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A pátria não e niinguém

Dos maiores romances da literatura potiguar, livro de François Silvestre ganha 3ª edição

Redação

A loja virtual da Escribas Editora (CLIQUE AQUI) acaba de disponibilizar com exclusividade a 3ª edição de “A Pátria não é Ninguém”, obra marcante do escritor François Silvestre de Alencar. O livro, lançado originalmente em 2003 e apontado por críticos e leitores como um dos melhores romances potiguares, estava esgotado havia vários anos. A obra retorna ao público leitor em uma edição cuidada, reafirmando o compromisso da Escribas com o resgate de grandes livros que marcaram a literatura norte-rio-grandense. O LIVRO: “A Pátria não é Ninguém” narra a jornada de Paulo Inácio, um jovem que sai do sertão de Pernambuco para mergulhar na resistência estudantil e na clandestinidade durante a Ditadura Militar. Após uma ação desastrada em Recife, o jovem foge para São Paulo a fim de se esconder. A narrativa transita entre a tensão permanente provocada pelo regime autoritário em vigor, a paranoia da fuga constante, experiências brutais de tortura e pela gradual reabilitação social durante a abertura política. O romance se destaca por não ser apenas um relato político, mas uma costura sensível entre o Brasil arcaico das fazendas do Nordeste e a efervescência urbana das metrópoles, questionando, afinal, o verdadeiro significado de “pátria” em tempos de exceção. Chegou a ser apontado pelo crítico Manoel Onofre Júnior como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. Escrito com maestria pelo autor François Silvestre, a história é uma mistura de dois enormes sucessos cinematográficos nacionais recentes, o “Ainda estou aqui” de Walter Salles e “O agente secreto” de Kléber Mendonça Filho, passado na época da Ditadura Militar e compartilhando os cenários de ambos os filmes, Recife e o sudeste brasileiro. Mais sobre o livro, clique AQUI. O AUTOR: O autor, François Silvestre de Alencar, possui uma trajetória que se confunde com a própria história que narra. Nascido no sertão e criado entre Martins, Caicó e Natal, o escritor e advogado viveu intensamente os bastidores da política e da resistência brasileira. Com um domínio refinado da “artesania da palavra”, François utiliza sua vasta experiência como cronista e observador da realidade social para construir uma ficção que, embora fundamentada em fatos, eleva o testemunho histórico ao patamar da alta literatura contemporânea. As vendas de “A Pátria não é Ninguém” terão frete grátis para todo o Brasil, facilitando o acesso de leitores de todo o país a esta obra fundamental. SERVIÇO:  Livro “A Pátria não é Ninguém”, de François Silvestre...

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Filme inspirado na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas circula pelo RN neste FDS

Redação

Após estreia em Carnaúba dos Dantas, em março, o filme “A Música que Nasceu da Terra” inicia uma nova rodada de exibições gratuitas. Realização da Trapiá Filmes, com pesquisa, roteiro e direção de Lourival Andrade e produção da MAPA Realizações Culturais, a obra é inspirada na trajetória do maestro Felinto Lúcio Dantas e será exibida entre sexta-feira (8) e segunda-feira (11), em Natal e no Seridó. Felinto Lúcio Dantas é considerado um dos mais importantes compositores potiguares, autor de mais de 180 obras entre dobrados, valsas, peças sacras e hinos. As sessões acontecem nesta sexta-feira (8), às 19h, na Escola Municipal Francisco Macedo Dantas (Comunidade Ermo), em Carnaúba dos Dantas; no sábado (9), às 18h, no Margem Hub, em Natal; e na segunda-feira (11), às 19h, no Largo da Praça Otávio Lamartine, em Acari. Segundo Tatiane Fernandes, o propósito é ampliar o acesso a esta obra audiovisual e fazer chegar à capital a potência das produções do interior do estado. “A Trapiá Filmes atua com equipe criativa composta por talentos do interior do RN e em ‘A Música que Nasceu da Terra’ isso se comprova na direção de arte, fotografia, montagem, visagismo e elenco, incluindo jovens que participaram do projeto Trapiá Semente”, diz a produtora, da MAPA. A narrativa parte do sertão, com equipe e elenco locais, para contar a história de um homem que conciliou o trabalho na terra com uma intensa produção musical. Regente da banda filarmônica de Acari e referência cultural no Seridó, Felinto construiu uma obra que ultrapassou fronteiras, chegando a ser executada em celebrações religiosas de alcance internacional, incluindo o Vaticano. “Não estamos falando apenas de um sertanejo seridoense que construiu sua carreira entre o trabalho no campo, funções administrativas e o amor à música. Estamos contando a história de um gênio que compôs obras que ultrapassaram os oceanos e os sertões, que nunca se deixou ser levado pela fama, mas sim pelo respeito ao que fazia e a vida simples que optou quase como uma missão”, ressalta o diretor Lourival Andrade.  Gravado em Acari e Carnaúba dos Dantas, o filme contou com uma equipe de 27 profissionais, entre elenco e técnicos, além da participação das bandas Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, de Acari, e Filarmônica Onze de Dezembro, de Carnaúba dos Dantas. No elenco, estão cinco adolescentes do Projeto Trapiá Semente, que integra a Associação Cultural Trapiá. “A Música que Nasceu da Terra” foi...

