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[POEMETO] Ainda…

Poemeto da Burakera #15 sonhos quebrando além de mim mesmo arrastando torrentes de saudades buscando o voo de luas   caminho comigo e te ouço teus passos me seguem tua

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Constança: a nordestinidade plural da Cia. Pão Doce

Provocados pelo Núcleo de Artes Cênicas do Itaú Cultural (SP), artistas nordestinos criaram cenas de até 15 minutos baseadas em questões contemporâneas, estimulados pela temática “Encruzilhada Nordeste(s): (contra)narrativas poéticas”, que

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Fragmentos de um diário íntimo

Festa da padroeira de Martins Num ano desses, antes da pandemia, fui rever a festa da padroeira de Martins, evento memorável na crônica da cidade. Atendendo a um apelo telúrico,

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Ponto aleatório da Bulgária

Preciso viajar. Viajar é se encaminhar ao mais tolerável dos lugares, aquele aonde não estamos ainda. Ontem, por frustração, defenestrei o boneco do Google Street View num ponto arbitrário do

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Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

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Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

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Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

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Curta-metragem filmado em Caicó e com Quitéria Kelly no elenco, é exibido em Portugal e EUA

Redação

O curta-metragem Ressonância, que tem Soia Lira como protagonista e Quitéria Kelly no elenco, foi filmado em Caicó e teve sua estreia em agosto de 2025 na 36ª edição do Kinoforum – Festival Internacional de Curtas de São Paulo, tendo circulado por diversos festivais de cinema nacionais e internacionais. De 22 a 25 de abril, o filme é um dos poucos brasileiros no 9º Porto Femme (Portugal) e no 42º Festival de Cinema Latino de Chicago (EUA); e terá ainda exibição no 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, que acontece no berço da Paraíba. Escrito e dirigido pela norte-rio-grandense Anna Zêpa, inspirado por um sonho de sua avó caicoense, o filme é uma ficção e traz como personagem principal Margarida (Soia Lira). Ela passa por um conflito com o seu entorno familiar, que insiste que ela deve parar de trabalhar. Isso não faz parte dos seus planos e a narrativa nos apresenta uma mulher forte, decidida e que busca seus movimentos de vida, dando exemplos para sua neta. O curta nos traz ainda aspectos da geografia urbana da região e alguns costumes culinários. Com duração de 20 minutos, a obra também apresenta a atriz Amora Maux em sua primeira participação no audiovisual potiguar no papel de Ana, neta de Margarida, com quem tem uma relação de admiração e espelhamento. Sinopse: O desejo de autonomia ainda ressoa em Margarida e a ideia de ficar presa em uma rotina cotidiana a deixa sufocada. Duração: 20’. Classificação: Livre. Realizado pela Rabo de Olho Filmes em parceria com o Sesc RN, o filme tem a produção local, em Caicó, da Referência Comunicação. A Rabo de Olho Filmes (https://www.instagram.com/rabodeolhofilmes/) é uma produtora fundada em Natal pelos realizadores Anna Zêpa e Carlos Segundo, carregando assim as experiências e histórico de produções dos dois artistas. Cronograma das Exibições 22/04/26 – 9º Porto Femme, no Batalha Centro de Cinema https://portofemme.com/batalha-centro-de-cinema-2026-4896 24 e 25/04/26 – 42º Festival de Cinema Latino de Chicago, Landmark’s Century Centre Cinemahttps://chicagolatinofilmfestival.org/  25/04/26 – 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, ao ar livre na Praça Iniguaçu https://www.instagram.com/copaobafestcine Festivais e Premiações Anteriores – 36º Festival Internacional de Curtas de São Paulo – Kinoforum  – 17º San Francisco Latino Film Festival  – 12ª Mostra de Cinema de Gostoso – Prêmio DOT de Finalização – 20º Comunicurtas – 3º Festival de Cinema de São Bernardo do Campo – 2º Curta...

