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Viva a Oktoberfest à brasileira!

Ein Prosit![1] “Oktoberfesteiros”! Hoje completamos 1 ano de postagens sobre cervejas, variedades e demais assuntos etílicos no Blog Papo Cultura! Após 53 textos ininterruptos, já que toda quarta-feira, “religiosamente” temos

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Festival Potiguarias Visuais integra performances artísticas e projeção mapeada em evento gratuito

Redação

A Zona Norte de Natal recebe,no próximo sábado, 25 de abril, a quinta sessão do Potiguarias Visuais – Acessando a ZN. O festival de artes integradas, que reúne artistas locais em uma programação gratuita voltada à produção contemporânea, acontece das 18h às 22h, na Biblioteca Estadual Prof. Américo de Oliveira Costa. A noite conta com a condução da artista circense Aranha como Mestre de Cerimônia e traz apresentações do Grupo de Improvisação Livre da UFRN, do espetáculo Ylê Ayê: ginga e fogo ancestral, da performance CARNE-CONCRETO, dos artistas CADIDJA e Santelmo, além de Pretta Soul, que apresenta seu novo show Depois dos 30. Com foco na experimentação e no diálogo entre linguagens, o festival propõe uma noite de encontros entre performance, música, manifestações culturais, projeções artísticas e uma exposição coletiva de artes visuais. A programação conta ainda com uma roda de conversa com os artistas Consuelo Vea Coroca e Acerola, além das produtoras do projeto, Christalina e Renata Marques. Ao todo, o evento reúne mais de 20 artistas potiguares e 32 trabalhos visuais de criadores de Natal (RN), Parnamirim (RN), São Paulo (SP), Diadema (SP) e Fortaleza (CE), em uma proposta que articula arte, território e tecnologia. Como parte das ações do projeto, foi realizada na última semana uma atividade formativa com estudantes da Escola Municipal Iapissara Aguiar, conduzida pela multiartista Christalina, da Bruxaria Digital, em parceria com integrantes do GIL – Grupo de Improvisação Livre da UFRN. “A vivência buscou aproximar os estudantes da arte contemporânea potiguar e incentivá-los a participar do evento. A proposta foi criar um espaço de troca e despertar o interesse desses jovens para a produção artística que acontece no próprio território”, destaca Christalina, também curadora e idealizadora do festival.  O Potiguarias Visuais atua na democratização do acesso à arte contemporânea na periferia, promovendo visibilidade para produções que transitam entre performance, música, poesia, artes visuais e tecnologia. “Esta edição propõe uma reflexão sobre os modos de criação na contemporaneidade, tensionando questões como hiperprodutividade, esgotamento, autonomia artística e coletividade. A mediação do projeto também sugere leituras como A Sociedade do Cansaço, de Byung-Chul Han, e Não Vão Nos Matar Hoje, de Jota Mombaça, ampliando o debate para além da experiência no evento”, completa a artista. ServiçoO quê: Potiguarias Visuais – Acessando a ZNQuando: 25 de Abril de 2026Onde: Biblioteca Estadual Prof. Américo de Oliveira Costa (Zona Norte de Natal/RN)Quanto: Gratuito

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Mundo Zira vai até este próximo domingo no Museu da Rampa

Redação

A temporada da exposição interativa “Mundo Zira” em Natal se aproxima do fim. Em cartaz no Complexo Cultural Rampa até domingo (26), a mostra convida o público a aproveitar os últimos dias de visitação e conhecer uma experiência que conecta arte, literatura e tecnologia a partir da obra de Ziraldo. A entrada é gratuita, e os ingressos podem ser retirados pelo Sympla ou na bilheteria do museu, conforme lotação do espaço. 42 mil pessoas já passaram pela exposição na capital potiguar, primeira cidade do Nordeste a receber o projeto. Desde a estreia, em novembro, foram realizadas 236 visitas educativas mediadas, que atenderam mais de 8 mil pessoas, sendo 7 mil estudantes de 30 municípios. Nos bastidores, a iniciativa mobiliza 73 profissionais (75% deles de Natal), entre curadoria, produção, educadores, técnicos, comunicadores, interatividade e equipes de apoio. A entrada é gratuita, com retirada de ingressos no Sympla, pelo link https://www.sympla.com.br/evento/exposicao-mundo-zira/3169427, ou na bilheteria do Museu da Rampa, de acordo com a lotação do espaço.

