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A pátria não e niinguém

Dos maiores romances da literatura potiguar, livro de François Silvestre ganha 3ª edição

Redação

A loja virtual da Escribas Editora (CLIQUE AQUI) acaba de disponibilizar com exclusividade a 3ª edição de “A Pátria não é Ninguém”, obra marcante do escritor François Silvestre de Alencar. O livro, lançado originalmente em 2003 e apontado por críticos e leitores como um dos melhores romances potiguares, estava esgotado havia vários anos. A obra retorna ao público leitor em uma edição cuidada, reafirmando o compromisso da Escribas com o resgate de grandes livros que marcaram a literatura norte-rio-grandense. O LIVRO: “A Pátria não é Ninguém” narra a jornada de Paulo Inácio, um jovem que sai do sertão de Pernambuco para mergulhar na resistência estudantil e na clandestinidade durante a Ditadura Militar. Após uma ação desastrada em Recife, o jovem foge para São Paulo a fim de se esconder. A narrativa transita entre a tensão permanente provocada pelo regime autoritário em vigor, a paranoia da fuga constante, experiências brutais de tortura e pela gradual reabilitação social durante a abertura política. O romance se destaca por não ser apenas um relato político, mas uma costura sensível entre o Brasil arcaico das fazendas do Nordeste e a efervescência urbana das metrópoles, questionando, afinal, o verdadeiro significado de “pátria” em tempos de exceção. Chegou a ser apontado pelo crítico Manoel Onofre Júnior como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. Escrito com maestria pelo autor François Silvestre, a história é uma mistura de dois enormes sucessos cinematográficos nacionais recentes, o “Ainda estou aqui” de Walter Salles e “O agente secreto” de Kléber Mendonça Filho, passado na época da Ditadura Militar e compartilhando os cenários de ambos os filmes, Recife e o sudeste brasileiro. Mais sobre o livro, clique AQUI. O AUTOR: O autor, François Silvestre de Alencar, possui uma trajetória que se confunde com a própria história que narra. Nascido no sertão e criado entre Martins, Caicó e Natal, o escritor e advogado viveu intensamente os bastidores da política e da resistência brasileira. Com um domínio refinado da “artesania da palavra”, François utiliza sua vasta experiência como cronista e observador da realidade social para construir uma ficção que, embora fundamentada em fatos, eleva o testemunho histórico ao patamar da alta literatura contemporânea. As vendas de “A Pátria não é Ninguém” terão frete grátis para todo o Brasil, facilitando o acesso de leitores de todo o país a esta obra fundamental. SERVIÇO:  Livro “A Pátria não é Ninguém”, de François Silvestre...

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Filme inspirado na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas circula pelo RN neste FDS

Redação

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó. Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari. Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA. A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano. “Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade.  Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá. “A Música que Nasceu da Terra” foi...

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Dodora Cardoso lança minidocumentário “45 Anos de Missão Musical – Segunda Parada: Natal”

Redação

O lançamento do minidocumentário “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” promete transformar o Complexo Cultural Rampa em um encontro de memória, música e celebração da cultura potiguar. A obra audiovisual revisita a trajetória da cantora potiguar Dodora Cardoso e reafirma sua presença ativa e necessária na cena musical do Rio Grande do Norte. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, às 17h30, o filme apresenta diferentes camadas da história da cantora Dodora Cardoso em Natal, cidade onde consolidou sua carreira ao longo de quase cinco décadas de atuação artística. O documentário reúne depoimentos de músicos, artistas, familiares e parceiros de caminhada que ajudam a construir um retrato afetivo e potente da cantora. “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” é o segundo filme da série documental dedicada à artista. O primeiro, “#45anosdemissãomusical – Primeira Parada: Caicó”, lançado em 2021 com apoio do Sebrae, abordou a relação de Dodora com Caicó, cidade fundamental em sua formação artística e pessoal. Agora, o novo capítulo volta o olhar para a chegada da cantora à capital potiguar, sua permanência na cidade e sua consolidação como uma das vozes mais importantes da música do estado. O projeto foi aprovado em edital em 2023, com patrocínio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Prefeitura do Natal e do Ministério da Cultura. As gravações aconteceram ao longo de 2024, enquanto a edição e finalização foram concluídas em 2025. O lançamento público acontece em 2026, em parceria com Nathy Passos, que também integra o documentário com depoimento e se soma à equipe nesta etapa de circulação da obra. Com realização de Dodora Cardoso, produção da MARIABOA Produtora e direção assinada por Rita Machado e Claudia Mariana, o lançamento também simboliza a união de mulheres em torno da preservação da memória cultural potiguar. Dodora, Rita, Claudia e Nathy compartilham não apenas a construção do projeto, mas relações afetivas e profissionais que atravessam diferentes momentos da trajetória da artista. Ao longo do documentário, Dodora é apresentada a partir de relatos que destacam sua contribuição artística, sua presença nos bastidores da produção cultural e sua capacidade de acolher e fortalecer diferentes gerações da música potiguar. Entre os nomes que participam do filme estão Itanildo Medeiros, Jubileu Filho, Dani Cruz, Lula Belmont, Guilherme Cunha, Nathy Passos e Claudia Mariana. Os depoimentos abordam temas como os primeiros encontros musicais de Dodora em Natal, suas parcerias artísticas, sua relação com a comunidade LGBTQIAPN+, sua atuação em projetos sociais e sua importância como referência para...