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Bardallo’s celebra 21 anos de resistência e arte no Centro Histórico

Redação

O Bardallo’s Comida & Arte celebra 21 anos de resistência e arte em uma programação especial com exposição coletiva e muita música. A programação começa no dia 23 de abril e segue até o dia 25. Toda a programação é gratuita.  Localizado na rua Gonçalves Lêdo, na Cidade Alta, o espaço integra o perímetro cultural do Beco da Lama. O Bardallo’s foi criado pelo empreendedor e carnavalesco Lula Belmont com o objetivo de ser um reduto das artes. “A necessidade de criar o bar veio através do meu envolvimento com a arte e com a cultura. A ideia era ter um espaço que abraçasse a música, as artes plásticas, a literatura e outras expressões artísticas e chegar aos 21 anos de história é uma alegria muito grande, principalmente pela pluralidade da programação e do público que frequenta”, declara Lula Belmont. A festa intitulada “Badalar”, uma chamada para despertar os sentidos e inicia nesta quinta-feira (23) com uma Vernissage a partir das 19h reunindo o talento de 15 artistas do RN. Participam: Bia Rocha, Capivart, Cíntia de Andrade, Cristal Moura, Cristian Miranda, Damião Paz Pixoré, Erre, Fábio Eduardo, Olympia Bulhões, Paulo Nobrega, Pincelada Nômade, Régio Potiguar, Rita Machado, Vanessa Mendes e Vendaval. A noite encerra com discotecagem do DJ Samir com set que costuma transitar muito bem entre brasilidades. Na sexta-feira (24), a festa continua a partir das 20h com Mont Samba e Choro, trazendo a elegância e a força do samba, celebrando os clássicos com aquela interpretação visceral.  No sábado (25) é dia de celebrar a música potiguar com a banda DuSouto, que mistura ritmos eletrônicos como drum’n’bass e dub com influências brasileiras e nordestina. A noite conta ainda com discotecagem de DJ Samir, DJ Carlota e DJ Ilton.  Apoio Cultural: Fundação José Augusto, Prefeitura do Natal, Secretaria de Cultura do Rio Grande do Norte e Governo do Rio Grande do Norte. Mais informações através do perfil no Instagram: @bardallosnatal. BARDALLO’S 21 ANOS De 23 a 25 de abril  Acesso gratuito Bardallo’s Comida & Arte – R. Gonçalves Lêdo, 678 – Cidade Alta

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Casa Impacto: primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil apresenta exposição em Ponta Negra

Redação

Natal ganha uma novidade imperdível: a Casa Impacto Natal, idealizada por Cris Ribeiro, Designer Social, Designer de Produto Artesanal, Administradora e Empreendedora Social. Idealizadora do Negócio de impacto social “Lugares de Charme” há mais de 15 anos, Cris é a única Designer Social em atividade no Rio Grande do Norte e uma das poucas no Brasil. Com 21 anos de experiência em comunidades potiguares e coletivos de mulheres, ela promove a valorização dos seres junto a sua essência e os saberes para gerar prosperidade com dignidade de forma sustentável.  O negócio já beneficiou mais de 600 artesãos em 17 municípios potiguares, por meio do design social, design afetivo, economia criativa, circular e do bem-estar. A Casa Impacto marca uma nova etapa na trajetória do Lugares de Charme: o primeiro núcleo itinerante de design social do país. Instalada em um contêiner marítimo repaginado artesanalmente e transformado em uma “vitrine viva”, a iniciativa percorre comunidades levando formação, criação e experiências culturais imersivas. Nesta estreia, em abril, no bairro de Ponta Negra (Avenida Praia de Ponta Negra, calçadão em frente ao Curió Restaurante), reúne mais de 130 pessoas, incluindo mulheres artesãs, artistas e estudantes. A Mostra Artística “Natal, Original é Ser” revela, por meio de expografia artesanal, design autoral e criatividade local, as histórias da origem da cidade de Natal, a “cidade dos encontros” – com objetos em crochê, trancado de palha de coqueiro, bordado, homenageiam a identidade Natalense original de ser.  A história da cidade é contada através do design que leva o visitante numa breve viagem a saber mais sobre a capital. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.  Mais do que uma exposição, é um convite para uma experiência cultural memorável, celebrando a identidade Natalense como “cidade de encontros” e gerando impacto social positivo. Natalenses e turistas, venham visitar a Casa Impacto! Embarquem nessa viagem autêntica pela essência da capital potiguar, sintam a criatividade local e se conectem com histórias que inspiram pertencimento e originalidade. Afinal, Original é ser! programe sua visita e viva essa transformação cultural única! “Queremos que cada pessoa se sinta parte de um movimento de transformação, um espaço onde o...

