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ruben g nunes

Ruben G Nunes: 36 anos de um livro inovador

O sociólogo, literato e professor Antonio Candido afirmou no seu livro “Literatura e Sociedade”: “Se não existe literatura paulista, gaúcha ou pernambucana, há sem dúvida uma literatura brasileira manifestando-se de

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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Filarmônica UFRN reúne obras de Turina, Guerra-Peixe e Manuel de Falla em Natal neste sábado

Redação

A Filarmônica UFRN convida o público para o concerto “Candeias”, que será apresentado no próximo sábado, 9 de maio, em duas sessões, às 18h e às 20h, no Auditório Onofre Lopes, em Natal. Sob a regência do maestro André Muniz, a apresentação reúne um programa que articula referências da tradição musical ibérica com desdobramentos na música de concerto brasileira. Ingressos disponíveis pelo Sympla na quarta-feira, 06 de maio, às 8h sympla.com.br/evento/concerto-candeias-filarmonica-ufrn/3410896?referrer=www.google.com e no local, no dia do evento, com distribuição 1h antes de cada sessão.  Mais do que uma sucessão de obras, o concerto se configura como um percurso sensível de escuta, no qual memória, identidade e transformação dialogam de forma contínua. A proposta evidencia como as heranças musicais atravessam culturas e se reinventam, criando uma experiência que conecta o público tanto no plano cultural quanto no sensorial. A noite contará com a participação do violinista Rucker Bezerra como solista convidado. Reconhecido por sua expressividade e apuro interpretativo, o músico conduz o público por uma narrativa musical que valoriza nuances tímbricas e intensidade emocional. O repertório reflete diferentes formas de apropriação e reinvenção desse universo sonoro. A suíte Danzas fantásticas, de Joaquín Turina, abre o programa com uma escrita orquestral vibrante, marcada por ritmos incisivos e cores tipicamente espanholas. Em seguida, o Concertino para violino, de César Guerra-Peixe, desloca essa matriz estética para o contexto brasileiro, incorporando elementos populares a uma linguagem de concerto refinada. Encerrando a noite, El amor brujo, de Manuel de Falla, tensiona tradição e modernidade ao evocar o imaginário flamenco e a cultura andaluza. Mais do que evidenciar afinidades estéticas, “Candeias” organiza uma experiência de escuta pautada pelo reconhecimento e pela transformação. Gestos musicais recorrentes, como padrões rítmicos, inflexões melódicas e texturas sonoras, despertam no ouvinte uma sensação de familiaridade, mesmo diante do inédito. É nesse entrelaçamento entre herança histórica e memória afetiva que o concerto se estrutura, convidando o público a uma imersão que transita entre o campo cultural e o sensorial. As apresentações acontecem no Auditório Onofre Lopes, espaço vinculado à Escola de Música da UFRN, que vem se consolidando como um dos principais polos de difusão da música de concerto no Rio Grande do Norte. A Temporada 2026 é realizada pela Filarmônica UFRN, EMUFRN, UFRN e PROEX, com patrocínio da Caixa Assistencial Universitária do RN (CAURN) e do Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Norte (MPT/RN), produção da Da Capo Produções...

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Vozes Femininas: projeto une arte, cultura e memória para homenagear mulheres potiguares

