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Daniel César

Incongruências de um artista abstrato

Em sua nova exposição, a partir de sábado, no Seburubu, o artista Daniel César evidencia a desarmonia como característica do abstracionismo. Harmonia e desarmonia coexistem, ou melhor, são intrínsecas na

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Mostra Macambira abre inscrições para filmes que irão compor sua quarta edição

Redação

Estão abertas as inscrições para a Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero, iniciativa que visa difundir e promover diálogos sobre a produção audiovisual dirigida por realizadoras (cis, trans, travestis) e pessoas gênero-dissidentes. A quarta edição da Mostra acontece de 26 a 28 de junho na Casa da Ribeira, em Natal. A programação conta com a Mostra Nacional e a  Mostra Potiguar, com filmes que estão sendo realizados na contemporaneidade por perspectivas que historicamente foram subalternizadas e invisibilizadas no campo do cinema. As inscrições para a nova edição da Mostra seguem abertas até 11 de maio no site http://www.mostramacambira.com.br. Estão aptos para a inscrição curtas e médias-metragens brasileiros com duração máxima de 25 minutos, finalizados a partir de janeiro de 2024. Os filmes devem ser, obrigatoriamente, dirigidos ou codirigidos por mulhereridades (cis, trans, travestis) e pessoas dissidentes de gênero (homens trans, pessoas transmasculinas, não binárias, gênero fluido, agênero), sendo necessário o preenchimento da identidade de gênero da direção no campo correspondente do formulário de inscrição. A seleção dos filmes será realizada pela equipe de Curadoria da Mostra Macambira segundo critérios definidos pela linha curatorial que contempla as mais diversas subjetividades de mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, de modo a incorporar novas imagens ao campo do cinema. A 4ª edição da Mostra Macambira é produzida pela Salobra Filmes, Ebó Filmes e OXÊ Filmes. Este evento é realizado através do Edital de Fomento ao Audiovisual e Jogos Eletrônicos 10/2024, lançado pela Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. Sobre a Mostra Macambira A Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero é uma janela de exibição surgida no estado do Rio Grande do Norte (RN) em 2020. Tendo o marcador social de gênero como ponto de partida, o evento tem como objetivo difundir e debater, de maneira gratuita, obras audiovisuais brasileiras e potiguares dirigidas por mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, buscando contribuir com a fissura de um regime representacional que contemple a diversidade de olhares, a partir de uma perspectiva interseccional. InformaçõesInscrições: De 27/04 a 11/05Regulamento e ficha de inscrição: http://www.mostramacambira.com.brRedes sociais: @mostramacambira

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Patrícia Leal celebra Dia da Dança com poesia, música e fragrância no show Águas

Redação

Nesta quarta-feira (29), a artista, bailarina, cantora, poeta e perfumista Patrícia Leal realiza o Show ÁGUAS, celebrando o dia internacional da Dança no Mahalila Café e Livros, com um trabalho totalmente autoral a partir de seu EP Águas, mas também com músicas de seu Álbum anterior Continua…, além de canções inéditas. Acompanhada por grandes músicos, a formação conta com o saxofone de Anderson Pessoa, o piano de Eduardo Taufic e a percussão de Ramon Gabriel. Celebrando a Dança, o show é proposto com o melhor dos ritmos brasileiros com muito swing do samba, ijexá, côco, ciranda… deixando até nas letras o convite: “tira o sapato, vamos dançar onde for…” ÁGUAS é um trabalho que se iniciou no final da pandemia e reflete sobre as emoções, sentimentos vividos nesse período e na relação da autora com as águas internas, emocionais e com as águas externas, seja o Mar, sejam as cachoeiras, os rios. As coreocanções nascem da necessidade de reaproximação com o si, com a natureza, após um longo período de isolamento, da necessidade de compreender os próprios sentimentos e da compreensão que somos natureza. A artista realmente visitou locais de mar aberto em Natal, Pipa, São Miguel do Gostoso, como também cachoeiras em locais mais fechados e de floresta em Delfinópolis, Minas Gerais, que trouxeram o movimento necessário para as melodias, para a poesia e para as fragrâncias tão peculiares ao processo de criação da artista. Além do EP, a artista criou duas fragrâncias “Concha” e “Rainha”, que levam o nome de duas músicas do trabalho. A formação escolhida para o trabalho – sax, piano e percussão – permitiu um clima mais intimista, necessário para a performance das canções e contou com a colaboração de grandes artistas: Anderson Pessoa no saxofone, Eduardo Taufic no piano e Ramon Gabriel na percussão. O Show acontece em comemoração ao dia internacional da Dança e, por isso, convida também a Dançar com uma seleção de músicas que trazem muito samba, côco, ciranda, samba-jazz e uma pitada de blues. Show – Águas, de Patrícia Leal Quando: 29/04/26 Aonde: Mahalila Horário: 20h Contribuição artística

