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Martins – mais perto do céu

A Serra do Martins, no sertão potiguar, é um dos lugares mais aprazíveis do mundo. Visitando-a em companhia de Câmara Cascudo, o grande escritor Mário de Andrade não se conteve

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Pessoas introvertidas, em geral, costumam criar alteregos para conseguir se expressar com o mundo à sua volta. Foi assim que o roteirista Shaun Steven Struble resgatou um apelido de infância

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Santiago – Chile, 16 de Março de 2015  “Gente! Tão botando fogo nos ônibus lá no terminal do Panatis!!” “Acho melhor voltar pela ponte nova, lá no mosquito tá rolando

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O Palácio dos Esportes Djalma Maranhão

O estimado amigo Roberto Cabral solicita-me um breve depoimento sobre o Palácio dos Esportes, para integrar um livro que ele está escrevendo sobre essa primorosa obra da prática desportiva na

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Festival Reggae Sua Alma celebra 12 anos fortalecendo a cena reggae potiguar

Redação

O tradicional Reggae Sua Alma chega à sua 12ª edição reafirmando uma trajetória construída pela amizade, pela música e pelo fortalecimento da cultura reggae em Natal. O evento acontece nesta quinta (11), a partir das 18h, no Figa Bar e Cultura, em Ponta Negra. Criado como uma celebração de aniversário entre amigos, o Reggae Sua Alma cresceu ao longo dos anos e se consolidou como um encontro cultural que reúne artistas, músicos e admiradores do reggae em um ambiente de convivência, troca de experiências e valorização da produção musical independente. Ao longo de sua história, o festival recebeu importantes nomes da cena reggae potiguar, entre eles Hallison Rasta, Luanda Luz, Chico Tácio e os Carcará, Raízes de Concreto, além de diversos artistas que contribuíram para fortalecer e manter viva a cultura reggae no Rio Grande do Norte. A programação desta edição terá início às 18h, com a banda NaturalMente, que recebe como convidado especial Bruninho Pernambucano. O encontro promete apresentar ao público um repertório que passeia pelos clássicos do reggae e por influências da música brasileira, celebrando a diversidade sonora que caracteriza o gênero. Às 21h, sobe ao palco Allan Negão, músico reconhecido por sua presença marcante e pela conexão que estabelece com o público através de interpretações carregadas de identidade, sensibilidade e energia. Realizado no Figa Bar e Cultura, espaço que vem se consolidando como importante ponto de encontro da cultura independente em Ponta Negra, o XII Reggae Sua Alma reforça seucompromisso com a valorização dos artistas locais e com a criação de espaços de convivência e expressão cultural. Mais do que uma festa, o evento representa a continuidade de uma história construída coletivamente ao longo de mais de uma década, mantendo viva a essência do reggae como manifestação artística, cultural e humana. Serviço XII Reggae Sua Alma – 12ª Edição 📅 Data: 11 de junho de 2026 🕕 Horário: A partir das 18h 📍 Local: Figa Bar e Cultura – Ponta Negra, Natal/RN 💰 Couvert artístico: R$ 10,00 Programação 🎶 18h – NaturalMente convida Bruninho Pernambucano 🎶 21h – Allan Negão

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Produtora potiguar abre inscrição para projetos de longa-metragem do Rio Grande do Norte