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Dodora Cardoso lança minidocumentário “45 Anos de Missão Musical – Segunda Parada: Natal”

Redação

O lançamento do minidocumentário “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” promete transformar o Complexo Cultural Rampa em um encontro de memória, música e celebração da cultura potiguar. A obra audiovisual revisita a trajetória da cantora potiguar Dodora Cardoso e reafirma sua presença ativa e necessária na cena musical do Rio Grande do Norte. Com lançamento marcado para o dia 13 de maio, às 17h30, o filme apresenta diferentes camadas da história da cantora Dodora Cardoso em Natal, cidade onde consolidou sua carreira ao longo de quase cinco décadas de atuação artística. O documentário reúne depoimentos de músicos, artistas, familiares e parceiros de caminhada que ajudam a construir um retrato afetivo e potente da cantora. “#45anosdemissãomusical – Segunda Parada: Natal” é o segundo filme da série documental dedicada à artista. O primeiro, “#45anosdemissãomusical – Primeira Parada: Caicó”, lançado em 2021 com apoio do Sebrae, abordou a relação de Dodora com Caicó, cidade fundamental em sua formação artística e pessoal. Agora, o novo capítulo volta o olhar para a chegada da cantora à capital potiguar, sua permanência na cidade e sua consolidação como uma das vozes mais importantes da música do estado. O projeto foi aprovado em edital em 2023, com patrocínio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Prefeitura do Natal e do Ministério da Cultura. As gravações aconteceram ao longo de 2024, enquanto a edição e finalização foram concluídas em 2025. O lançamento público acontece em 2026, em parceria com Nathy Passos, que também integra o documentário com depoimento e se soma à equipe nesta etapa de circulação da obra. Com realização de Dodora Cardoso, produção da MARIABOA Produtora e direção assinada por Rita Machado e Claudia Mariana, o lançamento também simboliza a união de mulheres em torno da preservação da memória cultural potiguar. Dodora, Rita, Claudia e Nathy compartilham não apenas a construção do projeto, mas relações afetivas e profissionais que atravessam diferentes momentos da trajetória da artista. Ao longo do documentário, Dodora é apresentada a partir de relatos que destacam sua contribuição artística, sua presença nos bastidores da produção cultural e sua capacidade de acolher e fortalecer diferentes gerações da música potiguar. Entre os nomes que participam do filme estão Itanildo Medeiros, Jubileu Filho, Dani Cruz, Lula Belmont, Guilherme Cunha, Nathy Passos e Claudia Mariana. Os depoimentos abordam temas como os primeiros encontros musicais de Dodora em Natal, suas parcerias artísticas, sua relação com a comunidade LGBTQIAPN+, sua atuação em projetos sociais e sua importância como referência para...