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Skarimbó lança “Dunares” e firma um novo momento de sua trajetória artística

Redação

Com sonoridade orgânica e construção visual integrada, o disco evidencia o amadurecimento do grupo após mais de dez anos de caminhada Depois de mais de uma década de trajetória, a banda Skarimbó chega a um novo momento com o lançamento de “Dunares”, disco que estreia hoje, 27 de abril, nas plataformas digitais. O trabalho firma um momento de consolidação artística do grupo e evidencia um estágio mais maduro de sua identidade musical, em que a força rítmica, a densidade poética e a organicidade da execução aparecem em equilíbrio raro. “Dunares” nasce como obra de percurso. Seu título não funciona apenas como referência paisagística ou geográfica, embora a presença das dunas, tão constitutiva da experiência de viver e se deslocar em Natal, seja decisiva para a imaginação do álbum. A imagem central aqui é a da travessia. A caminhada entre escassez e abundância, aridez e horizonte, esforço e chegada. É desse movimento, ao mesmo tempo físico e existencial, que o disco retira sua espinha dorsal. Nas palavras de Geraldo Gondim, cantor e compositor da banda, o álbum sintetiza uma reflexão antiga do Skarimbó sobre a condição humana e suas dualidades, entre altos e baixos da vida, escassez e abundância, chegadas e partidas, secura e mar. Parte importante das composições foi escrita num período em que o artista vivia em Tabatinga, território cercado por dunas, de onde veio não só a ambiência do disco, mas também a percepção mais nítida desse contraste entre dureza e promessa, entre o caminho difícil e o que se revela depois dele. Para o artista, lançar o disco também é celebrar a permanência e a reinvenção de um grupo que, ao longo de doze anos, vem sustentando sua chama criativa em meio aos desafios de produzir música autoral em Natal.  Essa dimensão simbólica encontra ressonância direta na arquitetura sonora do álbum. Segundo a produtora executiva Babi Baracho, “Dunares” representa uma virada de chave e marca uma consistente transição de amadurecimento musical e identidade do grupo. De um lado, o disco mantém o chão areado, o pulso telúrico e a energia percussiva fincada na terra e nas tradições. De outro, se abre para composições atravessadas por reflexão existencial, espiritualidade e densidade emocional. O resultado é uma obra que não se acomoda numa leitura única: ela pulsa entre o corpo e o pensamento, entre a celebração e a consciência, entre o rito coletivo e a elaboração íntima.  O processo de criação...

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Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

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Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

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Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

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Curta-metragem filmado em Caicó e com Quitéria Kelly no elenco, é exibido em Portugal e EUA

