Últimas

Coffee IPA: a junção de dois mundos

Olá, cervejeiros! Saudações! O tema de hoje da nossa coluna será sobre India Pale Ale (IPA), um dos estilos mais queridos da atualidade. Mas não versará sobre qualquer IPA, ou

Leia mais
bob-dylan

Bob Dylan em Carnaúba

Até o dia 21 de maio passado, octogenário era um ser digno dessa palavra esdrúxula, pesada, esmagadora. Um homem ou uma mulher de 80 anos era como um velhinho ou

Leia mais
ainda

[POEMETO] Ainda…

Poemeto da Burakera #15 sonhos quebrando além de mim mesmo arrastando torrentes de saudades buscando o voo de luas   caminho comigo e te ouço teus passos me seguem tua

Leia mais

Mostra Macambira abre inscrições para filmes que irão compor sua quarta edição

Redação

Estão abertas as inscrições para a Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero, iniciativa que visa difundir e promover diálogos sobre a produção audiovisual dirigida por realizadoras (cis, trans, travestis) e pessoas gênero-dissidentes. A quarta edição da Mostra acontece de 26 a 28 de junho na Casa da Ribeira, em Natal. A programação conta com a Mostra Nacional e a  Mostra Potiguar, com filmes que estão sendo realizados na contemporaneidade por perspectivas que historicamente foram subalternizadas e invisibilizadas no campo do cinema. As inscrições para a nova edição da Mostra seguem abertas até 11 de maio no site http://www.mostramacambira.com.br. Estão aptos para a inscrição curtas e médias-metragens brasileiros com duração máxima de 25 minutos, finalizados a partir de janeiro de 2024. Os filmes devem ser, obrigatoriamente, dirigidos ou codirigidos por mulhereridades (cis, trans, travestis) e pessoas dissidentes de gênero (homens trans, pessoas transmasculinas, não binárias, gênero fluido, agênero), sendo necessário o preenchimento da identidade de gênero da direção no campo correspondente do formulário de inscrição. A seleção dos filmes será realizada pela equipe de Curadoria da Mostra Macambira segundo critérios definidos pela linha curatorial que contempla as mais diversas subjetividades de mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, de modo a incorporar novas imagens ao campo do cinema. A 4ª edição da Mostra Macambira é produzida pela Salobra Filmes, Ebó Filmes e OXÊ Filmes. Este evento é realizado através do Edital de Fomento ao Audiovisual e Jogos Eletrônicos 10/2024, lançado pela Fundação José Augusto, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. Sobre a Mostra Macambira A Macambira – Mostra de Cinema de Mulheridades e Dissidentes de Gênero é uma janela de exibição surgida no estado do Rio Grande do Norte (RN) em 2020. Tendo o marcador social de gênero como ponto de partida, o evento tem como objetivo difundir e debater, de maneira gratuita, obras audiovisuais brasileiras e potiguares dirigidas por mulheridades e pessoas gênero-dissidentes, buscando contribuir com a fissura de um regime representacional que contemple a diversidade de olhares, a partir de uma perspectiva interseccional. InformaçõesInscrições: De 27/04 a 11/05Regulamento e ficha de inscrição: http://www.mostramacambira.com.brRedes sociais: @mostramacambira

