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Um clube de cerveja para chamar de seu

Saudações, cervejeiros clubistas! Em um dos primeiros textos do blog, eu tratei do tema que voltarei a abordar novamente hoje: os clubes de cervejas artesanais. Contudo, diferentemente da ótica ofertada

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Dona Francisca e o poder da palavra

Por Andréia Braz Esperar ônibus pode ser algo entediante em certas ocasiões. Não quando se encontra alguém interessante para uma boa conversa. E foi exatamente isso que aconteceu hoje de

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Festival Reggae Sua Alma celebra 12 anos fortalecendo a cena reggae potiguar

Redação

O tradicional Reggae Sua Alma chega à sua 12ª edição reafirmando uma trajetória construída pela amizade, pela música e pelo fortalecimento da cultura reggae em Natal. O evento acontece nesta quinta (11), a partir das 18h, no Figa Bar e Cultura, em Ponta Negra. Criado como uma celebração de aniversário entre amigos, o Reggae Sua Alma cresceu ao longo dos anos e se consolidou como um encontro cultural que reúne artistas, músicos e admiradores do reggae em um ambiente de convivência, troca de experiências e valorização da produção musical independente. Ao longo de sua história, o festival recebeu importantes nomes da cena reggae potiguar, entre eles Hallison Rasta, Luanda Luz, Chico Tácio e os Carcará, Raízes de Concreto, além de diversos artistas que contribuíram para fortalecer e manter viva a cultura reggae no Rio Grande do Norte. A programação desta edição terá início às 18h, com a banda NaturalMente, que recebe como convidado especial Bruninho Pernambucano. O encontro promete apresentar ao público um repertório que passeia pelos clássicos do reggae e por influências da música brasileira, celebrando a diversidade sonora que caracteriza o gênero. Às 21h, sobe ao palco Allan Negão, músico reconhecido por sua presença marcante e pela conexão que estabelece com o público através de interpretações carregadas de identidade, sensibilidade e energia. Realizado no Figa Bar e Cultura, espaço que vem se consolidando como importante ponto de encontro da cultura independente em Ponta Negra, o XII Reggae Sua Alma reforça seucompromisso com a valorização dos artistas locais e com a criação de espaços de convivência e expressão cultural. Mais do que uma festa, o evento representa a continuidade de uma história construída coletivamente ao longo de mais de uma década, mantendo viva a essência do reggae como manifestação artística, cultural e humana. Serviço XII Reggae Sua Alma – 12ª Edição 📅 Data: 11 de junho de 2026 🕕 Horário: A partir das 18h 📍 Local: Figa Bar e Cultura – Ponta Negra, Natal/RN 💰 Couvert artístico: R$ 10,00 Programação 🎶 18h – NaturalMente convida Bruninho Pernambucano 🎶 21h – Allan Negão

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Produtora potiguar abre inscrição para projetos de longa-metragem do Rio Grande do Norte

Redação

A Casa da Praia Filmes realizará a quarta edição do Casa da Praia Lab, projeto de formação e desenvolvimento audiovisual que, neste ano, adota o subtítulo “Esquina Criativa”. A iniciativa promoverá um laboratório presencial de desenvolvimento de roteiros de longa-metragem voltado exclusivamente para autores e autoras do Rio Grande do Norte, além de oficinas gratuitas de escrita técnica de roteiro em diferentes regiões do estado e uma mostra de filmes originados em edições anteriores do projeto. As inscrições para o laboratório estarão abertas entre os dias 8 de junho e 3 de julho deste ano via edital. Serão selecionados 15 projetos norte-rio-grandenses de longa-metragem em fase de desenvolvimento, com foco em roteiristas interessados em amadurecer suas obras e aprofundar processos criativos, narrativos e estéticos. Inscreva-se aqui. O laboratório acontecerá presencialmente em Natal, entre os dias 3 e 7 de agosto, reunindo tutorias, atividades formativas, palestras e um pitching final voltado ao desenvolvimento dos projetos selecionados. Além da formação, cada roteirista selecionado receberá uma bolsa de estudos no valor de R$ 1.500, totalizando R$ 22.500 investidos diretamente nos participantes do laboratório. A proposta busca fortalecer a profissionalização do trabalho criativo no audiovisual e ampliar as possibilidades de circulação e financiamento de projetos potiguares. Segundo o cineasta Pedro Fiuza, o Casa da Praia Lab surge da percepção da ausência histórica de projetos do Rio Grande do Norte em laboratórios criativos nacionais e internacionais. “A iniciativa busca ampliar a presença do estado no panorama do cinema brasileiro contemporâneo, oferecendo formação qualificada e criando condições para o desenvolvimento de novas narrativas sobre o território potiguar e nordestino”, enfatizou Pedro, fundador da Casa da Praia Filmes.  Ao longo dos 15 anos de atuação na indústria cinematográfica, a Casa da Praia Filmes consolidou um histórico de circulação nacional e internacional com obras como Sideral, exibido no Festival de Cannes e selecionado para a shortlist do Oscar 2023; Big Bang, premiado no Festival de Locarno; além de Fendas e Vai Melhorar. O Casa da Praia Lab – Esquina Criativa é realizado por meio do Edital Transformando Energia em Cultura 2025-2026, com patrocínio da Neoenergia Cosern e do Instituto Neoenergia, via Programa Cultural Câmara Cascudo. O projeto conta ainda com apoio do IFRN, da ITCART – Incubadora Tecnológica de Cultura e Arte e do Centro de Tecnologia e Cultura Luzia Vieira de França. SOBRE O CASA DA PRAIA LAB – ESQUINA CRIATIVA  O projeto propõe um espaço de experimentação artística e política, incentivando obras que enfrentem estereótipos e proponham novos imaginários sobre o Nordeste no século XXI. O LAB reafirma o compromisso das...

