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Honras aos médicos

O Conselho Regional de Medicina do RN prestou singular homenagem aos médicos que exercem a profissão e se mantêm inscritos no CRM, no mínimo, há 50 anos. Chamei de singular

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Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

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Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

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Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

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Curta-metragem filmado em Caicó e com Quitéria Kelly no elenco, é exibido em Portugal e EUA

Redação

O curta-metragem Ressonância, que tem Soia Lira como protagonista e Quitéria Kelly no elenco, foi filmado em Caicó e teve sua estreia em agosto de 2025 na 36ª edição do Kinoforum – Festival Internacional de Curtas de São Paulo, tendo circulado por diversos festivais de cinema nacionais e internacionais. De 22 a 25 de abril, o filme é um dos poucos brasileiros no 9º Porto Femme (Portugal) e no 42º Festival de Cinema Latino de Chicago (EUA); e terá ainda exibição no 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, que acontece no berço da Paraíba. Escrito e dirigido pela norte-rio-grandense Anna Zêpa, inspirado por um sonho de sua avó caicoense, o filme é uma ficção e traz como personagem principal Margarida (Soia Lira). Ela passa por um conflito com o seu entorno familiar, que insiste que ela deve parar de trabalhar. Isso não faz parte dos seus planos e a narrativa nos apresenta uma mulher forte, decidida e que busca seus movimentos de vida, dando exemplos para sua neta. O curta nos traz ainda aspectos da geografia urbana da região e alguns costumes culinários. Com duração de 20 minutos, a obra também apresenta a atriz Amora Maux em sua primeira participação no audiovisual potiguar no papel de Ana, neta de Margarida, com quem tem uma relação de admiração e espelhamento. Sinopse: O desejo de autonomia ainda ressoa em Margarida e a ideia de ficar presa em uma rotina cotidiana a deixa sufocada. Duração: 20’. Classificação: Livre. Realizado pela Rabo de Olho Filmes em parceria com o Sesc RN, o filme tem a produção local, em Caicó, da Referência Comunicação. A Rabo de Olho Filmes (https://www.instagram.com/rabodeolhofilmes/) é uma produtora fundada em Natal pelos realizadores Anna Zêpa e Carlos Segundo, carregando assim as experiências e histórico de produções dos dois artistas. Cronograma das Exibições 22/04/26 – 9º Porto Femme, no Batalha Centro de Cinema https://portofemme.com/batalha-centro-de-cinema-2026-4896 24 e 25/04/26 – 42º Festival de Cinema Latino de Chicago, Landmark’s Century Centre Cinemahttps://chicagolatinofilmfestival.org/  25/04/26 – 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, ao ar livre na Praça Iniguaçu https://www.instagram.com/copaobafestcine Festivais e Premiações Anteriores – 36º Festival Internacional de Curtas de São Paulo – Kinoforum  – 17º San Francisco Latino Film Festival  – 12ª Mostra de Cinema de Gostoso – Prêmio DOT de Finalização – 20º Comunicurtas – 3º Festival de Cinema de São Bernardo do Campo – 2º Curta...

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Bardallo’s celebra 21 anos de resistência e arte no Centro Histórico

Redação

O Bardallo’s Comida & Arte celebra 21 anos de resistência e arte em uma programação especial com exposição coletiva e muita música. A programação começa no dia 23 de abril e segue até o dia 25. Toda a programação é gratuita.  Localizado na rua Gonçalves Lêdo, na Cidade Alta, o espaço integra o perímetro cultural do Beco da Lama. O Bardallo’s foi criado pelo empreendedor e carnavalesco Lula Belmont com o objetivo de ser um reduto das artes. “A necessidade de criar o bar veio através do meu envolvimento com a arte e com a cultura. A ideia era ter um espaço que abraçasse a música, as artes plásticas, a literatura e outras expressões artísticas e chegar aos 21 anos de história é uma alegria muito grande, principalmente pela pluralidade da programação e do público que frequenta”, declara Lula Belmont. A festa intitulada “Badalar”, uma chamada para despertar os sentidos e inicia nesta quinta-feira (23) com uma Vernissage a partir das 19h reunindo o talento de 15 artistas do RN. Participam: Bia Rocha, Capivart, Cíntia de Andrade, Cristal Moura, Cristian Miranda, Damião Paz Pixoré, Erre, Fábio Eduardo, Olympia Bulhões, Paulo Nobrega, Pincelada Nômade, Régio Potiguar, Rita Machado, Vanessa Mendes e Vendaval. A noite encerra com discotecagem do DJ Samir com set que costuma transitar muito bem entre brasilidades. Na sexta-feira (24), a festa continua a partir das 20h com Mont Samba e Choro, trazendo a elegância e a força do samba, celebrando os clássicos com aquela interpretação visceral.  No sábado (25) é dia de celebrar a música potiguar com a banda DuSouto, que mistura ritmos eletrônicos como drum’n’bass e dub com influências brasileiras e nordestina. A noite conta ainda com discotecagem de DJ Samir, DJ Carlota e DJ Ilton.  Apoio Cultural: Fundação José Augusto, Prefeitura do Natal, Secretaria de Cultura do Rio Grande do Norte e Governo do Rio Grande do Norte. Mais informações através do perfil no Instagram: @bardallosnatal. BARDALLO’S 21 ANOS De 23 a 25 de abril  Acesso gratuito Bardallo’s Comida & Arte – R. Gonçalves Lêdo, 678 – Cidade Alta

