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mulher frágil

Toda super heroína chora

Tenho pensado muito sobre acolhimento e cuidado. Acontece que a vida inteira sendo vista como mulher forte foi imposto a mim a obrigação de suportar tudo, como se eu fosse

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Alex Nascimento

Alex Nascimento está de volta

Aproveitando a ocasião em que a Editora Escribas está reeditando duas obras do escritor Alex Nascimento, publicamos hoje em nossa coluna uma síntese de um ensaio que fizemos sobre o

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Irmãos Quay

Afinando terremotos com os Irmãos Quay

Os Irmãos Quay fazem um cinema fantástico como poucos hoje em dia. Eles começaram a produzir curtas-metragens de animação em 1979, na Inglaterra, país que adotaram e onde montaram o

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Mostra Macambira abre inscrições para filmes que irão compor sua quarta edição

Redação

Estão abertas as inscrições para a Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero, iniciativa que visa difundir e promover diálogos sobre a produção audiovisual dirigida por realizadoras (cis, trans, travestis) e pessoas gênero-dissidentes. A quarta edição da Mostra acontece de 26 a 28 de junho na Casa da Ribeira, em Natal. A programação conta com a Mostra Nacional e a  Mostra Potiguar, com filmes que estão sendo realizados na contemporaneidade por perspectivas que historicamente foram subalternizadas e invisibilizadas no campo do cinema. As inscrições para a nova edição da Mostra seguem abertas até 11 de maio no site http://www.mostramacambira.com.br. Estão aptos para a inscrição curtas e médias-metragens brasileiros com duração máxima de 25 minutos, finalizados a partir de janeiro de 2024. Os filmes devem ser, obrigatoriamente, dirigidos ou codirigidos por mulhereridades (cis, trans, travestis) e pessoas dissidentes de gênero (homens trans, pessoas transmasculinas, não binárias, gênero fluido, agênero), sendo necessário o preenchimento da identidade de gênero da direção no campo correspondente do formulário de inscrição. A seleção dos filmes será realizada pela equipe de Curadoria da Mostra Macambira segundo critérios definidos pela linha curatorial que contempla as mais diversas subjetividades de mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, de modo a incorporar novas imagens ao campo do cinema. A 4ª edição da Mostra Macambira é produzida pela Salobra Filmes, Ebó Filmes e OXÊ Filmes. Este evento é realizado através do Edital de Fomento ao Audiovisual e Jogos Eletrônicos 10/2024, lançado pela Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. Sobre a Mostra Macambira A Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero é uma janela de exibição surgida no estado do Rio Grande do Norte (RN) em 2020. Tendo o marcador social de gênero como ponto de partida, o evento tem como objetivo difundir e debater, de maneira gratuita, obras audiovisuais brasileiras e potiguares dirigidas por mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, buscando contribuir com a fissura de um regime representacional que contemple a diversidade de olhares, a partir de uma perspectiva interseccional. InformaçõesInscrições: De 27/04 a 11/05Regulamento e ficha de inscrição: http://www.mostramacambira.com.brRedes sociais: @mostramacambira

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Patrícia Leal celebra Dia da Dança com poesia, música e fragrância no show Águas