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Romaria: Márcio Benjamim lança novo romance de horror contemporâneo

Redação

Romaria: Um grupo de sobreviventes de um apocalipse zumbi procura ajudar uma cidade vizinha a enfrentar o mesmo mal. Esse é o mote do novo livro do escritor Márcio Benjamin, intitulado Romaria, e representa a continuação do poderoso romance Fome, do mesmo autor. O lançamento será nesta sexta-feira (24), a partir das 19h, no Mahalila Café & Livros. Algumas desgraças não têm fim. Com uma prosa visceral, marcada pela oralidade nordestina e pela poesia bruta do sertão, Márcio Benjamin constrói, em Romaria, uma alegoria de nosso tempo: entre fantasia e horror, Romaria mergulha em temas sociais urgentes e reafirma o autor como a voz mais potente do horror contemporâneo. O profeta estava certo,  o Sertão virou mar. De sangue. Serviço O QUÊ: LANÇAMENTO DO LIVRO ROMARIA ONDE: MAHALILA 19H QUANDO: 24 04 GRATUITO

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Grupos de assobio

Joselito Muller

Há gestos que, mesmo em contextos sociais, históricos e políticos distintos conseguem a façanha de preservar um mesmo significado. Assobiar, por exemplo, é um gesto historicamente relacionado à vagabundagem em várias culturas ao redor do mundo. Prática de rufiões, vadios, estelionatários, patifes e tocadores de realejo, o abominável ato de assobiar – muito apreciado por sujeitos como Calígula e Leon Trotski, o que, por si só, já acende um alerta – voltou à moda. E já não se trata daquele sujeito isolado, que, sem nada útil com o que se ocupar, fica na calçada segurando uma gaiola com um passarinho dentro e, para incentivar o bicho a cantar, assobia. No exemplo acima, ao menos havia uma finalidade. Diferentemente, no entanto, tem sido a prática que ganhou força nos últimos dias, consistente na reunião virtual, via aplicativo Whatsapp, por meio do qual vários sujeitos estão integrando “grupos de assobio”.   Vagabundos de todas as laias, até então solitários em seus respectivos ócios, agora estão se reunindo para assobiar e ouvir os assobios uns dos outros. Poucos analistas contemporâneos estão se dando conta do risco que isso representa à nossa sociedade, que reforça a necessidade de proibir o uso de internet no país. O ato de assobiar, herdado de pretéritos escroques, é inadvertidamente utilizado nos dias de hoje para, por exemplo, avisar comparsas, em meio a empreitadas ilícitas, que a polícia se aproxima. Além disso, o proletário iletrado, sem consciência de classe, utiliza tal habilidade para assediar desafortunadas damas que passem próximo aos canteiros de obra. Também é comum assobiar subitamente ao se aplicar uma dedada fortuita no caneco de outrem, a quem se pretenda ridicularizar. Nota-se, portanto, que nada que preste relaciona-se ao assobio. Também do ponto de vista musical, o cretino sibilar é imprestável, como atestam as canções do Scorpions e Guns n’ Roses. Tomei conhecimento da existência de tais grupos de Whastapp por intermédio de meu filho adolescente. Nessa fase da vida, é comum que muitos garotos se tornem suscetíveis à vagabundagem e devassidão, possivelmente influenciados pela prática cotidiana do onanismo, que finda por afrouxar-lhes o caráter.   Daí atraírem-se por práticas malsãs, tais como soltar pipa, empinar motos ou bicicletas, ouvir funk e manifestar-se por meio de sibilos insolentes. Daí a pertinência das autoridades ficarem alertas para os grupos de assobio no Whatsapp, nos quais os escroques ali reunidos têm potencial de macular, com sua influência nefasta, a consciência dos...

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Tudo é construído! Tudo é revogável!