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Governo do RN lança quarto bloco de editais da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB RN)

Redação

Com investimento de mais de R$ 2 milhões, este bloco irá contemplar 96 vagas, abrangendo quatro editais de Apoio à Diversidade; as inscrições poderão ser feitas até o dia 29, por meio da plataforma Mais Cultura RN. O Governo do Brasil, por meio do Ministério da Cultura, e o Governo do Rio Grande do Norte, por meio da Secretaria de Estado da Cultura, comunicam o lançamento do quarto bloco de editais da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB). Com foco na diversidade e pluralidade das ações, esta nova etapa reafirma o compromisso do Governo do Estado em descentralizar recursos, fortalecer a cena cultural potiguar e valorizar os artistas, fazedores de cultura e as diversas linguagens artísticas presentes em todas as regiões do Rio Grande do Norte. “O lançamento deste quarto bloco de editais é mais um passo fundamental na nossa missão de fortalecer a cultura potiguar. Queremos garantir que nossos fazedores de cultura tenham acesso a essas oportunidades, transformando o setor em um pilar de desenvolvimento econômico e social para o nosso estado”, destaca Mary Land Brito, titular da pasta da Cultura no Governo do RN. Com investimento de mais de R$ 2 milhões, este bloco irá contemplar 96 vagas no total, abrangendo quatro editais de Apoio à Diversidade: Cultura LGBTQIAPN+; Cultura Negra; Cultura Urbana e Periférica; e Mulheres na Cultura. As inscrições estão abertas de 9 a 29 de junho. “Este ano temos uma novidade que é o Edital de Mulheres na Cultura, uma demanda que surgiu das escutas públicas que realizamos antes da elaboração dos editais, o que nos permitiu aprimorar a distribuição dos recursos de forma mais eficiente e democrática. Lembramos também que todos os editais da PNAB RN possuem pontuação extra e cotas para grupos minorizados e elaboramos ainda cartilhas acessíveis para simplificar o entendimento das regras de cada edital”, enfatiza a coordenadora da PNAB RN, Bruna Medina. A Política Nacional Aldir Blanc tem como objetivo central estruturar o fomento à cultura de forma continuada, garantindo que o recurso chegue à ponta, incentivando a criação, a produção e a difusão de bens culturais. Este quarto bloco de editais se soma às ações anteriores já executadas, consolidando a implementação da política no território potiguar. O Governo do Estado convida artistas, coletivos, produtores e gestores culturais a acessarem o site oficial da Secretaria de Estado da Cultura (secult.rn.gov.br) para conferir os detalhes, critérios de elegibilidade e prazos de inscrição...

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BIBLIOBUNKER: Ilhas, labirintos: poemas escolhidos