Leia mais

Patrícia Leal celebra Dia da Dança com poesia, música e fragrância no show Águas

Redação

Nesta quarta-feira (29), a artista, bailarina, cantora, poeta e perfumista Patrícia Leal realiza o Show ÁGUAS, celebrando o dia internacional da Dança no Mahalila Café e Livros, com um trabalho totalmente autoral a partir de seu EP Águas, mas também com músicas de seu Álbum anterior Continua…, além de canções inéditas. Acompanhada por grandes músicos, a formação conta com o saxofone de Anderson Pessoa, o piano de Eduardo Taufic e a percussão de Ramon Gabriel. Celebrando a Dança, o show é proposto com o melhor dos ritmos brasileiros com muito swing do samba, ijexá, côco, ciranda… deixando até nas letras o convite: “tira o sapato, vamos dançar onde for…” ÁGUAS é um trabalho que se iniciou no final da pandemia e reflete sobre as emoções, sentimentos vividos nesse período e na relação da autora com as águas internas, emocionais e com as águas externas, seja o Mar, sejam as cachoeiras, os rios. As coreocanções nascem da necessidade de reaproximação com o si, com a natureza, após um longo período de isolamento, da necessidade de compreender os próprios sentimentos e da compreensão que somos natureza. A artista realmente visitou locais de mar aberto em Natal, Pipa, São Miguel do Gostoso, como também cachoeiras em locais mais fechados e de floresta em Delfinópolis, Minas Gerais, que trouxeram o movimento necessário para as melodias, para a poesia e para as fragrâncias tão peculiares ao processo de criação da artista. Além do EP, a artista criou duas fragrâncias “Concha” e “Rainha”, que levam o nome de duas músicas do trabalho. A formação escolhida para o trabalho – sax, piano e percussão – permitiu um clima mais intimista, necessário para a performance das canções e contou com a colaboração de grandes artistas: Anderson Pessoa no saxofone, Eduardo Taufic no piano e Ramon Gabriel na percussão. O Show acontece em comemoração ao dia internacional da Dança e, por isso, convida também a Dançar com uma seleção de músicas que trazem muito samba, côco, ciranda, samba-jazz e uma pitada de blues. Show – Águas, de Patrícia Leal Quando: 29/04/26 Aonde: Mahalila Horário: 20h Contribuição artística

Leia mais

Skarimbó lança “Dunares” e firma um novo momento de sua trajetória artística

Redação

Com sonoridade orgânica e construção visual integrada, o disco evidencia o amadurecimento do grupo após mais de dez anos de caminhada Depois de mais de uma década de trajetória, a banda Skarimbó chega a um novo momento com o lançamento de “Dunares”, disco que estreia hoje, 27 de abril, nas plataformas digitais. O trabalho firma um momento de consolidação artística do grupo e evidencia um estágio mais maduro de sua identidade musical, em que a força rítmica, a densidade poética e a organicidade da execução aparecem em equilíbrio raro. “Dunares” nasce como obra de percurso. Seu título não funciona apenas como referência paisagística ou geográfica, embora a presença das dunas, tão constitutiva da experiência de viver e se deslocar em Natal, seja decisiva para a imaginação do álbum. A imagem central aqui é a da travessia. A caminhada entre escassez e abundância, aridez e horizonte, esforço e chegada. É desse movimento, ao mesmo tempo físico e existencial, que o disco retira sua espinha dorsal. Nas palavras de Geraldo Gondim, cantor e compositor da banda, o álbum sintetiza uma reflexão antiga do Skarimbó sobre a condição humana e suas dualidades, entre altos e baixos da vida, escassez e abundância, chegadas e partidas, secura e mar. Parte importante das composições foi escrita num período em que o artista vivia em Tabatinga, território cercado por dunas, de onde veio não só a ambiência do disco, mas também a percepção mais nítida desse contraste entre dureza e promessa, entre o caminho difícil e o que se revela depois dele. Para o artista, lançar o disco também é celebrar a permanência e a reinvenção de um grupo que, ao longo de doze anos, vem sustentando sua chama criativa em meio aos desafios de produzir música autoral em Natal.  Essa dimensão simbólica encontra ressonância direta na arquitetura sonora do álbum. Segundo a produtora executiva Babi Baracho, “Dunares” representa uma virada de chave e marca uma consistente transição de amadurecimento musical e identidade do grupo. De um lado, o disco mantém o chão areado, o pulso telúrico e a energia percussiva fincada na terra e nas tradições. De outro, se abre para composições atravessadas por reflexão existencial, espiritualidade e densidade emocional. O resultado é uma obra que não se acomoda numa leitura única: ela pulsa entre o corpo e o pensamento, entre a celebração e a consciência, entre o rito coletivo e a elaboração íntima.  O processo de criação...