Tatyanny Nascimento

Tomo a frase do título da obra de Alipio DeSouza Filho (cientista social, professor da UFRN, diretor do Instituto Humanitas) que fez dela mais do que um enunciado provocativo, mas uma chave de leitura do humano. Em seu Construcionismo Crítico, DeSouza Filho insiste que a realidade social, afetiva, moral e política não é natural, nem eterna: ela é produzida historicamente, sustentada por discursos, hábitos, instituições e relações de poder. E é justamente aí que a palavra ideologia ganha peso: ideologia é aquilo que trabalha para fazer o construído parecer natural, inevitável, intocável. Ela reveste de evidência o que é fabricação histórica. Dizer, então, que “Tudo é construído! Tudo é revogável!” não é brincar com o relativismo, mas é lembrar que também podem ser desfeitas as formas que nos domesticam, os sentidos que nos oprimem e as crenças que nos aprisionam. Ignacio Martín-Baró (padre jesuíta, psisicólogo social espanhol, criador da Teoria da Libertação) chamaria isso, em outra chave, de uma tarefa urgente: a desideologização, isto é, o gesto de arrancar das coisas a máscara da falsa naturalidade para devolver ao oprimido a lucidez sobre sua própria condição. Demorei muito para desconfiar do que me parecia natural. Durante anos, aceitei certas ideias como quem aceita a posição dos móveis numa casa antiga: sem perguntar quem os colocou ali, quando, e o porquê continuavam ocupando o centro da sala. Chamei de verdade aquilo que talvez fosse costume, de vocação aquilo que talvez fosse obediência. Chamei de personalidade aquilo que talvez tivesse sido apenas uma lenta adaptação ao medo, ao desejo de pertencimento, à expectativa dos outros. Acho que amadurecer é, em parte, isso: começar a estranhar as evidências. Talvez por isso, eu volte sempre aos antigos. Em Anaximandro, grego do século VI antes da era comum, há uma imagem que nunca me abandona: a do Ápeiron, o ilimitado, o indeterminado, aquilo que ainda não foi recortado em forma. Gosto de pensar que, para ele, a origem do mundo não era uma peça pronta, mas uma abertura. Antes do nome, havia um campo de possibilidades. Antes da ordem, uma espécie de respiração sem bordas. Essa visão me inquieta. Inquieta porque me deixa sem o abrigo das essências. Então, vem Aristóteles (filósofo grego do século IV antes da era comum) com sua paixão pela forma, pela definição, pelo contorno. E eu o compreendo também. Há dias em que tudo o que a gente quer é isso: que as coisas...

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Livro inédito de Moacy Cirne sobre a Bíblia e será lançado em Natal

Redação

Natal recebe, no próximo dia 30 de abril, o lançamento de uma obra inédita de um dos nomes mais importantes da cultura potiguar. O livro “A Bíblia: Travessia, Travessias”, de Moacy Cirne, será apresentado ao público em evento realizado no Temis Clube Bar, no bairro do Tirol. Publicado de forma póstuma, o livro reúne um trabalho desenvolvido ao longo de anos pelo autor, que realizou pesquisas entre 2005 e 2007 e, posteriormente, entre 2010 e 2014 — período em que aprofundou seus estudos em diferentes versões da Bíblia e em obras de teologia. A obra propõe uma leitura singular e provocadora, combinando elementos de ficção, reflexão e experimentação estética. Reconhecido por sua atuação na poesia de vanguarda e por sua contribuição teórica ao campo das histórias em quadrinhos, Moacy Cirne constrói, neste livro, uma abordagem que atravessa o sagrado com um olhar crítico e inventivo. O projeto editorial foi conduzido por Oreny Júnior, do Sebo Gajeiro Curió, a partir de um convite da família do autor. Segundo o editor, o livro representa uma oportunidade única de apresentar ao público um material inédito e relevante dentro da produção intelectual de Cirne. “É uma leitura muito própria de Moacy sobre a Bíblia, que mistura pesquisa e ficção. Ele traz a vanguarda para dentro do sagrado, com uma visão que também carrega o sertão e a vivência dele”, afirma Oreny. Natural de Jardim do Seridó e com trajetória consolidada entre Natal e o cenário acadêmico nacional, Moacy Cirne foi poeta, artista visual e professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), além de um dos criadores do movimento poema/processo. Sua produção influenciou diferentes gerações de artistas e pesquisadores no Brasil.O lançamento de “A Bíblia: Travessia, Travessias” marca não apenas a chegada de um livro inédito ao público, mas também a continuidade do legado de um autor fundamental para a cultura potiguar e brasileira. SERVIÇO📖 Lançamento do livro A Bíblia: Travessia, Travessias📍 Temis Clube Bar – Av. Rodrigues Alves, 950, Tirol, Natal/RN⏰ 18h🎟️ Entrada gratuita

