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Teatro-Riachuelo

Teatro Riachuelo retoma atividades

Boa notícia para os frequentadores de espaços destinados à arte, cultura e ao entretenimento: o Teatro Riachuelo Natal reabrirá a partir desta sexta-feira, 02 de julho, com o espetáculo “Zé Lezin –

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Skarimbó lança “Dunares” e firma um novo momento de sua trajetória artística

Redação

Com sonoridade orgânica e construção visual integrada, o disco evidencia o amadurecimento do grupo após mais de dez anos de caminhada Depois de mais de uma década de trajetória, a banda Skarimbó chega a um novo momento com o lançamento de “Dunares”, disco que estreia hoje, 27 de abril, nas plataformas digitais. O trabalho firma um momento de consolidação artística do grupo e evidencia um estágio mais maduro de sua identidade musical, em que a força rítmica, a densidade poética e a organicidade da execução aparecem em equilíbrio raro. “Dunares” nasce como obra de percurso. Seu título não funciona apenas como referência paisagística ou geográfica, embora a presença das dunas, tão constitutiva da experiência de viver e se deslocar em Natal, seja decisiva para a imaginação do álbum. A imagem central aqui é a da travessia. A caminhada entre escassez e abundância, aridez e horizonte, esforço e chegada. É desse movimento, ao mesmo tempo físico e existencial, que o disco retira sua espinha dorsal. Nas palavras de Geraldo Gondim, cantor e compositor da banda, o álbum sintetiza uma reflexão antiga do Skarimbó sobre a condição humana e suas dualidades, entre altos e baixos da vida, escassez e abundância, chegadas e partidas, secura e mar. Parte importante das composições foi escrita num período em que o artista vivia em Tabatinga, território cercado por dunas, de onde veio não só a ambiência do disco, mas também a percepção mais nítida desse contraste entre dureza e promessa, entre o caminho difícil e o que se revela depois dele. Para o artista, lançar o disco também é celebrar a permanência e a reinvenção de um grupo que, ao longo de doze anos, vem sustentando sua chama criativa em meio aos desafios de produzir música autoral em Natal.  Essa dimensão simbólica encontra ressonância direta na arquitetura sonora do álbum. Segundo a produtora executiva Babi Baracho, “Dunares” representa uma virada de chave e marca uma consistente transição de amadurecimento musical e identidade do grupo. De um lado, o disco mantém o chão areado, o pulso telúrico e a energia percussiva fincada na terra e nas tradições. De outro, se abre para composições atravessadas por reflexão existencial, espiritualidade e densidade emocional. O resultado é uma obra que não se acomoda numa leitura única: ela pulsa entre o corpo e o pensamento, entre a celebração e a consciência, entre o rito coletivo e a elaboração íntima.  O processo de criação...

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Como Gugu Liberato usou o “De volta para minha terra” para me sequestrar e enviar para o sertão da Paraíba

Joselito Muller

Alguns especialistas dizem que, somente ao superar um trauma, é possível relatar, com alguma veracidade, os eventos que o causaram. Embora concorde com tal raciocínio, abordei por esses dias um assunto cujo resultado traumático me perseguiu por toda a vida, embora naturalmente perca gradualmente a força ao longo dos anos, ainda continua vivo em minha memória. No último dia 23 deste mês completou-se vinte anos que o falecido Gugu Liberato – que Deus o tenha – me levou na marra para o sertão paraibano, onde permaneci por mais de uma década sem qualquer contato com meus familiares. O lamentável ocorrido – que não chamarei de rapto, por temer eventuais represálias judiciais – se deu por ocasião das filmagens do quadro “De volta para a minha terra”, que era transmitido em seu programa dominical. Tal quadro televisivo influenciou fortemente o programa de combate à imigração ilegal dos Estados Unidos. Naquela época, eu tinha 12 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro. Havíamos chegado há poucos meses em São Paulo, para onde fui com meus pais e meus quinze irmãos esperançosos de conseguir melhores condições de vida. Saímos do interior do Pará, do distrito de Arumanduba, atualmente extinto, pois foi engolido pelo rio Amazonas. Após uma desconfortável viagem de sete dias, chegamos a São Paulo e, sem auxílio governamental – inexistente na época – tive que trabalhar para ajudar nas despesas de casa, e encontrei emprego na construção civil. Eu ainda não era alfabetizado, e aproveitava os momentos de descanso na obra para estudar sozinho a cartilha Caminho Suave, que tinha ganhado de uma vizinha que já havia frequentado o supletivo na rede estadual de ensino. Esse hábito suscitava piadinhas maldosas dos meus companheiros de trabalho, sobretudo do encarregado, de quem não sei o nome civil, pois era conhecido pela alcunha de Bira. Sujeito altamente pernóstico e invejoso, desconfio até hoje, sem recear estar cometendo alguma injustiça, que foi ele quem me denunciou para a produção do Gugu. Já estava há alguns meses em São Paulo, mas ainda não havia regularizado minha situação. Por ser oriundo da parte de cima do mapa do Brasil, fui apelidado de Paraíba, sendo vãs as tentativas de esclarecer que Norte e Nordeste são regiões distintas. “Da Bahia pra cima é tudo Paraíba”, dizia Bira com desdém. Certo dia, perto da hora do almoço, fui abordado por cinegrafistas e pelo apresentador Gugu que, entusiasmado, anunciava que me...