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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moraes moreira

13/02/2017|

Alceu Valença, Moraes Moreira, Maria Alcina, Elba Ramalho, Margareth Menezes, Casuarina, Antônio Nóbrega e Spok Orquestra são algumas das atrações nacionais do Carnaval de Natal 2017 A 9ª edição do Carnaval Multicultural de Natal reunirá atrações nacionais, o melhor da pluralidade da música regional, troças, blocos, bandas de frevo, escolas de samba e tribos de índio juntamente com prévias que já aquecem o Carnaval desde os primeiros dias de fevereiro. Sem dúvida, a edição com maior número de atrações nacionais: Alceu Valença, Moraes Moreira, Maria Alcina, Elba Ramalho, Margareth Menezes, Casuarina, Antônio Nóbrega, Spok Orquestra, e ainda a banda local de destaque nacional, Cavaleiros do Forró. Sem contar com a Banda Grafith. Um carnaval realmente capaz de atração turística, com apoio privado e propício a arrecadar dividendos ao cofre municipal. Mas a Prefeitura do Natal insiste no pecado da má divulgação. E o investimento se perde por pura falta de estratégia midiática. Além dos patrocinadores da iniciativa privada, o evento conta também com a renúncia fiscal através da Lei Djalma Maranhão. A grade da programação mantém a tradição dos Polos Multiculturais. Ponta Negra, Redinha, Rocas, Centro Histórico, Ribeira, Virada Carnavalesca (Ponta Negra), Largo do Atheneu e Praça Cívica. A folia...

Editora da UFRN lançará três livros nesta quarta com seleção de autores locais

12/02/2017|

Editora da UFRN lançará livros de crônicas, poesia e contos nesta quarta com mais de 30 autores selecionados em edital Depois do lançamento da coletânea “Lliteratura Brasilis – colección potiguar” na terça-feira em Natal e ontem (11) na 26ª edição da Feira Internacional do Livro, Havana/Cuba, pela CJA Edições, a Editora da UFRN (EDUFRN) finalmente lançará o Livro Digital com os escritores selecionados no 2º Concurso Literário Américo de Oliveira Costa (2015). São três livros distintos: ‘Café frio e outros contos’ (só de contos); ‘Natal e outras crônicas’ (de crônicas); e ‘Máquina de sonhos e outros poemas’ (de poesia). Todos eles organizados por Francisco Wildson Confessor e Kamyla Álvares Pinto e lançamento previsto para esta quarta (15), às 14h30, no Auditório Zila Mamede/UFRN. Dentre o considerável número de inscrições o prêmio selecionou 12 contos, 20 poemas e 21 crônicas, para publicação. Embaixo segue a lista dos escritores selecionados, que farão parte dessa edição de 2017. Entre eles, Ruben G Nunes, Cefas Carvalho, Jeanne Araújo, Paulo de Macedo Caldas Neto, Marcos Antônio Campos, e Damião Gomes, que também integram a coletânea com mais de 40 autores potiguares lançada em Cuba. “Muito me honra estar entre os vencedores selecionados e que serão...

130 curiosidades dos Beatles que você provavelmente desconhece

12/02/2017|

Você pensa que conhece tudo dos Beatles? Confira abaixo algumas curiosidades sensacionais em ordem cronológica A Guerra Fria amedrontava todos, sobretudo adolescentes da década de 1960 cercados de medo e vontade de viver. E então quatro jovens cabeludos apareceram no jogo e mostraram ao mundo canções repletas de alegria e amor. Os Beatles foram a utopia que a época pedia. E revolucionaram uma década de guerras civis e ideológicas com a força da música e tantos experimentalismos sonoros. John, Paul, George e Ringo foram maiores do que os criativos e pulsantes anos 60. Representaram uma geração que acreditava poder mudar o mundo. E nisso já faz 47 anos que o sonho acabou, mas as canções dos fabfour nos lembra que houve um tempo em que era possível sonhar acordado. E é desse tempo mágico, já tão estudado e biografado que pinçamos 130 fatos colocados em ordem cronológica para remontar a história dos Beatles a partir de curiosidades da banda. É possível que você conheça algumas, se surpreenderá com outras e achará graça de certas passagens dessa narrativa. A maioria dos fatos a seguir foi tirada do livro Cant’t Buy Me Love, escrito pelo jornalista Jonathan Gould. Deu um trabalhinho, mas...