Leia mais

Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

Leia mais

Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

Leia mais

Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

Leia mais

Curta-metragem filmado em Caicó e com Quitéria Kelly no elenco, é exibido em Portugal e EUA

Redação

O curta-metragem Ressonância, que tem Soia Lira como protagonista e Quitéria Kelly no elenco, foi filmado em Caicó e teve sua estreia em agosto de 2025 na 36ª edição do Kinoforum – Festival Internacional de Curtas de São Paulo, tendo circulado por diversos festivais de cinema nacionais e internacionais. De 22 a 25 de abril, o filme é um dos poucos brasileiros no 9º Porto Femme (Portugal) e no 42º Festival de Cinema Latino de Chicago (EUA); e terá ainda exibição no 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, que acontece no berço da Paraíba. Escrito e dirigido pela norte-rio-grandense Anna Zêpa, inspirado por um sonho de sua avó caicoense, o filme é uma ficção e traz como personagem principal Margarida (Soia Lira). Ela passa por um conflito com o seu entorno familiar, que insiste que ela deve parar de trabalhar. Isso não faz parte dos seus planos e a narrativa nos apresenta uma mulher forte, decidida e que busca seus movimentos de vida, dando exemplos para sua neta. O curta nos traz ainda aspectos da geografia urbana da região e alguns costumes culinários. Com duração de 20 minutos, a obra também apresenta a atriz Amora Maux em sua primeira participação no audiovisual potiguar no papel de Ana, neta de Margarida, com quem tem uma relação de admiração e espelhamento. Sinopse: O desejo de autonomia ainda ressoa em Margarida e a ideia de ficar presa em uma rotina cotidiana a deixa sufocada. Duração: 20’. Classificação: Livre. Realizado pela Rabo de Olho Filmes em parceria com o Sesc RN, o filme tem a produção local, em Caicó, da Referência Comunicação. A Rabo de Olho Filmes (https://www.instagram.com/rabodeolhofilmes/) é uma produtora fundada em Natal pelos realizadores Anna Zêpa e Carlos Segundo, carregando assim as experiências e histórico de produções dos dois artistas. Cronograma das Exibições 22/04/26 – 9º Porto Femme, no Batalha Centro de Cinema https://portofemme.com/batalha-centro-de-cinema-2026-4896 24 e 25/04/26 – 42º Festival de Cinema Latino de Chicago, Landmark’s Century Centre Cinemahttps://chicagolatinofilmfestival.org/  25/04/26 – 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, ao ar livre na Praça Iniguaçu https://www.instagram.com/copaobafestcine Festivais e Premiações Anteriores – 36º Festival Internacional de Curtas de São Paulo – Kinoforum  – 17º San Francisco Latino Film Festival  – 12ª Mostra de Cinema de Gostoso – Prêmio DOT de Finalização – 20º Comunicurtas – 3º Festival de Cinema de São Bernardo do Campo – 2º Curta...