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Novo curta-metragem de Luiza Gurgel traz alerta sobre os impactos da ação humana na natureza

Redação

Todos os dias, ela assiste ao sol nascer e se pôr. Nesse intervalo, vê o cotidiano acontecer: as crianças brincando, o cachorro farejando, uma vendedora passando, um casal se conhecendo. Ela os vê, escuta, acolhe… mas eles não. Apesar de sua beleza e de se doar pelos outros diariamente, sua existência passa despercebida. Isso porque, para o homem, seu valor é resumido a números. E se fosse você a passar por isso? Com direção de Luiza Gurgel, o filme A Mesa propõe um olhar profundo sobre uma sociedade gananciosa que despreza o meio em que vive, através da perspectiva da personagem principal, que sente a agonia e o desespero de ver sua vida ser moldada para atender aos interesses alheios. Trazendo à tona a pauta do meio ambiente, a narrativa mostra a banalização do homem quanto à natureza, fazendo um alerta sobre fatores como a crise climática, o desmatamento e o ecocídio. De forma crítica, o curta-metragem aponta como o egoísmo humano tem colocado em risco o planeta e faz o público se questionar sobre sua própria responsabilidade diante da catástrofe ambiental que estamos vivendo. Cineasta e jornalista, Luiza Gurgel conta que teve a ideia para o roteiro enquanto assistia a uma reportagem na televisão sobre desmatamento. O incômodo com a hipocrisia do ser humano — que, mesmo dependente da natureza, não a preserva — foi o que fez a história do curta nascer. “Comecei a pensar o quanto nós, seres humanos, somos egoístas. Esse filme fala principalmente sobre hipocrisia; essa palavra sempre guiou, de certa forma, o entendimento da narrativa para mim. A ideia é que repensemos cada vez mais sobre o nosso lugar aqui: quem nós somos, para onde nós vamos e quais as consequências das nossas ações e das nossas atitudes”, destaca a diretora. Mas, se a ação humana é a principal responsável por degradar o meio ambiente, ela também tem o poder de mudar essa realidade. Por isso, o filme também tem o objetivo de sensibilizar as pessoas em prol da preservação da natureza e de seus recursos. As gravações do curta aconteceram em junho de 2025. As locações foram em Mossoró (RN), trazendo cenários carregados de identidade regional. Um dos principais pontos de filmagem foi a Praça do Rotary, que por dois dias tornou-se um verdadeiro set de gravação. O assistente de direção, Plínio Sá, conta que as filmagens ocorreram em meio à rotina habitual...

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Banda Jack Black celebra 21 anos com show especial na Black Sheep