Pablo Capistrano

Ilhas, Labirintos: poemas escolhidos Autor: Elí de Araujo Editora: Sol Negro Ano: 2022 Páginas: 125 O finado Harold Bloom, sujeito conhecido por algumas opiniões “polêmicas” e “canceláveis” (como a de que o Rei Lear de Shakespeare é literariamente superior à Cabana do pai Tomás de Harriet Beecher), afirmou certa vez que lia poesia como se estivesse fazendo uma oração. Isso, obviamente, não tem nada a ver com carolice pietista ou proselitismo religioso. Segundo Bloom, a boa poesia precisa ser decorada e introjetada na memória tal qual uma oração. Tenho certeza, amigo velho, que se o finado professor de Yale estivesse vivo (e soubesse ler português), certamente decoraria vorazmente muitas das poesias de Elí de Araujo, publicadas nesta coletânea, editada em 2022 pela Sol Negro. O volume traz uma amostra muito bem colhida das safras poéticas de Elí, desde o seu livro de 1982, Reminiscências do Tártaro até o Catábase de 2021. Uma coletânea essencial para os amantes da boa poesia que apresenta um registro fundamental de parte dos sete primeiros livros deste que, nascido e criado aqui pela Taba de Poty, sem nenhuma sombra de dúvida, é um dos melhores (senão o melhor) poeta de sua geração. Se você não acredita na opinião deste professor de província que vos fala, amigo velho, então peço que me conceda o benefício da dúvida e dê uma navegada pela costa acidentada dessas ilhas literárias, espalhadas por esse labirinto de alumbramentos poéticos. Tenho certeza que em algum momento você vai se achar obrigado a concordar comigo. Cada poema dessa coletânea é uma surpresa, um novo deleite, um desconcerto, um rasgão, uma fissura de liberdade criativa naquilo que o filósofo Martin Heidegger chama de “falatório” (essa espécie de rede de banalidades retóricas que a nossa linguagem ordinária constroi para nos aprisionar).   E por falar em oração, há, inclusive em seus poemas, inúmeras referências a textos bíblicos, como no “Salmo 23”, publicado em seu livro de 1991 (Deterioremus), uma perturbadora e inusitada interseção entre o “livro de Jó” (o mais desconcertante texto do cânone judaico) e os salmos atribuídos a David. Seguindo uma inversão irônica do lirismo mesopotâmico (com seus poemas de exaltação e louvor a divindades como Baal, Marduk, Yaweh ou Inanna), Elí brinca com o desespero de David, aproximando a sua súplica lamuriosa (sempre pendurada nas paredes das casas de alguns crentes mais devotos) da devastadora crueldade do deus que atormenta o pobre Jó:  “o Senhor é...

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Pedro Pereira - Foto - Fábio Cortez

Pedro Pereira revisita 45 anos de criação em exposição na Pinacoteca do Estado

Redação

Mostra reúne obras produzidas entre 1981 e 2026 e marca o retorno do artista às exposições individuais após mais de uma década Quatro décadas e meia de dedicação à arte, à poesia e à experimentação estética ganham forma na exposição “Unir Verso às Cores”, que será aberta ao público no próximo sábado (13), às 10h, na Pinacoteca do Estado, em Natal. A mostra celebra os 45 anos de trajetória do artista visual e poeta Pedro Pereira, reunindo 46 trabalhos que atravessam diferentes períodos de sua produção e revelam a pluralidade de uma obra construída entre imagens, palavras e afetos. Com curadoria de Pablo Pinheiro e produção de Alda Pereira, a exposição apresenta pinturas, colagens, fotografias, intervenções artísticas e poemas criados entre 1981 e 2026. O conjunto permite ao visitante acompanhar a evolução estética e conceitual de um artista que fez da liberdade criativa sua principal marca. Mais do que uma retrospectiva, “Unir Verso às Cores” propõe um mergulho no universo de Pedro Pereira. As obras dialogam com temas como memória, identidade, cotidiano, natureza e imaginação, revelando uma produção que transita com naturalidade entre as artes visuais e a literatura. O próprio título da exposição traduz essa característica. Inspirado em um poema do artista, sintetiza a relação entre escrita e pintura que acompanha sua criação desde os primeiros trabalhos. “Pinto o que não sei escrever, escrevo o que não sei pintar. Pinto e escrevo o que me faz sonhar”, resume Pedro Pereira. A mostra também marca o reencontro do artista com o circuito das exposições individuais. Sua última experiência solo aconteceu em 2013, com “O Jardineiro das Cores”. Agora, retorna à Pinacoteca com uma seleção que reúne obras históricas e produções recentes, compondo um percurso que evidencia permanências, transformações e novas descobertas criativas. Uma trajetória construída entre arte e cultura Natural de Passa e Fica, no Agreste potiguar, Pedro Pereira desenvolveu uma trajetória singular no cenário cultural do Rio Grande do Norte. Ao longo dos anos, atuou como poeta, artista visual, produtor cultural e incentivador de iniciativas voltadas à democratização do acesso à arte. Nos anos 1980, integrou a chamada Geração Alternativa, movimento ligado à poesia marginal que contribuiu para renovar a cena cultural de Natal. Também participou da banda Cabeças Errantes, experiência que ampliou seu diálogo com outras linguagens artísticas e fortaleceu uma produção marcada pela experimentação. Seu primeiro livro, Lutar pela Paz, foi publicado em 1981. Poucos anos depois, criou...