Redação

Nesta quarta-feira (29), a artista, bailarina, cantora, poeta e perfumista Patrícia Leal realiza o Show ÁGUAS, celebrando o dia internacional da Dança no Mahalila Café e Livros, com um trabalho totalmente autoral a partir de seu EP Águas, mas também com músicas de seu Álbum anterior Continua…, além de canções inéditas. Acompanhada por grandes músicos, a formação conta com o saxofone de Anderson Pessoa, o piano de Eduardo Taufic e a percussão de Ramon Gabriel. Celebrando a Dança, o show é proposto com o melhor dos ritmos brasileiros com muito swing do samba, ijexá, côco, ciranda… deixando até nas letras o convite: “tira o sapato, vamos dançar onde for…” ÁGUAS é um trabalho que se iniciou no final da pandemia e reflete sobre as emoções, sentimentos vividos nesse período e na relação da autora com as águas internas, emocionais e com as águas externas, seja o Mar, sejam as cachoeiras, os rios. As coreocanções nascem da necessidade de reaproximação com o si, com a natureza, após um longo período de isolamento, da necessidade de compreender os próprios sentimentos e da compreensão que somos natureza. A artista realmente visitou locais de mar aberto em Natal, Pipa, São Miguel do Gostoso, como também cachoeiras em locais mais fechados e de floresta em Delfinópolis, Minas Gerais, que trouxeram o movimento necessário para as melodias, para a poesia e para as fragrâncias tão peculiares ao processo de criação da artista. Além do EP, a artista criou duas fragrâncias “Concha” e “Rainha”, que levam o nome de duas músicas do trabalho. A formação escolhida para o trabalho – sax, piano e percussão – permitiu um clima mais intimista, necessário para a performance das canções e contou com a colaboração de grandes artistas: Anderson Pessoa no saxofone, Eduardo Taufic no piano e Ramon Gabriel na percussão. O Show acontece em comemoração ao dia internacional da Dança e, por isso, convida também a Dançar com uma seleção de músicas que trazem muito samba, côco, ciranda, samba-jazz e uma pitada de blues. Show – Águas, de Patrícia Leal Quando: 29/04/26 Aonde: Mahalila Horário: 20h Contribuição artística

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Skarimbó lança “Dunares” e firma um novo momento de sua trajetória artística

Redação

Com sonoridade orgânica e construção visual integrada, o disco evidencia o amadurecimento do grupo após mais de dez anos de caminhada Depois de mais de uma década de trajetória, a banda Skarimbó chega a um novo momento com o lançamento de “Dunares”, disco que estreia hoje, 27 de abril, nas plataformas digitais. O trabalho firma um momento de consolidação artística do grupo e evidencia um estágio mais maduro de sua identidade musical, em que a força rítmica, a densidade poética e a organicidade da execução aparecem em equilíbrio raro. “Dunares” nasce como obra de percurso. Seu título não funciona apenas como referência paisagística ou geográfica, embora a presença das dunas, tão constitutiva da experiência de viver e se deslocar em Natal, seja decisiva para a imaginação do álbum. A imagem central aqui é a da travessia. A caminhada entre escassez e abundância, aridez e horizonte, esforço e chegada. É desse movimento, ao mesmo tempo físico e existencial, que o disco retira sua espinha dorsal. Nas palavras de Geraldo Gondim, cantor e compositor da banda, o álbum sintetiza uma reflexão antiga do Skarimbó sobre a condição humana e suas dualidades, entre altos e baixos da vida, escassez e abundância, chegadas e partidas, secura e mar. Parte importante das composições foi escrita num período em que o artista vivia em Tabatinga, território cercado por dunas, de onde veio não só a ambiência do disco, mas também a percepção mais nítida desse contraste entre dureza e promessa, entre o caminho difícil e o que se revela depois dele. Para o artista, lançar o disco também é celebrar a permanência e a reinvenção de um grupo que, ao longo de doze anos, vem sustentando sua chama criativa em meio aos desafios de produzir música autoral em Natal.  Essa dimensão simbólica encontra ressonância direta na arquitetura sonora do álbum. Segundo a produtora executiva Babi Baracho, “Dunares” representa uma virada de chave e marca uma consistente transição de amadurecimento musical e identidade do grupo. De um lado, o disco mantém o chão areado, o pulso telúrico e a energia percussiva fincada na terra e nas tradições. De outro, se abre para composições atravessadas por reflexão existencial, espiritualidade e densidade emocional. O resultado é uma obra que não se acomoda numa leitura única: ela pulsa entre o corpo e o pensamento, entre a celebração e a consciência, entre o rito coletivo e a elaboração íntima.  O processo de criação...