Redação

A banda potiguar Jack Black sobe ao palco neste sábado (25), a partir das 22h, para comemorar 21 anos de trajetória com um show especial na Cervejaria Black Sheep. A apresentação promete uma imersão no universo do rock, reunindo grandes clássicos que marcaram gerações. Com um repertório extenso, show também terá participações especiais de músicos que já passaram pela formação do grupo, tornando a celebração ainda mais simbólica — um reencontro com diferentes fases dessa trajetória construída ao longo de mais de duas décadas. Revisitando clássicos Formada em 2005, a Jack Black nasceu com a proposta de revisitar os grandes clássicos do rock’n’roll, sempre com identidade própria. Ao longo dos anos, consolidou seu espaço na cena musical do Rio Grande do Norte, destacando-se pela qualidade técnica, presença de palco e fidelidade à essência do gênero. Inspirada no espírito livre e intenso dos pioneiros do rock, a banda construiu uma sonoridade que passeia pelo blues, rock clássico, hard rock, soul e psicodelia — com forte influência dos anos 70 e interpretações marcadas por personalidade. O repertório é uma homenagem a grandes nomes da música mundial, como Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd, Deep Purple, Black Sabbath, Pink Floyd, The Beatles, Jimi Hendrix e Queen, entre outros ícones que ajudaram a moldar o rock’n’roll. Além dos clássicos, a banda também apresenta composições autorais, reforçando sua identidade artística e conexão com o público. Formação Atualmente, a banda é formada por músicos experientes da cena potiguar: Eduardo Azevedo (guitarra), Gil Oliveira (vocal), Wilton César (baixo) e Samir Santos (bateria). A sintonia entre os integrantes, construída ao longo dos anos, se traduz em apresentações marcadas por energia, técnica e forte interação com o público. Mais do que revisitar o passado, a Jack Black assume como missão manter o rock vivo e em movimento. A banda busca dialogar com diferentes gerações, atualizando a essência do gênero sem perder suas raízes — com mensagens que atravessam o tempo, como liberdade, atitude e expressão. O show de 21 anos promete ser mais do que uma apresentação: será um encontro entre história, música e público, celebrando a estrada percorrida e o espírito permanente do rock’n’roll. SERVIÇO: Jack Black – 21 anos Data: Sábado (25) Local: Cervejaria Black Sheep (Rua Carlos Lamas, 1500, Candelária) 20h : Abertura: Alanny Dantas & projeto Velvet Acustic Ingressos no outgo: 20,00 individual, 35,00 casadinha e 65,00 ingresso + camisa da banda

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Curta-metragem filmado em Caicó e com Quitéria Kelly no elenco, é exibido em Portugal e EUA

Redação

O curta-metragem Ressonância, que tem Soia Lira como protagonista e Quitéria Kelly no elenco, foi filmado em Caicó e teve sua estreia em agosto de 2025 na 36ª edição do Kinoforum – Festival Internacional de Curtas de São Paulo, tendo circulado por diversos festivais de cinema nacionais e internacionais. De 22 a 25 de abril, o filme é um dos poucos brasileiros no 9º Porto Femme (Portugal) e no 42º Festival de Cinema Latino de Chicago (EUA); e terá ainda exibição no 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, que acontece no berço da Paraíba. Escrito e dirigido pela norte-rio-grandense Anna Zêpa, inspirado por um sonho de sua avó caicoense, o filme é uma ficção e traz como personagem principal Margarida (Soia Lira). Ela passa por um conflito com o seu entorno familiar, que insiste que ela deve parar de trabalhar. Isso não faz parte dos seus planos e a narrativa nos apresenta uma mulher forte, decidida e que busca seus movimentos de vida, dando exemplos para sua neta. O curta nos traz ainda aspectos da geografia urbana da região e alguns costumes culinários. Com duração de 20 minutos, a obra também apresenta a atriz Amora Maux em sua primeira participação no audiovisual potiguar no papel de Ana, neta de Margarida, com quem tem uma relação de admiração e espelhamento. Sinopse: O desejo de autonomia ainda ressoa em Margarida e a ideia de ficar presa em uma rotina cotidiana a deixa sufocada. Duração: 20’. Classificação: Livre. Realizado pela Rabo de Olho Filmes em parceria com o Sesc RN, o filme tem a produção local, em Caicó, da Referência Comunicação. A Rabo de Olho Filmes (https://www.instagram.com/rabodeolhofilmes/) é uma produtora fundada em Natal pelos realizadores Anna Zêpa e Carlos Segundo, carregando assim as experiências e histórico de produções dos dois artistas. Cronograma das Exibições 22/04/26 – 9º Porto Femme, no Batalha Centro de Cinema https://portofemme.com/batalha-centro-de-cinema-2026-4896 24 e 25/04/26 – 42º Festival de Cinema Latino de Chicago, Landmark’s Century Centre Cinemahttps://chicagolatinofilmfestival.org/  25/04/26 – 3º Copaoba – Festival de Cinema de Serra da Raiz, ao ar livre na Praça Iniguaçu https://www.instagram.com/copaobafestcine Festivais e Premiações Anteriores – 36º Festival Internacional de Curtas de São Paulo – Kinoforum  – 17º San Francisco Latino Film Festival  – 12ª Mostra de Cinema de Gostoso – Prêmio DOT de Finalização – 20º Comunicurtas – 3º Festival de Cinema de São Bernardo do Campo – 2º Curta...