Redação

Valorizar e dar visibilidade às contribuições históricas e contemporâneas das mulheres do Rio Grande do Norte, destacando trajetórias que marcaram a cultura, a política, a educação e a vida social do estado. Esse é o objetivo do projeto Vozes Femininas, que será lançado na próxima terça-feira (5), no Hotel Senac Barreira Roxa, às 8h30, com a presença de autoridades e parceiros do projeto. Na ocasião, serão apresentados editais voltados às áreas de gastronomia, moda e artesanato, desenvolvidos em parceria com o Sebrae/RN, além do primeiro encontro do Ciclo de Palestras “Caminhos de Coragem”, com a participação de Márcia Maia e Magnólia Figueiredo, entre outras pioneiras da atualidade. As ações marcam o início de uma agenda que se estende ao longo de todo o mês de maio e compreende atividades culturais e formativas em diferentes espaços. O projeto conecta passado, presente e futuro por meio de iniciativas que envolvem artes visuais, música, moda, artesanato e gastronomia, além de palestras, rodas de conversa, oficinas e apresentações artísticas. A ideia, segundo Ana Maria Costa, é preservar memórias, reconhecer legados invisibilizados e inspirar novas gerações a partir de histórias de pioneirismo, coragem e transformação social. “Dar voz às mulheres do RN é honrar histórias silenciadas e acender futuros possíveis. Que cada mulher se reconheça nessa luta, se aproprie desse espaço e transforme sua voz em coragem, presença e legado”, diz Ana Maria Costa. Além dela, o Vozes Femininas é idealizado e realizado por Ana Guedes e Tatiane Fernandes, que assinam a concepção e coordenação do projeto.  A programação inclui a instalação “Legados de Coragem do RN – Vozes Femininas”, que vai destacar em informações e imagens a essência do legado de 12 mulheres potiguares pioneiras em diferentes áreas, como educação, literatura, política, cidadania, cultura e resistência indígena. A instalação de lançamento ficará em cartaz de 15 maio a 15 junho, no mall do Natal Shopping, com visitação gratuita. E depois seguirá para novos espaços, em Natal e nas cidades onde as homenageadas nasceram. A agenda também contempla outros dois encontros do ciclo de palestras, com debates sobre o legado feminino no estado em temas como artes, gestão pública, ancestralidade, pioneirismo, diversidade e empreendedorismo. Os encontros serão realizados em Natal e Mossoró, sendo uma edição voltada a mulheres empreendedoras, pioneiras nos mais diversos segmentos. No campo da formação, o projeto vai realizar um circuito de rodas de conversa com estudantes de escolas públicas potiguares, em...

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Chico César fará em Natal show de lançamento de seu novo disco, “FOFO”

Redação

Apresentação será dia 8 de maio, 21h, no Teatro Riachuelo. Décimo primeiro álbum da carreira do artista traz canções nunca gravadas, compostas em sua juventude Após dez trabalhos autorais, “FOFO” é o primeiro disco em que o cantor e compositor Chico César volta ao tempo de sua juventude, dando voz a composições escritas em sua passagem pela banda Jaguaribe Carne, quando morou em João Pessoa, e também na chegada a São Paulo. O show, com Chico e seu violão em cena, será dia 8 de maio no Teatro Riachuelo. Com seu 11º álbum gravado em estúdio, o músico celebra um marco pessoal e artístico que sintetiza vivências, conquistas e redescobertas. Nunca gravadas, todas as 16 faixas do projeto – letra e música – são assinadas por ele. Exceto três: uma parceria com Pedro Osmar, outra com Paulo Ró (integrantes do Jaguaribe Carne). A terceira é em parceria com a escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie. Do livro dela Americanah, Chico tirou o mote da canção que dá título a seu disco: “Eu não quero ser fofo, eu quero ser a porra do amor de sua vida”. O disco “FOFO”, ainda sem data de lançamento, chega em formato voz e violão, assim como foi gravado “Aos Vivos” (1995), álbum que marcou a estreia de Chico César na música brasileira e o consolidou como um dos grandes nomes da música nacional e internacional, levando suas composições para palcos de diferentes partes do mundo. A sonoridade do álbum é densa, marcada pelo experimentalismo e uma certa angústia típica da juventude em meio ao ambiente político e existencial da época Sabendo disso, “FOFO” termina por ser uma reverência do artista, agora em sua maturidade, ao jovem e inquieto Chico César. É um convite para seu público conhecer suas origens nessa viagem musical com ele. Chico César Chico César é um dos nomes mais inventivos e multifacetados da música brasileira. Cantor, compositor, escritor e jornalista, ele desafia rótulos e convenções, criando uma obra singular que mistura ritmos regionais, poesia afiada e uma visão de mundo profundamente humanista. Emergiu no cenário musical brasileiro nos anos 1990, trazendo uma sonoridade fresca e uma abordagem lírica que trazia humor, crítica social e uma profunda sensibilidade poética. Seu álbum de estreia, “Aos Vivos” (1995), já anunciava sua originalidade, com canções como “Mama África” e “À Primeira Vista”, que se tornaram hinos de resistência e celebração da diversidade cultural. Sua música...