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A trilha, a bifurcação, as pegadas erradas e as vozes certas

Tatyanny Nascimento

Perder-me em uma trilha, no meio de um grupo, não foi somente errar um caminho: foi ser devolvida, ainda que por instantes, à verdade mais antiga da existência humana: a de que viver é caminhar entre bifurcações sem garantias. E que angústias tem poder pedagógico. O que se passou em um retorno de passeio à cachoeira não foi apenas um desencontro geográfico: foi a aparição de uma cena reflexiva, o momento em que o grupo se desfaz como proteção simbólica, o cansaço dissolve a prudência, e eu me vejo entregue à tarefa de distinguir entre rastro e rumo, entre saída e destino, entre movimento e direção. Na ida, ainda havia uma espécie de pacto silencioso sustentando a travessia. O corpo, não tendo sofrido o peso do trajeto, permitia à mente exercer aquilo que a civilização exige de nós: pausa, espera, consideração pelo outro, capacidade de reter o impulso em favor do laço. Diante de cada bifurcação, quando se sabia o caminho, alguém esperava, olhava para trás, cuidava para que o restante acompanhasse. A trilha era, então, uma comunidade. Havia nela um tecido de atenção recíproca e o cansaço ainda não havia corroído a delicada camada ética que nos faz lembrar que ninguém caminha sozinho, mesmo quando cada um usa as próprias pernas. E ainda que estivessem presentes dois guias (altamente responsáveis), um estava na frente, outro atrás, mas ao meio haviam bifurcações. E o grupo não tinha o mesmo ritmo em um longo trajeto cheio de curvas. Mas a volta introduziu outra verdade, menos nobre e mais funda: quando o corpo se esgota, a consciência se estreita. Já havíamos tomado banho de cachoeira, estávamos cansados de toda a caminhada, e o desejo de chegar logo em casa passou a comandar os passos. Aquilo que antes era grupo se tornou fluxo. O que era convivência se tornou pressa. E justamente nesse ponto, uma bifurcação deixou de ser apenas uma escolha espacial para se converter num teste moral: quem vê o desvio e segue mesmo assim, sem pensar nos que podem ficar para trás, revela algo da condição humana quando a energia simbólica se rompe. Não se trata necessariamente de maldade: trata-se de um empobrecimento da presença. Cansados, diminuímos. Recolhemos nossas fronteiras, contraímos nossa generosidade, protegemos nosso próprio retorno como se toda alteridade fosse peso extra.   Foi nesse rasgo da trama coletiva que eu me perdi com minha mãe. E o...

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Edgar Morin e a arte de pensar um mundo complexo

Isabel Carvalho

Sexta-feira, 29 de maio de 2026. O mundo se despediu de um dos maiores pensadores do nosso tempo. Aos 104 anos, Edgar Morin deixou uma obra que atravessou fronteiras disciplinares, influenciou pesquisadores, professores, jornalistas, cientistas sociais e todos aqueles que se dedicam a compreender a complexidade da vida humana. Sua morte encerra uma trajetória intelectual extraordinária, mas também oferece uma oportunidade para revisitar suas ideias e refletir sobre sua atualidade. Em um mundo marcado pela velocidade da informação, pela polarização política, pelas transformações tecnológicas e pelas crises ambientais, o pensamento de Morin parece mais necessário do que nunca. Suas ideias continuam pulsantes para quem deseja compreender a sociedade contemporânea. Nascido em Paris, em 1921, Morin viveu acontecimentos importantes da história recente. Testemunhou guerras, crises econômicas, revoluções culturais, o surgimento da internet e as profundas mudanças que transformaram a vida humana ao longo do século XX e das primeiras décadas do século XXI. Ao contrário de alguns intelectuais que escolheram uma única área de atuação, Morin construiu uma obra que dialoga com diferentes campos do conhecimento. Filosofia, sociologia, antropologia, biologia, educação, comunicação e política aparecem constantemente em seus estudos. Essa característica não era um acaso. Para ele, os grandes problemas da humanidade não cabem dentro das fronteiras rígidas das disciplinas acadêmicas. Compreender a realidade exige conectar saberes e reconhecer que tudo está relacionado. Foi dessa percepção que surgiu sua principal contribuição: o pensamento complexo. Ao ouvir a palavra “complexidade”, muitas pessoas imaginam algo complicado ou difícil de entender. Morin utilizava o termo em outro sentido. A palavra complexidade deriva do latim complexus, que significa “aquilo que é tecido junto”. Em outras palavras, a realidade é formada por uma rede de relações, conexões e influências mútuas. Para Morin, um dos maiores problemas do pensamento moderno foi acreditar que seria possível compreender o mundo dividindo ele em partes cada vez menores. Embora essa abordagem tenha proporcionado avanços significativos para a ciência, também contribuiu para a fragmentação do conhecimento. Aprendemos a estudar a economia separada da cultura, a política distante das emoções, a tecnologia isolada da sociedade. O resultado é que muitas vezes compreendemos os detalhes, mas perdemos a visão do conjunto. O pensamento complexo propõe justamente o contrário: observar simultaneamente as partes e o todo. Entre suas muitas obras, trago O Método 3: O Conhecimento do Conhecimento, publicado originalmente em 1986 e posteriormente lançado em português pelas editoras Publicações Europa-América (1996) e Sulina...