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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POETA DA SEMANA: Iracema Macedo

23/06/2017|

Iracema Macedo nasceu em Natal, mas atua como professora de Filosofia no Instituto Federal Fluminense. É licenciada em Filosofia pela UFRN e pós-graduada pela Unicamp. Tem participado do cenário poético potiguar desde os 21 anos. Morou em Ouro Preto, Minas Gerais, por seis anos e vive no Rio de Janeiro há dez anos. Publicou os seguintes livros de poemas: Lance de dardos (2000), Invenção de Eurídice (2004), Poemas inéditos e outros escolhidos (2010) e Cidade Submersa (2015), além de sua tese de doutorado: “Nietzsche, Wagner e a época trágica dos gregos” (2006). Iracema Macedo é nossa POETA DA SEMANA: ————— Febre Alta No forno de tua casa quero acender minhas palavras nas dunas que te cercam esconder minhas armas de motocicleta rondas e rondas minha juventude pai dos filhos que não tive pai do meu riso e pranto Saudade de tudo que sou e canto ————— Dezembro Mulher, mulher não vê que eu tô na paz vamos sambar um pouquinho vamos descer comigo solta esse cabelo, põe uma flor pegamos o teleférico e depois o metrô Chama a galera toda todo mundo no liquidificador Vamos sambar na praça São Salvador quem sabe a gente se salva com o samba na...

Tradicionais arraiás de Natal começam esta sexta e vão até julho; veja lista

22/06/2017|

Os arraiás de Natal estão de volta. A Prefeitura do Natal publicou na edição desta quinta-feira do Diário Oficial do Município a relação de arraiás de rua e quadrilhas juninas selecionadas através de Chamada Pública para os festejos juninos do São João de Natal. Os selecionados irão receber apoio financeiro e passam a integrar a programação oficial das celebrações dos festejos juninos em todas as regiões da cidade. Na publicação oficial constam os nomes dos proponentes de cada arraiá e quadrilha, processo e a nota final de classificação após avaliação da comissão instituída pela Secretaria de Cultura de Natal (Secult/Funcarte). Tradicionais arraiás que fazem parte da história cultural da cidade começam a partir desta sexta-feira (23) e vão até o mês de julho em todas as regiões da cidade. Entres os selecionados estão arraiás como do Bairro Nordeste e o Arraiá dos Beijoqueiros; o Arraiá da Imperatriz Alecrinense; Vim pra Ficar; Arraiá de Rua de Claudianor, Arraiá do Arroxonó; Arraiá Sol do Norte; Arraiá da Florestina e tantos outros. Já nas quadrilhas selecionadas estão nomes como as quadrilhas juninas do “Rei do Baião”, “Encanta São João”; “Coração Matuto”; “Sol do Norte”; “Arrocha o Milho”, “Coração Matuto” e muito mais. Cada...

