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jaime hipolito dantas

Jaime Hipólito Dantas e Mossoró

Se tivéssemos de erigir um panteão em honra dos mais ilustres mossoroenses (natos e adotivos), na área cultural, não poderíamos deixar de incluir nele o jornalista e escritor Jaime Hipólito

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Dois livros reveladores da literatura potiguar

Em nossa literatura, como, aliás, em muitas outras, certos livros distinguem-se não apenas pelo seu valor intrínseco, mas também pela sua importância histórica, seja porque constituem verdadeiros marcos, seja porque

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Mostra individual de Janderson Azevedo mergulha em questões urgentes do presente

Redação

A Pinacoteca abre, neste sábado (9) às 10h, a exposição “Contra a Máquina de Moer Mundos”. Esta é a primeira mostra individual do artista visual potiguar Janderson Azevedo. A exposição reúne um conjunto inédito de trabalhos recentes e ocupa o espaço com obras que atravessam instalação, fotoperformance, videoperformance e objetos. A proposta é construir uma experiência imersiva e crítica, em que o público é atravessado por imagens, matérias e situações que tensionam o presente. Com curadoria de Sanzia Pinheiro, a mostra articula questões urgentes do presente, como disputa por território, exploração de recursos naturais, violência política e formas contemporâneas de controle da vida. O público é convocado a se implicar na experiência, a partir da escuta e da percepção. Ao mobilizar materiais como minerais, concreto, água e resíduos, o artista constrói obras que evidenciam processos históricos ainda em curso. A exposição se organiza em torno de ideias como corrosão, ruína e resistência. As obras tensionam permanência e colapso e revelam marcas de um mundo em disputa. Como afirma a curadora, a exposição “enfrenta as engrenagens que naturalizam a violência e transformam a vida em recurso, ao mesmo tempo em que cria imagens que interrompem esse fluxo e devolvem complexidade ao que se tenta simplificar”. “Contra a Máquina de Moer Mundos” não se limita ao diagnóstico da crise. A exposição propõe um encontro direto com as fraturas do mundo contemporâneo e com as forças que se recusam a ser absorvidas por elas. Entre desgaste e insurgência, o trabalho de Janderson Azevedo abre espaço para pensar outras formas de existência, relação e futuro. Sobre o artista Janderson Azevedo é artista visual, performer, diretor de arte e produtor cultural. É formado em Artes Visuais pela UFRN desde 2023. Sua prática articula criação artística e atuação técnica no campo da arte contemporânea. Atua com montagem, marcenaria e desenvolvimento de projetos, através da sua produtora, a Vermelho Arte Produção. Participou de exposições e ações artísticas no Rio Grande do Norte e em outros estados do Nordeste. Sua produção investiga relações entre matéria, território e processos sociais. Serviço: Exposição: Contra a Máquina de Moer MundosAbertura: 09 de maio de 2026, às 10hLocal: Pinacoteca do Estado do Rio Grande do NorteEndereço: Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, Natal/RNEntrada: gratuita Ficha técnica Artista expositor: Janderson AzevedoCuradoria: Sanzia PinheiroProdução executiva: Paulo DemétrioAssistente de produção: Maria Júlia BarbosaExpografia e montagem: Vermelho Arte ProduçãoAcessibilidade: Recria Acessibilidade Esse projeto conta com a...

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Documentário resgata a memória de Parnamirim

Redação

Qual a história da cidade de Parnamirim para além da ligação histórica com a Segunda Guerra? O documentário “Parnamirim na Memória do Povo”, surge para responder essa pergunta e para resgatar a história esquecida da cidade. A obra será exibida na Escola Estadual Roberto Rodrigues Krause às 18h30 e também contará com a exibição aberta no YouTube durante todo o final de semana (sexta, sábado e domingo).  Idealizado com o objetivo de preservar e valorizar a memória coletiva de Parnamirim, revelando aspectos culturais, tradições, costumes e eventos históricos que moldaram a identidade da cidade e promovendo o sentimento de pertencimento, o projeto busca não apenas resgatar a história local, mas também fortalecer a importância da preservação da memória cultural, incentivando a participação ativa dos cidadãos na construção da memória coletiva de Parnamirim. A escritora e produtora cultural Dandara Dias explica que o projeto surgiu a partir de uma inquietação pessoal diante da ausência de registros sobre a história da cidade. “A ideia do documentário nasce do fato de que a história de Parnamirim costuma ser contada quase exclusivamente a partir da Segunda Guerra Mundial, com foco nos militares e no ‘Trampolim da Vitória’, como se esse fosse o ponto de origem da cidade. No entanto, sabemos que, antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já existiam os povos originários. Em Parnamirim, essas histórias foram apagadas ou não foram registradas. O que havia antes da Segunda Guerra Mundial? O que acontecia nesse território? Temos poucas respostas, justamente pela falta desses recortes históricos”, aponta Dandara.  Segundo Dandara, o curta-documentário busca ampliar essa perspectiva e construir novas formas de memória. “A proposta é criar registros que não estejam centrados apenas em narrativas militaristas. Existe um cansaço em relação a esse olhar único sobre a cidade. Queremos novas memórias, outras formas de contar a nossa história, e isso é possível.” A produtora destaca que o projeto pretende funcionar como um registro de histórias frequentemente esquecidas, valorizando diferentes vivências e trajetórias. “A ideia é documentar a cidade a partir de pessoas que nem sempre ocupam cargos de destaque, mas que são fundamentais para a construção da identidade local, moradores de periferias, artistas e representantes de diversos segmentos.” Ela também afirma que espera que a iniciativa inspire outras cidades. “Se o projeto for bem recebido, a expectativa é que outras localidades desenvolvam propostas semelhantes, registrando suas histórias a partir de perspectivas mais plurais. É uma forma...