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Casa Impacto: primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil apresenta exposição em Ponta Negra

Redação

Natal ganha uma novidade imperdível: a Casa Impacto Natal, idealizada por Cris Ribeiro, Designer Social, Designer de Produto Artesanal, Administradora e Empreendedora Social. Idealizadora do Negócio de impacto social “Lugares de Charme” há mais de 15 anos, Cris é a única Designer Social em atividade no Rio Grande do Norte e uma das poucas no Brasil. Com 21 anos de experiência em comunidades potiguares e coletivos de mulheres, ela promove a valorização dos seres junto a sua essência e os saberes para gerar prosperidade com dignidade de forma sustentável.  O negócio já beneficiou mais de 600 artesãos em 17 municípios potiguares, por meio do design social, design afetivo, economia criativa, circular e do bem-estar. A Casa Impacto marca uma nova etapa na trajetória do Lugares de Charme: o primeiro núcleo itinerante de design social do país. Instalada em um contêiner marítimo repaginado artesanalmente e transformado em uma “vitrine viva”, a iniciativa percorre comunidades levando formação, criação e experiências culturais imersivas. Nesta estreia, em abril, no bairro de Ponta Negra (Avenida Praia de Ponta Negra, calçadão em frente ao Curió Restaurante), reúne mais de 130 pessoas, incluindo mulheres artesãs, artistas e estudantes. A Mostra Artística “Natal, Original é Ser” revela, por meio de expografia artesanal, design autoral e criatividade local, as histórias da origem da cidade de Natal, a “cidade dos encontros” – com objetos em crochê, trancado de palha de coqueiro, bordado, homenageiam a identidade Natalense original de ser.  A história da cidade é contada através do design que leva o visitante numa breve viagem a saber mais sobre a capital. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.  Mais do que uma exposição, é um convite para uma experiência cultural memorável, celebrando a identidade Natalense como “cidade de encontros” e gerando impacto social positivo. Natalenses e turistas, venham visitar a Casa Impacto! Embarquem nessa viagem autêntica pela essência da capital potiguar, sintam a criatividade local e se conectem com histórias que inspiram pertencimento e originalidade. Afinal, Original é ser! programe sua visita e viva essa transformação cultural única! “Queremos que cada pessoa se sinta parte de um movimento de transformação, um espaço onde o...

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Festival Potiguarias Visuais integra performances artísticas e projeção mapeada em evento gratuito

