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Casa Impacto: primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil apresenta exposição em Ponta Negra

Redação

Natal ganha uma novidade imperdível: a Casa Impacto Natal, idealizada por Cris Ribeiro, Designer Social, Designer de Produto Artesanal, Administradora e Empreendedora Social. Idealizadora do Negócio de impacto social “Lugares de Charme” há mais de 15 anos, Cris é a única Designer Social em atividade no Rio Grande do Norte e uma das poucas no Brasil. Com 21 anos de experiência em comunidades potiguares e coletivos de mulheres, ela promove a valorização dos seres junto a sua essência e os saberes para gerar prosperidade com dignidade de forma sustentável.  O negócio já beneficiou mais de 600 artesãos em 17 municípios potiguares, por meio do design social, design afetivo, economia criativa, circular e do bem-estar. A Casa Impacto marca uma nova etapa na trajetória do Lugares de Charme: o primeiro núcleo itinerante de design social do país. Instalada em um contêiner marítimo repaginado artesanalmente e transformado em uma “vitrine viva”, a iniciativa percorre comunidades levando formação, criação e experiências culturais imersivas. Nesta estreia, em abril, no bairro de Ponta Negra (Avenida Praia de Ponta Negra, calçadão em frente ao Curió Restaurante), reúne mais de 130 pessoas, incluindo mulheres artesãs, artistas e estudantes. A Mostra Artística “Natal, Original é Ser” revela, por meio de expografia artesanal, design autoral e criatividade local, as histórias da origem da cidade de Natal, a “cidade dos encontros” – com objetos em crochê, trancado de palha de coqueiro, bordado, homenageiam a identidade Natalense original de ser.  A história da cidade é contada através do design que leva o visitante numa breve viagem a saber mais sobre a capital. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.  Mais do que uma exposição, é um convite para uma experiência cultural memorável, celebrando a identidade Natalense como “cidade de encontros” e gerando impacto social positivo. Natalenses e turistas, venham visitar a Casa Impacto! Embarquem nessa viagem autêntica pela essência da capital potiguar, sintam a criatividade local e se conectem com histórias que inspiram pertencimento e originalidade. Afinal, Original é ser! programe sua visita e viva essa transformação cultural única! “Queremos que cada pessoa se sinta parte de um movimento de transformação, um espaço onde o...

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Festival Potiguarias Visuais integra performances artísticas e projeção mapeada em evento gratuito

Redação

A Zona Norte de Natal recebe,no próximo sábado, 25 de abril, a quinta sessão do Potiguarias Visuais – Acessando a ZN. O festival de artes integradas, que reúne artistas locais em uma programação gratuita voltada à produção contemporânea, acontece das 18h às 22h, na Biblioteca Estadual Prof. Américo de Oliveira Costa. A noite conta com a condução da artista circense Aranha como Mestre de Cerimônia e traz apresentações do Grupo de Improvisação Livre da UFRN, do espetáculo Ylê Ayê: ginga e fogo ancestral, da performance CARNE-CONCRETO, dos artistas CADIDJA e Santelmo, além de Pretta Soul, que apresenta seu novo show Depois dos 30. Com foco na experimentação e no diálogo entre linguagens, o festival propõe uma noite de encontros entre performance, música, manifestações culturais, projeções artísticas e uma exposição coletiva de artes visuais. A programação conta ainda com uma roda de conversa com os artistas Consuelo Vea Coroca e Acerola, além das produtoras do projeto, Christalina e Renata Marques. Ao todo, o evento reúne mais de 20 artistas potiguares e 32 trabalhos visuais de criadores de Natal (RN), Parnamirim (RN), São Paulo (SP), Diadema (SP) e Fortaleza (CE), em uma proposta que articula arte, território e tecnologia. Como parte das ações do projeto, foi realizada na última semana uma atividade formativa com estudantes da Escola Municipal Iapissara Aguiar, conduzida pela multiartista Christalina, da Bruxaria Digital, em parceria com integrantes do GIL – Grupo de Improvisação Livre da UFRN. “A vivência buscou aproximar os estudantes da arte contemporânea potiguar e incentivá-los a participar do evento. A proposta foi criar um espaço de troca e despertar o interesse desses jovens para a produção artística que acontece no próprio território”, destaca Christalina, também curadora e idealizadora do festival.  O Potiguarias Visuais atua na democratização do acesso à arte contemporânea na periferia, promovendo visibilidade para produções que transitam entre performance, música, poesia, artes visuais e tecnologia. “Esta edição propõe uma reflexão sobre os modos de criação na contemporaneidade, tensionando questões como hiperprodutividade, esgotamento, autonomia artística e coletividade. A mediação do projeto também sugere leituras como A Sociedade do Cansaço, de Byung-Chul Han, e Não Vão Nos Matar Hoje, de Jota Mombaça, ampliando o debate para além da experiência no evento”, completa a artista. ServiçoO quê: Potiguarias Visuais – Acessando a ZNQuando: 25 de Abril de 2026Onde: Biblioteca Estadual Prof. Américo de Oliveira Costa (Zona Norte de Natal/RN)Quanto: Gratuito