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Caio Padilha lança campanha coletiva para viabilizar projeto musical Cordel de Couro e Crina

Redação

Um belo dia, dois rabequeiros — um do Norte de Minas e outro de Natal — descobriram, no Rio de Janeiro, quase por acaso, que moravam no mesmo prédio. O encontro no elevador entre Caio Padilha e Guilherme Pimenta não deu origem apenas a uma amizade, mas também a uma parceria musical que agora se concretiza no projeto Cordel de Couro e Crina. Com trajetórias consolidadas como compositores, pesquisadores e instrumentistas, os dois artistas se unem para investigar e reinventar o universo da rabeca e do forró pé de serra, colocando lado a lado repertórios tradicionais e criações inéditas. A crina dos arcos das rabecas se mistura ao couro das percussões para acompanhar e enfeitar a poesia das letras, criando uma sonoridade que dialoga com a tradição popular e ao mesmo tempo aponta para novos caminhos. Trançando uma rede O financiamento coletivo permitirá realizar um grande encontro musical no Rio de Janeiro, que culminará na gravação ao vivo do primeiro disco do projeto, reunindo convidados especiais e público presente. Mais do que um espetáculo, o projeto propõe uma experiência cultural completa, com atividades abertas ao público que exploram diferentes dimensões da rabeca brasileira: música, oralidade, memória e formação. Participar da campanha é ajudar a transformar esse encontro em disco, pesquisa e circulação cultural. Por que entrar nesse cordel? Desde que o escritor e pesquisador Mário de Andrade destacou a música como elemento central da cultura brasileira, o repertório de mestres rabequeiros passou a ser reconhecido como patrimônio cultural. Mais recentemente, a salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró pelo IPHAN reforçou a importância desse universo musical para a história da música popular brasileira. Nesse contexto, a rabeca permanece como instrumento fundamental nas formas de produção e circulação dessas tradições. Ao longo do século XX, a rabeca inspirou diferentes movimentos estéticos e artísticos ligados à ideia de brasilidade. Compositores e intérpretes como Guerra-Peixe, Antônio Nóbrega, Eduardo Gramani e diversos músicos populares dialogaram com essas tradições, expandindo o repertório e as possibilidades do instrumento. O projeto Cordel de Couro e Crina se insere nessa longa trajetória. Ao reunir pesquisa acadêmica, criação musical e performance, ele propõe atualizar a escuta destes repertórios no século XXI — valorizando tanto a memória dos mestres quanto a criação contemporânea. Seu apoio ajuda a registrar esse encontro em disco, ampliar o alcance dessas pesquisas e fortalecer a presença da rabeca na cena musical brasileira. Sua empresa no cordel...

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Casa Impacto Natal abre as portas para artistas como novo polo cultural em Ponta Negra