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Bardallo’s celebra 21 anos de resistência e arte no Centro Histórico

Redação

O Bardallo’s Comida & Arte celebra 21 anos de resistência e arte em uma programação especial com exposição coletiva e muita música. A programação começa no dia 23 de abril e segue até o dia 25. Toda a programação é gratuita.  Localizado na rua Gonçalves Lêdo, na Cidade Alta, o espaço integra o perímetro cultural do Beco da Lama. O Bardallo’s foi criado pelo empreendedor e carnavalesco Lula Belmont com o objetivo de ser um reduto das artes. “A necessidade de criar o bar veio através do meu envolvimento com a arte e com a cultura. A ideia era ter um espaço que abraçasse a música, as artes plásticas, a literatura e outras expressões artísticas e chegar aos 21 anos de história é uma alegria muito grande, principalmente pela pluralidade da programação e do público que frequenta”, declara Lula Belmont. A festa intitulada “Badalar”, uma chamada para despertar os sentidos e inicia nesta quinta-feira (23) com uma Vernissage a partir das 19h reunindo o talento de 15 artistas do RN. Participam: Bia Rocha, Capivart, Cíntia de Andrade, Cristal Moura, Cristian Miranda, Damião Paz Pixoré, Erre, Fábio Eduardo, Olympia Bulhões, Paulo Nobrega, Pincelada Nômade, Régio Potiguar, Rita Machado, Vanessa Mendes e Vendaval. A noite encerra com discotecagem do DJ Samir com set que costuma transitar muito bem entre brasilidades. Na sexta-feira (24), a festa continua a partir das 20h com Mont Samba e Choro, trazendo a elegância e a força do samba, celebrando os clássicos com aquela interpretação visceral.  No sábado (25) é dia de celebrar a música potiguar com a banda DuSouto, que mistura ritmos eletrônicos como drum’n’bass e dub com influências brasileiras e nordestina. A noite conta ainda com discotecagem de DJ Samir, DJ Carlota e DJ Ilton.  Apoio Cultural: Fundação José Augusto, Prefeitura do Natal, Secretaria de Cultura do Rio Grande do Norte e Governo do Rio Grande do Norte. Mais informações através do perfil no Instagram: @bardallosnatal. BARDALLO’S 21 ANOS De 23 a 25 de abril  Acesso gratuito Bardallo’s Comida & Arte – R. Gonçalves Lêdo, 678 – Cidade Alta

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Casa Impacto: primeiro núcleo itinerante de design social do Brasil apresenta exposição em Ponta Negra

Redação

Natal ganha uma novidade imperdível: a Casa Impacto Natal, idealizada por Cris Ribeiro, Designer Social, Designer de Produto Artesanal, Administradora e Empreendedora Social. Idealizadora do Negócio de impacto social “Lugares de Charme” há mais de 15 anos, Cris é a única Designer Social em atividade no Rio Grande do Norte e uma das poucas no Brasil. Com 21 anos de experiência em comunidades potiguares e coletivos de mulheres, ela promove a valorização dos seres junto a sua essência e os saberes para gerar prosperidade com dignidade de forma sustentável.  O negócio já beneficiou mais de 600 artesãos em 17 municípios potiguares, por meio do design social, design afetivo, economia criativa, circular e do bem-estar. A Casa Impacto marca uma nova etapa na trajetória do Lugares de Charme: o primeiro núcleo itinerante de design social do país. Instalada em um contêiner marítimo repaginado artesanalmente e transformado em uma “vitrine viva”, a iniciativa percorre comunidades levando formação, criação e experiências culturais imersivas. Nesta estreia, em abril, no bairro de Ponta Negra (Avenida Praia de Ponta Negra, calçadão em frente ao Curió Restaurante), reúne mais de 130 pessoas, incluindo mulheres artesãs, artistas e estudantes. A Mostra Artística “Natal, Original é Ser” revela, por meio de expografia artesanal, design autoral e criatividade local, as histórias da origem da cidade de Natal, a “cidade dos encontros” – com objetos em crochê, trancado de palha de coqueiro, bordado, homenageiam a identidade Natalense original de ser.  A história da cidade é contada através do design que leva o visitante numa breve viagem a saber mais sobre a capital. A Cada Impacto Natal conta com o patrocínio da Prefeitura de Natal, através do Programa Djalma Maranhão, Funcart, Colégio CEI, UnimedNatal, Projeto Lugares de Chame. O apoio Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres – SEMUL; Restaurante Camarões; SESI/RN; SETUR; Tintas Suvinil; B3 Distribuições; Mercado da Agricultura Familiar; Predesign Premoldados e Brisanet.  Mais do que uma exposição, é um convite para uma experiência cultural memorável, celebrando a identidade Natalense como “cidade de encontros” e gerando impacto social positivo. Natalenses e turistas, venham visitar a Casa Impacto! Embarquem nessa viagem autêntica pela essência da capital potiguar, sintam a criatividade local e se conectem com histórias que inspiram pertencimento e originalidade. Afinal, Original é ser! programe sua visita e viva essa transformação cultural única! “Queremos que cada pessoa se sinta parte de um movimento de transformação, um espaço onde o...