O amor acaba, desacabando

11/02/2017|

Croniketa da Burakera #1, por Ruben G Nunes Campanhas de copa-y-pasión Sábado-chuva. Natal/RN: Brasil-Esquina: Pirangí-praia: o maior cajueiro do mundo. Estou bem aqui ao lado desse fantástico belomonstro cajueiro que não para de crescer. Aqui no chalé nº 9, da APURN (associação dos professas da UFRN). Coisa de classe-média-ma-rô-menos. Também sou gente, m’ermão. Esticando o olho a gente vê da varanda uma nesga do mar embaçado pela chuva. Ônibus de excursão chegam e bufam. Mesmo na chuva turistas coloridos batem pernas como turistas coloridos. Por sobre a cotidiana solidão-doméstica também estou esticando o olho na solidão-comigo-mesmo e meus caboclos. Ouvindo nas lembruxas dos enroscos o batuque-lê-lê de Iemanjá e Iansã. O doiá! Aqui junto a esse cajueirão. Aqui. De cara pra esse marmassaplenaprofunda de PirangíPraia. Convoco os orixás escoceses de JohnnieWalker e eles baixam com tudo. By appointment to her majesty, the queen – of course… Segura a barra, mano! Entro em uiskmeditation. A solidão invade como um tsunami chucro. A encanação vai chegando com Charles Aznavour cantando She, cá dentro. Nos cotovêlos. Nenhuma mulher. Nenhum filho. Nenhum amigo. Todos longe-perto. Todos escarafunchando trabalhos, estudos, compromissos, prazos, contas, cansaços, urgências, esquecimentos, stress. Todos no mundo da ação, diria o velho...

Manoel Onofre Jr. lista os 10 maiores clássicos da música potiguar de todos os tempos

11/02/2017|

Como simples apreciador da MPB, apresento a seguir uma lista de composições musicais que me parecem ser momentos altos do cancioneiro potiguar. Refiro-me apenas aos clássicos, deixando os contemporâneos para outra oportunidade. Esclareço, também, que não há ordem de preferência na apresentação das composições. 10 clássicos da música potiguar – Royal Cinema, valsa de Tonheca Dantas (Apelido de Antônio Pedro Dantas), indispensável no repertório de toda banda de música. – Serenata do Pescador (Praieira), música de Eduardo Medeiros e letra de Othoniel Menezes – espécie de hino da cidade do Natal. – Súplica, de autoria de Olímpio Batista Filho (música) e Ivo Filho (letra), modinha infalível nas serenatas de outrora. – Céu Moreno, canção de Uriel Lourival (filho do poeta Lourival Açucena), grande sucesso na voz de Orlando Silva, “o cantor das multidões”. – Normélia, samba de Raimundo Olavo em parceria com Norberto Martins. – Mimi, valsa de Uriel Lourival, gravada por Sílvio Caldas e vários outros intérpretes. – Sonoroso, choro de K- Ximbinho (pseudônimo de Sebastião Barros), em parceria com Del Loro – simplesmente antológico. – Encontrei Afinal, samba-canção de Hianto de Almeida em parceria com o seu irmão Haroldo de Almeida – um dos maiores êxitos do repertório...

6 CURTINHAS: Babal, Balalaika, Bardallos e outros bababas

10/02/2017|

Greatest Hits de Babal Convoco todos a conclamar sir. Babal Galvão a gravar um álbum com suas melhores músicas. Tem lastro autoral pra isso. Dos poucos por aqui com essa capacidade, aliás. Merece. E merecemos. 20 anos do Balalaika Falar em Babal, um showzaço vem por aí próxima semana, em comemoração aos 20 anos do Sebo Balalaika e também aniversário de seu proprietário, Severino Ramos – quase uma entidade da Cidade Alta. Já confirmados Pedro Mendes, Babal e Terezinha de Jesus. Deverá acontecer nos jardins da Pinacoteca. Em breve dou as informações completas neste Papo. Samba no Bardallos Fim do Insurgências Poéticas no Bardallos Comida e Arte, se inicia no próximo dia 15, quarta-feira, uma curta temporada de dois shows (outro no dia 22) com MagoDaSilva e Sammbesquémaénóis e o show Nas Trincheiras do Samba. Participação especialíssima de Mestre Zorro. A partir das 20h. Entrada: 10 dinheiros. Porão das Artes Outro espaço bacanudo, com artes e músicas ativas é o Porão das Artes, em Pium. E hoje tem programinha bacana às 20h com a Banda RadioOH. No domingo, portão aberto para almoço e leros a partir das 12h. E às 16h, Selenita Aparte (FOTO de Thiago Silveira) e Luan Bates. Entrada...

