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Preconceito de CEP e o mercado cervejeiro

Saudações, cervejeiros de todos os recônditos desse país continental chamado Brasil! Começando de verdade 2024 (já que por aqui carnaval é somente uma quimera), vamos começar falando de um tema

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Governo do RN lança quarto bloco de editais da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB RN)

Redação

Com investimento de mais de R$ 2 milhões, este bloco irá contemplar 96 vagas, abrangendo quatro editais de Apoio à Diversidade; as inscrições poderão ser feitas até o dia 29, por meio da plataforma Mais Cultura RN. O Governo do Brasil, por meio do Ministério da Cultura, e o Governo do Rio Grande do Norte, por meio da Secretaria de Estado da Cultura, comunicam o lançamento do quarto bloco de editais da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB). Com foco na diversidade e pluralidade das ações, esta nova etapa reafirma o compromisso do Governo do Estado em descentralizar recursos, fortalecer a cena cultural potiguar e valorizar os artistas, fazedores de cultura e as diversas linguagens artísticas presentes em todas as regiões do Rio Grande do Norte. “O lançamento deste quarto bloco de editais é mais um passo fundamental na nossa missão de fortalecer a cultura potiguar. Queremos garantir que nossos fazedores de cultura tenham acesso a essas oportunidades, transformando o setor em um pilar de desenvolvimento econômico e social para o nosso estado”, destaca Mary Land Brito, titular da pasta da Cultura no Governo do RN. Com investimento de mais de R$ 2 milhões, este bloco irá contemplar 96 vagas no total, abrangendo quatro editais de Apoio à Diversidade: Cultura LGBTQIAPN+; Cultura Negra; Cultura Urbana e Periférica; e Mulheres na Cultura. As inscrições estão abertas de 9 a 29 de junho. “Este ano temos uma novidade que é o Edital de Mulheres na Cultura, uma demanda que surgiu das escutas públicas que realizamos antes da elaboração dos editais, o que nos permitiu aprimorar a distribuição dos recursos de forma mais eficiente e democrática. Lembramos também que todos os editais da PNAB RN possuem pontuação extra e cotas para grupos minorizados e elaboramos ainda cartilhas acessíveis para simplificar o entendimento das regras de cada edital”, enfatiza a coordenadora da PNAB RN, Bruna Medina. A Política Nacional Aldir Blanc tem como objetivo central estruturar o fomento à cultura de forma continuada, garantindo que o recurso chegue à ponta, incentivando a criação, a produção e a difusão de bens culturais. Este quarto bloco de editais se soma às ações anteriores já executadas, consolidando a implementação da política no território potiguar. O Governo do Estado convida artistas, coletivos, produtores e gestores culturais a acessarem o site oficial da Secretaria de Estado da Cultura (secult.rn.gov.br) para conferir os detalhes, critérios de elegibilidade e prazos de inscrição...

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BIBLIOBUNKER: Ilhas, labirintos: poemas escolhidos

Pablo Capistrano

Ilhas, Labirintos: poemas escolhidos Autor: Elí de Araujo Editora: Sol Negro Ano: 2022 Páginas: 125 O finado Harold Bloom, sujeito conhecido por algumas opiniões “polêmicas” e “canceláveis” (como a de que o Rei Lear de Shakespeare é literariamente superior à Cabana do pai Tomás de Harriet Beecher), afirmou certa vez que lia poesia como se estivesse fazendo uma oração. Isso, obviamente, não tem nada a ver com carolice pietista ou proselitismo religioso. Segundo Bloom, a boa poesia precisa ser decorada e introjetada na memória tal qual uma oração. Tenho certeza, amigo velho, que se o finado professor de Yale estivesse vivo (e soubesse ler português), certamente decoraria vorazmente muitas das poesias de Elí de Araujo, publicadas nesta coletânea, editada em 2022 pela Sol Negro. O volume traz uma amostra muito bem colhida das safras poéticas de Elí, desde o seu livro de 1982, Reminiscências do Tártaro até o Catábase de 2021. Uma coletânea essencial para os amantes da boa poesia que apresenta um registro fundamental de parte dos sete primeiros livros deste que, nascido e criado aqui pela Taba de Poty, sem nenhuma sombra de dúvida, é um dos melhores (senão o melhor) poeta de sua geração. Se você não acredita na opinião deste professor de província que vos fala, amigo velho, então peço que me conceda o benefício da dúvida e dê uma navegada pela costa acidentada dessas ilhas literárias, espalhadas por esse labirinto de alumbramentos poéticos. Tenho certeza que em algum momento você vai se achar obrigado a concordar comigo. Cada poema dessa coletânea é uma surpresa, um novo deleite, um desconcerto, um rasgão, uma fissura de liberdade criativa naquilo que o filósofo Martin Heidegger chama de “falatório” (essa espécie de rede de banalidades retóricas que a nossa linguagem ordinária constroi para nos aprisionar).   E por falar em oração, há, inclusive em seus poemas, inúmeras referências a textos bíblicos, como no “Salmo 23”, publicado em seu livro de 1991 (Deterioremus), uma perturbadora e inusitada interseção entre o “livro de Jó” (o mais desconcertante texto do cânone judaico) e os salmos atribuídos a David. Seguindo uma inversão irônica do lirismo mesopotâmico (com seus poemas de exaltação e louvor a divindades como Baal, Marduk, Yaweh ou Inanna), Elí brinca com o desespero de David, aproximando a sua súplica lamuriosa (sempre pendurada nas paredes das casas de alguns crentes mais devotos) da devastadora crueldade do deus que atormenta o pobre Jó:  “o Senhor é...