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Festival Potiguarias Visuais integra performances artísticas e projeção mapeada em evento gratuito

Redação

A Zona Norte de Natal recebe,no próximo sábado, 25 de abril, a quinta sessão do Potiguarias Visuais – Acessando a ZN. O festival de artes integradas, que reúne artistas locais em uma programação gratuita voltada à produção contemporânea, acontece das 18h às 22h, na Biblioteca Estadual Prof. Américo de Oliveira Costa. A noite conta com a condução da artista circense Aranha como Mestre de Cerimônia e traz apresentações do Grupo de Improvisação Livre da UFRN, do espetáculo Ylê Ayê: ginga e fogo ancestral, da performance CARNE-CONCRETO, dos artistas CADIDJA e Santelmo, além de Pretta Soul, que apresenta seu novo show Depois dos 30. Com foco na experimentação e no diálogo entre linguagens, o festival propõe uma noite de encontros entre performance, música, manifestações culturais, projeções artísticas e uma exposição coletiva de artes visuais. A programação conta ainda com uma roda de conversa com os artistas Consuelo Vea Coroca e Acerola, além das produtoras do projeto, Christalina e Renata Marques. Ao todo, o evento reúne mais de 20 artistas potiguares e 32 trabalhos visuais de criadores de Natal (RN), Parnamirim (RN), São Paulo (SP), Diadema (SP) e Fortaleza (CE), em uma proposta que articula arte, território e tecnologia. Como parte das ações do projeto, foi realizada na última semana uma atividade formativa com estudantes da Escola Municipal Iapissara Aguiar, conduzida pela multiartista Christalina, da Bruxaria Digital, em parceria com integrantes do GIL – Grupo de Improvisação Livre da UFRN. “A vivência buscou aproximar os estudantes da arte contemporânea potiguar e incentivá-los a participar do evento. A proposta foi criar um espaço de troca e despertar o interesse desses jovens para a produção artística que acontece no próprio território”, destaca Christalina, também curadora e idealizadora do festival.  O Potiguarias Visuais atua na democratização do acesso à arte contemporânea na periferia, promovendo visibilidade para produções que transitam entre performance, música, poesia, artes visuais e tecnologia. “Esta edição propõe uma reflexão sobre os modos de criação na contemporaneidade, tensionando questões como hiperprodutividade, esgotamento, autonomia artística e coletividade. A mediação do projeto também sugere leituras como A Sociedade do Cansaço, de Byung-Chul Han, e Não Vão Nos Matar Hoje, de Jota Mombaça, ampliando o debate para além da experiência no evento”, completa a artista. ServiçoO quê: Potiguarias Visuais – Acessando a ZNQuando: 25 de Abril de 2026Onde: Biblioteca Estadual Prof. Américo de Oliveira Costa (Zona Norte de Natal/RN)Quanto: Gratuito

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LAB: FJA divulga classificados do Edital Formação e Pesquisa

12/12/2020|

A Fundação José Augusto (FJA) divulgou neste sábado (12) no Diário Oficial do Estado (DOE) e no site www.cultura.rn.gov.br o resultado preliminar da fase de seleção do edital Formação  e Pesquisa – Troca de Saberes à Distância, da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, lançado pelo Governo do Estado.  O edital foi lançado com um atraso de doze horas devido a problemas técnicos no envio das avaliações. Editais A FJA já publicou em seu site oficial os resultados preliminares dos editais Fomento à Cultura Potiguar 2020, Auxílio à Publicação de Livros, Revistas e Reportagens Culturais, Programa de Apoio a Microprojetos Culturais; Prêmio Cultura Popular de Tradição; Projetos Culturais Integrados e Economia Criativa; Prêmio Sabores, Saberes e Fazeres; Projetos Culturais Referentes à Diversidade Sócio-Humana; e Ecos do Elefante: Apoio Cultural aos Municípios Potiguares. Cadastro de reserva A FJA informa ainda que os proponentes listados no cadastro de reserva poderão ainda ser contemplados a partir do remanejamento de recursos do Auxilio Emergencial e da reversão dos valores que não foram utilizados para a execução da Lei Aldir Blanc em municípios do RN. Serão informados com total transparência os valores equivalente aos prêmios não preenchidos e que estão sendo remanejados entre os editais,...