Redação

O curta-metragem Ressonância, que tem Soia Lira como protagonista e Quitéria Kelly no elenco, foi filmado em Caicó e teve sua estreia em agosto de 2025 na 36ª edição do Kinoforum – Festival Internacional de Curtas de São Paulo, tendo circulado por diversos festivais de cinema nacionais e internacionais. De 22 a 25 de abril, o filme é um dos poucos brasileiros no 9º Porto Femme (Portugal) e no 42º Festival de Cinema Latino de Chicago (EUA); e terá ainda exibição no 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, que acontece no berço da Paraíba. Escrito e dirigido pela norte-rio-grandense Anna Zêpa, inspirado por um sonho de sua avó caicoense, o filme é uma ficção e traz como personagem principal Margarida (Soia Lira). Ela passa por um conflito com o seu entorno familiar, que insiste que ela deve parar de trabalhar. Isso não faz parte dos seus planos e a narrativa nos apresenta uma mulher forte, decidida e que busca seus movimentos de vida, dando exemplos para sua neta. O curta nos traz ainda aspectos da geografia urbana da região e alguns costumes culinários. Com duração de 20 minutos, a obra também apresenta a atriz Amora Maux em sua primeira participação no audiovisual potiguar no papel de Ana, neta de Margarida, com quem tem uma relação de admiração e espelhamento. Sinopse: O desejo de autonomia ainda ressoa em Margarida e a ideia de ficar presa em uma rotina cotidiana a deixa sufocada. Duração: 20’. Classificação: Livre. Realizado pela Rabo de Olho Filmes em parceria com o Sesc RN, o filme tem a produção local, em Caicó, da Referência Comunicação. A Rabo de Olho Filmes (https://www.instagram.com/rabodeolhofilmes/) é uma produtora fundada em Natal pelos realizadores Anna Zêpa e Carlos Segundo, carregando assim as experiências e histórico de produções dos dois artistas. Cronograma das Exibições 22/04/26 – 9º Porto Femme, no Batalha Centro de Cinema https://portofemme.com/batalha-centro-de-cinema-2026-4896 24 e 25/04/26 – 42º Festival de Cinema Latino de Chicago, Landmark’s Century Centre Cinemahttps://chicagolatinofilmfestival.org/  25/04/26 – 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, ao ar livre na Praça Iniguaçu https://www.instagram.com/copaobafestcine Festivais e Premiações Anteriores – 36º Festival Internacional de Curtas de São Paulo – Kinoforum  – 17º San Francisco Latino Film Festival  – 12ª Mostra de Cinema de Gostoso – Prêmio DOT de Finalização – 20º Comunicurtas – 3º Festival de Cinema de São Bernardo do Campo – 2º Curta...

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Bardallo’s celebra 21 anos de resistência e arte no Centro Histórico

Redação

O Bardallo’s Comida & Arte celebra 21 anos de resistência e arte em uma programação especial com exposição coletiva e muita música. A programação começa no dia 23 de abril e segue até o dia 25. Toda a programação é gratuita.  Localizado na rua Gonçalves Lêdo, na Cidade Alta, o espaço integra o perímetro cultural do Beco da Lama. O Bardallo’s foi criado pelo empreendedor e carnavalesco Lula Belmont com o objetivo de ser um reduto das artes. “A necessidade de criar o bar veio através do meu envolvimento com a arte e com a cultura. A ideia era ter um espaço que abraçasse a música, as artes plásticas, a literatura e outras expressões artísticas e chegar aos 21 anos de história é uma alegria muito grande, principalmente pela pluralidade da programação e do público que frequenta”, declara Lula Belmont. A festa intitulada “Badalar”, uma chamada para despertar os sentidos e inicia nesta quinta-feira (23) com uma Vernissage a partir das 19h reunindo o talento de 15 artistas do RN. Participam: Bia Rocha, Capivart, Cíntia de Andrade, Cristal Moura, Cristian Miranda, Damião Paz Pixoré, Erre, Fábio Eduardo, Olympia Bulhões, Paulo Nobrega, Pincelada Nômade, Régio Potiguar, Rita Machado, Vanessa Mendes e Vendaval. A noite encerra com discotecagem do DJ Samir com set que costuma transitar muito bem entre brasilidades. Na sexta-feira (24), a festa continua a partir das 20h com Mont Samba e Choro, trazendo a elegância e a força do samba, celebrando os clássicos com aquela interpretação visceral.  No sábado (25) é dia de celebrar a música potiguar com a banda DuSouto, que mistura ritmos eletrônicos como drum’n’bass e dub com influências brasileiras e nordestina. A noite conta ainda com discotecagem de DJ Samir, DJ Carlota e DJ Ilton.  Apoio Cultural: Fundação José Augusto, Prefeitura do Natal, Secretaria de Cultura do Rio Grande do Norte e Governo do Rio Grande do Norte. Mais informações através do perfil no Instagram: @bardallosnatal. BARDALLO’S 21 ANOS De 23 a 25 de abril  Acesso gratuito Bardallo’s Comida & Arte – R. Gonçalves Lêdo, 678 – Cidade Alta