Leia mais

Bardallo’s celebra 21 anos de resistência e arte no Centro Histórico

Redação

O Bardallo’s Comida & Arte celebra 21 anos de resistência e arte em uma programação especial com exposição coletiva e muita música. A programação começa no dia 23 de abril e segue até o dia 25. Toda a programação é gratuita.  Localizado na rua Gonçalves Lêdo, na Cidade Alta, o espaço integra o perímetro cultural do Beco da Lama. O Bardallo’s foi criado pelo empreendedor e carnavalesco Lula Belmont com o objetivo de ser um reduto das artes. “A necessidade de criar o bar veio através do meu envolvimento com a arte e com a cultura. A ideia era ter um espaço que abraçasse a música, as artes plásticas, a literatura e outras expressões artísticas e chegar aos 21 anos de história é uma alegria muito grande, principalmente pela pluralidade da programação e do público que frequenta”, declara Lula Belmont. A festa intitulada “Badalar”, uma chamada para despertar os sentidos e inicia nesta quinta-feira (23) com uma Vernissage a partir das 19h reunindo o talento de 15 artistas do RN. Participam: Bia Rocha, Capivart, Cíntia de Andrade, Cristal Moura, Cristian Miranda, Damião Paz Pixoré, Erre, Fábio Eduardo, Olympia Bulhões, Paulo Nobrega, Pincelada Nômade, Régio Potiguar, Rita Machado, Vanessa Mendes e Vendaval. A noite encerra com discotecagem do DJ Samir com set que costuma transitar muito bem entre brasilidades. Na sexta-feira (24), a festa continua a partir das 20h com Mont Samba e Choro, trazendo a elegância e a força do samba, celebrando os clássicos com aquela interpretação visceral.  No sábado (25) é dia de celebrar a música potiguar com a banda DuSouto, que mistura ritmos eletrônicos como drum’n’bass e dub com influências brasileiras e nordestina. A noite conta ainda com discotecagem de DJ Samir, DJ Carlota e DJ Ilton.  Apoio Cultural: Fundação José Augusto, Prefeitura do Natal, Secretaria de Cultura do Rio Grande do Norte e Governo do Rio Grande do Norte. Mais informações através do perfil no Instagram: @bardallosnatal. BARDALLO’S 21 ANOS De 23 a 25 de abril  Acesso gratuito Bardallo’s Comida & Arte – R. Gonçalves Lêdo, 678 – Cidade Alta

Leia mais
  • All Posts
  • Agenda
  • Artes Cênicas
  • Artes Visuais
  • Audiovisual
  • Blog do Sérgio Vilar
  • Carnaval
  • Cerveja / Gastronomia
  • Cultura Pop
  • Curtinhas
  • Dança
  • Destaque-capa
  • Destaques
  • Editais e Oportunidades
  • Entrevistas
  • Folclore e Cultura Popular
  • Literatura
  • Memória do RN
  • Música
  • Notícias
  • Opinião, Artigos e Crônicas
  • Personagens do RN
  • Poesia
  • Revista Preá
  • Turismo

12/11/2020|

O POTENGI Esse rio é uma loucura, esse rio é um assombro, já fiz amor no seu leito com água pelos meus ombros, tendo ao lado doze botos me fazendo companhia, rindo seus risos de boto sob o sol do meio-dia. Esse rio não existe, é ilusão, pura magia. Um dia levei num barco a paixão de Margarida, o Potengi ficou doido, lambeu a mulher querida e quase que ele me afoga em treze redemoinhos, cuspiu lodo nos meus olhos, fez ondas, fez burburinho. Esse rio é tão bonito que perdôo sua loucura. Ele afoga o pôr-do-sol e corre à minha procura. (Nei Leandro de Castro)

sueldo-soaress-e-sergio-groove

12/11/2020|

O Bardallos receberá, nesta sexta-feira (13), dois dois mais talentosos artistas da música potiguar. Os veteranos pisarão o palco do point cultural e etílico do Beco da Lama para show a partir das 20h30. O Acesso é R$ 10, mas se liga que tem sorteio no insta do nosso Papo: @papocultura.blog A dupla trará repertório recheado de muita música brasileira, para animar a noite do Centro Histórico de Natal. Lembrando que a lotação máxima da casa é de 40 pessoas durante o período de pandemia, para respeitar o distanciamento social. Sueldo Soaress No limiar da década de oitenta, a noite natalense adquiria o seu realce-mor na figura de Sueldo Soaress. Primeiro os bares, depois os festivais, aqui e alhures, onde ganhou diversos prêmios, consagrando-se como compositor e intérprete. Em 1984, subiu ao palco do Teatro Alberto Maranhão, no espetáculo “Tinta Viva”. Protagonizou vários outros nos anos seguintes, a saber: “Reino”, em 1985, “Novo Mundo”, em 1986 e “Tulipa Negra”, em 1987, todos neste teatro. Este último show ficou em cartaz por cerca de dois anos, tendo sido levado a diversas capitais brasileiras. Sueldo Soaress já participara, em 1986, da “janela” do Projeto Pixinguinha, show que trazia Joyce, Clara Sandroni e...