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Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

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Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

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Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

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Curta-metragem filmado em Caicó e com Quitéria Kelly no elenco, é exibido em Portugal e EUA

Redação

O curta-metragem Ressonância, que tem Soia Lira como protagonista e Quitéria Kelly no elenco, foi filmado em Caicó e teve sua estreia em agosto de 2025 na 36ª edição do Kinoforum – Festival Internacional de Curtas de São Paulo, tendo circulado por diversos festivais de cinema nacionais e internacionais. De 22 a 25 de abril, o filme é um dos poucos brasileiros no 9º Porto Femme (Portugal) e no 42º Festival de Cinema Latino de Chicago (EUA); e terá ainda exibição no 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, que acontece no berço da Paraíba. Escrito e dirigido pela norte-rio-grandense Anna Zêpa, inspirado por um sonho de sua avó caicoense, o filme é uma ficção e traz como personagem principal Margarida (Soia Lira). Ela passa por um conflito com o seu entorno familiar, que insiste que ela deve parar de trabalhar. Isso não faz parte dos seus planos e a narrativa nos apresenta uma mulher forte, decidida e que busca seus movimentos de vida, dando exemplos para sua neta. O curta nos traz ainda aspectos da geografia urbana da região e alguns costumes culinários. Com duração de 20 minutos, a obra também apresenta a atriz Amora Maux em sua primeira participação no audiovisual potiguar no papel de Ana, neta de Margarida, com quem tem uma relação de admiração e espelhamento. Sinopse: O desejo de autonomia ainda ressoa em Margarida e a ideia de ficar presa em uma rotina cotidiana a deixa sufocada. Duração: 20’. Classificação: Livre. Realizado pela Rabo de Olho Filmes em parceria com o Sesc RN, o filme tem a produção local, em Caicó, da Referência Comunicação. A Rabo de Olho Filmes (https://www.instagram.com/rabodeolhofilmes/) é uma produtora fundada em Natal pelos realizadores Anna Zêpa e Carlos Segundo, carregando assim as experiências e histórico de produções dos dois artistas. Cronograma das Exibições 22/04/26 – 9º Porto Femme, no Batalha Centro de Cinema https://portofemme.com/batalha-centro-de-cinema-2026-4896 24 e 25/04/26 – 42º Festival de Cinema Latino de Chicago, Landmark’s Century Centre Cinemahttps://chicagolatinofilmfestival.org/  25/04/26 – 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, ao ar livre na Praça Iniguaçu https://www.instagram.com/copaobafestcine Festivais e Premiações Anteriores – 36º Festival Internacional de Curtas de São Paulo – Kinoforum  – 17º San Francisco Latino Film Festival  – 12ª Mostra de Cinema de Gostoso – Prêmio DOT de Finalização – 20º Comunicurtas – 3º Festival de Cinema de São Bernardo do Campo – 2º Curta...

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Bardallo’s celebra 21 anos de resistência e arte no Centro Histórico

Redação

O Bardallo’s Comida & Arte celebra 21 anos de resistência e arte em uma programação especial com exposição coletiva e muita música. A programação começa no dia 23 de abril e segue até o dia 25. Toda a programação é gratuita.  Localizado na rua Gonçalves Lêdo, na Cidade Alta, o espaço integra o perímetro cultural do Beco da Lama. O Bardallo’s foi criado pelo empreendedor e carnavalesco Lula Belmont com o objetivo de ser um reduto das artes. “A necessidade de criar o bar veio através do meu envolvimento com a arte e com a cultura. A ideia era ter um espaço que abraçasse a música, as artes plásticas, a literatura e outras expressões artísticas e chegar aos 21 anos de história é uma alegria muito grande, principalmente pela pluralidade da programação e do público que frequenta”, declara Lula Belmont. A festa intitulada “Badalar”, uma chamada para despertar os sentidos e inicia nesta quinta-feira (23) com uma Vernissage a partir das 19h reunindo o talento de 15 artistas do RN. Participam: Bia Rocha, Capivart, Cíntia de Andrade, Cristal Moura, Cristian Miranda, Damião Paz Pixoré, Erre, Fábio Eduardo, Olympia Bulhões, Paulo Nobrega, Pincelada Nômade, Régio Potiguar, Rita Machado, Vanessa Mendes e Vendaval. A noite encerra com discotecagem do DJ Samir com set que costuma transitar muito bem entre brasilidades. Na sexta-feira (24), a festa continua a partir das 20h com Mont Samba e Choro, trazendo a elegância e a força do samba, celebrando os clássicos com aquela interpretação visceral.  No sábado (25) é dia de celebrar a música potiguar com a banda DuSouto, que mistura ritmos eletrônicos como drum’n’bass e dub com influências brasileiras e nordestina. A noite conta ainda com discotecagem de DJ Samir, DJ Carlota e DJ Ilton.  Apoio Cultural: Fundação José Augusto, Prefeitura do Natal, Secretaria de Cultura do Rio Grande do Norte e Governo do Rio Grande do Norte. Mais informações através do perfil no Instagram: @bardallosnatal. BARDALLO’S 21 ANOS De 23 a 25 de abril  Acesso gratuito Bardallo’s Comida & Arte – R. Gonçalves Lêdo, 678 – Cidade Alta