Por que precisamos de mais Insurgências Poéticas?

10/02/2017|

Arte transforma. Tem a habilidade da transgressão. Política, comportamento, ideologia… tudo cabe na arte, na poesia. E se mesclada a boas doses anarquistas, surge um coquetel poderoso. O Insurgências Poéticas conseguiu essa fórmula, esse mix. Falta um gelinho maneiro para descer redondo, embora o travo também digira bacana para muitos. Houve umas quatro ou cinco edições do projeto. Assisti apenas a última, em homenagem a Civone Medeiros, com exposição de Rita Machado, performance de Rozeane Oliveira e shows de Laryssa Costa e Khrystal. Impressiona o formato aglutinador do Insurgências, mas mais ainda o engajamento dos artistas à ideia e também o potencial para o projeto tomar proporções maiores. Era uma quarta-feira à noite, em semana de prévias carnavalescas em cada esquina e em cada canto de Natal. O local, a Cidade Alta, nem de longe o point de outrora. E o Bardallos estava lotado. O público era predominantemente jovem. Jovens idealistas. Mas havia também aqueles mais velhos de esperança rachada, de certo empolgados com a programação bem divulgada pela imprensa alternativa e tradicional, que também comprou a ideia. Um projeto eminentemente poético. Um sarau incrementado. E sendo assim, aberto, anárquico, libertário, também afeito a outras manifestações, seja da arte, da pombagira...

Listamos para você as 10 melhores músicas potiguares desde 1980

09/02/2017|

Se listas sempre geram discordâncias, que dizer de uma seleção de apenas dez canções em um universo de quase 40 anos de produção musical? Mas tentamos, a partir da opinião de seis conhecedores da música potiguar. Tem jornalista, músicos, produtor e pesquisadora, e uma sétima lista deste blogueiro intrometido. São sete listas e a certeza de que a década de 80 realmente não morre nunca. A predominância de composições dessa época é absurda. Exceção para uma lista cheia de rocks do músico decano da banda The Automatics, Alexandre Alves, também co-autor do recente livro ‘100 discos do rock potiguar’. Para selecionar as 10 canções mais marcantes desde 1980, além de Alexandre Alves, a maior pesquisadora da música potiguar, Leide Câmara; o jornalista, músico de bandas como GRM Blues, Eu Edu e os Caras e Os Grogs, Moisés de Lima; o músico e compositor Cleudo Freire; o produtor musical e também pesquisador José Dias; e o músico de bandas como Camarones Orquestra Guitarrística e Fetuttines, além de produtor musical, Anderson Foca. Estilos diferentes com listas também bem distintas, que dão maior abrangência ao arcabouço musical potiguar. De uma lista eminentemente roqueira de Alexandre Alves aos hits populares e de alcance nacional...

[PAPINHO CULTURA] 4 bailinhos de carnaval em Natal para a criançada curtir

09/02/2017|

Bailinho Mamãe Eu Quero A segunda edição do Bailinho Mamãe Eu Quero acontece no próximo 18 de fevereiro na AABB, das 15h às 19h. A orquestra Dragões do Frevo alegrará a festa com repertório de frevo, marchinhas clássicas e músicas infantis em ritmo de carnaval. Também a participação da cantora mirim Jhennifer Cunha. A programação conta ainda com os palhaços Sula e Piruá da Tropa Trupe e seus números circenses. A Spicy Princess House vai montar um espaço lúdico com pinturas descoladas e diferentes para os carnavalescos mirins. O desfile de fantasias (não competitivo) será comandado pelo Rei do Carnaval interpretado por Marcílio Amorim da Elenco Mosh. E ainda escolha do rei e rainha do Bailinho 2017, sorteio de brindes e distribuição de balas e pirulitos oferecidos pela Simas. O evento oferece serviço de bar e restaurante com cardápio de petiscos e lanches pra garotada e a estrutura conta com seguranças e uma linda ambientação completa o clima de carnaval e conforto. Ingressos antecipados: Spicy (Midway Mall, loja 239 – 2o piso tel: 3643-3013). Preço primeiro lote: Crianças R$ 15 e adultos R$ 25. Casadinha: R$ 70 (2 adultos e 2 crianças). Preço segundo lote: Crianças R$ 20 e adultos...