Redação

A Casa Impacto Natal, o primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil, anuncia a abertura de suas portas para artistas, produtores culturais, escritores, artesãos e criativos de Natal apresentarem seus projetos. Instalada em um contêiner marítimo artesanalmente repaginado na Avenida Praia de Ponta Negra, a Casa busca propostas que desejem ocupar esse espaço inovador com lançamentos e eventos culturais entre os meses de maio e junho de 2026, sem nenhum custo. Idealizada pela designer social e empreendedora Cris Ribeiro, a Casa Impacto funciona como uma “vitrine viva” da identidade potiguar. Após o sucesso da estreia com a mostra “Natal, Original é Ser”, o espaço agora convoca projetos que enalteçam a cultura local, o impacto social e a inclusão. Os interessados têm até o dia 07 de maio de 2026 para enviar suas propostas e projetos criativos. O foco são iniciativas que dialoguem com a essência do negócio social Lugares de Charme, que há 15 anos promove a prosperidade com dignidade através da economia criativa e do bem-estar. A Divulgação da agenda oficial acontecerá a partir de 09 de maio e o Contato para inscrições: pr********************@***il.com A Casa Impacto não é apenas um local de eventos, mas o ápice de 21 anos de experiência de Cris Ribeiro com comunidades e coletivos de mulheres. Única designer social em atividade no Rio Grande do Norte, Cris transformou o contêiner em um ponto de encontro que já reúne mais de 130 colaboradores diretos, entre artesãs e artistas. “A Casa Impacto é um convite para ‘ser’ conosco. Queremos projetos que tragam essa força da identidade natalense original, unindo o design autoral à nossa história”, afirma Cris Ribeiro. Atualmente, quem visita o local pode conferir peças em crochê, trançado de palha de coqueiro e bordados que contam a história de Natal, a “cidade dos encontros”, sob uma perspectiva de design afetivo e circular. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.

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Xilo de corda: Monte das Gameleiras recebe projeto de valorização da xilogravura a partir desta segunda

Redação

Durante duas semanas, os artesãos de Monte das Gameleiras vão ter a oportunidade de aprender sobre a arte da xilogravura. O projeto “Xilo de Corda – Empreendendo pela Xilogravura”, inicia nesta segunda (4) na zona rural da cidade, uma série de oficinas formativas ministradas pelo arte educador e artista visual Douglas Buso. O projeto fortalece o processo de criação e produção, possibilitando a aplicação dessa técnica na elaboração de produtos como gravuras, camisetas e ecobags, ampliando as possibilidades de geração de renda e diversificação da produção artesanal local. A Xilogravura é a arte de entalhar com uso de madeira. Com ela é possível formar imagens, criar desenhos, onde os relevos que se formam podem imprimir como um carimbo a gravura no suporte. A primeira semana de oficinas acontece entre os dias 4 e 8 de maio, para o grupo de artesãos do Sítio Jacu de Órfãos, Zona Rural de Monte das Gameleiras. A segunda oficina acontece entre os dias 18 e 22 de maio, na Biblioteca Pública Municipal João Delmiro de Souza, Centro – Monte das Gameleiras. As inscrições estão sendo realizadas pela prefeitura municipal e são totalmente gratuitas. Ao todo, cerca de 30 artesãos (homens e mulheres) devem participar das atividades na cidade.

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Filarmônica UFRN reúne obras de Turina, Guerra-Peixe e Manuel de Falla em Natal neste sábado

Redação

A Filarmônica UFRN convida o público para o concerto “Candeias”, que será apresentado no próximo sábado, 9 de maio, em duas sessões, às 18h e às 20h, no Auditório Onofre Lopes, em Natal. Sob a regência do maestro André Muniz, a apresentação reúne um programa que articula referências da tradição musical ibérica com desdobramentos na música de concerto brasileira. Ingressos disponíveis pelo Sympla na quarta-feira, 06 de maio, às 8h sympla.com.br/evento/concerto-candeias-filarmonica-ufrn/3410896?referrer=www.google.com e no local, no dia do evento, com distribuição 1h antes de cada sessão.  Mais do que uma sucessão de obras, o concerto se configura como um percurso sensível de escuta, no qual memória, identidade e transformação dialogam de forma contínua. A proposta evidencia como as heranças musicais atravessam culturas e se reinventam, criando uma experiência que conecta o público tanto no plano cultural quanto no sensorial. A noite contará com a participação do violinista Rucker Bezerra como solista convidado. Reconhecido por sua expressividade e apuro interpretativo, o músico conduz o público por uma narrativa musical que valoriza nuances tímbricas e intensidade emocional. O repertório reflete diferentes formas de apropriação e reinvenção desse universo sonoro. A suíte Danzas fantásticas, de Joaquín Turina, abre o programa com uma escrita orquestral vibrante, marcada por ritmos incisivos e cores tipicamente espanholas. Em seguida, o Concertino para violino, de César Guerra-Peixe, desloca essa matriz estética para o contexto brasileiro, incorporando elementos populares a uma linguagem de concerto refinada. Encerrando a noite, El amor brujo, de Manuel de Falla, tensiona tradição e modernidade ao evocar o imaginário flamenco e a cultura andaluza. Mais do que evidenciar afinidades estéticas, “Candeias” organiza uma experiência de escuta pautada pelo reconhecimento e pela transformação. Gestos musicais recorrentes, como padrões rítmicos, inflexões melódicas e texturas sonoras, despertam no ouvinte uma sensação de familiaridade, mesmo diante do inédito. É nesse entrelaçamento entre herança histórica e memória afetiva que o concerto se estrutura, convidando o público a uma imersão que transita entre o campo cultural e o sensorial. As apresentações acontecem no Auditório Onofre Lopes, espaço vinculado à Escola de Música da UFRN, que vem se consolidando como um dos principais polos de difusão da música de concerto no Rio Grande do Norte. A Temporada 2026 é realizada pela Filarmônica UFRN, EMUFRN, UFRN e PROEX, com patrocínio da Caixa Assistencial Universitária do RN (CAURN) e do Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Norte (MPT/RN), produção da Da Capo Produções...