Redação

A Casa da Praia Filmes realizará a quarta edição do Casa da Praia Lab, projeto de formação e desenvolvimento audiovisual que, neste ano, adota o subtítulo “Esquina Criativa”. A iniciativa promoverá um laboratório presencial de desenvolvimento de roteiros de longa-metragem voltado exclusivamente para autores e autoras do Rio Grande do Norte, além de oficinas gratuitas de escrita técnica de roteiro em diferentes regiões do estado e uma mostra de filmes originados em edições anteriores do projeto. As inscrições para o laboratório estarão abertas entre os dias 8 de junho e 3 de julho deste ano via edital. Serão selecionados 15 projetos norte-rio-grandenses de longa-metragem em fase de desenvolvimento, com foco em roteiristas interessados em amadurecer suas obras e aprofundar processos criativos, narrativos e estéticos. Inscreva-se aqui. O laboratório acontecerá presencialmente em Natal, entre os dias 3 e 7 de agosto, reunindo tutorias, atividades formativas, palestras e um pitching final voltado ao desenvolvimento dos projetos selecionados. Além da formação, cada roteirista selecionado receberá uma bolsa de estudos no valor de R$ 1.500, totalizando R$ 22.500 investidos diretamente nos participantes do laboratório. A proposta busca fortalecer a profissionalização do trabalho criativo no audiovisual e ampliar as possibilidades de circulação e financiamento de projetos potiguares. Segundo o cineasta Pedro Fiuza, o Casa da Praia Lab surge da percepção da ausência histórica de projetos do Rio Grande do Norte em laboratórios criativos nacionais e internacionais. “A iniciativa busca ampliar a presença do estado no panorama do cinema brasileiro contemporâneo, oferecendo formação qualificada e criando condições para o desenvolvimento de novas narrativas sobre o território potiguar e nordestino”, enfatizou Pedro, fundador da Casa da Praia Filmes.  Ao longo dos 15 anos de atuação na indústria cinematográfica, a Casa da Praia Filmes consolidou um histórico de circulação nacional e internacional com obras como Sideral, exibido no Festival de Cannes e selecionado para a shortlist do Oscar 2023; Big Bang, premiado no Festival de Locarno; além de Fendas e Vai Melhorar. O Casa da Praia Lab – Esquina Criativa é realizado por meio do Edital Transformando Energia em Cultura 2025-2026, com patrocínio da Neoenergia Cosern e do Instituto Neoenergia, via Programa Cultural Câmara Cascudo. O projeto conta ainda com apoio do IFRN, da ITCART – Incubadora Tecnológica de Cultura e Arte e do Centro de Tecnologia e Cultura Luzia Vieira de França. SOBRE O CASA DA PRAIA LAB – ESQUINA CRIATIVA  O projeto propõe um espaço de experimentação artística e política, incentivando obras que enfrentem estereótipos e proponham novos imaginários sobre o Nordeste no século XXI. O LAB reafirma o compromisso das...

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Governo do RN lança quarto bloco de editais da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB RN)

Redação

Com investimento de mais de R$ 2 milhões, este bloco irá contemplar 96 vagas, abrangendo quatro editais de Apoio à Diversidade; as inscrições poderão ser feitas até o dia 29, por meio da plataforma Mais Cultura RN. O Governo do Brasil, por meio do Ministério da Cultura, e o Governo do Rio Grande do Norte, por meio da Secretaria de Estado da Cultura, comunicam o lançamento do quarto bloco de editais da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB). Com foco na diversidade e pluralidade das ações, esta nova etapa reafirma o compromisso do Governo do Estado em descentralizar recursos, fortalecer a cena cultural potiguar e valorizar os artistas, fazedores de cultura e as diversas linguagens artísticas presentes em todas as regiões do Rio Grande do Norte. “O lançamento deste quarto bloco de editais é mais um passo fundamental na nossa missão de fortalecer a cultura potiguar. Queremos garantir que nossos fazedores de cultura tenham acesso a essas oportunidades, transformando o setor em um pilar de desenvolvimento econômico e social para o nosso estado”, destaca Mary Land Brito, titular da pasta da Cultura no Governo do RN. Com investimento de mais de R$ 2 milhões, este bloco irá contemplar 96 vagas no total, abrangendo quatro editais de Apoio à Diversidade: Cultura LGBTQIAPN+; Cultura Negra; Cultura Urbana e Periférica; e Mulheres na Cultura. As inscrições estão abertas de 9 a 29 de junho. “Este ano temos uma novidade que é o Edital de Mulheres na Cultura, uma demanda que surgiu das escutas públicas que realizamos antes da elaboração dos editais, o que nos permitiu aprimorar a distribuição dos recursos de forma mais eficiente e democrática. Lembramos também que todos os editais da PNAB RN possuem pontuação extra e cotas para grupos minorizados e elaboramos ainda cartilhas acessíveis para simplificar o entendimento das regras de cada edital”, enfatiza a coordenadora da PNAB RN, Bruna Medina. A Política Nacional Aldir Blanc tem como objetivo central estruturar o fomento à cultura de forma continuada, garantindo que o recurso chegue à ponta, incentivando a criação, a produção e a difusão de bens culturais. Este quarto bloco de editais se soma às ações anteriores já executadas, consolidando a implementação da política no território potiguar. O Governo do Estado convida artistas, coletivos, produtores e gestores culturais a acessarem o site oficial da Secretaria de Estado da Cultura (secult.rn.gov.br) para conferir os detalhes, critérios de elegibilidade e prazos de inscrição...