lei-aldir-blanc

11/12/2020|

A Fundação José Augusto precisará lidar com um volume enorme de recursos oriundos de sobras devolvidas pelos municípios e do Auxílio Emergencial ou mesmo dos seus próprios editais. Isso até o prazo máximo estabelecido até 31 de dezembro. Estimativas por amostragem estipulam que 20% dos R$ 28 milhões destinados aos 167 municípios potiguares serão devolvidos ao cofre estadual, ou seja, aproximadamente R$ 5,6 milhões. Já foram 15 os municípios que devolveram todo o recurso recebido. E com um agravante. Esses recursos destinados aos municípios precisam ser, prioritariamente, redistribuídos aos municípios. Portanto, a FJA precisará montar, em pouquíssimo tempo, uma nova chamada pública para redistribuição desses recursos ao interior potiguar. Dos R$ 15 milhões do Auxílio Emergencial, o percentual é maior: Por falta de cadastros ou pessoas inabilitadas, sobrarão cerca de R$ 10 milhões. Por outro lado, esse dinheiro está apto ao remanejamento e pode, por exemplo, cobrir projetos habilitados e não contemplados nos editais do Estado. Mas há também um volume considerável de sobras entre os 9 editais lançados pela própria Fundação José Augusto, que também chega à cifra milionária. Apenas em uma das categorias do edital que este editor se inscreveu, de matérias jornalísticas, houve sobra de R$ 100...

Milkshake IPA

11/12/2020|

Salve, lupulista! Conta a teologia grega que a Esfinge foi criada pelos deuses Hera e Hades como punição pelos crimes cometidos pela cidade de Tebas. Posicionada às portas da cidade, ela lançava um enigma para todos os viajantes que ali passavam. Com a premissa “Decifra-me ou te devoro”, todos aqueles que não conseguiam matar a charada eram esmagados ou estrangulados para servirem de desjejum do monstro. Em contrapartida, quem acertasse a resposta se tornava livre para desbravar o restante de sua jornada. E quando falamos do universo cervejeiro, o estilo que melhor simboliza a Esfinge é a famosa India Pale Ale, mais conhecida como IPA. Seu aroma frutado, textura resinosa e gole amargo, para muitos serve como o divisor entre o como-posso-ter-passado-tanto-tempo-sem-conhecer-essa-maravilha e o deus-me-livre-nunca-mais-quero-ver-isso-na-minha-frente. Ou, pelo menos, servia. Hoje em dia, assim como a teologia grega, atribuir essas características como a definição de uma IPA ficou para a antiguidade. Desde a popularização das cervejas ditas especiais, muitos subestilos foram lançados no mercado. É certo que ainda podemos encontrar por aí exemplos clássicos de IPAs americanas e inglesas, mas elas parecem rarear diante as suculentas New England, que também já ganharam seu público cativo, até outras variações como a India...

11/12/2020|

AOS POTIGUARAS Rasgou-se o manto dos teus cabelos Ficaram expostas tuas queimaduras do tempo Roubaram tua pureza e juventude Prostituíram teu coração e cultura Teu cocar venderam ao museu Tuas artes são cinzas de taipa Te restaram os tijolos como céu As histórias e lendas de papel (Eva Potiguar)  

Roda de Mulheres do Samba Potiguar

10/12/2020|

A Roda de Mulheres do Samba Potiguar participa do Terceiro Encontro Nacional de Mulheres na Roda de Samba, maior movimento feminino de samba que nesta edição presta homenagem à cantora e sambista Elza Soares. O evento acontece neste sábado, 12 de dezembro, às 17h, na fanpage ‘Mulheres na roda de samba’, da rede social Facebook. A Roda de Mulheres do Samba Potiguar participou do segundo encontro nacional, em 2019. Mulheres na Roda de Samba é um movimento idealizado pela cantora Dorina Barros (RJ). Nessa terceira edição promoverá uma apresentação virtual envolvendo mais de 32 cidades pelo mundo afora. “Esse Terceiro Encontro de Mulheres na Roda de Samba carrega a responsabilidade de manter pulsante um movimento de afirmação e representatividade, que se encontra em plena oxigenação”, ressalta a cantora e compositora potiguar Marieta Maia. Ela e a também cantora, compositora e instrumentista Anna Fernandêz são as idealizadoras do Roda de Mulheres do Samba Potiguar. A Roda de Mulheres do Samba Potiguar é um movimento cultural feminino pioneiro no Rio Grande do Norte. Reúne compositoras, musicistas e cantoras com o propósito de inserir Natal no circuito dos grandes eventos culturais e fortalecer a divulgação da força feminina no samba. Além de Marieta...