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Mundo Zira vai até este próximo domingo no Museu da Rampa

Redação

A temporada da exposição interativa “Mundo Zira” em Natal se aproxima do fim. Em cartaz no Complexo Cultural Rampa até domingo (26), a mostra convida o público a aproveitar os últimos dias de visitação e conhecer uma experiência que conecta arte, literatura e tecnologia a partir da obra de Ziraldo. A entrada é gratuita, e os ingressos podem ser retirados pelo Sympla ou na bilheteria do museu, conforme lotação do espaço. 42 mil pessoas já passaram pela exposição na capital potiguar, primeira cidade do Nordeste a receber o projeto. Desde a estreia, em novembro, foram realizadas 236 visitas educativas mediadas, que atenderam mais de 8 mil pessoas, sendo 7 mil estudantes de 30 municípios. Nos bastidores, a iniciativa mobiliza 73 profissionais (75% deles de Natal), entre curadoria, produção, educadores, técnicos, comunicadores, interatividade e equipes de apoio. A entrada é gratuita, com retirada de ingressos no Sympla, pelo link https://www.sympla.com.br/evento/exposicao-mundo-zira/3169427, ou na bilheteria do Museu da Rampa, de acordo com a lotação do espaço.

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Romaria: Márcio Benjamim lança novo romance de horror contemporâneo

Redação

Romaria: Um grupo de sobreviventes de um apocalipse zumbi procura ajudar uma cidade vizinha a enfrentar o mesmo mal. Esse é o mote do novo livro do escritor Márcio Benjamin, intitulado Romaria, e representa a continuação do poderoso romance Fome, do mesmo autor. O lançamento será nesta sexta-feira (24), a partir das 19h, no Mahalila Café & Livros. Algumas desgraças não têm fim. Com uma prosa visceral, marcada pela oralidade nordestina e pela poesia bruta do sertão, Márcio Benjamin constrói, em Romaria, uma alegoria de nosso tempo: entre fantasia e horror, Romaria mergulha em temas sociais urgentes e reafirma o autor como a voz mais potente do horror contemporâneo. O profeta estava certo,  o Sertão virou mar. De sangue. Serviço O QUÊ: LANÇAMENTO DO LIVRO ROMARIA ONDE: MAHALILA 19H QUANDO: 24 04 GRATUITO