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BIBLIOBUNKER: Ilhas, labirintos: poemas escolhidos

Pablo Capistrano

Ilhas, Labirintos: poemas escolhidos Autor: Elí de Araujo Editora: Sol Negro Ano: 2022 Páginas: 125 O finado Harold Bloom, sujeito conhecido por algumas opiniões “polêmicas” e “canceláveis” (como a de que o Rei Lear de Shakespeare é literariamente superior à Cabana do pai Tomás de Harriet Beecher), afirmou certa vez que lia poesia como se estivesse fazendo uma oração. Isso, obviamente, não tem nada a ver com carolice pietista ou proselitismo religioso. Segundo Bloom, a boa poesia precisa ser decorada e introjetada na memória tal qual uma oração. Tenho certeza, amigo velho, que se o finado professor de Yale estivesse vivo (e soubesse ler português), certamente decoraria vorazmente muitas das poesias de Elí de Araujo, publicadas nesta coletânea, editada em 2022 pela Sol Negro. O volume traz uma amostra muito bem colhida das safras poéticas de Elí, desde o seu livro de 1982, Reminiscências do Tártaro até o Catábase de 2021. Uma coletânea essencial para os amantes da boa poesia que apresenta um registro fundamental de parte dos sete primeiros livros deste que, nascido e criado aqui pela Taba de Poty, sem nenhuma sombra de dúvida, é um dos melhores (senão o melhor) poeta de sua geração. Se você não acredita na opinião deste professor de província que vos fala, amigo velho, então peço que me conceda o benefício da dúvida e dê uma navegada pela costa acidentada dessas ilhas literárias, espalhadas por esse labirinto de alumbramentos poéticos. Tenho certeza que em algum momento você vai se achar obrigado a concordar comigo. Cada poema dessa coletânea é uma surpresa, um novo deleite, um desconcerto, um rasgão, uma fissura de liberdade criativa naquilo que o filósofo Martin Heidegger chama de “falatório” (essa espécie de rede de banalidades retóricas que a nossa linguagem ordinária constroi para nos aprisionar).   E por falar em oração, há, inclusive em seus poemas, inúmeras referências a textos bíblicos, como no “Salmo 23”, publicado em seu livro de 1991 (Deterioremus), uma perturbadora e inusitada interseção entre o “livro de Jó” (o mais desconcertante texto do cânone judaico) e os salmos atribuídos a David. Seguindo uma inversão irônica do lirismo mesopotâmico (com seus poemas de exaltação e louvor a divindades como Baal, Marduk, Yaweh ou Inanna), Elí brinca com o desespero de David, aproximando a sua súplica lamuriosa (sempre pendurada nas paredes das casas de alguns crentes mais devotos) da devastadora crueldade do deus que atormenta o pobre Jó:  “o Senhor é...

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Pedro Pereira - Foto - Fábio Cortez

Pedro Pereira revisita 45 anos de criação em exposição na Pinacoteca do Estado

Redação

Mostra reúne obras produzidas entre 1981 e 2026 e marca o retorno do artista às exposições individuais após mais de uma década Quatro décadas e meia de dedicação à arte, à poesia e à experimentação estética ganham forma na exposição “Unir Verso às Cores”, que será aberta ao público no próximo sábado (13), às 10h, na Pinacoteca do Estado, em Natal. A mostra celebra os 45 anos de trajetória do artista visual e poeta Pedro Pereira, reunindo 46 trabalhos que atravessam diferentes períodos de sua produção e revelam a pluralidade de uma obra construída entre imagens, palavras e afetos. Com curadoria de Pablo Pinheiro e produção de Alda Pereira, a exposição apresenta pinturas, colagens, fotografias, intervenções artísticas e poemas criados entre 1981 e 2026. O conjunto permite ao visitante acompanhar a evolução estética e conceitual de um artista que fez da liberdade criativa sua principal marca. Mais do que uma retrospectiva, “Unir Verso às Cores” propõe um mergulho no universo de Pedro Pereira. As obras dialogam com temas como memória, identidade, cotidiano, natureza e imaginação, revelando uma produção que transita com naturalidade entre as artes visuais e a literatura. O próprio título da exposição traduz essa característica. Inspirado em um poema do artista, sintetiza a relação entre escrita e pintura que acompanha sua criação desde os primeiros trabalhos. “Pinto o que não sei escrever, escrevo o que não sei pintar. Pinto e escrevo o que me faz sonhar”, resume Pedro Pereira. A mostra também marca o reencontro do artista com o circuito das exposições individuais. Sua última experiência solo aconteceu em 2013, com “O Jardineiro das Cores”. Agora, retorna à Pinacoteca com uma seleção que reúne obras históricas e produções recentes, compondo um percurso que evidencia permanências, transformações e novas descobertas criativas. Uma trajetória construída entre arte e cultura Natural de Passa e Fica, no Agreste potiguar, Pedro Pereira desenvolveu uma trajetória singular no cenário cultural do Rio Grande do Norte. Ao longo dos anos, atuou como poeta, artista visual, produtor cultural e incentivador de iniciativas voltadas à democratização do acesso à arte. Nos anos 1980, integrou a chamada Geração Alternativa, movimento ligado à poesia marginal que contribuiu para renovar a cena cultural de Natal. Também participou da banda Cabeças Errantes, experiência que ampliou seu diálogo com outras linguagens artísticas e fortaleceu uma produção marcada pela experimentação. Seu primeiro livro, Lutar pela Paz, foi publicado em 1981. Poucos anos depois, criou...