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Vozes Femininas: projeto une arte, cultura e memória para homenagear mulheres potiguares

Redação

Valorizar e dar visibilidade às contribuições históricas e contemporâneas das mulheres do Rio Grande do Norte, destacando trajetórias que marcaram a cultura, a política, a educação e a vida social do estado. Esse é o objetivo do projeto Vozes Femininas, que será lançado na próxima terça-feira (5), no Hotel Senac Barreira Roxa, às 8h30, com a presença de autoridades e parceiros do projeto. Na ocasião, serão apresentados editais voltados às áreas de gastronomia, moda e artesanato, desenvolvidos em parceria com o Sebrae/RN, além do primeiro encontro do Ciclo de Palestras “Caminhos de Coragem”, com a participação de Márcia Maia e Magnólia Figueiredo, entre outras pioneiras da atualidade. As ações marcam o início de uma agenda que se estende ao longo de todo o mês de maio e compreende atividades culturais e formativas em diferentes espaços. O projeto conecta passado, presente e futuro por meio de iniciativas que envolvem artes visuais, música, moda, artesanato e gastronomia, além de palestras, rodas de conversa, oficinas e apresentações artísticas. A ideia, segundo Ana Maria Costa, é preservar memórias, reconhecer legados invisibilizados e inspirar novas gerações a partir de histórias de pioneirismo, coragem e transformação social. “Dar voz às mulheres do RN é honrar histórias silenciadas e acender futuros possíveis. Que cada mulher se reconheça nessa luta, se aproprie desse espaço e transforme sua voz em coragem, presença e legado”, diz Ana Maria Costa. Além dela, o Vozes Femininas é idealizado e realizado por Ana Guedes e Tatiane Fernandes, que assinam a concepção e coordenação do projeto.  A programação inclui a instalação “Legados de Coragem do RN – Vozes Femininas”, que vai destacar em informações e imagens a essência do legado de 12 mulheres potiguares pioneiras em diferentes áreas, como educação, literatura, política, cidadania, cultura e resistência indígena. A instalação de lançamento ficará em cartaz de 15 maio a 15 junho, no mall do Natal Shopping, com visitação gratuita. E depois seguirá para novos espaços, em Natal e nas cidades onde as homenageadas nasceram. A agenda também contempla outros dois encontros do ciclo de palestras, com debates sobre o legado feminino no estado em temas como artes, gestão pública, ancestralidade, pioneirismo, diversidade e empreendedorismo. Os encontros serão realizados em Natal e Mossoró, sendo uma edição voltada a mulheres empreendedoras, pioneiras nos mais diversos segmentos. No campo da formação, o projeto vai realizar um circuito de rodas de conversa com estudantes de escolas públicas potiguares, em...

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Chico César fará em Natal show de lançamento de seu novo disco, “FOFO”