Ouça agora o novíssimo disco ao vivo do Alphorria

10/12/2020|

  Depois de voltar a verve autoral com o EP “Quilombola” lançado em janeiro deste ano, o Alphorria, um dos maiores nomes do reggae pop nordestino de todos os tempos, lança álbum ao vivo gravado na Casa da Ribeira em Natal, durante o Dosol Online. O disco lançado  pelo selo Dosol, faz parte do projeto #dosol20anos que vai lançar até novembro do ano que vem 20 álbuns de artistas potiguares e de outras partes do Brasil, comemorando os 20 anos de ação do Dosol na música e cultura. “O grande desafio do Alphorria é continuar sendo uma banda atual, depois de mais de 25 anos de existência”, diz Jolian Joumes, baixista e vocalista do grupo. O primeiro trabalho do Alphorria, celebrado álbum homônimo, completa 25 anos em 2021 e foi um dos primeiros álbuns de sucesso de uma banda potiguar, com músicas tocando nas rádios locais, shows lotados e até um desfile no Carnatal como bloco alternativo dentro da festa. “Fico feliz do legado do Alphorria estar disponível pra todo mundo nas plataformas digitais. A relevância histórica da banda é muito importante e o melhor ainda é saber que eles estão muito em forma e sendo a super banda que sempre foram, basta clicar no...

clarice-lispector

10/12/2020|

O que aprendi com Clarice A não se levar a sério A olhar o céu E vê os dragões e Órion – o caçador Brincar com as Três Marias Sentir o coração das florestas E quando perguntado pelo tempo, responder: É a hora da Estrela (D´Mata)   Clarice no Cinema A Casa 9 e o conto “Ovo e a Galinha” filmado por Luiz Carlos Lacerda. No dia em que é comemorado o dia D de Clarice Lispector, neste 10 de dezembro, lembro do belo conto “Ovo e a Galinha” do livro Legião Estrangeira. Esse conto foi filmado com roteiro a quatro mãos do cineasta Luiz Carlos Lacerda em parceria com Clarice. Luiz morava na famosa Casa 9 no bairro de Botafogo – RJ, reduto de grandes artistas e abrigo para muitos que chegavam ao Rio de Janeiro. Na casa 09 não tinha telefone e o cineasta narra no documentário homônimo como recebeu um telefonema – via vizinho – da famosa escritora. Ao atender o telefonema, entre perplexo e maravilhado, o Luiz respondia com palavras isoladas. Não podia demonstrar toda a sua euforia na frente dos vizinhos desconhecidos que ouviam a conversa. Depois Clarice vem à Casa 09 para conversar com...

mank-filme

10/12/2020|

David Fincher é um diretor virtuoso, parece saber muito bem o efeito que cada escolha sua na construção de um filme pode propor. Nesse sentido, ele é um manipulador tal qual Alfred Hitchcock, mas, talvez, de uma maneira mais sutil. Em Mank, por exemplo, existe uma primeira camada que, supostamente, diminui a autoria de Orson Welles durante a criação do clássico Cidadão Kane. Por outro lado, ao mesmo tempo, a forma com a qual o roteiro é guiado engrandece a potência visual solidificada por Welles no filme de 1941. Mesmo assim, com toda habilidade possível, Fincher não é conhecido por sua dedicação em promover diversão. O entretenimento dos seus filmes está muito mais ligado à experiência estético-dramatúrgica. Muito dessa condição pode ser reflexo das temáticas de suas obras: serial killers, o mundo do empreendedorismo, manipulação da realidade… e, aqui, no filme em questão, uma discussão quase hermética, escrita pelo seu pai (Jack Fincher, falecido em 2003) sobre a autoralidade de um dos maiores filmes já realizados. Atenção! Esta crítica contém spoilers sobre o filme! A falsa natureza e a artificialidade proposital Acontece que Fincher, assim como Alfonso Cuarón com Roma (2018), parece empenhado em um projeto pessoal e Mank acaba...