Exposição coletiva reunirá 25 fotógrafos potiguares na Pinacoteca

22/06/2017|

A fotografia potiguar estará em alta no próximo 19 de agosto. Vinte e cinco fotógrafos foram selecionados para compor uma exposição coletiva chamada “Chão Potiguar”, que vai apresentar paisagens do Rio Grande do Norte. Todos os cenários foram fotografados a partir das expedições fotográficas Engenho na Estrada, um projeto da Escola de Fotografia Engenho de Fotos. Ao longo do ano foram realizadas várias expedições fotográficas para capturar as belezas e as tradições do povo potiguar. Para compor essa exposição coletiva Chão Potiguar houve uma convocação através de edital para seleção das fotos e dos fotógrafos. E a data da exposição não foi escolhida à toa. Dia 19 de Agosto é celebrado o Dia Mundial da Fotografia. Todos os trabalhos estarão expostos no Palácio Potengi, onde funciona a Pinacoteca do Estado do RN. FOTÓGRAFOS (AS) SELECIONADOS (AS) 1. Alex Gurgel 2. Antonio Alencar 3. Arima Viana 4. Cristiano Oliveira 5. Daniel Corsino 6. Danielle Granja 7. Delson Cursino 8. Eliane Dias 9. Eliane Monteiro 10. Geísa Barbosa 11. Germana Aguiar 12. Gileide Melo 13. Ivanilson Felix 14. Janilson Dornelas 15. Janisson Gois 16. Lucia Barros 17. Marcelino Champagnat 18. Mardone França 19. Maria Barros 20. Nazareno Felix 21. Neuza Costa 22....

Poetas de vários estados chegam a Natal para evento gratuito

21/06/2017|

O Estado do Rio Grande do Norte pode ser a próxima parada de um projeto único no Brasil de união de poetas de vários estados para discutir a produção contemporânea entre artistas e público. Um país unido pela poesia, pela arte e pelo diálogo. O ‘Estados em Poesia’ é um evento que tem um propósito cultural de gerar intercâmbio artístico com outros poetas do Brasil, afim de movimentar, diversificar e entreter o cenário poético, tendo como holofote principal, a poesia. Simples e complexo assim. E o projeto desembarca por aqui no próximo 22 de julho. Será no Bar do Zé Reeira, ao lado do IFRN Cidade Alta. Um dia inteiro de atividades, com intervenções poéticas, shows, rodas de conversa, muita declamação, venda de livros, zines e muito mais. Tudo gratuito. O evento tem total caráter colaborativo, ou seja, feito na amizade, no intuito de disseminar a arte e a poesia pelo país. Por isso, a organização pede sua colaboração para ajudar nos custos de hospedagem dos poetas, produtores e escritores de outros estados, que vêm por conta própria. Confiram o vídeo promocional do evento em Natal: Para colaborar, basta clicar AQUI. Mais abaixo segue a lista de poetas, músicos e...

CURTINHAS: Sandoval Wanderley patrimônio imaterial, arraiás, agenda cultural…

21/06/2017|

SANDOVAL WANDERLEY IMATERIAL Por unanimidade, a Câmara Municipal de Natal deu parecer favorável na sessão ordinária desta terça-feira (20) ao Projeto de Lei encaminhado pelo vereador Fernando Lucena, que declara Patrimônio Cultural Imaterial da Cidade de Natal o Teatro Municipal Sandoval Wanderley. Faz algumas semanas defendi a derrubada do teatro em prol de um novo no bairro da Ribeira. Li mais algumas postagens a respeito e confesso ter uma opinião, agora, indecisa. Ainda quero colocar um post com prós e contras. Talvez seja melhor. ARRAIÁ ZONAS LESTE E SUL Nesta sexta e sábado tem São João com o tradicional “Arraiá da Zona Leste”, que reúne moradores do bairro e também de Santos Reis e Brasília Teimosa. Os festejos acontecem na rua Pereira Simões (Vila Ferroviária), com shows de CPI do Forró, Panka de Bacana, banda Performance, Os Forrozeiros e Zé Hilton do Acordeon. Começa às 19h e tem também apresentações de quadrilhas juninas, feira de comida típica e artesanato. Já na Vila de Ponta Negra, dia 28 de junho, tem o “Arraiá Entre Rendas e Peixes” (próximo ao Cruzeiro), com apresentações de artistas residentes no território criativo da Vila de Ponta Negra, comida típica produzida por gastrônomos residentes e artesanato....