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A trilha, a bifurcação, as pegadas erradas e as vozes certas

Tatyanny Nascimento

Perder-me em uma trilha, no meio de um grupo, não foi somente errar um caminho: foi ser devolvida, ainda que por instantes, à verdade mais antiga da existência humana: a de que viver é caminhar entre bifurcações sem garantias. E que angústias tem poder pedagógico. O que se passou em um retorno de passeio à cachoeira não foi apenas um desencontro geográfico: foi a aparição de uma cena reflexiva, o momento em que o grupo se desfaz como proteção simbólica, o cansaço dissolve a prudência, e eu me vejo entregue à tarefa de distinguir entre rastro e rumo, entre saída e destino, entre movimento e direção. Na ida, ainda havia uma espécie de pacto silencioso sustentando a travessia. O corpo, não tendo sofrido o peso do trajeto, permitia à mente exercer aquilo que a civilização exige de nós: pausa, espera, consideração pelo outro, capacidade de reter o impulso em favor do laço. Diante de cada bifurcação, quando se sabia o caminho, alguém esperava, olhava para trás, cuidava para que o restante acompanhasse. A trilha era, então, uma comunidade. Havia nela um tecido de atenção recíproca e o cansaço ainda não havia corroído a delicada camada ética que nos faz lembrar que ninguém caminha sozinho, mesmo quando cada um usa as próprias pernas. E ainda que estivessem presentes dois guias (altamente responsáveis), um estava na frente, outro atrás, mas ao meio haviam bifurcações. E o grupo não tinha o mesmo ritmo em um longo trajeto cheio de curvas. Mas a volta introduziu outra verdade, menos nobre e mais funda: quando o corpo se esgota, a consciência se estreita. Já havíamos tomado banho de cachoeira, estávamos cansados de toda a caminhada, e o desejo de chegar logo em casa passou a comandar os passos. Aquilo que antes era grupo se tornou fluxo. O que era convivência se tornou pressa. E justamente nesse ponto, uma bifurcação deixou de ser apenas uma escolha espacial para se converter num teste moral: quem vê o desvio e segue mesmo assim, sem pensar nos que podem ficar para trás, revela algo da condição humana quando a energia simbólica se rompe. Não se trata necessariamente de maldade: trata-se de um empobrecimento da presença. Cansados, diminuímos. Recolhemos nossas fronteiras, contraímos nossa generosidade, protegemos nosso próprio retorno como se toda alteridade fosse peso extra.   Foi nesse rasgo da trama coletiva que eu me perdi com minha mãe. E o...

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Edgar Morin e a arte de pensar um mundo complexo

Isabel Carvalho

Sexta-feira, 29 de maio de 2026. O mundo se despediu de um dos maiores pensadores do nosso tempo. Aos 104 anos, Edgar Morin deixou uma obra que atravessou fronteiras disciplinares, influenciou pesquisadores, professores, jornalistas, cientistas sociais e todos aqueles que se dedicam a compreender a complexidade da vida humana. Sua morte encerra uma trajetória intelectual extraordinária, mas também oferece uma oportunidade para revisitar suas ideias e refletir sobre sua atualidade. Em um mundo marcado pela velocidade da informação, pela polarização política, pelas transformações tecnológicas e pelas crises ambientais, o pensamento de Morin parece mais necessário do que nunca. Suas ideias continuam pulsantes para quem deseja compreender a sociedade contemporânea. Nascido em Paris, em 1921, Morin viveu acontecimentos importantes da história recente. Testemunhou guerras, crises econômicas, revoluções culturais, o surgimento da internet e as profundas mudanças que transformaram a vida humana ao longo do século XX e das primeiras décadas do século XXI. Ao contrário de alguns intelectuais que escolheram uma única área de atuação, Morin construiu uma obra que dialoga com diferentes campos do conhecimento. Filosofia, sociologia, antropologia, biologia, educação, comunicação e política aparecem constantemente em seus estudos. Essa característica não era um acaso. Para ele, os grandes problemas da humanidade não cabem dentro das fronteiras rígidas das disciplinas acadêmicas. Compreender a realidade exige conectar saberes e reconhecer que tudo está relacionado. Foi dessa percepção que surgiu sua principal contribuição: o pensamento complexo. Ao ouvir a palavra “complexidade”, muitas pessoas imaginam algo complicado ou difícil de entender. Morin utilizava o termo em outro sentido. A palavra complexidade deriva do latim complexus, que significa “aquilo que é tecido junto”. Em outras palavras, a realidade é formada por uma rede de relações, conexões e influências mútuas. Para Morin, um dos maiores problemas do pensamento moderno foi acreditar que seria possível compreender o mundo dividindo ele em partes cada vez menores. Embora essa abordagem tenha proporcionado avanços significativos para a ciência, também contribuiu para a fragmentação do conhecimento. Aprendemos a estudar a economia separada da cultura, a política distante das emoções, a tecnologia isolada da sociedade. O resultado é que muitas vezes compreendemos os detalhes, mas perdemos a visão do conjunto. O pensamento complexo propõe justamente o contrário: observar simultaneamente as partes e o todo. Entre suas muitas obras, trago O Método 3: O Conhecimento do Conhecimento, publicado originalmente em 1986 e posteriormente lançado em português pelas editoras Publicações Europa-América (1996) e Sulina...

