, que trouxeram o movimento necessário para as melodias, para a poesia e para as fragrâncias tão peculiares ao processo de criação da artista. Além do EP, a artista criou duas fragrâncias “Concha” e “Rainha”, que levam o nome de duas músicas do trabalho. A formação escolhida para o trabalho – sax, piano e percussão – permitiu um clima mais intimista, necessário para a performance das canções e contou com a colaboração de grandes artistas: Anderson Pessoa no saxofone, Eduardo Taufic no piano e Ramon Gabriel na percussão. O Show acontece em comemoração ao dia internacional da Dança e, por isso, convida também a Dançar com uma seleção de músicas que trazem muito samba, côco, ciranda, samba-jazz e uma pitada de blues. Show – Águas, de Patrícia Leal Quando: 29/04/26 Aonde: Mahalila Horário: 20h Contribuição artística

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Skarimbó lança “Dunares” e firma um novo momento de sua trajetória artística

Redação

Com sonoridade orgânica e construção visual integrada, o disco evidencia o amadurecimento do grupo após mais de dez anos de caminhada Depois de mais de uma década de trajetória, a banda Skarimbó chega a um novo momento com o lançamento de “Dunares”, disco que estreia hoje, 27 de abril, nas plataformas digitais. O trabalho firma um momento de consolidação artística do grupo e evidencia um estágio mais maduro de sua identidade musical, em que a força rítmica, a densidade poética e a organicidade da execução aparecem em equilíbrio raro. “Dunares” nasce como obra de percurso. Seu título não funciona apenas como referência paisagística ou geográfica, embora a presença das dunas, tão constitutiva da experiência de viver e se deslocar em Natal, seja decisiva para a imaginação do álbum. A imagem central aqui é a da travessia. A caminhada entre escassez e abundância, aridez e horizonte, esforço e chegada. É desse movimento, ao mesmo tempo físico e existencial, que o disco retira sua espinha dorsal. Nas palavras de Geraldo Gondim, cantor e compositor da banda, o álbum sintetiza uma reflexão antiga do Skarimbó sobre a condição humana e suas dualidades, entre altos e baixos da vida, escassez e abundância, chegadas e partidas, secura e mar. Parte importante das composições foi escrita num período em que o artista vivia em Tabatinga, território cercado por dunas, de onde veio não só a ambiência do disco, mas também a percepção mais nítida desse contraste entre dureza e promessa, entre o caminho difícil e o que se revela depois dele. Para o artista, lançar o disco também é celebrar a permanência e a reinvenção de um grupo que, ao longo de doze anos, vem sustentando sua chama criativa em meio aos desafios de produzir música autoral em Natal.  Essa dimensão simbólica encontra ressonância direta na arquitetura sonora do álbum. Segundo a produtora executiva Babi Baracho, “Dunares” representa uma virada de chave e marca uma consistente transição de amadurecimento musical e identidade do grupo. De um lado, o disco mantém o chão areado, o pulso telúrico e a energia percussiva fincada na terra e nas tradições. De outro, se abre para composições atravessadas por reflexão existencial, espiritualidade e densidade emocional. O resultado é uma obra que não se acomoda numa leitura única: ela pulsa entre o corpo e o pensamento, entre a celebração e a consciência, entre o rito coletivo e a elaboração íntima.  O processo de criação...

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Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

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Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

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Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

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Curta-metragem filmado em Caicó e com Quitéria Kelly no elenco, é exibido em Portugal e EUA