hype-cervejeiro

11/11/2020|

Hoje vou iniciar a coluna com alguns questionamentos que chegaram em um e-mail de marketing do e-commerce cervejeiro chamado Bros Beer: “de onde vem o hype de uma cerveja?” […] “Estaria o hype associado à qualidade da cerveja? Ou a sua limitação e escassez? Ou a sua nota no Untappd? Ou, ainda, ao fato de todo mundo a sua volta estar falando sobre ela? Talvez um pouco de cada coisa?”. Em uma resposta simples: sim, um pouco de cada coisa, mas, ainda, algo mais. Hypando: origem, qualidade e performance A origem do hype é algo que não se explica por si. A busca por algo “exótico” ou que todos querem é algo que não se limita apenas às cervejas. Isso é algo bem óbvio, mas em um determinado meio, no caso, o dos beergeeks ou cervejeiros nerds, por assim dizer, essa ânsia pelo novo transcende alguns limites. De modo sociológico, o hype nada mais é do que o próprio fetiche pela mercadoria – sim, o grande Carlos Marques, vulgo, Karl Marx, está certo sim, amiguinho; você vai pagar caro por algo que não precisa e que nem vale tudo aquilo só porque foi alienado do resultado da sua práxis –...

daladier-cunha-lima

11/11/2020|

Lançado no último dia 29 de outubro, o livro Educação – base pra uma formação cidadã, traz, nas páginas 55 a 59, um texto profundo e analítico, de autoria do médico, professor e escritor Daladier Pessoa Cunha Lima, reitor do Centro Universitário UNI-RN, intitulado “Educação de qualidade para todos”. O texto traça um panorama da educação no Brasil, desde que se iniciou, no país, o regime republicano, e perpassa pela problemática educacional no país, indo do ensino fundamental ao superior. “Estamos cansados de ver, ler e discutir os dados negativos do sistema educacional do Brasil”, destaca o reitor no artigo. Mais adiante, ele ressalta que somente com a “aplicação justa e correta dos recursos” é que se pode nivelar, num mesmo patamar, ensino público e privado. Com isso, alcançar “melhores resultados sociais”. O livro é uma coletânea de artigos escritos por vários autores que, de forma direta ou indireta, estão envolvidos com a área educacional no estado. A obra é uma publicação da RN Editora.

filipe-toca

11/11/2020|

O cantor potiguar Filipe Toca avançou para a próxima fase do Programa The Voice Brasil, da Rede Globo. Na fase das batalhas Toca interpretou a música “Pupila” (Vitor Kley e AnaVitória), ao lado da cantora Mayra Rodrigues, e foi escolhido pela cantora Iza para seguir na competição. “Que presente assistir vocês dois cantando, que química! Fico toda boba… Filipe, você tá pronto, é um artista, estava confortável, fez um número perfeito”, ressaltou IZA. Toca ficou feliz com a apresentação: “Cantar essa música foi bom demais, porque é uma música que eu adoro, de artistas que eu me identifico muito. E cantar com Mayra foi sensacional, ela é uma menina alto astral demais e fez com que tudo fosse muito leve.” Agora o artista segue na competição e conta com a torcida de todo o povo potiguar! Confira a apresentação AQUI Siga: @filipetoca FOTO: Diego Maciel