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Ribeira Boêmia homenageia Arlindo Cruz e Jorge Aragão no Ribeira Canta

Redação

O projeto Ribeira Canta está de volta e chega à sua quarta edição com um tributo a dois gigantes do samba brasileiro: Arlindo Cruz e Jorge Aragão. Desta vez, a homenagem será realizada no Bar 294, em Petrópolis, reunindo a Roda de Samba Ribeira Boêmia e convidados em uma celebração dedicada à obra de dois mestres que marcaram gerações com suas composições, interpretações e contribuições para a história do samba. Para abrilhantar a festa, estão confirmadas as participações especiais de Berthone Oliveira, Matheus Magalhães (Samba Preto no Branco) e Daniela Fernandes. O público pode esperar quatro horas de roda de samba, em um encontro pensado para cantar grandes clássicos do gênero do começo ao fim. Os ingressos estão à venda na Outgo e também no próprio Bar 294. Arlindo Cruz Arlindo Domingos da Cruz Filho, conhecido artisticamente como Arlindo Cruz, nasceu no Rio de Janeiro, em 14 de setembro de 1958. Cantor, músico e compositor, é um dos nomes mais importantes do samba e do pagode no Brasil. Integrante do Fundo de Quintal, Arlindo permaneceu por mais de uma década no grupo antes de seguir carreira solo, consolidando também uma parceria marcante com Sombrinha. Suas composições foram gravadas por grandes nomes da música brasileira, como Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Fundo de Quintal e Maria Rita. Entre seus sucessos estão “O Show Tem Que Continuar”, “Ainda É Tempo de Ser Feliz”, “O Que É o Amor”, “Bagaço de Laranja” e “Dor de Amor”. Em 2015, recebeu o Prêmio da Música Brasileira na categoria de melhor músico de samba. Arlindo Cruz faleceu em 8 de agosto de 2025, deixando um legado definitivo para a música brasileira. Jorge Aragão Jorge Aragão da Cruz nasceu no Rio de Janeiro, em 1º de março de 1949, e é reconhecido como um dos maiores compositores e intérpretes da história do samba. Dono de uma obra marcada por lirismo, identidade popular e forte assinatura autoral, Jorge Aragão fez parte da formação inicial do Fundo de Quintal e construiu uma carreira solo sólida, tornando-se referência no gênero. Ao longo de sua trajetória, teve músicas gravadas por artistas como Beth Carvalho, Alcione, Zeca Pagodinho e Martinho da Vila, além de ter eternizado sucessos como “Coisinha do Pai”, “Lucidez”, “Eu e Você Sempre”, “Moleque Atrevido” e “Identidade”. Com décadas dedicadas ao samba, Jorge Aragão se mantém como um dos artistas mais respeitados da música brasileira. Ribeira Canta – Arlindo Cruz...