Você tem a chance de aprender a fotografar em Pipa

09/02/2017|

Com o desafio da ideia na cabeça e uma câmera fotográfica em mãos, qualquer pessoa poderá participar de um Curso de Fotografia que será realizado na Escola Municipal Vicencia Castelo, na Praia da Pipa, um cenário perfeito para as aulas práticas. O curso será realizado nos dias 18 e 19 de março (sábado e domingo). De acordo com a fotógrafa Allende Sáenz, o objetivo é qualificar a galera que mora em Pipa, Tibau do Sul e Goianinha, que tem câmeras digitais e querem aprender a utilizar os recursos que elas oferecem para poder melhorar em sua fotografia. O Curso de Fotografia vai ensinar as técnicas corretas para se fotografar os visuais da praia da Pipa. As aulas serão ministradas pelo fotógrafo Alex Gurgel, professor com mais de 15 anos de experiência no ensino da fotografia. Ano passado, ele foi considerado o melhor fotógrafo cultural do Rio Grande do Norte, concorrendo com os melhores do Estado. Qualquer pessoa pode participar, desde que tenha uma câmera digital, seja ela compacta, semiprofissional ou profissional. Realização: Sáenz Fotografia e Engenho de Fotos Apoio Cultural: Pousada da Demi, Orishas, Pousada Cavalo Marinho, Ágora Pousada Louge-Bar, Daniel Marrom, Heineken e Casa Alto Astral COMBO | Curso...

Camila Masiso

08/02/2017|

Cavaleiros do Forró E para a velha Redinha sobrou mesmo o forró da banda Cavaleiros do Forró, de novo, no sábado de carnaval. Uma superestrutura será montada para receber a banda potiguar, com 20 mooves, 60 placas de alta definição, mais de 100 metros de grid, rampa de Led para acesso do cantor Peruano ao palco (que terá dimensões de 14 metros x 10 metros), 12 praticáveis 1m x 2m, 60 placas de Led em 19 m². Sou mais o frevo no Bloco das Raparigas. Carnaval com glitter Frevo, axé, samba e muita brasilidade vão dominar o Casanova Ecobar no próximo domingo (12), a partir das 16h, com a prévia carnavalesca ‘Segura o Glitter’. Camila Masiso (FOTO: Moraes Neto) e Igor Fortunato são atrações confirmadas com seu novo projeto “Charanga”. O som também ficará por conta dos DJs Tropicana, Diego Negrellos e Alce Maia. Senhas antecipadas por R$ 10, online ou na portaria do Casanova; e na hora da festa por R$ 15. Para nome na “Lista Amiga”, basta confirmar presença no evento da festa na página do facebook. Dicas de livro “O espírito da ficção científica”, livro inédito de Roberto Bolaño, chega às livrarias no dia 10. Outra? “O...

A história do nazifascismo em Natal investigada pelo maior detetive de todos os tempos

08/02/2017|

Natal sempre foi vocacionada ao cosmopolitismo. Desde quando uma frota de caravelas francesas avançou pela margem esquerda do Rio Potengi, nas imediações da Redinha e encantou os índios Potiguara no início do século 16. Era o começo da invasão estrangeira. Três séculos depois, a capital potiguar assistia o período florescente de arte e cultura vivenciado na França há décadas. Era começo do século 20. O clima da Belle Époque na província recepcionava um imigrante italiano que ingressaria nas páginas da história como dos mais prósperos comerciantes da cidade e espião do nazifascismo em Natal. Essa história começa em 1897, quando Guglielmo Lettieri pisava pela primeira vez o solo brasileiro pelo porto do Rio de Janeiro, aos 10 anos de idade. A família logo voltou à pátria italiana, mas o menino retornou aos trópicos brazucas após o fascínio infantil já aos 16 anos, em 1903. No vapor Alcina, desembarcou novamente no Rio, com destino a Recife, onde se iniciou na atividade do comércio. Casou na capital pernambucana, mas logo adotou Natal como morada até o fim da vida. Não se sabe ao certo a data de chegada. A estimativa é 1910, durante governo de Alberto Maranhão. Foi quando começou a construção...

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