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Festival Potiguarias Visuais integra performances artísticas e projeção mapeada em evento gratuito

Redação

A Zona Norte de Natal recebe,no próximo sábado, 25 de abril, a quinta sessão do Potiguarias Visuais – Acessando a ZN. O festival de artes integradas, que reúne artistas locais em uma programação gratuita voltada à produção contemporânea, acontece das 18h às 22h, na Biblioteca Estadual Prof. Américo de Oliveira Costa. A noite conta com a condução da artista circense Aranha como Mestre de Cerimônia e traz apresentações do Grupo de Improvisação Livre da UFRN, do espetáculo Ylê Ayê: ginga e fogo ancestral, da performance CARNE-CONCRETO, dos artistas CADIDJA e Santelmo, além de Pretta Soul, que apresenta seu novo show Depois dos 30. Com foco na experimentação e no diálogo entre linguagens, o festival propõe uma noite de encontros entre performance, música, manifestações culturais, projeções artísticas e uma exposição coletiva de artes visuais. A programação conta ainda com uma roda de conversa com os artistas Consuelo Vea Coroca e Acerola, além das produtoras do projeto, Christalina e Renata Marques. Ao todo, o evento reúne mais de 20 artistas potiguares e 32 trabalhos visuais de criadores de Natal (RN), Parnamirim (RN), São Paulo (SP), Diadema (SP) e Fortaleza (CE), em uma proposta que articula arte, território e tecnologia. Como parte das ações do projeto, foi realizada na última semana uma atividade formativa com estudantes da Escola Municipal Iapissara Aguiar, conduzida pela multiartista Christalina, da Bruxaria Digital, em parceria com integrantes do GIL – Grupo de Improvisação Livre da UFRN. “A vivência buscou aproximar os estudantes da arte contemporânea potiguar e incentivá-los a participar do evento. A proposta foi criar um espaço de troca e despertar o interesse desses jovens para a produção artística que acontece no próprio território”, destaca Christalina, também curadora e idealizadora do festival.  O Potiguarias Visuais atua na democratização do acesso à arte contemporânea na periferia, promovendo visibilidade para produções que transitam entre performance, música, poesia, artes visuais e tecnologia. “Esta edição propõe uma reflexão sobre os modos de criação na contemporaneidade, tensionando questões como hiperprodutividade, esgotamento, autonomia artística e coletividade. A mediação do projeto também sugere leituras como A Sociedade do Cansaço, de Byung-Chul Han, e Não Vão Nos Matar Hoje, de Jota Mombaça, ampliando o debate para além da experiência no evento”, completa a artista. ServiçoO quê: Potiguarias Visuais – Acessando a ZNQuando: 25 de Abril de 2026Onde: Biblioteca Estadual Prof. Américo de Oliveira Costa (Zona Norte de Natal/RN)Quanto: Gratuito

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Mundo Zira vai até este próximo domingo no Museu da Rampa