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Grupos de assobio

Joselito Muller

Há gestos que, mesmo em contextos sociais, históricos e políticos distintos conseguem a façanha de preservar um mesmo significado. Assobiar, por exemplo, é um gesto historicamente relacionado à vagabundagem em várias culturas ao redor do mundo. Prática de rufiões, vadios, estelionatários, patifes e tocadores de realejo, o abominável ato de assobiar – muito apreciado por sujeitos como Calígula e Leon Trotski, o que, por si só, já acende um alerta – voltou à moda. E já não se trata daquele sujeito isolado, que, sem nada útil com o que se ocupar, fica na calçada segurando uma gaiola com um passarinho dentro e, para incentivar o bicho a cantar, assobia. No exemplo acima, ao menos havia uma finalidade. Diferentemente, no entanto, tem sido a prática que ganhou força nos últimos dias, consistente na reunião virtual, via aplicativo Whatsapp, por meio do qual vários sujeitos estão integrando “grupos de assobio”.   Vagabundos de todas as laias, até então solitários em seus respectivos ócios, agora estão se reunindo para assobiar e ouvir os assobios uns dos outros. Poucos analistas contemporâneos estão se dando conta do risco que isso representa à nossa sociedade, que reforça a necessidade de proibir o uso de internet no país. O ato de assobiar, herdado de pretéritos escroques, é inadvertidamente utilizado nos dias de hoje para, por exemplo, avisar comparsas, em meio a empreitadas ilícitas, que a polícia se aproxima. Além disso, o proletário iletrado, sem consciência de classe, utiliza tal habilidade para assediar desafortunadas damas que passem próximo aos canteiros de obra. Também é comum assobiar subitamente ao se aplicar uma dedada fortuita no caneco de outrem, a quem se pretenda ridicularizar. Nota-se, portanto, que nada que preste relaciona-se ao assobio. Também do ponto de vista musical, o cretino sibilar é imprestável, como atestam as canções do Scorpions e Guns n’ Roses. Tomei conhecimento da existência de tais grupos de Whastapp por intermédio de meu filho adolescente. Nessa fase da vida, é comum que muitos garotos se tornem suscetíveis à vagabundagem e devassidão, possivelmente influenciados pela prática cotidiana do onanismo, que finda por afrouxar-lhes o caráter.   Daí atraírem-se por práticas malsãs, tais como soltar pipa, empinar motos ou bicicletas, ouvir funk e manifestar-se por meio de sibilos insolentes. Daí a pertinência das autoridades ficarem alertas para os grupos de assobio no Whatsapp, nos quais os escroques ali reunidos têm potencial de macular, com sua influência nefasta, a consciência dos...

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Tudo é construído! Tudo é revogável!

Tatyanny Nascimento

Tomo a frase do título da obra de Alipio DeSouza Filho (cientista social, professor da UFRN, diretor do Instituto Humanitas) que fez dela mais do que um enunciado provocativo, mas uma chave de leitura do humano. Em seu Construcionismo Crítico, DeSouza Filho insiste que a realidade social, afetiva, moral e política não é natural, nem eterna: ela é produzida historicamente, sustentada por discursos, hábitos, instituições e relações de poder. E é justamente aí que a palavra ideologia ganha peso: ideologia é aquilo que trabalha para fazer o construído parecer natural, inevitável, intocável. Ela reveste de evidência o que é fabricação histórica. Dizer, então, que “Tudo é construído! Tudo é revogável!” não é brincar com o relativismo, mas é lembrar que também podem ser desfeitas as formas que nos domesticam, os sentidos que nos oprimem e as crenças que nos aprisionam. Ignacio Martín-Baró (padre jesuíta, psisicólogo social espanhol, criador da Teoria da Libertação) chamaria isso, em outra chave, de uma tarefa urgente: a desideologização, isto é, o gesto de arrancar das coisas a máscara da falsa naturalidade para devolver ao oprimido a lucidez sobre sua própria condição. Demorei muito para desconfiar do que me parecia natural. Durante anos, aceitei certas ideias como quem aceita a posição dos móveis numa casa antiga: sem perguntar quem os colocou ali, quando, e o porquê continuavam ocupando o centro da sala. Chamei de verdade aquilo que talvez fosse costume, de vocação aquilo que talvez fosse obediência. Chamei de personalidade aquilo que talvez tivesse sido apenas uma lenta adaptação ao medo, ao desejo de pertencimento, à expectativa dos outros. Acho que amadurecer é, em parte, isso: começar a estranhar as evidências. Talvez por isso, eu volte sempre aos antigos. Em Anaximandro, grego do século VI antes da era comum, há uma imagem que nunca me abandona: a do Ápeiron, o ilimitado, o indeterminado, aquilo que ainda não foi recortado em forma. Gosto de pensar que, para ele, a origem do mundo não era uma peça pronta, mas uma abertura. Antes do nome, havia um campo de possibilidades. Antes da ordem, uma espécie de respiração sem bordas. Essa visão me inquieta. Inquieta porque me deixa sem o abrigo das essências. Então, vem Aristóteles (filósofo grego do século IV antes da era comum) com sua paixão pela forma, pela definição, pelo contorno. E eu o compreendo também. Há dias em que tudo o que a gente quer é isso: que as coisas...