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Roda Potiguar de Forró retorna aos palcos no Teatro Riachuelo

14/11/2022|

Depois de dois anos com atividades restritas à internet, a Roda Potiguar de Forró retorna ao formato presencial. O show já tem data marcada: acontece dia 23 de novembro, às 20h, no Teatro Riachuelo. Os ingressos são gratuitos e começam a ser distribuídos online na próxima terça-feira, dia 15. Criado em 2019 pela cantora e compositora Tanda Macêdo, o projeto tem como objetivo contribuir para preservação da música potiguar e manter viva a identidade da música nordestina, em especial o autêntico forró raiz. Para celebrar o ritmo, Tanda sobe ao palco ao lado de Waldonys, Carol Melo e Binho Carvalho. As cantoras Khrystal, Dani Cruz e Dani Fernandes que junto de Tanda formam o Estação Mulheres também integram o time de convidados. “Estamos com uma expectativa enorme para esse show. Depois de dois anos com restrições, poder voltar ao palco e sentir a energia e o calor do público é algo muito especial para nós que fazemos a Roda. Estamos preparando uma noite para celebrar a música potiguar e grandes clássicos do forró pra todo mundo cantar junto”, conta Tanda. Dominguinhos, Luiz Gonzaga, Elino Julião, Zé Hilton do Acordeon, Lulinha Alencar, João Ribeiro, Jubileu Filho e Pedro Mendes são alguns...

futebol e arte

14/11/2022|

Que relações é possível estabelecer entre o futebol e arte? Em época de Copa do Mundo de Futebol, ou em outros momentos, o futebol sempre estará presente na vida dos brasileiros. Seja com os times de coração, as discussões sobre campeonatos estaduais, nacionais e internacionais. E esse é o mote para a nova exposição coletiva sobre o tema no Bardallos Comida & Arte. Para a expo “V Futebol & Arte” foram convocados 11 artistas (time) com suas diferentes técnicas, que são; Alex Régis, Brito, Curumim, Erre, Martim Onirismo, nnatannnatann, Pedro Balduíno, Rita Machado, Tony e Túlio Ratto. Uma viagem artística pela Copa do Qatar, em Natal. A V Futebol & Arte é idealizada por Lula Belmont e Ricardo Nelson desde o ano de 2006, sempre realizada durante a Copa do Mundo de Futebol. V Futebol & Arte Quando: 17/11/22 até 17/22/22. Onde: Bardallos Comida & Arte. Informações: 9-8826-3889.

vida miúda

14/11/2022|

A vida é miúda. Um bocado miúda. Mas quando olhamos nossos dias, metas, expectativas e realizações, a impressão é de que a vida deveria ser enorme: cheia de coisas importantes, grandiosas, napoleônicas, colossais. Como se todos nós viajássemos em conquistas de Colombo, espalhando nossas vidas pessoais em fotos, selfies, check-ins, vídeos e coisas do tipo, porque somos as pessoas mais interessantes do mundo. Fotografamos nossa comida, criamos pequenas mentiras de felicidade publicadas nas redes sociais, escrevemos a aventura com um mendigo a quem demos um sanduíche e de quem recebemos uma lição de vida, tudo isso porque queremos fazer crer que somos as pessoas mais interessantes do mundo, sem aceitarmos tacitamente que a vida é miúda, muito miúda. Miúda como uma lembrança engraçada que nos ocorre enquanto esperamos no sinal fechado. Ou a miudeza de um banho largo depois de fugirmos do calor infernal de uma tarde de terça. Miúdo como acertar o ponto da comida a que todos comem com gosto, mesmo que digam poucas coisas. A vida é miúda sem a necessidade de encontrar um sentido grandiloquente para ela: sem precisar dizer que os filhos são o sentido da vida ou mesmo aquela bobagem de escrever livro e...