Redação

A temporada da exposição interativa “Mundo Zira” em Natal se aproxima do fim. Em cartaz no Complexo Cultural Rampa até domingo (26), a mostra convida o público a aproveitar os últimos dias de visitação e conhecer uma experiência que conecta arte, literatura e tecnologia a partir da obra de Ziraldo. A entrada é gratuita, e os ingressos podem ser retirados pelo Sympla ou na bilheteria do museu, conforme lotação do espaço. 42 mil pessoas já passaram pela exposição na capital potiguar, primeira cidade do Nordeste a receber o projeto. Desde a estreia, em novembro, foram realizadas 236 visitas educativas mediadas, que atenderam mais de 8 mil pessoas, sendo 7 mil estudantes de 30 municípios. Nos bastidores, a iniciativa mobiliza 73 profissionais (75% deles de Natal), entre curadoria, produção, educadores, técnicos, comunicadores, interatividade e equipes de apoio. A entrada é gratuita, com retirada de ingressos no Sympla, pelo link https://www.sympla.com.br/evento/exposicao-mundo-zira/3169427, ou na bilheteria do Museu da Rampa, de acordo com a lotação do espaço.

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críticos do rn

06/01/2021|

Associação de Críticos do RN também escolheu os 100 melhores filmes de todos os tempos  A Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Norte (ACCiRN) acaba de divulgar os melhores filmes de 2020, de acordo com seus associados. Da eleição fizeram parte três categorias: melhor filme potiguar, nacional e internacional. Vai Melhorar, de Pedro Fiuza, foi eleito o melhor filme potiguar de 2020. Pacarrete, de Allan Deberton, é o melhor filme nacional; e Joias Brutas, de Benny Safdie e Josh Safdie, o melhor filme internacional. Filme potiguar Participaram da eleição os 18 membros atuais da ACCiRN. Para a crítica Marcela Freire, Vai Melhorar captura “a atmosfera de desesperança em que estamos mergulhados no Brasil”. Machismo casual, indiferença quanto ao resultado das eleições e jovens tocando música sertaneja em seu carrão da moda são elementos de um retrato “de uma Natal que seus moradores, como eu, vão reconhecer de imediato”, descreve a crítica. Filme nacional O longa cearense Pacarrete, vencedor do 47º Festival de Cinema de Gramado, também agradou os críticos potiguares. “Me faltam adjetivos justos para descrever a obra nacional que mais me comoveu na última década”, escreveu Dan Hetzel sobre o filme. Filme internacional Num ano fora...

06/01/2021|

O QUARTO REI MAGO Tanto se atrasou pelo caminho, Perdeu da estrela o rumo Era o Quarto Rei Mago. Quando enfim, achou, o menino Já era o Homem, na Cruz.   Pediu perdão a Jesus, Pelo atraso e única pérola Restante de tanto empenho Pelos coxos e mendigos Que socorreu pelo caminho.   Do Rei dos Judeus, no lenho, Caída a última lágrima, Cristal feito agradecimento: “Em verdade me encontraste E encontras a todo momento   Quando amparas ao irmão pobre Ou ao desvalido ao relento. Lá estarei,  estrela-guia, Do Mago o gesto mais nobre, Aquele que me dá alegria”. (Luiz Martins da Silva)

gonzaga neto e gessika

05/01/2021|

Podcast comandado por Gessyka Santos e Gonzaga Neto estreia nesta quinta-feira (07) no Spotify e no Youtube o projeto “Um Poeta em Cada Esquina” em conversas descontraídas com nomes contemporâneos da poesia do estado. “Rio Grande do Norte. Capital Natal. Em cada esquina um poeta, em cada beco um jornal” O texto que traz esse antigo ditado ainda conta que a incidência de poetas na cidade é maior que em qualquer outro lugar do país. E inspirado por este ditado e pela popularização dos podcasts ao redor do mundo, Gessyka Santos – poeta e produtora cultural – e Gonzaga Neto – poeta e publicitário – tiveram a ideia de criar o “Um Poeta em Cada Esquina”. Segundo os artistas, a ideia do projeto surgiu após se apresentarem em uma escola e verem a surpresa de um jovem, que comentou achar que só existiam poetas mortos. A partir disso, viu-se a necessidade de divulgar e registrar a poesia norte-rio-grandense atual, criando um espaço para que os artistas potiguares se expressem para além do texto, aliando-se a este “novo” meio de comunicação, o podcast. O Um Poeta em Cada Esquina almeja ir a mais lugares do Brasil e alcançar potenciais leitores, principalmente,...