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startups

31/07/2018|

Com inscrições gratuitas para últimas vagas, o evento “A nova economia e o ecossistema de startups” será realizado hoje (31), a partir das 18h30, no Instituto Metrópole Digital, com o objetivo de reunir todo o ecossistema de inovação do estado do Rio Grande do Norte. O encontro é promovido pela ESIG Software e Consultoria em TI, empresa brasileira especializada na construção e implantação de sistemas de gestão, em parceria com a StartSe e a Great Place do Work (GPTW). “Vivemos uma época de grandes transformações. Cerca de 60% das profissões poderão ser substituídas pela automação. Logo, estar por dentro da nova economia é essencial”, explica o diretor presidente da ESIG, Gleydson Lima. O evento também marca o lançamento da StartSe no Rio Grande do Norte, com a presença do Igor Drews, head de Parceiros da empresa e agente ativo do ecossistema de startups. Igor atua como mentor e investidor e irá ministrar a palestra principal da noite “A nova economia e o ecossistema de startups”. A StartSe é uma organização que promove o ecossistema de inovação e empreendedorismo no segmento em que atua, no Brasil e no mundo. OPORTUNIDADES EM PORTUGAL Dentro da programação do evento, haverá a palestra sobre...

good game convention

30/07/2018|

Após o sucesso da Campus Party, Natal será palco da Good Game Convention (GGCON), evento focado em jogos digitais e tecnologia. Criado pelos produtores potiguares Rodrigo Machado, da Spotted Fest, e Jomardo Jomas, do festival Mada, o evento contará com diversas áreas que vão desde palcos para campeonatos, palestras, áreas de freeplay e realidade virtual à presença de Youtubers e influenciadores digitais. “Natal tem um público incrível para este tipo de evento e merece uma experiência como a GGCON. Estamos trazendo uma proposta madura e bem formulada para fazer desde o novato em games ao veterano saírem de casa”, explica Rodrigo Machado, um dos organizados do evento. A GGCON acontecerá nos dias 8 e 9 de setembro. Serão 24 horas de conteúdo divididas em dois dias. Entre os destaques da programação estão os campeonatos de jogos como League of Legends, Counter-Strike, concursos de Cosplayers e a presença de grandes nomes do atual cenário do mundo digital, além de palestras (em um palco de 360º) sobre desenvolvimento de jogos, mercado, redes sociais e programação computacional para quem quer aprender e conhecer o mercado de games. Quem gosta de PCs, consoles e de experimentar novos jogos, a GGCON apresentará áreas de Freeplay,...

Coletivo Independente Dependente de Artistas

30/07/2018|

O Cena Independente abre o espaço do IFRN – Campus Cidade Alta para uma discussão sobre como produzir eventos, roteiros de viagens e agenciamentos de forma autônoma, fora dos padrões habituais. O evento acontece nesta quinta-feira, das 15h às 18h, com acesso livre. O Cena Independente é produzido com a finalidade de formar e capacitar os alunos e comunidade externa através de oficinas e palestras voltadas para as áreas de Eventos, Turismo e Fotografia. A intenção é integrar a comunidade externa e os alunos dos cursos Técnicos Subsequentes de Guia de Turismo e Eventos às atividades realizadas no campus. Além das palestras e oficinas, o Coletivo Independente Dependente de Artistas (Cida) fará uma intervenção artística. O Cida carrega para si e apropria-se do conceito “Corpos Diferenciados”, lidando com a obra de arte partir das singularidades de cada indivíduo, a partir das múltiplas formas de existência, das identidades e das diferenças. A necessidade de autonomia é um dos fatores mais presentes na vida dos artistas independentes – e mais fortemente nos tempos atuais de repressão, é também o fator que mais colaborou para a criação do CIDA, incentivando que artistas com necessidade de serem ouvidos, sem espaço para criação e com...