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Livro inédito de Moacy Cirne sobre a Bíblia e será lançado em Natal

Redação

Natal recebe, no próximo dia 30 de abril, o lançamento de uma obra inédita de um dos nomes mais importantes da cultura potiguar. O livro “A Bíblia: Travessia, Travessias”, de Moacy Cirne, será apresentado ao público em evento realizado no Temis Clube Bar, no bairro do Tirol. Publicado de forma póstuma, o livro reúne um trabalho desenvolvido ao longo de anos pelo autor, que realizou pesquisas entre 2005 e 2007 e, posteriormente, entre 2010 e 2014 — período em que aprofundou seus estudos em diferentes versões da Bíblia e em obras de teologia. A obra propõe uma leitura singular e provocadora, combinando elementos de ficção, reflexão e experimentação estética. Reconhecido por sua atuação na poesia de vanguarda e por sua contribuição teórica ao campo das histórias em quadrinhos, Moacy Cirne constrói, neste livro, uma abordagem que atravessa o sagrado com um olhar crítico e inventivo. O projeto editorial foi conduzido por Oreny Júnior, do Sebo Gajeiro Curió, a partir de um convite da família do autor. Segundo o editor, o livro representa uma oportunidade única de apresentar ao público um material inédito e relevante dentro da produção intelectual de Cirne. “É uma leitura muito própria de Moacy sobre a Bíblia, que mistura pesquisa e ficção. Ele traz a vanguarda para dentro do sagrado, com uma visão que também carrega o sertão e a vivência dele”, afirma Oreny. Natural de Jardim do Seridó e com trajetória consolidada entre Natal e o cenário acadêmico nacional, Moacy Cirne foi poeta, artista visual e professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), além de um dos criadores do movimento poema/processo. Sua produção influenciou diferentes gerações de artistas e pesquisadores no Brasil.O lançamento de “A Bíblia: Travessia, Travessias” marca não apenas a chegada de um livro inédito ao público, mas também a continuidade do legado de um autor fundamental para a cultura potiguar e brasileira. SERVIÇO📖 Lançamento do livro A Bíblia: Travessia, Travessias📍 Temis Clube Bar – Av. Rodrigues Alves, 950, Tirol, Natal/RN⏰ 18h🎟️ Entrada gratuita

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Ribeira Boêmia homenageia Arlindo Cruz e Jorge Aragão no Ribeira Canta

Redação

O projeto Ribeira Canta está de volta e chega à sua quarta edição com um tributo a dois gigantes do samba brasileiro: Arlindo Cruz e Jorge Aragão. Desta vez, a homenagem será realizada no Bar 294, em Petrópolis, reunindo a Roda de Samba Ribeira Boêmia e convidados em uma celebração dedicada à obra de dois mestres que marcaram gerações com suas composições, interpretações e contribuições para a história do samba. Para abrilhantar a festa, estão confirmadas as participações especiais de Berthone Oliveira, Matheus Magalhães (Samba Preto no Branco) e Daniela Fernandes. O público pode esperar quatro horas de roda de samba, em um encontro pensado para cantar grandes clássicos do gênero do começo ao fim. Os ingressos estão à venda na Outgo e também no próprio Bar 294. Arlindo Cruz Arlindo Domingos da Cruz Filho, conhecido artisticamente como Arlindo Cruz, nasceu no Rio de Janeiro, em 14 de setembro de 1958. Cantor, músico e compositor, é um dos nomes mais importantes do samba e do pagode no Brasil. Integrante do Fundo de Quintal, Arlindo permaneceu por mais de uma década no grupo antes de seguir carreira solo, consolidando também uma parceria marcante com Sombrinha. Suas composições foram gravadas por grandes nomes da música brasileira, como Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Fundo de Quintal e Maria Rita. Entre seus sucessos estão “O Show Tem Que Continuar”, “Ainda É Tempo de Ser Feliz”, “O Que É o Amor”, “Bagaço de Laranja” e “Dor de Amor”. Em 2015, recebeu o Prêmio da Música Brasileira na categoria de melhor músico de samba. Arlindo Cruz faleceu em 8 de agosto de 2025, deixando um legado definitivo para a música brasileira. Jorge Aragão Jorge Aragão da Cruz nasceu no Rio de Janeiro, em 1º de março de 1949, e é reconhecido como um dos maiores compositores e intérpretes da história do samba. Dono de uma obra marcada por lirismo, identidade popular e forte assinatura autoral, Jorge Aragão fez parte da formação inicial do Fundo de Quintal e construiu uma carreira solo sólida, tornando-se referência no gênero. Ao longo de sua trajetória, teve músicas gravadas por artistas como Beth Carvalho, Alcione, Zeca Pagodinho e Martinho da Vila, além de ter eternizado sucessos como “Coisinha do Pai”, “Lucidez”, “Eu e Você Sempre”, “Moleque Atrevido” e “Identidade”. Com décadas dedicadas ao samba, Jorge Aragão se mantém como um dos artistas mais respeitados da música brasileira. Ribeira Canta – Arlindo Cruz...