De quando a medicina se confunde com a literatura

10/11/2022|

Há muitos pontos de confluência entre medicina e literatura, a exemplo de grandes obras que se dedicam a determinados temas médicos. Sob este enfoque, nunca é demais relembrar O Alienista, de Machado de Assis, A Montanha Mágica, de Thomas Mann, A Peste, de Albert Camus, além de muitos e muitos outros. Voltado à Poliomielite, é oportuno citar o livro Nêmesis (2010), de Philip Roth (1933-2018), um dos mais premiados e reconhecidos escritores norte-americanos e um expoente da literatura contemporânea mundial. Indicado muitos anos para o Nobel de Literatura, seu nome terminou como mais um equívoco do Comitê Sueco. Nêmesis compõe um quarteto de romances curtos, que convergem para desfechos trágicos. Em entrevista à repórter brasileira Lúcia Guimarães, na sua casa de campo em Connecticut, Roth fez um resumo dos seus romances curtos: “Homem Comum, em que a nêmese é a doença e a morte. Indignação, a Nêmese é a própria indignação e a guerra. No terceiro, A Humilhação, é a circunstância fora do controle que atingiu o protagonista. No romance final, Nêmesis, é a epidemia de Pólio de 1944, que atingiu grandes áreas dos Estados Unidos”. Philip Roth nasceu em 19 de março de 1933, em Newark, Nova Jersey, e...

dias blue

09/11/2022|

O Grupo potiguar Dias Blue apresenta, no dia 12 de novembro, na Casa da Ribeira, o novo show “Azul”. O show  traz as nuances do amor romântico e das pluralidades do nordeste brasileiro, que tem textura, tem sotaque e tem cor: que é azul infinito. O show “Azul” foi contemplado no Edital de Economia Criativa SEBRAE/RN 2022. Sobre Dias Blue Dias Blue lançou seu primeiro EP “A vida é só uma” em agosto de 2019: As seis faixas que o compõe permitem a reflexão sobre responsabilidade emocional, conexões nas relações interpessoais e liberdade no amor. A sonoridade de Dias bebe na fonte de sintetizadores clássicos dos anos 80, porém com percussão característica do nordeste brasileiro. Essa fusão traz a sensação de algo novo que a geração dos artistas da Nova MPB têm apresentado. Em 2020, a banda lançou um financiamento coletivo virtual para arrecadar recursos para trabalhar em seu primeiro disco completo, intitulado “Das Tripas Coração”. Com êxito, o lançamento ocorreu no primeiro semestre de 2021. Ainda em 2021, foi lançado “Coração”: um EP com quatro músicas inéditas que dão sequência a narrativa criada no disco. Além disso, foi concebida a primeira montagem do show “Das Tripas Coração”. Em 2022,...

A geografia das serras potiguares em aquarela

09/11/2022|

Imaginemos as paisagens serranas do Rio Grande do Norte, juntemos a sensibilidade artística com todo o lirismo da técnica em aquarela e o resultado é o Projeto Aquaserras, desenvolvido pelo artista visual, Osvaldo Oliveira, 62, transformado na Exposição Itinerante Serras do RN Pinturas em Aquarela, que durante todo o mês de novembro passará por três cidades do Rio Grande do Norte. No momento, encontra-se em Martins, no Museu Municipal, até o dia 11 de novembro; em seguida, aportará em Monte das Gameleiras, na Biblioteca Municipal, entre os dias 14 e 18 de novembro; e, nos dias 21 a 29 de novembro, chega na Casa do Artesão, em Serra de São Bento, encerrando esse primeiro momento de itinerância, do projeto que foi aprovado no Edital de Economia Criativa do Sebrae. A familiaridade com as paisagens serranas é algo que acompanha a vida desse baiano, nascido em Pombal, radicado em Natal há mais de 30 anos, residente na Vila de Ponta Negra, onde mantém seu atelier. Visitante assíduo de locais como a Pedra da Boca, por exemplo, que fica na divisa entre o Rio Grande do Norte e a Paraíba, Oliveira admite que esse projeto habitava seu imaginário há muito tempo. “Eu saía para...