Dara, dora e as estrelas

30/07/2018|

Numa cidade em que a violência é crescente precisamos reverberar ações que trabalhem para diminuir o medo e potencializar o amor nas mais diferentes vertentes. Pensando nisto, a Rede EuSouDoAmor, em parceria com a CJA Edições, vai comemorar hoje, dia 30 de julho, o Dia Internacional da Amizade, no Teatro de Cultura Popular Chico Daniel (TCP). A partir das 19 horas a festa será embalada por músicas que, em diferentes épocas, marcaram a infância de milhares de brasileiros e todos poderão cantar, dançar e participar do lançamento do livro infantojuvenil “Dora, Dara e as estrelas”, escrito a quatro mãos por Glacia Marillac e Milena Azevedo, com capa assinada por Jackie Monteiro e prefácio da doutora Dalva Azevedo. “Dara, Dora e as estrelas é um tributo à amizade. Logo nas primeiras páginas temos de tomar decisões, nos posicionarmos. Independentemente da escolha feita, a leitura deste livro nos instiga a refletir sobre muitas questões, entre elas, as diversas formas de ser e de agir em favor do bem comum”, comenta Milena Azevedo. No decorrer do texto, as autoras não poupa os leitores. São provocativas. Armam situações que forçam o leitor a fazer escolhas e os envolvem em dilemas comuns a todos. Também...

Evento reúne melhores fotógrafos do país em Natal

29/07/2018|

O Eye N’ Art Experience é o maior evento de fotografia do Norte e Nordeste. Estão reunidos alguns os maiores fotógrafos do Brasil somado à expertise de dezenas de empresas e apoiadores para concretizar o evento que oferece a melhor experiência de imersão no aprendizado de novas técnicas e conteúdo de fotografia do país. Temas como pós-venda, pós-produção, newborn e outros serão amplamente discutidos por especialistas e autoridades na área. Participar do Eye N’ Art Experience é estar junto de pessoas que tem a mesma energia de fotografar, inovar, aprender e fazer muito networking! O Eye N’ Art Experience vai trazer também uma feira completa com expositores de todo o país. Uma feira onde produtos, serviços, soluções, e informativos serão distribuídos e apresentados a mais de 500 pessoas que tem um interesse em comum: fotografia e vídeo. Imagina só você ter acesso, bem de pertinho, aos maiores fotógrafos do Brasil e do mundo? SERVIÇO O Eye N’ Art Experience | Congresso de Fotografia Data | 01 e 02 de Agosto Local | Vila do Mar (Vila Hall), Via Costeira Último lote | R$ 450 Parceria | Descontos de 50% para Alunos do Engenho de Fotos. Durante a inscrição, use o...

Guaraci Gabriel

27/07/2018|

Do barreiro da Lagoa do Feijão das paneleiras; dos embrulhos das barras de sabão, quando começou a fazer arte, a ouro da Sociedade Acadêmica de Artes, Ciências e Letras de Paris: Guaraci Gabriel. A arte de Guaraci Gabriel é como a ypajussara, a palmeira que dá nome ao bairro Pajuçara em que mora: alta, vistosa. De longe pode ser observada. O resultado de seu trabalho é misterioso como a copa da pajuçara, instigante, místico, mágico: requer contemplação demorada e análises mais acuradas para a tentativa de discerni-la, decifrá-la. Ele gosta de grandiosidades. Tem suas excentricidades. Busca recordes. Ele é Guiness. Tudo começou para ele na Lagoa do Feijão, município de São Pedro do Potengi, Rio Grande do Norte, onde nasceu. Seu pai, Júlio Gabriel Campos, tinha ali um pedaço de fazenda herdada, com vacaria, plantações e criações de subsistência. Era casado com dona Iraci de Souza Campos e tinham nove filhos. Um deles, nascido a 16 de julho de 1961, recebeu o nome Guaraci Gabriel Campos. Na Lagoa do Feijão havia um barreiro. Dona Iraci, nas horas em que não estava dando conta da casa e cuidando dos meninos, moldava taças em argila. – Era mamãe acocorada, moldando suas taças,...