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Pedro Pereira - Foto - Fábio Cortez

Pedro Pereira revisita 45 anos de criação em exposição na Pinacoteca do Estado

Redação

Mostra reúne obras produzidas entre 1981 e 2026 e marca o retorno do artista às exposições individuais após mais de uma década Quatro décadas e meia de dedicação à arte, à poesia e à experimentação estética ganham forma na exposição “Unir Verso às Cores”, que será aberta ao público no próximo sábado (13), às 10h, na Pinacoteca do Estado, em Natal. A mostra celebra os 45 anos de trajetória do artista visual e poeta Pedro Pereira, reunindo 46 trabalhos que atravessam diferentes períodos de sua produção e revelam a pluralidade de uma obra construída entre imagens, palavras e afetos. Com curadoria de Pablo Pinheiro e produção de Alda Pereira, a exposição apresenta pinturas, colagens, fotografias, intervenções artísticas e poemas criados entre 1981 e 2026. O conjunto permite ao visitante acompanhar a evolução estética e conceitual de um artista que fez da liberdade criativa sua principal marca. Mais do que uma retrospectiva, “Unir Verso às Cores” propõe um mergulho no universo de Pedro Pereira. As obras dialogam com temas como memória, identidade, cotidiano, natureza e imaginação, revelando uma produção que transita com naturalidade entre as artes visuais e a literatura. O próprio título da exposição traduz essa característica. Inspirado em um poema do artista, sintetiza a relação entre escrita e pintura que acompanha sua criação desde os primeiros trabalhos. “Pinto o que não sei escrever, escrevo o que não sei pintar. Pinto e escrevo o que me faz sonhar”, resume Pedro Pereira. A mostra também marca o reencontro do artista com o circuito das exposições individuais. Sua última experiência solo aconteceu em 2013, com “O Jardineiro das Cores”. Agora, retorna à Pinacoteca com uma seleção que reúne obras históricas e produções recentes, compondo um percurso que evidencia permanências, transformações e novas descobertas criativas. Uma trajetória construída entre arte e cultura Natural de Passa e Fica, no Agreste potiguar, Pedro Pereira desenvolveu uma trajetória singular no cenário cultural do Rio Grande do Norte. Ao longo dos anos, atuou como poeta, artista visual, produtor cultural e incentivador de iniciativas voltadas à democratização do acesso à arte. Nos anos 1980, integrou a chamada Geração Alternativa, movimento ligado à poesia marginal que contribuiu para renovar a cena cultural de Natal. Também participou da banda Cabeças Errantes, experiência que ampliou seu diálogo com outras linguagens artísticas e fortaleceu uma produção marcada pela experimentação. Seu primeiro livro, Lutar pela Paz, foi publicado em 1981. Poucos anos depois, criou...

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A trilha, a bifurcação, as pegadas erradas e as vozes certas