papo-cultura

10/12/2020|

Nosso blog Papo Cultura também divulgará a cena cultural e independente potiguar em um espaço semanal no prestigiado programa radiofônico “12 Em Ponto”, transmitido pela FM 98,9. Todas as sextas-feiras teremos 3 minutos para divulgar agenda e tecer opinião a respeito de algum tema relevante. Para esta sexta vamos falar exclusivamente da Lei Aldir Blanc, que publicará o resultado final dos editais no dia seguinte, sábado. O programa 12 Em Ponto é apresentado pela jornalista Anna Karina Castro e pelo jornalista Thiago Rebolo, com edição de Daniele Oliveira. Vai ao ar de segunda a sexta, como o nome diz, às 12h em ponto e até 13h30. Além da rádio, a programação é transmitida também, ao vivo, pelo canal do youtube 98fmnatal. É a emissora radiofônica com maior número de inscritos nesta plataforma do Estado, com quase 53 mil seguidores. Esta é a segunda oportunidade que o Papo Cultura tem de divulgar a cultura potiguar no rádio. Ano passado mantínhamos um espaço semelhante no programa matutino da FM 97, também apresentado por Anna Karina Castro.

10/12/2020|

LUA Contei pra lua alguns traços teus A mesma disse: – “cuidado! assim morreu Romeu.” Contei minhas juras Ela riu, pois não entende a ilusão do poeta. Contei meus medo e ela entendeu. São Jorge enciumado encarou eu. De cabeça baixa desviei o olhar. A mesma continuou a conversar.   Contei pra ela O quanto te olho! O quanto te admiro! O quanto sinto. Falei dos dias de falta, dos dias sem brilho. Disse o quanto fico bobo feito menino Quando ela aparece grande e bela iluminando as noites, enquanto a observo da minha janela. Falei da companhia dela na praia, toda cheia de luz e manias, me encarando lá do alto. A mesma disse: – o amor não é para os fracos. E ela se rendeu. Perguntando, por que tu não mora dentro deu? Assim como São Jorge, fazendo morada dentro dela, admirando pela janela os olhos da singela moça tão bela. (Bárbara Maria)    

pastry-stout

09/12/2020|

Mudei esse texto em cima da hora, eu ia falar de algo ligeiramente correlato, que também tangenciava o conceito de Hype (se não sabe o que é ou não lembra bem do que se trata, clique AQUI). Mas decidi fazer uma breve retrospectiva estilística que, de certa forma, também tem a ver com estilos (mais ou menos) hypados. E nesse resgate (afinal, é final de ano, todo mundo adora uma retrospectiva), vamos passar por dois estilos modinhas, um que já morreu (Brut IPA) e outro que vem perdendo sua força paulatinamente (graças a Deus! – Pastries Stout e Sours). Brut IPA – uma péssima ideia Quando pensamos em junções que não podem dar certo, usualmente pensamos em Romeu e Julieta (tanto o romance quanto a “sobremesa”, ugh!), Vasco e Flamengo ou (P)MDB e PT… Mas quem pensou que poderia juntar as Brut beer (um estilo frisante de cerveja, mais próximo ao espumante que ao conceito de cerveja tradicional) com as já estabelecidas IPA’s está de parabéns! Porque dessa improvável união não teria como vingar nada mesmo. As Bruts parecem muito mais um espumante que uma cerveja. Quem já teve a oportunidade de degustar algo no estilo pode avalizar essa informação...

elaboração de projetos culturais

09/12/2020|

A oficina de Elaboração de Projetos Culturais, ministrada pela produtora cultural Camilla Kaciane, está com inscrições abertas. Os interessados devem se inscrever por meio do preenchimento de formulário virtual que está disponível AQUI. A oficina é gratuita e será realizada de 14 a 18 de dezembro (segunda a sexta), das 19h às 20h30, em plataforma online. As vagas são limitadas em até 20 (vinte) participantes. Esgotadas as inscrições o sistema irá retirar o formulário automaticamente. Capacitação A atividade capacitará os participantes para a elaboração de projetos culturais, dando ênfase aos elementos básicos de um projeto cultural e suas etapas. O módulo é voltado para produtores culturais, artistas e demais interessados em ampliar conhecimentos na área. A ação conta com o patrocínio do Governo Federal e da Prefeitura do Natal, por meio da Lei Aldir Blanc de Emergência Cultural. É uma realização da Poti Produções. A instrutora Camilla Kaciane é especialista em Comunicação e Marketing (FMU), graduada em Licenciatura em História (UFRN) e graduanda em Produção Cultural (IFRN). Atuou no Programa Djalma Maranhão (Lei Municipal de Incentivo à Cultura) entre 2017 e 2019. Foi Gerente de Projetos da Viva Entretenimento. Trabalha na SADEPAULA Produções Criativas. Serviço: Oficina: Elaboração de Projetos Culturais....

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