Redação

O curta-metragem Ressonância, que tem Soia Lira como protagonista e Quitéria Kelly no elenco, foi filmado em Caicó e teve sua estreia em agosto de 2025 na 36ª edição do Kinoforum – Festival Internacional de Curtas de São Paulo, tendo circulado por diversos festivais de cinema nacionais e internacionais. De 22 a 25 de abril, o filme é um dos poucos brasileiros no 9º Porto Femme (Portugal) e no 42º Festival de Cinema Latino de Chicago (EUA); e terá ainda exibição no 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, que acontece no berço da Paraíba. Escrito e dirigido pela norte-rio-grandense Anna Zêpa, inspirado por um sonho de sua avó caicoense, o filme é uma ficção e traz como personagem principal Margarida (Soia Lira). Ela passa por um conflito com o seu entorno familiar, que insiste que ela deve parar de trabalhar. Isso não faz parte dos seus planos e a narrativa nos apresenta uma mulher forte, decidida e que busca seus movimentos de vida, dando exemplos para sua neta. O curta nos traz ainda aspectos da geografia urbana da região e alguns costumes culinários. Com duração de 20 minutos, a obra também apresenta a atriz Amora Maux em sua primeira participação no audiovisual potiguar no papel de Ana, neta de Margarida, com quem tem uma relação de admiração e espelhamento. Sinopse: O desejo de autonomia ainda ressoa em Margarida e a ideia de ficar presa em uma rotina cotidiana a deixa sufocada. Duração: 20’. Classificação: Livre. Realizado pela Rabo de Olho Filmes em parceria com o Sesc RN, o filme tem a produção local, em Caicó, da Referência Comunicação. A Rabo de Olho Filmes (https://www.instagram.com/rabodeolhofilmes/) é uma produtora fundada em Natal pelos realizadores Anna Zêpa e Carlos Segundo, carregando assim as experiências e histórico de produções dos dois artistas. Cronograma das Exibições 22/04/26 – 9º Porto Femme, no Batalha Centro de Cinema https://portofemme.com/batalha-centro-de-cinema-2026-4896 24 e 25/04/26 – 42º Festival de Cinema Latino de Chicago, Landmark’s Century Centre Cinemahttps://chicagolatinofilmfestival.org/  25/04/26 – 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, ao ar livre na Praça Iniguaçu https://www.instagram.com/copaobafestcine Festivais e Premiações Anteriores – 36º Festival Internacional de Curtas de São Paulo – Kinoforum  – 17º San Francisco Latino Film Festival  – 12ª Mostra de Cinema de Gostoso – Prêmio DOT de Finalização – 20º Comunicurtas – 3º Festival de Cinema de São Bernardo do Campo – 2º Curta...

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Bardallo’s celebra 21 anos de resistência e arte no Centro Histórico

Redação

O Bardallo’s Comida & Arte celebra 21 anos de resistência e arte em uma programação especial com exposição coletiva e muita música. A programação começa no dia 23 de abril e segue até o dia 25. Toda a programação é gratuita.  Localizado na rua Gonçalves Lêdo, na Cidade Alta, o espaço integra o perímetro cultural do Beco da Lama. O Bardallo’s foi criado pelo empreendedor e carnavalesco Lula Belmont com o objetivo de ser um reduto das artes. “A necessidade de criar o bar veio através do meu envolvimento com a arte e com a cultura. A ideia era ter um espaço que abraçasse a música, as artes plásticas, a literatura e outras expressões artísticas e chegar aos 21 anos de história é uma alegria muito grande, principalmente pela pluralidade da programação e do público que frequenta”, declara Lula Belmont. A festa intitulada “Badalar”, uma chamada para despertar os sentidos e inicia nesta quinta-feira (23) com uma Vernissage a partir das 19h reunindo o talento de 15 artistas do RN. Participam: Bia Rocha, Capivart, Cíntia de Andrade, Cristal Moura, Cristian Miranda, Damião Paz Pixoré, Erre, Fábio Eduardo, Olympia Bulhões, Paulo Nobrega, Pincelada Nômade, Régio Potiguar, Rita Machado, Vanessa Mendes e Vendaval. A noite encerra com discotecagem do DJ Samir com set que costuma transitar muito bem entre brasilidades. Na sexta-feira (24), a festa continua a partir das 20h com Mont Samba e Choro, trazendo a elegância e a força do samba, celebrando os clássicos com aquela interpretação visceral.  No sábado (25) é dia de celebrar a música potiguar com a banda DuSouto, que mistura ritmos eletrônicos como drum’n’bass e dub com influências brasileiras e nordestina. A noite conta ainda com discotecagem de DJ Samir, DJ Carlota e DJ Ilton.  Apoio Cultural: Fundação José Augusto, Prefeitura do Natal, Secretaria de Cultura do Rio Grande do Norte e Governo do Rio Grande do Norte. Mais informações através do perfil no Instagram: @bardallosnatal. BARDALLO’S 21 ANOS De 23 a 25 de abril  Acesso gratuito Bardallo’s Comida & Arte – R. Gonçalves Lêdo, 678 – Cidade Alta