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Os Chicos apresentam o espetáculo “Dona Maria”, uma homenagem a Maria Bethânia

Redação

O grupo Os Chicos apresenta o show Dona Maria, um espetáculo emocionante em homenagem à força, à poesia e à presença única de Maria Bethânia, uma das maiores vozes da música brasileira. Inspirado na intensidade artística e espiritual que atravessa gerações, o projeto convida o público a mergulhar em canções marcantes e interpretações carregadas de sentimento, conduzindo a plateia por uma experiência profunda, sensível e visceral. Com arranjos direção musical de Eduardo Taufic e Tiago Terras e atmosfera cênica envolvente assinada pelos artistas Rita Machado e Rafa Barros, o espetáculo ganha potência com a presença de uma banda formada por músicos de destaque: Eduardo Taufic, Bruno Cirino, Mônica Michelly, Stallone Terto, Kleber Moreira e Weslley Silva. O show conta ainda com as participações especiais de Nara Costa e Rouxinol, artistas que imprimem personalidade e excelência a cada acorde. Mais do que um concerto, Dona Maria propõe um encontro com a emoção, a palavra e a música em sua forma mais intensa. Uma homenagem pulsante, necessária e profundamente conectada com o público. SERVIÇO Show: Dona Maria – Os Chicos cantam Maria Bethânia  Data: 17/04/2026 Hora: 19h30 Local: Teatro Alberto Maranhão  Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/os-chicos—dona-maria—cantam-maria-bethania/3376722 Instagram: @oschicos

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“Carcaça”: poeta Regina Azevedo lança homenagem a todos os avós

22/03/2021|

A poeta Regina Azevedo acaba de lançar seu quinto livro de poemas, “Carcaça”. A coletânea, publicada pela Munganga Edições, reúne poemas, documentos e fotografias do universo afetivo da autora, além de textos assinados por outras mulheres de sua família, em oficina conduzida por Regina em meio à pandemia. São elas: Coleta, Dirce, Izabel, Maria dos Anjos, Marluce, Sebastiana e Veracilda. “Carcaça” foi publicado originalmente em 2015, em formato de fanzine, em homenagem à avó de Regina, que partiu no fim do mesmo ano. O livro é uma espécie de memorabilia na qual o leitor tem acesso, além dos poemas, a fotografias e outros documentos que passeiam pela trajetória de uma família oriunda “do interior do interior”, como escreve a autora. Essa família é apresentada liricamente sob a ótica de um “eu” que deixa transparecer seu percurso enquanto poeta e também pelas veredas da educação. A relação da autora com a escrita é perpassada pela história de seus avós, dois analfabetos “cheios de palavras e poesia”. Na obra, Regina conta que, enquanto se alfabetizava, tentava ensinar também os seus avós a ler, escrever, desenhar e colorir. Regina Azevedo Regina Azevedo começou a escrever ainda muito nova, aos doze anos, e é autora de...

josé-de-castro

22/03/2021|

O jornalista, escritor e poeta José de Castro é o oitavo autor a se apresentar no ciclo de videopalestras da 7ª Temporada da Caravana de Escritores Potiguares. Com o tema ‘Literatura para Todas as Idades’, a intervenção de José de Castro será disponibilizada a partir desta segunda-feira, 22/03, às 19h00, tanto no canal do Projeto, no YouTube, quanto nas páginas do Facebook e do Instagram. A adoção do isolamento social como estratégia de enfrentamento à pandemia da Covid-19 fez com que a Caravana adotasse um novo formato. Impossibilitados de visitar as escolas para dialogar diretamente com alunos e professores, os convidados do projeto estão gravando depoimentos sobre temáticas variadas, que vão das características dos gêneros literários aos processos de criação. As videopalestras são postadas semanalmente, sempre às segundas-feiras, e podem ser assistidas a qualquer tempo. José de Castro Mineiro-potiguar nascido em Resplendor-MG, José de Castro reside em Natal desde 1976. Jornalista, escritor, poeta e Mestre em Tecnologia da Educação, foi professor da UFRN e diretor da TV Universitária. Em 2015, recebeu o título honorífico de Cidadão Natalense. Membro da Sociedade dos Poetas Vivos e Afins do RN – SPVA/RN e membro correspondente da Academia de Letras, Artes e Ciências Brasil...