Cervejas com tampas enceradas e a sua grande inutilidade

09/11/2022|

Saudações, cervejeiros! Depois de mais uma semana de molho, por motivos de saúde, retornemos! Vamos falar hoje sobre um acessório eminentemente inútil na (alta) cultura cervejeira: as cervejas que possuem cera sobre as tampas! Pode parecer bonitinho a uma primeira vista, contudo, em termos práticos e de alguma utilidade, pode ser atribuído valor zero a tal invenção. Além disso, ela gera um incômodo e uma dificuldade maior ainda para ser aberta. Após discorrer um pouco sobre a grandiloquente inutilidade de tal proposição cerada, vamos discutir um pouco sobre as possibilidades de abertura das cervejas quando vierem com esse invólucro de cera. Quais as melhores opções para aliviar esse tormento de abertura. Portanto, convido-os a tentar abrir uma garrafa “cerada” sem passar raiva após a leitura do texto! Saúde e coragem! Tampa com cera não serve para nada Existem algumas várias teorias que tentam justificar a aplicação de cera sobre as tampas de cervejas. Há de se notar, logo de cara, que a maioria das cervejas que possuem esse “tratamento extra” costumam ser as cervejas de maior complexidade e, algumas, que costumam se intitular como “cervejas de guarda”. Não vou me aprofundar nas teorias mais malucas que tentam justificar o uso...

Gustavo Rocha

08/11/2022|

Coisas é o título da nova exposição do artista visual Gustavo Rocha, que será inaugurada neste sábado (12) na Pinacoteca do Estado, às 16h. Composta por 30 obras inéditas criadas nos últimos dois meses, a exposição encarna uma série de sentimentos e pensamentos que atravessaram o caminho do artista em sua jornada íntima. Arte puramente vivencial, desprovida de qualquer sentido auto mistificador, Coisas se traduz numa espécie de cartografia corpórea de um processo de transformação. O evento de lançamento da exposição contará com trilha sonora da festa Urucum e todas as obras expostas estarão à venda no local. Um trecho do texto de apresentação dá mais detalhes do que o público poderá conferir na Pinacoteca: ”Em Coisas, Gustavo faz do encontro com o papel em branco seu pequeno ritual cotidiano, sutil declaração de que a vida lhe convida novamente para uma dança das transmutações. É nessa coragem em expor sutilezas que reside a força que cada obra manifesta. Nesta exposição, as cores fulgurantes estão sempre a tramar urgentes latências vindas de dentro pra fora. Ora dividido entre o passado e presente, ora em queda livre no vazio do agora, ora levitando em suavidades esfumaçadas, ora assombrado entre quatro paredes, Coisas...

Poeta recifense Giuseppe Mascena lança livro em Natal nesta sexta

08/11/2022|

Nesta sexta (11), a partir das 20h acontecerá no Bardallos Comida e Arte o lançamento do livro “Pequenos Socos ao pé do ouvido”, do poeta recifense Giuseppe Mascena. O lançamento traz uma performance musical poética, onde o poeta e o músico Ricardo Soares (Bola) transitam entre música, poesia e histórias que culminaram na escrita de alguns poemas presentes no livro. O lançamento ainda conta com um momento de sarau com a presença de poetas potiguares como Gessyka Santos e Gonzaga Neto. O livro traz em sua composição movimentos presentes nas artes marciais, trazendo uma alusão a vida, as relações e como somos atravessados pelas circunstâncias do cotidiano, sendo neste lugar da poesia onde é permito ser e sentir, sem medo de expor o belo e o feio da vida e de si. Giuseppe Mascena Giuseppe Veras Mascena. Nasceu em 27/06/1980 em Recife. Cresceu em Arcoverde-PE. Seus pais são de Tabira-PE. A mistura é sua marca. Servidor público por subsistência, sindicalista por insistência e poeta por existência. Finalista do recitata 2015 e vencedor do concurso de poesia do TJPE em 2016. Após o fim do mundo lançou o livro “pequenos socos ao pé do ouvido” pelo editora selo do burro (...