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Um rápido panorama cervejeiro nos EUA

14/12/2022|

Recentemente tive o prazer de voltar aos Estados Unidos depois de algum tempo que não visitava a terra do tio Sam. Junto com algumas outras memórias, gostaria de compartilhar um pouco de algumas impressões cervejeiras que tive nessa breve jornada. Claro que essa coluna não se trata de um registro de viagens, nem um blog voltado para isso, de toda maneira, o texto de hoje tentará com algum esmero trazer brevemente esse panorama experimentado acerca das cervejas artesanais nos EUA. Cumpre-se fazer a breve ressalva que a viagem foi apenas à Flórida, nas cidades de Miami, Fort Lauderdale e Orlando. De maneira que se tem um espaço de amostragem muito reduzido para se falar em “panorama americano”, por se tratar de poucas cidades e de apenas um Estado, dentre os 50 existentes. De toda maneira, o crivo ocular deste que vos escreve tentará captar algumas nuances singulares para mostrar como é o panorama mencionado. Adiante! Não se bebe em qualquer lugar (Open Container Act) Em termos de aplicação e de rigidez nas leis, ninguém ganha dos Estados Unidos. Diferentemente do Brasil, onde a União legisla sobre a maioria dos temas, nos EUA, há uma variabilidade muito maior de ditames legais,...

Livro resgata vida intelectual natalense entre 1889 e 1930

13/12/2022|

Foi lançado, no último dia 9 de dezembro, em Natal, o livro Em cada esquina um poeta, em cada rua um jornal: a vida intelectual natalense (1889-1930), da professora e pesquisadora Maiara Juliana Gonçalves. Obra interessantíssima para quem deseja conhecer mais sobre a movimentada vida intelectual na província, sobretudo no começo do século XX. Na obra, fruto da sua dissertação de mestrado (UFRN), sob a orientação do professor doutor Raimundo Arrais, Maiara nos traz um panorama do final do século XIX início do século XX, quando Natal era uma cidade um tanto acanhada e subdesenvolvida, quase um povoado, sua área urbana restringia-se praticamente ao quadrilátero formado pelas atuais ruas Apodi, Ulisses Caldas, D. Pedro I, a Avenida Rio Branco e o rio Potengi. Sem movimento comercial, sem indústria, sem recursos, éramos praticamente dependentes da capital pernambucana, onde realizávamos todas as nossas transações e para onde as famílias abastadas, mandavam os nossos jovens que se destinavam à carreira jurídica. E eram eles, que ao retornar, faziam-se de porta-vozes das novidades literárias do Brasil afora. No livro História da Cidade do Natal, Câmara Cascudo refere-se à situação da capital nessa época, com a seguinte frase: “A cidade do Natal, fundada no século...

Patrícia Leal

13/12/2022|

Nesta sexta-feira (16) tem lançamento do álbum de Música Autoral Brasileira “Continua…”, de Patrícia Leal, acompanhada pelos instrumentistas Eduardo Taufic, Ezequias Lira Ramon Gabriel, Eli Cavalcante, Fábio Presgrave e Anderson Pessoa. O material estará disponível em todas as plataformas digitais. Abaixo, a própria autora comenta mais a respeito. Por Patrícia Leal Para quem acompanha meu trabalho há mais tempo sabe que a música sempre teve lugar de destaque em minha trajetória. Em todos os meus espetáculos de Dança Contemporânea, sempre criei composições musicais, algumas em subtextos para outros instrumentistas criarem a trilha, outras que cantava em cena, em diálogo com músicos talentosos como Euclídes Marques, Cláudio Soares, Divanir Gatamorta, Adriano Dias, Marcelo Martinez Vieira. Mais recentemente, comecei a me arriscar mais no canto, a partir de um espetáculo piano e voz, “Ponto Móvel” (FIC 2015/2016) com Eduardo Taufic e, pouco tempo depois, no show “Menina dos olhos” (2018/2019), já com uma formação maior entre violão, percussão e piano, com Ezequias Lira, Ramon Gabriel e Eli Cavalcante. A partir desses trabalhos e da amizade com estes novos artistas, investi em minhas composições musicais e, dessas criações, nascidas em corpo e perfume, resolvi gravar um CD autoral: “Continua…” Durante a quarentena, senti...