Redação

Apresentação será dia 8 de maio, 21h, no Teatro Riachuelo. Décimo primeiro álbum da carreira do artista traz canções nunca gravadas, compostas em sua juventude Após dez trabalhos autorais, “FOFO” é o primeiro disco em que o cantor e compositor Chico César volta ao tempo de sua juventude, dando voz a composições escritas em sua passagem pela banda Jaguaribe Carne, quando morou em João Pessoa, e também na chegada a São Paulo. O show, com Chico e seu violão em cena, será dia 8 de maio no Teatro Riachuelo. Com seu 11º álbum gravado em estúdio, o músico celebra um marco pessoal e artístico que sintetiza vivências, conquistas e redescobertas. Nunca gravadas, todas as 16 faixas do projeto – letra e música – são assinadas por ele. Exceto três: uma parceria com Pedro Osmar, outra com Paulo Ró (integrantes do Jaguaribe Carne). A terceira é em parceria com a escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie. Do livro dela Americanah, Chico tirou o mote da canção que dá título a seu disco: “Eu não quero ser fofo, eu quero ser a porra do amor de sua vida”. O disco “FOFO”, ainda sem data de lançamento, chega em formato voz e violão, assim como foi gravado “Aos Vivos” (1995), álbum que marcou a estreia de Chico César na música brasileira e o consolidou como um dos grandes nomes da música nacional e internacional, levando suas composições para palcos de diferentes partes do mundo. A sonoridade do álbum é densa, marcada pelo experimentalismo e uma certa angústia típica da juventude em meio ao ambiente político e existencial da época Sabendo disso, “FOFO” termina por ser uma reverência do artista, agora em sua maturidade, ao jovem e inquieto Chico César. É um convite para seu público conhecer suas origens nessa viagem musical com ele. Chico César Chico César é um dos nomes mais inventivos e multifacetados da música brasileira. Cantor, compositor, escritor e jornalista, ele desafia rótulos e convenções, criando uma obra singular que mistura ritmos regionais, poesia afiada e uma visão de mundo profundamente humanista. Emergiu no cenário musical brasileiro nos anos 1990, trazendo uma sonoridade fresca e uma abordagem lírica que trazia humor, crítica social e uma profunda sensibilidade poética. Seu álbum de estreia, “Aos Vivos” (1995), já anunciava sua originalidade, com canções como “Mama África” e “À Primeira Vista”, que se tornaram hinos de resistência e celebração da diversidade cultural. Sua música...

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alexandre muniz na peça P's

03/09/2018|

O curta-metragem P´s, da Trapiá Cia Teatral e protagonizado pelo ator Alexandre Muniz, foi selecionado para o 7º Curta Suzano, que será realizado entre os dias 13 e 16 de setembro. A obra concorrerá na mostra Competitiva do Alto Tietê. Inspirado na peça P`S da Trapiá Cia. Teatral, que por sua vez é uma adaptação do livro “Eu, Pierre Rivière, que degolei minha mãe, minha irmã e meu irmão”, de Michel Foucault, o curta-metragem P`s foi lançado na programação do Festival de Cinema Curta Caicó, realizado em junho/2018. A peça teatral, que percorre o país no Palco Giratório do SESC Nacional, foi adaptada para o cinema a partir de parceria entre a Trapiá Cia Teatral e a Referência Comunicação, que faz a produção executiva do curta-metragem. A obra é uma adaptação de Gregory Haertel que descreve e analisa um caso real de parricídio acontecido na primeira metade do século XIX. A peça traz para uma vila do sertão nordestino a história de P, jovem que assassina brutalmente alguns de seus familiares. O professor Lourival Andrade assina direção e roteiro de P`S, que conta com o ator Alexandre Muniz interpretando o protagonista da história. P’S JÁ FOI PREMIADA NO TEATRO A...

escritor marcio benjamim

03/09/2018|

Ficcionista criativo, Márcio Benjamim é uma das boas revelações da nossa literatura neste início de novo milênio. Natalense, advogado, em meio aos papeis e a burocracia diária, o que mais ama é contar histórias. Escrever, sobretudo ficção. Vale dizer que Benjamim também é dramaturgo e escreveu algumas peças: “Hippie-Drive”, “Flores de Plástico” e “Ultraje”. Estreou oficialmente na literatura em 2012, com o livro Maldito Sertão, publicado pela Editora Jovens Escribas. Sobre Maldito Sertão tivemos oportunidade de escrever, na época do seu lançamento, uma resenha, da qual extraímos os seguintes trechos: O livro do escritor Márcio Benjamim, “Maldito Sertão” é um mundo, um universo onde se misturam mito, ficção, poesia e linguagem regionalista. É uma viagem, uma incursão pelas estórias da nossa região. Poucos os contistas potiguares que tratam deste tema com propriedade. Afonso Bezerra, Manoel Onofre Júnior, Bartolomeu Correia de Melo e Clauder Arcanjo são alguns dos nomes da lista de escritores que o abordam. Nos contos notamos espaços existenciais, vivos, personificados, verdadeiramente regionais, além de um vasto universo folclórico, repleto de vida e imaginação, brotando assim os mais diversos sentimentos como o riso, o medo, a dúvida, angústias, esperanças, desilusões, o bem e o mal, e as tensões entre...