Regina Azevedo_Poeta

05/01/2021|

Contemplado em um dos editais da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, através da Fundação Cultural Capitania das Artes/Prefeitura do Natal, a jovem poeta Regina Azevedo lança seu quarto livro de poemas, “Vermelho Fogo”, em janeiro de 2021. Na coletânea, a potiguar une a angústia do mundo à angústia do íntimo na atualidade, num apanhado de mais de 40 poemas, escritos entre 2017-2020. Regina Azevedo Regina Azevedo começou a escrever ainda muito nova, e é autora de outros três livros de poemas: “Das vezes que morri em você” (2013, Jovens Escribas), “Por isso eu amo em azul intenso” (2015, Jovens Escribas) e “Pirueta” (2017, selo doburro/Jovens Escribas), além de alguns fanzines, como “Carcaça”. Integra diversas coletâneas de poemas, em meio físico e virtual, tais como “Tente entender o que tento dizer”, organizada por Ramon Nunes Mello (Bazar do Tempo, 2018) e “As 29 poetas hoje”, organizada por Heloísa Buarque de Holanda, que será publicada também em janeiro de 2021, pela editora Companhia das Letras. Vermelho Fogo Os poemas que compõem a obra “Vermelho Fogo” surgem das referências que inspiram a autora e tudo que acontece ao seu redor, perpassando por temáticas como escrita, amor, angústia, juventude, desejo, ancestralidade, feminino e...

natal e ano novo

05/01/2021|

Já vivi várias décadas, e nunca cheguei nem a pensar em ver um tempo de Natal e Ano-Novo tão incomum e estranho. A humanidade está assustada, apesar de não parecer para alguns grupos sociais. O estresse, de maior ou de menor grau, faz parte do dia a dia das pessoas. O medo, felizmente, caminha de mãos dadas com a esperança, neste final de 2020. Medo da morte por Covid-19, ou da própria doença, ao lado da crença no êxito da ciência de controlar a virose. Mas isso sempre ocorre na vida dos seres humanos: perante uma ameaça, surge a expectativa de vencê-la. Ouvi de um famoso cientista que 2021 será um ano de esperança e de paciência. De esperança porque as vacinas estão próximas, e de paciência porque o caminho da pesquisa séria não é rápido, por vezes, é preciso rever os sucessos e até retroceder para etapas pregressas. Comecei esta crônica com a ênfase aos tempos atípicos deste Natal e Ano-Novo. Há cerca de 50 anos, nossa família e alguns amigos se reúnem em uma casa na praia de Pirangi do Norte para celebrar essas datas festivas, para ressaltar o amor, o bem-querer e as amizades, afora a veneração...

Clija

05/01/2021|

Neste final do ano, a restauranteur norteriograndense hoje radicada em Los Angeles, Clija Chait, ofereceu um jantar para o amigo e ator hollywoodiano Edi Gathegi. Gathegi estrelou filmes que foram sucesso de bilheteria no mundo, como as sagas de Crepúsculo e X-Men. Nascida em Currais Novos, Clija Chait tem conquistado espaço não só no universo da gastronomia, mas se tornando referência como uma mulher de negócios. Clija Chait Clija Chait é um exemplo do protagonismo potiguar em terras estrangeiras. Nascida em Currais Novos e criada no município de Cerro Corá, aos 18 anos foi morar em Natal, onde teve suas primeiras experiências de trabalho na área da gastronomia. Aos 24 anos se mudou para São Paulo, onde enriqueceu sua carreira na área e iniciou sua trajetória como empresária. Na época, trabalhou na administração e gestão de inúmeros restaurantes italianos. Em 2016, foi viver em Los Angeles e iniciou sua carreira de promotora de eventos privados em parceria com seu esposo Bill Chait. Passou também a realizar eventos voltados para a moda, tendo como clientes algumas das maiores personalidades e celebridades em Hollywood. Clija também se tornou sócia de alguns dos maiores restaurantes de Los Angeles e São Francisco, tais como:...