Acesse de graça o Songbook Tico da Costa gravado em Nova Iorque

22/03/2021|

O livro de partituras “Songbook Tico da Costa – Choro Suite” é o segundo produzido pela editora independente Tico da Costa Produções, e reúne composições do artista correspondente ao seu álbum instrumental CHORO SUITE. O disco foi gravado em Nova Iorque em 1999-2000, com o objetivo primordial de preservar a memória da obra do artista e da cultura potiguar para atuais e futuras gerações. O Songbook tem uma versão impressa em pequena escala somente para músicos, bibliotecas e escolas de música, e seu E-book correspondente em formato digital para o público interessado. Este último reúne os comentários que Tico da Costa deixou sobre as partituras com tradução ao inglês, e acrescenta partituras para sax e flauta que o próprio compositor deixou, tudo de forma gratuita. Lançamento do Songbook Tico da Costa O Songbook Tico da Costa – Choro Suite será lançado via internet, através de vídeo, com show de apresentação de parte de seu conteúdo musical por Eduardo Taufic no piano, Airton Guimarães no contrabaixo acústico, Juliano Ferreira no violão acústico, Darlan Marley na bateria e Ramon Gabriel na percussão. Convidados especiais vão abrilhantar ainda mais as composições instrumentais de Tico da Costa como Sando Johnson na flauta; Eugênio Lima,...

coisaluz

19/03/2021|

Vem de Mossoró, uma das principais novidades da música do Nordeste neste começo de 2021. CoisaLuz é uma banda formada por mulheres musicistas, cantoras e compositoras. Nordestinas, elas expressam em suas músicas as raízes desse lugar, enlaçadas com as influências afro-brasileiras e indígenas, perceptíveis em cada timbre e cada palavra ressoada. Feministas, entoam desde 2019 um canto de resistência e força que impulsiona as mulheres e o povo negro. Afroameríndia Essa inspiração originou o primeiro EP da banda, Afroameríndia que conta com seis composições autorais, dirigido e produzido por Iury Matias. O trabalho sai pelo DoSol, que esse ano completa 20 anos de atividade. “É um canto potente vindo de fora da capital e feito por mulheres em reunião e ebulição. Ficamos impressionados com a força e musicalidade do trabalho e chamamos elas para perto”, comenta Ana Morena do DoSol. “Em 2019, nos encontramos e decidimos que precisávamos fazer alguma ‘coisa’ juntas. Foi quando surgiu o convite para cantar na Feira das Bruxas, projeto que promove o empreendedorismo feminino em Mossoró. Neste evento, feito e criado por mulheres, a coisa ganhou luz e virou a CoisaLuz”, explica Bianca Cardial que junto com Dayanne Nunes e Flávia Fagundes completam o trio. A...

Indio Yanomami, Roraima 1991-Milton Guran-Maré Foto Festival

19/03/2021|

Em um formato online, e reunindo nomes de várias partes do país, acontece entre os dias 19 e 23 de março a edição de estreia do Maré Foto Festival. A ideia para fazer um festival de fotografia no Rio Grande do Norte era antiga, e a pandemia não afastou a vontade de reunir fotógrafos para discutir a realização em fotografia, ampliando a formação de novos artistas. Serão realizadas exposições, mostras, oficinas, orientações de portfólio, maratonas de edição, além de encontros com coletivos de fotografia, tudo gratuitamente. A programação completa pode ser acessada AQUI. Nessa primeira edição, o Maré Foto Festival propõe o tema “Amanhã vai ser outro dia: o futuro em nossos olhares” para nortear sua programação. O festival é pensado para novos agentes da fotografia brasileira, dando protagonismo para fotógrafos emergentes e que estejam em espaços periféricos, incentivando que  a cadeia produtiva de fotografia se descentralize dos centros tradicionais, ampliando a formação de público e de novos realizadores para fora dos circuitos de elite. Ao litoral nordestino No seu formato presencial, que ganhará corpo após a pandemia, a ideia é levar toda a programação para praias do litoral nordestino, dando voz e vez para artistas que têm dificuldades de...