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Inscrições abertas para o Prêmio Sesc de Literatura

24/01/2023|

O Prêmio Sesc de Literatura, que chega à sua 20ª edição em 2023 como uma das mais importantes e consagradas premiações para reconhecimento de escritores estreantes no país, está com inscrições abertas até o dia 03 de fevereiro. O concurso nacional selecionará duas obras inéditas nas categorias conto e romance, a serem publicadas e distribuídas pela Editora Record, com uma tiragem inicial mínima de 2.500 exemplares. Em 2017, um autor potiguar venceu pela primeira vez o Prêmio Sesc de Literatura, o mossoroense José Almeida Júnior. Ele teve seu romance “Última Hora” selecionado entre outras 980 obras inscritas de todo o país e publicado com uma tiragem inicial de 2.000 exemplares. Após a repercussão da obra, o autor se sentiu motivado a continuar escrevendo, e já publicou outros dois livros de sucesso desde então. Para participar, o candidato deve acessar o site do projeto (www.sesc.com.br/premiosesc)  para conferir o edital completo e preencher o formulário de inscrição, que conta com um espaço para inserção da obra digitalizada. O autor pode concorrer nas duas categorias – conto e romance –, desde que tenha obras nunca publicadas em ambas, inclusive em plataformas online. Neste caso, as inscrições são realizadas separadamente. O processo de curadoria e...

Diretor e coreógrafo potiguar fará residência artística na Costa Rica

23/01/2023|

Na próxima quarta-feira (25), o artista Anderson Leão, diretor e coreógrafo do grupo Movidos Dança Contemporânea, embarca para uma residência artística na Costa Rica. A convite do diretor Lucho Flores, da Asociación Desamparados Inclusivo – que trabalha a inclusão social de corpos diversos na dança – Anderson mergulhará em vivências e experiências coreográficas durante 60 dias. Junto da companhia Ya danza, sediada em San José, Costa Rica, o diretor do Movidos participa da criação do terceiro espetáculo do grupo, intitulado ‘Cuerpo Libre’. A proposta da companhia é defender e promover um movimento na dança contemporânea que vai além da autoaceitação dos corpos, proporcionando liberdade aos indivíduos. “Trata-se da poética de sermos seres visíveis para que outros corpos busquem a satisfação de ter um corpo livre”, explica Leão. Além da participação na montagem, o coreógrafo ministrará a oficina ‘Corpos Coreográficos’ para os alunos do curso de Dança da Universidade Nacional da Costa Rica. Trajetórias Internacionais Antes de ser convidado para este trabalho, Anderson já havia estado em San José em 2018, a convite do mesmo diretor, para a montagem da sua primeira coreografia internacional: Nubes de Pájaros, que se inspirou no movimento migratório dos pássaros em busca de sobrevivência e envolveu oito bailarinos da Ya Danza. Já...

Documentário “Meu Professor Antônio” estreia nesta quinta

23/01/2023|

Nessa quinta (26) vem ao público o documentário Meu Professor Antônio, dirigido por Meysa Medeiros. A estreia será online no canal da fotógrafa e documentarista, e poderemos acompanhar gratuitamente CLICANDO AQUI. Meysa, que além de dirigir fez o roteiro do filme, narra a história pessoal dela como ex-aluna da Escola Municipal Profª Iapissara Aguiar, no bairro Potengi, nos meados dos anos 90. Através de uma fotografia que explora uma memória afetiva, a diretora busca homenagear um educador como forma de agradecimento pela sua dedicação, ensinamentos e sentimentos positivos gerados em sua infância. O documentário ressalta, portanto, a valorização da educação, com entrevistas de professores e ex-alunos que trazem em seus depoimentos suas recordações e vivências em sala de aula, como também oportuniza homenagens a outros educadores. Como ressalta uma das entrevistadas, a diretora de produção e apresentadora Érica Lima: “Acho importante um documentário dessa natureza, principalmente porque evoca em nós as lembranças do nosso tempo de estudante. E o quanto são importantes os professores e professoras em nossas vidas. Então, esse documentário é uma oportunidade de prestar uma justa homenagem aos educadores. E foi uma satisfação poder participar”. Meysa diz que sua intenção é apresentar o documentário em escolas públicas...