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Praia viva, cultura viva: Projeto Tatuí realiza ação socioambiental e cultural em Ponta Negra

Redação

Neste sábado (6), em alusão à Semana do Meio Ambiente, a Praia de Ponta Negra recebe a ação Praia Viva, Cultura Viva, evento que marca o lançamento oficial do Projeto Tatuí. A iniciativa une educação ambiental, cultura, memória afetiva e mobilização comunitária em defesa do litoral potiguar. Idealizado por Cintya Laranjeira, representante do Limpa Brasil no Rio Grande do Norte, o Projeto Tatuí nasceu das vivências e memórias de infância em Ponta Negra e busca fortalecer o sentimento de pertencimento e o cuidado coletivo com a praia, suas histórias e sua biodiversidade. A programação gratuita e aberta ao público reunirá moradores, voluntários, escolas, coletivos, artistas, trabalhadores da praia e instituições parceiras em atividades voltadas à valorização dos ecossistemas costeiros e da cultura local. Durante a manhã, as ações acontecem na Praia de Ponta Negra, com concentração no Letreiro de Natal, presença da Burrinha Pintadinha e do Jaraguá, abertura oficial do projeto, alongamento com o grupo Calistenia Livre, roda de conversa, mutirão de limpeza, ato pelos trabalhadores da praia, distribuição de mudas e o desafio Achei um Tatuí. À noite, a programação segue na Vila de Ponta Negra, na Tapiocaria da Vó, com apresentações culturais, lançamento do cordel Engorda pra Quem?, apresentação musical e exposição de fotografias de Flávio Resende. A programação se encerra com after cultural no Figa Bar e Cultura. O nome do projeto faz referência ao tatuí, pequeno crustáceo que habita a faixa de areia e funciona como indicador da saúde ambiental das praias. A proposta utiliza a educação ambiental e a cultura como caminhos para aproximar a população das questões que impactam o litoral e estimular o cuidado com o território. PROGRAMAÇÃO MANHÃ – PRAIA DE PONTA NEGRA NOITE – VILA DE PONTA NEGRA SERVIÇO Evento: Praia Viva, Cultura Viva – Lançamento do Projeto Tatuí Data: 6 de junho de 2026 Manhã: 7h30 às 11h30 – Letreiro de Natal, Praia de Ponta Negra Noite: 18h às 20h – Tapiocaria da Vó, Vila de Ponta Negra After cultural: 20h – Figa Bar e Cultura Entrada: Gratuita e aberta ao público PARCEIROS Associação Ponta Negra é da Gente; Associação dos Quiosqueiros da Praia de Ponta Negra; Associação Vila de Ponta Negra; Figa Bar e Cultura; Grupo Cultural Burrinha Pintadinha; P.Cultura Tapiocaria da Vó; MMarhéproducoescriativas; Rendeiras da Vila; Protagonistas da Paz; Casa Flor Ateliê Botânico; Calistenia Livre.

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A REVOLUÇÃO TRANSUMANISTA

22/06/2023|

A Revolução Transumanista Autor: Luc Ferry Tradução: Éric R.R. Heneault Editora: Manole Ano: 2018 181 páginas   Tem livros que são literalmente uma cilada. Não porque sejam mal escritos, mal editados ou sem fundamentação, mas porque não oferecem aquilo que prometem no título, na orelha ou na quarta página e acabam meio que camuflando seu objetivo principal. O livro de Luc Ferry (ex ministro da educação nacional do governo Jean-Pierre Raffarin e expoente da nova geração de pensadores franceses vinculados à direita liberal) é um desses. Por dever de ofício (já que leciono disciplinas ligadas a filosofia da técnica e a epistemologia da ciência em cursos superiores de engenharia e de tecnologia da administração de sistemas) comprei esse título acreditando que iria encontrar uma boa introdução para o tema do transumanismo. Na verdade acabei encontrando um panfleto liberal, com pouca substância filosófica, que busca defender a ideia de que o avanço da NBIC (Nanotecnologia, Biotecnologia, Informática e Cognitivismo) não vai comprometer a permanência e a expansão da economia capitalista e dos valores liberais como pensam alguns “bioconservadores”. Ferry oferece apenas um curtíssimo capítulo sobre o sentido e o conceito do chamado “transumanismo”, uma perspectiva filosófica que remonta ao iluminismo de...

EDIÇÃO DO NORDESTE

22/06/2023|

“Esse filme é uma homenagem ao cinema brasileiro e também um manifesto”, assim o diretor e roteirista potiguar Pedro Fiuza resume sua nova produção, o curta “A Edição do Nordeste” que estreou ontem (21) no CineOP -Mostra de Cinema de Ouro Preto. A obra, com 20 minutos de duração, é uma colagem de cenas de 28 longas e curtas brasileiros, de 1938 a 1980, que retratam o Nordeste sob diferentes aspectos. O filme se propõe a ser uma jornada visual aberta, provocadora e propositiva sobre como o cinema brasileiro foi essencial na construção de uma identidade nordestina. Pedro Fiuza explica que os filmes selecionados “representam não só uma memória da cinematografia nacional, mas um momento importante da história do país, pois o cinema, com sua força simbólica e imagética, ajudou a inventar uma região inteira”. A aproximação de Fiuza com o tema se deve a sua participação no Grupo Carmin e no espetáculo teatral “A Invenção do Nordeste”, também inspirado no estudo de Durval. A peça do grupo, idealizada e dirigida por Quitéria Kelly e escrita por Henrique Fontes e Pablo Capistrano, conquistou o Prêmio Shell de Melhor Dramaturgia e motivou o cineasta a se debruçar sobre a filmografia apresentada...