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Praia viva, cultura viva: Projeto Tatuí realiza ação socioambiental e cultural em Ponta Negra

Redação

Neste sábado (6), em alusão à Semana do Meio Ambiente, a Praia de Ponta Negra recebe a ação Praia Viva, Cultura Viva, evento que marca o lançamento oficial do Projeto Tatuí. A iniciativa une educação ambiental, cultura, memória afetiva e mobilização comunitária em defesa do litoral potiguar. Idealizado por Cintya Laranjeira, representante do Limpa Brasil no Rio Grande do Norte, o Projeto Tatuí nasceu das vivências e memórias de infância em Ponta Negra e busca fortalecer o sentimento de pertencimento e o cuidado coletivo com a praia, suas histórias e sua biodiversidade. A programação gratuita e aberta ao público reunirá moradores, voluntários, escolas, coletivos, artistas, trabalhadores da praia e instituições parceiras em atividades voltadas à valorização dos ecossistemas costeiros e da cultura local. Durante a manhã, as ações acontecem na Praia de Ponta Negra, com concentração no Letreiro de Natal, presença da Burrinha Pintadinha e do Jaraguá, abertura oficial do projeto, alongamento com o grupo Calistenia Livre, roda de conversa, mutirão de limpeza, ato pelos trabalhadores da praia, distribuição de mudas e o desafio Achei um Tatuí. À noite, a programação segue na Vila de Ponta Negra, na Tapiocaria da Vó, com apresentações culturais, lançamento do cordel Engorda pra Quem?, apresentação musical e exposição de fotografias de Flávio Resende. A programação se encerra com after cultural no Figa Bar e Cultura. O nome do projeto faz referência ao tatuí, pequeno crustáceo que habita a faixa de areia e funciona como indicador da saúde ambiental das praias. A proposta utiliza a educação ambiental e a cultura como caminhos para aproximar a população das questões que impactam o litoral e estimular o cuidado com o território. PROGRAMAÇÃO MANHÃ – PRAIA DE PONTA NEGRA NOITE – VILA DE PONTA NEGRA SERVIÇO Evento: Praia Viva, Cultura Viva – Lançamento do Projeto Tatuí Data: 6 de junho de 2026 Manhã: 7h30 às 11h30 – Letreiro de Natal, Praia de Ponta Negra Noite: 18h às 20h – Tapiocaria da Vó, Vila de Ponta Negra After cultural: 20h – Figa Bar e Cultura Entrada: Gratuita e aberta ao público PARCEIROS Associação Ponta Negra é da Gente; Associação dos Quiosqueiros da Praia de Ponta Negra; Associação Vila de Ponta Negra; Figa Bar e Cultura; Grupo Cultural Burrinha Pintadinha; P.Cultura Tapiocaria da Vó; MMarhéproducoescriativas; Rendeiras da Vila; Protagonistas da Paz; Casa Flor Ateliê Botânico; Calistenia Livre.

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Weizenbier: a porta de entrada para as cervejas artesanais

29/03/2023|

Saudações, cervejeiros! A cultura cervejeira, por mais que o termo possa parecer simplório, à primeira vista, é um amplo conjunto de estilos, aromas e sabores a ser desbravado. Principalmente por aqueles com o espírito preparado para tal aventura! Contudo, sou bastante sensato em constatar que não se trata de uma tarefa francamente convidativa, ao menos ao olhar mais desavisado sobre o tema. Não é incomum que “a cerveja artesanal” (e seu vasto mundo de aromas e sabores) seja rejeitada, de pronto, pelos bebedores de cervejas de massa mais convictos, ainda que sem muita experimentação ou argumentos sólidos. Inobstante, se há um “estilo” de cerveja, bastante acessível, não tão caro, e, em termos sensoriais, de fácil assimilação, tal estilo é o da cerveja Weiss/Weizen. Usualmente também conhecida como Weissbier (na tradução direta do alemão: cerveja branca) ou Weizenbier (traduzido como cerveja de trigo; acredito que essa seja a nomenclatura mais adequada). Então, é sobre esse “estilo” legitimamente alemão que falaremos hoje. Ainda mais, explicaremos como e o porquê de ele servir de porta de entrada para o universo das cervejas artesanais. Pois, pegue sua taça e brindemos! Ein Prosit! Agradando o grande público! As Weizenbier são cervejas que possuem um ingrediente...