05/01/2021|

CENÁRIOS DO AMANHECER O enleio som das aves na manhã, O aroma do arvoredo multicor, O namoro entre a hortência e o beija flor, Toda inefável luz da aurora sã. O sereno bendito de Iansã, A gardênia acordando ao bailar, O desenho das folhas no avoar, O besouro na tenra rosa irmã. Florata das auroras matutinas, Perfumes, luzes, cores, melodias, Me adornaram as horas repentinas. Heranças doces, vivas poesias, São meus tesouros, plagas nordestinas, Cenários verdejantes de alegrias. (Eva Potiguar)

crispiniano-neto-alex-regis

04/01/2021|

Governo do Estado executará R$ 33,242 milhões entre editais, Chamamento Público e Auxílio Emergencial O Governo do Estado do RN, através da Fundação José Augusto, executará 100% do orçamento da Lei Aldir Blanc destinado ao Estado no valor de R$ 32.128.000,00 recebidos do Ministério do Turismo/Secretaria Nacional da Cultura em 2020. Além dos R$ 32,1 milhões, também serão aplicados R$ 1.114,000,00 da reversão de 19 municípios potiguares que não conseguiram aprovar seus Planos de Trabalho para fazerem jus aos recursos da Lei Aldir Blanc. Desta forma, será executado no RN um total de R$ 33.242.000,00. Balanço Foram destinados inicialmente R$ 18.710.000,00 para nove editais de premiação e um Chamamento Público para Aquisição de Livros, com vistas ao cumprimento do Inciso III do artigo 2º. da Lei Aldir Blanc, com oferta de 2.200 prêmios de valores variados, abrangendo todos os segmentos da cultura potiguar e contemplando os dez Territórios da Cidadania em 167 municípios. AUXÍLIO EMERGENCIAL Outros 13.418.000,00 foram reservados ao Inciso I, que prevê pagamento de Auxílio Emergencial, com cinco parcelas mensais de 600,00, perfazendo R$ 3.000,00, tendo as mães titulares de famílias monoparentais direito ao dobro, com cinco parcelas de R$ 1.200,00, em pagamento único de R$ 6.000,00. Foram...

sobre livrarias e bibliotecas

04/01/2021|

Livro novo na praça: “Sobre Livrarias & Bibliotecas”, de Marcelo Alves Dias de Souza, numa primorosa edição, fartamente ilustrada (Natal: Livros de Papel; Sebo Vermelho). Informa o autor que não haverá lançamento formal, por causa da pandemia. Coube-me a honra de escrever o texto para a orelha desse notável trabalho. Escritor e Procurador Regional da República, integrante do Ministério Público Federal, Marcelo Alves Dias de Souza divide-se entre a Literatura e o Direito. Aliás, talvez seja melhor dizer que, ao invés de dividir-se, ele se multiplica nessas duas vertentes – arte e ciência. Em seu novo livro, o jovem e já experiente autor, enfeixa crônicas de sua autoria, publicadas no jornal “Tribuna do Norte”, de Natal, no período compreendido entre 2009 e 2019. Apesar do seu caráter um tanto circunstancial, esses escritos constituem-se em matérias de interesse permanente, merecendo, portanto, a perenidade que lhe confere a publicação em livro. Ao contrário do que se possa pensar, não se trata de mero catálogo ou simples enumeração de livrarias e bibliotecas célebres, mas, sim de um relato vivo e apaixonante das experiências do autor em seus contatos com o mundo dos livros. Numa prosa fluente e clara, em tom de conversa entre...