Redação

A Zona Norte de Natal recebe,no próximo sábado, 25 de abril, a quinta sessão do Potiguarias Visuais – Acessando a ZN. O festival de artes integradas, que reúne artistas locais em uma programação gratuita voltada à produção contemporânea, acontece das 18h às 22h, na Biblioteca Estadual Prof. Américo de Oliveira Costa. A noite conta com a condução da artista circense Aranha como Mestre de Cerimônia e traz apresentações do Grupo de Improvisação Livre da UFRN, do espetáculo Ylê Ayê: ginga e fogo ancestral, da performance CARNE-CONCRETO, dos artistas CADIDJA e Santelmo, além de Pretta Soul, que apresenta seu novo show Depois dos 30. Com foco na experimentação e no diálogo entre linguagens, o festival propõe uma noite de encontros entre performance, música, manifestações culturais, projeções artísticas e uma exposição coletiva de artes visuais. A programação conta ainda com uma roda de conversa com os artistas Consuelo Vea Coroca e Acerola, além das produtoras do projeto, Christalina e Renata Marques. Ao todo, o evento reúne mais de 20 artistas potiguares e 32 trabalhos visuais de criadores de Natal (RN), Parnamirim (RN), São Paulo (SP), Diadema (SP) e Fortaleza (CE), em uma proposta que articula arte, território e tecnologia. Como parte das ações do projeto, foi realizada na última semana uma atividade formativa com estudantes da Escola Municipal Iapissara Aguiar, conduzida pela multiartista Christalina, da Bruxaria Digital, em parceria com integrantes do GIL – Grupo de Improvisação Livre da UFRN. “A vivência buscou aproximar os estudantes da arte contemporânea potiguar e incentivá-los a participar do evento. A proposta foi criar um espaço de troca e despertar o interesse desses jovens para a produção artística que acontece no próprio território”, destaca Christalina, também curadora e idealizadora do festival.  O Potiguarias Visuais atua na democratização do acesso à arte contemporânea na periferia, promovendo visibilidade para produções que transitam entre performance, música, poesia, artes visuais e tecnologia. “Esta edição propõe uma reflexão sobre os modos de criação na contemporaneidade, tensionando questões como hiperprodutividade, esgotamento, autonomia artística e coletividade. A mediação do projeto também sugere leituras como A Sociedade do Cansaço, de Byung-Chul Han, e Não Vão Nos Matar Hoje, de Jota Mombaça, ampliando o debate para além da experiência no evento”, completa a artista. ServiçoO quê: Potiguarias Visuais – Acessando a ZNQuando: 25 de Abril de 2026Onde: Biblioteca Estadual Prof. Américo de Oliveira Costa (Zona Norte de Natal/RN)Quanto: Gratuito

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Mundo Zira vai até este próximo domingo no Museu da Rampa

Redação

A temporada da exposição interativa “Mundo Zira” em Natal se aproxima do fim. Em cartaz no Complexo Cultural Rampa até domingo (26), a mostra convida o público a aproveitar os últimos dias de visitação e conhecer uma experiência que conecta arte, literatura e tecnologia a partir da obra de Ziraldo. A entrada é gratuita, e os ingressos podem ser retirados pelo Sympla ou na bilheteria do museu, conforme lotação do espaço. 42 mil pessoas já passaram pela exposição na capital potiguar, primeira cidade do Nordeste a receber o projeto. Desde a estreia, em novembro, foram realizadas 236 visitas educativas mediadas, que atenderam mais de 8 mil pessoas, sendo 7 mil estudantes de 30 municípios. Nos bastidores, a iniciativa mobiliza 73 profissionais (75% deles de Natal), entre curadoria, produção, educadores, técnicos, comunicadores, interatividade e equipes de apoio. A entrada é gratuita, com retirada de ingressos no Sympla, pelo link https://www.sympla.com.br/evento/exposicao-mundo-zira/3169427, ou na bilheteria do Museu da Rampa, de acordo com a lotação do espaço.

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Nosso gosto por cervejas muda com o tempo?

24/02/2021|

Olá, cervejeiros, saudações! Quem acompanha as postagens no blog há algum tempo percebeu que as últimas colunas foram direcionadas àqueles que estão iniciando no fantástico mundo das artesanais. Então, hoje, para fazer algo diferente, vou escrever um texto para aqueles que já estão em #otopatamar, digamos, intermediário/avançado. Digo isso porque o tema de hoje aborda como muda (se é que muda) o nosso gosto por cervejas com o passar do tempo. Será que aquela cerveja artesanal que você achava o máximo assim que conheceu este mundo ainda é tudo isso? Será que hoje aqueles primeiros estilos que você provou ainda te fazem sentir aquele gostinho de quero mais ou viraram lugar comum e não conseguem mais empolgar tanto assim? Certamente que, tomando por termos biológicos, não é nosso gosto que muda, e sim nossa capacidade de conseguir sentir certos sabores com maior ou menor intensidade que muda com a nossa idade (envelhecemos, deixamos de apreciar o doce e passamos a sentir mais o amargor – da nossa própria existência). Então, este não será o ponto de partida, isso seria muito simplório para desvendar todos os segredos desse tema. Vamos partir de uma premissa mais “intelectual” por assim dizer e vamos...