people drinking beer

21/06/2023|

Saudações, cervejeiros/baladeiros! Existem, no meio cultural, não apenas no cervejeiro, vários tipos de ambientes voltados para os mais diversos nichos etílicos. Quando se fala em tipos de bares, temos uma infinidade. Bares sem música ao vivo, bar que é boteco raiz, bar de cerveja artesanal, wine bar, bar temático-lúdico, bar de nerd, bar de metaleiro zé coletinho raiz, bar de playboy, bar de sinuca, bar de pagode, enfim, as combinações dos nichos são quase que infindáveis. No texto de hoje, vamos abordar um fenômeno cultural que está se inserindo em alguns bares (talvez até há algum tempo) que outrora eram dedicados, exclusivamente, ao nicho da cultura cervejeira artesanal, e, que, atualmente, tentam agregar outro público, o “baladeiro”. Importante mencionar que o foco não é debater a expansão da cultura cervejeira para bares de balada que anteriormente não dispunham de cervejas artesanais para venda e, depois de um tempo, passaram a incluí-las em seu cardápio. Busca-se debater o fenômeno inverso, bares inicialmente focados na cultura cervejeira artesanal e, que, por um ou outro motivo, acabaram se transmutando em outro tipo de bar. Nesse passo, vamos debater essa questão e ponderar se essas mudanças, de modo amplo e em termos qualitativos, são...

dorian lima

21/06/2023|

Corria o ano 1992, um bando de artistas malucos se abrigava em Mãe Luiza para engrossar o caldo da campanha a vereador do Doutor Zizinho, que tinha como marca aglutinar, músicos, pintores, escritores da cena underground: Zé Avelino, Geraldo Carvalho, Pedro Pereira, Luciano Almeida, Cláudio Damasceno Assis Marinho, Blackout, entre outros, faziam parte da fauna. Fizemos naquele QG cultural, com direito a todos os tipos de rango, regado à muita música, birita e o setor progressista, uma das mais belas campanhas que se viu na cidade. No meio desse bando estava Dorian Lima, pau pra toda obra. Panfletamos, pintamos, colamos cartazes, produzimos shows de adesão, festejando com todas as milongas possíveis. Nossa onda era ativa 24 horas, todos juntos, comendo e dormindo lá mesmo. Certa noite algum doido esqueceu de fechar a torneira da pia da cozinha. Nem é preciso dizer que de madrugada a casa estava com agua acima da canela.  Acordei molhado no tapete em que dormia no chão. Pulei, cutuquei Dorian, que se esticava no beliche ao lado. Tentamos, sem sucesso, fazer com que Pedro Pereira nos ajudasse. O pintor das flores apenas olhou a cena, virou-se e voltou a dormir. Passamos o resto da madrugada empurrando...

CURTINHAS: exposição, arraiás, novidades e muito mais

21/06/2023|

EXPOSIÇÃO NO BARDALLOS Está aberta no Bardallos a exposição da artista Bia Rocha, também conhecida como Sheep nas ruas de Natal. Em sua primeira mostra, as principais obras foram produzidas ao longo dos 13 anos em que começou a pintar nos muros da cidade. As obras permeiam o contexto de vida/morte, tema que direcionou a produção nas pinturas mais recentes, como registro do elo entre o que foi e o que virá. A exposição permanece durante 1 mês, aberta para visitação em horário comercial. O espaço Bardallos está em seu 18º ano de funcionamento como motivador da cultura na capital potiguar. Uma de suas grandes referências é a também artista visual e designer, Zabé. FERNANDO LUIZ NO PAPO Notícia ótima. O cantor e compositor potiguar, baluarte na defesa do artista popular, Fernando Luiz será o novo colunista deste Papo Cultura. Fernando já escreveu por algum tempo no extingo DN Online e trará suas visões, sua história e conhecimentos dos bastidores da música para nosso blog. Quem já leu seus livros e seus artigos sabe que vem muita coisa boa por aí. ADEUS, DORIAN A figura de Dorian Lima será sempre lembrada no Centro Histórico de Natal. O MPBeco, que produzia...