Manoel de Brito, 87 anos, fala sobre a seca no interior do RN.
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13/12/2022|

“Tempos Marcantes” é o título de um grande livro e de um livrão, lançado pelo Dr. Manoel de Medeiros Brito, no dia 02 de agosto de 2022. Com 604 páginas, todas preenchidas com escrita escorreita, simples e elegante, que proporciona leitura sempre aprazível, do começo ao fim. Em crônica publicada poucos dias após o lançamento, o padre João Medeiros Filho, amigo do autor desde a infância, assim se expressa: “No primoroso trabalho, nosso preclaro amigo transita da autobiografia, perpassando pela crônica e análise política, assim como pelo registro histórico dos principais fatos e acontecimentos das últimas nove décadas, especialmente no RN”. No prefácio, o jornalista Cassiano Arruda Câmara diz ser testemunha e cúmplice da pressão exercida por um grupo de amigos de Manoel de Medeiros Brito para ele apressar o término e o lançamento do livro com as suas memórias. Mas o autor, devido a várias revisões, obrigou-se a postergar em quatro anos o lançamento de Tempos Marcantes, quando, durante cerca de cinco horas, com a presença e a música da Banda Euterpe Jardinense, autografou mais de 400 exemplares. Na capa do livro Tempos Marcantes avulta a foto de um casarão bem conservado, telhado em duas águas, com uma lateral...

O “Gringo” lança Almanaque da Redonda 2022 nesta quinta na Cervejaria Mall

12/12/2022|

O sucesso do futebol potiguar na temporada 2022 é o tema do quinto livro do jornalista e radialista Dionísio Outeda, o “Gringo”. Os acessos de ABC e América e o título de Campeão Brasileiro do Alvirrubro estão em destaque no Almanaque da Redonda 2022, que será lançado nesta quinta-feira (15), a partir das 18h, no Vila Colonial (avenida Afonso Pena, Tirol). A publicação tem 80 páginas em papel especial e apresenta as campanhas das equipes na temporada, com números, estatísticas, perfis dos jogadores, artigos e reportagens, além de poster duplo de cada time. “Trata-se de uma edição especial para o torcedor colecionar e ter como recordação de um ano incrível, quando o futebol potiguar dominou duas das séries do futebol brasileiro”, comenta o jornalista esportivo, que integra a equipe da 96FM. O Almanaque 2022 apresenta também outro ineditismo, desta vez na forma editorial. Cada equipe tem metade da publicação, com capas independentes e posteres. “A brincadeira é justamente essa. O torcedor não vai ver a publicação nem as matérias do adversário. Cada um tem seu espaço definido. Ficou bem diferente”, explica Dionísio Outeda. O Almanaque é uma fonte de pesquisa e de memória do futebol potiguar. Em 2014 o jornalista...

O canto de Daíra

12/12/2022|

Não me peça que eu lhe faça uma canção como se deve Correta, branca, suave, muito limpa, muito leve Sons, palavras, são navalhas Belchior Uma das coisas mais bonitas que vi nos últimos tempos foi o show de Daíra em homenagem a Belchior. Talvez o termo “bonitas” não consiga descrever a grandeza do momento nem tampouco abarcar a experiência que vivenciei essa noite no Belch Bar, que aliás tem honrado seu nome e trazido grandes artistas para homenagear o autor de “Coração selvagem”, “Divina comédia humana”, “Como nossos pais” e tantos outros sucessos que continuam atuais e cada vez mais necessários para refletirmos e, quem sabe, entendermos um pouco do mundo em que vivemos, embora a vida seja muito pior, como diria o próprio artista em um dos seus clássicos, “Apenas um rapaz latino-americano”. Ariane Cavalcanti, a proprietária do espaço, tem organizado anualmente o Tributo a Belchior e trouxe ninguém menos que Vannick Belchior, filha do artista, em 2021, e Silvero Pereira em 2022. O show de Silvero aconteceu no estacionamento do Restaurante Effó devido a questões técnicas. Nessa mesma noite, a cantora Laryssa Costa também realizou um show maravilhoso, com canções de Belchior e outros clássicos da MPB. Tive...