Festival de Vídeo de Natal abre chamada para curta-metragens do RN

24/02/2021|

Uma mostra dedicada a realizadoras e realizadores do Rio Grande do Norte, o Festival de Vídeo de Natal se propõe a ser uma porta de veiculação e promoção do audiovisual potiguar, tendo como principal característica o respeito aos direitos ambientais. A curadoria não é classificatória, se restringe apenas a não aceitação de filmes que desrespeitem os direitos ambientais (humanos). As inscrições de filmes podem ser feitas até o dia 28 de fevereiro de 2021 por pessoas de todo o estado do Rio Grande do Norte, naturais ou residentes a, ao menos, 2 anos, com produções de no máximo 25 minutos, que tenham sido concluídas entre os anos de 2019 e 2021. Os filmes podem ser submetidos nas categorias: Ficção, Minidoc, Animação, Arte ou Experimental e Videoclipe. Seleção de Júri Técnico Também está aberta a seleção de um(a) profissional do cinema potiguar para compor o júri técnico da mostra, indicando a obra vencedora do prêmio de melhor filme do Festival de Vídeo de Natal, ano 1. Ambas as fichas de inscrição podem ser encontradas no site do festival. A mostra tem a coordenação e assessoria da comunicóloga, mestranda no programa de pós-graduação em Estudos da Mídia – UFRN, Renata Pyrrho, produção...

Lançamento de “Alcateia de Letras” será sábado, no Sebo Vermelho

24/02/2021|

Após divulgação da pré-venda, o jornalista Alex Gurgel promoverá o lançamento físico do livro “Alcateia de Letras – Proseando com a Literatura Potiguar”. ASerá no Sebo Vermelho (Avenida Rio Branco, 705, Centro de Natal) do editor-sebista Abimael Silva, neste sábado, a partir das 10h. “Alcateia de Letras – Proseando com a Literatura Potiguar” reúne várias conversas com poetas e romancistas que constroem nossa literatura. Participação de “feras” como Anna Maria Cascudo, Anchieta Fernandes, Chico Ivan, Diógenes da Cunha Lima, Falves Silva, Moacy Cirne, Nei Leandro de Castro, Vicente Serejo, Vingt-um Rosado, entre outros nomes que formam essa alcateia. As conversas entre o autor e os literatos foram realizadas no período entre os anos 1995 à 2015, retratando o pensamento dos escritores norte-rio-grandenses no início do milênio. A maioria fala sobre a produção literária, o processo para escrever (romance e poesia), além de opinar sobre o movimento da Literatura Potiguar. O livro foi contemplado no edital da Lei Aldir Blanc, através da Fundação José Augusto, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal. SERVIÇO Lançamento do livro “Alcateia de Letras” Quando | 27 de fevereiro 2021 Local | Sebo Vermelho Horário...

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24/02/2021|

A musa maior da música potiguar se foi aos bravos 95 anos de idade. Maria da Glória Mendes Oliveira, nossa Glorinha deixou legado, simpatia e uma voz inconfundível de rouxinol que percorreu rádios, vinis, palcos e o coração do natalense. Glorinha estava internada no Hospital Rio Grande para tratar de enfisema pulmonar. Há muito dores de artrite, sobretudo nos joelhos, já lhe castigavam mais que a falta de prestígio do potiguar com sua história. Tive alguns divertidos encontros com Glorinha, seja na casa da rua João Carlos de Sousa, em Santos Reis, seja na casa por trás do colégio Marista, na Cidade Alta, ou nos palcos, com o da Assembleia Cultural. Infelizmente consegui resgatar apenas esta curta entrevista realizada em 2009 para o Diário de Natal, que segue abaixo. Meu último papo com ela foi no camarim da edição do Troféu Cultura, em 2019, ela acompanhada de admiradora e também cantora Valéria Oliveira, do inseparável filho Aécio e também de Eliete Regina, que também se apresentaria logo mais. Talvez tenha sido seu último show. E se foi, que bom que um suntuoso palco a recebeu. Gravei nosso papo, mas ainda estou à procura do áudio. Foi algo breve, mas bacana....