Tatyanny Nascimento

Perder-me em uma trilha, no meio de um grupo, não foi somente errar um caminho: foi ser devolvida, ainda que por instantes, à verdade mais antiga da existência humana: a de que viver é caminhar entre bifurcações sem garantias. E que angústias tem poder pedagógico. O que se passou em um retorno de passeio à cachoeira não foi apenas um desencontro geográfico: foi a aparição de uma cena reflexiva, o momento em que o grupo se desfaz como proteção simbólica, o cansaço dissolve a prudência, e eu me vejo entregue à tarefa de distinguir entre rastro e rumo, entre saída e destino, entre movimento e direção. Na ida, ainda havia uma espécie de pacto silencioso sustentando a travessia. O corpo, não tendo sofrido o peso do trajeto, permitia à mente exercer aquilo que a civilização exige de nós: pausa, espera, consideração pelo outro, capacidade de reter o impulso em favor do laço. Diante de cada bifurcação, quando se sabia o caminho, alguém esperava, olhava para trás, cuidava para que o restante acompanhasse. A trilha era, então, uma comunidade. Havia nela um tecido de atenção recíproca e o cansaço ainda não havia corroído a delicada camada ética que nos faz lembrar que ninguém caminha sozinho, mesmo quando cada um usa as próprias pernas. E ainda que estivessem presentes dois guias (altamente responsáveis), um estava na frente, outro atrás, mas ao meio haviam bifurcações. E o grupo não tinha o mesmo ritmo em um longo trajeto cheio de curvas. Mas a volta introduziu outra verdade, menos nobre e mais funda: quando o corpo se esgota, a consciência se estreita. Já havíamos tomado banho de cachoeira, estávamos cansados de toda a caminhada, e o desejo de chegar logo em casa passou a comandar os passos. Aquilo que antes era grupo se tornou fluxo. O que era convivência se tornou pressa. E justamente nesse ponto, uma bifurcação deixou de ser apenas uma escolha espacial para se converter num teste moral: quem vê o desvio e segue mesmo assim, sem pensar nos que podem ficar para trás, revela algo da condição humana quando a energia simbólica se rompe. Não se trata necessariamente de maldade: trata-se de um empobrecimento da presença. Cansados, diminuímos. Recolhemos nossas fronteiras, contraímos nossa generosidade, protegemos nosso próprio retorno como se toda alteridade fosse peso extra.   Foi nesse rasgo da trama coletiva que eu me perdi com minha mãe. E o...

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Edgar Morin e a arte de pensar um mundo complexo

Isabel Carvalho

Sexta-feira, 29 de maio de 2026. O mundo se despediu de um dos maiores pensadores do nosso tempo. Aos 104 anos, Edgar Morin deixou uma obra que atravessou fronteiras disciplinares, influenciou pesquisadores, professores, jornalistas, cientistas sociais e todos aqueles que se dedicam a compreender a complexidade da vida humana. Sua morte encerra uma trajetória intelectual extraordinária, mas também oferece uma oportunidade para revisitar suas ideias e refletir sobre sua atualidade. Em um mundo marcado pela velocidade da informação, pela polarização política, pelas transformações tecnológicas e pelas crises ambientais, o pensamento de Morin parece mais necessário do que nunca. Suas ideias continuam pulsantes para quem deseja compreender a sociedade contemporânea. Nascido em Paris, em 1921, Morin viveu acontecimentos importantes da história recente. Testemunhou guerras, crises econômicas, revoluções culturais, o surgimento da internet e as profundas mudanças que transformaram a vida humana ao longo do século XX e das primeiras décadas do século XXI. Ao contrário de alguns intelectuais que escolheram uma única área de atuação, Morin construiu uma obra que dialoga com diferentes campos do conhecimento. Filosofia, sociologia, antropologia, biologia, educação, comunicação e política aparecem constantemente em seus estudos. Essa característica não era um acaso. Para ele, os grandes problemas da humanidade não cabem dentro das fronteiras rígidas das disciplinas acadêmicas. Compreender a realidade exige conectar saberes e reconhecer que tudo está relacionado. Foi dessa percepção que surgiu sua principal contribuição: o pensamento complexo. Ao ouvir a palavra “complexidade”, muitas pessoas imaginam algo complicado ou difícil de entender. Morin utilizava o termo em outro sentido. A palavra complexidade deriva do latim complexus, que significa “aquilo que é tecido junto”. Em outras palavras, a realidade é formada por uma rede de relações, conexões e influências mútuas. Para Morin, um dos maiores problemas do pensamento moderno foi acreditar que seria possível compreender o mundo dividindo ele em partes cada vez menores. Embora essa abordagem tenha proporcionado avanços significativos para a ciência, também contribuiu para a fragmentação do conhecimento. Aprendemos a estudar a economia separada da cultura, a política distante das emoções, a tecnologia isolada da sociedade. O resultado é que muitas vezes compreendemos os detalhes, mas perdemos a visão do conjunto. O pensamento complexo propõe justamente o contrário: observar simultaneamente as partes e o todo. Entre suas muitas obras, trago O Método 3: O Conhecimento do Conhecimento, publicado originalmente em 1986 e posteriormente lançado em português pelas editoras Publicações Europa-América (1996) e Sulina...