São Luís

20/06/2023|

Depois de Salvador e Ouro Preto, talvez seja São Luís a cidade histórica brasileira com o maior e mais harmonioso conjunto arquitetônico remanescente da era colonial. Pena que grande parte desse riquíssimo acervo acha-se em mau estado de conservação. Disse “riquíssimo”, em termos. Ninguém espere encontrar lá a suntuosidade dos sobrados e igrejas de Salvador – primeira capital do Brasil – ou de Ouro Preto, a Vila Rica das Minas Gerais. São Luís impressiona pela milagrosa preservação da cidade antiga. É na Rua Portugal que se acha o maior número de sobrados, quase todos com as suas fachadas azulejadas. O azulejo de procedência portuguesa é característico da arquitetura civil ludovicense, das eras colonial e imperial. Essa encantadora Rua Portugal (o nome é por demais significativo) faz-me lembrar algumas ruas do Bairro Alto, de Lisboa, onde o azulejo também se apresenta nas fachadas antigas. Felizmente, proibiu-se a construção de espigões no centro histórico de São Luís, de sorte que apenas dois grandes garajaus, anteriores à proibição – suponho – destoam da paisagem urbana. ROTEIRO Um bom passeio a pé deve começar na Av. D. Pedro II (mais parece uma praça), onde se localizam importantes monumentos arquitetônicos: Palácio dos Leões, antiga sede...

Outros Nordestes

20/06/2023|

Entre os dias 26 e 30 de junho acontece em Natal o Casa da Praia Lab – Outros Nordestes, laboratório de roteiros de longas-metragens organizado pela produtora de cinema Casa da Praia Filmes. O evento conta com diversas atividades abertas ao público. No laboratório, quinze roteiristas do Rio Grande do Norte e outros estados do Nordeste, selecionados via edital, participarão de uma imersão com tutorias sobre roteiro para aperfeiçoarem seus projetos de longas-metragens. Em comum, os projetos têm a proposta de criar novos imaginários sobre a região nordestina. Segundo o diretor Pedro Fiuza, um dos idealizadores do evento, “o laboratório visa discutir com a sociedade e colaborar com a produção de filmes que tragam novos olhares sobre o Nordeste, inovando nas narrativas e fugindo dos estereótipos que construíram até hoje identidades sobre a região”. Além de atividades internas, a programação conta com mesas abertas ao público e exibição gratuita do filme “Fendas” no Cinépolis do Natal Shopping. “Fendas” é o primeiro longa-metragem do diretor Carlos Segundo, internacionalmente premiado pelos curtas “Sideral” e “Big Bang”. O filme, que ousa em sua proposta narrativa e estética, foi inteiramente filmado em Natal, passeando por importantes lugares da cidade. A sessão acontece na quarta-feira,...

Clube de Leitura Elas por Elas discute livro de autora potiguar neste sábado

20/06/2023|

No próximo sábado, 24/06, o Mulherio das Letras Nísia Floresta realizará o encontro do Clube de Leitura Elas por Elas, na Livraria Nobel do Praia Shopping, parceira do projeto, às 15h. Nesta edição, que valoriza autoras potiguares, a obra em discussão será a da poeta Kalina Paiva: *Gatilhos Poéticos* (CJA, 2022), prefaciada pelo músico e professor da UFPB, Rainer Patriota, com orelha de Penha Alves, professora e pesquisadora da UFRN. “O livro Gatilhos poéticos de Kalina Paiva é essa voz que faz nascer uma forma outra de enxergar o mundo e de criar mundos com a palavra visceral, encarnada, passional e que se volta para a realidade, para o cotidiano, muitas vezes, duro e cru e para os afetos, para o amor. Engatilhar a palavra para essa mulher e poeta, é mover não apenas os seus sentimentos e paixões, mas mover engenho e arte para criar uma poesia que tanto revela quanto desvela o mundo que não é apenas leitmotiv para a poesia amorosa, mas que se mostra em sua desumanidade, monstruosidade que a choca e a faz falar a língua dos que ainda se indignam, dos que ainda não se fizeram indiferentes.” (Penha Alves) Kalina Paiva Natural de Natal-RN,...

Diálogos virtuais debatem Lei Paulo Gustavo no RN

19/06/2023|

A Secretária Extraordinária de Cultura, Mary land Brito e a Fundação José Augusto, convidam todos os participantes das 16 câmaras setoriais, segmentos da cultura e da diversidade, e os gestores dos municípios para estarem presentes nos diálogos virtuais sobre a execução da Lei Paulo Gustavo que serão realizados a partir do mês de Junho. No dia 21/06, a partir das 19h, no formato virtual, acontecerá o primeiro encontro que se direciona a todas as câmaras setoriais, com a finalidade iniciar o cronograma e explicar a forma como serão conduzidos os debates nos grupos específicos. É importante que os representantes dos segmentos artísticos comecem a levantar sugestões e necessidades de suas câmaras setoriais. Para receber o link de acesso aos diálogos, preencha o formulário a seguir: https://forms.gle/AQwRn5xUFQtFsz4z7 Cronograma dos Diálogos: JUNHO 21/06 – 19h – Diálogo geral com todas as Câmaras Setoriais 26/06 – 09h30 – Câmara Setorial de Audiovisual             14h30 – Câmara Setorial de Circo 27/06 – 09h30 – Câmara Setorial de Dança             14h30 – Câmara Setorial de Capoeira 28/06 – 09h30 – Câmara Setorial de Música             14h30 – Câmara Setorial de...