Nomadeia

12/12/2022|

Um longo “on the road” que durou 11 anos, entre a viagem e o tempo de maturação e escrita. O resultado dessa travessia pessoal é “Nomadeia: jornada de 994 dias pela América do Sul e Caribe”, que marca o retorno do escritor e cientista social natalense Wagner Uarpêik à literatura. A obra de 366 páginas sai por uma parceria entre a editora Espreita e OffSet Gráfica e tem lançamento marcado para o dia 17 de dezembro, das 16h às 20h, na Casa Séfora (av. Afonso Pena, 1204, Tirol). A ocasião será celebrada com drinks, literatura e discotecagem recheada de músicas latinas que remetem à viagem. Wagner Uarpêik viajou durante dois anos e oito meses entre Brasil, América do Sul e o sul do Caribe, de agosto de 2008 a março de 2011. Entre Amazônia, Andes, Caribe e Pampas, o mochileiro testemunhou de perto uma vertiginosa peregrinação entre culturas e paixões, indígenas e metropolitanos, bicos e caronas, festas e desertos, ilhas e montanhas, convulsões políticas e o sentido da vida. Mais do que um livro de viagem, “Nomadeia” é, tal como o nome sugere, uma epopeia poética, cultural e espiritual. Na bagagem, também revela a curiosidade do jovem viajante pela descoberta,...

As Copas do Mundo que perdi

12/12/2022|

A fúria do torcedor acidental, aquele que aparece a cada quatro anos para torcer por um time que ele conhece tão pouco de um esporte de que ele aprendeu a gostar porque adora vencer, é compreensível e passageira. Tem a intensidade de um Casemiro, mas a velocidade de Vini Jr. Vejo e gosto de futebol há muito tempo, o que me permite dizer que foram muito mais copas perdidas do que vencidas, por isso conheço bem esse sentimento que tomou o país na tarde desta última sexta-feira. E o que posso dizer é: calma, isso passa. A primeira Copa que perdi foi em 1986, aos cinco anos de idade e da qual não me recordo de praticamente nada. Minha mãe conta que, ao fim de Brasil x França, também pelas quartas-de-finais perdidas nos pênaltis, caí em um choro profundo e inconsolável diante da imensa tristeza que se abateu sobre nossa casa. Precisei ser levado ao hospital devido à febre alta e náuseas depois daquela derrota. Em 1990, doeu muito ver Maradona e Caniggia desmontarem a certeza pueril do menino que jurava que seríamos campeões, mesmo com um time tão mediano como o de Lazaroni. Vencemos a Copa seguinte, a que...

Coletivo CIDA pauta a invisibilização e violências contra corpos não hegemônicos

08/12/2022|

Como são estigmatizadas, desumanizadas e violentadas as pessoas com transtornos mentais, pretas, LGBTQIAPN+, com deficiência, indígenas e que vivem e/ou convivem com o HIV/AIDS? Essas são algumas das provocações pautadas pelo Coletivo CIDA em seu novo espetáculo REINO DOS BICHOS E DOS ANIMAIS, ESSE É O MEU NOME. As apresentações acontecem nos dias 8 e 9 de dezembro na Casa da Ribeira, às 20h, com entrada gratuita. Fundado por Arthur Moura, René Loui e Rozeane Oliveira, artistas e produtores, o CIDA se destaca no cenário cultural norte-rio-grandense por sua produção experimental e inclusiva. Contemplado pela primeira edição do Prêmio Sesc de Artes Cênicas,  REINO DOS BICHOS E DOS ANIMAIS, ESSE É O MEU NOME, faz parte de uma criação cênica sequenciada assinada pelo coreógrafo René Loui, que conta com interlocução dramatúrgica de Jussara Belchior. O elenco desta primeira versão é formado por nomes que são referências para as artes cênicas norte-rio-grandense: Ana Cláudia Viana, Jânia Santos, Marconi Araujo, Omim D’Funfun, Pablo Vieira, René Loui e Rozeane Oliveira. “Em CORPOS TURVOS desenvolvemos a dramaturgia de forma remota devido à pandemia de covid-19. Nesse novo capítulo foi possível fazer a interlocução de forma presencial com todo o grupo e entender mais sobre as vivências...