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Praia viva, cultura viva: Projeto Tatuí realiza ação socioambiental e cultural em Ponta Negra

Redação

Neste sábado (6), em alusão à Semana do Meio Ambiente, a Praia de Ponta Negra recebe a ação Praia Viva, Cultura Viva, evento que marca o lançamento oficial do Projeto Tatuí. A iniciativa une educação ambiental, cultura, memória afetiva e mobilização comunitária em defesa do litoral potiguar. Idealizado por Cintya Laranjeira, representante do Limpa Brasil no Rio Grande do Norte, o Projeto Tatuí nasceu das vivências e memórias de infância em Ponta Negra e busca fortalecer o sentimento de pertencimento e o cuidado coletivo com a praia, suas histórias e sua biodiversidade. A programação gratuita e aberta ao público reunirá moradores, voluntários, escolas, coletivos, artistas, trabalhadores da praia e instituições parceiras em atividades voltadas à valorização dos ecossistemas costeiros e da cultura local. Durante a manhã, as ações acontecem na Praia de Ponta Negra, com concentração no Letreiro de Natal, presença da Burrinha Pintadinha e do Jaraguá, abertura oficial do projeto, alongamento com o grupo Calistenia Livre, roda de conversa, mutirão de limpeza, ato pelos trabalhadores da praia, distribuição de mudas e o desafio Achei um Tatuí. À noite, a programação segue na Vila de Ponta Negra, na Tapiocaria da Vó, com apresentações culturais, lançamento do cordel Engorda pra Quem?, apresentação musical e exposição de fotografias de Flávio Resende. A programação se encerra com after cultural no Figa Bar e Cultura. O nome do projeto faz referência ao tatuí, pequeno crustáceo que habita a faixa de areia e funciona como indicador da saúde ambiental das praias. A proposta utiliza a educação ambiental e a cultura como caminhos para aproximar a população das questões que impactam o litoral e estimular o cuidado com o território. PROGRAMAÇÃO MANHÃ – PRAIA DE PONTA NEGRA NOITE – VILA DE PONTA NEGRA SERVIÇO Evento: Praia Viva, Cultura Viva – Lançamento do Projeto Tatuí Data: 6 de junho de 2026 Manhã: 7h30 às 11h30 – Letreiro de Natal, Praia de Ponta Negra Noite: 18h às 20h – Tapiocaria da Vó, Vila de Ponta Negra After cultural: 20h – Figa Bar e Cultura Entrada: Gratuita e aberta ao público PARCEIROS Associação Ponta Negra é da Gente; Associação dos Quiosqueiros da Praia de Ponta Negra; Associação Vila de Ponta Negra; Figa Bar e Cultura; Grupo Cultural Burrinha Pintadinha; P.Cultura Tapiocaria da Vó; MMarhéproducoescriativas; Rendeiras da Vila; Protagonistas da Paz; Casa Flor Ateliê Botânico; Calistenia Livre.

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aHAYá de Rua realiza 9ª edição com programação gratuita e forte presença da cultura popular

Redação

O bairro de Potilândia, em Natal, volta a se transformar em território de encontro, cultura popular e celebração com a chegada da 9ª edição do aHAYá de Rua, que acontece nesta quarta-feira, 03 de junho, a partir das 16h, com acesso gratuito e programação que atravessa diferentes expressões da tradição junina nordestina. Consolidado como um dos festejos juninos comunitários mais simbólicos da capital potiguar, o projeto reafirma, em 2026, sua vocação de ocupar a rua como espaço democrático de convivência, pertencimento e celebração coletiva. Idealizado pela produtora cultural Haylene Dantas, nascida e criada na Potilândia, o aHAYá de Rua surge de uma relação profundamente afetiva com o território e com os festejos juninos vividos desde a infância. A memória de festas comunitárias como o antigo Arraiá da Esmeralda, referência importante na história do bairro, ajuda a sustentar a identidade do projeto, que ao longo dos anos se consolidou como um dos encontros mais aguardados do período junino na cidade. Nesta edição, o aHAYá presta homenagem às rezadeiras e benzedeiras, mulheres que preservam saberes populares ligados ao cuidado, à fé e à transmissão oral de conhecimentos que atravessam gerações. A escolha temática parte da compreensão de que os festejos juninos não se resumem ao entretenimento. São também espaços onde religiosidade popular, memória coletiva, celebração comunitária e vínculos sociais se manifestam de forma viva. A simbologia das mãos conduz a identidade conceitual da edição: mãos que benzem, acolhem, cozinham, decoram, dançam, organizam e sustentam a festa. Um gesto simbólico que aproxima a tradição das benzedeiras das muitas formas de cuidado presentes na própria cultura popular. A programação deste ano reforça esse compromisso e começa cedo, com um primeiro bloco especialmente dedicado às manifestações populares, pensado para aproximar famílias, crianças e público em geral da riqueza dos folguedos e brincadeiras tradicionais. A abertura dos portões acontece às 16h, seguida da Brincadeira de João Redondo, com o Grupo Caçuá do Teatro de João Redondo, às 16h15. Às 16h45, o público acompanha a apresentação do Boi de Reis Estrela D’Alva. Na sequência, às 17h15, acontece um dos momentos mais emblemáticos da programação: o Encontro dos Bois, reunindo o Boi Estrela D’Alva, o Boi Esmeralda — manifestação criada dentro do próprio aHAYá como homenagem à memória afetiva do território — e o grupo Folia de Rua Potiguar. Às 17h40, o cortejo segue pelas ruas da Potilândia, ampliando a experiência do festejo para além do palco e reafirmando a rua como espaço central da celebração. Fechando esse primeiro movimento da programação, por volta das 18h20, o público recebe Mestre...