chopp

03/09/2018|

Croniketa da Burakera #19, por Rubens G Nunes Sem essa de que cerveja é mais refinada. Pra mim o chopp é uma festa! A cerva é mais séria. Mais responsa. Mais escolha. O chopp não. Vai direto pros calores, suores e cotovelos. E, ainda dá uma meia-sola nos furos dos amores-perdidos-e-achados. Você olha pro garçon e só diz uma palavra: Chopp! Se o distinto for um cara mais exigente, ainda mostra 3 dedos e o garçon-velho-de-guerra já sabe: com colarinho duplo! Nada mais, nada menos. A não ser esperar o ritual da ordenha do chopp. E lá vem aquela eterna fantasia amarelobrancoespumante, exclusiva pra você, na bandeja do garçon. O chopp é mais verão. Mais alegre, mais humano. Mais irresistivelmente irresponsável. O chopp já vem sorrindo na bandeja do garçon! O primeiro gole é puro gozo líquido. A alma se estica. Arma rede nos coqueiros do coração. Dá vontade de abraçar o mundo. A espuma do chopp é algo vivo. Um spiritual-femina! Brincalhona, sensual, sacaninha. Te desenha bigodes lúdicos de Papai Noel fora de época. Daí, velho, no que o gole geladinho desce garganta-abaixo-alma-acima e o costado da mão limpa a espuma branca e os olhos se fecham nas dobras...

Circuito Cultural Ribeira

03/09/2018|

A programação da segunda edição do Circuito Cultural Ribeira já está no ar. A Ribeira fica em festa dia 9 de setembro, a partir das 16h. Ruas, becos, espaços culturais, artistas de todas as áreas e para todas os gostos e idades vão invadir o bairro com muita alegria e felicidade. Programação gratuita! Confira as atrações: CIRCUITO CULTURAL RIBEIRA Domingo, 09 de Setembro Casa da Ribeira Rua Frei Miguelinho, 52 16h – Clube do livro poesia potiguar: “entre tempos” de Anchella Monte 16h às 21h – Pequena livraria de arte – Editora Fortunella (literatura) 16h às 21h – Exposição “Antigos Passos Vazios” – Pedro Balduíno (Artes Visuais) 17h – Caroço e Ferrolho – Circo Grock (circo) 18h – Sarau Insurgências Poéticas – Especial Poesia Feminina (poesia) 19h30 – INKUBUS – Coletivo Provisório (teatro adulto) *ingressos são distribuídos 1 hora antes de cada apresentação. Espaço A3 Rua Frei Miguelinho, 99c 16h às 21h – Exposição “Pelo Pescoço” – Daniel Torres (Artes Visuais) 16h – Oficina Contemporâneo Mix com Wilhelm Araújo 20h – Solo Apático | Moíses Ferreira (Dança) *ingressos são distribuídos 1 hora antes de cada apresentação. Espaço Gira Dança Rua Frei Miguelinho, 100 16h – Abertura do Espaço 16h –...

gustavo cocentino na feira da diversidade

31/08/2018|

Pense num evento cultural com 45 edições ininterruptas. Dadas as condições de apoio e prestígio à cena local, é sempre difícil. Mas a Feira da Diversidade acontece mais uma vez neste domingo com um mix de atrações que abrange performance poética e teatral, lançamento de CDs ou livros, dois shows musicais e mais de 30 expositores divididos entre artes plásticas, artesanatos, vestuário, plantas, bijuterias, condimentos, ervas medicinas e etc. São seis horas de muita cultura, das 12h às 20h, no point cultural de Pium, o Porão das Artes. A Feira acontece desde 2014, sempre com acesso livre do público. Mas a partir das últimas cinco edições, a produção do evento passou a cobrar 1 quilo de alimento para doação a instituições carentes. A escolhida deste mês será o Lar Espírita Alvorada Nova (Lean), em Parnamirim. E aqui abro um parêntese: conheço o lugar e o trabalho desenvolvido com idosos lá é exemplar! Feira com shows musicais Os dois shows musicais desta edição da Feira da Diversidade traz a guitarra blueseira de Gustavo Cocentino (FOTO) acompanhado de Vitoriano Roberto para tocar os clássicos do “maluco beleza” Raul Seixas. E ainda a banda Flor de Macambira, com pegada regional entre canções autorais...