Festival reúne bandas de rock no Centro de Natal

23/01/2023|

Para quem curte rock ‘n’ roll, os alunos do IFRN Campus Natal – Cidade Alta, promovem a primeira edição do Festival Rock Reeira. O evento gratuito acontece no dia 26 de janeiro, a partir das 18h, no Espaço Cultura Ruy Pereira, o Bar do Zé Reeira, no Centro de Natal. A abertura da programação fica por conta da banda Simiodes. Na sequência sobem ao palco a banda Thee Automatics, que está na estrada há 20 anos, a cantora Juliana G, a banda Bellanave e por fim, Luan Bates encerra o evento. Rock Reeira é uma realização da turma de Produção Musical do curso de Produção Cultural do IFRN Campus Natal – Cidade Alta, em parceria com o projeto Som Potiguar, que visa promover a divulgação de bandas de rock locais, além de estimular a prática profissional dos estudantes e futuros produtores. Confira a programação: 18h – Banda Simioides 18h55 – Thee Automatics 19h50 – Juliana G. 20h40 – Bellanave 21h30 – Luan Bates Serviço: Festival Rock Reeira Quando: 26 de janeiro Local: Bar do Zé Reeira – Cidade Alta

sideral-foto-ruben-dos-anjos

23/01/2023|

Por Brisa Bracchi, vereadora de Natal/RN Os últimos anos não têm sido fáceis para a cultura, mas o audiovisual natalense tem mostrado sua capacidade de resistência artística e de superação das adversidades. A produção de um curta-metragem com chances de concorrer ao Oscar é uma entre tantas outras obras premiadas que são frutos da luta, a qual temos nos esforçado para somar e contribuir enquanto parlamentar, de um segmento que estadualmente mostra que fora do centro do país também há produção do cinema nacional. Que a pandemia de Covid impactou a vida de todos e todas nós já estamos cansados de repetir, mas é importante mencionar que foi um período ainda mais desafiador para a cadeia produtiva criativa e da cultura, haja vista as restrições de distanciamento social que impossibilitaram por um período a realização de diversas atividades do setor. A luta organizada do audiovisual natalense pelo fomento à cultura pelo Poder Público foi fundamental para manter viva essa cadeia, todavia a disputa de recursos para essa garantia não foi fácil, sobretudo pelo fato de que estava na presidência um projeto de sociedade que via a cultura como sua inimiga. Se no cenário nacional a cultura teve de unir forças...

Camomila Chá lança novo single e convida para meditar ao som do mar

19/01/2023|

A Banda Camomila Chá lança no dia 25 de janeiro, em todas as plataformas de streaming,  seu novo single “Brisa”, segundo single do terceiro álbum de estúdio da Camomila Chá que será lançado em junho de 2023. Embalada pela força das águas e o frescor da brisa do verão, a música é um convite a olhar para dentro de nós com um olhar de amor, sabendo que temos força para superar obstáculos dando passos em direção ao nosso desenvolvimento como ser contando com nossa força. Tudo isso embalado pelo barulho do mar e da brisa que passa. “Brisa vem nos mostrar que a vida não é linear, temos curvas, declives e ascensão, e são exatamente estes movimentos que nos fazem crescer, nos desenvolver, criar coragem e confiança para extrair nosso potencial. Com leveza e confiança na vida. ‘Brisa’ vem soprando suave como a beleza de um entardecer na beira do mar.” (Juliana Furtado) “Tudo começou no violão, em 2021. A pandemia estava dando uma trégua e nós estávamos em Guaíba (RS) passando uma temporada. A Ju chegou já com a melodia do início e depois fui tentando encaixar a letra na ideia. A saudade do mar estava grande, e o...