Tem samba e lançamento de 5 livros na Cervejaria Resistência neste sábado

29/03/2023|

Cinco vozes da poética contemporânea potiguar estarão juntas para noite de lançamento de suas obras. Será neste sábado, dia 1 de abril, às 18h, na Cervejaria Resistência, sob a atração do grupo de samba Rosas na Cartola. São elas: Kalina Paiva, Ricardo Morais, Gilvânia Machado, Eva Potiguara, e Vera Azevedo. O acesso ao local é gratuito. AUTORES E OBRAS Kalina Paiva @kalinissima   Obra lançada: Cantigas de amor e guerra Sinopse: O amor, este sentimento que move poetas desde a Antiguidade, é a matéria-prima desta obra, perpassada por um delicado fio de referências à flor da pele. Como destaca o prefaciador, Diógenes da Cunha Lima, “O tom do livro é próprio do milagre lírico, destacando a consciência anti-guerra, seja ela qual for, e alumiando o humano, o amor, os sentimentos mais caros. […] Aqui, estamos diante de uma celebração. É o rito da majestade da vida, do ofertório dos corpos e das almas.” Ricardo Morais @imagemepoesia  Obra lançada: Assinatura poética Sinopse: A Assinatura Poética é uma forma inovadora de consumir poesia, que difere de um livro tradicional e se aproxima conceitualmente de um serviço poético. Esse serviço consiste na assinatura de uma ou mais temáticas poéticas, no valor de R$ 30,00 cada. A...

falta de conversa

27/03/2023|

Poderoso pra mim não é aquele que descobre ouro. Para mim poderoso é aquele que descobre as insignificâncias (do mundo e as nossas) Manoel de Barros Depois de alguns dias sem me exercitar, levantei cedo para fazer algo que, além de atividade física, é uma forma de me conectar comigo mesma e com o lugar onde moro há quase três décadas (eu tinha doze anos quando cheguei de Garanhuns para viver no Conjunto Pirangi, na zona sul de Natal. Ainda lembro daquela tarde de domingo ensolarada). Enquanto caminho, aproveito para fazer minha oração diária, cantarolar baixinho alguma música, pensar nas atividades do dia. Além disso, é um momento de observar as pessoas e a infraestrutura do bairro. Não raro, volto para casa entristecida pela quantidade de lixo nos canteiros, de esgotos a céu aberto, de ruas esburacadas, de crianças pedindo esmola no sinal de trânsito. Problemas que nos perseguem diariamente Brasil afora. Problemas que nos revoltam, nos entristecem. Mas nem só de revolta vive o cidadão brasileiro. É possível encontrar alguma beleza no meio do caminho. E estou sempre atenta isso. Há cenas que se repetem todas as manhãs e me causam profunda comoção. Um idoso varrendo a calçada sorri...

Emocionada, sim!

27/03/2023|

Tenho tido muito receio na hora de me comunicar. Hoje tudo que a gente fala tem um peso e eu venho sentindo isso há muito tempo. Acontece que sou geminiana e é da minha natureza a comunicação e as palavras, e eu desde sempre entendi que a gente perde muito quando deixa de expressar os nossos sentimentos. Viver calada é viver reprimida e isso por aqui é inconcebível. Nestes tempos modernos onde um emogi subentende qualquer coisa, ficou quase impossível uma comunicação clara. A pessoa que você gosta, por exemplo, manda um coração ou um foguinho no direct ou watts faz você entender uma coisa e na verdade ela só queria dizer “legal” e ser agradável e você que lute pra não achar que aquilo quer dizer amor, saudade, ou outra coisa. Então, partindo da ideia que preciso ser clara e de que odeio ser subentendida, desde um bom tempo eu venho fazendo questão de dizer e demonstrar meu sentimento para as pessoas, mesmo que isso me coloque em um lugar arriscado. Eu acredito que deve ser aterrorizante viver enclausurado num mundo só seu por medo de dizer: Obrigado, Eu te amo, estava com saudade, fique mais um pouco, você...