espetáculo Meu Seridó

30/08/2018|

Dentro dos projetos de apresentar de forma interdisciplinar a “Cultura Sertaneja” para os alunos do 8º Ano e do “Desbravando o Sertão do Seridó” com os alunos do 5º Ano do Ensino Fundamental do colégio CEI Romualdo, nesta quinta (30) às 15h e sexta (31), às 8h, os alunos assistirão ao espetáculo Meu Seridó na Escola de Música da UFRN. A peça sonhada pela atriz potiguar de destaque nacional, Titina Medeiros, tem direção de César Ferrario, texto de Filipe Miguez (autor da novela Cheias de Charme) e produção da Casa de Zoé. O espetáculo aborda a cultura potiguar com enfoque na condição da mulher no sertão, a extinção do indígena em detrimento do boi e a desertificação, na luta diária pela sobrevivência como força bruta do ser. A diretora adjunta do CEI Romualdo, Flávia Nóbrega, destacou que será uma oportunidade especial para os alunos conhecerem mais a história potiguar dentro do projeto pedagógico de apresentar a cultura sertaneja, aspectos naturais e econômicos desenvolvido nas disciplinas de Língua Portuguesa, História, Geografia, Arte e Educação Física. “Por meio da arte, os alunos vivenciarão uma experiência lúdica de conhecimento da nossa riqueza histórica e cultural do Rio Grande do Norte, com oportunidade, ainda,...

yrahn barreto

30/08/2018|

Dando sequência ao show do novo trabalho de Yrahn Barreto, o Acabou Chorare Bar Cultural recebe Yrahn Barreto e o show “EU E A MÁQUINA”. Será neste sábado, às 21h. Yrahn se apresenta com um novo formato, levando a sonoridade do disco para o palco com Jubileu Filho assumindo o baixo e a direção musical, Larry Mateus, na bateria e cenário montado por Carlos Sérgio Borges, com produção de Jamilly Mendonça. EU E A MÁQUINA dá nome ao terceiro e mais recente álbum do cantor e compositor Yrahn Barreto, lançado oficialmente em agosto de 2018 no SESC Cidade Alta Natal – RN. O novo CD já está disponível nas principais plataformas de streaming e terá seu exemplar físico à venda no local. YRAHN BARRETO Yrahn Barreto começa como guitarrista de bandas baile, e todos os shows seu pai assina uma autorização para o menino de 12 anos sair pela estrada e subir aos palcos dos clubes do interior do estado do RN, e fazer o que ele mais ama: música. Foram diversas bandas baile e cantores do cenário potiguar e nacional, tocando pelo interior do Rio Grande do Norte e por todo o Nordeste. “Passei por várias bandas, não passava...

arte urbana no passo da pátria

29/08/2018|

Será aberta nesta quinta (30) a partir das 18h na Capitania das Artes (Funcarte) a Exposição INarterurbana, que exibe o trabalho de 14 artistas visuais que durante dez dias realizaram a pintura de murais na comunidade do Passo da Pátria através de interações com moradores dentro de um processo de residência artística. Integraram a quarta edição do projeto artistas de seis estados do Brasil: Camíz (RJ), Bones (RN), Bruno Malagrino (SP), Luna (PI), Discordia (SP), Bros (PE), Lelo (RJ), Coletivo Aboio (RN), Charles Lessa (CE), Pato (RJ) e Olívia AF (SP) que participarão ao lado dos artistas convidados, Marcelo Borges (RN), Lima (RN) e Bruno Otávio (RN). FEIRA MIX Agora uma mostra dessa intervenção poderá ser levada ao público natalense através da exposição que ficará aberta até 30 de setembro. Durante a abertura haverá ainda a realização de uma Feira Mix, Batalha de Grafiti, Flash Tatto, além dos shows e performances de DJ Alf, Flori e Pretta. Durante a ação foram produzidos murais voltados para o Rio Potengi, além de painéis artísticos representando personagens e símbolos do cotidiano que passam agora a integrar a paisagem da comunidade. INARTEURBANA Idealizado pelas produtoras Agathae Montecinos, Sayonara Pinheiro e Nizia Montecinos, o INarteurbana...

Flavio Rezende lança livro no Morro do Careca

29/08/2018|

Num cenário natural e inusitado para um lançamento de livro, o escritor e jornalista Flávio Rezende elegeu o pé do Morro do Careca, para autografar sua 26º obra literária, intitulada Escritos da Alma, ficando no local das 10h30 às 13h deste domingo, com algumas manifestações culturais ocorrendo simultaneamente. O livro que será vendido ao preço de R$ 30, reúne seus “escritos” produzidos a partir de viagens, observações e constatações das cenas cotidianas, com destaque para as caminhadas dominicais em Ponta Negra, daí o escritor ter escolhido o pé do Morro do Careca para lançar a obra. Os “escritos” estão divididos no livro em 81 crônicas, ocupando dois capítulos, destinando o terceiro capítulo para dois textos infantis, devidamente ilustrados por sua filha Mel Browne Kalki de Rezende, que vem tendo participação nas últimas obras do autor. O livro foi editado na Offset Gráfica e Editora, tendo foto de capa de Canindé Soares, editoração de Victor Hugo Rocha Silva e revisão de Karla Geane de Oliveira. Flávio Rezende tem vasta obra, com variedade de estilos e formas, com incursões nas prosas esotéricas, livros infantis, poesias, contos, crônicas, apresentando livros redondos, piramidais, e inovando ainda na maneira de lançar, já o tendo feito...