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Entre memória e violência: o curta potiguar “Umbuzeiro” estreia e já recebe prêmio internacional

Redação

Recém-lançado, o curta-metragem Umbuzeiro desponta como uma das novas produções do cinema independente nordestino ao combinar atmosfera gótica, crítica social e forte dimensão psicológica. O filme, primeiro trabalho de Emílio Ribeiro como roteirista e diretor, já acumula seleções em festivais e um prêmio internacional poucos meses após sua conclusão. A narrativa acompanha uma senhora idosa que vive isolada em um antigo casarão, carregando um passado marcado pela violência. Entre memórias fragmentadas, silêncios e traumas que fragilizam sua saúde mental, a personagem divide a rotina com o filho, o professor Elias. A dor íntima da mãe inspira a escrita de um livro e sustenta os mistérios da trama, que lentamente expõe as feridas invisíveis da violência contra a mulher. Antes de se tornar filme, Umbuzeiro já havia sido reconhecido nacionalmente ao receber o prêmio de segundo melhor roteiro de curta-metragem do Brasil no Grande Prêmio de Roteiro do Festival de Sorocaba, em 2025. Finalizado em fevereiro de 2026, o curta iniciou rapidamente sua circulação em festivais. Umbuzeiro foi selecionado para o 5º Saria Film Festival, em Orlando, Flórida. É a quinta seleção do filme, a terceira em festival internacional. Entre as conquistas recentes está a seleção para o First-Time Filmmaker Sessions, promovido pelo Lift-Off Global Network, na Inglaterra. O evento rendeu ao filme seu primeiro prêmio internacional, o Audience Choice, reconhecimento concedido após ser o mais votado pelo público. O curta também integra a Seleção Oficial do 2º Curta Varginha, em Minas Gerais, e do Inland Independent Film Festival, em Araraquara (SP). A recepção inicial confirma o potencial de Umbuzeiro, obra que aproxima sensibilidade artística e reflexão social, evidenciando a força de um cinema nordestino comprometido com memória, estética e experiência humana. Assista ao trailer de Umbuzeiro: https://youtu.be/5b4DjGM4AnE Para mais informações, siga @misteriofilmesrn, no Instagram.

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Viena

14/09/2023|

Viena – Áustria, 21 de Abril de 2014 Quando eu era moleque coloquei na cabeça que estaria fadado a não realizar certas coisas na vida: não teria filhos, não aprenderia a dirigir, nunca viajaria para fora do país, não falaria nenhum idioma estrangeiro e nunca seria rico. Para meu infortúnio, parece que apenas o último vaticínio é realmente o único que vai mesmo se cumprir. Desde que comecei a estudar francês com quinze anos (primeiro na Aliança Francesa, depois da ETFRN) praticar idiomas estrangeiros virou um passatempo pra mim, além de ser um ótimo exercício mental para não enferrujar as engrenagens neuronais que desempacotam a nossa linguagem. Por isso, após cinco dias em Praga, chegar em Viena foi como voltar a ouvir o sotaque de vovó. Comparado ao estranhamento linguístico do festival de sinais esquisitos em cima das letras que o idioma Tcheco produziu, o alemão austríaco fica até parecendo fácil. Em função disso, atravessar a fronteira da República Tcheca com a Áustria de ônibus e começar a compreender alguma coisa das placas, conseguir ler cartazes de rua, entender o letreiros das lojas pra saber o que elas vendem e entabular duas ou três palavrinhas com taxistas pra se localizar...

Antologia Virtual do RN

13/09/2023|

Nesta quinta entrará no ar um novo projeto literário inclusivo, que reúne mais de 70 obras de autores potiguares em vídeos-resenhas apresentados pelo jornalista Vicente Serejo e com tradução em Libras. A Antologia Virtual do RN funcionará como uma plataforma de busca, cujos títulos irão compor um acervo especialmente comentado pelo escritor, conhecido como um dos principais bibliófilos do Estado. Sob o critério de selecionar obras de referência no cenário da literatura potiguar e destacar uma seleção com os títulos mais significativos, o projeto entrega um acervo para todo cidadão que deseja ou precisa pesquisar sobre a produção norte-rio-grandense, em gêneros textuais diversos. A disponibilização em meio web oferece acesso gratuito e busca facilitada, uma excelente oportunidade para se conhecer o universo literário do RN. O site contou com o desenvolvimento da Lunaltas, parceiro fundamental na solução de software. O projeto foi gerido pela Verbo Comunicação & Eventos, com idealização e coordenação de Sylvia Serejo, que admite: “A Antologia foi literalmente um produto da pandemia, quando tive tempo disponível para pensar em algo que nos movimentasse e ao mesmo tempo fosse útil. Foi desafiador, sobretudo, e a simplicidade da ideia até contrasta com a nobreza de ser inclusivo e diferenciado”. A...