Festival-Na-Ladeira

24/02/2021|

O projeto “Na Ladeira” nasceu como alternativa de entretenimento e ressignificação do espaço público. A proposta inicial seria criar na praia de Ponta Negra um evento de artes integradas para fomentar a cultura local e a economia criativa. Devido a pandemia, o evento se transformou em Festival Virtual, com participação de vários artistas potiguares. Idealizado pela Maquinara Produções e Guria Produtora, o projeto será exibido neste domingo, a partir das 15h, pelo canal da Maquinara Produções. Com apresentação de Cecília Oliveira e Raphael Dumaresq, tendo como plano de fundo a Praia de Ponta Negra, o Festival promoverá grandes encontros musicais, em uma diversidade de estilos, sons, ritmos e vivências. No setlist estão Rodrigo Lacaz + Alexandre Américo; Dani Cruz + Dodora Cardoso + Bruno Alexandre; Filipe Toca + Samara Alves + Carol Porto; Dusouto + Pretta Soul + Sarah Oliver; Luísa E Os Alquimistas + Clara + Saintclair; Tiquinha + Khrystal + Ananda Krishna; Camomila Chá + Potyguara Bardo + Rafaela Brito e Skarimbo + Aiyra. “Já que ainda não podemos realizar encontros físicos com o público, resolvemos promover encontros musicais e daí veio a ideia de realizar os FEATS, unindo artistas que já trabalharam juntos, mas também realizando encontros...

24/02/2021|

ALVURA Lhe escuto chegando entre o vento, passando as dunas de agosto que voam, lhe espero entre a ventaneira.   Procuro e agarro a contento, em panos que te apoiam e adornam, a buscar saúde na benzedeira.   Sumiste entre a areia e a paisagem. Cheiro de coqueiros, cajus e mulungus Imagino esconder-se pela gameleira.   O vento é alarido, combatendo areia e gemidos as rochas são olhos negros, firmes e ariscos. O imenso céu azul límpido leva nosso menino.   O mar enfeita o tempo entre ruídos. Sou 1935, verdes ares e golfinhos. Prazer, Genipabu esperando meus nativos. (Artur Guimarães)

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23/02/2021|

Realizada pelo mesmo idealizador do Salão de Artes Visuais de Caicó, Aladim Monteiro, a Bienal da Fotografia do Sertão acontecerá pela primeira vez e está com as inscrições abertas até dia 20 de março de 2021 para os fotógrafos que desejarem expor seu trabalho no evento. A Bienal, que inicialmente será em formato virtual, surge com a proposta de incentivar artistas a criar um espólio fotográfico a respeito do sertão. A programação também contará com lives e oficinas em que os participantes terão a oportunidade de dialogar com artistas, discutindo as técnicas empregadas em processos criativos dos trabalhos selecionados para o festival. Apoio a jovens fotógrafos Para o idealizador, um dos objetivos é incentivar e apoiar jovens fotógrafos que fazem seus trabalhos de forma profissional ou não profissional, integrando-os em um evento que lhes traga experiência e reconhecimento artístico. “Pretendemos criar, ao longo dessa e outras Bienais, um espólio onde tenhamos os profissionais fotógrafos abordando trabalhos com um olhar voltado a diversos temas de caráter social, histórico, pictórico e contemporâneo”, destaca Aladim Monteiro. A ideia de empreender com projetos culturais surgiu após Aladim Monteiro cursar o mestrado em Artes Visuais em Lisboa, Portugal, e frequentar diversas mostras, salões e bienais....

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23/02/2021|

“Pedro Vermelho” traz bate-papo e encenações em cinco episódios O escritor Franz Kafka, um dos principais pensadores da literatura mundial do século XX, que só teve sua obra descoberta e reconhecida após a sua morte, é tema de podcast potiguar já disponível na internet. Intitulado Pedro Vermelho. O podcast tem cinco episódios, com um bate-papo leve, além de interpretações de trechos do conto “Um Relatório para uma Academia”. O texto “Um Relatório para uma Academia” traz a história de Pedro Vermelho. Um personagem que nasceu macaco, transformou-se em homem e depois de cinco anos de adestramento alcançou a cultura de um cidadão europeu comum. E é através do sarcasmo e da ironia que a história desse homem/macaco vai se construindo. O ator Doc Câmara, que interpreta o Pedro Vermelho no Podcast, afirma que a busca principal da construção do personagem foi de como transmitir algumas dessas sensações vividas pelo Pedro através da voz. “O texto do Kafka é imagético e sensorial. E todo o trabalho foi em cima dessa palavra que transmite uma imagem e que transmite uma ação, e fomos construindo o personagem em cima disso”, explica. Participações especiais O Pedro Vermelho tem a participação, além de Doc Câmara,...