crispiniano-neto

19/03/2021|

O Grupo Mulheres Tecendo Artes promoverá uma “laive” abordando questões relativas ao universo literário do Rio Grande do Norte na próxima quinta-feira (25). A transmissão online será às 16h pelo Facebook e Instagram do Grupo Mulheres Tecendo Artes. Haverá ainda participação de cinco convidados especiais: . O professor da UFRN, José Luiz Ferreira, doutor em Letras e pesquisador da área de literatura brasileira com ênfase na literatura local; . O diretor geral da Fundação José Augusto, Crispiniano Neto, jornalista, bacharel em direito, poeta e cordelista; . a professora da UEPB, Suely Costa, doutora em Letras e pesquisadora na área de literatura, cultura e ensino; . O escritor, ator, comunicador e sócio efetivo da Academia de Letras e Artes do Agreste Potiguar, Antenor Mario, com participação em vídeo, falando acerca da sua trajetória artística e contato com os livros; . A pedagoga, escritora, poetisa, apresentadora e membro do Grupo Mulheres Tecendo Artes, Cristiane Duarte, com participação em vídeo, declamando poemas relacionados com a temática da “laive” A mediadora é a Psicóloga, escritora, poetisa, apresentadora e organizadora do Mulheres Tecendo Artes, Helena Monteiro. Discutir produção literária A finalidade da “laive” é promover diálogos acerca da produção literária existente no estado do Rio...

letto

19/03/2021|

O domingo de lives no Ateliê Sonoro terá o Baile Norteado Live, esta semana. Todos os anos o cantor e compositor potiguar Letto, radicado no Rio de Janeiro, traz esse baile, que roda o Brasil. E neste domingo estará na Cidade do Sol para mergulhar na positividade dos ritmos caribenhos com sotaque brasileiro. Neste baile, carimbó se mistura com cumbia, forró com reggaeton e psicodelismos bailantes. E diante das restrições, a apresentação será on line e no Ateliê sonoro com transmissão a partir das 18h pelo Youtube no canal do próprio estúdio.. Para aprimorar ainda mais o suingue, o tempero será todo potiguar, com Letto: na voz, guitarra e banjo. Zé caxangá no contrabaixo. Silvio Franco na percuteria. E participação especial de Marcone no trompete. Baile Norteado Live Dom 28 Março 18h Canal do Ateliê sonoro

conversa-sobre-poesia

19/03/2021|

Nesta sexta-feira, 19, a Caravana de Escritores Potiguares e o Instituto de Educação Superior Presidente Kennedy promovem uma roda de conversa sobre poesia. O evento acontece em ambiente virtual, a partir das 19h e está sendo organizado pelos professores Aparecida Rêgo e Arandi Róbson, e contará com a participação das cordelistas Theoguenides Medeiros e Karla Costa, além dos escritores Gilberto Cardoso e Siomara Spineli. Durante a programação, a Caravana fará a entrega simbólica de doação de livros, reunindo cerca de 500 exemplares, com títulos de diversos autores norte-rio-grandenses. Segundo o coordenador do Projeto, escritor Thiago Gonzaga, a pandemia obrigou a Caravana a adotar um novo formato e, nesta temporada, ao invés dos concorridos sorteios, realizados presencialmente nas escolas, optou-se por uma única doação. SERVIÇO O quê? Caravana de Escritores Potiguares (Temporada 2020/21) Roda de conversa em ambiente virtual sobre poesia com Theoguenides Medeiros, Karla Costa, Gilberto Cardoso e Siomara Spineli. Onde? Google Meet> https://meet.google.com/wgn-zoor-atb Caravana na internet? Youtube: caravanadeescritorespotiguares Facebook: @CaravanaDeEscritoresPotiguares Instagram: @caravanadeescritoresrn Quando? Sexta-feira, 19/03, às 19h.