Khrystal no musical Elza

29/08/2018|

Lá pelas bandas do Sudeste uma potiguar tem se sobressaído aos olhos do tropicalista Caetano Veloso. No último sábado, o baiano enalteceu o trabalho da cantora, compositora e musicista potiguar Khrystal no musical Elza, em homenagem à cantora Elza Soares, hoje com seus 88 anos de tantos histórias e um CD recente lançado. O texto foi publicado em sua página no facebook e, ao fim da manhã desta quarta-feira (29), alcançava 1,7 mil curtidas, 110 comentários e 293 compartilhamentos. O musical biográfico Elza é escrito por Vinícius Calderoni (de “Ãrrã”), dirigido por Duda Maia (de “Auê”) e conta com direção musical de Pedro Luiz. Foca na história de resistência e superação da moça nascida na favela de Moça Bonita, no Rio de Janeiro. E história não falta. Elza Soares passou fome na infância, foi obrigada a casar com um desconhecido na adolescência, teve dois filhos mortos, sofreu violência doméstica com marido alcoólatra, viuvez, preconceito, racismo, machismo… E entre as sete atrizes que sobem ao palco, está nossa Khrystal, que ganhou o país no The Voice Brasil com a interpretação de A Carne, canção famosa na interpretação de Elza Soares. Além de Khrystal, estão no elenco Janamô, Júlia Dias, Késia Estácio...

maio de 68 em paris

28/08/2018|

Eram todos estudantes que na época do regime de exceção no Brasil realizavam estudos na área humanística junto ao Instituto Internacional de Pesquisa e de Formação em Desenvolvimento Harmonizado (IRFED), onde estudavam alunos do chamado terceiro mundo. Ao retornar a Natal, todos foram professores ou escritores, e a maioria assumiu o cargo de secretário de governo na área de educação, trabalho e bem-estar social. República Potiguar de Montparnasse – Maio de 68 – é o título do livro que será lançado na próxima quinta-feira, 30, às 18h, na sede da OAB/RN. O livro, que homenageia o Cardeal Eugênio Sales, tem coordenação e participação do advogado Assis Câmara; além dos advogados Marcos Guerra; da jornalista e advogada Marta Guerra; da jornalista Rejane Cardoso; do advogado José Augusto Othon; do filósofo e economista suíço Paul Ammann, casado com a assistente social e escritora natalense Safira Bezerra. Os quatro primeiros nomes moraram no mesmo endereço, no bairro de Montparnasse, juntamente com Otomar (já falecido) e Déa Lopes Cardoso, com sua família, hoje residente na França. Durante o lançamento ocorrerá uma exposição de fotos e material impresso do acervo dos jornalistas Rejane e Vicente Serejo, sobre os 50 anos do movimento estudantil que abalou...

Encontro com Produtores no IFRN marca encerramento do Mada Faz Escola

28/08/2018|

Nesses tempos em que a arte praticamente foi suprimida dos currículos escolares, chegar no ambiente escolar com boa música e histórias inspiradoras pode ser algo revigorante e transformador na vida de jovens e crianças e também de professores, mesmo que por um dia. Esta realidade foi marcante ao longo do projeto Mada Faz Escola, iniciativa cultural e social que existe desde 2016 com foco na difusão da música potiguar no âmbito escolar. Durante todo este mês de agosto, o projeto levou artistas de diversos estilos musicais para bate-papos e shows em várias instituições do estado e município, contribuindo com a formação cultural de jovens estudantes, incentivando a valorização da produção autoral e estimulando uma nova plataforma de formação de plateias. ‘O Mada faz Escola’ é patrocinado pela Prefeitura de Natal e Arena das Dunas através da Lei Djalma Maranhão. A ação marca os 20 anos do Festival, que acontece em outubro, dias 12 e 13 de outubro. Para encerrar a II edição do projeto, o festival realiza o Encontro com o Produtor. O bate-papo acontece essa quarta-feira, dia 29 de agosto, das 14h às 16h, no auditório do IFRN Cidade Alta (Av. Rio Branco, 743), com a participação do idealizador...

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