festival dosol - aquecimento

27/07/2018|

A sede e as datas principais do Festival Dosol são em Natal, mas isso não limita as ações da atividade Brasil afora. O Dosol vai passear pelo Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste nos meses de agosto e setembro. Serão shows, ações de divulgação e workshops promovidos pelo festival em Natal, Brasília e São Paulo. “Essa não é a primeira vez que exportamos as ações do Festival Dosol, já tivemos etapas na Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Ceará e São Paulo em outras edições. É sempre muito bom ser recebido nas cidades com parte da nossa programação, mostra um pouco da força e relevância do festival fora de casa”, diz Ana Morena, organizadora do festival. A etapa de Brasília acontece no Shopping Pier21 (parceiro da atividade) com apoio do Buca Brasília e Iduna. Serão dois dias de atividade com workshop sobre gestão de carreiras artística e produção cultural. Além da parte didática, a ação ainda recebe shows do O Tarot (DF), OPS (DF), Saci Were (DF), Augusta (DF) e Rodrigo Alarcon (SP). Todas as atividades são gratuitas. Dosol em Sampa Em São Paulo o Festival Dosol se espalha por vários espaços culturais da cidade como Itaú Cultural, Casa Natura e Casa do...

carmem pradella e levi ribeiro

27/07/2018|

O projeto Cultura na Praça tem como foco principal a valorização da cultura e dos artistas potiguares, e apresenta todos os domingos uma programação especial para que os potiguares e turistas que visitam a cidade possam curtir com suas famílias. As apresentações acontecem dentro da programação do Domingo na Arena, que ocorre todos os domingos, na praça externa da Arena das Dunas, a partir das 15h, com acesso gratuito. Neste domingo (29) as atrações serão o projeto acústico infantil com Carmem Pradella e Levi Ribeiro e a banda MobyDick com o show “Clássicos do Rock”. O projeto Cultura na Praça tem realização da Cultura de Valor e patrocínio da Prefeitura do Natal, Programa Djalma Maranhão e Arena das Dunas. Acústico Infantil com Carmem Pradella e Levi Ribeiro Carmem Pradella & Levi Ribeiro trazem o show Projeto acústico musical infantil. O show é especialmente voltado para pais e filhos. No repertório clássicos infantis dos anos 80/ 90 de grupos como Trem da Alegria, Balão mágico, Xuxa, e músicas que são releituras de grupos mais atuais como Patati Patatá, alguns temas de desenhos infantis, e músicas de pré-escola. Sobre a banda MobyDick A banda MobyDick surgiu através da inspiração no clássico literário...

3º Salão Dorian Gray trará 200 obras de 90 artistas potiguares próxima semana

26/07/2018|

Um panorama atual com as mais diversas linguagens visuais, coletadas através de edital, realizado pela Sociedade Amigos da Pinacoteca (SAP), será exibido no III Salão Dorian Gray de Arte Potiguar 2018 – Novas Linguagens. A exposição será aberta na próxima quarta-feira, dia 1º de agosto, no Museu Café Filho (Rua da Conceição, Cidade Alta, Natal) a partir das 18h30 para visitação do público até 15 de setembro, de terça a sábado, horário comercial. Trabalhos de sete categorias de produção artística serão exibidos: fotografia de arte, escultura, vídeo arte, instalação, pintura , grafite, desenho e projeto de design. Cem artistas foram selecionados para apresentação de cerca de 200 obras para a exposição. Saiba tudo sobre o 3º Salão Dorian Gray clicando AQUI. A partir de 20 de setembro a mostra coletiva será integralmente levada para Mossoró, que prossegue até o dia 20 de novembro de 2018, ambas com entrada franca ao público. ARTISTAS PARTICIPANTES DO 3º SALÃO DORIAN GRAY Adálida Suassuna Afredo Neves Airton Bruno – Creaty Alex Gurgel Analice Uchoa Andreza Lanuza Andruchaque Ângela Almeida Antônio Carlos – SirPipa Arlete Silva Augusto B. M. Carlos Antônio – Careca Catarina Calungueira Clara Felix Clarissa Torres Cláudia Borges Claudia Girão Coletivo Aboio...