Evite comprar cervejas artesanais em promoções! (antes de ler esse texto)

18/01/2023|

Calma, querido leitor! Sei que à primeira vista o título do texto de hoje pode soar bombástico, mas não é o caso de celeuma ou preocupação. Contudo, evite comprar cervejas artesanais em promoções! O escrito de hoje é mais uma dica de compras. Ou melhor, duas dicas de compras envolvendo promoções de cervejas e quando comprar (isto é, quando não comprar também). Apesar de o título soar definitivo, não tenho nenhuma intenção de escrever contra ou advogar em desfavor de promoções de cervejas! Muito pelo contrário, eu mesmo adoro uma (boa) promoção cervejeira e acho mais do que justo pagar um preço a menor por elas. As dicas vão trilhar um bom caminho para que as promoções de cervejas que valem a pena sejam aproveitadas, e para que aquelas promoções que parecem mais pegadinhas do Sérgio Mallandro sejam evitadas. Assim, são basicamente dois tipos de promoções que vamos debater: as promoções de cervejas com data de validade próxima e as promoções de cervejas encalhadas. Cada uma delas possui uma dinâmica própria e que varia muito em função do estilo de cerveja, então vamos esmiuçar cada uma delas para um melhor entendimento. Saúde! A Promoção mais Comum: Evite a Compra de Cervejas...

na varanda

17/01/2023|

Varandas são molduras da paisagem lá fora. Onde se encontra um sopro de alívio ao caos da rotina do apartamento, ou o alívio de enxergar o caos da rotina apenas ao longe. Varandas são fugas, são fugazes. Onde se encontra a paz das redes de dormir. Onde o tempo se arrasta ao sabor do vento, no ritmo das conversas que parecem mais leves na varanda. Nela crianças brincam sem hora, aviões de papel ganham o mundo e o tempo se arrasta, preso na tarde mansa. Palavras passeiam leves porque a única pressa é a de ficar. Varandas são moradas do crochê, das serenatas e também do silêncio. São enamoradas das estrelas e confidente da lua, com quem conversa todas as noites durante sua vigília. De tanto abrigar os ventos, as varandas têm vocação à liberdade. Mesmo estáticas, se alimentam do balanço lânguido das redes, das flores e da vida solta das conversas de alpendre. E apesar do sonho de ir ao encontro ao mar, as varandas se satisfazem com o efêmero ou a constância do perfume do jasmim, da festa dos pássaros ao clarear do dia e da interceção com o sol durante as manhãs. Varandas são atemporais. Nelas tudo...

Escribas Editora retoma publicações e promove novas edições limitadas de livros

17/01/2023|

Em dezembro de 2021, a Escribas Editora anunciou através do seu editor Carlos Fialho, o iminente encerramento de suas atividades. O comunicado, feito originalmente no Twitter, causou grande comoção entre leitores, autores, e muitas pessoas que haviam tido contato com o trabalho realizado pela Escribas durante os seus 18 anos de atividade. Havia, no entanto, uma ponderação: seria necessário ainda trabalhar durante o ano de 2022 para poder vender os estoques e honrar compromissos que ainda precisavam ser pagos. Foi aí que, pouco a pouco, formou-se uma reviravolta na decisão tomada anteriormente. Com o retorno das atividades pós-pandemia, as vendas de livros também voltaram e a temporada de eventos e feiras de 2022 permitiram que a editora recuperasse o vigor de seus melhores anos. Por outro lado, nem o estoque está perto de esgotar e nem as dívidas foram equacionadas ainda. Com isso, o mais sensato a se fazer era dar continuidade ao trabalho e buscar desenvolver projetos rentáveis que possam dar sequência à recuperação iniciada no ano passado. Como perguntou recentemente o próprio editor Carlos Fialho, em suas redes sociais: “E se eu desistir de desistir?” A resposta para esta pergunta vem a seguir. LOJA VIRTUAL RETORNA COM PRÉ-VENDA...