Forte-dos-reis-magos-biblioteca-do-ibge

11/11/2020|

O Blog Natal das Antigas está se preparando para completar seu aniversário de 2 anos com uma nova série no ar. Após um curso em 4 aulas de História do Rio Grande do Norte, a equipe do blog, composta por professores e estudantes de História, traz agora uma série de textos, repletos de imagens, sobre a arte potiguar. “A ideia é trazer o que é mais representativo da arte potiguar para o conhecimento de todos. Para que aqueles que amam o Rio Grande do Norte conheçam o que já foi produzido no Estado pelos grandes artistas desta terra”, diz o coordenador e professor Lenin Campos. “Falamos de Auta de Souza, Sandoval Wanderley, Dorian Gray, Abraham Palatnik, Vatenor de Oliveira, estes são nomes que precisam ser conhecidos por todos os potiguares”, completa Lenin. “É interessante ver a arte mais próxima de onde a gente mora e convive todos os dias. A gente tem aquela impressão que arte é só o que está nos museus da Europa, que só existe arte fora do Rio Grande do Norte, obras de arte famosas e importantes que parecem inalcançáveis, mas tem tudo isso bem do nosso lado”, diz Erick Alves, um dos estudantes de História...

Carlos-Zens-Foto-Evaldo-Gomes

11/11/2020|

O universo sonoro das composições de Carlos Zens agora chega às plataformas digitais de música através do projeto “Caminhos do Som”. E, para comemorar essa nova etapa, nesta quinta acontece um lançamento todo especial, na Cervejaria Ponta Negra, a partir das 19h. O evento é híbrido, com transmissão ao vivo pelo Instagram e YouTube: Carlos Zens. Os diversos ritmos que permeiam o trabalho do compositor, cantor e educador potiguar podem ser ouvidos agora nas principais plataformas de streaming. Os quatro CD’s disponíveis são: Fuxico de Feira, Arapuá no Cabelo, Ouvindo o Coração e Pescador de Sons do Brasil. Basta ter o aplicativo de sua preferência, adicionar à sua playlist e ouvir quantas vezes quiser. Entre coco, ciranda, baião, xaxado, xote, chorinho, samba e valsa, a cultura popular está presente desde o ritmo à composição. Mas se quiser ouvir um lado mais introspectivo, instrumental e erudito também tem. Cada um dos trabalhos disponíveis extrai o melhor do “tocador de flauta”. Carlos Zens Carlos Zens é potiguar, nascido em Natal, onde sua infância e musicalidade desabrochou. Menino inquieto, engraçado, alegre e espirituoso, Zens é cria dos tradicionais bairros de Santos Reis e Rocas, tendo vista para o Rio Potengi e a Praia do Forte dos Reis Magos. Imerso...

11/11/2020|

CORPO A CORPO Entre a ânsia e a distância onde me ocultar? Entre o medo e o multiapego onde me atirar? Entre a querência e a clarausência onde me morrer? Entre a razão e tal paixão onde me cumprir? (Zila Mamede)

Khrystal-e-Tiquinha-Rodrigues-Credito-Miguel-Sampaio

10/11/2020|

O selo musical potiguar Pólen Aceleradora, da Guria Produtora, objetiva levar a música realizada e produzida por mulheres a novos horizontes. Estudos apontam que apenas 2% das produções musicais no mundo são assinadas por mulheres. No palco esse número chega a 14%. “Estes números foram os maiores incentivadores para que criássemos a Pólen. Queremos possibilitar condições favoráveis para que as mulheres possam chegar com sua arte, assinar e receber por ela”, ressalta Camila Pedrassoli – uma das diretoras da Guria Produtora. Atrações potiguares Com uma equipe 90% composta por mulheres, a Pólen Aceleradora convidou cinco atrações potiguares para montarem uma equipe para a produção de 5 EPs com 3 faixas inéditas (ou regravação inédita) + 1 vídeo performance. Os projetos artísticos selecionados para esta primeira fase são: Juliana Linhares Produção musical: Josyara Foto/Vídeo: Larinha Dantas e Mylena Sousa; Côco de Rosa Produção musical: Tiquinha Rodrigues e Khrystal Vídeo:  Wisla Ferreira e Caboré Audiovisual; Luísa e os Alquimistas Produção musical e vídeo: Luísa Nascim e equipe; Projeto Retrovisor Produção musical: Valéria Oliveira, Luiz Gadelha, Ângela Castro, Simona Talma e Khrystal Vídeo: Mylena Sousa e Rita Machado; Projeto Flor de Cactos (Projeto Musical do Grupo de Apoio à Criança com Câncer –...