Leoni

13/09/2023|

Nesta quinta-feira (14), o projeto Toca Brasil realiza mais uma edição no Teatro Riachuelo e traz para Natal o cantor Leoni. O show será às 20h e os ingressos estão à venda a partir de R$ 50 na bilheteria do teatro (das 14h às 20h) e no site uhuu.com. O show de abertura será com Heli Medeiros. Nesse espetáculo intimista, Leoni é acompanhado por seu filho Antonio Leoni na guitarra e nos vocais. A colaboração musical dos dois vem de muito tempo, apesar de Antonio estar só com 24 anos, já que ele tem subido nos palcos do pai desde que tinha 13. Desde a pandemia, essa parceria se acentuou. Era o filho quem cuidava das lives semanais do pai. Depois, começou a fazer produções dos novos singles, entrou para a banda Outro Futuro, que acompanha o pai, caiu na estrada e começou a produzir o disco novo de Leoni & Outro Futuro, ainda inédito, “Vem alegria”, junto com Lourenço Monteiro. No repertório, os sucessos de Leoni, algumas reinterpretações de seus contemporâneos, uma parceria de pai, filho e mãe (Luciana Fregolente) e uma canção de Antonio Leoni. Entre as músicas mais conhecidas estão “Garotos II”, “Por que não eu?”, “Exagerado”,...

Pastryficação

13/09/2023|

Saudações! Há quem diga que eu costumo bater muito na mesma tecla. Os críticos são até repetitivos em se valer do argumento da repetitividade sobre o que eu escrevo, pois dizem que eu, volta e meia, retorno a temas que remetem ao hype, ou à modinha, ou algo que se assemelha a esse movimento mercadológico cervejeiro. Eles estão errados? Não necessariamente. De fato, há certa recorrência em abordar o que é tendência. Por mais que o trocadilho não tenha sido intencional, a minha intensão é, de maneira mais ou menos incisiva, delinear os contornos culturais da abrangência do universo das cervejas artesanais. Para conseguir algum êxito nisso, é necessário se observar o movimento cervejeiro e para onde seus ventos sopram. O fenômeno a ser abordado no texto de hoje não foge muito da tônica do hype ou da modinha, como queiram. Afinal, onde há um cervejeiro querendo lucrar alto com cerveja artesanal, haverá alguém fazendo alguma sorte de cerveja jogada no amplo bojo das “pastries”. Por causa desse movimento açucaradamente posto, vamos discorrer um pouco sobre o fenômeno da “pastryficação”, isto é, a tendência atual de se fazer estilos que tendam a emular sobremesas. Ou seja, de forma mais ampla,...

Martins

12/09/2023|

A Serra do Martins, no sertão potiguar, é um dos lugares mais aprazíveis do mundo. Visitando-a em companhia de Câmara Cascudo, o grande escritor Mário de Andrade não se conteve diante de tanta beleza e exclamou: – Oh! Isto é Teresópolis! Cascudo, de pronto, rebateu: – Não! Teresópolis é que é Martins. Na verdade, Martins nada fica a dever, em beleza natural, às estâncias serranas mais famosas, como Teresópolis, Campos do Jordão, Gramado, Garanhuns, etc. É preciso, porém, que o seu potencial turístico seja, devidamente, explorado. Sem agressões ao meio ambiente. A cidade, no alto da serra, conta com bons hotéis, pousadas e outros atrativos, além da paisagem e do clima. Fundou-a, por volta de 1742, o sertanista Francisco Martins Roriz, daí o nome. Quase um século depois, a Lei Provincial nº 71/1841 elevou o povoado de Martins à categoria de Vila, Município e Comarca da Maioridade (homenagem a D. Pedro II, cuja maioridade fora antecipada, possibilitando-lhe a ascensão ao trono). Em 1847, passou a chamar-se Cidade da Imperatriz (D. Teresa Cristina). O nome Martins voltou após a proclamação da República. ROTEIRO TURÍSTICO E CULTURAL O casario antigo, remanescente do século XIX, desperta algum interesse, apesar de inúmeras deturpações modernosas....