Abertas inscrições para 1ª Mostra de Audiovisual Caravana Cultural

23/03/2023|

A Pró-Reitoria de Extensão (Proex) abre inscrições para a 1ª Mostra de Audiovisual Caravana Cultural da UFRN, evento promovido dentro do  Programa Estruturante Caravana Cultural. A iniciativa pretende divulgar obras audiovisuais produzidas por estudantes e premiar os discentes selecionados com o valor de R$ 500. As inscrições podem ser realizadas até o dia 5 de maio. Para realizar a inscrição, o estudante deverá enviar os dados e informações exclusivamente por meio do formulário. Na mostra, serão aceitas obras finalizadas a partir do ano de 2021, nos gêneros de ficção, documentário, animação e experimental, segundo o edital. Não serão permitidas produções disponíveis publicamente em plataformas de vídeo ou já exibidas em canais de TV aberta ou fechada e com classificação indicativa não recomendada para menores de 14 anos. As produções deferidas serão avaliadas pela curadoria, de acordo com os critérios de argumento e roteiro, para analisar a construção e desenvolvimento da obra, criatividade, tocante à abordagem e ao enredo, qualidade técnica, avaliando fotografia, som e montagem da obra, e qualidade artística, sendo analisados o conceito artístico da produção. A Mostra é promovida com a finalidade de estimular a produção e divulgação de obras produzidas no Rio Grande do Norte por alunos...

Food & Jazz Natal

23/03/2023|

O Food & Jazz Natal anuncia sua abertura nesta quinta-feira (23) e segue até o dia 02 de abril. O festival apresenta proposta de 11 dias de programação diversa, movimentando bares, restaurantes, cafeterias e docerias da cidade, além de trazer atrações musicais e realizar oficinas gastronômicas. A abertura nos estabelecimentos ocorre a partir das 17h, e a abertura geral acontece no Largo do Atheneu, no dia 23, às 19h30, com participação da Bossa & Jazz Street Band, ressoando as notas do jazz pelas ruas de Petrópolis, Tirol e Lagoa Nova, além de apresentações de malabares. Uma verdadeira junção cultural que permeia os sentidos e os sabores, e que você não pode perder. Idealizado por Juçara Figueiredo Produções, a mesma criadora do Fest Bossa & Jazz e do festival gastronômico Sabores da Pipa, o Food & Jazz Natal abre os festivais gastronômicos de 2023 no RN, e acontece sob a coordenação do chef Marcelo Labre, com uma gama de estabelecimentos participantes, entre eles: Old Five, Le Paradis du Café, Restaurante Mipibu, A Casa de Minas, Wesley’s Bar, Meu Barraco Boteco Bistrô, Babalu Cozinha, Páprika Pizzaria e Restaurante, Piazzale Itália, Ô Fuxico Bar, Praiou Ponta Negra, Severina Gastrobar, Espaço Ávalon & Taverna...

Memorial Padre Tércio

23/03/2023|

Caicó ganhará um novo espaço cultural esse ano. Será a instalação do Memorial Padre Tércio, na antiga residência do sacerdote, na praça Dom Delgado, próximo ao Colégio Diocesano Seridoense. A iniciativa é de Goretti Silva, Padre José Mário e da Associação dos Ex-Alunos do CDS. O projeto do Memorial foi aprovado na Lei Câmara Cascudo e está em fase de captação de patrocinadores. “As empresas patrocinadoras contarão com renuncia fiscal. Isso significa que 95% do valor patrocinado é deduzido do ICMS que a empresa paga ao Estado”, explica o produtor cultural Diego Vale. O espaço contará com exposições, sala para oficinas e outras atividades culturais e com a biblioteca particular de Padre Tércio, que conta com mais de 7 mil volumes e passam a ser catalogados. “A expectativa é que o Memorial seja inaugurado na Festa de Sant’Ana, numa programação especial da Festa dos Ex-alunos”, confirma Joanderson Natanael, presidente da Associação dos Ex-alunos do CDS. O projeto do Memorial parte do trabalho já realizado de organização do Arquivo Padre Tércio, que colecionou o acervo construído pelo sacerdote em sua atuação na igreja do Seridó, na educação e na comunicação. Um site também será desenvolvido para disponibilizar digitalmente parte do acervo.

tímido

22/03/2023|

Pode ser impressão, mas percebo nova pandemia em Natal para além da Covid: um verdadeiro surto de carência afetiva, sobretudo amorosa. Seja nos apps de relacionamento, seja em baladas, bares e afins ou mesmo em pessoas as quais me relacionei. O texto de Carlota publicano semana passada neste espaço explica um pouco isso. O título “Ser solteira em Natal, clichê ou sorte” soa irônico, mas flerta mesmo é com a realidade, com a falta de interesse em relações compromissadas, sólidas, por parte dos homens. E apesar de concordar com as palavras da nossa nova colunista, acho que cabe um complemento, um outro viés que também explica esse epidemia de carências. E não é defesa do homem em geral, mas de um pequeno nicho da espécie: o tímido. Carlota questiona a falta de atitude dos homens, elenca estereótipos realmente comuns nos quarteirões badalados de Natal e da preguiça dos joguinhos de interesse. Mas, penso, há uma mea-culpa nesses cenários: a das mulheres, vítimas ou fãs, dos hétero tops. A expressão hétero top surgiu recentemente. Tem algumas interpretações. A minha sugere um oposto ao homem tímido. O hétero top é inflado de autoconfiança, normalmente alimentada pela beleza física e pelo status financeiro,...