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Daladier Cunha Lima

25/02/2021|

Em pouco mais de uma década – geralmente, isso ocorre após décadas – a UNI-RN saltou da condição de faculdade para Centro Universitário, junto ao MEC A mudança de status foi concedida por meio do Decreto nº 5.773/06 e aprovada, à unanimidade, pelo Conselho Nacional de Educação do Ministério da Educação. Com a mudança, a então FARN, deixava de ter um diretor-geral e passava a ter um reitor, o professor Daladier Pessoa Cunha Lima, o qual ainda exerce a função no Centro Universitário. Hoje, com apenas duas décadas de atuação no cenário da educação potiguar, o UNI-RN é referência em qualidade de ensino e tida como uma das instituições de ensino superior com melhor formação acadêmica para o mercado de trabalho, e, também, uma das melhores instituições do Brasil. Uma história construída ao longo desse tempo por educadores, com titulação de mestres e doutores, que sempre primaram pela excelência de um projeto pedagógico baseado no tripé: ensino, iniciação à pesquisa e extensão, voltado para a inserção no mercado de trabalho e para uma formação cidadã. Não à toa, alcançou um índice de 83% de empregabilidade entre os seus egressos, conforme pesquisa realizada pelo Instituto Consult, em 2015. Pelo MEC, obteve...

Exposição Gileno Escóssia no Mormaço

25/02/2021|

O Toca Coworking está selecionando fotografias ou coleções fotográficas com até 12 imagens para serem exibidas numa galeria do espaço que está localizado no bairro de Lagoa Nova, em Natal, próximo ao shopping Midway. No espaço trabalham e transitam profissionais liberais diversos, como arquitetos, designers, artistas e seus clientes, e possui boa rotatividade de pessoas que gostam de arte e apreciaram uma primeira exposição fotográfica promovida no espaço em 2020 com obras do potiguar Gileno Escóssia. Inscrição A inscrição dos(as) interessados(as) é gratuita e pode ser feita até o dia 5 de março pelo WhatsApp (84) 98114-7400 ou pelo email co*****@***************om.br. Podem participar fotógrafos amadores ou profissionais com 1 ou até 12 imagens que serão impressas em tamanho A3 e exibidas no modo “varal” durante todo o mês de março. O coworking se responsabilizará pela divulgação e organização da exposição e também pela impressão das imagens que serão doadas aos participantes após o encerramento da exposição. A curadoria será feita pelo arquiteto e fotógrafo César Henrique e pela artista visual e cantora Andiara Freitas, que administram o negócio há 3 anos e que atua na área de locação de espaços compartilhados para trabalho, estudo, cursos, eventos e lançamentos culturais. SERVIÇO...