Escola de Música da UFRN promove festival “Dezembro do Piano”

08/12/2022|

Com uma programação de alta qualidade para o público, alunos, professores e convidados, a Escola de Música da UFRN promove até o dia 14 de dezembro, o festival “Dezembro do Piano”. As ações do festival envolvem concertos e masterclasses que se dividem nos espaços da EMUFRN (salas e auditórios) e na Atitude Cooperação (Instituição localizada na Zona Oeste de Natal). Na programação, convidados como os pianistas Diego Caetano (Sam Houston State University, EUA), Cristian Budu, Luciana Noda (UFPB), Kellen Pinho (UFC) e o compositor Fábio Neves. Também participam da programação a jovem pianista Isadora Rezende, aluna da EMUFRN; a Filarmônica UFRN e o maestro André Muniz. Confira programação completa: Programação dos Concertos Sexta-feira, 09/12, às 20h: Luciana Noda – Recital de piano e toy piano Sábado, 10/12, às 20h: Diego Caetano e Filarmônica UFRN – Concerto no. 3 de Sergei Prokofiev e estreia mundial do “Allegro Scherzando” de Fábio Neves Domingo, 11/12, às 19h: Isadora Rezende – Recital “Láquesis” Terça, 13/12, às 20h: Cristian Budu e Filarmônica UFRN – Concerto de Robert Schumann e Pavane Op. 50 de Gabriel Fauré. Masterclasses (abertas ao público) Quinta-feira, 08/12, 13h às 16h – Diego Caetano, Mini-Auditório da EMUFRN Sábado, 10/12, 9h às 12h – Luciana Noda, Mini-Auditório da...

II Festival Curta Parelhas começa nesta sexta

08/12/2022|

O município de Parelhas (RN), localizado a 277 km da capital potiguar, sediará neste fim de semana a 2ª edição do Festival Curta Parelhas. A programação entre sexta (9) e sábado (10) conta com exibições gratuitas de filmes, roda de conversa e mostra competitiva e expositivas. Já no primeiro dia do evento, a partir das 19h, a céu aberto, na rua Antônio Luiz dos Santos, o público participará de sessões de cinema e da entrega dos certificados de conclusão do curso de “Produção Audiovisual”, promovido no mês de novembro pelo Festival. A oficina foi ofertada aos estudantes da Rede Pública de Ensino e entusiastas do audiovisual e visa fomentar o segmento. Um dos momentos mais esperados da noite da sexta é a mostra competitiva potiguar. Com 10 trabalhos na disputa que serão apresentados em dois temas: “Cultura Popular, Raízes Ancestrais e Personagens Inspiradores” e “Pluralidade de Temas, Diversidade de Linguagem, Estímulos e Emoção”. No sábado (10), a programação segue a partir das 10h, com a Mostra Infantil no Auditório do Central Shopping (2° piso – Rua Antônio L. dos Santos, Centro). Serão exibidos sete filmes voltados para as crianças. Na parte da tarde, a partir das 16h, o II Curta...

Um Presente de Natal retorna ao Palácio da Cultura para celebrar 25 anos

07/12/2022|

Criado em 1997 o espetáculo Um Presente de Natal comemora este ano bodas de prata. Para celebrar os 25 anos em cartaz, o auto natalino mais antigo da capital potiguar retorna ao seu local de origem: a Pinacoteca do Estado do Rio Grande do Norte, também conhecido como Palácio da Cultura. As apresentações gratuitas acontecem nos dias 16, 17 e 18 de dezembro, às 20h. Para 2022, a idealizadora e diretora do espetáculo, Diana Fontes, montou uma super equipe, responsável por criar um espetáculo repleto de novidades. O texto e música são de Danilo Guanais e a direção de arte é de João Marcelino. Ambos estiveram com Diana na primeira edição do Presente. “O espetáculo foi criado para acontecer no Palácio e por 10 anos foi realizado no local. Depois tivemos diferentes espaços e formatos, mas a apresentação na Pinacoteca é uma das mais presentes na memória dos potiguares. Poder retornar celebrando 25 anos e com os mesmos criadores está sendo muito especial”, conta Diana Fontes. Desde o início de novembro 35 intérpretes ensaiam para dar vida ao auto, que este ano conta a história do nascimento de Jesus Cristo a partir de temas como memória e ameaça do esquecimento....

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