Uma carta para mim mesma

19/06/2023|

Na semana passada fiz aniversário e em um sonho escrevia uma carta para mim mesma, ainda pequena. Conversei com Carlinha por horas e eu acho que isso foi um sinal como forma de nunca esquecer que a criança dentro de mim está mais viva do que nunca. Eu agora entendo que sou o grande sonho da Carlinha, a mulher de negócios que quando pequena gostava de brincar de escritório e organizava fichas com nomes aleatórios de clientes imaginários nas fichas de assinatura das revistas da Editora Abril, ou a que fingia que o telefone tocava só pra imaginar diálogos, reuniões e vendas imaginárias com os meus futuros clientes. Sonhei que era a mulher que tinha lugar de fala e que escrevia para que seus pensamentos reverberassem em outras pessoas, e também em ser a mulher que não tinha vergonha de ser quem é, por entender que ser uma mulher fora dos padrões poderia ser um acontecimento especial no meio de tanta gente igual. Olhando pra mim hoje, eu acho que consegui realizar algumas destas coisas. Então me olhei no espelho do tempo ao acordar e fui escrever para minha pequena menina. Carlinha, Queria que você tivesse aproveitado um pouco mais...

Confira a programação completa do São João de Natal na Arena das Dunas

16/06/2023|

Os festejos juninos prometem movimentar a Arena das Dunas na próxima semana. De terça-feira, 20, até o domingo, 25, a estrutura será palco do São João de Natal, promovido pela Prefeitura Municipal e que promete ser o maior da história na capital potiguar. Com grandes shows de artistas nacionais e locais e a 32ª edição do tradicional Festival de Quadrilhas Juninas, o evento terá ainda um festival de comidas típicas. Waldonys, Léo Santana, Bruno e Marrone, Zezé Di Camargo, Walkyria Santos, Claudia Leitte e Ferro na Boneca são algumas das atrações que se apresentam no palco que será montado na área externa do estádio, que receberá também o tradicional Festival de Quadrilhas Juninas, que supera os 30 anos de realização, e a feirinha cultural gastronômica com “comidas de rua e típicas”, que contará com mais de 40 operações com as mais variadas opções gastronômicas. Os eventos juninos terão início sempre às 17h na Praça Externa Norte, com acesso pelo estacionamento externo, próximo à Avenida Prudente de Moraes. A previsão de público é de até 40 mil pessoas por dia. Programação de shows – São João de Natal na Arena das Dunas • Terça-feira (20/06): Zé Hilton do Acordeon, Walkyria Santos e Bruno e Marrone...

Gilvando-Azeitona

16/06/2023|

A Filarmônica UFRN apresenta, neste sábado (17), pela Temporada 2023, mais um Concerto Oficial. Com entrada gratuita, o espetáculo acontece em duas sessões, às 18h e às 20h, no Auditório Onofre Lopes. Para garantir o acesso, é necessário realizar reserva prévia dos ingressos pelo Sympla, que já se encontram disponíveis. Para este Concerto, o maestro André Muniz traz a “música do mundo”, com obras que passeiam pelos quatro continentes: América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia. No programa, o público vai poder apreciar execuções da “Sinfonia Inacabada” (1822), de Schubert; “Concertino nº 1 para Trombone e Orquestra de Cordas”, do compositor e professor da Escola de Música da UFRN (EMUFRN), Fernando Deddos, tendo como  solista, o trombonista e professor da EMUFRN, Gilvando Pereira (Azeitona); a obra “Romanza” (1888), do canadenese Wesley Octavius Forsyth (1859-1937); e a “Abertura do Festival da Primavera”. “Essa é uma das obras orquestrais mais executadas, e que se tornou parte obrigatória dos concertos anuais do Ano Novo Chinês, na China. É uma peça clássica da música folclórica”, comenta o maestro André Muniz. O Solista Mestre em performance e bacharel em trombone pela Universidade Federal da Paraíba – UFPB, Gilvando Pereira (Azeitona), é  membro fundador...

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Blog do Sérgio Vilar

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O poeta, artista visual e fotógrafo potiguar Jean Sartief expõe em um dos mais prestigiados salões de fotografia de rua de Portugal, o Mira Mobile Prize. A mostra é fruto de uma premiação – 21º Prêmio Mira Mobile – que

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Red Dog Pub reabrirá ainda em 2026

Um dos poucos e mais legais pubs de Natal, o Red Dog Pub não ficou pelo caminho do modismo, como tantos espaços que abrem, “bombam” e, pouco depois, passado o período da modinha tipicamente natalense, fecham. O pub fechou no

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