Inscrições abertas para Oficina de Produção de Mostras e Festivais de Cinema

25/02/2021|

A Casa de Produção abriu inscrições para a Oficina de Produção de Mostras e Festivais de Cinema, que vai acontecer de 2 a 5 de março no formato digital. A oficina será ministrada pela produtora cultural e audiovisual Keila Sena e tem o intuito de capacitar agentes culturais, produtores e realizadores, principalmente do interior do estado. Para se inscrever, clique AQUI. O conteúdo programático da oficina trata desde a idealização de um projeto de mostra/festival até a sua execução, abordando assuntos importantes como o perfil do evento, curadoria, programação, exibição, viabilidade, equipe, etc. O público-alvo da Oficina são estudantes de audiovisual, publicidade, comunicação – rádio e TV – , produtores culturais, jornalistas e realizadores. As vagas são limitadas. Keila Sena Keila Sena é produtora cultural e audiovisual com uma trajetória profissional de mais de 20 anos. Além de produzir filmes, comerciais publicitários, conteúdo para TV, campanhas políticas, documentários e realização de eventos diversos, atua na idealização, realização e coordenação de mostras e festivais de cinema. É uma das idealizadoras e diretora do Festival Goiamum Audiovisual (há 14 anos). Coordenou mostras como a Curta Natal no MADA, DIA – Dia Internacional da Animação (incluindo exibições para os públicos cegos e surdos),...

viva-o-livro-por-joão-queiros

25/02/2021|

No meu discurso de posse na Academia Norte-rio-grandense de Letras, em novembro de 2017, escrevi: “Ao chegarmos a este recinto, a própria fachada do prédio, que simula lombadas de tomos gigantes, remete-nos à ideia de entrarmos no mundo fascinante dos livros. Com todo esse atual avanço tecnológico, estará o livro físico fadado a perder o primado? Poucos anos atrás, parecia que sim, mas a prática mostrou que o livro impresso continua sendo amado, e tudo leva a crer que por muito tempo”. Faço esse preâmbulo para comentar matéria recente da Folha de S. Paulo, de página inteira, sobre a ação da pandemia no mercado editorial de livros. Sob o título “Atento e forte”, chamou-me a atenção uma frase -subtítulo - no seguinte teor:  “Pandemia ameaçou calamidade no mercado editorial, mas vendas se reergueram e os livros resistiram de pé”. Assinada pelo repórter Walter Porto, a matéria diz que, em março de 2020, com o fechamento das lojas, as vendas de livros caíram pela metade, mas foram crescendo a cada mês, para terminar o ano com o mercado vendendo mais do que em 2019. A conclusão viável é de que o brasileiro leu mais, neste ano de pandemia. Pelo menos uma...

Adriano_Azambuja

25/02/2021|

Pegue o fone de ouvido espete no celular, computador ou mande ver o som da sua TV esperta. Este é o convite que o guitarrista  e compositor Adriano Azambuja faz para o lançamento virtual do seu álbum instrumental “Transmutação” que acontece nesta quinta-feira (25). O lançamento acontecerá às 21h no canal do selo Mudernage no Youtube, onde o disco poderá ser apreciado em primeira mão, com a presença, via chat, de Azambuja, participantes do disco e população planetária em geral que possua acesso à internet. Além do Youtube, o disco também estará disponível nas principais plataformas de música digital e em breve em formato físico (CD). Gravações, Mudernage e revisitações “As primeiras gravações para o álbum foram em 2017 e estavam cuidadosamente arquivadas no estúdio da Mudernage. Com esses tempos de pandemia, ficando mais em casa, fui criando novos temas, como também encontrando K7s antigos com riffs e músicas minhas registradas caseiramente. Na fusão dessas inquietações recentes com a revisitação ao meu baú de obras nasceu Transmutação”, diz Adriano. A respeito da diversidade musical do álbum, o guitarrista mais conhecido por sua vertente rocker a frente de bandas históricas do rock potiguar como Cabeças Errantes, A Máquina, Sangue Blues, entre...

Lendas de Estremoz

25/02/2021|

Antiga missão jesuítica, Estremoz tornou-se município em 1760. Foi um dos primeiros núcleos do povoamento no Rio Grande do Norte. O nome – Estremoz, com s – foi dado em homenagem à cidade portuguesa situada na região do Alentejo. Em 1855, Estremoz perdeu a categoria de sede municipal para Ceará-Mirim, vindo a ser restaurado onze anos depois. Foi extinto em 1858 e restaurado, de novo, em 1963. É um lugar mágico, de muitas lendas, todas estas remanescentes da era colonial. O historiador Nestor Lima revelou esse manancial de histórias fantásticas (Conferência publicada na Revista do Instituto Histórico e Geográfico do RN, Vol. L). Câmara Cascudo também explorou, com engenho e arte, o mesmo veio. Das inúmeras lendas, destacam-se três mais sugestivas, que bem atestam a presença dos missionários jesuítas, in ilo tempore. O CARRO CAÍDO Noite alta, ia um carro de boi pelo caminho de Natal a São Miguel de Guajiru, carregando o sino destinado à igreja da aldeia. Era noite de lua, e o carreiro, a certa altura, adormeceu. Nas imediações da lagoa, estando o carro sem governo, os bois sentiram sede e encaminharam-se para a beira d’água. Mas, de repente, escorregaram e foram parar nas águas profundas. Aí...