Lysia Condé

12/09/2023|

No presente ano de 2023 a cantora Lysia Condé convidou Jow Ferreira (guitarra e direção musical) e os músicos Eduardo Taufic (teclados), Prima (contrabaixo acústico), Darlan Marley (bateria) e Neemias Damasceno (direção artística) para juntos celebrarem a vida e a obra de Milton Nascimento – um dos mais respeitados artistas da música popular brasileira. A homenagem deu origem ao show “Minas de Fé e Paixão”, e agora a cantora leva, pela primeira vez, esse show especial para o Teatro Alberto Maranhão, no dia 22 de setembro.  Lysia começou a gestar essa homenagem no ano de 2018, mas uma situação circunstancial de ter que se mudar com a família para o Rio de Janeiro adiou a sua realização. Em 2021, quando volta a residir em Natal, Lysia reacende o desejo de retomar o referido projeto, em um momento significativo para a carreira de Milton Nascimento, em que o artista celebrou seus 80 anos de idade e fez a turnê de despedida dos palcos, “A Última Sessão de Música”, no ano de 2022. Lysia Condé, mineira da cidade de Rio Pomba, mas potiguar de coração, cresceu ouvindo e se nutrindo das melodias e poesias criadas por Milton e seus parceiros musicais, sendo...

Estúdio Carlota ocupa o Seaway com sua feira de economia criativa

12/09/2023|

O Estúdio Carlota – Coletivo Afetivo promove mais uma edição de sua feira de economia criativa, a Na Calçada. A décima quarta edição do evento será realizada nesta sexta e sábado (15 e 16), das 16h às 22h, no estacionamento do Seaway Center. Idealizado pela empreendedora multicriativa, Carla Nogueira, o evento vem sendo realizado desde outubro de 2019 e tem como objetivo promover uma integração do Estúdio Carlota com as comunidades dos bairros por onde as edições acontecem. “A feira Na Calçada, a cada edição reafirma-se e consolida-se por ser uma iniciativa que fortalece a economia criativa local em diversos aspectos; como gastronomia, música, arte, design, artesanato, e traz artistas diversos em vários expoentes da arte. É uma importante oportunidade de negócios para expositores que participam e para moradores dos bairros que têm a oportunidade de vivenciar este momento. E levar o evento mais uma vez ao Seaway é uma alegria pois podemos proporcionar melhor estrutura física para expositores e público”, afirma Carla Nogueira, idealizadora do projeto. O evento contará com música ao vivo com a cantora Cristina de Holanda, na sexta, e Sara Maia no sábado. Os interessados em participar expondo e comercializando no evento podem se inscrever através...

A fotografia de rua invade a Ribeira

11/09/2023|

Ele dedicava o seu tempo a perambular pelas ruas, com o intuito de observar o que acontece ao seu redor, de captar algo de mais duradouro no cenário urbano. Essa figura se desloca a pé e sem pressa, como requer um processo bem executado de análise e registro da vida cotidiana. Tal indivíduo atende pelo nome de flâneur. Personagem emblemático da modernidade, que inspira poetas, escritores e fotógrafos. Esse foi o mote para o artista visual Max Pereira desenvolver o projeto Inventário da Queda, contemplado na Chamada Pública 2023 “Circuito Cultural Ribeira – Território Criativo”, O projeto consiste em uma oficina de fotografia com celular, gratuita, que será realizada entre os dias 14 a 17 de setembro. Os encontros serão realizados de presencialmente e de forma remota, permitindo a participação do público geral. O ponto alto dessa experiência será a projeção fotográfica que acontecerá no bairro da Ribeira durante o Circuito. Durante a oficina, os participantes serão convidados a desvendar os segredos e histórias do bairro histórico de Natal, conhecido como Ribeira, através do olhar do flâneur. “Caminharemos pelas ruas, conectando-nos com o passado, presente e futuro desses espaços tão carregados de significado. A minha ideia é refletir sobre a...

Festival de Piano de Natal começa hoje e segue até sábado

11/09/2023|

O Festival de Piano de Natal tem início nesta segunda e segue até sábado com programação gratuita. É um evento que integra ensino, pesquisa e extensão e que faz parte do calendário de eventos artísticos e educacionais da área da Música na região nordeste. Desde a sua primeira edição em 2013, com edições bienais, o Festival reúne membros da comunidade artística e científica, nacional e internacional. Nesta V edição, o Festival enfoca a temática de Conexões Pianísticas em suas múltiplas dimensões, conectando pesquisadores, artistas independentes, docentes e discentes de diversas instituições brasileiras e do exterior. Com acordos de cooperação internacional entre a UFRN, Universidade de Iowa (EUA) e a Universidad de Chile, o Festival integrará estudantes, artistas e pesquisadores dessas três Universidades e demais participantes, proporcionando uma imersão na produção artística e de pesquisas desenvolvidos em contextos diversos. A programação terá Palestras, Oficinas, Concertos, Master-classes, Mesas Redondas e Apresentação de Trabalhos. De hoje (11) até sexta (15) ocorrem recitais diários no Auditório Onofre Lopes da Escola de Música da UFRN. Programação dos Recitais Todos com ENTRADA FRANCA no Auditório Onofre Lopes da Escola de Música da UFRN Recital de Pré-Abertura 09/09, sábado 19:00 horas O duo Mistral formado pelas pianistas...