Artista usa descartáveis para fazer arte por colagens; exposição está aberta ao público

21/06/2017|

A exposição SOBRE-COLAGEM, do artista plástico Isaías Ribeiro, está em cartaz até o próximo dia 30 de junho, na Galeria ConvivArt, do Núcleo de Arte e Cultura da UFRN, Centro de Convivência do Campus Universitário. O horário de visitação é das 9h às 17h, de segunda à sexta-feira. A exposição é formada por 19 trabalhos onde Isaías Ribeiro utiliza a técnica da colagem para compor um painel de linguagens diversas, memórias, provocações, sensações, compondo um universo próprio e instigante de imagens fragmentadas. Abaixo, texto do curador da exposição Jaime Biela sobre a obra de Isaías Ribeiro. Mas antes, uma curiosidade sobre Jaime Biela. Este blogueiro, aos 19 anos, aprovado no vestibular para o curso de Filosofia e já na primeira aula o professor aplica uma questão valendo ponto. Era Jaime Biela. Não bastasse a surpresa, olhem a pergunta: “O que é, quando é, já não é?”. O que vocês responderiam? (rs). Pane geral aos jovens aprendizes. Já no fim do curso, a prova também veio com uma única questão, desta vez mais simples: “O que é filosofia?”, no que Jaime Biela explica ter o mesmo significado da pergunta do primeiro dia de aula. SOBRE-COLAGEM Ad Parnassum. Rádica. Rostos. Censura. Círculos....

Samba e poesia nesta Quinta Cultural com Laryssa Costa, Michelle Ferret e Marina Rabelo

20/06/2017|

Uma mistura de ritmos é o que define o show “Uma Casa Brasileira” da cantora Laryssa Costa, que será realizado no próximo 22 de junho, na 3ª edição da Quinta Cultural – projeto patrocinado pelo Sindicato dos Bancários, sediado na avenida Deodoro, 419, Petrópolis. A partir das 18h30 e com acesso gratuito. A artista potiguar explora a diversidade e a riqueza dos gêneros que compõem o cancioneiro tradicional do Brasil, como modinha, samba, e chorinho. No show, ela também promete apresentar músicas autorais, além de um repertório popular aproveitando o período junino com ritmos tipicamente nordestinos, como xote, xaxado e baião. “Fiquei muito feliz com o convite, pois acredito que o evento tem esse apelo mais artístico e cultural, em que se busca a valorização da música brasileira e a vivência desses ritmos que não costumam tocar nas rádios. Quem não conhece vai conhecer, e quem conhece vai relembrar das canções mais populares do Brasil”, promete a cantora. POESIA A poesia de Marina Rabelo e Michelle Ferret também marcará o evento. A parceria entre as duas começou em meio a construção de textos de dramaturgia junto ao escritor Thiago Medeiros, uma das atrações da edição de maio. A afinidade com...

EXTRA! Potiguar vence Prêmio Sesc de Literatura 2017

20/06/2017|

Mais um potiguar é destaque na literatura nacional. Depois do natalense Estevão Azevedo vencer o Prêmio São Paulo de Literatura 2015, outra premiação das mais importantes do país tem como ganhador outro potiguar desconhecido em sua terra. José Almeida Junior venceu o Prêmio Sesc de Literatura 2017 na categoria Romance, com o livro ‘Última Hora’. Ele concorreu com outros 980 romances inéditos inscritos por autores ainda não publicados. O escritor terá sua obra publicada pela editora Record, com tiragem inicial de dois mil exemplares. O potiguar tem apenas 34 anos e é natural de Mossoró. Reside em Brasília há 10 anos, onde exerce o cargo de Defensor Público do Distrito Federal. Talvez por isso seu nome seja desconhecido por aqui, na terrinha de literatura ainda carente de bons romances. O romance é uma narrativa histórica, que retrata o jornal fundado por Samuel Wainer, sob o ponto de vista de um repórter ficcional torturado no Estado Novo. A avaliação ficou por conta de uma comissão especializada formada pelos escritores e críticos literários Andrea del Fuego, Luis Rufatto, Sidney Rocha e Ronaldo Correa de Brito. Melhor livro de contos Ativista ambiental e empreendedor social, João Meirelles Filho, 57 anos, é o ganhador...

A imprensa crítica(da) nas artes visuais potiguares

20/06/2017|

Quando faltam conselhos dos pais à educação dos filhos a lacuna aberta pode ser preenchida por bons ou maus exemplos. Escola, amigos da rua, filmes e demais formas de entretenimento ganham força na formação da criança ou adolescente. É o risco pago pela ausência. É mais ou menos esse o vazio vivido por uma manifestação artística mergulhada numa cena na qual falta crítica cultural, a exemplo do silêncio decano da imprensa potiguar nesta seara. O artista perde uma possível referência abalizada para seu trabalho e o resultado, tais quais as influências educacionais do filho por outros, pode ser maléfica. Claro, a metáfora é superficial. Há muito em jogo e as regras são quase sempre inválidas quando o assunto é produção artística. O relativismo, a essência e o talento espontâneo falam mais alto que qualquer opinião. Ora, na arte há sempre um significativo percentual de incompreensão alheia. A história comprova isso. Quantos artistas hoje considerados cults foram amaldiçoados pela crítica? ‘Admirável mundo novo’ de Aldous Huxley foi massacrado por críticos e hoje é cultuado entre clássicos literários. J. D. Salinger, Charles Bukowski e até ‘Moby Dick’, de Herman Melville são outros de tantos exemplos reconhecidos quase um século depois. Então, a...