iury matias e cinthia

23/02/2021|

Nesta sexta e sábado, a cantora e compositora potiguar Cinthia exibe uma apresentação musical composta por repertório que tem a intenção de trazer sentimentos de calmaria e tranquilidade, assim como reflexões sobre temas como a vida, o tempo e as expectativas. Adquirindo o acesso, o público recebe o link de uma sala de conferência online para assistir o show, com dia e horário marcados. A idealizadora do evento estará presente realizando a abertura e interagindo pelo chat. A apresentação, previamente gravada em um estúdio, conta ainda com a participação do músico instrumentista Iury Matias, que deu vida aos arranjos das músicas selecionadas. Entre a lista, algumas canções consagradas por artistas como Milton Nascimento e Cartola. Mas a maioria fica por conta das composições autorais dos dois artistas. O título “Canções para tempos difíceis” surgiu em outubro de 2020, junto com a ideia de realizar uma apresentação que fomentasse a resiliência e a resistência necessárias diante do contexto adverso que estamos vivendo. Essa ação faz parte da campanha de financiamento coletivo para a gravação do primeiro trabalho musical da cantora e os valores serão revertidos para essa finalidade. SERVIÇO: Sala musical virtual “Canções para tempos difíceis” com Cinthia DATA: 27 E...

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23/02/2021|

Num experimento criativo de cineteatro virtual, o filme Pedra Flor une performance e cinema, em plano sequência, para falar sobre a violência infantil e a superação através das memórias criativas! A performance Pedra Flor foi criada por Rousi Flor de Caeté a partir de questionamentos sobre o próprio corpo de mulher não branca que, em sua experiência, foi alvo de violência desde a infância. A ideia do plano sequência foi acolhida por Renata Pyrrho que fez a consultoria em  fases do projeto, com captação e edição de Davi Selton e Maiakoviski Pinheiro (Nobir Produtora). Conta a história de uma menina-mulher que ressignifica memórias de violência infantil através da brincadeira, do sonho, do contato com a ancestralidade e da arte. Através do acesso às memórias do que é essencial, ressignificadas com o corpo em cena, na relação com o público, diálogos com amigos, artistas e na intersecção entre as linguagens, a artista construiu o roteiro com espaço para improvisações. Desta vez, com recursos da Lei Aldir Blanc, propõe uma fusão entre a performance e o cinema, numa videoperformance com quatro planos sequência, totalizando quase 60 minutos de cena sob o olhar de uma câmera (Maiakoviski Pinheiro) que simula o espectador presencial. O processo criativo,...

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23/02/2021|

Reportagens em formato de podcast abordam produção literária histórica e atual de mulheres no Rio Grande do Norte Zila Mamede, Rizolete Fernandes, Nisia Floresta, Michele Ferret, Myrian Coeli e Carmen Vasconcelos. O que dizem essas mulheres? Embora  sejam de períodos históricos distintos, o que elas têm em comum é que todas são ou foram escritoras potiguares, seja por nascimento ou por terem desenvolvido sua obra literária no Rio Grande do Norte. E para saber o que dizem essas mulheres, as pessoas devem ouvir a série de podcasts sobre aspectos da obra e da vida delas a ser lançada no portal Nossa Ciência. Cada episódio tem cerca de 30 minutos e conta com depoimentos de jornalistas, poetas e especialistas sobre a obra de cada personagem. Além destas fontes, Rizolete Fernandes, Carmen Vasconcelos e Michelle Ferret falam elas mesmas sobre seus livros. As realizadoras Mônica Costa é jornalista há 35 anos e dedicou a maior parte de sua carreira à assessoria de imprensa. Nos últimos seis anos tem se dedicado à divulgação científica, com a criação do portal de notícias Nossa Ciência e foi de lá que surgiu o interesse em fazer perfis de mulheres. Com o lançamento dos editais da Lei...

23/02/2021|

À TARDE À tarde, do mais humano da calçada, víamos mulheres com cântaros à cabeça. A rodilha pairava na asa do tempo. Tenras certezas a paz mineral fulgia. Animais em sua herdade. Mar campestre, enquanto mulheres cantam a segurança azul da água. Um velho prendia-se à jovial corrente de ouro e varava o esquecimento. (Sanderson Negreiros)

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