trapiá

22/03/2023|

O projeto Trapiá Semente promove neste sábado (25) na sede da Associação Cultural Trapiá, em Caicó/RN, o primeiro encontro de imersão dos arte-educadores que irão trabalhar com adolescentes para a criação de um grupo de teatro. Eles poderão vivenciar um mergulho no universo da direção de teatro e da cena, a partir do acompanhamento dos ensaios e montagem do espetáculo 1877, que tem estreia prevista para o dia 3 de junho. De acordo com Lourival Andrade, diretor da Trapiá, “a imersão é um desdobramento dentro do próprio projeto Trapiá Semente, onde os arte-educadores, responsáveis por atuar nos grupos que serão montados em cada cidade seridoense selecionada, acompanharão os processos de trabalho, ensaios, montagens de cenas, discussões etc. da Trapiá”, explica. A imersão segue um calendário para os próximos meses. No mês de abril, os encontros serão nos dias 1, 15 e 29. Em maio, eles terão dois momentos para acompanhar a reta final dos ensaios do espetáculo 1877, que ocorrem no dia 13 e 27. Para finalizar o processo de imersão, no dia 3 de junho será a estreia da produção teatral e, em seguida, dão início ao acompanhamento dos grupos de crianças, adolescentes e jovens nos municípios escolhidos. O...

Bebedor ou apreciador, quem você é? Faça o teste!

22/03/2023|

Saudações, cervejeiros! Antes que venham me acusar de impor regras e outros “mimimis”, quero deixar claro que o texto não é absoluto. Ele não tem a capacidade de dar um título de apreciador honorário de cervejas a ninguém. Tampouco te diminui, caso você seja um bebedor. Claro que as palavras possuem sentidos inerentes a si! Nesse contexto, o apreciador é uma pessoa que se dedica a ter um contato maior com a cultura cervejeira de modo bem mais aprofundado. Ao passo que, o bebedor não está interessado em se inserir nesse mundo das cervejas, principalmente das artesanais. Afinal, a sua finalidade é “beber”! Não há certo ou errado nos enquadramentos propostos. Ser bebedor ou ser apreciador é algo que pode fazer qualquer um feliz. É possível ser um bebedor convicto e feliz. Da mesma forma que é possível ser um apreciador nato. Além disso, você pode ser um bebedor que após ler esse texto tenha se interessado em virar um apreciador, por que não? Assim, vamos analisar algumas característica de um bom bebedor e outras que podem te enquadrar como um verdadeiro apreciador. Vamos a elas! Características do Bebedor I: o consumo imediato Se existe um grande traço comportamental para...

digaê

21/03/2023|

Nesta quinta-feira (23), às 17h, no canal do Youtube, será a estreia do programa Digaê, comandado pelos potiguares Henrique José e Fábio DeSilva. Para seguir o canal no Youtube e no Instagram, acesse: @canaldigae. O programa terá periodicidade semanal. O Digaê é um programa de variedades onde o fotógrafo, documentarista e produtor audiovisual, Henrique José, e o diretor e também documentarista e produtor audiovisual, Fábio DeSilva entrevistarão personalidades sobre os mais variados temas, cultura, espiritualidade, entre muitos outros assuntos. Digaê!!!

Saint Patricks Day será celebrado neste sábado na Cervejaria Mall

21/03/2023|

Uma parceria entre as cervejarias Mall e Tulipa Cervejas Especiais irá festeja o tradicional Dia de São Patrício ou Saint Patrick’s Day (leia mais sobre isso AQUI). O santo padroeiro dos cervejeiros e dos irlandeses abençoará os copos dos cidadãos e cidadãs presentes à Cervejaria Mall (na galeria Vila Colonial, na Afonso Pena). Será neste sábado, a partir das 15h. Cinco tipos de chopps artesanais estarão a serviço. O ingresso custa R$ 35, todo revertido em consumação. E ainda opções variadas de petiscos, distribuição de vouchers com descontos e sorteio de brindes cervejeiros. Comprando antecipadamente, ganha de graça o tradicional chope verde, típico da celebração irlandesa, além do copo da festa, edição 2023. Contato: 84 99937 8464  

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O poeta, artista visual e fotógrafo potiguar Jean Sartief expõe em um dos mais prestigiados salões de fotografia de rua de Portugal, o Mira Mobile Prize. A mostra é fruto de uma premiação – 21º Prêmio Mira Mobile – que

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