Companhia Giradança volta aos palcos de Natal após 4 anos

17/01/2023|

Nesta sexta e sábado, a partir das 20h, na sede da CIA Giradança (Rua Rua Frei Migueilinho 100, Ribeira) acontece a pré-estreia da peça “SAL como durar no tempo”. A peça marca o retorno das apresentações presenciais do grupo em solo potiguar, além da “maioridade” do grupo que este ano completa 18 anos. O bailarino e diretor do espetáculo Alexandre Américo explica que a ideia de realizar este trabalho surgiu em meados do ano passado, em um cenário de poucas perspectivas para a arte, pois se tratava de um governo que pouco investia na cultura e que tinha grande descaso com os artistas em geral, principalmente com os que estão fora dos holofotes da mídia. “Criamos uma peça processual que trata de como nós, artista, sobrevivemos em cenários adversos e insalubres para a arte. Este trabalho é uma resposta à pergunta: como sobrevivemos, poeticamente e politicamente fazendo arte de forma sensível e estética? A resposta é: dançando”, explica Alexandre. A peça de dança teve a colaboração de artistas que estão sediados em outros países, outros estado e artistas do interior do RN. Contou ainda com a participação de artistas de outras áreas, como audiovisual, música e arte de rua. Alexandre...

Curso ‘Filosofia para Viver’ está com inscrições abertas

16/01/2023|

“Ano novo, vida nova”, esse é um ditado popular que nem sempre cumprimos. Todo início de ciclo as promessas de mudanças são muitas e em várias áreas da vida, mas em muitos casos as promessas não passam de promessas. É nesse momento que a filosofia pode fazer a diferença em sua vida, vai te ajudar a ter melhor clareza de quem você é e qual o seu papel no mundo, assim seu planejamento pode ser mais assertivo e efetivo. Para você entender um pouco mais sobre o curso de Filosofia para Viver, oferecido pela Organização Internacional Nova Acrópole de Natal, participe de uma das aulas experimentais que estão sendo oferecidas nesta e na próxima semana semana. Nesta terça-feira, dia 17, as unidades da Nova Acrópole localizadas em Nova Parnamirim (Rua Silvino José dos Santos, 182) e em Ponta Negra (Rua Porto das Oficinas, 8913) farão aulas inaugurais abordando as principais ideias do curso de filosofia. Na quarta, dia 18, a aula ocorrerá na unidade de Petrópolis (Rua Trairi, 516) e o tema abordado será “Ano novo e tudo novo? Dicas filosóficas para se renovar em 2023”. Já na quinta, dia 19, a aula ocorrerá na unidade de Morro Branco (Av....

quinteto violado

16/01/2023|

No dia 8 de fevereiro o Projeto Seis e Meia inicia sua Temporada 2023. A primeira edição do ano receberá o grupo Quinteto Violado e, para abrir a noite, a cantora potiguar Khrystal. O grupo nordestino com mais tempo em atividade ininterrupta desembarca em Natal com o show Tempo — 50 Anos do Quinteto Violado. No palco, Marcelo Melo (vocal e violão), Ciano Alves (flauta), Roberto Medeiros (bateria e voz), Dudu Alves (teclado e voz) e Sandro Lins (baixo). Multi-instrumentista, compositora, intérprete e atriz, Khrystal tem 18 anos de estrada. A cantora potiguar trabalhou no filme “A luneta do Tempo”, de Alceu Valença, do qual recebeu indicação ao Kikito como melhor atriz coadjuvante, tem três discos lançados e já dividiu o palco com artistas como Elba Ramalho e Chico César. O show será no Teatro Riachuelo. Os ingressos custam a partir de R$ 30,00 e estão à venda na bilheteria do teatro (de terça a sábado, das 14h às 20h) e no site uhuu.com. Quinteto Violado A trajetória do grupo foi iniciada em Fazenda Nova, no teatro Nova Jerusalém, onde foi batizado de Quinteto Violado por Robinson Pacheco, filho de Plínio Pacheco, idealizador, construtor e criador da cidade-teatro. Assim o público...

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