Mais três décadas com Drummond

19/06/2017|

por Riceli Chacon No final das contas, ele não sabia que a sua história era mais bonita que a de Robinson Crusoé. Às vésperas do aniversário de 30 anos da sua morte, o mineiro Carlos Drummond de Andrade continua tão presente na vida dos brasileiros quanto a nossa própria língua. Com “apenas duas mãos e o sentimento do mundo”, escreveu e traduziu dezenas de obras importantíssimas para a literatura brasileira e mundial. O poeta gauche nasceu e morreu sobre a proteção de um anjo torto. Um dos filhos de seu Carlos e de dona Julieta, proprietários rurais em Itabira. Desde cedo escreveu poesia para o povo mesmo, nada muito elitista. Por insistência da família é que formou-se em farmácia apenas para ter o diploma e nunca entrar numa botica para trabalhar. Um dos pais do verso livre moderno, Drummond foi uma pedra no caminho de muitos artistas modernistas brasileiros. E atire a primeira pedra quem nunca ouviu “E agora, José? A festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou, e agora, José?”. Trinta anos depois, já somamos mais de 50 obras entre suas prosas e poesias. O tempo passou, o mundo mudou e até a quadrilha acabou;...

Programação junina na Cidade da Criança começa nesta quinta

19/06/2017|

A tradição dos festejos juninos e da cultura popular nordestina será resgatada para a criançada potiguar entre esta quinta-feira e domingo, a partir das 15h, na Cidade da Criança, com o Arraiá da Meninada, festividade com programação cultural direcionada ao público infantil. O festejo retorna ao público natalense após o sucesso da primeira edição em 2016 que atraiu um público estimado em cerca de seis mil pessoas. Promovido pelo Governo do Estado, através da Fundação José Augusto (FJA) e da Secretaria de Trabalho, Habitação e Assistência Social (Sethas), o evento busca resgatar e transmitir o espírito dos festejos juninos para as novas gerações. A celebração representa também um encontro com a identidade cultural regional através do artesanato, das brincadeiras, das quadrilhas, das práticas religiosas e da culinária. Além da transmissão de costumes, saberes, fazeres, danças folclóricas, a festa propicia o intercâmbio artístico, gerando a inclusão de vivências e necessidades socioeducativas e culturais. Atrações Quadrilhas juninas, brincadeiras, pratos típicos, artesanato, ações educativas e apresentações musicais integram a programação do evento que terá início ás 15h durante quatro tardes. O “Arraiá da Meninada” utilizará os principais espaços artísticos, lúdicos religiosos e educativos que integram a Cidade da Criança, como a biblioteca, anfiteatro,...

Livro traz contos sobre cotidiano de um menino travesso do interior

19/06/2017|

 “Histórias de menino” será lançado nesta quinta e traz contos da infância do autor Mardone França, mas é também a alma de todo menino moleque “Uma das brincadeiras preferidas da meninada era esperar as chuvas para fazer açude barrando as corredeiras das águas que desciam velozes nas ruas de terra. Ficávamos todos, à tardinha, de olho no horizonte, onde se descortinava altaneira a Serra da Meruoca.” É com trechos assim, mesclando cenários urbano e rural e com meninos como personagens, que o professor e estatístico Mardone França troca os números pelas letras e constrói um conjunto de lembranças da infância e adolescência em Palma nos contos reunidos em “Histórias de menino”. Mardone França é professor aposentado da UFRN e vive em Natal há 40 anos. Palma fica no Ceará, no belo vale do Coreaú. Mas, é, também, toda cidade onde viveu, criou-se, fez travessuras e aventuras, conheceu o amor e os tropeços da vida quem nasceu em algum lugar do interior do Nordeste. Porque as histórias que Mardone narra pertencem a um lugar universal na alma de todo menino, se ele jogou bola na rua, roubou goiabas, tomou banho de rio, fez molecagens durante a missa ou atanazou a vida...

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