banda Uma Sra. Limonada

26/07/2018|

Neste sábado acontece a segunda edição do Caju Rock. Idealizado pela banda Cajuína Rock Blues, desta vez o evento apresenta mais três bandas do rock/pop potiguar, com o intuito de agitar o cenário em uma grande noite. Além da Cajuína, banda novíssima do Rock RN, a banda Uma Sra. Limonada (FOTO) também fará sua apresentação, além de exibir seu primeiro videoclipe, para a música “Sinto Muito”. Completam o line-up Luan Bates e Modelo 13, esta última fazendo o show de lançamento de seu primeiro EP, “Perfeita Ilusão”, lançado no último mês de maio. O Caju Rock acontece no Alchemist, localizado na Rua Chile, Ribeira, a partir das 19h. O bar oferece suas conhecidas promoções de bebidas, e a entrada é diferenciada: R$ 8 para quem chegar até às 20h, e R$ 10 para quem chegar após esse horário. SERVIÇO O QUÊ: Caju Rock, 2ª Edição – com Cajuína Rock Blues, Uma Sra. Limonada, Modelo 13 e Luan Bates. QUANDO: 28/07/2018 (sábado) QUANTO: R$ 8-10 ONDE: Alchemist Music Bar – Rua Chile, Ribeira. Evento no Facebook: AQUI. FOTO: Well Ferreira

Especialistas discutirão religiões afro-brasileiras em Natal

26/07/2018|

A segunda edição do Seminário Internacional Patrimônio e Religiões Afro-brasileiras acontecerá em Natal entre os dias 13 e 15 de agosto no Centro de Ciências, Letras e Artes da UFRN (CCHLA). O evento é promovido pelo Programa de Pós Graduação em Antropologia Social, realizado pelo Grupo de Pesquisa Culturas Populares da Universidade. O seminário vai reunir em Natal pesquisadores internacionais e nacionais. Eles irão discutir o assunto com pesquisadores da UFRN, Mestres da Comunidade dos Terreiros e gestores públicos do Rio Grande do Norte. RELIGIÕES AFRO-BRASILEIRAS Stafania Capone fará a conferência de abertura com o tema “Religiões de matriz africana, patrimônio e luta à intolerância”. A pesquisadora é uma das fundadoras do Centre d’Etudes sur les Sciences Sociales du Religieux, de Paris/FR. Seus livros foram traduzidos em vários idiomas, com destaque para ‘A busca da Africa no candomblé’, publicado na França em 1999. Após a conferência será exibido o filme “Nosso Sarado”, direção de Fernando Soisa, Gabriel Barbosa e Jorge Santana. O IPHAN vai ser representado por Maria Paula Fernandes Adinofi, antropóloga da instituição. Sua atual pesquisa de doutorado na Vrije Universiteit Amsterdam enfoca os processos de patrimonialização da religião e cultura afro-brasileira em dois estados do Brasil, onde a...

E ai, o rock morreu ou vagueia como zumbi?

26/07/2018|

Neste mês, as celebrações do Dia Mundial do Rock reacenderam uma discussão travada nas últimas décadas: o rock morreu? Aproveitando a data de hoje, dos 75 aninhos do ainda jovem Mick Jagger, vamos discutir o assunto? Entusiastas do gênero responsável pela moldura cultural do Ocidente entre as décadas de 1960 e 1990 (aqui no Brasil, até fins da década de 80, penso) acreditam que sim, que o rock bateu as botas. O argumento contrário provém, sobretudo, dos atuais rockers. Mergulhados na cena musical atual de streamings, festivais independentes e divulgação virtual, eles assistem de perto a cena e defendem a qualidade do som atual. Mas a discussão vai além. Não é qualidade. Ou não só isso. É comportamento. É influência. É representatividade. E isso o rock perdeu faz décadas. Minha opinião é que o rock sobrevivia em coma já no início dos anos 90. Fumou um último trago com o Guns e sucumbiu junto com a morte de Kurt Cobain. Ou deu lá seu último suspiro com Amy. E a morte de figuras icônicas já influenciou notoriamente a queda de outros gêneros musicais menos sortidos de ídolos e referências, como Frank Sinatra no jazz. Mas, claro, não seria o fim...

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