camarão gostoso

08/11/2022|

Os amantes da boa gastronomia potiguar já podem programar os próximos dois finais de semana. O destino de São Miguel do Gostoso, hospitaleiro município litorâneo do RN vai sediar de 11 a 20 de novembro, a 2ª edição do Festival “Eita Camarão Gostoso”.  São mais de 40 estabelecimentos gastronômicos do local confirmados, dando assim, opções para todos os paladares. O Festival surgiu com o propósito de estimular o turismo através da excelente e afetiva gastronomia local. De forma descentralizada, a fim de abraçar a cidade inteira, cada estabelecimento oferece ao público um cardápio especial, tendo o camarão como elemento indispensável e, menu composto por entrada e prato principal. Durante 10 dias de evento, o “Eita Camarão Gostoso” estará presente em diversos estabelecimentos do município, incluindo restaurantes, lanchonetes e barracas. Todos os restaurantes participantes que compõem o circuito, independente do porte, vão oferecer um menu especial no valor de R$ 70. Já nos estabelecimentos menores, como barracas, bares e lanchonetes, o valor investido para apreciar a entrada e o prato principal do festival será de R$ 35. Os locais que integram o circuito estarão sinalizados com um banner com a marca do evento, identificando sua participação. Com a finalidade de atrair turistas, movimentar a...

The Beatles Fest volta à Rua do Mormaço neste sábado

07/11/2022|

Acompanhando o movimento mundial que homenageia todos os anos a maior banda de todos os tempos, Natal recebe a 4ª edição do The Beatles Fest no dia 12 de novembro, na já tradicional rua do Restaurante Mormaço. O festival de rua que sempre atrai centenas de pessoas de todas as partes do estado, volta depois de três anos de hiato. Paramentados com suas camisas, fantasias e acessórios da banda inglesa, os beatlemaníacos (crianças, estudantes, adultos e idosos) dão o tom da festa e fazem coro às bandas. Na edição de 2022 DJ Samir e Diogo das Virgens fazem sua estreia no festival e abrem a festa, seguidos pelos garotos da Stoneglass (banda revelação da edição passada). Essa 4ª edição marca a volta da icônica banda Os Grogs, que ficou alguns anos sem fazer shows. Como sempre os Mad Dogs, que já tocaram no festival de Liverpool, nunca podem faltar. A banda Revolver prepara um show especial com promessa de emocionar o público: além do já aclamado repertório, algumas músicas pouco tocadas em tributos entram nessa apresentação. O evento acontece às 16h30 na Rua Historiador Tobias Monteiro, 2014 – Lagoa Nova. Os ingressos estão à venda através do link: https://www.sympla.com.br/evento/the-beatles-fest-2022/1752099 Pontos de...

Algumas palavras sobre meu novo livro

07/11/2022|

Eu sou essa gente que se dói inteira porque não vive só na superfície das coisas.  Rachel de Queiroz “Eu não nasci rodeada de livros e, sim, rodeada de palavras”, disse certa vez a escritora Conceição Evaristo. Assim como a autora de “Olhos d’água”, eu também não nasci rodeada de livros, mas hoje vivo cercada deles e felicidade maior não poderia haver para uma escritora e revisora de textos. Assim como a autora de “Becos da Memória” e de milhares de jovens pretos desse nosso Brasil, também sou filha de uma lavadeira/empregada doméstica. Os livros não fazem parte das minhas memórias de infância, como é o caso de algumas pessoas aqui presentes, mas desde que eles chegaram em minha vida, transformaram os meus dias e longe deles não quero mais viver. E é por causa dos livros, e da revolução que eles fazem, que estamos aqui reunidos, para celebrar uma grande conquista, o lançamento do meu primeiro livro de crônicas, graças ao incentivo da Lei Aldir Blanc/Fundação José Augusto. Vale lembrar que este espaço é também um lugar de resistência, tendo em vista o contexto político de desmonte da educação pública, de desvalorização da ciência, da arte e da cultura em nosso país. Um...

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