fliq

10/11/2020|

A Comissão Normativa do Programa Djalma Maranhão, a lei municipal de incentivo à cultura de Natal, analisou e publicou o resultado de mais 12 projetos, sendo 6 com prazo de captação prorrogado por mais 6 meses, e outros 6 projetos aprovados. Projetos com captação prorrogada: Nome do Projeto: CINEMA EM DEBATE – KATU Proponente: Arlindo Bezerra   Nome do Projeto: MÚSICA INSTRUMENTAL NAS ESCOLAS Proponente: Arlindo Bezerra   Nome do Projeto: GRAVAÇÃO CD SACRÁRIO Proponente: Valéria Oliveira   Nome do Projeto: CORES DO NOSSO SAMBA Proponente: Mônica Mac Dowell   Nome do Projeto: TOCANDO À VIDA – MÚSICA E ATITUDE 5 Proponente: Antônio Mac Dowell   Nome do Projeto: CAÇADORAS DE HISTÓRIAS NAS ESCOLAS Proponente: Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare   Projetos aprovados: Nome do Projeto: E CHAME GENTE Proponente: Paulo Eduardo de Medeiros Dias   Nome do Projeto: 10ª FLIQ – FEIRA DE LIVROS E QUADRINHOS DE NATAL Proponente: Comunique Editorial Ltda.   Nome do Projeto: NAVIO – BAIANA SYSTEM Proponente: Caboré Produtores Associados Ltda – ME   Nome do Projeto: KD XOXÓ Proponente: Djalma Barbosa da Cunha Jr.   Nome do Projeto: VEM PRO BLOQUINHO Proponente: Alexsandro Fernandes de Medeiros   Nome do Projeto: ALAN PERSA –...

sueldo soaress

10/11/2020|

O Programa Nosso Som Nas Escolas, edição 2020, promovido pela Green Point Produções e parceiros, está realizando a Gincana Virtual Nosso Som Nas Escolas, que conta com a participação de alunos de escolas públicas do estado do Rio Grande do Norte. A gincana aborda temas ligados a música potiguar e sob orientação prévia dos professores os alunos desenvolverão tarefas sobre os artistas potiguares sorteados para cada equipe. As atividades iniciaram no mês de outubro e a segunda temporada de lives começou ontem (9) e segue até sexta (13). Participam os artistas Sueldo Soaress, Valéria Oliveira, Sérgio Groove, Jubileu Filho, Chico Bethoven, Ivando Monte, Michelle Lima, Nelson Coelho, Felipe Nunes, Ana Tomaz, Ângela Castro, Alzeny Nelo, Hilkelia e Laryssa Costa. A live de encerramento da gincana, com a divulgação do resultado final, acontecerá no próximo dia 17, com a banda Plutão Já Foi Planeta. Gincana Através de chamada pública se inscreveram na Gincana oito escolas de Natal, Extremoz, Ceará Mirim, São Gonçalo do Amarante e São José do Mipibu. Os alunos estão realizando, com acompanhamento dos seus professores, diversas atividades sobre temas ligados a música potiguar e acerca dos 28 artistas potiguares participantes do projeto neste ano. A premiação para os alunos...

Veja mais

End of Content.

Blog do Sérgio Vilar

Podcast Papo Galado

Mais lidas da semana

Sergio Vilar
Visão geral da privacidade

Este site usa cookies para que possamos fornecer a melhor experiência de usuário possível. As informações de cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.