19/03/2021|

BURKA Essa estrangeira sem nome, sem rosto, sem riso Disfarça, mas me olha, de dentro de seu abismo Ela viaja comigo: sombra calada, monja Meio fantasma, meio ferida Sobrevivente de nada, queimada, ardida Sob véus calcada, sob véus contida Me prendendo também Em sua cripta (Iracema Macedo)

Igapó de Almas se une ao poeta Netuno Leão no clipe “Água Água (Passa)”

18/03/2021|

Como uma confluência de diferentes águas e correntezas, Igapó de Almas faz de seu novo álbum, “Mar de Paradoxos”, uma série de encontros musicais. A banda potiguar se une ao poeta Netuno Leão na faixa “Água Água (Passa)”, que acaba de ganhar um vídeo. As imagens do clipe foram gravadas em VHS pelo próprio Netuno na Amazônia, nos anos 90, e agora exibem um caráter experimental com a edição de Antonio Gil. Assista a “Água Água (Passa)” Ouça “Mar de Paradoxos”: https://tratore.ffm.to/mardeparadoxos Para o primeiro videoclipe do álbum “Mar de Paradoxos”, Igapó de Almas oferece um olhar poético sobre o que se costuma chamar de “Brasil profundo”, transitando entre comunidades ribeirinhas e a vastidão das águas. Netuno Leão O frescor e a inventividade da banda de Natal se une à experiência de Netuno Leão, de 66 anos, um livre pensador atuante em diversas frentes. Engenheiro químico de formação, dedicou-se a trabalhos na área de desenvolvimento humano, inclusão social, sustentabilidade e arte-educação no Brasil. Paralelo a isso, manteve-se transitando pelas artes visuais, fotografia, desenho, pintura, yoga, teatro, cinema e música. No final dos anos 90 viveu na Amazônia, coordenando um projeto de organização de comunidades ribeirinhas e pescadores, nos rios Tapajós...

kengas em revista

18/03/2021|

Há quase 40 anos o bloco das Kengas brilha nas ruas da cidade do Natal durante o carnaval, levantando a bandeira da liberdade, respeito e alegria. Agora, o público pode conhecer mais dessa história através da publicação Kengas em Revista, que está disponível em versão online e impressa no Bardallo’s Comida & Arte. “Este ano devido à pandemia realizamos nossa 38° edição através da internet com a mesma irreverência e ousadia. Agora, levamos nossa voz para além das ruas do Centro Histórico contando nossa história e  relembrando personagens marcantes. Esta publicação é a realização de um sonho e abre os caminhos às celebrações dos nossos 40 carnavais”, declara Lula Belmont, produtor cultural e diretor fundador do bloco As Kengas. Na publicação, é possível conhecer histórias de foliões, kengas, madrinhas, além de causos engraçados, e claro: como tudo começou. A versão online está disponível gratuitamente em: https://linktr.ee/Kengas. O público também pode retirar a versão impressa no horário das 11h às 20h no Bardallo’s. A revista tem editoria de Comunica Ceci, projeto gráfico de AM Criativo, capa do Estúdio 33, textos de Comunica Ceci e Alana Cascudo, a publicação foi idealizada por Lula Belmont e Marcelo Veni Produções. Kengas em Revista conta com...

analuh-soares

18/03/2021|

O show virtual da cantora Analuh Soares surge do desejo de evidenciar a cultura negra através de um repertório que contemple a ancestralidade de um povo, com referências musicais que a mesma sempre admirou e se identificou. O show será transmitido pelo youtube Analuh Soares neste sábado, a partir das 15h. Através das músicas cantadas nesse show, Analuh Soares busca aproximar o público à cultura afro-brasileira com o intuito de ressaltar o quanto é importante conhecer  as origens do povo brasileiro para que possamos viver com harmonia e, sobretudo, perpetuar o respeito à diversidade. Seu canto percorrerá os caminhos da dor, lamento, luta, reverência aos  deuses e muito amor e esperança. Grandes nomes de compositores estão presentes como Baden Powell, Vinícius de Moraes, Roque Ferreira, Mateus Aleluia, João Donato, Gilberto Gil,  entre outros. Um show com muita magia no qual a cantora traz toda sua alegria em ter a oportunidade de homenagear seu povo, que de tão longe veio e tanto contribuiu para a construção da nossa cultura! Encantos Negros foi contemplado pelo edital referente à Diversidade Sócio-humana através de concurso público. O show conta com os músicos: Allysson Alexandre, violonista e diretor musical Emanuel Martins – Persucssionista Jane Eyre...

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