Festival em Gostoso abre inscrição para literatura integrada ao audiovisual

04/01/2021|

O Festival Literário de Gostoso On-Line abriu inscrições e ocorrerá de 22 a 29 de janeiro de 2021, aberto a propostas de literatura integrada ao audiovisual, do público exclusivo do Rio Grande do Norte. Uma realização da Juriti Produções em parceria com Instituto de Ações Ambientais, Cultura e Justiça Social. É mais uma alternativa cultural apoiada pela Fundação José Augusto por meio da Lei Aldir Blanc e que, por ocasião da pandemia da Covid-19, é totalmente on-line, com uma programação cultural diversa e concurso cultural literário como atividade principal. Tem “sede afetiva” na cidade de São Miguel do Gostoso, mas, sendo on-line, poderá ser acessado por qualquer pessoa do mundo por meio da internet, e traz como tema para essa edição, “Os caminhos que podem ser escolhidos pelos autores e leitores e a literatura como uma ferramenta de preservação da memória e do patrimônio cultural”. O festival terá como plataforma o Instagram, no perfil @festivalliterariodegostoso, uma inovação pela facilidade de acesso e de interação com o público, por possibilitar destaques curtos e permanentes dinamizando as informações e programação, possibilitando ainda e exibição de entrevistas, shows e palestras ao vivo e gravadas no IGTV da mesma rede social. Haverá premiação em...

cadastro de reserva - LEI ALDIR_BLANC

31/12/2020|

O Governo do Estado do RN, através da Fundação José Augusto recebeu do Ministério do Turismo, através da Lei Aldir Blanc R$ 32.128.000,00. Foram destinados R$ 18.710.000,00 para 10 editais, com 2.200 prêmios de variados valores abrangendo todos os segmentos da cultura potiguar e contemplando os dez territórios da Cidadania do Estado do RN. No dia 30/12/2020 (Quarta feira), foram encaminhadas ao Banco do Brasil, Ordens Bancárias correspondentes aos PRÊMIOS DE VÁRIOS EDITAIS, perfazendo o valor de R$ 10.958.000,00, ficando R$ 7.752.000,00 para serem pagos até o meio dia de amanhã (31/12/2020). Auxílio Emergencial Quanto ao AUXÍLIO EMERGENCIAL, nesta data de 30/12/2020 chegou-se ao total de R$ 1.605.000,00 pagos, beneficiando-se assim 906 trabalhadores(as) da Economia da Cultura pagos, representando 54,5% de um total de R$ 2.943.000,00, restando assim R$ 1.338.000,00 a serem pagos no dia (31/12/2020), quinta feira. Os valores que não forem pagos no último dia do ano, serão INSERIDOS EM RESTOS A PAGAR, para quitação em 2021. Balanço geral Assim, foram pagos até este dia de 30/12/2020, a importância de R$ 10.958.000,00 de prêmios dos editais e R$ 1.605.000,00 de Auxílio Emergencial, somando R$ 12.663.000,00, e restando R$ 7.752.000,00 para serem pagos amanhã (31/12/2020),além de uma SOBRA de...

gran finale artorius

30/12/2020|

Hey, Kiddos! Certamente, é uníssono se dizer que o ano de 2020 foi igual o nome do ator que interpreta o protagonista do filme Matrix, no particular modo de dizer do saudoso “Mumu da Mangueira”: Keanu Reeves! Difícil contestar que não, pelos motivos que todos sabemos… De toda maneira, buscando entrar no clima de final de ano, vamos montar um top 5 das melhores cervejas do ano, pareadas com um álbum musical (e uma música representativa dele), atribuindo notas e justificando as notas dadas. No final, será apresentada a “decepção”, a contraposição dialética hegeliana do top: o fundo do poço – eu sei que vocês estavam com saudade, eu estive bonzinho demais nas últimas publicações. O requisito de análise do top 5 é: a cerveja foi lançada em 2020 (e o álbum também), e degustada (ouvido) ainda em 2020. Perdoem a maior extensão de hoje, não foi fácil resumir tudo isso. #1 – Gran Finale da Artorius Ainda que tenha “Finale” no nome, é a Gran Finale abre a enumeração das melhores do ano. No meu Untappd, foi a única cerveja a atingir nota 5/5, numa escala de 100 pontos, eu daria 100 pontos também. Trata-se de uma English Barley...

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