Lil-Depressed-Boy

11/09/2023|

Pessoas introvertidas, em geral, costumam criar alteregos para conseguir se expressar com o mundo à sua volta. Foi assim que o roteirista Shaun Steven Struble resgatou um apelido de infância para criar Li´l Depressed Boy (ou LDB), atribuindo-lhe sua timidez e uma certa fobia social, trazendo enxertos de experiências pessoais às histórias. The Li´l Depressed Boy teve início como uma webcomic, e logo chamou a atenção da Image Comics. Em 2011, a Image lançou o primeiro arco encadernado, The Li´l Depressed Boy – She is staggering (edição que compila os quatro primeiros números da série), no qual vemos como a falta de jeito de LDB em lidar com pessoas fez com que ele passasse a viver em seu próprio mundo, largando o curso de poesia e encarando uma rotina solitária de TV, livros, videogame e músicas, dentro de sua casa. Entediado, ele resolve ultrapassar o limite do portão para a rua, saindo para conversar com seu amigo Drew Blood (um amigo do Struble, na vida real). Aí, no meio da conversa, do nada, uma estranha garota tatuada aparece, citando uma porção de bons games dos anos 1990 (Streets of Rage, Golden Axe, Battletoads, Megaman 3). LDB fica intrigado e encantado,...

edição do nordeste

08/09/2023|

O curta “A Edição do Nordeste”, do diretor potiguar Pedro Fiuza, poderá ser visto pela primeira vez presencialmente no 25º Festival do Rio, que acontece entre os dias 5 a 15 de outubro em vários espaços do Rio de Janeiro. O festival é um dos mais importantes do cinema brasileiro e exibirá 90 filmes nesta edição, entre longas e curtas-metragens. “A Edição do Nordeste” participa na Mostra Première Brasil Retratos. Esta é a segunda vez que a Casa da Praia Filmes está no Festival do Rio. Em 2022, o curta “Big Bang”, do diretor Carlos Segundo, distribuído na América Latina pela empresa produtora, também integrou a programação do evento. “A Edição do Nordeste” tem produção e distribuição pela Casa da Praia. O filme é, segundo o diretor e roteirista Pedro Fiuza, “uma homenagem ao cinema brasileiro e também um manifesto”. O curta-metragem é uma colagem de cenas de 28 longas e curtas brasileiros, de 1938 a 1980, que retratam o Nordeste sob diferentes aspectos. Pedro Fiuza explica que os filmes selecionados “representam não só uma memória da cinematografia nacional, mas um momento importante da história do país, pois o cinema, com sua força simbólica e imagética, ajudou a inventar uma...

Clássicos do Rock executados ao Piano no Teatro Alberto Maranhão

08/09/2023|

Natal recebe a turnê que celebra os dez anos do projeto Rock ao Piano, que une o rock à música erudita, em uma apresentação única com clássicos do estilo, executados em solo de piano, no Teatro Alberto Maranhão, localizado no bairro da Ribeira. Rock ao Piano é um projeto desenvolvido pelo pianista paranaense Bruno Hrabovsky, que já passou por 115 cidades das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste do País, e chegou até a Nova Zelândia, onde foi realizado um show. Agora, faz a estreia na capital potiguar, no dia 15 de setembro. O espetáculo, que costuma atrair um público heterogêneo, entre fãs da música instrumental e do rock de várias idades, traz sucessos como Bohemian Rhapsody, do Queen, e Fade to Black, do Metallica, em um repertório que delicia a plateia durante uma hora e meia. A ideia de construir um show com os clássicos do rock executados ao piano surgiu em 2013 e tomou a forma atual em 2014. Desde então, Bruno Hrabovsky se dedica a apresentações solo pelos palcos mais variados de todo o Brasil. “Estou ansioso para este encontro com a plateia de Natal. Adoro o Nordeste e sempre sou muito bem-recebido na região. Tive a...

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Blog do Sérgio Vilar

Fotografia potiguar no mundo

O poeta, artista visual e fotógrafo potiguar Jean Sartief expõe em um dos mais prestigiados salões de fotografia de rua de Portugal, o Mira Mobile Prize. A mostra é fruto de uma premiação – 21º Prêmio Mira Mobile – que

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Red Dog Pub reabrirá ainda em 2026

Um dos poucos e mais legais pubs de Natal, o Red Dog Pub não ficou pelo caminho do modismo, como tantos espaços que abrem, “bombam” e, pouco depois, passado o período da modinha tipicamente natalense, fecham. O pub fechou no

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