25/02/2021|

EU PODERIA PASSAR AS NOITES SEM TEU CORPO À sombra do meu olhar, aniquilado – um coração maior me perpassa os dias; Me orienta para os eus esquecidos – onde me perdi – seriam vulvas negras – manhãs de faces coloridas – noites minhas – boemias anoitecidas? II Na senda do teu olhar, eu vi manhãs desprendendo coisas – meus corpos jogados em camas brancas – sem lençóis pregados ao colorido das manhãs. Eu vi teus olhos galopando estrelas – Eu vi teu corpo se contorcendo sobre as esteiras de nossas almas – almas jogadas na lama da vida, ali, onde o corpo se renovava no egoísmo comum do homem que sempre fui, do homem solitário de Deus, do homem em meu corpo e só… III Eu poderia passar as noites sem teu corpo – aquela brancura sobre o pano azul das almas – o beijo jogado ao ar – os olhos pequenos e singelos – os cabelos pretos e finos – a solidão em que me regenero. Eu poderia passar as noites em teu corpo, mas o teu corpo, sozinho, é apenas um… – um corpo branco na noite de nostalgia – um corpo a se contorcer em gozo...

Nosso gosto por cervejas muda com o tempo?

24/02/2021|

Olá, cervejeiros, saudações! Quem acompanha as postagens no blog há algum tempo percebeu que as últimas colunas foram direcionadas àqueles que estão iniciando no fantástico mundo das artesanais. Então, hoje, para fazer algo diferente, vou escrever um texto para aqueles que já estão em #otopatamar, digamos, intermediário/avançado. Digo isso porque o tema de hoje aborda como muda (se é que muda) o nosso gosto por cervejas com o passar do tempo. Será que aquela cerveja artesanal que você achava o máximo assim que conheceu este mundo ainda é tudo isso? Será que hoje aqueles primeiros estilos que você provou ainda te fazem sentir aquele gostinho de quero mais ou viraram lugar comum e não conseguem mais empolgar tanto assim? Certamente que, tomando por termos biológicos, não é nosso gosto que muda, e sim nossa capacidade de conseguir sentir certos sabores com maior ou menor intensidade que muda com a nossa idade (envelhecemos, deixamos de apreciar o doce e passamos a sentir mais o amargor – da nossa própria existência). Então, este não será o ponto de partida, isso seria muito simplório para desvendar todos os segredos desse tema. Vamos partir de uma premissa mais “intelectual” por assim dizer e vamos...

Festival de Vídeo de Natal abre chamada para curta-metragens do RN

24/02/2021|

Uma mostra dedicada a realizadoras e realizadores do Rio Grande do Norte, o Festival de Vídeo de Natal se propõe a ser uma porta de veiculação e promoção do audiovisual potiguar, tendo como principal característica o respeito aos direitos ambientais. A curadoria não é classificatória, se restringe apenas a não aceitação de filmes que desrespeitem os direitos ambientais (humanos). As inscrições de filmes podem ser feitas até o dia 28 de fevereiro de 2021 por pessoas de todo o estado do Rio Grande do Norte, naturais ou residentes a, ao menos, 2 anos, com produções de no máximo 25 minutos, que tenham sido concluídas entre os anos de 2019 e 2021. Os filmes podem ser submetidos nas categorias: Ficção, Minidoc, Animação, Arte ou Experimental e Videoclipe. Seleção de Júri Técnico Também está aberta a seleção de um(a) profissional do cinema potiguar para compor o júri técnico da mostra, indicando a obra vencedora do prêmio de melhor filme do Festival de Vídeo de Natal, ano 1. Ambas as fichas de inscrição podem ser encontradas no site do festival. A mostra tem a coordenação e assessoria da comunicóloga, mestranda no programa de pós-graduação em Estudos da Mídia – UFRN, Renata Pyrrho, produção...

Lançamento de “Alcateia de Letras” será sábado, no Sebo Vermelho

24/02/2021|

Após divulgação da pré-venda, o jornalista Alex Gurgel promoverá o lançamento físico do livro “Alcateia de Letras – Proseando com a Literatura Potiguar”. ASerá no Sebo Vermelho (Avenida Rio Branco, 705, Centro de Natal) do editor-sebista Abimael Silva, neste sábado, a partir das 10h. “Alcateia de Letras – Proseando com a Literatura Potiguar” reúne várias conversas com poetas e romancistas que constroem nossa literatura. Participação de “feras” como Anna Maria Cascudo, Anchieta Fernandes, Chico Ivan, Diógenes da Cunha Lima, Falves Silva, Moacy Cirne, Nei Leandro de Castro, Vicente Serejo, Vingt-um Rosado, entre outros nomes que formam essa alcateia. As conversas entre o autor e os literatos foram realizadas no período entre os anos 1995 à 2015, retratando o pensamento dos escritores norte-rio-grandenses no início do milênio. A maioria fala sobre a produção literária, o processo para escrever (romance e poesia), além de opinar sobre o movimento da Literatura Potiguar. O livro foi contemplado no edital da Lei Aldir Blanc, através da Fundação José Augusto, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal. SERVIÇO Lançamento do livro “Alcateia de Letras” Quando | 27 de fevereiro 2021 Local | Sebo Vermelho Horário...

glorinha-oliveira

24/02/2021|

A musa maior da música potiguar se foi aos bravos 95 anos de idade. Maria da Glória Mendes Oliveira, nossa Glorinha deixou legado, simpatia e uma voz inconfundível de rouxinol que percorreu rádios, vinis, palcos e o coração do natalense. Glorinha estava internada no Hospital Rio Grande para tratar de enfisema pulmonar. Há muito dores de artrite, sobretudo nos joelhos, já lhe castigavam mais que a falta de prestígio do potiguar com sua história. Tive alguns divertidos encontros com Glorinha, seja na casa da rua João Carlos de Sousa, em Santos Reis, seja na casa por trás do colégio Marista, na Cidade Alta, ou nos palcos, com o da Assembleia Cultural. Infelizmente consegui resgatar apenas esta curta entrevista realizada em 2009 para o Diário de Natal, que segue abaixo. Meu último papo com ela foi no camarim da edição do Troféu Cultura, em 2019, ela acompanhada de admiradora e também cantora Valéria Oliveira, do inseparável filho Aécio e também de Eliete Regina, que também se apresentaria logo mais. Talvez tenha sido seu último show. E se foi, que bom que um suntuoso palco a recebeu. Gravei nosso papo, mas ainda estou à procura do áudio. Foi algo breve, mas bacana....

Festival-Na-Ladeira

24/02/2021|

O projeto “Na Ladeira” nasceu como alternativa de entretenimento e ressignificação do espaço público. A proposta inicial seria criar na praia de Ponta Negra um evento de artes integradas para fomentar a cultura local e a economia criativa. Devido a pandemia, o evento se transformou em Festival Virtual, com participação de vários artistas potiguares. Idealizado pela Maquinara Produções e Guria Produtora, o projeto será exibido neste domingo, a partir das 15h, pelo canal da Maquinara Produções. Com apresentação de Cecília Oliveira e Raphael Dumaresq, tendo como plano de fundo a Praia de Ponta Negra, o Festival promoverá grandes encontros musicais, em uma diversidade de estilos, sons, ritmos e vivências. No setlist estão Rodrigo Lacaz + Alexandre Américo; Dani Cruz + Dodora Cardoso + Bruno Alexandre; Filipe Toca + Samara Alves + Carol Porto; Dusouto + Pretta Soul + Sarah Oliver; Luísa E Os Alquimistas + Clara + Saintclair; Tiquinha + Khrystal + Ananda Krishna; Camomila Chá + Potyguara Bardo + Rafaela Brito e Skarimbo + Aiyra. “Já que ainda não podemos realizar encontros físicos com o público, resolvemos promover encontros musicais e daí veio a ideia de realizar os FEATS, unindo artistas que já trabalharam juntos, mas também realizando encontros...

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